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Antes e depois: veja área afetada por inundações na Alemanha


Um temporal histórico atingiu o país. Veja como eram e como ficaram alguns dos locais mais atingidos pela enchente. O número de pessoas que já morreram em decorrência do temporal na Europa chegou a 108. A Alemanha foi o país mais atingido por inundações e deslizamentos de terra.
Foto aérea e imagem de satélite mostram o antes e depois das inundações causadas pela chuva no distrito de Blessem de Erftstadt, na Alemanha, nesta sexta-feira (16)
Rhein-Erft-Kreis via Reuters/Google Earth
Moradores da Bélgica também morreram vítimas do temporal, mas em menor número. Além disso, também há enchentes e danos materiais em outros dois países, Holanda e Luxemburgo.
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Fonte: G1 Mundo

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Chuvas na Europa: veja vídeos da destruição causada pela água

Fonte: G1 Mundo

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Chuvas na Europa: veja FOTOS da destruição causada pela água


Imensa quantidade de água está fazendo rios transbordarem e causarem inundações gigantescas, destruindo cidades e vilas na Alemanha e em outros países. Mais de 100 pessoas morreram. Mais de 100 pessoas morreram e 1,3 mil estão desaparecidas devido às chuvas que têm caído nos últimos dias na Europa e estão fazendo os rios transbordarem e levarem tudo pelo caminho.
A tragédia ocorre principalmente na Alemanha, onde 103 mortes foram confirmadas até o momento e 1,3 mil pessoas estão desaparecidas apenas em um distrito ao sul de Colônia, no oeste do país.
Mas as chuvas têm causado transtornos também na Bélgica, na Holanda, na França, na Suíça e em Luxemburgo, embora em menor intensidade. Há 14 mortes e 4 desaparecidos na Bélgica.
Veja abaixo fotos dos estragos causados pela água:
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Chuvas causam inundações gigantescas no distrito de Erftstadt-Blessem, na Alemanha. Foto fornecida pelo governo do distrito de Colônia em 16 de julho de 2021.
Rhein-Erft-Kreis via AP
Foto aérea e imagem de satélite mostram o antes e depois das inundações causadas pela chuva no distrito de Blessem de Erftstadt, na Alemanha, nesta sexta-feira (16)
Rhein-Erft-Kreis via Reuters/Google Earth
Distrito de Blessem, na Alemanha, atingido por temporal, em 16 de julho de 2021
Rhein-Erft-Kreis/AP
Devastação causada pela enchente do rio Ahr, na aldeia Eifel de Schuld, no oeste da Alemanha. Foto tirada com um drone em 15 de julho de 2021.
Christoph Reichwein/DPA via AP
Carro coberto com destroços arrastados pela enchente do rio Nahma em Hagen, na Alemanha, em 15 de julho de 2021. Fortes chuvas transformaram o pequeno rio em uma torrente violenta.
Roberto Pfeil/DPA via AP
Os destroços em um rio em Verviers, na Bélgica
Yves Herman/Reuters

Fonte: G1 Mundo

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Por que EUA vão dar até US$ 300 por filho todo mês para 90% das famílias


Pagamentos serão destinados a 39 milhões de famílias, uma mudança radical em país com uma das taxas mais altas de pobreza infantil no mundo desenvolvido. Para estender as mudanças por mais quatro anos, os congressistas precisariam aprovar o Plano de Famílias Americanas, que também inclui investimentos em pré-escola e recrutamento de mais professores
THE BOSTON GLOBE VIA GETTY IMAGES
Os Estados Unidos vão começar a pagar um benefício infantil mensal pela primeira vez — uma mudança radical para o país, que tem uma das mais altas taxas de pobreza infantil do mundo desenvolvido.
Os pagamentos mensais de até US$ 300 (R$ 1.536) por criança devem começar a chegar às contas bancárias dos americanos a partir de 15 de julho, com duração até o final do ano.
Alguns democratas elogiaram a iniciativa, dizendo que uma fonte de renda mensal é mais confiável para as famílias.
Mas os defensores do combate à pobreza, que há anos pressionam por um benefício mensal, esperam que a introdução temporária do programa estabeleça as bases para mudanças mais duradouras.
Então, como exatamente funciona o benefício e que impacto se espera que ele tenha?
Como funciona o crédito mensal?
O crédito fiscal infantil é um benefício tributário oferecido aos contribuintes americanos com dependentes menores de idade. Ele reduz o imposto devido pelo contribuinte, com o objetivo de ajudar os americanos a sustentarem suas famílias.
Esse benefício fiscal foi atualizado como parte do Plano de Resgate Americano, um pacote de ajuda econômica de US$ 1,9 trilhão em resposta à pandemia, consolidado em lei em março.
O projeto de lei aumentou o benefício existente de US$ 2 mil por criança menor de 17 anos para US$ 3 mil para menores de 18 anos e US$ 3,6 mil para menores de seis anos em 2021. Sob o novo modelo, metade do crédito será pago diretamente aos pais, em parcelas mensais de até US$ 300 por filho. As famílias são elegíveis se tiverem uma renda anual de até US$ 150 mil por casal ou US$ 112,5 mil para mães e pais solo.
Uma em cada seis famílias com crianças dos EUA declararam insuficiência de alimentos ao longo da pandemia
EPA
De 15 de julho a 15 de dezembro, os depósitos serão feitos mensalmente em contas registradas no Internal Revenue Service (IRS), a receita federal dos Estados Unidos. Em alguns casos, podem ser emitidos cheques ou cartões de débito.
O crédito restante pode ser requisitado nas declarações de imposto de renda de 2021, embora as famílias possam optar por não sacar os pagamentos mensais e receber tudo de uma vez só.
A Casa Branca diz que cerca de 90% das famílias receberão o benefício automaticamente, embora a elegibilidade e o valor pago dependam da renda.
O que havia de errado com o sistema anterior?
A maioria dos países desenvolvidos, incluindo o Reino Unido, oferece há décadas alguma forma de benefício mensal infantil para compensar os custos de ter filhos.
Mas os Estados Unidos, onde os temores de que os programas de bem-estar social desestimulem o trabalho têm uma longa história política, contam com um crédito fiscal anual para compensar essas despesas.
O benefício foi primeiro aplicado em 1997. E, da forma como foi desenhado, o quanto uma família recebe depende do quanto ela ganha — e, portanto, do quanto deve em impostos — um modelo que os críticos dizem deixar de fora aqueles que mais precisam.
Um pesquisa apontou que cerca de um terço das crianças — que são desproporcionalmente pobres, negras ou hispânicas, em relação à população em geral — não receberam o benefício integral. Cerca de 10% delas eram completamente inelegíveis — a grande maioria porque suas famílias ganhavam menos de US$ 2,5 mil por ano (R$ 12.785).
“Há muitas crianças que não recebem o crédito”, diz Katherine Michelmore, professora de administração pública e assuntos internacionais na Syracuse University, que pesquisou o tema.
Pela regra do novo crédito fiscal temporário para crianças, as famílias mais pobres, com baixa ou sem renda, se qualificarão para o valor total neste ano, mesmo que normalmente não apresentem declarações de impostos.
Benefício será uma mudança radical em país com uma das taxas mais altas de pobreza infantil no mundo desenvolvido
Getty Images via BBC
Que impacto as mudanças podem ter?
De acordo com o Departamento do Tesouro e a Receita americana, os pagamentos mensais atingirão cerca de 88% das crianças nos Estados Unidos.
Apoiadores da esquerda dizem que expandir o benefício e tornar os depósitos mais frequentes poderia reduzir a taxa de pobreza infantil — que era de cerca de 15% antes da pandemia — em mais de 40%, tirando 4 milhões de crianças americanas da pobreza.
Eles apontam para países como o Canadá, onde a introdução de um benefício infantil fez com que a pobreza diminuísse logo nos primeiros anos do programa.
James Sullivan, professor de economia da Universidade de Notre Dame, afirma que as famílias próximas à linha de pobreza podem ver sua renda aumentar em mais de 25% no segundo semestre do ano.
“Essas famílias tendem a gastar recursos adicionais em necessidades como alimentação, habitação (por exemplo, pagar aluguéis atrasados) e roupas”, diz ele, acrescentando que qualquer renda adicional também pode servir para dar entrada em itens de maior valor, como carros, que normalmente podem estar fora de alcance para essas famílias.
Os conservadores americanos que apresentaram suas próprias propostas para um benefício mensal para crianças, como o senador republicano Mitt Romney, descreveram a medida como uma política favorável à família — e uma defesa contra a queda na taxa de natalidade dos Estados Unidos, que atingiu nível recorde.
Em parte, isso ocorre “porque muitos jovens acham que ter e criar filhos é muito caro”, diz Brad Wilcox, pesquisador sênior do Instituto para Estudos da Família, destacando o rápido aumento nas despesas relacionadas aos filhos, como educação.
Joe Biden assina pacote de US$1,9 trilhão em resposta à pandemia nos EUA
É provável que seja estendido?
Os congressistas já expandiram o crédito fiscal infantil no passado.
O presidente Biden deseja estender as mudanças recentes até 2025. Na quinta-feira (15/07), ele as descreveu como “um reflexo da minha crença de que as pessoas que precisam de redução de impostos não são as que estão no topo”.
“São as pessoas do meio e as que estão lutando”, escreveu ele no Twitter.
Outros democratas gostariam de tornar essas mudanças permanentes. Apesar disso, os críticos apontam que a iniciativa deve custar ao governo mais de US$ 110 bilhões (R$ 552 bilhões) este ano.
Os especialistas também alertam que o aumento do consumo pode levar a uma aceleração da inflação.
“Dada a enorme quantidade de estímulo anterior, juntamente com uma economia em reabertura, acredito que uma grande parcela do benefício será destinada para consumo”, diz o professor de economia da Universidade de Cedarville, Jeffrey Haymond.
“Esta pode ser uma medida socialmente válida para ajudar as famílias com as despesas dos filhos, mas ela deveria ter sido associada a reduções nos gastos em outros lugares, já que a economia não precisa atualmente de estímulos adicionais — o que ela precisa é que os trabalhadores voltem ao trabalho.”
Para estender as mudanças por mais quatro anos, os congressistas precisariam aprovar o Plano de Famílias Americanas, que também inclui investimentos em pré-escola e recrutamento de mais professores.
Que benefícios existem em outros países?
Megan Curran, pesquisadora do Centro de Pobreza e Política Social da Universidade de Columbia, diz que o benefício mensal alinha os Estados Unidos às tendências globais.
O Reino Unido, por exemplo, oferece pagamentos mensais de até 84,60 libras (R$ 598) para o primeiro filho e 56 libras (R$ 396) para os que vierem depois, com os benefícios sendo reduzidos gradualmente para rendimentos a partir de 50 mil libras por ano (R$ 353 mil). No Canadá, o subsídio pode chegar a 563,75 dólares canadenses (R$ 2,3 mil) por mês para crianças menores de seis anos e até 475,66 dólares canadenses (R$ 1,9 mil) para menores de 18 anos, mas começa a diminuir para rendimentos a partir de 30 mil dólares canadenses por ano (R$ 121,7 mil).
Outro países distribuem benefícios independentemente da renda, como a Irlanda, onde o benefício mensal é de 140 euros (R$ 845) por criança.
O Brasil tem atualmente três benefícios voltados para famílias com crianças: o Bolsa Família, que tem uma parcela variável por filho; o salário-família, um adicional pago aos trabalhadores com carteira assinada com filhos de até 14 anos; e a dedução por dependentes menores de 16 anos no Imposto de Renda Pessoa Física.
Nos últimos anos, algumas propostas têm sugerido a unificação desses programas para criação de um “Benefício Infantil Universal”, uma vez que as crianças são as maiores vítimas da pobreza no Brasil.
A pesquisadora Megan Curran lembra que os Estados Unidos, que estão sempre no fim da fila quando se trata de políticas de apoio à família, ainda ficam para trás em outros aspectos, como licença-maternidade e oferta de creches.
“O benefício fiscal infantil não é uma bala de prata”, diz ela. “Ele faz muito do trabalho pesado (…). Pode ajudar a atender às necessidades das crianças e amortecer alguns desses custos mensais, mas há muitas outras peças do quebra-cabeça que os EUA precisa resolver.”

Fonte: G1 Mundo

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Presidente alemão culpa mudanças climáticas por chuvas que causam devastação no país


Mais de 100 pessoas morreram e 1,3 mil estão desaparecidas no oeste da Alemanha, onde uma imensa quantidade de água tem causado inundações gigantescas e devastado cidades e vilas. O presidente alemão, Frank Walter Steinmeier, durante cerimônia no Palácio de Bellevue, em Berlim, em 26 de março de 2021
Markus Schreiber/AP
O presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, culpou nesta sexta-feira (16) as mudanças climáticas pelas fortes chuvas que atingem o oeste do país e já deixaram mais de 100 mortos e 1,3 mil desaparecidos.
Em um pronunciamento, Steinmeier pediu um firme comprometimento com a luta contra as mudanças climáticas e afirmou que esta é a única alternativa para frear fenômenos meteorológicos extremos, como as chuvas intensas que castigam o país.
“Apenas se nos comprometermos de forma resoluta com a luta contra as mudanças climáticas poderemos controlar condições meteorológicas extremas como as que vivemos atualmente”, afirmou o presidente, que disse estar “profundamente arrasado” pela “tragédia”.
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Enchentes na Europa provocam mortes e deixam mais de mil desaparecidos
Na Alemanha, o cargo de presidente tem um caráter figurativo, sem poder político, e o governo é comandado pela chanceler Angela Merkel atualmente.
Merkel está em visita oficial aos Estados Unidos, em sua última viagem ao país antes de deixar o cargo, em setembro, após mais de 15 anos no poder.
Sobre as chuvas, a chanceler afirmou na quinta-feira (15) que “é um dia que se caracteriza pelo medo, pelo desespero e pelo sofrimento”, pois “pequenos rios se transformaram em torrentes inundadas e devastadoras”.
As chuvas têm causado transtornos também na Bélgica, na Holanda, na França, na Suíça e em Luxemburgo, embora em menor intensidade. Há 14 mortos e 4 desaparecidos na Bélgica.
“Eu ofereço minha empatia e meu coração está com as pessoas que perderam entes queridos. Incluo aqueles na Bélgica, em Luxemburgo e na Holanda”, afirmou a chanceler, dizendo que a extensão total da tragédia só será conhecida nos próximos dias.
Chuvas causam inundações no distrito de Blessem de Erftstadt, na Alemanha. Foto fornecida pelo governo do distrito de Colônia em 16 de julho de 2021.
Rhein-Erft-Kreis via AP
VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Fonte: G1 Mundo

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Fotógrafo da Reuters ganhador do Pulitzer morre no Afeganistão

Danish Siddiqui, fotógrafo da agência de notícias Reuters ganhador de um prêmio Pulitzer, morreu nesta sexta-feira (16), quando cobria os confrontos entre os talibãs e as forças de segurança do Afeganistão perto da fronteira com o Paquistão.
“Estamos buscando mais informações, trabalhando com as autoridades da região”, disseram o presidente da Reuters, Michael Friedenberg, e a editora-chefe da agência de notícias, Alessandra Galloni, em um comunicado.
Esta reportagem está em atualização.

Fonte: G1 Mundo

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Chuvas, inundações e deslizamentos de terra deixam mortos e desaparecidos na Alemanha

O governo da Alemanha atualizou para 80 o número de mortos relacionados aos temporais e às inundações que atormentam especialmente o oeste do país. Mais de 1.300 seguem desaparecidas. Porém, o número de vítimas e sumidos não é definitivo e pode aumentar, pois as agências internacionais de notícias informam que há nesta sexta-feira (16) registros de deslizamentos de terra. O cenário segue assustador.
Um avalanche provocada pelo mau mau tempo destruiu casas em uma cidade perto de Colônia, informa a France Presse (AFP).
No município de Erftstadt-Blessem, “as casas foram em grande parte destruídas e algumas desabaram. Várias pessoas estão desaparecidas”, disseram as autoridades locais de Colônia no Twitter.
Autoridades alemão ainda confirmam que 1.300 pessoas são consideradas “não reportadas” no distrito de Bad Neuenahr-Ahrweiler e não é possível saber quantas estão com problemas de comunicação e quantas podem ser vítimas ainda não localizadas.
As fortes enchentes transformaram ruas em rios com correntezas violentas, que “varreram” carros, arrancaram árvores e causaram o desabamento de algumas edificações.
Represas correm o risco de se romper na Alemanha e na Bélgica, e as chuvas também têm causado transtornos na Holanda, na França, na Suíça e em Luxemburgo.
Em visita aos Estados Unidos, a primeira-ministra alemã, Angela Merkel, disse que “é um dia que se caracteriza pelo medo, pelo desespero e pelo sofrimento”, pois “pequenos rios se transformaram em torrentes inundadas e devastadoras”.
“Eu ofereço minha empatia e meu coração está com as pessoas que perderam entes queridos. Incluo aqueles na Bélgica, Luxemburgo e Holanda”, acrescentou Merkel, que acredita que a extensão total da tragédia só será conhecida nos próximos dias.
As autoridades do estado da Renânia do Norte-Vestfália disseram que pelo menos 30 pessoas morreram, enquanto 28 mortes foram relatadas no estado da Renânia-Palatinado, ao sul.
Casas desabaram e foram arrastadas pelas águas na aldeia de Schuld, onde muitos estão desaparecidos e quatro mortes já foram confirmadas.
Outras duas pessoas morreram em porões inundados nas proximidades de Solingen e Unna. A polícia relatou outra morte no município de Rheinbach.
Trabalhos de resgate
Socorristas tentam evacuar pessoas que subiram nos telhados para se protegerem das chuvas, e dois bombeiros morreram durante os trabalhos de resgate nas cidades de Altena e Werdohl.
Os serviços de emergência abriram uma linha telefônica para coletar informações sobre os desaparecidos e pediram aos moradores que enviem vídeos e fotos que possam ajudá-los na busca.
As autoridades locais também pediram aos afetados que fiquem em casa e, se for possível, nos andares mais altos de seus edifícios.
Em Wuppertal, autoridades alertam que uma barragem ameaçava estourar.
No condado de Rhine-Sieg, ao sul de Colônia, a polícia ordenou a evacuação de vários vilarejos abaixo do reservatório Steinbachtal, em meio a temores de que a barragem também pudesse romper.
Inundações na Bélgica
Na Bélgica, chuvas constantes durante a noite pioraram as inundações no leste do país, onde nove pessoas morreram, segundo a mídia local.
As principais rodovias foram inundadas nas partes sul e leste do país, e a companhia ferroviária disse que todos os trens foram parados.
Em Liege, uma cidade de 200 mil habitantes, o rio Meuse transbordou e o prefeito pediu às pessoas que moram nas proximidades para que se refugiassem em locais mais altos.
Algumas cidades viram o nível dos rios subir a patamares sem precedentes e as ruas se transformaram em rios.
Cerca de 10 casas desabaram em Pepinster, após o rio Vesdre inundar a cidade. Moradores foram evacuados de mais de mil casas.
E na Holanda, na França…
No sul da Holanda, perto das fronteiras com a Alemanha e a Bélgica, autoridades da cidade de Valkenburg evacuaram uma casa de repouso e um hospício durante a noite.
Uma enchente também transformou a rua principal da cidade turística em um rio.
O governo holandês enviou cerca de 70 soldados à província de Limburg na noite de quarta-feira (14). Não há relatos de feridos ou mortos relacionados a enchentes na Holanda até o momento.
Chuvas excepcionalmente intensas também inundaram uma parte do nordeste da França nesta semana, derrubando árvores e forçando o fechamento de dezenas de estradas.
Uma rota de trem para Luxemburgo foi interrompida e os bombeiros evacuaram dezenas de pessoas de casas perto da fronteira com Luxemburgo e Alemanha e na região de Marne.
O equivalente a dois meses de chuva caiu em algumas áreas nos últimos um ou dois dias, segundo o serviço nacional de meteorologia da França
O serviço meteorológico francês prevê mais chuvas nesta quinta-feira (15) e divulgou alertas de inundação para 10 regiões.

Fonte: G1 Mundo

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Secretário-geral da ONU pede fim de conflitos na Trégua Olímpica; saiba o que é


Pedido de fim de conflitos durante as Olimpíadas tem valor simbólico e remonta a uma tradição da Grécia Antiga. Pessoas passam em frente aos aros olímpicos instalados na ponte Nippon Bashi em Tóquio, no Japão, nesta quinta (15)
Hiro Komae/AP Photo
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu nesta quinta-feira (15) respeito à Trégua Olímpica — pedido simbólico para interrupção dos conflitos em período de Jogos Olímpicos, tradição que remonta à Idade Antiga (saiba mais no fim da reportagem).
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Neste ano, a Trégua Olímpica começa nesta sexta (16) — sete dias antes da Cerimônia de Abertura das Olimpíadas de Tóquio — e vai até 12 de setembro, uma semana depois do encerramento dos Jogos Paralímpicos.
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, em imagem de 4 de fevereiro
AFP/Angela Weiss
“Em poucos dias, atletas do mundo vão se reunir no Japão para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Eles tiveram de superar enormes obstáculos para participar no meio da pandemia de Covid-19. Precisamos mostrar a mesma força e solidariedade em nossos esforços para trazer paz ao mundo”, disse Guterres, em mensagem transmitida por vídeo.
“Procurar paz e unir-se em torno de objetivos comuns são algo ainda mais importante neste ano, quando lutamos para acabar com a pandemia e construir uma recuperação global forte, sustentável e inclusiva”, completou.
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Trégua Olímpica
Foto de 12 de abril de 2021 mostra os anéis olímpicos flutuando nas águas de Tóquio
Eugene Hoshiko/AP
A Trégua Olímpica remonta à interrupção dos conflitos na Grécia Antiga durante as Olimpíadas daquela era. Na década de 1990, o Comitê Olímpico Internacional (COI) resgatou a ideia e transferiu à ONU o chamado simbólico para que países e grupos armados baixassem as armas.
Essa trégua simbólica é adotada sempre em anos de Jogos Olímpicos, incluindo as edições de inverno, por meio de resoluções da Assembleia Geral da ONU. Não há obrigação de que as partes realmente interrompam todos e quaisquer confrontos, e a história recente não registra guerras que foram documentadamente encerradas por causa das Olimpíadas da era moderna.
Assim, os organizadores de cada edição dos Jogos costumam adotar iniciativas que vão de reuniões entre lideranças internacionais de participantes do evento a campanhas sobre a paz veiculadas pelo mundo.
Além disso, foi criado o Centro Internacional da Trégua Olímpica: uma fundação em parceria entre o COI e a Grécia para promover “a paz e a amizade”.
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Fonte: G1 Mundo

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Uso de máscara em locais fechados volta a ser obrigatório em Los Angeles


Preocupação é com novo avanço dos contágios do coronavírus e com a variante delta. Maioria dos casos tem acontecido em pessoas não vacinadas contra a Covid-19. Pessoas usam máscara em loja de sapatos em Los Angeles, nos EUA, em foto de 20 de maio de 2021
Marcio Jose Sanchez/Arquivo/AP Photo
O uso de máscara em locais fechados voltará a ser obrigatório em Los Angeles a partir do próximo domingo, esteja a pessoa vacinada ou não, anunciaram autoridades nesta quinta-feira (15), em reação ao aumento contínuo dos casos de Covid-19.
A megalópole californiana, segunda maior cidade dos Estados Unidos em população, é a primeira a voltar atrás nessa medida. Exceção, evidentemente, será para pessoas que estiverem comendo e bebendo — restaurantes continuarão abertos.
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O condado de Los Angeles, que inclui a cidade de mesmo nome com 4 milhões de habitantes e seus arredores, não está onde deveria em termos de taxa de vacinação, lamentou sua principal autoridade de saúde, Muntu Davis. Por sete dias consecutivos, mais de 1 mil casos de Covid foram registrados diariamente.
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Novo aumento e variante delta preocupam
As autoridades de saúde dos Estados Unidos anunciaram em meados de maio que as pessoas vacinadas poderiam dizer adeus à máscara tanto ao ar livre quanto em ambientes fechados.
Porém, apesar da disponibilidade de vacinas, a campanha de imunização se estagnou após o pico no início de abril.
A preocupação cresce, em especial por causa da variante delta. A grande maioria dos casos positivos e hospitalizações correspondem a pessoas não vacinadas.
Delta é mais transmissível, mas estudos não apontam elo com maior gravidade

Fonte: G1 Mundo

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Cearense que mora na Alemanha relata sobre estragos de inundações no país: ‘muitos morreram afogados no porão da própria casa’


A enfermeira Emanoella Martins-Fuhrmann trabalha em um hospital da cidade de Solingen, no estado de Nordrhein-Westfalen um dos mais atingidos pelas chuvas. Mais de 60 pessoas morreram vítimas de inundações no país e na Bélgica, também atingida. Cearense moradora da Alemanha relata sobre estragos das inundações que ocorrem no país
A enfermeira geriátrica cearense Emanoella Martins-Fuhrmann, de 26 anos moradora de Solingen, no estado de Nordrhein-Westfalen na Alemanha, disse que as chuvas que atingiram o país e alagaram várias cidades na quarta-feira (14) deixaram muitas pessoas desabrigadas. Até a noite desta quinta-feira (15), pelo menos 68 pessoas tinham morrido na Alemanha e na Bélgica, vítimas de alagamentos na região.
“Minha cidade foi bastante atingida pelas enchentes, alguns bairros tiveram que evacuar as pessoas e muitos que não tinham para onde ir tiveram que ficar em hotéis que eles não precisaram pagar. O rio Wupper, que corta algumas partes da cidade subiu, isso tudo começou ontem (14), já sabíamos que iria chover, mas nada foi dito que seria nessa proporção. Muitos morreram afogados no porão da própria casa”, afirmou a cearense que já mora há seis anos no país.
As fortes enchentes transformaram ruas em rios com correntezas violentas, que “varreram” carros, arrancaram árvores e causaram o desabamento de algumas edificações. Segundo a agência Associated Press, foram 58 mortes na Alemanha e 8 na Bélgica. O número pode aumentar, uma vez que ainda há desaparecidos. Represas correm o risco de se romper nos dois países, e as chuvas também têm causado transtornos na Holanda e na França. (Veja imagens das inundações no vídeo abaixo).
VÍDEO: Temporal causa inundações na Alemanha e na Bélgica; há mortos
De acordo com Emanoella, em alguns bairros só foi possível fazer a evacuação das pessoas por meio de helicóptero. O hospital onde ela trabalha teve que abrigar pacientes de outras unidades porque houve queda de energia.
“Quando saí para trabalhar não estava chovendo, mas horas depois começou a enxurrada. Não tinha ônibus nem trem, pois as linhas férreas ficaram inundadas. Tive que voltar de transporte por aplicativo, que precisou ir por um caminho muito mais longo para poder chegar na minha casa”, disse.
Apesar do susto, a brasileira afirmou que o marido e outros parentes que moram em bairros vizinhos estão todos bem, mas que ela confessa que sentiu muito medo.
“Depois que consegui chegar em casa ainda estava chovendo bastante, você ouvia as sirenes a madrugada toda. Fiquei com medo sem saber se estaria tudo bem quando acordasse,”relatou.
Trabalhos de resgate
Fotos das consequências das chuvas e inundações na Alemanha e na Bélgica
Montagem
Socorristas tentam evacuar pessoas que subiram nos telhados para se protegerem das chuvas, e dois bombeiros morreram durante os trabalhos de resgate nas cidades de Altena e Werdohl.
Os serviços de emergência abriram uma linha telefônica para coletar informações sobre os desaparecidos e pediram aos moradores que enviem vídeos e fotos que possam ajudá-los na busca.
As autoridades locais também pediram aos afetados que fiquem em casa e, se for possível, nos andares mais altos de seus edifícios.
Em Wuppertal, autoridades alertam que uma barragem ameaçava estourar.
No condado de Rhine-Sieg, ao sul de Colônia, a polícia ordenou a evacuação de vários vilarejos abaixo do reservatório Steinbachtal, em meio a temores de que a barragem também pudesse romper.
Inundações na Bélgica
Na Bélgica, chuvas constantes durante a noite pioraram as inundações no leste do país, onde oito pessoas morreram, segundo a mídia local.
As principais rodovias foram inundadas nas partes sul e leste do país, e a companhia ferroviária disse que todos os trens foram parados.
Em Liège, uma cidade de 200 mil habitantes, o rio Meuse transbordou nesta quinta-feira e o prefeito pediu às pessoas que moram nas proximidades para que se refugiassem em locais mais altos.

Fonte: G1 Mundo