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Léo Foguete canta com Panda no álbum ‘Além do tempo’ entre hits de Cássia Eller, Ivete Sangalo e Vanessa Rangel


Léo Foguete lança o álbum ‘Além do tempo’ às 21h de 23 de julho
Fernando Schlaepfer / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantor e compositor pernambucano que disparou no mercado musical no início do ano passado, emplacando três gravações entre as 50 músicas mais ouvidas do primeiro semestre de 2025, Léo Foguete lança o álbum “Além do tempo” em 23 de julho.
Entre músicas inéditas como “Apenas tu” (gravada com Mariana Fagundes) e “Fênix”, Foguete dá voz a sucessos das cantoras Cássia Eller (1962 – 2021), Ivete Sangalo e Vanessa Rangel.
Do repertório de Cássia Eller, o cantor revive “Palavras ao vento”, parceria de Marisa Monte com Moraes Moreira (1947 – 2020) lançada por Cássia no álbum “Com você… Meu mundo ficaria completo” (1999) em gravação amplificada em 2015 como tema de abertura da novela “Além do tempo”, ora reprisada na faixa vespertina da programação da TV Globo.
De Ivete, Foguete escolheu “Deixo” (Sérgio Passos e Jorge Papapa, 2007). Por fim, de Vanessa Rangel, a escolha, óbvia, do cantor recaiu sobre “Palpite” (1997), primeiro e único sucesso da cantora e compositora, propagado na trilha sonora da novela “Por amor” (1997 / 1998).
No álbum “Além do tempo”, Léo Foguete também regrava sucesso da dupla Juan Marcus & Vinicius, “Alguns defeitos” (Élcio Di Carvalho, Juan Marcus, Natanael Silva e Vinicius, 2019), em feat com Panda.
Capa do álbum ‘Além do tempo’, de Léo Foguete
Fernando Schlaepfer / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Justin Bieber se junta a Madonna, Shakira e BTS em show do intervalo da final da Copa do Mundo


Justin Bieber em foto de divulgação do álbum ‘Swag’
Divulgação
Justin Bieber, Madonna, Shakira e BTS serão as principais atrações do show do intervalo da final da Copa do Mundo.
A informação foi confirmada pela Fifa nesta quarta-feira (8).
Toda a curadoria da apresentação ficou por conta de Chris Martin, vocalista do Coldplay, que também fará uma participação no evento com o rapper Burna Boy, o maestro venezuelano Gustavo Dudamel e o coral infantil de Nova York PS 22.
A final da Copa do Mundo de 2026 acontecerá no dia 19 de julho, às 16h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA).
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores


Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra gera repercussão por reação dos jogadores
O cantor Ed Sheeran visitou a delegação da Inglaterra no hotel Meadowbrook, onde os jogadores estão concentrados nos Estados Unidos, e realizou uma apresentação privada para o elenco. Trechos do show foram publicados nas redes sociais da seleção inglesa, mas o que mais repercutiu entre os torcedores foi a reação aparentemente apática dos jogadores.
O músico participa do sétimo episódio do programa Extra Time, exibido no aplicativo oficial da seleção inglesa. Nas imagens, Sheeran aparece interpretando “Castle on the Hill” à beira da piscina do hotel. A Inglaterra está se preparando para enfrentar a Noruega para quartas de final da Copa do Mundo, no sábado (11).
Apesar da presença de um dos artistas mais populares do Reino Unido, vários atletas foram vistos assistindo à apresentação sem demonstrar grande entusiasmo, o que gerou comentários e brincadeiras nas redes sociais.
Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores
Reprodução/Instagram
Veja os comentários sobre a postura dos jogadores durante a apresentação:
Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores
Reprodução/x
Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores
Reprodução/x
Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores
Reprodução/x
Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores
Reprodução/X
Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores
Reprodução/X
Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores
Reprodução/x
Show exclusivo de Ed Sheeran para a Inglaterra viraliza após reação apática dos jogadores
Reprodução/x

Fonte: G1 Entretenimento

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Emmy 2026: Rob Reiner recebe indicação póstuma por papel em ‘The Bear’


Rob Reiner é indicado postumamente por papel em ‘The Bear’
Reprodução
O cineasta e ator Rob Reiner, morto em 2025, foi indicado postumamente ao Emmy por sua participação na quarta temporada da série “The Bear”. As indicações foram divulgadas nesta quarta (8).
Reiner foi indicado na categoria de melhor ator convidado em série de comédia. Esta é a primeira indicação do cineasta por um trabalho de atuação desde 1978, ano em que levou o prêmio de melhor ator coadjuvante pelo clássico “All in the Family”.
Depois disso, ele ficou conhecido como diretor de clássicos do cinema, como “Isto é Spinal Tap” (1984), “Conta Comigo” (1986), “A Princesa Prometida” (1987), “Harry e Sally – Feitos um para o Outro” (1989) e “Louca Obsessão” (1990).
Relembre o caso
Investigação conclui que filho do cineasta Rob Reiner matou os pais
Rob Reiner e sua esposa Michele Singer foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, no dia 14 de dezembro de 2025. A polícia de Los Angeles concluiu, mais tarde, que Nick Reiner matou seus pais. Aos 32 anos, ele era o filho do meio do casal.
O réu responde por duas acusações de homicídio com agravantes e se declarou inocente. Caso seja condenado, a sentença pode variar entre pena de morte e prisão perpétua sem possibilidade de condicional.
Segundo a imprensa americana, há relatos de que Nick foi diagnosticado com esquizofrenia e estava em tratamento psiquiátrico na época do assassinato de seus pais.

Fonte: G1 Entretenimento

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Emmy 2026: Veja lista de indicados


Estatuetas do Emmy
Chris Pizzello/Invision/AP, Arquivo
O Emmy 2026, principal premiação da televisão americana, anuncia seus indicados nesta quarta-feira (8).
Os programas e séries precisam ser exibidos entre 1ª de junho de 2025 e 31 de maio de 2026 para poderem concorrer a esta edição.
A cerimônia acontece em 14 de setembro, em Los Angeles, com apresentação da atriz Mariska Hargitay, de “Law & Order: Special Victims Unit”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pianista Antonio Adolfo carrega jazz, suingue e brasilidade no refinado cesto autoral do álbum ‘Balaios’


Antonio Adolfo lança em 17 de julho o álbum ‘Balaios’, com gravações inéditas de nove temas autorais lançados entre 1965 e 2018
Alexandre Moreira / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Balaios
Artista: Antonio Adolfo
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Aos 79 anos, o pianista e compositor carioca Antonio Adolfo tem mantido a média de um álbum por ano, geralmente lançando discos conceituais.
Embalado pela excelente receptividade do álbum anterior “Carnaval – The songs were so beautiful” (2025), no qual redesenhou as harmonias de sambas, marchas e frevos de espírito folião, Adolfo apresenta em 17 de julho “Balaios”, álbum mais variado em que revisita nove temas do cancioneiro autoral que compõe desde a década de 1960. São temas lançados entre 1965 e 2018.
O título “Balaios” se refere aos cestos construídos de forma artesanal – com fibras naturais como cipó e palha – e carregados na cabeça pelo povo brasileiro com alimentos e diversas mercadorias.
Sob prisma filosófico, os cestos carregam ancestralidade e resiliência – e é nesse sentido que Adolfo acomoda em “Balaios” o suingue e a alma do jazz entre sambas, baiões, valsas, baladas e sambas-funk. O jazz é o filtro pelo qual o compositor passa a obra autoral carregada de brasilidade ao longo das nove faixas do álbum.
Em “Balaios”, Antonio Adolfo (piano, arranjos e direção musical) é o líder de noneto formado pelo instrumentista com os músicos André Dantas (percussão), Danilo Sinna (sax alto), Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn), Jorge Helder (baixo), Lula Galvão (violão e guitarra), Marcelo Martins (sax tenor e flauta), Rafael Barata (bateria e percussão) e Rafael Rocha (trombone).
Afinado e entrosado, até porque os músicos já são recorrentes na discografia de Antonio Adolfo, o grupo já mostra a que veio em “3D blues” (1965), tema que abre o álbum “Balaios” com vibrante mix de swing e samba-jazz com toque de baião.
Cinco das nove músicas reunidas por Antonio Adolfo em “Balaios” são assinadas somente pelo compositor. Contudo, ainda que “Balaios” seja disco inteiramente instrumental, as outras quatro trazem também a assinatura de Tibério Gaspar (11 de setembro de 1943 – 15 de fevereiro de 2017), fundamental parceiro letrista de Adolfo, sobretudo no período que foi de 1967 a 1970.
É o caso de “Claudia”, tema da trilha sonora do filme “Ascensão e queda de um paquera” (1970), reapresentado no álbum “Balaios” com refinada leveza em gravação que evidencia a forte influência da bossa nova na música de Adolfo, com direito ao toque da guitarra do músico californiano Thomas Rotella. É também o caso de “Vision / Visão” (1968), música apresentada em gravações quase simultâneas dos cantores Agostinho dos Santos (1932 – 1973) e Taiguara (1945 – 1996).
Tema da lavra solitária de Adolfo, “San Expedito / Santo Expedito” (1995) traz o sopro sobressalente do sax tenor de Marcelo Martins em gravação que reitera a fusão de jazz e suingue brasileiro que pauta o álbum “Balaios”.
Música que carrega o nome do álbum no título, “Sambalaio” (1989) mixa samba e samba-funk em gravação embalada por sopros e percussão dentro do escaninho amplo do jazz latino.
Esse rótulo também abrange a releitura de “Até que venha o amor” (1980) – reapresentada com o titulo em inglês “Love will come” porque o álbum “Balaios” também mira o público e o mercado norte-americanos, habitualmente mais receptivos ao som de Antonio Adolfo – em gravação em que o pianista ambienta as quadrilhas nordestinas na atmosfera do jazz.
Última parceria de Adolfo com Tibério Gaspar, a valsa-jazz “Meu canto / My chant” (2018) põe “Balaios” em tom momentaneamente mais sereno em registro feito com a adesão do saxofonista Leo Gandelman.
Parceria de Adolfo com o mesmo Tibério Gaspar que se tornou finalista do II Festival Internacional da Canção (FIC) em 1967, “Caminhada” virou “Journey to the interior” em gravação que reitera a habilidade de Antonio Adolfo para estilizar o baião com as harmonias do jazz.
Com título onomatopaico criado para evocar o som do baixo e da bateria no samba-funk, o tema “Zah toom toom” (1978) encerra o álbum com o groove do gênero carioca em gravação caracterizada por Adolfo como pop samba-jazz. E tudo isso – o samba, o jazz, o swing, o suingue, o baião, o samba-funk – é acomodado com naturalidade pelo pianista no cesto de “Balaios”, título coerente com a caminhada de Antônio Adolfo em quase 80 anos de vida regida pela música.
Capa do álbum ‘Balaios’, de Antonio Adolfo
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Fernanda Torres comenta polêmica com Karla Sofía Gascón no Oscar: ‘Cancelamento na certa’


Fernanda Torres no tapete vermelho do Oscar 2025, em Los Angeles (EUA)
Richard Shotwell/Invision/AP
Fernanda Torres relembrou a polêmica envolvendo a atriz espanhola Karla Sofía Gascón durante a campanha de “Ainda Estou Aqui” ao Oscar de 2025.
Em entrevista ao Conversa com Bial, exibida na última terça-feira (7), a atriz recordou a acusação feita pela protagonista de Emilia Pérez de que haveria uma equipe trabalhando contra ela.
“Seis a oito meses de campanha pelo Oscar, sem ir para casa. Quando a gente chegou na campanha, a gente não era ninguém, era um azarão. Teve de tudo. No dia seguinte ao Globo de Ouro, Los Angeles pegou fogo. Tive que sair fugida”, contou.
Na sequência, a atriz relembrou o episódio envolvendo Karla Sofía Gascón e disse que foi surpreendida pelas acusações enquanto tentava descansar após a maratona de compromissos. (vídeo da entrevista aqui)
“Entrei num quarto de hotel, num lugar lindo para descansar, eu ‘lia infinita’ [o feed infinito das redes]. Entra a atriz de Emilia Pérez dizendo que eu tinha uma equipe trabalhando contra ela. Aí eu tive outro [imita uma pessoa passando mal]. Hoje em dia está assim. Hoje em dia, dar entrevista é um perigo, é cancelamento certo”, afirmou.
A declaração faz referência à polêmica que marcou a reta final da campanha do Oscar, quando Karla Sofía Gascón sugeriu, em entrevista, que pessoas ligadas à equipe de Fernanda Torres estariam promovendo ataques contra ela nas redes sociais.
A fala repercutiu internacionalmente e acabou aumentando a tensão entre as campanhas dos dois filmes. Relembre a cronologia dos fatos abaixo.
Oscar de 2025
Karla Sofía Gascón vive a personagem-título de ‘Emilia Perez’
Divulgação
No Oscar de 2025, “Emilia Pérez” concorreu com o brasileiro “Ainda Estou Aqui”, uma produção original do Globoplay, nas categorias de Melhor Filme e Filme Internacional.
Karla Gascón estava na disputa com Fernanda Torres pela estatueta de Melhor Atriz, e o antagonismo das duas na premiação foi o estopim da controvérsia sobre a artista espanhola.
Veja a linha do tempo do escândalo envolvendo Karla Sofía Gascón; abaixo, entenda detalhes de cada capítulo da história.
‘Emilia Pérez’, ame ou odeie: como rival de ‘Ainda Estou Aqui’ no Oscar foi de queridinho da crítica a filme mais zoado do ano
21 de janeiro: Karla pede ajuda a Fernanda Torres para conter ódio de brasileiros;
24 de janeiro: Fernanda elogia a colega e pede fim da rivalidade nas redes sociais;
28 de janeiro: Jornal publica entrevista em que Karla diz que “pessoas no ambiente de Fernanda Torres” falam mal de seu trabalho e do filme “Emilia Pérez”;
30 de janeiro: Karla pede desculpa pelas acusações e, no mesmo dia, têm posts antigos com mensagens racistas e xenofóbicas expostos em rede sociai;
31 de janeiro: Karla se desculpa novamente e a imprensa especializada diz que caso pode prejudicar “Emilia Pérez” no Oscar.
21 de janeiro: Karla pede ajuda
Karla Sofía Gascón comenta ataques nas redes e pede ajuda a Fernanda Torres
Desde antes do anúncio dos indicados ao Oscar, no dia 23 de janeiro, “Emilia Pérez” e sua protagonista já eram encarados como os grandes rivais de “Ainda estou aqui” e Fernanda Torres na premiação.
Por isso, muitos brasileiros destinaram um número descabido de ódio à produção e à atriz – que viu suas redes sociais invadidas por ataques de fãs de Fernanda. Em entrevista ao g1 no dia 21, durante sua passagem pelo Brasil para promover o filme, Karla pediu ajuda com bom humor:
“Fernanda, por favor, um abraço. Te amo muito. Me ajuda com essa galera.”
24 de janeiro: Fernanda elogia Karla
Fernanda Torres elogia Karla Sofía Gascón, após atriz pedir ajuda para lidar com haters
Em vídeo publicado no Instagram, Fernanda Torres exaltou a colega e relembrou como conheceu Karla em uma festa em Hollywood “com a maior concentração de atores incríveis que já tinha visto”.
Segundo Fernanda, foi a espanhola quem a ajudou na festa e a apresentou aos colegas. “Foi de um carinho, de uma solidariedade”. No post, ela pediu que os brasileiros não levem a disputa entre as duas para a vida fora da premiação:
“‘Não vamos tratar ninguém mal e criar uma coisa que é um contra o outro, pelo amor de Deus. Eu sou para sempre grata a Sofía Gascón. Ela está maravilhosa em ‘Emilia Pérez’.”
28 de janeiro: Karla faz acusações
Durante a passagem pelo Brasil, antes do anúncio dos indicados ao Oscar, Karla Gascón acusou “pessoas que trabalham no ambiente de Fernanda Torres” de falar mal de seu trabalho e de “Emilia Pérez”.
As declarações ganharam repercussão na última terça-feira (28), por causa de uma entrevista publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”. “O que eu não gosto é que exista uma equipe de redes sociais que trabalha ao redor de todas essas pessoas tentando diminuir o trabalho de outras pessoas, como o meu, ou o do filme, porque isso não leva a lugar nenhum”, afirmou ela.
“Há muitas pessoas que trabalham no ambiente de Fernanda Torres que falam mal de mim e de ‘Emilia Pérez’.”
Usuários de redes sociais passaram a reclamar que as acusações de Karla poderiam infringir as regras de campanha da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood para o Oscar. O regulamento de 2025 estabeleceu que “Membros da Academia, empresas cinematográficas ou indivíduos diretamente associados a um filme elegível” não podem “compartilhar informações enganosas ou falsas sobre um filme, performance ou conquista”.
De acordo com a revista americana “Rolling Stone”, no entanto, uma fonte não identificada afirmou que a Academia não viu as declarações da espanhola como um desrespeito às regras.
30 de janeiro: Karla se desculpa
Fernanda Torres e Karla Sofía Gascón
Fantástico/ Reprodução
Em uma entrevista à revista “Variety” publicada nesta quinta (30), Karla voltou atrás nas acusações, e se retratou. “Sou uma grande fã de Fernanda Torres e foi maravilhoso conhecê-la nos últimos meses. Em meus comentários recentes, eu estava me referindo à toxicidade e ao discurso de ódio violento nas mídias sociais, que infelizmente continuo a vivenciar”, disse.
“Fernanda tem sido uma aliada maravilhosa, e ninguém diretamente ligado a ela foi nada além de solidário e extremamente generoso.”
30 de janeiro: Posts antigos viralizam
No mesmo dia do pedido de desculpas, posts antigos da atriz de “Emilia Pérez” começaram a viralizar no X (antigo Twitter). Resgatadas pela jornalista canadense Sarah Hagi, as publicações de 2020 e 2021 têm teor racista e xenofóbico. Elas falam sobre islamismo, o caso George Floyd e a inclusão no Oscar.
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“Sinto muito, é apenas minha impressão ou há mais muçulmanos na Espanha? Cada vez que vou buscar minha filha na escola, há mais mulheres com os cabelos cobertos e as saias até os calcanhares. No próximo ano, em vez de inglês, teremos que ensinar árabe”, escreveu a atriz em um post de novembro de 2020.
Ao mencionar George Floyd, um homem negro morto por um policial branco com joelhos em seu pescoço, em 2020, Karla escreveu: “Eu realmente acho que muito poucas pessoas se importaram com George Floyd, um bandido viciado em drogas, mas sua morte serviu para demonstrar mais uma vez que há pessoas que ainda consideram os negros como macacos sem direitos e consideram os policiais como assassinos.”
Em 2021, a atriz criticou a premiação do Oscar. “Cada vez mais o Oscar parece uma cerimônia de filmes independentes e de protesto, não sabia se estava assistindo a um festival afro-coreano, a uma manifestação do Black Lives Matter [movimento antirracista] ou ao 8M [movimento feminista].”
31 de janeiro: Karla se desculpa (de novo)
Nesta sexta (31), a atriz divulgou um comunicado, pedindo desculpas pelas mensagens antigas reveladas nos últimos dias. “Quero reconhecer a conversa em torno de minhas postagens anteriores nas redes sociais que causaram dor.”
“Como alguém de uma comunidade marginalizada, conheço muito bem esse sofrimento e lamento profundamente aos que causei dor. Toda a minha vida eu tenho lutado por um mundo melhor. Acredito que a luz sempre triunfará sobre as trevas.”
Karla deletou sua conta no X, enquanto, na imprensa especializada em cinema, ganha força a tese de que o escândalo pode se tornar um obstáculo para “Emilia Pérez” no Oscar.
“Poucas horas atrás, “Emilia Pérez” era um favorito ao Oscar, com 13 indicações e o apoio do maior serviço de streaming do mundo. Agora, é um alerta sobre os perigos de construir uma narrativa calorosa e confusa em torno de uma realidade que é muito mais complicada”, diz a revista “Variety” em um texto publicado nesta quinta.
O artigo faz um contraponto entre o comportamento de Karla Gascón na vida real e a trama de redenção moral exposta no filme. Para a “Variety”, o caso “põe em risco não apenas a própria campanha de Gascón, mas a do filme que leva o nome de sua personagem e, portanto, é inseparável dela”.
Assista ao trailer do filme “Emilia Perez”

Fonte: G1 Entretenimento

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Gustavo Mioto diz não confiar em rankings e avalia avanço do funk: ‘O que me interessa é a frente do palco’


Gustavo Mioto fala sobre carreira internacional e mesmice da música sertaneja
Há cerca de um ano e meio, Gustavo Mioto esteve no g1 Ouviu e falou sobre a “atual mesmice na música sertaneja”. Na época, o cantor afirmou que o gênero musical não estava caminhando em questão de qualidade.
Meses após o comentário do artista, o sertanejo foi perdendo a dominância das primeiras posições do ranking de músicas mais ouvidas no Spotify. Desde o final de 2025, o gênero predominante no Top 10 é o funk.
Na última semana, Gustavo voltou a falar com o g1 e, questionado sobre a possibilidade de essa mudança no ranking ter relação com a tal mesmice do sertanejo, ele não poupou críticas novamente.
“Eu acho que domínio de ranking é domínio de números. E a gente tem várias possibilidades de como esse domínio pode ser conquistado. Né? Vamos lá”, afirma Gustavo.
“Eu não tenho me interessado mais pelos rankings, porque na frente do palco a gente vê o que é domínio. E os artistas que eu vejo dominando a frente do palco, às vezes não estão dominando os rankings.”
“Para mim, o que me interessa é o quanto de gente tem na frente do palco e o quanto eles estão cantando a música inteira, e não só aquele pedaço dos 15 segundos.”
Mioto ainda afirmou que esse domínio nas plataformas é subjetivo e que não confia nos números. Mas acredita, sim, que a mesmice possa ser um fator contribuinte, já que “você ouve 10 projetos sertanejos atuais, e ouve a mesma coisa nos 10.”
“Eu continuo com a mesma opinião. A gente vive uma mesmice, vive ainda andando de ré dentro do sertanejo. Em 1992, 1995, o Zezé era mais moderno do que a gente é hoje.”
“Temos talvez o gênero mais ouvido e popular do Brasil, e estamos deixando isso ser carne de vaca.”
Show de Gustavo Mioto continuou com chuvarada na Festa do Peão de Americana 2026
Thomaz Marostegan
Carreira internacional é fuga do sertanejo?
Na tentativa de mostrar que existem outras maneiras de trazer novidades para o mercado sertanejo, Mioto está investindo em sua carreira internacional.
Em abril, o cantor lançou a música “Last Goodbye”. E, nesta quarta-feira (8), chega com a “Drunk Side”, que será a música tema da Festa do Peão de Barretos de 2026.
“Eu fico ansioso para ver o que novas pessoas fazem. E quando vejo novas pessoas chegando, geralmente são as mesmas coisas. Acho que existem maneiras de fazer e estou muito ansioso para alguém chegar e fazer diferente. Então, antes de esperar, eu preciso tentar pelo menos mostrar como é que eu faria”, afirma o artista após negar que a aposta na música country seja uma fuga do sertanejo.
O álbum completo ainda não tem data exata para ser lançado. A ideia, é que saia ainda em 2026. Mas Mioto já comemora e diz que receptividade do projeto “foi melhor do que o esperado”.
“Pra ser bem sincero, eu esperava muito pouco, porque a gente sabe que é um brasileiro cantando em outra língua, um sertanejo cantando em inglês. São várias variáveis que impedem de isso andar. Então eu achei que foi muito bem”, diz.
“A gente teve várias críticas americanas positivas. Descobri que um dos críticos do country mais respeitados por lá [Robert K. Oermann, da MusicRow Magazine] elogiou a ‘Last Goodbye’. Falou que vê sinceridade, autenticidade. Então, só por ter recebido esse primeiro feedback, já é um grande sucesso.”
“Quando eu comecei, nem no Brasil eu tive o feedback positivo na minha primeira música”, compara o artista, que iniciou a carreira em 2012 e estourou nacionalmente somente quatro anos depois, com a faixa “Impressionando anjos”.
“Drunk Side” em Barretos
Show de Gustavo Mioto na 5ª noite da Festa do Peão de Americana 2026
Thomaz Marostegan
Gustavo Mioto passou o início do ano em Nashville, nos Estados Unidos, trabalhando nas composições e produções deste primeiro álbum country. Foi lá que nasceu “Drunk Side”.
O artista, que já compôs muitas músicas inspiradas em seus relacionamentos, conta que a inspiração para a nova faixa surgiu com base na vida que ele estava levando na cidade americana, conhecida com o berço do country.
“A gente tava aproveitando muito, conseguimos viver muito a cidade, ir nos bares e tal. E aí, quando a gente chegou para compor lá, o Paul Bailey, que é o outro compositor da música, estava falando sobre as vezes que ele já bebeu e o quanto ele queria vir para o Brasil para conhecer as festas brasileiras que ele ainda não conhece e tal.”
“E aí, alguém soltou na roda: ‘aí você vai conhecer o meu pior lado’.”
Neste momento, Mioto teve a ideia de falar sobre o lado perigoso da pessoa ser o “lado bêbado”.
A música não foi criada pensando em ser trilha da Festa do Peão de Barretos, mas quando ele e seu pai, o empresário Marcos Mioto, levaram a ideia para o evento, ela foi apoiada na mesma hora. O cantor gravou o clipe para a faixa na arena do Parque do Peão.
E, ao falar sobre o rodeio, Gustavo afirma que, mesmo após as constantes mudanças nos gêneros musicais da programação, o fato de um artista se apresentar no evento segue sendo um marco na carreira dos artistas e tem a mesma importância do passado.
Para se ter uma ideia, neste ano, o samba e o pagode bateram recorde de participações do gênero no line-up dos últimos 10 anos do evento. Belo, Alexandre Pires e Pixote são alguns dos representantes.
“A essência de Barretos continua a mesma, continua sendo o maior rodeio da América Latina, um dos maiores do mundo.”
“Um reclamar do outro de estar no evento só enfraquece os festivais. Se você não quiser um festival, você tem que entender as limitações que isso pode trazer. Barretos já passou disso. Barretos é mundo e tem total liberdade de fazer isso. Não perde nada, só tem a somar.”
Ao ser questionado sobre o caminho inverso – de festivais de outros gêneros incluírem o sertanejo na programação –, Mioto se mostra a favor.
“Já falei sobre isso e tomei uma paulada na internet. Mas acho que, do mesmo jeito que alguns artistas de outros gêneros amam tocar nos rodeios ou eventos sertanejos, a gente também gostaria de tocar no inverso.”
“Eu, pelo menos, não tenho problema nem preconceito nenhum com isso. Acharia super massa essa mistura. Mas a gente deixa com os realizadores pensarem.”
E será que a fase country pode fazer Mioto ingressar em festivais que ainda não abriram a porta para o sertanejo?
“Sinceramente não sei, porque a gente não tem precedentes. Então vai ser uma coisa nova. Se acontecer, eu vou achar incrível, a minha intenção sempre foi fazer o sertanejo ser maior e sempre o sertanejo mais longe.”
“Se não acontecer, a gente já sabe que não adianta. E que é só a não vontade de ter o sertanejo lá dentro.”
Gustavo Mioto na Festa do Peão de Americana
Thomaz Marostegan/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Covers de Michael Jackson celebram agenda cheia após sucesso do filme: ‘Fiz até despedida de solteiro’


Covers de Michael Jackson celebram agenda cheia após sucesso do filme
“Michael”, filme que conta parte da carreira do Rei do Pop, foi um sucesso absoluto nos cinemas do mundo e se tornou a cinebiografia musical com a maior bilheteria de todos os tempos. E esse sucesso de público impactou quem “vive de Michael”.
Os covers do artista no Brasil também conseguiram lucrar com o sucesso do longa e aumentaram seus faturamentos.
Foi o caso de Gleidson Rodrigues – ou Gleidson Jackson –, que interpreta o cantor há mais de 25 anos. Ele explica ao g1 que só no intervalo entre maio e julho, sua agenda teve um crescimento vertiginoso. Nesse intervalo em 2024, ele fez cerca de 12 apresentações. Em 2025, foram mais de 50.
“O fluxo de contratações aumentou uns 300% quando entrou o filme. A grande dificuldade para a gente é que esse boom faz com que a gente tenha oferta de fazer shows todos os dias, mas isso seria uma irresponsabilidade”, comenta.
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O problema, segundo ele, é a falta de condições físicas e logística para fazer tanto show.
Morador de Fortaleza, no Ceará, ele conta que a maioria dos convites vem da região Norte e Nordeste e viajar o Brasil cantando e dançando precisa de um planejamento, ainda mais para quem trabalha de forma 100% independente. Ele, que também é costureiro, produz a própria roupa.
Gleidson, cover de Michael Jackson
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É o próprio Gleidson, inclusive, quem negocia boa parte das suas apresentações. Depois do filme, a variedade dos convites também cresceu. Um dos shows foi feito numa despedida de solteiro.
“Teve uma contratação que não entendi bem a festa e fiquei com vergonha de perguntar ao cliente. O ‘homenageado’ era muito fã do Michael Jackson e tinha a Madonna também. Por sinal, até conheço, uma grande amiga, a Verônica Pires [que faz a Madonna].”
“Tinha outras coisas que não posso entrar em detalhes, mas você entendeu: despedida de solteiro. Já dá para imaginar.”
Sucesso garantido
Rodrigo Teaser é um dos maiores imitadores de Michael Jackson no mundo. Em junho, mês da morte de Michael, ele tem uma temporada de shows marcada em São Paulo, em geral, com três datas.
Por conta do sucesso do filme, ele duplicou o número de apresentações.
“Assim que a produção lançou [as datas], esgotaram todos os shows de junho. É um efeito que tem acontecido no Brasil afora e até fora do Brasil também. Tivemos tantas datas extras aqui que muitos shows lá fora, de contratantes que entraram em contato, eu não pude nem assumir”, explica.
Rodrigo Teaser na pele do rei do pop, Michael Jackson
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Os shows de Rodrigo e Gleidson são focados na fase áurea de Michael, que é retratada no filme dirigido por Antoine Fuqua.
Eles explicam que, por conta do sucesso do filme, adaptaram suas apresentações para contemplar as canções que estão no longa.
“Todo mundo queria a era ‘Bad’, porque o Michael estava cantando ‘Bad’ no filme. O repertório teve que ser reinventado”, explica Gleidson.
Os covers explicam também que perceberam um público mais curioso nos shows.
Michael Jackson
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Se antes quem frequentava esse tipo de espetáculo eram os fãs engajados de Michael Jackson, agora crianças e pais que não viveram o auge do Rei do Pop gostariam de ter alguma ideia de como era uma apresentação na vida real.
“O Michael é um artista que sempre cativou o público infantil, e agora com o filme percebo um aumento, tem ido muito mais crianças e adolescentes. O público do tributo está se expandindo”, conta Teaser.
“Críticas” ao filme
‘Michael’, cinebiografia do rei do pop, emociona com música, mas não explora o personagem
Com relação à opinião sobre “Michael”, os dois covers têm visões distintas. Ambos concordam que o filme foi bem em apresentar um cantor além das polêmicas, mas discordam sobre a qualidade do longa.
“Eu gosto muito do filme, acho muito bacana como o longa coloca o Michael no lugar de celebração. Mas eu acho que o longa, por seguir uma fórmula que é a que a gente vive hoje, é superficial. Acho que a produção perde uma oportunidade de, de repente, mostrar certos traumas que ele viveu e que justificariam o adulto incompreendido que ele se tornou”, diz Rodrigo Teaser.
“A gente que vive há 25 anos a história dele sabe quando o termômetro diz ‘ih, não foi legal’ e quando vai ser estrondoso. Sabíamos que ia ser um sucesso. Acho que vai concorrer ao Oscar no ano que vem. Não sei se vai dar tempo, mas acredito que vai concorrer em alguma categoria”, comenta Gleidson.
Rodrigo Teaser e Gleidson Rodrigues
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘La Cuarta Estrella’: música que embala Argentina na Copa cita trauma de Maradona e Malvinas


Jogadores comemoram vitória da argentina com música que embala torcida
Reuters e Reprodução/Instagram
A Argentina conquistou uma vitória emocionante por 3 a 2 contra o Egito nesta terça-feira (7), se classificando para as quartas de final da Copa do Mundo 2026.
No vestiário, os jogadores argentinos comemoram com uma canção que vem embalando os torcedores nas arquibancadas.
Trata-se de “La Cuarta Estrella”, música que usa a melodia de um clássico da cumbia local: “No Me Arrepiento de Este Amor”, da cantora Gilda.
O videoclipe oficial do hit argentino da Copa acumula cerca de três milhões de visualizações no YouTube (veja letra completa no final deste texto).
A letra fala da trajetória da seleção sulamericana ao longo das Copas e de como os jogadores farão de tudo para vencer o quarto título para Lionel Messi.
Ao jornal “La Nación”, o influenciador digital e autor da letra, Pablo Quintana, explicou que escolheu a melodia da canção de Gilda pois, por se tratar de um sucesso local, geraria uma identificação instantânea.
“Tentei representar o sentimento popular da Argentina, dos torcedores, das famílias e, principalmente, das crianças, porque elas são o público mais entusiasmado, as que mais cantam.”
A música foi feita antes do Mundial e o compositor diz que conseguiu autorizações com a família de Gilda e sua gravadora, Leader.
Acompanhando a Copa nos EUA, Quintana encontrou por lá Ignacio Ovando, zagueiro que acompanhou a Argentina nos amistosos de preparação para o mundial e confirmou que a música já era destaque no vestiário mesmo antes do início da competição.
“Quando nos encontramos, ele [Ignacio] me disse: ‘Sua música é fantástica, cantávamos todos os dias'”, explicou.
Referências da letra
Pablo Quintana, autor de ‘La Cuarta Estrella’
Reprodução/Instagram
A canção começa falando do amor pela seleção e relembrando o terceiro título da Copa do Mundo conquistado pela Argentina em 2022, no Catar, com Messi como destaque.
Na sequência, a composição volta 32 anos na história para relembrar a Copa de 1994, também disputada nos EUA.
Naquele ano, o camisa 10 Diego Maradona foi suspenso da competição – que terminaria com a Argentina eliminada e o Brasil campeão.
“E 32 anos depois, ‘La Scaloneta’ se vingará. A taça que foi roubada do número dez. Aquela que eles não nos deixaram levantar”
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Por fim, a música fala sobre orgulho de ser argentino e de que o título será para as Ilhas Malvinas (em eterna disputa com os ingleses), para Diego [Maradona] e para a última Copa de Leo [Messi].
“Argentina, quero ver vocês se tornarem bicampeões”, termina a letra, fazendo referência à possibilidade de dois títulos em sequência.
A canção do tri
Em 2022, o hit do terceiro título argentino foi “Muchachos”. Febre que embalou também a festa do título, “Muchachos” tem como compositor Fernando Romero
A letra provoca o Brasil por causa da Copa América de 2021, mas lembra as próprias derrotas no futebol e até na Guerra das Malvinas. O amor a Maradona é tanto que se estende aos pais, Dom Diego e Tota.
A música original é da banda La Mosca Tsé-Tsé. Ela foi lançada em 2003 com o título “Muchachos, esta noche me emborracho”.
Veja a letra completa de “La Cuarta Estrella”:
Sou torcedor da seleção
Eu apoio com todo o coração
Ganhamos a terceira com Lionel
Queremos ser campeões novamente
E 32 anos depois
La Scaloneta se vingará
A taça que foi roubada do número 10
Aquela que eles não nos deixaram levantar
Quero ver a quarta estrela
Para brilhar na camisa
Sou argentino do berço ao túmulo
Para as Ilhas Malvinas
Para Diego
Para o último de Leo
Argentina, quero ver vocês se tornarem bicampeões

Fonte: G1 Entretenimento