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Canadense se torna a 1ª pessoa trans e não binária a conquistar uma medalha olímpica


Quinn joga na seleção feminina de futebol, usa apenas um nome e não se identifica como homem nem mulher. O Canadá venceu a Suécia nos pênaltis e conquistou a medalha de ouro. Quinn (de vermelho) disputa a bola com Fridolina Rolfo (à esquerda) durante a final olímpica do futebol feminino, entre Canadá e Suécia, nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 6 de agosto de 2021. Com a vitória do Canadá nos pênaltis, Quinn se tornou a primeira pessoa trans e não binária a conquistar uma medalha olímpica.
Andre Penner/AP
Com a vitória do Canadá sobre a Suécia, nos pênaltis, na final do futebol feminino dos Jogos Olímpicos de Tóquio, Quinn se tornou a primeira pessoa trans e não binária a conquistar uma medalha olímpica.
Quinn joga pela seleção feminina de futebol do Canadá, usa apenas um nome e é trans e não binária (não se identifica como homem nem mulher).
Quinn joga no meio de campo e saiu no intervalo para a entrada da volante Júlia Grosso, que acertou o último pênalti e garantiu o primeiro ouro olímpico para a seleção canadense de futebol feminino.
Para se sagrar campeãs, as canadenses enfrentaram seleções favoritas desde a primeira fase e eliminaram o Brasil (também nos pênaltis) e a temida seleção americana antes de derrotar a Suécia.
O ouro vem após dois bronzes consecutivos, em Londres 2012 e na Rio 2016 (quando também derrotaram as brasileiras na disputa pelo 3º lugar).

Fonte: G1 Mundo