Categorias
BRASIL

Sem dinheiro, venezuelanos acampam às margens de rodovia na fronteira do Brasil: ‘aqui pelo menos temos comida’

Cidade de Pacaraima, em Roraima, tem abrigo público, mas ele é só para índios venezuelanos. Sem ter para onde ir, famílias inteiras estão vivendo às margens da BR-174, que liga os dois países. Angélia Aguilera, 18, e o filho de 2 anos ao lado da barraca em que estão vivendo há cerca de 1 mês; ‘Na rua é muito frio’
Inaê Brandão/G1 RR
Venezuelanos estão vivendo em acampamentos improvisados em Pacaraima, no Norte de Roraima, na fronteira do Brasil. Um deles fica às margens da BR-174, rodovia que liga o país a Venezuela, e tem pelo menos 30 famílias.
Conforme a prefeitura, a cidade tem uma média de 1,5 mil imigrantes em situação de rua – o equivalente a 22% da população local, que é de cerca de 15 mil habitantes. O município possui um abrigo público, mas ele é exclusivo para imigrantes indígenas.
Procurada, a Força Tarefa Logística Humanitária, criada pelo Governo Federal para lidar com a imigração, informou que está em implantação um novo abrigo para não-índios na fronteira. Chamado de BV8, ele terá capacidade para 500 pessoas.
No acampamento às margens da rodovia, famílias inteiras estão morando em barracas de camping e estruturas improvisadas com lonas, madeiras e até papelões.
As estruturas são cobertas por plástico para proteger da chuva, comum neste período do ano. Na madrugada, a temperatura chega aos 16º C.
A jovem Angélia Aguilera, de 18 anos, está no Brasil há um mês. Ela, o marido e o filho Elieser, de um ano, vivem nas ruas de Pacaraima desde então.
“Aqui na rua é muito frio. Nunca imaginei que ia passar por isso”, lamentou Angélia.
A família saiu de Maturin, a 785 Km de Pacaraima, e conta a mesma história que outros milhares de venezuelanos que buscam refúgio no Brasil.
“Vim porque na Venezuela não tem trabalho, comida e remédio. Não tem nada”, disse Angélia, acrescentando que no país a família se alimentava apenas de mandioca e sardinha.
O esposo trabalhava em uma empresa multinacional, mas o salário – corroído pela inflação diária de 2,8% – perdeu o poder de compra. Por isso, ele largou o trabalho há dois meses e a família resolveu tentar a vida no Brasil, onde busca trabalho.
“A vida aqui está um pouco difícil porque não conseguimos dinheiro. Meu marido vende café na rua e não dá para quase nada. Mas dá para comer, sobreviver. Pelo menos temos comida”, disse.
O objetivo da família é chegar até Manaus.
Luiz Sereño, 20, colocou bandeiras do Brasil na barraca improvisada: ‘é uma homenagem ao país que me acolheu’
Inaê Brandão/G1 RR
O jovem Luiz Sereño, de 20 anos, também se mudou para o Brasil fugindo da crise econômica e política da Venezuela.
Na barraca improvisada onde mora, o jovem colocou duas bandeiras do Brasil e disse que elas são uma homenagem ao país que o acolheu.
“A bandeira representa a união. O Brasil nos recebeu como irmãos e sou grato”, afirmou.
Em Pacaraima, Luiz trabalha lavando carros. O dinheiro que consegue manda para a filha de três anos que ficou na terra natal.
“A Venezuela tem muitos recursos naturais, mas já estamos cansados de passar fome. Tenho uma filha e chorava quando via ela comendo só manga”.
Na rua, os imigrantes cozinham em latas de tintas e, muitas vezes, dependem de doações de moradores para se alimentar.
Sem lugar para se higienizar, aqueles que não possuem entre R$ 1 e R$ 4 para pagar um estabelecimento comercial para usarem o banheiro ficam sem banho e precisam fazer as necessidades em uma região de mata, na outra margem da rodovia.
Imigrantes fazem comida em fogões improvisados
Inaê Brandão/G1 RR
Crise migratória
Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações.
Nos últimos 18 meses, 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima (RR), mas destes, 31,5 mil, voltaram para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres.
O Exército Brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia.
Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados.
Atualmente o estado conta com dez abrigos públicos, totalizando cerca de 4,6 mil pessoas, seis deles abertos só neste ano. Mesmo assim, ainda há venezuelanos em situação de rua em 10 dos 15 municípios do estado.
Além disso, 820 imigrantes já foram levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Igarassu (PE) e Conde (PB) no chamado processo de interiorização, que consiste em distribuir venezuelanos recém-chegados a Roraima para outros estados do país.
Acampamento foi montado às margens da BR-174
Inaê Brandão/G1 RR
Initial plugin text

Fonte: G1 Brasil

Categorias
BRASIL

Barracas de apoio aos romeiros começam a funcionar nesta sexta na BR-365 em Patos de Minas

Nos pontos de atendimento serão oferecidos alimentação, camas, escalda-pés, massagens e atendimento médico 24h até o dia 13 de agosto.
Reprodução/TV Integração
Os pontos de apoios aos romeiros começam a funcionar a partir desta sexta-feira (27) às margens da BR-365, km 439, após o trevo de Santa de Patos, em Patos de Minas. Serão oferecidos sanitários, camas, água e refeições durante 24h até o dia 13 de agosto.
As Delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Patos de Minas e Uberlândia, realizarão a “Operação Romaria”, e a partir do dia 27 de julho haverá grupos dedicados à fiscalização de trânsito e do radar móvel na BR-365.
Os romeiros terão direito a alimentação completa com café, leite, suco, pão e frutas, almoço, atendimento de saúde, além de escalda-pés, massagem e chuveiros.
O Dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é celebrado no dia 15 de agosto e os fiéis católicos saem a pé até a cidade de Romaria como forma de agradecer ou cumprir alguma promessa.

Fonte: G1 Brasil

Categorias
BRASIL

Quilo do Pirarucu é vendido em Rondônia por R$ 9,36 no valor médio

Banana nanica, bezerro de corte e alface convencional também foram cotados. Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor. Veja quanto custa o preço do quilo do pirarucu em várias cidades
Toni Mendes/ TG
A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de julho, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.
Confira abaixo a lista de alguns itens:
Peixe Pirarucu (quilo)
Preço médio: R$ 9,36
Porto Velho: R$ 11,00
Guajará-Mirim: R$ 10,00
Ariquemes: cotação não informada
Jaru: R$ 8,00
Rolim de Moura: R$ 7,40
Machadinho D’Oeste: R$ 10,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 9,00
Ji-Paraná: R$ 11,00
Colorado do Oeste: R$ 8,50
São Miguel do Guaporé: cotação não informada
Costa Marques: cotação não informada
Cacoal: cotação não informada
Vilhena: cotação não informada
Pimenta Bueno: cotação não informada
Banana Nanica/ Nanicão (quilo)
Preço médio: R$ 1,88
Porto Velho: R$ 2,00
Guajará-Mirim: R$ 1,80
Ariquemes: R$ 2,00
Jaru: R$ 2,00
Rolim de Moura: R$ 1,30
Machadinho D’Oeste: R$ 2,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00
Ji-Paraná: R$ 2,00
Colorado do Oeste: R$ 2,00
São Miguel do Guaporé: 2,00
Costa Marques: 1,50
Cacoal: R$ Cotação não divulgada
Vilhena: R$ Cotação não divulgada
Pimenta Bueno: R$ 2,00
Bezerro de corte (cabeça)
Preço médio: R$ 960,71
Porto Velho: R$ 950,00
Guajará-Mirim: R$ 900,00
Ariquemes: R$ 950,00
Jaru: R$ 1.000,00
Rolim de Moura: R$ 1.100
Machadinho D’Oeste: R$ 1.000,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 1.000,00
Ji-Paraná: R$ 950,00
Colorado do Oeste: R$ 1.000,00
São Miguel do Guaporé: 720,00
Costa Marques: R$ 900,00
Cacoal: R$ 980,00
Vilhena: R$ 1.000,00
Pimenta Bueno: R$ 1.000,00
Alface convencional (maço)
Preço médio: R$ 1,80
Porto Velho: R$ 1,50
Guajará-Mirim: R$ 2,00
Ariquemes: R$ 2,00
Jaru: R$ 1,50
Rolim de Moura: R$ 1,50
Machadinho D’Oeste: R$ 2,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00
Ji-Paraná: R$ 1,00
Colorado do Oeste: R$ 2,00
São Miguel do Guaporé: 2,00
Costa Marques: R$ 2,00
Cacoal: R$ 2,00
Vilhena: R$ 1,65
Pimenta Bueno: R$ 2,00

Fonte: G1 Brasil

Categorias
BRASIL

Confira as vagas de emprego do Sine em Macapá para o dia 24 de julho

Há oportunidades para auxiliar de vidraceiro, pescador, passadeiro, forneiro, técnico em laboratório e topógrafo. Número de vagas é de acordo com as empresas cadastradas. São ofertadas duas vagas para técnico em laboratório no Sine Macapá
Divulgação/FVS
O Sistema Nacional de Empregos no Amapá (Sine/AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência.
Os interessados podem procurar o Sine/AP, localizado n Rua General Rondon, nº 2350, na praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas em Macapá e Santana. Outras informações e oferta de vagas são pelo número (96) 4009-9702.
Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado).
Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas:
Auxiliar de vidraceiro – 1 vaga
Forneiro – 1 vaga
Gerente de fibra óptica – 1 vaga
Pescador especializado (PEP) – 1
Pescador profissional (POP) – 1 vaga
Passadeiro – 1 vaga
Motorista de pesca – 1 vaga
Técnico em laboratório – 2 vagas
Técnico em refrigeração – 1 vaga
Técnico em edificações – 1 vaga
Topógrafo – 1 vaga

Fonte: G1 Brasil

Categorias
BRASIL

Com surto na região Norte, campanha contra o sarampo no AP começa em agosto

Vacinação voltada para o público infantil acontece no período de 6 a 31 de agosto. Mais de 140 mil doses foram enviadas ao estado que tem a meta de imunizar 95% do público-alvo. Vacinação contra sarampo e poliomielite acontece entre 6 a 31 de agosto
Carlos Alberto Jr/G1
A ocorrência de centenas de casos confirmados de sarampo no país, reativou o alerta em torno da doença, que desde 2014 não era registrada no Brasil. Diante disso, o Ministério da Saúde vai retomar uma campanha específica de vacinação contra o sarampo e a poliomielite, entre os dias 6 e 31 de agosto. O Amapá deve receber mais de 140 mil doses da vacina, dessas, 70 mil serão encaminhadas para Macapá.
No Amapá, a população está receosa devido ao surto da doença na região Norte. Pais e mães estão indo as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) para imunizar seus filhos. Uma dessas mães é a arte-educadora Márcia Galvão, que levou a pequena Ana Letícia para manter o calendário de vacinas da filha em dia.
“É muito importante se imunizar, principalmente contra o sarampo. Toda mãe fica preocupada quando uma doença como esse volta com tanta força. Mesmo sabendo que não teve nenhum caso aqui [no Amapá] a gente tem que se prevenir”, disse.
Márcia Galvão levou a filha Ana Letícia para uma UBS se imunizar contra o sarampo
Carlos Alberto Jr/G1
Em tempos de redes sociais e disseminação de informações desencontradas em grupos de conversas, uma das principais dúvidas acerca da enfermidade se refere a um boato que fala da “necessidade de atualização da vacina”.
O Ministério da Saúde esclarece que quem já foi vacinado não precisa se preocupar, pois a imunização não possui prazo de validade. Quem não sabe se tomou a vacina deve aplicá-la, visto que não há prejuízo para a saúde do indivíduo caso ele receba uma nova dose.
A vacina contra o sarampo está disponível na rede pública em qualquer época do ano. A mais comum é a Tríplice Viral, que protege ainda contra rubéola e caxumba. A Tetra Viral fornece proteção adicional contra a varicela. São indicadas duas doses em um intervalo de um a dois meses. Em crianças, o intervalo deve ser um pouco maior, sendo a primeira dose entre os primeiros 12 e 15 meses de vida.
De acordo com a coordenadora de imunização de Macapá, Jorsette Cantuária, a meta é vacinar ao menos 95% das crianças de um ano até menos de cinco anos de idade. Mais de 140 mil doses de vacinas foram enviadas para o Amapá. Não será realizada uma campanha de vacinação contra sarampo voltada para adultos.
“A campanha é voltada para crianças dentro da faixa etária estabelecida, independentemente de já terem sido ou não vacinadas contra essas doenças. Não há uma campanha de vacinação específica para os adultos. Mas eles devem ser vacinados conforme a rotina do calendário nacional de vacinação, mantendo atualizada sua caderneta vacinal”, finalizou.
Coordenadora de imunização Jorsette Cantuária
Carlos Alberto Jr/G1
Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Fonte: G1 Brasil

Categorias
BRASIL

Polícia Civil de Juiz de Fora recebe denúncia de mais uma empresa que teve contêineres desviados

Duas firmas são de São Paulo e uma de Belo Horizonte. Até agora, mais de 40 equipamentos foram localizados, mas a investigação segue em andamento. A 2ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora identificou mais uma vítima da quadrilha de estelionatários que desviou e revendeu contêineres para empresários na Zona da Mata.
A terceira empresa, de São Paulo, enviou representantes à cidade com informações sobre os bens extraviados delas. Conforme a Polícia Civil, por causa da numeração que identifica cada um, foi possível notar que mais 22 foram localizados na sexta-feira (20), nas mesmas empresas.
O G1 entrou em contato com a Braga Container, em Matias Barbosa, e com a Vila Container, em Juiz de Fora, solicitando posicionamento sobre o caso e aguarda retorno.
Ainda não foi descartado que mais contêineres extraviados e revendidos estejam na região. De acordo com a transportadora, foram 56 desviados das empresas proprietárias.
Em Juiz de Fora, o caso de receptação culposa, quando as vítimas adquirem o produto, mas deveriam desconfiar de origem ilícita, segue em apuração. Quando o procedimento for finalizado, será encaminhado para as delegacias de Belo Horizonte e São Paulo, onde o golpe foi aplicado e é investigado o caso de estelionato.
Até agora, a investigação aponta que o golpe foi aplicado por integrantes de uma quadrilha. Eles teriam clonado uma empresa que trabalha com exportações, usando inclusive o cadastro dela.
Já foram identificadas como vítimas uma empresa de Belo Horizonte e duas de São Paulo, que trabalham como intermediárias entre as grandes firmas exportadoras e os armadores, viabilizando os contêineres para o transporte de produtos variados para o exterior. Um contêiner novo é avaliado em US$ 5 mil e o prejuízo estimado pelas três empresas chega a R$ 1 milhão.
Conforme informações da Polícia Civil ao G1, o rastreamento indicou que 16 dos contêineres localizados em Minas Gerais estavam bloqueados e, mesmo assim, foram retirados do cais. A Polícia Civil segue apurando a participação da empresa localizada em Campos Elísios, Duque de Caxias, onde os contêineres foram entregues. As informações apontam que os supostos empresários estavam cientes e ajudaram no golpe.
Os empresários em Juiz de Fora e em Matias Barbosa não apresentaram nota fiscal da aquisição dos contêineres por R$ 8 mil. Além de responder por receptação culposa, eles também terão de prestar contas às receitas Estadual e Federal, que serão informadas da investigação por ofício da Polícia Civil.
Os 43 contêineres permaneceram nas empresas onde foram localizados, como depositários fiéis, até que sejam devolvidos aos legítimos donos.

Fonte: G1 Brasil

Categorias
BRASIL TOCANTINS

Suspeito de praticar homicídio é preso pela Polícia Civil em Taguatinga

Crime ocorreu em Ponte Alta do Bom Jesus. O suspeito foi preso em Taguatinga quando passava pelo município em um ônibus de viagem vindo de Goiânia.

Suspeito de praticar homicídio por traição é preso pela Polícia Civil em Taguatinga

Em ação coordenada pelo delegado da 103ª Delegacia de Polícia de Taguatinga, Eduardo Nunes, policiais civis daquela unidade policial deram cumprimento a mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem de 18 anos. Ele é suspeito pela prática do crime de homicídio e foi capturado na manhã desta segunda-feira, 15, naquela cidade, quando passava pelo município em um ônibus de viagem vindo de Goiânia.

De acordo com a autoridade policial, as investigações apontaram que o homem de 18 anos teria desferido golpes de facas contra um adolescente de 16 anos em dezembro de 2020, em Ponte Alta do Bom Jesus, durante um aniversário em que a vítima se encontrava. A vítima, que levou um golpe de faca na altura do peito, chegou a ser socorrida, mas veio a óbito em razão dos ferimentos.

De imediato a Polícia Civil iniciou as investigações para que o motivo do crime fosse desvendado e suspeito capturado, pois ele havia fugido no dia do crime. A motivação do crime seria, em tese, um relacionamento amoroso que a vítima manteve com a namorada do suspeito.

Após a captura, o homem foi apresentado à 103ª DP e após os procedimentos legais cabíveis foi recolhido à Cadeia Pública de Dianópolis onde permanecerá à disposição do Judiciário.

 

Dennis Tavares – Governo do Tocantins
Por: Patricia de Paiva – Governo do Tocantins

Categorias
BRASIL TOCANTINS

Prefeito de Lavandeira busca apoio da Adetuc para inclusão turística

Distante cerca de 500 km de Palmas, a pequena Lavandeira tem muito a apresentar aos visitantes. Localizado na Região das Serras Gerais, o município conta com cachoeiras, como a das Andorinhas e da Sombra, o Poço Azul, a Praia do Pequizeiro, entre outros atrativos, mas ainda não integra o Mapa Turístico do Tocantins.

Roberto César (d) e Rodrigues de Souza, durante reunião com o presidente da Adetuc, Jairo Mariano
Seleucia Fontes / Governo do Tocantins

Com o objetivo de colocar a localidade na rota turística do Tocantins, o prefeito Roberto César Ferreira, acompanhado do jornalista Rodrigues de Souza, esteve com o presidente da Agência do Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), Jairo Mariano.

Segundo o gestor, Lavandeira tem atrativos naturais suficientes para entrar na classificação de município turístico, e em função das características locais, o principal interesse é desenvolver o Turismo de Base Comunitária (TBC).  “Precisamos do apoio do Governo para realizar nosso inventário de atrativos e melhorar a infraestrutura”, solicitou Roberto César.

Jairo Mariano enfatizou a importância do incentivo às atividades turísticas de municípios como Lavandeira e colocou a Superintendência de Desenvolvimento do Turismo a disposição da Prefeitura para prestar as orientações necessárias para o ingresso do município no Mapa Turístico, que tem entre suas exigências a formação de um Conselho Municipal de Turismo e a elaboração de um plano de gestão para a área.

“O trabalho do Governo do Estado é justamente esse, orientar e apoiar as prefeituras no que for necessário ao desenvolvimento sustentável”, completou o presidente, ao confirmar visita ‘in loco’ para as próximas semanas.

Seleucia Fontes / Governo do Tocantins

Categorias
BRASIL SLIDE

Militares do Exército são presos suspeitos de fraudar certificados de armas para caçadores

Segundo investigações, grupo fornecia CACs mesmo sem requisitos; Fraudes ocorriam no Distrito Federal, em Tocantins, Goiás e Pará.

A Polícia Civil do Distrito Federal, com o apoio do Exército Brasileiro, prendeu nove suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em fraudar documentos de posse e porte de arma de fogo – chamado de Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (CACs). Entre os detidos estão três militares da ativa, dois servidores aposentados e quatro civis.

Também estão sendo cumpridos 26 mandados de busca e apreensão em Samambaia, Ceilândia, Riacho Fundo, Planaltina, Cidade Estrutural, Núcleo Bandeirante, Gama e Luziânia (GO).

Segundo as investigações, o grupo era composto por militares do Exército Brasileiro que eram integrantes do Sistema de Fiscalização de Produtos Controlados de algumas Organizações Militares. As fraudes ocorriam no DF, Goiás, Pará e Tocantins, mas a polícia informou que ainda vai apurar o número de certificados que teriam sido forjados.

De acordo com a Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais da Polícia Civil, a organização criminosa “era paga por pessoas para colocar informações falsas na concessão de certificados de registro e concessão de registro de arma de fogo de CACs (Caçadores, Atiradores e Colecionadores)”.

Dessa forma, segundo a Polícia Civil, o esquema concedia o registro para quem não preenchia os pré-requisitos. A investigação apontou que, ao todo, 18 pessoas faziam parte do grupo que facilitava a posse, porte e comercialização clandestina de armas no DF e em Goiás para criminosos.

Segundo o Delegado que está à frente do caso o grupo era divido em cinco funções:

  • Os militares e despachantes que eram responsáveis por burlar o sistema de fiscalização de Produtos Controlados concedendo os registros de forma ilegal;
  • Armeiros – que modificavam o armamento adquirido pelo grupo criminoso;
  • Fraudador – Fornecia certificados falsos de prática de tiros e exame de conhecimento para supostos caçadores, atiradores e colecionadores;
  • Negociante – responsável por vender e repassar, de forma ilegal, os armamentos adquiridos organização criminosa.
Armas apreendidas pela PCDF durante operação que investiga participação de militares do Exército em fraudes de certificados de armas para caçadores — Foto: PCDF/Divulgação

Certificado de registro de arma

Atualmente, a legislação brasileira permite a concessão de Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (CAC’S), atiradores e colecionadores ao cidadão que tenha registrado no Exército Brasileiro a autorização para praticar as atividades de caça, tiro desportivo e colecionamento de armas e preencham outros requisitos.

Para isso, é preciso ter a idade mínima exigida (25 anos), ter idoneidade moral (nenhuma passagem na polícia). Não é permitido o porte arma a CAC’S o cidadão com a autorização legal pode apenas transitar com arma até o local caça ou treino.

Por: Sthefanny Loredo, TV Globo

Categorias
BRASIL SLIDE

BB anuncia programa de demissão voluntária para 5 mil funcionários

Foi anunciado ainda o fechamento de 361 unidades, sendo que 112 são agências do banco.

O Banco do Brasil anunciou nesta segunda-feira (11) a abertura de dois Programas de Demissão Voluntária com a previsão de adesão de cerca de 5 mil funcionários.

Foi anunciado ainda o fechamento de 361 unidades – 112 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento – no primeiro semestre deste ano – veja mais informações abaixo.

As chamadas modalidades de desligamento incentivado voluntário aos funcionários são as seguintes:

  • Programa de Adequação de Quadros (PAQ), a fim de otimizar a distribuição da força de trabalho, equacionando as situações de vagas e excessos nas unidades do banco. Além da opção de desligamento, o PAQ incentiva movimentações laterais para unidades onde existam vagas.
  • Programa de Desligamento Extraordinário (PDE), disponível a todos os funcionários do BB que atenderem aos pré-requisitos e é específico para o incentivo ao desligamento, com limite de 5 mil adesões.

Os programas possuem regulamentos específicos que estabelecem as regras para adesão, que não foram especificados no fato relevante anunciado aos investidores.

O número final de adesões, assim como o impacto financeiro, serão informados ao mercado após o encerramento dos períodos de adesão, que ocorrerá até 5 de fevereiro, informa o banco.

Em ambos os programas, a adesão é voluntária e de caráter pessoal. Os incentivos variam de acordo com as condições estabelecidas por cada programa e pelas condições de cada funcionário.

Em julho de 2019, o Banco do Brasil anunciou um plano de desligamento incentivado para promover adequação nos quadros de funcionários, além de regularizar vagas e excessos em dependências e praças, otimizando a distribuição da força de trabalho nas unidades. Aderiram ao PDV 2.367 funcionários.

Em setembro de 2020, de acordo com último balanço de resultados, o Banco do Brasil tinha 92.106 funcionários, queda de 1,9% em relação a setembro de 2019 (93.872).

Caixa reabre PDV após baixa adesão

A Caixa Econômica Federal anunciou um PDV em novembro do ano passado para o número limite de 7,2 mil empregados – 2,3 mil funcionários manifestaram interesse e fizeram adesão à possibilidade de desligamento. Com a baixa adesão, o banco reabriu o programa em dezembro. De acordo com a Caixa, a média de confirmação de adesões aos PDVs varia entre 1,8 mil e 2 mil.

Fechamento de agências

O Banco do Brasil anunciou que a reorganização da rede de atendimento, incluindo o fechamento de unidades, deve trazer uma economia líquida anual estimada com despesas administrativas de R$ 353 milhões em 2021 e R$ 2,7 bilhões até 2025.

O objetivo do fechamento das unidades, segundo o banco, é trazer mais eficiência à rede de atendimento, propiciar recursos para abertura das unidades de atendimento especializado e melhorar a experiência do cliente.

O Banco do Brasil informa que manterá sua presença nos locais em que houve fechamento, seja com outras unidades próprias já existentes, em 221 municípios, ou com correspondentes bancários Mais BB nos demais.

As mudanças nas agências acontecem a partir de 22 de fevereiro, e os clientes dessas unidades serão informados por meio de SMS, aplicativo para celular, internet banking, terminais de autoatendimento, além de correspondências, e-mail marketing e cartazes nas agências.

A mudança de agência é automática. Os clientes não precisam fazer qualquer procedimento adicional e podem manter seus cartões e senhas para transações na nova agência, mesmo que haja alteração no número da conta.

O banco construiu um hotsite para esclarecer as medidas aos clientes. Em caso de dúvidas, poderão ser atendidos tanto via WhatsApp – (61) 4001-0001, assim como poderão entrar em contato com Central de Atendimento 0800 729 5291, de segunda a sexta-feira, das 8 às 20h.

Além do fechamento das 361 unidades, o BB anunciou:

  • Conversão de 243 agências em postos de atendimento e outros 8 postos de atendimento serão transformados em agências.
  • Transformação de 145 unidades de negócios em Lojas BB, sem a oferta de guichês de caixa, com maior vocação para assessoria e relacionamento.
  • Relocalização compartilhada de 85 unidades de negócios.
  • Criação de 28 unidades de negócios, sendo 14 Agências Especializadas Agro e 14 Escritórios Leve Digital (unidades especializadas no atendimento a clientes com maturidade digital), com aproveitamento de espaços existentes, não envolvendo contratação ou locação de novos imóveis.

Segundo o Banco do Brasil, a reorganização da rede de atendimento tem o objetivo de adequar ao novo perfil e comportamento dos clientes e abrange outros movimentos de revisão e redimensionamento nas diretorias, áreas de apoio e rede, privilegiando a especialização do atendimento e a ampliação da oferta de soluções digitais.

Por: G1