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Canto de Gal Costa irradia luz que parece vir do céu em álbum póstumo que eterniza show de voz e violão


Gal Costa (1945 – 2022) revive em álbum póstumo que será lançado amanhã, 22 de maio, com 24 músicas captadas em show em Salvador (BA)
Marcos Hermes / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves
Artista: Gal Costa
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Se tivesse sido lançado com Gal Costa ainda em cena, o álbum ao vivo que eterniza show feito pela cantora no Teatro Castro Alves (BA), em 22 de maio de 2003, talvez fosse recebido com certo desdém pelos críticos que, em grande maioria, viam como trabalho de entressafra, sem peso na carreira da cantora, esse show de voz e violão feito ocasionalmente por Gal com o violonista Luiz Meira entre 1997 e 2016.
Só que Maria da Graça Costa Penna Burgos (26 de setembro de 1945 – 9 de novembro de 2022) já saiu de cena – e essa ausência ainda e para sempre tão doída torna especial e reveste de grandeza o álbum que chega ao mercado fonográfico amanhã, sexta-feira, 22 de maio, com capa assinada pelo artista plástico Omar Salomão.
Com 24 músicas que reproduzem o roteiro do show feito por Gal com Luiz Meira dentro do projeto “Vozes do Brasil” – mencionado em fala da cantora no show como “Vozes da MPB” – em Salvador (BA), cidade natal da artista, o álbum “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves” tem amplitude não totalmente sinalizada pelos dois ótimos singles que antecederam o lançamento do disco produzido por Marco Mazzola, valorizado pela primorosa masterização feita por Carlos Freitas e editado .através de parceria das gravadoras Biscoito Fino e MZA Music.
O áudio está luminoso como a voz cristalina de Gal. E o roteiro segue uma linha, que parte dos caminhos e mistérios insondáveis da arte de cantar, assunto das duas músicas de Caetano Veloso que abrem o show, “Coraçãozinho” (1996) – canção ouvida a capella na voz de Gal – e “Minha voz, minha vida” (1982).
Não por acaso, na sequência, Gal cai com naturalidade no suingue do samba “Eu vim da Bahia” (Gilberto Gil, 1965), traçando a rota inicial de percurso alterado em 1958 com a audição do samba “Chega de saudade” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958) na voz instantaneamente referencial de João Gilberto (1931 – 2019). Também não por acaso, esse samba que deu o pontapé inicial na bossa nova – cantado em coro pelo público, com o incentivo de Gal – vem logo após o samba de Gil, mostrando que nada era aleatório no roteiro do show.
E o fato é que, à medida que a gravação ao vivo vai avançando, paira a sensação de aquela voz tamanha de Gal parecia vir do céu como a cantiga mencionada por Caetano Veloso na letra de “Coraçãozinho”.
Música de Vander Lee (1966 – 2016) apresentada pela cantora no álbum “Gal bossa tropical” (2002), a melancólica canção “Onde Deus possa me ouvir” (2002) surge em registro mais apropriado do que o do disco, o único feito pela artista na MZA Music, gravadora aberta nos anos 1990 pelo produtor Mazzola.
Ancorada no porto seguro do violão de Luiz Meira, instrumentista que foge do exibicionismo técnico, Gal revisita no show músicas recorrentes nos shows da cantora – “Azul” (Djavan, 1982), “Folhetim” (Chico Buarque, 1978), “Força estranha” (Caetano Veloso, 1978), “Tigresa” (Caetano Veloso, 1977) e “Vapor barato” (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971) – ao mesmo tempo em que dá voz a músicas menos associadas à cantora.
Hit então recente do grupo Titãs, a balada “Epitáfio” (Sérgio Britto, 2001) foi gravada pela artista no álbum “Gal bossa tropical” e entrou nos shows feitos com Luiz Meira na época, mas logo saiu dos roteiros de Gal. Outra balada, “Olha” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975), ressurge sedutora no canto da artista em registro bem mais envolvente do que a gravação abolerada do álbum “Gal tropical” (1979).
É que o minimalista formato de voz e violão sempre favoreceu Gal porque punha em primeiro plano o canto absolutamente preciso da artista. A maciez com que Gal caiu no samba “Camisa amarela” (Ary Barroso, 1939), por exemplo, fica nítida.
Também evidenciando a maestria de Luiz Meira, cujo violão simula a batucada que embasa o samba “Aquarela do Brasil” (Ary Barroso, 1939), a gravação ao vivo reproduz o show na íntegra, preservando as falas de Gal, como já havia mostrado o single com a abordagem de “Mulher eu sei” (Chico César, 1995), única das 24 músicas até então inédita na discografia de Gal.
“Quero ouvir o estalar dos dedos”, pediu Gal, dando a deixa para a plateia marcar nas mãos o ritmo do fox-canção “Nada além” (Custódio Mesquita e Mário Lago, 1938), gravado por Gal em 1991 em álbum em tributo ao compositor Mário Lago (1911 – 2002).
Após o canto do fox, Gal dialogou com a plateia e, ao ouvir de espectadora que ela estava quase enfartando, a intérprete rebateu com serenidade: “Meu canto não é para isso. Meu canto é para levar alegria, paz, informação, tranquilidade, luz – principalmente luz – para todas as pessoas”.
Quem há de negar que havia luz no canto de Gal ao ouvir a cantora cair para lá e cá no requebrado do samba “É luxo só” (Ary Barroso e Luiz Peixoto, 1957)?
Encerrado com outro samba, “Cada macaco no seu galho” (1972), o show teve bis generoso em que Gal cantou de cara o sucesso radiofônico da artista na época, “Socorro” (Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, 1994), invertendo a ordem prevista para satisfazer o público.
Neste bis, a cantora deu voz ao samba-canção “Sábado em Copacabana” (Dorival Caymmi e Carlos Guinle, 1951) – música que somente iria gravar no ano seguinte no álbum “Todas as coisas e eu” (2003) – e encerrou a apresentação com “Amor em paz” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1960), ressaltando que ouviu muito na adolescência, na voz de João Gilberto, esse samba-canção que se tornou um dos standards da bossa nova.
E aí, enquanto Gal canta essa bela canção que renega o sofrimento do amor, fica impossível não crer que aquela voz tamanha muitas vezes trazia paz e irradiava uma luz que parecia vir do céu, de algum lugar da imensidão do universo, pela beleza sobrenatural e imortal do canto de Gal Costa.
Capa do álbum ‘Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves’, de Gal Costa
Arte de Omar Salomão

Fonte: G1 Entretenimento

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Música para MC Kevin, funk com as irmãs e ‘Baile da Doutora’: relembre a carreira musical de Deolane, que durou nove meses


Deolane Bezerra é presa suspeita de lavar dinheiro para cúpula do PCC
Presa na manhã desta quinta-feira (21) em uma operação da Polícia Federal, a advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra, de 38 anos, já se aventurou pelo mercado fonográfico brasileiro. A jornada durou nove meses.
Entre o fim de 2021 e meados de 2022, ela tentou engatar uma carreira musical como cantora e DJ, apostando em vertentes como o funk ostentação, o rap e o piseiro.
Sua discografia de três músicas inclui “Meu Menino”, uma homenagem ao ex-namorado MC Kevin, morto em 2021. No Spotify, onde o perfil da empresária ainda segue ativo, ela acumula cerca de 13 mil ouvintes mensais. Relembre a trajetória.
Rap em homenagem a MC Kevin
O pontapé inicial na trajetória artística ocorreu em 19 de novembro de 2021 com o lançamento de “Meu Menino”, faixa dedicada ao seu então namorado, MC Kevin, que morreu aos 23 anos após cair da varanda de um hotel no Rio de Janeiro, em maio do mesmo ano.
Na letra, Deolane canta sobre a pressão pública que sofreu após o acontecimento e a promessa de manter viva a memória do funkeiro:

Minha vida ‘tá uma loucura, meu menino
A saudade tortura
E a todo momento
Você sabe que o povo só julga
Respiro, conto até dez
Deus me fala que estará ao teu lado
Hoje tu me diz que tu ‘tá preocupado
Mas saiba que eu vou continuar o seu legado.
Com mais de 15 milhões de visualizações no clipe oficial e 5 milhões de reproduções nas plataformas de áudio, a homenagem segue como a música mais ouvida de sua discografia.
Funk ostentação com as irmãs
No mês seguinte, em dezembro de 2021, a influenciadora se uniu às irmãs e também advogadas, Dayanne e Daniele Bezerra, para lançar “Quem Paga Sou Eu”. O funk era voltado ao empoderamento feminino e à ostentação financeira.
Os versos dividiam espaço com o famoso bordão da advogada:
Meu cabelo, minha unha, quem paga sou eu
Minha bolsa, meu sapato, quem paga sou eu
Gasolina do meu carro, quem paga sou eu
Restaurante do mais caro, quem paga sou eu
Com 200k no dente, cartão black, falta nada (esquece!)
As irmã tá estourada
A música recebeu cerca de 1 milhão de plays no Spotify. O clipe, no qual a influenciadora aparece ao lado das irmãs usando conjuntos de marca e com carros de luxo, foi além: soma atualmente 7 milhões de visualizações.
Aposta no piseiro
O último single de sua carreira veio em fevereiro de 2022, intitulado “A Chefe”, uma parceria com o cantor de forró e piseiro Matheus Fernandes que mantinha a temática de artigos de luxo:

Ela para o rolê e todo mundo vê
Tá no estilo jogadora cara
Não erra no look
Só anda de Gucci, Armani, Pandora e Prada
Não bate de frente com tropa das brabas
A música atingiu a marca de 1 milhão de reproduções no Spotify, 2 milhões de visualizações no clipe oficial e foi apresentada até em programas de auditório, como o “The Noite com Danilo Gentili”.
‘Baile da Doutora’
Paralelamente aos três lançamentos em estúdio, Deolane investiu no formato de shows ao vivo com o projeto “Baile da Doutora”, cuja estreia aconteceu em São Paulo no dia 20 de novembro de 2021, com ingressos esgotados.
Para as apresentações, a influenciadora realizou um curso intensivo de DJ.
A turnê promocional e a rotina de shows estenderam-se até agosto de 2022, quando a agenda foi gradualmente interrompida devido aos seus compromissos comerciais e à sua posterior entrada no reality show A Fazenda, da Record TV, em setembro daquele ano.
Deolane Bezerra aventurou-se no funk e no mercado de eventos entre o fim de 2021 e meados de 2022.
Divulgação
Apesar do afastamento dos palcos, a página oficial da artista no Spotify (onde ela aparece categorizada sob o gênero de música eletrônica) traz uma descrição que aponta que o público pode esperar “músicas autorais inéditas, além de feats com outros artistas renomados da música brasileira”.

Na mesma descrição, Deolane é definida como uma artista que “reforça a ideia da mulher polivalente e empoderada”.
Em junho de 2023, contudo, Deolane sepultou os planos de um retorno ao mercado da música durante entrevista ao programa Podcats, justificando que a rotina artística demandava uma dedicação da qual ela não dispunha:
“Não me entreguei completamente e não estou preparada para abrir mão da minha vida para isso. Não é fácil. Sou muito preguiçosa para essa arte aí”, desabafou.

Fonte: G1 Entretenimento

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Neta de Mussolini vence o ‘Big Brother’ italiano e leva prêmio de R$ 3,3 milhões


Neta de Mussolini vence o Big Brother italiano e leva prêmio de R$ 3,3 milhões
Reprodução/Instagram
Alessandra Mussolini, neta do ditador italiano Benito Mussolini, venceu Grand Fratello VIP, uma versão do “Big Brother” voltada apenas para participantes famosos.
A grande final do programa aconteceu na noite desta terça-feira (20). Alessandra disputava o prêmio com a atriz Antonella Elia, e venceu o reality após receber 55,95% dos votos do público.
Com a conquista, Alessandra levou o prêmio de 550 euros (cerca de R$ 3,3 milhões).
Neta de Mussolini, Alessandra Mussolini tem 63 anos e uma trajetória que transitou pela política e o entretenimento. Com trabalhos como atriz, cantora e modelo, ela ingressou na carreira política em 2004, quando se tornou-se a primeira mulher a liderar um partido político na Itália, com o conservador Ação Social.
No passado, ela chegou a ser acusada de homofobia e, também, se opôs fortemente à adoção de crianças por casais do mesmo sexo. Mas há alguns anos, Alessandra Mussolini deixou esses discursos e a defesa ostensiva do legado do avô, se tornando uma fervorosa ativista dos direitos LGTQIA+. Na TV e em redes sociais, ela passou a repelir ataques do governo Meloni contra a comunidade.
“Chega de sexo e sexualidade, todo mundo é tão fluido quanto quiser”, afirmou em 2022.
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Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: hit em 2008, ‘Chora, me liga’ foi criada em 15 minutos durante banho e toca até hoje


Hit em 2008, a música “Chora, me liga” surgiu no Mato Grosso do Sul e foi parar em arquibancadas argentinas e chilenas. Criada em 15 minutos durante um banho, a faixa que estourou na voz de João Bosco & Vinícius tinha influência cubana, acordeom no talo e aquele gostinho do sertanejo universitário.
Euler Coelho, compositor de “Chora, me liga”, teve a ideia da letra quando estava no banho. Quando surgiu a ideia do refrão, ele escreveu no box do banheiro mesmo, com o dedo, no vapor. Daí, ele se enrolou na toalha, e saiu correndo para anotar tudo para não esquecer.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
No palco dos 60 anos da Festa do Peão de Barretos, João Bosco e Vinicius se sentem à vontade
Mateus Rigola/G1
Depois, a música quase foi parar no repertório de Bruno e Marrone. O nome de Bruno chegou a ser escrito no campo do destinatário do e-mail. Só que o Euler, que também era empresário da dupla João Bosco & Vinícius, decidiu mostrar a faixa para eles antes.
“Chora, me liga” seria só mais um entre tantos hits sertanejos dançantes, se não fosse uma história unindo ritmos latinos e torcidas igualmente latinas.
O arranjo mistura arranjos de sertanejo universitário e vanera, um estilo de origem cubana com destaque para o acordeom. Tem também um pouco da cúmbia argentina.
Com isso, foi fácil a música ganhar versões feitas por grupos argentinos desse estilo e foi parar nos estádios. A principal versão foi feita por torcedores do Newell’s Old Boys para zombar do rebaixamento do Rosario Central no Campeonato Argentino.
A dupla nunca gravou uma versão em espanhol porque a agenda de 240 shows por ano no Brasil não deixava espaço para tentar uma carreira internacional. Mas até hoje, “Chora, me liga” é a música mais tocada deles no streaming.
Mesmo com apostas recentes no sertanejo jurídico, como “Medida Protetiva”, e no sertanejo digital, com “Bloqueia eu”.
O Euler Coelho escreveu também “Voa beija-flor”, grande canção de Jorge e Mateus. Depois desses dois hits, deu uma desacelerada, mas segue compondo , principalmente, para João Bosco e Vinícius.
A dupla João Bosco e Vinicius canta sucessos na Festa do Peão de Barretos 2024
Érico Andrade/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Deolane Bezerra foi casada com MC Kevin: relembre a morte trágica do funkeiro


Operação prende influenciadora Deolane Bezerra e mira família de Marcola por lavagem
A morte do funkeiro MC Kevin, em 16 de maio de 2021, interrompeu uma carreira em ascensão no funk e teve grande repercussão nas redes sociais e no meio artístico. O cantor morreu aos 23 anos após cair da varanda de um hotel na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Na época, Kevin estava casado havia apenas duas semanas com a advogada e influenciadora Deolane Bezerra. Os dois haviam oficializado a união em uma cerimônia realizada no México.
🔍 Deolane foi presa na manhã desta quinta-feira (21), em uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Procurado, o advogado de Deolane, Luiz Imparato, disse que está se “inteirando dos fatos”. O advogado Bruno Ferullo, que defende Marcola, também afirmou que ainda vai se inteirar do caso.
LEIA TAMBÉM: Deolane Bezerra é presa por lavagem de dinheiro do PCC; família de Marcola também é alvo
No dia da tragédia, o cantor estava no Rio para fazer um show em uma boate na Vila Valqueire. O evento foi classificado pela prefeitura como clandestino.
MC Kevin e Deolane durante casamento
Divulgação
Segundo investigações, após um desentendimento com Deolane, Kevin foi para a praia da Barra da Tijuca. Lá, teria consumido bebidas alcoólicas e drogas e conheceu a modelo Bianca Dominguez, que foi convidada a subir para o hotel onde ele estava hospedado.
A perícia feita no quarto 502 apontou um cenário de “completo desalinho”. Os investigadores encontraram camas fora do lugar, roupas íntimas espalhadas, embalagens de preservativos e diversas toalhas usadas.
Também foram apreendidas garrafas de gim, energético e uma garrafa de champanhe avaliada em cerca de R$ 1,5 mil, consumida pela metade. Depoimentos confirmaram o uso excessivo de álcool e drogas ilícitas antes do acidente.
De acordo com a Polícia Civil, Kevin entrou em pânico ao acreditar que Deolane estava chegando ao quarto e poderia flagrá-lo em uma traição.
Na tentativa de evitar o encontro, o cantor tentou passar da varanda do quinto andar para o andar inferior. Ele caiu de uma altura de cerca de 15 metros.
Morte de MC Kevin foi um acidente, afirma laudo da perícia policial
O laudo técnico apontou que o corpo não despencou em linha reta. Antes de atingir o solo, Kevin bateu primeiro na marquise do bar da piscina e depois no guarda-corpo da área da piscina.
Na marquise, os peritos encontraram a marca da mão esquerda espalmada do cantor, indicando que ele tentou se segurar antes da queda final. O impacto provocou fraturas graves no rosto, incluindo lesões no osso nasal, no maxilar e na mandíbula.
Em novembro de 2021, a Polícia Civil concluiu que não havia indícios de crime, agressão ou luta corporal no quarto. O delegado Leandro Gontijo classificou o caso como um “fato trágico, porém atípico”.
A investigação foi arquivada pela Justiça do Rio de Janeiro em julho de 2022. O juiz Adriano Celestino Santos acompanhou o entendimento do Ministério Público de que não existiam elementos que apontassem conduta dolosa ou culposa por parte das pessoas que estavam com o artista, entre elas MC VK e Bianca Dominguez.
Mesmo após o arquivamento, o caso voltou ao debate na última semana. A mãe do cantor, Valquíria Nascimento, afirmou publicamente que pretende pedir a reabertura das investigações.
Segundo ela, novas informações colocariam em dúvida a versão oficial de acidente. Para isso, Valquíria anunciou a contratação de uma perícia independente e de um detetive particular para auxiliar o Ministério Público na apuração do caso.

Fonte: G1 Entretenimento

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Deolane Bezerra: relembre todas as vezes em que a influenciadora esteve ‘enrolada’ com a Justiça


Deolane é suspeita de participação em esquema de lavagem de dinheiro do PCC
A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra voltou a ser presa nesta quinta-feira (21), em São Paulo. durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo a investigação, o esquema de lavagem envolve uma transportadora de cargas com sede em Presidente Venceslau (SP), controlada pela cúpula da facção criminosa, considerada a maior do país.
Deolane Bezerra passou as últimas semanas em Roma, na Itália. O nome dela chegou a ser incluído na lista da Difusão Vermelha da Interpol, mas ela retornou ao Brasil na quarta-feira (20).
Este é apenas o capítulo mais recente de um extenso histórico de problemas da famosa com as autoridades.
Abaixo, relembre as principais investigações, prisões e processos que envolvem o nome de Deolane Bezerra:
Julho de 2022
Deolane Bezerra tirou foto com a guarda civil
Redes sociais
Busca e Apreensão por lavagem em empresa de apostas: A Polícia Civil de São Paulo cumpriu mandados de busca e apreensão na mansão de Deolane em Alphaville.
A ação investigava crimes contra a economia popular e lavagem de dinheiro relacionados a uma empresa de apostas esportivas patrocinadora da influenciadora.
Na ocasião, dois carros de luxo (um Porsche e um Land Rover Discovery) foram apreendidos.
Fevereiro de 2024
Deolane Bezerra com o cordão de ouro do chefe do tráfico da Maré, Thiago da Silva Folly, o TH.
Reprodução
Investigação por foto com colar de chefe do tráfico: Deolane virou alvo de um inquérito da Polícia Civil do Rio de Janeiro após publicar fotos no Baile da Disney, no Complexo da Maré, usando o cordão de ouro do traficante Thiago da Silva Folly, o “TH”, chefe do Terceiro Comando Puro (TCP).
Na época, a influenciadora postou um vídeo em suas redes explicando a selfie:
“Fui no Complexo da Maré ontem, tava lá no baile da Disney. Fui bem recebida, não gastei um real. Tirei foto com geral, com cordão, sem cordão, botaram o cordão em mim, tiraram, e pocas, eu sou isso”, disse a influencer.
A polícia apurou uma possível associação ao tráfico de drogas.
Setembro de 2024
Influenciadora e advogada Deolane Bezerra é detida preventivamente em Recife (PE), em setembro de 2024.
Divulgação
A primeira prisão na Operação Integration: O primeiro grande revés judicial de Deolane ocorreu em setembro de 2024, quando ela foi presa preventivamente em Recife (PE).
A Operação Integration, conduzida pela Polícia Civil de Pernambuco, investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos de azar ilegais que movimentou cerca de R$ 2 bilhões.
Na ocasião, bens de luxo da influenciadora foram sequestrados. “Sei que as coisas vão se esclarecer”, declarou ela em carta escrita à mão na prisão.
Após idas e vindas jurídicas, ela obteve um habeas corpus.
No início de 2026, a Justiça Federal assumiu a competência do caso, anulando os atos estaduais anteriores e repassando o inquérito para a Polícia Federal.
McLaren de Deolane chega à sede da Deic em Campinas
Pedro Torres/EPTV
Abril de 2026
Carros caríssimos, viagens a Dubai e de passeios de helicóptero: a rotina de luxo de Deolane Bezerra nas redes sociais.
Reprodução/Redes Sociais
Alvo da PF na Operação Narco Fluxo: Há cerca de um mês, Deolane entrou na mira de uma megaoperação da Polícia Federal batizada de Narco Fluxo.
A PF passou a investigá-la por suposta participação em uma rede que utilizava o meio artístico e plataformas digitais para lavar dinheiro oriundo do tráfico internacional de drogas, rifas clandestinas e apostas.
Relatórios de inteligência apontaram que a conta bancária da advogada funcionava como “conta de passagem” para ocultar recursos de uma organização criminosa suspeita de enviar mais de três toneladas de cocaína para o exterior.
Maio de 2026
Operação prende influenciadora Deolane Bezerra e mira família de Marcola por lavagem de dinheiro do PCC
Reprodução
A prisão de hoje (21) decorre de uma investigação que começou em 2019, após a apreensão de bilhetes de lideranças do PCC na Penitenciária de Presidente Venceslau.
Segundo o Ministério Público, as investigações identificaram uma “mulher da transportadora” que ajudava a cúpula da facção, incluindo Marcola, a lavar ativos e levantar endereços de agentes públicos.
Deolane, que estava em Roma e teve o nome incluído na Difusão Vermelha da Interpol, foi detida logo após desembarcar no Brasil.
O influenciador digital Giliard Vidal dos Santos, que é considerado um filho de criação por Deolane, e um contador são alvos de busca e apreensão.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ex-BBB Marcos Harter recebe punição do CFM por infrações ao Código de Ética Médica


Marcos Harter, médico e ex-BBB
Reprodução/Instagram
O médico e ex-participante do BBB Marcos Harter recebeu uma punição do Conselho Federal de Medicina por infrações ao Código de Ética Médica relacionadas à responsabilidade profissional e ao atendimento de pacientes.
A decisão, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (21), mantém a pena de “censura pública em publicação oficial” aplicada ao médico após julgamento do Tribunal Superior de Ética Médica do Conselho.
Segundo o acórdão, o conselho concluiu que Harter infringiu os artigos 1º, 23 e 32 do Código de Ética Médica.
Os dispositivos proíbem que médicos:
causem dano a pacientes por negligência, imprudência ou imperícia,
determinem tratamento sem respeito à dignidade humana e
deixem de usar meios diagnósticos e terapêuticos cientificamente reconhecidos em favor do paciente.
O documento, porém, não detalha quais fatos concretos motivaram a condenação. O g1 procurou Marcos Harter e o Conselho Federal de Medicina para pedir esclarecimentos sobre o caso e aguarda retorno.
O julgamento ocorreu em 10 de abril deste ano. Na ocasião, os conselheiros rejeitaram, por unanimidade, um recurso apresentado por Harter e mantiveram a decisão tomada anteriormente pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso.
O processo original tramita desde 2022.
Agora no g1
O que significa a punição
A “censura pública em publicação oficial” é uma das penalidades previstas na legislação que regula o exercício da medicina no Brasil.
Trata-se de uma condenação ética formal divulgada publicamente pelo conselho profissional e registrada no histórico do médico.
A punição não impede automaticamente o exercício da profissão, diferentemente de sanções mais graves, como suspensão temporária ou cassação do registro médico.
Marcos Harter é indiciado por agredir Emilly no BBB17

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Mandaloriano e Grogu’: Diretor explica motivo para transformar série em filme e ‘participação de luxo’ de Martin Scorsese


Jon Favreau dá detalhes sobre novo ‘Star Wars’ e relata sonho de dirigir filme da saga
“O Mandaloriano e Grogu”, novo filme da saga Star Wars, nasceu logo após a greve dos roteiristas de Hollywood, em 2023. Fruto da série “O Mandaloriano”, estrelado por Pedro Pascal, o filme ganhou forma após a greve impedir a sequência da quarta temporada. O roteiro, já pronto, foi descartado e o criador da série foi escalado para criar um longa que abordasse o universo da série.
Mas como transformar uma série que caminha bem, rumo a uma nova temporada, em um novo filme de uma das maiores sagas da história do cinema?
Ao g1, Jon Favreau, criador de “O Mandaloriano” e diretor de “O Mandaloriano e Grogu”, explicou quais foram seus principais desafios nos últimos três anos.
Segundo o diretor, seu grande foco foi transformar o universo da série, pensado para TV, em uma experiência cinematográfica.
Jon Favreau durante as gravações de ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grgou’
Divulgação/Disney
“Na série de TV, tínhamos que entregar oito episódios em um ano. No filme, tivemos duas horas e três anos. Então eu pude realmente colocar a mão na massa. Tínhamos um estúdio inteiro cheio de palcos onde podíamos construir grandes cenários para o IMAX”, explica.
“Numa série você presume que todo mundo viu tudo o que veio antes. Mas em um filme, há toda uma geração de jovens que nem tinham idade suficiente para ver Star Wars” quando esteve pela última vez no cinema. Por isso, queríamos garantir que pudéssemos convidar novos fãs, para que eles não precisassem saber nada sobre ‘O Mandaloriano’ ou mesmo ‘Star Wars’.”
Essa ideia fez com que o filme se tornasse uma espécie de filler da série, um episódio que preenche a temporada de uma série sem desenvolver sua trama principal ou a história dos personagens (leia a crítica completa aqui).
LEIA TAMBÉM:
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‘O Mandaloriano e Grogu’: conheça brasileiro dublê de Pedro Pascal em novo filme da saga ‘Star Wars’
Sem pressão para dirigir um ‘Star Wars’
‘O Mandaloriano e Grogu’ não é o filme que ‘Star Wars’ procurava
Jon Favreau é extremamente simpático. Durante os cinco minutos de conversa, fez questão de mencionar o Brasil – e a participação do dublê brasileiro Lateef Crowder –, suas aventuras em outros filmes e começou o papo, feito durante a CCXP México, dizendo que estava muito confortável.
“Eles estão me tratando bem na Cidade do México, estou sendo muito bem alimentado aqui”, brincou.
A simplicidade é de um diretor que tem no currículo filmes como “Homem de Ferro”, “Chef” e os live action de “Mogli: O Menino Lobo” e “O Rei Leão”. Ele também tem um currículo extenso como ator, com destaque para seu papel como Happy Hogan no universo da Marvel.
Porém, “Star Wars” é diferente de tudo.
Pedro Pascal em cena de ‘O Mandaloriano e Grogu’
Divulgação
Favreau disse que o sonho de ser diretor nasceu da admiração pela saga. Mas, ao receber o convite para dirigir um filme da série que ele mesmo criou, não ficou nervoso com a pressão de ser responsável pelo filme que devolve “Star Wars” às telonas. O último longa, “A Ascensão Skywalker”, foi lançado em 2019.
“Acho que sinto mais uma responsabilidade do que pressão. Todo mundo ama tanto “Star Wars” que é muito difícil fazer algo em segredo. Quem cresceu assistindo essa franquia se importa muito com ela. Então essa é a responsabilidade que sinto.”
O ‘amigo’ Martin Scorsese
Favreau iniciou a vida como ator, tendo participado de séries (“Friends”, “Seinfeld”) e filmes (“Alguém Tem Que Ceder”, “Separados Pelo Casamento) e feito voz em outros filmes.
Em 2013, ele fez uma brevíssima participação em “Lobo de Wall Street”, filme dirigido por Martin Scorsese, que faz parte da equipe de dublagem de “O Mandaloriano e Grogu”.
Mas, diferente do que o senso comum nos leva a crer, a participação do filme de Scorsese há mais de 10 anos não serviu de muita coisa para criar uma ponte entre os dois.
“Eu não tinha esse tipo de relacionamento que pudesse ligar para ele e dizer ‘Ei, faça um filme para mim'”, adianta Favreau.
Personagem que ganhou voz de Martin Scorsese em ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grogu’
Reprodução/YouTube
Na verdade, quem fez a ponte foi Kathy Kennedy, ex-presidente da Lucasfilm – ela sim, amiga de Scorsese.
O diretor deu voz a um personagem que, em troca de algumas moedas, dá informações secretas que ajudam Din Djarin a cumprir sua missão.
“Ele foi um gênio desde o início e trabalhar com ele foi fantástico. É realmente impressionante o que eles conseguiram fazer com aquela performance de voz, foi algo que inspirou a aparência do personagem e até os movimentos. Tudo sobre esse filme foi sensacional, mas aquele personagem em particular é uma das coisas que eu mais gostei de assistir.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Michael Jackson: série sobre casos de abuso infantil envolvendo cantor ganha trailer; assista


Michael Jackson durante apresentação em Singapura em 1993
STR / AFP
A série documental “Michael Jackson: The Verdict”, que contará os detalhes do julgamento sobre as acusações de abuso infantil contra o Rei do Pop, teve seu trailer divulgado nesta quarta-feira (20).
Produzida pela Netflix, a série de três episódios estreia no dia 3 de junho.
“Passaram-se 20 anos desde o julgamento de Michael Jackson, no qual ele foi considerado inocente. No entanto, até hoje, a controvérsia ainda continua”, explicam o diretor Nick Green e a produtora executiva Fiona Stourton.
“Quem estiver interessado na história de Michael Jackson deve sentir que este documentário lhe dá uma janela para o que foi em grande parte um evento fechado e uma chance de se sentir mais perto do que aconteceu.”
Durante os três episódios, participarão da série jurados e personagens que estavam dentro do tribunal e observaram os detalhes do julgamento.
O anúncio dos detalhes da série acontece durante a promoção da cinebiografia “Michael”, que conta parte da história do Rei do Pop nos cinemas.
Tendo na produção executiva o espólio de Michael, o longa conta a trajetória do artista desde a sua infância até o final dos anos 1980, com a turnê “Bad”. As primeiras denúncias de abuso infantil surgiram a partir dos anos 1990.
Sucesso de público e criticado pela falta de aprofundamento, “Michael” se tornou a cinebiografia com a melhor estreia da história do cinema.
No seu primeiro fim de semana, o filme que conta parte da história do Rei do Pop arrecadou, globalmente, US$ 217 milhões (R$ 1 bilhão, na cotação atual).
A obra ultrapassou “Oppenheimer”, filme de Christopher Nolan que venceu sete categorias no Oscar 2024. O longa, que conta a história do físico conhecido por inventar a bomba atômica, faturou US$ 180 milhões (R$ 894 milhões).

Fonte: G1 Entretenimento

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Tatá Aeroplano retoma as questões existencialistas no álbum ‘Lendas e sol’


Tatá Aeroplano apresenta canções como ‘Revoada de naves’ no álbum ‘Lendas e sol’, 18º título da discografia do artista
Luiz Romero / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Sem lançar álbum desde 2023, ano em que apresentou “Boate invisível”, Tatá Aeroplano pousa hoje nos aplicativos de música com “Lendas e sol”.
Com oito músicas autorais, algumas compostas em quartos de hotéis com letras de viés existencialista e/ou clima bucólico, “Lendas e sol” é o 18º álbum da discografia do artista paulistano se contabilizados os seis discos feitos com as bandas Cérebro Eletrônico e Jumbo Elektro, além dos três álbuns assinados como Frito Sampler, heterônimo do cantor e compositor.
Entre abril e maio de 2025, Tatá Aeroplano se reuniu no Estúdio Minduca, em São Paulo (SP), para dar forma ao cancioneiro do álbum “Lendas e sol” em duas sessões feitas com os habituais colaboradores Bruno Buarque (bateria e percussão), Dustan Gallas (baixo, piano, sintetizadores e violão) e Junior Boca (guitarra).
No álbum, finalizado em abril deste ano de 2026, o trio assina com Tatá músicas como “Elas dizem tudo pra quem caminha”, “Help help help”, “Mistérios que sopram vapor no final” e “Revoada de naves”. Contudo, a faixa final, “Põe o seu olhar na madrugada”, foi gravada somente com a voz e o violão de Tatá Aeroplano, único compositor da canção.
Completam o repertório do álbum – disponível a partir desta quarta-feira, 20 de maio – a canção “Lindo xamã” e a música-título “Lendas e sol”.
Capa do álbum ‘Lendas e sol’, de Tatá Aeroplano
Luiz Romero / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento