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Cantora country chama atenção após se apresentar em ‘bolas brilhantes’; entenda


Kacey Musgraves se apresenta em adereço inusitado no palco
Reprodução/X
A cantora americana Kacey Musgraves chamou a atenção após se apresentar em grandes “bolas de discoteca brilhantes” durante o show da turnê “Middle of Nowhere” nesta sexta-feira (21).
O adereço do palco é uma sátira das “truck nuts”, acessórios comumente usados em picapes no sul dos EUA, sobretudo nos anos 2000. Os acessórios simulam um saco escrotal e eram colocados na parte de trás dos veículos, como uma piada e afirmação de masculinidade.
Hoje, alguns estados americanos não permitem a utilização das “truck nuts” porque consideram que se trata de uma imagem obscena e ofensiva. Em outros, o acessório é considerado uma distração para outros motoristas e, portanto, poderia causar problemas de segurança no trânsito.
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VEJA VÍDEO: Kacey Musgraves, estrela do country, reage ao som de Lauana Prado e Ana Castela
Kacey Musgraves, estrela do country, reage ao som de Lauana Prado e Ana Castela

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Chico 2.0’ acerta ao tirar Chico Buarque do nicho da MPB para levar a obra do artista para as quebradas urbanas


Chico Buarque tem dez músicas recriadas por rappers, trappers e funkeiros no álbum ‘Chico 2.0’
Francisco Proner / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Chico 2.0
Artistas: Bela Maria, Budah, Dexter, Don L, Grag Queen, Julia Mestre, MC Cabelinho, MC Livinho, Maurício Fazz, Tasha & Tracie, TZ da Coronel, Vandal e Xênia França
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Haverá ouvidos fechados e narizes torcidos para a proposta de “Chico. 2.0”, álbum em que rappers, trappers e funkeiros trazem o cancioneiro de Chico Buarque para a linguagem da música urbana contemporânea, ou seja, a música das ruas e das quebradas do século XXI.
Mas o fato é que, sim, “Chico. 2.0” cumpre o prometido e acerta ao tirar a obra do compositor carioca do nicho da MPB – um vasto escaninho, diante das dimensões continentais do Brasil, mas ainda assim um nicho que tem dificultado a absorção do cancioneiro dos gigantes da MPB (como Chico, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Milton Nascimento) pela maior parte das gerações do século XXI.
Aí reside o mérito de “Chico. 2.0”, álbum formatado com produção musical de Alê Siqueira e Felipe Poeta em (re)construção feita sob a direção artística de Celso Athayde (fundador da Central Única das Favelas – CUFA), Fábio Almeida e Preto Zezé (presidente da CUFA).
“Chico. 2.0” não é para quem ouve Chico Buarque na voz do autor ou em gravações de intérpretes da MPB como Maria Bethânia e MPB4, pois as comparações serão inevitáveis e injustas. O álbum é para o jovem que ouve rap, trap, funk e R&B e que, com “Chico. 2.0”, vai se deparar com um punhado de músicas magistrais que abrem um portal para quem quiser conhecer mais a fundo da obra de Chico a partir dos registros dessas músicas nas vozes de Bela Maria, Budah, Dexter, Don L, Grag Queen, Julia Mestre, MC Cabelinho, MC Livinho, Maurício Fazz, TZ da Coronel, Vandal e Xênia França.
O resultado é interessante, porque muitas das 10 músicas desse primeiro volume – o segundo está previsto para outubro, com outras dez músicas e outro elenco – já nasceram com atmosfera sombria que se conecta com o universo do trap e do rap. Talvez por isso “Deus lhe pague” preserve o impacto de 1971 nas vozes da dupla Tasha & Tracie – em gravação feita com o coro da Família Ébano – e “Cálice” (Chico Buarque e Gilberto Gil, 1973) mantenha a força imperativa no registro que une MC Cabelinho e Xênia França.
Da mesma forma, o angustiado estado mental do eu-lírico de “Construção” (1971) – música que simbolizou a maturidade precoce de compositor que já surgiu grande na música brasileira em 1964 – é traduzido pelo canto de Dexter, Maurício Fazz e MC Livinho com beats que distanciam a releitura do arranjo referencial criado pelo maestro tropicalista Rogério Duprat (1932 – 2006) para a gravação original.
Contribui para o êxito do projeto “Chico. 2.0”, o fato de as músicas e letras terem sido preservadas na íntegra. As reconstruções são feitas sobre as bases originais.
Samba da parceria de Chico com Francis Hime, “Pivete” (1978) ganha a cadência funkeada de MC Livinho sem deixar de ser samba na ponte área que liga o compositor carioca ao funk paulista. A escalação de Grag Queen para o canto de “Geni e o Zepelim” (1978) cumpre a função social de dar voz à tribo marginalizada das drags e trans.
Destaque na cena de R&B, a cantora pernambucana Bela Maria segue a cadência do samba-choro “Meu caro amigo” (Chico Buarque e Francis Hime, 1976) em gravação com menor teor de novidade. Outro samba, “Olê, olá” (1966), ganha beats e a voz de Xênia França.
Já “João e Maria” (Sivuca, 1947, com letra posterior de Chico Buarque, 1977) tem preservada a delicadeza lúdica e melódica em gravação que se alimenta do contraste entre o canto doce de Julia Mestre e a voz grave do rapper TZ da Coronel.
Por fim, cantora que transita entre o rap e o R&B, Budah arremata bem “Chico. 2.0” ao fazer “Roda viva” (1967) girar no fraseado da artista. “Roda viva”, a propósito, é uma daquelas músicas contundentes do compositor que deixam a sensação de que, se tivesse Chico Buarque tivesse nascido no século XXI, ele provavelmente seria um trapper…
Capa do álbum ‘Chico 2.0’
Arte de Iann Thomas

Fonte: G1 Entretenimento

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‘GTA 6’: Justiça autoriza empresa a intimar Microsoft e Discord sobre vazamentos


Assista ao trailer de ‘GTA 6’
A Take-Two Interactive, dona da Rockstar Games, obteve autorização da Justiça dos EUA nesta sexta (21) para intimar a Microsoft e o Discord a fornecer informações sobre o vazamento de imagens do “Grand Theft Auto 6” (GTA 6).
Segundo a AFP, dois juízes federais de Nova York autorizaram os pedidos. As empresas terão até 4 de setembro para responder às solicitações.
O pedido ocorreu depois que um grupo de hackers, chamado CyberLeek, divulgou nesta semana diversos vídeos que seriam do gameplay de “GTA 6”. Os vídeos foram publicados em vários sites, removidos e voltaram a aparecer em novos endereços na internet.
O jogo está previsto para chegar aos consoles PlayStation 5 e Xbox Series S/X em 19 de novembro.
Pedido de intimação
De acordo com a AFP, para obter as ordens judiciais, a americana Take-Two afirmou à Justiça que os vídeos publicados online reproduzem material sobre o qual detém os direitos autorais, algo que não havia confirmado publicamente.
A Take-Two exige receber informações para identificar três contas suspeitas de estar por trás do vazamento, assim como os dados de todos os membros de três fóruns virtuais onde o material circulou.
Segundo a intimação direcionada à Microsoft, parte do conteúdo vazado foi postada na plataforma de desenvolvedores GitHub, que pertence à empresa. Já o pedido enviado ao Discord aponta que o material teria sido compartilhado em um servidor da plataforma, por meio de diferentes contas de usuários.
Imagem de divulgação de GTA VI.
Reprodução/Rockstar Games
A conta Cyberleek critica a Rockstar por vender uma versão do jogo com conteúdo adicional por um preço mais caro e por oferecer o título apenas para download digital, e não em formato físico.
Rockstar e Take-Two não se pronunciaram sobre os vazamentos, que continuaram nesta sexta-feira com um novo vídeo que mostrava um personagem do jogo roubando um carro esportivo.
O lançamento de “GTA 6” é um dos mais aguardados da indústria dos games. Os fãs aguardam há mais de 13 anos por seu lançamento, depois que “GTA 5” se tornou o segundo jogo mais vendido da história.
Jogo será lançado em novembro
Originalmente anunciado para o segundo semestre de 2025, o lançamento de “GTA 6” será no dia 19 de novembro de 2026. O jogo será lançado para PlayStation 5 e Xbox Series X e S.
“Jason e Lucia sempre souberam que as probabilidades estavam contra eles. Mas quando um golpe fácil dá errado, eles se veem no lado mais sombrio do lugar mais ensolarado da América, no meio de uma conspiração criminosa que se estende por todo o estado de Leônida — forçados a depender um do outro mais do que nunca se quiserem sair vivos dessa”, diz a sinopse.
Capa oficial de Grand Theft Auto VI
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Michael Wright, ator de ‘Oz’ e ‘O Exército Inútil’, morre aos 70 anos


Michael Wright interpretou Omar White em ‘Oz’
Reprodução/HBO
O ator Michael Wright, da série “Oz” e de filmes como “O Exército Inútil” e “Inferno Branco”, morreu aos 70 anos.
Segundo uma declaração enviada pela família ao TMZ, o ator sofreu insuficiência cardíaca por complicações da doença neurológica degenerativa de Marchiafava-Bignami.
Nascido em Nova York, nos Estados Unidos, Wright atuou em mais de 50 filmes e séries ao longo de sua carreira. Ele ficou conhecido por seus papéis em filmes de ação, como “Um Diretor Contra Todos” e “Leão Branco, o Lutador Sem Lei”, e por interpretar Omar White na série “Oz”, da HBO.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Anaïs Sylla canta com Jota.Pê e verte João Donato e Gilberto Gil para o francês na rota intercontinental do álbum ‘Exil’


Anaïs Sylla canta com Anelis Assumpção, Jota.Pê e Tiganá Santana no primeiro álbum, ‘Exil’
Renato Nascimento / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantora e compositora francesa de ascendência senegalesa que se radicou no Brasil, país onde veio para fazer mestrado em História, Anaïs Sylla cruza línguas e territórios na rota intercontinental delineada ao longo das nove músicas do primeiro álbum da artista, “Exil”, no mundo desde ontem, 21 de agosto.
Entre músicas cantadas em francês e em português, Sylla dimensiona o exílio em país inicialmente estranho como um território poético em que é possível amalgamar diversas tradições e referências musicais.
No álbum “Exil”, a artista faz feat com Anelis Assumpção em “Minha irmã” (Anaïs Sylla), se conecta com Jota.Pê – parceiro e convidado de Anaïs Sylla na música “Rêver” (Anaïs Sylla, Caê Rolfsen & Jotapê), lançada como single em 23 de julho – e faz dueto com Tiganá Santana em “Je chanterai pour toi” ( Boubacar Traoré).
Com Tó Brandileone, a cantora rebobina música autoral, “De bouche a bouche” (Anaïs Sylla), apresentada em 2018, há oito anos, no primeiro EP de Anaïs Sylla, gravado com produção musical de Tó.
Outro destaque do repertório do álbum “Exil” é a versão em francês de “Lugar comum” (1974), parceria de João Donato (1934 – 2023) com Gilberto Gil. “Endroit commun” é o título da versão escrita em francês por Sylla com Caê Rolfsen, também parceiro da artista em “La mer” (2021), música lançada há cinco anos pela artista em single avulso.
Anaïs Sylla abre parceria com Jota.Pê em ‘Rêver’, música cantada pelos artistas no álbum ‘Exil’
Renato Nascimento / Divulgação
Capa de ‘Exil’, primeiro álbum de Anaïs Sylla, cantora e compositora francesa radicada no Brasil
Renato Nascimento / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Meghan Markle enfrenta retorno ao Reino Unido marcado por tensões do passado


A duquesa de Sussex, Meghan Markle, em evento na Abadia de Westminster, no Reino Unido, em novembro de 2019
Matt Dunham/AP/Arquivo
Com o anúncio da volta do príncipe Harry ao Reino Unido, Meghan Markle, sua mulher, deve esperar um difícil retorno ao país, onde a duquesa de Sussex foi submetida a um intenso escrutínio da imprensa e nunca chegou a se sentir integrada à família real.
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Em entrevistas reveladoras e documentários, a ex-atriz americana de 45 anos nunca escondeu as dificuldades que enfrentou para se adaptar ao novo status após seu casamento de conto de fadas com o príncipe Harry, em 2018.
“Acho que há mais dúvidas sobre como ela vai se readaptar à vida no Reino Unido do que sobre Harry”, resume Ed Owens, especialista em realeza.
Muito ligado às suas organizações beneficentes e desejoso de aproximar os filhos de sua família paterna, Harry enfrenta um desafio menor ao retornar ao seu país, enquanto para Meghan a equação é mais complexa.
Príncipe ‘furioso’ e residência privada: o que se sabe sobre a volta de Harry e Meghan
Segundo informações da imprensa britânica, Meghan negocia para atuar em “Magnatas do Crime”, uma série da Netflix criada por Guy Ritchie e gravada no Reino Unido.
A série, cuja segunda temporada estreia no início de setembro, conta a história de um duque que se torna um barão da droga.
Por outro lado, especialistas consideram que Meghan deve se dedicar principalmente à família — e especialmente aos filhos Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5, que estudarão no Reino Unido — e apoiar Harry em seu trabalho como patrono de organizações beneficentes.
Impopular no Reino Unido
Nos Estados Unidos, suas perspectivas pareciam ter se esgotado após o fim de seu contrato com a Netflix para o programa “With Love, Meghan”, embora no fim de 2025 ela tenha feito uma breve aparição em um filme que ainda não estreou.
No Reino Unido, ela continua muito impopular. Segundo o último levantamento da YouGov, instituto britânico de pesquisas de opinião, publicado em julho, 61% dos britânicos não gostam dela.
E os tabloides, contra os quais o casal apresentou vários processos, podem não facilitar seu retorno.
Após a rumorosa mudança para os Estados Unidos em 2020, Harry e Meghan denunciaram os métodos dessa poderosa imprensa, que examina cada gesto da família real e persegue seus integrantes e pessoas próximas.
“Não importava o quanto eu tentasse. Se eu me comportasse bem, fizesse o que fizesse, eles sempre encontravam uma maneira de me destruir”, contou Meghan em 2022, em seu documentário para a Netflix.
Meghan Markle e o príncipe Harry
Dylan Martinez/Reuters
A imprensa, no entanto, havia inicialmente recebido bem sua entrada na família real, considerando-a uma lufada de ar fresco em uma instituição com tradições centenárias.
Mas ela rapidamente despertou a hostilidade dos tabloides, que a acusaram de ser caprichosa e de rejeitar as obrigações associadas aos privilégios de sua nova posição.
Desde sua saída, Meghan se distanciou do Reino Unido e só retornou em poucas ocasiões, como em junho de 2022, para o Jubileu da rainha Elizabeth II, e posteriormente para seu funeral, em setembro daquele mesmo ano.
Visita ao rei Charles
Em julho deste ano, Meghan e o príncipe Harry, acompanhados dos dois filhos, visitaram na Inglaterra o rei Charles III e sua esposa, Camilla, em um gesto interpretado como sinal de uma tentativa de reconciliação.
Mas seu retorno pode trazer novamente ao primeiro plano “os conflitos e questões que originalmente provocaram sua saída”, como as acusações de racismo ou as preocupações relacionadas à sua segurança, afirmou Nathalie Weidhase, professora da Universidade de Surrey especializada em cultura das celebridades e monarquia britânica.
A isso se somam as tensões familiares agravadas pela publicação, em 2023, da autobiografia de Harry, “O Que Sobra”.
Nela, Harry acusou, entre outras coisas, William e sua esposa, Kate, de terem preconceitos contra Meghan, o que dificultou sua integração à família real.
A entrevista concedida à apresentadora americana Oprah Winfrey em 2021 também causou comoção no Reino Unido. Nela, Meghan acusou um integrante da família real de racismo.
O especialista Ed Owens, no entanto, não espera uma nova guerra aberta.
Harry e Meghan buscam “estabilidade para sua família” e “não estão voltando para criar problemas para a realeza”, considera.

Fonte: G1 Entretenimento

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Guitarristas Nelson Faria e Sandro Haick tocam Dominguinhos, João Bosco e Tom Jobim no álbum ‘Talking standards’


Nelson Faria (à esquerda) e Sandro Haick tocam 14 temas nos dois volumes do álbum ‘Talking standards’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O mineiro Nelson Faria e o paulistano Sandro Haick unem forças e guitarras no álbum duplo “Talking standards”, gravado em três dias em estúdio na Itália – com a liberdade permitida pelo jazz, fio condutor das 14 faixas – e disponível nos aplicativos de áudio a partir de hoje, sábado, 22 de agosto.
Com edições nos formatos físicos de LP e CD previstas para setembro, o álbum “Talking standards” é dividido em dois volumes, cada um com sete músicas, totalizando 14 composições selecionadas pelos artistas de um total de 40 títulos.
A admiração entre os guitarristas é recíproca, mas “Talking standards” é o primeiro álbum que Faria e Haick gravam e assinam juntos. A aproximação aconteceu em 2025 quando Nelson Faria fez show em evento comercial com banda que incluía Nelson Haick, multi-instrumentista, no baixo.
Estreitados os laços musicais, veio a ideia do álbum conjunto, bancado pelo selo italiano Bobo Records. Se o primeiro volume do álbum “Talking standards” é dedicado aos temas internacionais, como “Round midnight” (Thelonious Monk, 1943) e “Stella by starlight” (Victor Young e Ned Washington, 1944), o volume dois traz somente músicas brasileiras em seleção que prioriza temas dos compositores Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Dominguinhos (1941 – 2013) e João Bosco.
Faria e Haick tocam “Desafinado” (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1959), “Insensatez” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1961), “Tarde” (Milton Nascimento e Márcio Borges, 1969), “Incompatibilidade de gênios” (Joõa Bosco e Aldir Blanc, 1976), “Papel machê” (João Bosco e José Carlos Capinan, 1984), “De volta pro aconchego” (Dominguinhos e Nando Cordel, 1985) e “Princesinha no choro” (Dominguinhos, 1995).

Fonte: G1 Entretenimento

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Black Pantera vai além do hardcore thrash no álbum ‘Continental’ sem diluir a fúria, o peso e o ativismo da banda


A banda Black Pantera lança o quinto álbum de estúdio, ‘Continental’, gravado com produção musical de Rafael Ramos
Hugo Brito / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Continental
Artista: Black Pantera
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Agora Black Pantera é uma estrela. Quinto álbum da banda mineira de thrash metal e hardcore punk, “Continental” chega ao mundo nesta sexta-feira, 21 de agosto, com a missão de equilibrar a necessidade de acenar para o mercado – flerte perceptível na adesão aos feats, até então bissextos na discografia do trio – com o peso e o ativismo de um trio (re)conhecido pela militância na luta contra o racismo e a injustiça social.
A grande notícia é que Chaene da Gama (baixo e voz), Charles Gama (voz e guitarra) e Rodrigo Pancho (bateria e percussão) escapam ilesos dessa equação.
Com calibrada produção musical de Rafael Ramos, o álbum “Continental” soa como o sucessor natural do antecessor “Perpétuo” (2024), disco de sonoridade mais melódica que já soara como sequência esperada do álbum anterior “Ascensão” (2022), que, fazendo jus ao título, elevou o status e a popularidade do Black Pantera na cena do rock pesado, fazendo inclusive o grupo intensificar a agenda internacional iniciada em 2016.
Para quem quer o peso do metal hardcore, ele está todo lá, na veloz faixa “Yasuke”, na música-título “Continental” – faixa que abre o disco com fala em que o geógrafo Milton Santos (1926 – 2001) situa a América Latina com um território de resistência à opressão dos colonizadores europeus – e em “Obsoleto”, música de furiosos um minuto e 42 segundos gravada com a adesão do cantor Derrick Green. Derrick é o vocalista gutural da banda mineira Sepultura, referência inevitável para o trio formado em 2014 em Uberaba (MG), como evidencia a gravação de “Negusa nagast”, faixa de sólida base percussiva e guitarra incandescente.
A banda Black Pantera aborda temas como racismo e ancestralidade nas letras das músicas autorais do álbum ‘Continental’
Hugo Brito / Divulgação
Do naipe de feats, a presença de Chico César – artista também (re)conhecido pela militância – se afina com o balanço afro-caribenho de “Banzo”, música que exemplifica a habilidade do Black Pantera para ir além do universo do hardcore metaleiro sem se afastar do universo temático da banda. “Eles não entendem a nossa raiva, eles não conhecem a nossa dor”, bradam Chico e Chaene da Gama na faixa mais surpreendente do álbum “Continental”.
Da mesma forma, a voz de Sandra Sá se harmoniza com a louvação da ancestralidade do povo preto em “Quando canto”. Já a breve intervenção falada de Duquesa em “Serotonina” soa quase decorativa nesta faixa de peso e discurso direto.
Assunto recorrente no discurso ativista do Black Pantera, o racismo cotidiano sofrido pelo povo negro é abordado nos versos de “Hórus” – faixa apresentada em 31 de julho como segunda amostra do álbum “Continental”, sucedendo o single inicial “Start the game”, lançado em 13 de julho. Já “W.P.P.” – sigla para white people problem – escancara e denuncia os privilégios brancos na sociedade racista.
Contudo, “Continental” é álbum sem lamentos em que a banda Black Pantera expõe dores e injustiças de cabeça erguida, pronta para o combate, com a notória altivez. “Punhos cerrados”, aliás, é sintomaticamente o nome da faixa thrash metal que encerra o álbum “Continental” com som, fúria e refrão matador, mostrando que o trio Black Pantera continua atento e forte neste momento de auge.
Seja no dominante peso thrash de músicas como em “Sic mundus”, seja evocando a atmosfera do punk dos anos 1980 em “Velho jeans rasgado”, Chaene da Gama, Charles Gama e Rodrigo Pancho não fogem à luta.
Capa do álbum ‘Continental’, da banda Black Pantera
Arte de Ramon Álvaro (Beeboy)

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza revela que está noiva de Luis Ribeirinho: ‘Sim, para sempre’


Luísa Sonza é pedida em casamento por Luis Ribeirinho
Reprodução/Instagram
Luísa Sonza publicou, nesta sexta (21), que está noiva do português Luís Ribeirinho. “Sempre foi você. Sim, pra sempre!”, escreveu a cantora.
“Noiva”, comentou Luís. Além dele, amigos da cantora como Virginia Fonseca, Pedro Sampaio e até Demi Lovato parabenizaram o casal.
Luis Ribeirinho comenta em post de Luísa Sonza
Reprodução/Instagram
Luísa, de 28 anos, está com Luís, de 30 anos, desde o fim de 2023. A cantora assumiu o namoro nas redes sociais no início de 2024 e eles vivem um relacionamento discreto desde então.
Natural do Porto, em Portugal, Luís é médico e já teve experiência como modelo. Segundo o perfil de Ribeirinho, ele está no sexto e último ano de residência de cirurgia plástica.
Luísa Sonza e Luis Ribeirinho publicam foto de anel
Reprodução/Instagram/luisasonza
Luis Ribeirinho pde Luísa Sonza em noivado
Reprodução/Instagram/luisasonza
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja as imagens de Ícaro Silva como Robinho na série ‘Tremembé’


Ícaro Silva como Robinho na série ‘Tremembé’
Divulgação/Prime Video
Foram divulgadas as primeiras imagens do ator Ícaro Silva como Robinho para a segunda temporada da série “Tremembé”. O ex-jogador condenado por estupro coletivo cumpriu mais de um ano de sua pena na P2 de Tremembé (SP), conhecida como o “presídio dos famosos”.
➡️ O judiciário italiano sentenciou o Robinho a nove anos de prisão, em regime inicialmente fechado. O ex-jogador cumpre a pena no Brasil após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir que ele deveria cumprir no país a sentença a qual foi condenado em 2022.
Robinho deixa ‘Presídio dos Famosos’ em Tremembé
As fotos mostram o personagem em uma partida de futebol no presídio. A segunda temporada dará continuidade à trajetória de detentas como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga, acompanhando os desdobramentos de suas vidas nos regimes fechado e semiaberto após os acontecimentos retratados na primeira temporada.
Giovanna Antonelli e João Vicente de Castro também entram para o elenco da série. Eles vão interpretar Dominique Scharf e Thiago Brennand, respectivamente.
Ícaro Silva como Robinho na série ‘Tremembé’
Prime Video/Kelly Fuzaro/Divulgação
Ícaro Silva como Robinho na série ‘Tremembé’
Prime Video/Kelly Fuzaro/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento