Categorias
ENTRETERIMENTO

Juliana Linhares faz em janeiro, no Rio, a gravação audiovisual do show ‘Até cansar o cansaço’, destaque de 2026

Juliana Linhares na estreia do show ‘Até cansar o cansaço’, em julho, no Rio de Janeiro (RJ)
Rodrigo Goffredo
♫ NOTÍCIA
♬ Um dos melhores shows de 2026 – e dos últimos anos – vai ser eternizado em 2027. Juliana Linhares fará a gravação audiovisual do show “Até cansar o cansaço” em 19 de janeiro, no Circo Voador (RJ), na volta da turnê ao Rio de Janeiro (RJ), cidade onde o espetáculo estreou em 16 de julho, entronizando a cantora potiguar como uma das maiores artistas do Brasil na atualidade pela força do canto teatral da intérprete e pela alta qualidade do repertório autoral da ascendente compositora.
O registro audiovisual do show “Até cansar o cansaço” será feito pela artista com convidados ainda não revelados, todos sob a direção musical do multi-instrumentista Elísio Freitas, arranjador do show e guitarrista da banda formada por Julia Rodrigues (bateria), Lucas Videla (percussão), Paloma Ronai (sanfona) e Nathanne Rodrigues (baixo).
Derivado do segundo álbum solo da cantora e compositora, também intitulado “Até cansar o cansaço” (2026) e lançado em 8 de maio, o show abarca no roteiro músicas como “Tesoura do desejo” (Alceu Valença, 1991) e “Chama da criança” (Juliana Linhares e Demarca, 2024), música do último álbum da banda Pietá, na qual a cantora foi revelada.
No show “Até cansar o cansaço”, assim como no álbum homônimo, Juliana Linhares dá voz a repertório que capta o estado de ansiedade e exaustão da humanidade no suor da lira incessante da era digital.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Dan Reynolds, do Imagine Dragons, e atriz Minka Kelly terminam namoro, diz revista

O cantor Dan Reynolds e a atriz Minka Kelly
Reprodução/Instagram
A atriz Minka Kelly e o cantor Dan Reynolds, vocalista do Imagine Dragons, não estão mais juntos. A informação é da revista “People”.
Kelly e Reynolds foram vistos pela primeira vez como um casal em 2022. Em entrevistas, eles disseram que se conheceram por meio de um amigo.
A última aparição pública do casal aconteceu em maio de 2026, quando eles estiveram presentes no tapete vermelho do Museum of Contemporary Art (MOCA).
Agora no g1
Em outubro de 2025, o cantor esteve envolvido em uma polêmica com Wanessa Camargo. Segundo uma coluna de celebridades, ela teria se relacionado com Reynolds durante um voo.
Segundo a coluna, Wanessa teria ficado com Dan no banheiro do avião enquanto ainda era casada com Marcus Buaiz. A cantora desmentiu o boato na época.
“A gente ouve alguns absurdos sobre a gente, mas essa é tão absurda que chega a ser engraçado. Só que não é engraçado quando tem um tom ali de… eu tava casada. Eu tenho dois filhos que estão na rede social, aí não fica tão engraçado, né? Mas é um absurdo. Quem acredita nisso, é surreal. Obviamente é mentira.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Músico é condenado à prisão por fraudar plataformas de streaming com ‘ouvintes fantasmas’

O músico Michael Smith, que utiliza o nome artístico de Mike Smith
Reprodução/YouTube
O músico e empresário Michael Smith foi condenado a 18 meses de prisão por envolvimento em um esquema para fraudar plataformas de streaming com o uso de inteligência artificial. Ele também recebeu uma multa de R$ 40,4 milhões.
Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Smith operou um esquema que durou de 2017 a 2024. Inicialmente, ele criou milhares de contas fraudulentas nas plataformas para reproduzir músicas.
Depois, passou a usar softwares para que essas contas de bots reproduzissem músicas que seriam suas, mas criadas com o auxílio de inteligência artificial. Com isso, ele passou a receber os royalties por conta das reproduções.
Smith distribuiu seus streams automatizados por milhares de músicas para evitar reproduções anômalas em uma única faixa, o que provavelmente levaria as plataformas de streaming a descobrir o esquema.
Agora no g1
De acordo com a Justiça dos EUA, as canções do empresário tiveram 80,9 milhões de reproduções no YouTube em abril de 2023. No mesmo período, a cantora Taylor Swift teve 9,3 milhões de plays na mesma plataforma.
“Ao inundar as plataformas de streaming de música com bots automatizados no lugar de consumidores e músicas falsas no lugar da criatividade, [ele] roubou milhões em pagamentos de direitos autorais de artistas legítimos e seus fãs”, disse o promotor do caso, Jamie McDonald.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Pitty revela a capa e os nomes das 13 músicas do sexto álbum solo de estúdio após o controverso single ‘Sobremesa’

Capa do álbum ‘Pitty’
Jorge Daux / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Três semanas após Pitty dividir opiniões em 18 de setembro com o controverso single “Sobremesa”, aperitivo do sexto álbum solo de estúdio da artista, a cantora e compositora apresenta a capa do álbum intitulado “Pitty” e programado para ser lançado em 16 de outubro em edição da gravadora Deck.
Na capa revelada hoje, 7 de outubro, dia do 49º aniversário da artista, Pitty aparece em foto de Jorge Daux. Além da capa, a cantora também desvenda a tracklist do álbum inteiramente autoral em que Pitty assina sozinha todas as melodias, letras e riffs. Somente a produção musical do álbum “Pitty” é dividida pela artista com Rafael Ramos.
O repertório do álbum “Pitty” é composto por 13 músicas. Além de “Sobremesa”, o disco traz as músicas “Armadura”, “Desobediente”, “Pileque de poeta”, “Não à deriva”, “Caminhada”, “Sobriedade seletiva”, “Amiga”, “Madame”, “Álbum de casamento”, “Prazer, universo”, “Cuidada” e “Nó”.
Contracapa do álbum ‘Pitty’
Jorge Daux / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Lulu Santos ganha o 10º Prêmio UBC pela excelência pop de cancioneiro autoral que cruza pontes e gerações

Lulu Santos é escolhido pela União Brasileira de Compositores para receber em 7 de dezembro o 10º Prêmio UBC
Alex Santana / Reprodução Facebook Lulu Santos
♫ ANÁLISE
♬ Pela excelência pop do cancioneiro autoral que amealhou em carreira solo impulsionada a partir de 1981, há 45 anos, Lulu Santos está mais do que apto a receber qualquer prêmio destinado a compositores.
Por isso, soa perfeitamente justo e natural que o artista carioca tenha sido escolhido pela União Brasileira de Compositores para receber o 10º Prêmio UBC em cerimônia programada para 7 de dezembro, daqui a exatos dois meses.
A premiação acontecerá na Casa UBC, na sede da instituição, no Rio de Janeiro (RJ), com show em tributo a Lulu, orquestrado sob direção musical de Zé Ricardo, com elenco ainda não divulgado.
A honraria da UBC para Lulu Santos é mais do que merecida diante da grandeza da obra que atravessa gerações sem nunca ter soado presa ao passado.
“Sozinho ou com parceiros igualmente privilegiados, Lulu criou canções que nos atravessam como pontes e portos em meio a correntezas potentes”, resume, em síntese poética, Marcelo Castello Branco, diretor executivo da UBC.
Aos 73 anos, Luiz Maurício Pragana dos Santos já está consolidado há décadas como um dos grandes nomes do universo pop brasileiro. Além de compositor com total domínio do idioma pop, Lulu é cantor, guitarrista e produtor musical cuja trajetória profissional já totaliza 53 anos.
Lulu Santos entrou em cena na década de 1970, precisamente em 1973, quando tinha 20 anos. Entre 1973 e 1977, o artista atuou como músico integrante de bandas da cena underground da cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), como Veludo Elétrico e Vímana.
Contudo, o monumental cancioneiro autoral de Lulu – a obra que o fez ser o compositor laureado do 10º Prêmio UBC – foi criado a partir dos anos 1980, década em que se abriu no Brasil um mercado para o rock e para a música pop, em revolução detonada em 1982, mas já preparada por bandas como A Cor do Som e 14 Bis desde a segunda metade dos anos 1970.
É por isso que Lulu Santos é sempre associado primordialmente à geração pop da década de 1980, embora tenha surgido efetivamente nos anos 1970. Foi na década de 1980 que o artista obteve progressivo sucesso a partir de 1981.
As canções de Lulu Santos foram tesouros da juventude daqueles anos 1980, mas, por nunca terem tido prazo de validade, atravessaram o tempo, alcançando sucessivas gerações.
Músicas como “De repente, Califórnia” (1981), “Como uma onda (Zen surfismo)” (Lulu Santos e Nelson Motta, 1982), “Tempos modernos” (1982), “Adivinha o quê” (1983), “Um certo alguém” (Lulu Santos e Ronaldo Bastos, 1983), “O último romântico” (Lulu Santos, Antonio Cicero e Sérgio Souza, 1984), “Tudo azul” (Lulu Santos e Nelson Motta, 1984), “Tudo bem” (1985), “Casa” (1986), “Toda forma de amor” (1988) e “Apenas mais uma de amor” (1992) – para citar somente as mais famosas – atestam a maestria de um compositor que muitas vezes chegou ao pop perfeito.
Não é á toa que até hoje essas músicas são o suprassumo dos roteiros do show do artista. E todo mundo de todas as idades canta todas elas. Como disse certa vez Caetano Veloso, as canções de Lulu Santos compõem a trilha sonora de um país. É essa trilha sonora pop e brasileira que a União Brasileira de Compositores vai celebrar em dezembro no 10º Prêmio UBC.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Se eu fosse você 3’ passa bastão para novo casal em comédia pouco engraçada; g1 já viu

Depois do sucesso de “Se eu fosse você”, que vendeu mais de 3,6 milhões de ingressos em 2006, e da sua continuação lançada três anos depois, quando fez mais de 6 milhões de espectadores irem aos cinemas, uma terceira parte era inevitável, mesmo que não tivesse exatamente um bom gancho para continuar a história.
Assim, sete anos depois, chega ao circuito comercial “Se eu fosse você 3”, que continua a série de trocas de corpos entre um casal em crise, com consequências inusitadas e divertidas. Só que, dessa vez, há uma pequena, porém importante, mudança no filme que estreia nesta quinta-feira (8): ao invés do fenômeno acontecer com a dupla interpretada por Tony Ramos e Glória Pires, agora a inversão acontece com os personagens de Cleo Pires e Rafael Infante. O resultado, embora renda algumas risadas, está longe de obter o resultado satisfatório dos dois filmes anteriores.
Na nova trama, Cláudio (Ramos) e Helena (Pires) estão felizes numa nova fase de suas vidas e se preparando para viajar numa segunda lua de mel. Já Bia (Cleo Pires), a filha do casal, se mudou para Miguel Pereira, no estado do RJ, e vive com a filha (Valentina Daniel) e o novo namorado, Aquiles (Rafael Infante). Só que, após uma discussão, Bia e Aquiles passam pelo mesmo fenômeno dos pais dela e acabam trocando de corpo.
Assista ao trailer do filme “Se eu fosse você 3”
O problema é que isso acontece justamente quando Bia, uma chef de cozinha exigente, está para ser avaliada por seu trabalho num restaurante, ao mesmo tempo em que Aquiles, um instrutor de esportes radicais, se prepara para uma importante competição física. Sem saber o que fazer para voltarem ao normal, os dois precisam se virar para que ninguém descubra a troca, ao mesmo tempo em que tentam encontrar uma solução para os seus problemas.
Sorriso amarelo
“Se eu fosse você 3” é uma típica sequência de franquias que se estendem bastante, às vezes além do necessário. Quando isso acontece, invariavelmente, há o episódio que se caracteriza com a típica “passagem de bastão”, ou legado, como está mais comum de dizer atualmente. Isso ocorreu em séries famosas de terror, como “Pânico”, ou cômicas, como “Ghostbusters”, onde há uma mistura de novos personagens com personagens clássicos, fazendo participações especiais.
No caso de “Se eu fosse você”, o casal protagonista dos dois primeiros filmes “estende o tapete” para o novo casal poder assumir o comando da terceira parte e continuar a história com eles. Só que tem um pequeno problema: os novos personagens, embora esforçados, não conseguem chegar ao nível dos originais. Tanto na interpretação quanto em fazer rir.
Bia (Cleo Pires) e Aquiles (Rafael Infante) trocam de corpos em ‘Se eu fosse você 3’
Divulgação
Também não ajuda que a cineasta Anita Barbosa (de “Amor.com”), mesmo após anos como assistente de direção de vários filmes (entre eles, os longas anteriores dessa franquia), não se mostrar como uma boa opção para substituir Daniel Filho (que agora atua como supervisor artístico) como diretora. Falta a ela um pulso mais firme para conduzir a produção e fazer uma boa comédia.
O resultado soa ameno e pouco engraçado, mesmo para uma comédia descompromissada e “família”. Isso sem falar em suas escolhas técnicas que deixam o filme mais com cara de programa de TV do que propriamente cinema.
Além disso, o roteiro escrito Leandro Soares falha em sair do lugar-comum e entregar algo que ainda não foi visto na série e em outros filmes do gênero. Assim, diversos clichês já batidos desfilam pela tela sem nenhuma originalidade e, por causa disso, muitas das piadas soam velhas e ultrapassadas. Mas quem não for muito exigente e só quer esboçar um sorriso, ainda que timidamente, pode até se divertir.
O texto também apresenta problemas ao colocar situações que já aconteceram nos filmes anteriores e serem apresentados como novidades. O que soa, no mínimo, ilógico e sem sentido. Tudo bem que não é para exigir muito, mas pelo menos dava para caprichar um pouco mais no que é apresentado. Ainda mais porque levaram bastante tempo para elaborar essa terceira parte.
Helena (Glória Pires) e Cláudio (Tony Ramos) tentam relaxar numa cena de ‘Se eu fosse você 3’
Divulgação
Problemas de casal
Mas nem tudo é problemático em “Se eu fosse você 3”. Tony Ramos e Glória Pires voltam a mostrar aquela sintonia incrível que já tinham apresentado nos filmes anteriores (e até em novelas na TV) e, só por eles, vale a pena conferir o filme. Sempre que estão em cena, agora numa função diferente da história, eles conseguem fazer o público se divertir de verdade, como se o tempo não tivesse passado para os dois.
Nessa terceira parte, Ramos faz rir ao se mostrar um homem mais apreensivo com a possibilidade de que a filha agora tenha que passar pelo mesmo problema que ele e a esposa tiveram que lidar no passado. Assim, seus ataques de ansiedade comprovam que o ator é mesmo um craque tanto no humor quanto na comédia.
Já Pires tenta segurar as pontas do marido se passando por uma pessoa mais relaxada, o que gera mais um bom contraste entre o casal. É uma pena, no entanto, que a dupla não apareça tanto quanto deveria, mesmo como coadjuvantes. O filme só ganharia com uma participação maior dos dois.
Cléo Pires, Rafael Infante e Valentina Daniel numa cena de ‘Se eu fosse você 3’
Divulgação
O que nos leva a Cleo Pires e Rafael Infante. Não que os dois sejam atores ruins, longe disso. O problema é que os dois não conseguem criar nuances para mostrar a mudança de personalidade de seus personagens após a troca de corpos. Logo, não há muitas diferenças entre a atuação dos dois, antes e depois do fenômeno que marca a franquia.
Por causa disso, Cleo, que se destacou em sua carreira com papéis mais dramáticos, demonstra dificuldade em fazer graça e de criar uma persona que seja identificável de seu parceiro de cena. O mesmo problema tem Infante, que mantém suas caras e bocas de Aquiles quando tem que interpretar a Bia transferida para o corpo do namorado. A direção também não ajuda a fazer com que os dois tornem a troca que os personagens sofrem seja aceitável ou mesmo divertida, o que é uma pena.
“Se eu fosse você 3” pode até agradar a quem estava com saudades dos personagens dos longas anteriores e quer voltar a se sentir bem com personagens que aprendeu a conhecer bem desde 2006, quando o primeiro filme foi lançado. Mas bem que os realizadores dessa nova sequência bem que poderiam caprichar um pouco mais justamente por esses fãs da comédia e dos seus atores principais. Do jeito que ficou, só cumpre tabela. Porém, dava para curtir mais.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Rodox grava ao vivo em dezembro, em São Paulo, o show que marcou a volta da banda aos palcos após 22 anos

O grupo Rodox grava o show da ‘Rodox originals tour’ em 12 de dezembro, em apresentação na casa Terra SP, em São Paulo
Murilo Amâncio / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Banda de rock que transita pelo universo do hardcore punk, Rodox grava álbum audiovisual em São Paulo (SP) no fim do ano. A gravação ao vivo do show da “Rodox originals tour” – turnê que está em rotação pelo Brasil desde abril – está programada para 12 de dezembro na casa Terra SP.
Curiosamente, foi também em um dia 12, só que de janeiro desde ano de 2026, que Rodolfo Abrantes (voz), Pedro Nogueira (guitarra), Patrick Laplan (baixo) e Fernando Schaefer (bateria) sinalizaram – com post nas redes sociais – o retorno da banda paulistana desativada em 2004, três anos após ter sido formada pelo vocalista Rodolfo Abrantes em 2001 após a saída do grupo Raimundos.
A volta à cena foi confirmada no dia seguinte e, na sequência, veio o anúncio de turnê que, de início, contabilizava 15 shows pelo Brasil. Em 10 de abril, o quarteto estreou a turnê “Rodox originals tour” na mesma cidade de São Paulo (SP) em que o show será perpetuado em registro audiovisual.
Prevista para acontecer onze meses após o anúncio do retorno da banda e oito meses depois do primeiro show da turnê, a gravação ao vivo decorre da boa receptividade do público à volta do Rodox aos palcos.
“A gravação desse audiovisual é a celebração de algo que a gente não imaginava ter tanto êxito como teve. Foi uma surpresa para todos nós da banda e para o público também. O show da gravação será o maior da turnê e no maior espaço até agora. E com o setlist mais recheado da turnê”, promete o vocalista Rodolfo Abrantes, mentor e líder do Rodox.
O roteiro do show da “Rodox originals tour” agrega músicas dos dois álbuns da banda, “Estreito” (2002) e “Rodox” (2003).

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Como é escolhido o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura

László Krasznahorkai, Nobel de Literatura em 2025
Matt Dunham/AP
Na quinta-feira (08), todos os olhos do mundo literário estarão voltados para Estocolmo. Quando o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 2026 será anunciado pela Academia Sueca, encerrando um longo processo de seleção iniciado oficialmente um ano antes. Neste ano, a escritora chinesa Can Xue aparece como favorita. A canadense Margaret Atwood e o indiano-britânico Salman Rushdie são outros fortes concorrentes.
A Academia Sueca é a instituição responsável pela concessão da láurea. Seus 18 membros são escritores, professores e intelectuais. Em setembro do ano anterior, o Comitê Nobel da Academia envia formulários a centenas de pessoas e organizações aptas a fazer indicações ao Prêmio Nobel de Literatura.
Segundo o site do Nobel, esse grupo inclui professores de literatura e linguística de universidades e faculdades, laureados anteriores do Nobel de Literatura e dirigentes de associações de escritores que representam a comunidade literária em seus respectivos países. Qualquer integrante de um desses grupos que não tenha recebido o formulário também pode apresentar uma indicação.
Agora no g1
“A lista pode chegar a 200 nomes de autores indicados por ano”, explica Gisele Sapiro, diretora de pesquisa do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França. Ela estuda como o Prêmio Nobel, enquanto instituição global, influencia a circulação internacional da literatura, as relações de poder no mundo literário e os mercados de tradução. “O comitê também pode acrescentar nomes por conta própria, como autores indicados em anos anteriores.”
No segundo trimestre do ano seguinte, o Comitê Nobel seleciona cinco nomes por meio de um processo com várias etapas e os apresenta à Academia. Entre junho e setembro, os integrantes da Academia leem as obras dos indicados e as discutem. A decisão é sempre anunciada no início de outubro.
Quanto aos critérios utilizados pela Academia para tomar sua decisão, a instituição prefere mantê-los em sigilo.
Os arquivos secretos do Nobel de Literatura
O público só descobre quais candidatos ficaram de fora após 50 anos, prazo que a Academia espera antes de divulgar a lista de indicados.
Às vezes, passam-se décadas entre a primeira indicação de um autor e a conquista efetiva do prêmio. O escritor dinamarquês Johannes V. Jensen, vencedor do Nobel de Literatura em 1944, esperou 40 anos. Doris Lessing recebeu a premiação em 2007, após 35 anos de espera, enquanto Thomas Mann, laureado em 1929, aguardou 27 anos.
Em seu testamento, Alfred Nobel, criador da premiação, estabeleceu que ela deveria ser concedida à pessoa que tivesse produzido “a obra mais destacada em uma direção idealista”. A formulação deixa ampla margem para interpretação.
Segundo Gisele Sapiro, a Academia busca homenagear uma literatura ambiciosa e influente, capaz, por exemplo, de dar origem a um novo movimento literário. “Ao mesmo tempo, a obra precisa ser universal, capaz de transcender sua própria cultura”, afirma.
As traduções podem ser um indício disso. “Observei em minha pesquisa, porém, que todos os laureados desde 1990 haviam sido traduzidos para o inglês, o francês e o alemão, com exceção de Abdulrazak Gurnah [o laureado tanzano-britânico de 2021], que não havia sido traduzido para o alemão antes de vencer. Por isso, acredito que essas três línguas sejam as mais importantes”, explica Sapiro.
Ela acrescenta que também é uma grande vantagem para os indicados já terem recebido outros importantes prêmios literários, como o International Booker Prize, o Prêmio Cervantes ou o Prêmio Büchner.
Qualquer gênero pode ser premiado
A política também pode influenciar as decisões da Academia Sueca. Em várias ocasiões, o prêmio foi concedido a escritores que se opunham abertamente aos regimes de seus países, como a escritora belarussa Svetlana Alexievich, vencedora em 2015. Ela é uma crítica contundente do presidente autoritário Alexander Lukashenko.
Já o gênero literário não faz diferença. Ao longo da história, foram premiados não apenas romances, mas também poesia e peças teatrais. Em 2016, o cantor e compositor Bob Dylan recebeu o prêmio por suas letras de música.
Até hoje, apenas 33 dos 122 laureados vieram de fora da Europa. Também há um claro desequilíbrio de gênero: somente nos últimos oito anos homens e mulheres passaram a se alternar entre os vencedores, o que elevou significativamente a participação feminina no total de laureados para 14,9%.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Morre Juarez Machado, o ‘mímico do Fantástico’: reveja vídeos de apresentações do artista no programa

Morre Juarez Machado, o ‘mímico do Fantástico’
Reprodução/TV Globo
O artista plástico e multiartista Juarez Machado, um dos nomes mais importantes da arte brasileira e pioneiro do desenho de humor na televisão, morreu nesta terça-feira (6), aos 85 anos, em Vassouras, no interior do Rio de Janeiro. Internado para tratar uma pneumonia, ele deixou uma trajetória de mais de seis décadas dedicada às artes, com reconhecimento no Brasil e no exterior.
Além da pintura, das gravuras e das ilustrações, Juarez ajudou a transformar a linguagem do humor na TV brasileira. Nos anos 1970, ganhou destaque no Fantástico com quadros em que aparecia em cena interagindo com os próprios desenhos. Com o rosto pintado de branco, misturando elementos da mímica, do teatro e da caricatura, ele dava vida às ilustrações em esquetes sem falas que se tornaram uma marca do programa.
A seguir, relembre alguns dos vídeos de mímica protagonizados por Juarez Machado no Fantástico, que ajudaram a marcar a história do programa e da televisão brasileira.
VÍDEO 1
O humor de Juarez Machado
VÍDEO 2
Juarez Machado vira turista na cidade maravilhosa
VÍDEO 3
O dia catastrófico de Juarez Machado
VÍDEO 4:
Juarez Machado enfrenta desafios loucos na viagem
LEIA TAMBÉM: Natural de Joinville (SC), Juarez Machado era considerado um dos mais bem-sucedidos artistas brasileiros
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico
Ouça os podcasts do Fantástico
ISSO É FANTÁSTICO
O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Daniel retoma projeto ‘Duas vozes’ em dezembro com a edição de dueto com Liah Soares na canção ‘Nossa Senhora’

Daniel e Liah Soares no estúdio na gravação da canção ‘Nossa Senhora’, de Roberto Carlos
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Daniel retoma o projeto fonográfico “Duas vozes”, iniciado em 2022 e interrompido em 2023 – após o lançamento de sete duetos – para que o cantor sertanejo pudesse se dedicar à promoção do álbum ao vivo “Daniel 40 anos – Celebra João Paulo & Daniel” (2023), lançado em maio daquele ano de 2023.
A retomada do projeto “Duas vozes” está programada para 4 de dezembro, data em que Daniel lançará single com o feat com Liah Soares em gravação inédita de “Nossa Senhora” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1993), uma das músicas mais inspiradas e tocantes do cancioneiro religioso de Roberto Carlos.
“Nossa Senhora” faz parte do repertório de Daniel desde que o cantor regravou a composição há 26 anos no álbum “Quando o coração se apaixona”, editado em 2000.
O dueto de Daniel com Liah Soares em “Nossa Senhora” marca o reencontro dos artistas após 14 anos, já que a cantora paraense participou da edição de 2012 do programa “The Voice Brasil”, integrando o time do astro sertanejo.

Fonte: G1 Entretenimento