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Quem era Lucas Frota? Produtor e DJ brasileiro está entre vítimas de acidente aéreo no Rio


O DJ e produtor brasileiro Lucas Frota
Reprodução/Instagram
O DJ e produtor Lucas Frota está entre as seis vítimas da colisão entre dois helicópteros ocorrida na manhã deste domingo (14), na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Nascido no Rio de Janeiro, Lucas começou a tocar aos 12 anos e morava nos Estados Unidos há quase uma década. Ele estava radicado entre as cidades de Miami e Los Angeles.
Ele tem diversos trabalhos com selos especializados em música eletrônica, além de ter se apresentado em casas noturnas da pelos EUA e Europa.
Veja mapa com o local da queda de helicópteros no Rio de Janeiro
Seu projeto mais recente foi a gravação de um DJ set no Cristo Redentor, produzido em dezembro de 2025.
Nas redes sociais, o DJ e produtor acumula 40 mil seguidores e diz ser residente do coletivo Around The Corner, em Miami.
No dia 11 de abril, Lucas postou uma série de fotos em estúdio com o cantor e comediante Oliver Tree, que também está entre os mortos do acidente aéreo deste domingo.
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O acidente
Seis pessoas morreram na queda de 2 helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (14).
Segundo testemunhas, as aeronaves PP-MAC e PR-DJJ se chocaram no ar.
Segundo o major Fábio Contreras, porta-voz do Corpo de Bombeiros do RJ, ninguém a bordo sobreviveu. Moradores registraram o acidente em diversos vídeos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59 para a ocorrência. As aeronaves caíram no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD, no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos.
Um dos helicópteros explodiu ao atingir o solo, e as chamas se alastraram pelos veículos elétricos, o que causou mais explosões. A coluna de fumaça podia ser vista a quilômetros de distância.
O outro não pegou fogo e caiu com o trem de pouso para o alto.
Mapa mostra onde helicópteros caíram
Infografia: Lara Bernardino/g1
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‘Gringo no Brasil’: O último post de Oliver Tree antes do acidente


Gringo no Brasil: veja último post de Oliver Tree antes de acidente
O cantor norte-americano Oliver Tree compartilhou nas redes sociais imagens de sua passagem pelo Brasil poucas horas antes do acidente de helicóptero que provocou sua morte neste domingo (14). Em uma publicação feita no Instagram, o artista mostrou registros da viagem pelo país e celebrou a experiência com os fãs.
No post, publicado um dia antes do acidente, Oliver aparece em diferentes momentos da estadia no Brasil, incluindo cenas em áreas urbanas e interações com o público. A publicação rapidamente recebeu milhares de curtidas e comentários de fãs brasileiros, que lamentaram a morte do cantor após a notícia do acidente.
Conhecido por sucessos como a canção Life Goes On e por seu estilo irreverente, Oliver Tree acumulava milhões de seguidores nas redes sociais e havia lançado recentemente seu quarto álbum de estúdio.
Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
A morte do artista repercutiu internacionalmente e gerou uma onda de homenagens nas redes. Até o momento, as autoridades ainda apuram as circunstâncias do acidente envolvendo o helicóptero.
Sobre o cantor e comediante:
O cantor e comediante musical norte-americano Oliver Tree, de 32 anos, está entre as seis vítimas da colisão entre dois helicópteros ocorrida na manhã deste domingo (14), na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
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Nascido em Santa Cruz, Califórnia, em 1993, Tree era conhecido tanto pela música quanto pela persona excêntrica que construiu ao longo da carreira: visual caricato, roupas e cortes de cabelo exagerados, e shows que misturam comédia, reality show falso e até luta.
Hoje ele soma cerca de 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. Ele colaborou com nomes como Marshmello, David Guetta, Little Big, KSI e BoyWithUke.
Ele começou na adolescência com singles independentes, mas o ponto de virada veio em 2017, quando o single “When I’m Down” viralizou.
Em 2020 lançou seu álbum de debut major-label, “Ugly Is Beautiful”, que chegou à 14ª posição da Billboard 200 e ao topo da parada de rock.
O auge de popularidade veio com “Life Goes On” (2021) e principalmente “Miss You” (2022, com remix de Robin Schulz), que se tornaram seus maiores sucessos internacionais, somando juntos mais de 1,4 bilhão de streams no Spotify.
Desde então lançou mais três álbuns — “Cowboy Tears” (2022), “Alone in a Crowd” (2023) e “Love You Madly Hate You Badly” (2026).
Tree havia feito um show em São Paulo em 6 de junho, no Studio Stage, no bairro da Lapa. Junto dele também estava o youtuber argentino Gaspi, que soma quase três milhões de inscritos na plataforma.
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Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
O acidente
Seis pessoas morreram na queda de 2 helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (14).
Segundo testemunhas, as aeronaves PP-MAC e PR-DJJ se chocaram no ar.
Segundo o major Fábio Contreras, porta-voz do Corpo de Bombeiros do RJ, ninguém a bordo sobreviveu. Moradores registraram o acidente em diversos vídeos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59 para a ocorrência. As aeronaves caíram no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD, no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos.
Um dos helicópteros explodiu ao atingir o solo, e as chamas se alastraram pelos veículos elétricos, o que causou mais explosões. A coluna de fumaça podia ser vista a quilômetros de distância.
O outro não pegou fogo e caiu com o trem de pouso para o alto.
Mapa mostra onde helicópteros caíram
Infografia: Lara Bernardino/g1
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Quem era Gaspi? Youtuber argentino que morreru em acidente de helicóptero no Rio tinha quase 3 milhões de inscritos


Youtuber argentino Gaspi, que morreu neste domingo em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro.
Reprodução/Instagram
O yutuber argentino Gaspar Prim Díaz, conhecido como Gaspi, de 23 anos, está entre as seis vítimas da colisão entre dois helicópteros ocorrida na manhã deste domingo (14), na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
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Gaspi foi um criador de conteúdo argentino nascido em 28 de dezembro de 2002, em Buenos Aires. Ficou conhecido por seu humor irreverente e provocador, com vídeos de abordagens espontâneas a desconhecidos nas ruas de Buenos Aires, marcados pela saudação característica “buenass” e por sua voz grave.
Começou a publicar no YouTube por volta de 2018, ainda adolescente, e construiu uma base de mais de 2,8 milhões de inscritos no canal, mesmo com poucos vídeos públicos. Boa parte do conteúdo foi removido pela própria plataforma devido às polêmicas que gerou. No Instagram, ele também acumula mais de 2,8 milhões de seguidores
No auge de sua popularidade, desapareceu sem aviso prévio das redes. Voltou somente em 2024 com um vídeo intimista chamado “La vuelta de Gaspi”, no qual falou sobre saúde mental e sua relação com a criação de conteúdo. O vídeo superou 4 milhões de visualizações em menos de uma semana.
Em 2025, Gaspi ganhou ainda mais visibilidade internacional ao participar da “La Velada del Año V”, evento de boxe entre criadores de conteúdo organizado pelo streamer espanhol Ibai Llanos, no Estádio La Cartuja, em Sevilha
Além de Gaspi, o cantor e produtor Oliver Tree também estava a bordo do helicóptero e não sobreviveu.
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Youtuber argentino Gaspi, que morreu neste domingo em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro.
Reprodução/Instagram
O acidente
Seis pessoas morreram na queda de 2 helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (14).
Segundo testemunhas, as aeronaves PP-MAC e PR-DJJ se chocaram no ar.
Segundo o major Fábio Contreras, porta-voz do Corpo de Bombeiros do RJ, ninguém a bordo sobreviveu. Moradores registraram o acidente em diversos vídeos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59 para a ocorrência. As aeronaves caíram no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD, no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos.
Um dos helicópteros explodiu ao atingir o solo, e as chamas se alastraram pelos veículos elétricos, o que causou mais explosões. A coluna de fumaça podia ser vista a quilômetros de distância.
O outro não pegou fogo e caiu com o trem de pouso para o alto.
Mapa mostra onde helicópteros caíram
Infografia: Lara Bernardino/g1
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Quem era Oliver Tree? Músico americano que morreu no Rio tinha 11 milhões de ouvintes e colaborou com David Guetta


Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
O cantor e comediante musical norte-americano Oliver Tree, de 32 anos, está entre as seis vítimas da colisão entre dois helicópteros ocorrida na manhã deste domingo (14), na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
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Nascido em Santa Cruz, Califórnia, em 1993, Tree era conhecido tanto pela música quanto pela persona excêntrica que construiu ao longo da carreira: visual caricato, roupas e cortes de cabelo exagerados, e shows que misturam comédia, reality show falso e até luta.
Hoje ele soma cerca de 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. Ele colaborou com nomes como Marshmello, David Guetta, Little Big, KSI e BoyWithUke.
Ele começou na adolescência com singles independentes, mas o ponto de virada veio em 2017, quando o single “When I’m Down” viralizou.
Em 2020 lançou seu álbum de debut major-label, “Ugly Is Beautiful”, que chegou à 14ª posição da Billboard 200 e ao topo da parada de rock.
O auge de popularidade veio com “Life Goes On” (2021) e principalmente “Miss You” (2022, com remix de Robin Schulz), que se tornaram seus maiores sucessos internacionais, somando juntos mais de 1,4 bilhão de streams no Spotify.
Desde então lançou mais três álbuns — “Cowboy Tears” (2022), “Alone in a Crowd” (2023) e “Love You Madly Hate You Badly” (2026).
Tree havia feito um show em São Paulo em 6 de junho, no Studio Stage, no bairro da Lapa. Junto dele também estava o youtuber argentino Gaspi, que soma quase três milhões de inscritos na plataforma.
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Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
O acidente
Seis pessoas morreram na queda de 2 helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (14).
Segundo testemunhas, as aeronaves PP-MAC e PR-DJJ se chocaram no ar.
Segundo o major Fábio Contreras, porta-voz do Corpo de Bombeiros do RJ, ninguém a bordo sobreviveu. Moradores registraram o acidente em diversos vídeos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59 para a ocorrência. As aeronaves caíram no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD, no quarteirão da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos.
Um dos helicópteros explodiu ao atingir o solo, e as chamas se alastraram pelos veículos elétricos, o que causou mais explosões. A coluna de fumaça podia ser vista a quilômetros de distância.
O outro não pegou fogo e caiu com o trem de pouso para o alto.
Mapa mostra onde helicópteros caíram
Infografia: Lara Bernardino/g1
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Natureza espiritual de Mateus Aleluia é o foco de ‘Pontos de força’, sensorial documentário que estreia em São Paulo


Mateus Aleluia é o eixo central da narrativa do documentário ‘Pontos de força’, dirigido e roteirizado por Vânia Lima
Reprodução / Filme ‘Pontos de força’
♫ CRÍTICA DE DOCUMENÁRIO MUSICAL
Título: Pontos de força
Direção e roteiro: Vânia Lima
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ “O tempo é soberano”, enfatiza Mateus Aleluia no início e no fim da narrativa intencionalmente pausada de “Pontos de força”, filme que estreia no próximo sábado, 20 de junho, na 18ª edição do In-Edit Brasil, festival de documentários musicais que estará em cartaz em São Paulo (SP) de 17 a 28 de junho.
É no tempo contemplativo do cantor, compositor e músico baiano que se desenvolve “Pontos de força”, documentário dirigido e roteirizado por Vânia Lima.
A natureza de Mateus Aleluia é o foco deste filme regido pela espiritualidade e que se afina, pelo teor sensorial da narrativa, com outro documentário sobre o artista, “Aleluia – O canto infinito do Tincoã” (2020), dirigido por Tenille Bezerra e apresentado há seis anos no mesmo festival In-Edit Brasil.
Entre números musicais captados ao ar livre em cenários naturais de Cachoeira (BA) e depoimentos de guias turísticos, historiadores e quilombolas ativistas residentes na cidade baiana, “Pontos de força” conecta pessoas com a mesma crença espiritual de que tudo principia na natureza e que, sem folha, não há vida e tampouco há cura real dos males físicos e espirituais provocados pela civilização industrial.
Pela própria natureza e formação cultural, essas pessoas alimentam a alta carga de ancestralidade de Cachoeira (BA). terra natal de Aleluia, cidade do Recôncavo Baiano de atmosfera e geografia afro-barrocas. As falas de líderes religiosos da região contribuem para que o filme de Vânia Lima abra portal que conduz o espectador a um universo imerso na espiritualidade e no orgulho da ancestralidade afro-brasileira. É comovente a cena em que uma professora pede que as crianças repitam em coro o brado “Somos negros. Somos quilombolas”.
Entre takes filmados em terreiros e em matas de Cachoeira (BA), cidade referencial na formação cultural povo brasileiro, “Pontos de força” se revela filme de natureza zen.
Mesmo sem contextualizar a obra de Mateus Aleluia no universo musical brasileiro, até porque parece ter inexistido a preocupação de salpicar informações da biografia do artista ao longo dos 78 minutos do roteiro, “Pontos de força” se ilumina pela alma de Mateus Aleluia, espécie de baobá, guardião das tradições ancestrais do povo afro-brasileiro.
O filme da produtora Tem Dendê é para quem tem fé na espiritualidade e na crença de que uma energia divina se impõe sobre todas as coisas.
Mateus Aleluia em imagem promocional do documentário ‘Pontos de força’
Vinicius Xavier / Divulgação
♪ É tempo de Mateus Aleluia! A estreia do filme “Pontos de força” antecede o lançamento do livro “Afrobarroco” em evento agendado para 8 de julho na Biblioteca Central dos Barris, em Salvador (BA).
Organizado por Tenille Bezerra, diretora do supracitado documentário “Aleluia – O canto infinito do Tincoã”, o livro “Afrobarroco” costura textos, memórias e fundamentos do homônimo projeto desenvolvido por Mateus Aleluia desde os anos 2000 através de palestras musicais, encontros pedagógicos e atividades idealizadas com o objetivo de formação cultural de plateias.
Pensamentos sobre educação, oralidade, religiosidade, convivência cultural e identidade brasileira formam o suprassumo do livro “Afrobarroco”.
Quase toda a tiragem inicial do livro terá distribuição gratuita e dirigida a escolas, bibliotecas, projetos de educação e centros comunitários e culturais. Contudo, haverá a venda pontual de alguns exemplares na Livraria Terra Libris, situada no Cine Glauber Rocha, no centro histórico de Salvador (BA).

Fonte: G1 Entretenimento

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Lucy Alves divide ‘Banquete de signos’ na praia com Elba Ramalho em álbum ao vivo que traz três hits de Amelinha


Lucy Alves perpetua show captado em 14 janeiro em praia de João Pessoa (PB), cidade natal da artista
Kaio Cads / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Música de Zé Ramalho lançada em 1980 por Elba Ramalho, em gravação inebriante apresentada no segundo álbum da cantora paraibana, “Banquete de signos” ganha a voz de Lucy Alves em feat com a própria Elba.
O encontro de Lucy com Elba ocupa três das 27 faixas do álbum audiovisual “Ao vivo em João Pessoa”, gravado por Lucy Alves debaixo de chuva em show apresentado em 14 de janeiro na Praia do Tambaú, em João Pessoa (PB), cidade natal dessa cantora, compositora e multi-instrumentista paraibana.
Além de “Banquete de signos”, Lucy e Elba unem vozes no canto da toada “De volta pro aconchego” – parceria de Dominguinhos (1941 – 2013) e Nando Cordel lançada na voz de Elba em 1985 – e “Saudade do sertão”, música inédita de Lucy com Moreira Filho.
Lucy Alves toca piano na gravação ao vivo feita debaixo de chuva
Kaio Cads / Divulgação
Além de “Saudade do sertão”, a trinca de novidades do repertório do álbum “Ao vivo em João Pessoa” é formada pelas músicas “Rodopiei” e “Sertanejo”, esta cantada por Lucy com Poetiza, nome artístico da cantora pernambucana Iza Mara.
Encerrada com medley que encadeia três sucessos da cantora Amelinha (“Romance da lua lua”, “Gemedeira” e “Frevo mulher”), a gravação do show inclui feats de Lucy Alves com Dorgival Dantas (em “Coração vagabundo”, parceria da artista com Moreira Filho), Joyce Alane (na balada soul “Na rua, na chuva, na fazenda”, primeiro sucesso do cantor Hyldon) e Xande de Pilares, com quem a cantora caiu nos sambas “Chiclete com banana” (Gordurinha e Almira Castilho, 1958) e “Coração radiante” (Xande de Pilares, Helinho do Salgueiro e Mauro Júnior, 2002), sucesso do Grupo Revelação.
Instrumentista polivalente, Lucy Alves tocou sanfona, piano e guitarra ao longo do show eternizado no álbum “Ao vivo em João Pessoa”, lançado na noite de quinta-feira, 11 de junho.
Capa do álbum ‘Ao vivo em João Pessoa’, de Lucy Alves
Kaio Cads / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Tyra Banks processa Netflix e produtores de série sobre ‘America’s Next Top Model’ por difamação


Tyra Banks em depoimento para ‘Reality Check: Inside America’s Next Top Model’
Reprodução/YouTube/Netflix
Tyra Banks entrou com um processo contra a Netflix e contra o produtores da série documental “Reality Check: Inside America’s Next Top Model” por difamação neste sábado (13), segundo a revista “Variety”.
A modelo afirma que seu depoimento de mais de três horas e meia foi cortado para “cerca de 16 minutos” na série em três episódios, “montado para apoiar uma narrativa falsa e difamatória sem relação ao que ela havia realmente expressado”.
Segundo a ação, Banks assumiu responsabilidade por alguns dos problemas do reality show criado e apresentado por ela, mas que essas declarações ficaram de fora do documentário.

Fonte: G1 Entretenimento

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Natanzinho Lima destrói sucesso de Cássia Eller entre as músicas inéditas do álbum ao vivo ‘Na liga em Sampa’


Natanzinho Lima lança no álbum ‘Na liga em Sampa’ as primeiras faixas da gravação ao vivo feita em show no Anhembi, em São Paulo (SP), em 23 de maio
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Música composta por Roberto Frejat com Cazuza (1958 – 1990) e oferecida em 1988 para Angela Ro Ro (1949 – 2025), que a recusou em atitude da qual se arrependeria anos depois, “Malandragem” ganhou esta semana uma das piores regravações desde que a música foi lançada em 1994 na voz de Cássia Eller (1962 – 2001).
Coube a Natanzinho Lima destruir “Malandragem” na última das 14 faixas do álbum ao vivo “Na liga em Sampa”, lançado na noite de quinta-feira, 11 de junho, com as primeiras gravações captadas no show apresentado pelo artista sergipano em 23 de maio no Anhembi, na cidade de São Paulo (SP), para público alardeado em 30 mil pessoas.
Qual o sentido de incluir “Malandragem” no repertório do álbum ao vivo que registra um momento de apogeu do cantor e compositor Natã Lima Nascimento no universo pop brasileiro? Letra e música destoam do estilo e do repertório do artista, cujo movimento de ascensão foi iniciado em 2024 com mix de arrocha, brega e piseiro.
Vendido para a mídia como “fenômeno do brega”, Natanzinho Lima aproveitou o show hi-tech no Anhembi para gravar músicas inéditas – como “Banho de cachaça”, “Dois cachorros” e “Pesadelo”, incluídas na safra inicial do álbum “Na liga em Sampa” – e fazer feats com Belo (na música “Meia noite e meia”), Panda (em “Buzina”) e Xand Avião (na faixa “Manda eu”).
Os encontros serão lançados posteriormente. Por ora, o foco do álbum audiovisual “Na Liga em Sampa” repousa na faixa “Até quando”.
Capa do álbum ‘Na liga em Sampa’, de Natanzinho Lima
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta marca mais um ‘goal’ no campo internacional ao se apresentar (bem) na abertura da Copa do Mundo de 2026


Anitta com o figurino usado na apresentação feita ao lado dos cantores Rema e Lisa
Iude Richele / Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ A participação de Anitta na terceira e última cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026 – como integrante do elenco do show apresentado ontem, 12 de junho, no SoFi Stadium em Los Angeles (EUA), nos Estados Unidos, e transmitido em escala planetária pela TV e pela internet – representou um goal da artista brasileira em campo internacional. Mais um.
Há quem minimize a escalada internacional da Girl from Rio pelo preconceito contra uma cantora vinda do historicamente marginalizado universo do funk da periferia carioca.
Contudo, Anitta já vem se firmando nos últimos anos como um nome que simboliza a atual música do Brasil aos olhos gringos, como um dia já aconteceu com a cantora Carmen Miranda (1909 – 1955), com o compositor Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) e, no nicho do jazz latino, com o cantor e compositor Ivan Lins.
Para o mercado pop latino, Anitta já é a cara e a voz da música brasileira produzida no século XXI. Bem recebida, a performance de Anitta com o cantor nigeriano Rema e a rapper tailandesa Lisa – integrante do grupo sul-coreano de k-pop Blackpink – no canto da música “Goals” corou a ascensão da artista e foi um ponto alto da trilha internacional desbravada por Anitta na última década.
A apresentação da cantora na cerimônia que abriu a Copa de 2026 nos Estados Unidos mostrou, mais uma vez, que Anitta chegou lá. Não vê somente quem não quer ver. E boa parte do mundo viu o goal da brasileira no estádio de Los Angeles.
Anitta (à direita) se apresenta com o cantor Rema e a rapper Lisa em estádio de Los Angeles (EUA)
Reprodução / X Fifa

Fonte: G1 Entretenimento

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Relembre músicas, marchinhas e vinhetas que marcaram vitórias – e derrotas – do Brasil na Copa


Relembre músicas, marchinhas e vinhetas que marcaram a participação do Brasil em Copas
A história do Brasil nas Copas do Mundo tem como pano de fundo canções que marcaram vitórias e derrotas.
São marchinhas, canções populares e até vinhetas de TV que conquistaram o público. É difícil não associar “Pra Frente Brasil” com a Copa de 70 ou “A Festa”, de Ivete Sangalo, à conquista do pentacampeonato em 2002.
Em 2026, não temos uma aposta de destaque. Nas arquibancadas, os torcedores têm o desafio de encontrar uma música que “embale” o público durante as partidas – algo pouco usual nos jogos da seleção.
Ivete Sangalo segurando a taça da Copa; e Pelé celebrando o tricampeonato em 1970
Reprodução/Instagram e Arquivo/AP
Mas esse não é um problema recente. Mesmo com tantas campanhas históricas e canções que viraram sucesso no imaginário coletivo, o Brasil nunca teve uma música de arquibancada.
O tricampeonato à base de marchinhas
No bicampeonato de 1958 e 1962, uma marchinha foi responsável por embalar a festa dos brasileiros pelas ruas do país: “A Taça do Mundo é Nossa”.
Sucesso até mesmo no Carnaval de 1959, a canção se tornou hino dos dois primeiros títulos da seleção.
Já no tricampeonato, a canção que embalou a seleção comandada por Zagallo foi “Pra Frente Brasil”.
Criada em meio à ditadura militar, então com Emílio Médici como chefe de governo, a canção serviu como uma espécie de hino também do regime.
Com uma letra ufanista, a canção pedia a união, com todos os 90 milhões de brasileiros de mãos dadas.
Chama a atenção que tanto “A Taça do Mundo É Nossa” quanto “Pra Frente Brasil” foram compostas por publicitários.
No primeiro caso, a autoria é de Wagner Maugeri, Lauro Müller, Maugeri Sobrinho e Victor Dagô. Já a música que embalou o tri é de Miguel Gustavo.
As músicas e as vinhetas…
Desde os anos 1970, justamente a primeira Copa do Mundo com transmissão pela TV no Brasil, o país assiste a competição tendo como trilha sonora vinhetas da TV ou músicas tradicionais.
No caso das vinhetas, o grande exemplo fica por conta de 1994, ano do tetracampeonato. Na TV Globo, “Coração Verde e Amarelo” teve como refrão:
Eu sei que vou, vou do jeito que eu sei / De gol em gol, com direito a replay / Eu sei que vou com o coração batendo a mil / É taça na raça, Brasil
Era a segunda Copa do Mundo com uma vinheta marcante, já que em 1990 a canção “Papa Essa Brasil” foi o tema da vez. E foi composta por uma das maiores duplas da música brasileira, Michael Sullivan e Paulo Massadas.
No caso das músicas do mercado tradicional, tivemos um exemplo em 1982, que tinha um detalhe especial. Uma das seleções mais famosas da história tinha na lateral esquerda um sambista, Júnior.
E sambista não apenas por amar o gênero e frequentar rodas de pagode, mas por se arriscar como intérprete. É dele a música “Povo Feliz”, que embalou a trajetória do Brasil na Copa daquele ano – até o “desastre de Sarriá” e a derrota para a Itália. O refrão, em homenagem ao pássaro que acabou virando apelido da Seleção, diz:
Voa, canarinho voa / Mostra pra esse povo que és um rei /Voa, canarinho voa / Mostra na Espanha o que eu já sei.
Talvez o maior sucesso de hit musical que virou trilha sonora de conquista da Copa do Mundo seja “A Festa”, de Ivete Sangalo.
Ela foi o “tema da vitória” do quinto título do Brasil, na competição disputada na Coreia do Sul e no Japão em 2002.
Lançada no ano anterior, a música animou os torcedores durante os jogos disputados na madrugada aqui do Brasil e até no vestiário da Seleção.
E na arquibancada?
Nos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026, o público presente nos estádios assistirá a um fato inédito: mais de 30 representantes de torcidas organizadas viajarão aos EUA para acompanhar a seleção em parceria com o Movimento Verde-Amarelo.
Nas arquibancadas, eles terão o desafio de ter uma música que “embale” todos os torcedores. A grande aposta é “Brasil Ole, Ole, Ole”, que faz referência aos cinco títulos brasileiros e seus representantes em campo.
Hoje tema de campanha publicitária, a música nascida em 2022 não colou na memória do povo brasileiro e, no estádio, ainda não cativou o público como um dia foi a canção: “Eu sou brasileiro / Com muito orgulho, com muito amor”.
Tal movimento de emplacar uma música de arquibancada cresceu após a sequência de sucessos produzidos pelos nossos vizinhos argentinos.
Imagens dos nossos rivais invadindo a praia de Copacabana na Copa de 2014 viralizaram nas redes sociais. Eles cantavam uma música que começava com “Brasil, décime que se siente” e terminava com “Maradona és maior do que Pelé”, zombando dos brasileiros.
Episódios parecidos se repetiram nas competições seguintes: em 2018, na Rússia, e em 2022, no Catar. Por lá, as músicas de arquibancada são adotadas até mesmo pelos atletas. Uma das imagens mais icônicas da Copa de 1986, vencida pela Argentina, é a de Maradona celebrando como um torcedor.
Sem marchinha, música ou uma nova vinheta que tenha conquistado a massa, talvez seja a hora do Brasil ganhar uma música de arquibancada assim como nossos “hermanos”.

Fonte: G1 Entretenimento