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Michael Douglas revela em livro romance secreto com atriz de ‘Instinto Selvagem’

Michael Douglas revela em livro romance secreto com atriz de ‘Instinto Selvagem’
Divulgação/Reprodução
O ator Michael Douglas revelou que teve um romance secreto durante as filmagens de “Instinto Selvagem” (1992). Em seu novo livro de memórias, “One Helluva Ride”, ele detalha o romance com Jeanne Tripplehorn durante as filmagens do thriller erótico.
Na época, Michael era oficialmente casado com Diandra Luker, mas já estavam separados. Segundo a revista “People”, que teve acesso ao livro, o ator explica que muitos presumiam que havia um romance entre ele e a colega de elenco Sharon Stone.
“Eles estavam tão focados em um possível relacionamento entre Sharon e eu, que não perceberam o relacionamento real que estava acontecendo entre mim e Jeanne”, escreveu Douglas no livro, explicando como os dois atores “se esforçaram muito para esconder [o relacionamento] do elenco e da equipe”.
Michael Douglas e Jeanne Tripplehorn em Instinto Selvagem
Reprodução
Durante as filmagens em São Francisco, continua o ator, ele e Tripplehorn, de 63 anos, “passaram muitas horas juntos, conversando, realmente se conhecendo, curtindo a companhia um do outro longe do set de filmagem e de tudo o mais no mundo”.
Douglas afirmou ainda que não teve “muito contato com Jeanne” após o fim das gravações, mas, ao escrever a autobiografia, entrou em contato com Tripplehorn para incluir detalhes sobre o relacionamento dos dois.
“Já faz muito tempo, mas liguei para ela e pedi sua permissão”, disse Douglas. “E ela disse que sim”. Tripplehorn é casada com o ator Leland Orser desde 2000.
No livro, Douglas relembra que Tripplehorn “não estava disposta a se envolver” com alguém ainda casado, “mas eu a assegurei de que Diandra e eu havíamos nos separado formalmente… ambos estávamos nos envolvendo com outras pessoas, vivendo vidas separadas, e sabíamos que o casamento havia acabado”.
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“Meu relacionamento com Jeanne durou até o fim da produção e depois seguimos caminhos diferentes. Mas sempre me lembrarei dela como uma atriz incrível e uma mulher verdadeiramente fantástica com quem tive a sorte de conviver.”
Em “Instinto Selvagem”, Michael Douglas interpreta o detetive Nick Curran, enquanto Sharon Stone vive Catherine Tramell, principal suspeita de um assassinato. Jeanne Tripplehorn faz o papel de Beth Garner, psicóloga da polícia e interesse amoroso de Curran.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira e Piqué vão à Justiça por regime de visitas dos filhos

Shakira lança música com supostas indiretas para Piqué
Reprodução
Shakira e Gerard Piqué compareceram nesta terça-feira (6) a um tribunal de Barcelona, na Espanha, para discutir o regime de visitas dos dois filhos que tiveram durante o relacionamento. A informação foi divulgada pela equipe jurídica da cantora.
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Segundo os representantes da artista, Shakira pediu uma redução nas viagens transatlânticas de curta duração feitas pelas crianças entre Miami, onde vivem com ela, e Barcelona, onde mora Piqué. O objetivo, de acordo com o comunicado, é preservar o bem-estar emocional, físico e acadêmico dos filhos.
A proposta é que, nos períodos de férias mais curtos, Piqué viaje até Miami para ficar com as crianças, em vez de os filhos precisarem se deslocar até a Espanha. A defesa da cantora afirma que a mudança permitiria que eles mantivessem por mais tempo a rotina escolar, social e familiar.
A equipe jurídica de Shakira ressaltou, no entanto, que o pedido não busca reduzir o tempo de convivência das crianças com o pai.
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Shakira e Piqué assumiram publicamente o relacionamento em 2011. Os dois tiveram dois filhos: Milan, nascido em 2013, e Sasha, em 2015.
Depois de mais de dez anos juntos, período em que viveram principalmente em Barcelona, o casal anunciou a separação em junho de 2022. Meses depois, os dois chegaram a um acordo sobre a guarda das crianças.
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Na sequência, Shakira deixou Barcelona e se mudou para Miami com os filhos. Pelo acordo, Piqué tem direito a passar alguns dias por mês e períodos de férias com eles.
A cantora colombiana, de 49 anos, está atualmente em Madri, onde encerra sua turnê mundial. A série de apresentações na capital espanhola começou em 18 de setembro e terá 13 shows até 12 de outubro, depois que uma nova data foi anunciada na segunda-feira.
A turnê “Las Mujeres Ya No Lloran” começou em fevereiro de 2025 e leva o nome do álbum lançado pela artista em 2024. O disco inclui a música gravada com o produtor argentino Bizarrap em que Shakira faz referências à separação de Piqué.
*Com informações da AFP.

Fonte: G1 Entretenimento

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Naomi Campbell vence recurso contra proibição de atuar como curadora de instituição de caridade

Naomi Campbell.
Hollie Adams/Reuters
A supermodelo Naomi Campbell venceu nesta quinta-feira (01) seu recurso contra a proibição de atuar como curadora de instituição de caridade por cinco anos, com um tribunal de Londres decidindo que o uso indevido de recursos na instituição que ela fundou havia sido ocultado dela.
Campbell, um dos rostos mais conhecidos do mundo da moda, fundou a Fashion For Relief em 2005, com o objetivo de arrecadar fundos para causas humanitárias por meio da realização de desfiles de moda.
No entanto, a instituição foi retirada do registro da Comissão de Instituições de Caridade em 2024 e Campbell foi impedida de exercer a função de curadora logo em seguida, após denúncias de má gestão e conduta imprópria.
A Comissão de Instituições de Caridade constatou má gestão financeira generalizada, incluindo o uso de dinheiro arrecadado para boas causas em tratamentos de spa, cigarros e serviço de quarto quando Campbell se hospedava em um hotel cinco estrelas perto de Cannes, no sul da França, em maio de 2018.
Um advogado que atuava como curador da instituição de caridade também recebeu cerca de 290.000 libras (US$ 382.771) em pagamentos não autorizados, supostamente a título de honorários de consultoria.
Campbell, no entanto, afirmou que não tinha conhecimento de que os fundos da instituição de caridade estavam sendo gastos com suas despesas e que foi enganada por outro administrador sobre os pagamentos não autorizados.
Seu recurso foi deferido pelo Tribunal de Primeira Instância, que afirmou em sua decisão que houve “grave má conduta e má gestão” na Fashion for Relief, mas que os pagamentos não autorizados e o uso indevido de fundos foram ocultados de Campbell.
O tribunal também concluiu que Campbell “não foi responsável pelo uso inadequado dos recursos da instituição de caridade nem por qualquer despesa injustificada” durante sua estadia em hotel em 2018.
Campbell “compartilhou da responsabilidade final pelo fato de a instituição de caridade não ter mantido atas adequadas e apresentado suas contas dentro do prazo”, acrescentou o tribunal, mas decidiu que isso não significava que ela fosse inadequada para exercer a função de curadora da instituição.
Um porta-voz de Campbell e da Comissão de Instituições de Caridade não se pronunciou imediatamente.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Luzes e sombras da relação visceral de Aldir Blanc com a mulher Mari de Sá Freire é exposta em filme amoroso que abre o relicário afetivo do compositor

Mari de Sá Freire é a protagonista de ‘Fui olhar você dormir’, filme de Anna Azevedo em cartaz no Festival do Rio 2026
Divulgação / Festival do Rio
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: “Fui olhar você dormir”
Direção: Anna Azevedo
Roteiro: Anna Azevedo e Cláudio Uchôa
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Aldir Blanc é tema de dois documentários apresentados em primeira mão na programação do Festival do Rio 2026.
Um deles, “Aldir Blanc – Resposta ao tempo”, ratifica a transcendência da obra musical do compositor. O outro, “Fui olhar você dormir”, está focado na esfera íntima e pessoal de Aldir Blanc Mendes (2 de setembro de 1946 – 4 de maio de 2020) com a companheira de vida, Mari Lúcia de Sá Freire, com quem o artista viveu por quase 34 anos.
Ao longo de todo esse tempo, o compositor escreveu cerca de dois mil bilhetes para a mulher. É esse relicário afetivo que Mari abre diante das câmeras da cineasta Anna Azevedo, diretora do filme, roteirizado por Anna com Cláudio Uchôa.
A abertura desse escapulário faz espocar na tela uma relação visceral, pautada por amor profundo, dependência emocional, luzes e sombras. Filme que tem sessões no Festival do Rio até amanhã, 7 de outubro, “Fui olhar você dormir” é joia de sensibilidade por dissecar as entranhas da alma por vezes sombria de Aldir, desnudada pelo próprio bardo através dos bilhetes.
É especialmente reveladora no filme a passagem que revela o fato de Mari ter sido impelida a abreviar uma viagem por Canadá e Estados Unidos porque Aldir – o Pitoco, assim chamado na intimidade conjugal – adoecia de saudade da esposa, perdendo alguns quilos em poucos dias.
“Mari, já fiz tudo para disfarçar que estou só, deprimido etc. Eu me desencantei com sua viagem. Não vejo um filme inteiro e não avanço nem dez páginas em livro nenhum. Sinto sua falta. Quando falo com você no telefone, eu a encontro feliz, animada, e desligo ainda pior por conta da decepção comigo mesmo”, relatou Aldir. Tantos argumentos parecidos em telefonemas e no diário de viagem – escrito por Aldir na ausência da mulher – precipitaram a antecipação da volta de Mari ao Brasil.
O fato de encadear numerosas imagens da intimidade do casal e da família – desde sempre documentada em fitas VHS e celulares – confere legitimidade à narrativa e impede a produção da Butterfly Filmes de ficar maçante ao longo dos 72 minutos de duração. É como se as imagens fossem a trilha sonora dos bilhetes. Ou vice-versa.
“Ele era um ser muito sozinho. E ai tinha os mecanismos de defesa. Aí sai pra bebida… Ele não se achava bonito. Ele era o patinho feio”, perfila Mari, que em outra fala expõe o paradoxal poder de sedução do patinho feio. “Ele me pegou pelas orelhas, pelo cangote”, revela a esposa conquistada para sempre.
Se o alcoolismo muitas vezes nublou a relação de 34 anos até o vício ser enfrentado por Aldir, a presença dos netos na casa cheia foi outras vezes a luz que iluminou a vida do artista. Luz bem-vinda porque ideias destrutivas sempre rondavam a mente desassossegada do ourives do palavreado.
“A mulher que floriu meu caminho está me deixando, mesmo que não parta”, observou Aldir, certa vez, em um dos milhares de bilhetes, ao detectar um esfriamento da paixão.
Como a escrita é referendada pelas imagens que abrem a porta da casa do casal, o filme “Fui olhar você dormir” vai enredando o espectador na trama familiar. E, ao fim, enquanto Mari joga cinzas de Aldir Blanc no mar, ao som de versão em português de “Moonlight serenade” (Glenn Miller, e Mitchell Parish, 1939), escrita pelo próprio Aldir, fica a certeza de que, em essência e sobretudo, “Fui olhar você dormir” é filme que conta a história de um grande amor que, assim como a obra do bardo, também transcendeu a existência física de Aldir Blanc Mendes, o Pitoco.
Imagem do filme ‘Fui olhar você dormir’, atração do Festival do Rio 2026 que tem sessões hoje e amanhã, 6 e 7 de outubro
Divulgação / Festival do Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Muierada, grupo sertanejo que agrega três duplas femininas, faz feat com Ana Castela no primeiro álbum audiovisual

O grupo Muierada grava o primeiro álbum audiovisual em 15 de outubro, em show em ginásio da cidade de Londrina (PR)
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Após sete singles lançados entre fevereiro e agosto deste ano de 2026, o grupo sertanejo Muierada parte para a gravação do primeiro álbum audiovisual em show programado para 15 de outubro, no Ginásio de Esportes Professor Darcy Cortez, o Moringão, situado em Londrina, cidade do Paraná.
Ana Castela, CountryBeat e Filho do Piseiro formam o time de convidados do registro do show desse sexteto feminino criado em dezembro de 2025 com a reunião das duplas femininas Júlia & Rafaela, Julya & Maryana e Kamila & Kavic.
Surgido de forma espontânea, a partir do sucesso nas redes sociais de vídeos postados pelas artistas, Muierada vem se firmando no universo sertanejo ao longo de 2026. Além de apresentações pelo Brasil, o sexteto marcou presença na 71ª Festa do Peão de Barretos.
Na gravação do álbum ao vivo, a Muierada apresentará músicas inéditas entre as composições já conhecidas, casos de “Resenha da muierada” e “Tarô”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jheny Santucci anuncia separação de Arthur Aguiar após 3 meses e nega que dívidas tenham motivado decisão

Jheny Santucci anuncia separação de Arthur Aguiar nesta terça-feira (6).
Reprodução/Instagram/@jhenysantucci
A empresária e cabeleireira Jheny Santucci anunciou, na manhã desta terça-feira (6), o fim do casamento com o ator e ex-BBB Arthur Aguiar.
Os dois oficializaram a união em 18 de julho, menos de três meses atrás. Ela está grávida do segundo filho do casal.
Na noite de segunda-feira (5), Jheny chegou a comunicar o fim do relacionamento nas redes sociais, mas apagou a publicação pouco depois. O g1 procurou a assessoria da empresária para saber o motivo da exclusão e se havia alguma mudança na decisão, mas não teve retorno.
Nesta terça, Jheny voltou a falar sobre o término. Em uma publicação nas redes sociais, a criadora de conteúdo, de 26 anos, afirmou que os dois irão seguir “caminhos separados” e disse que não pretende expor detalhes sobre a decisão.
“O assunto pertence à nossa vida particular. A partir de agora, nossa relação será exclusivamente voltada aos nossos filhos e às responsabilidades que compartilhamos como pais”, escreveu.
Jheny Santucci anunciou a separação de Arthur Aguiar nas redes sociais nesta terça-feira (6).
Reprodução/Instagram/@jhenysantucci
Empresária nega que dívidas tenham motivado separação
Jheny também fez questão de negar que a separação tenha relação com notícias recentes sobre a situação financeira de Arthur Aguiar.
Recentemente, o g1 noticiou que Arthur Aguiar foi alvo de uma ação de despejo por uma dívida de cerca de R$ 166 mil relacionada ao aluguel de um apartamento em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo.
Agora no g1
Ao pedir respeito e privacidade, Jheny destacou que há crianças envolvidas na situação. “Peço apenas respeito e privacidade neste momento, principalmente por existirem crianças envolvidas”, disse.
Jheny e Arthur são pais de Gabriel, de 2 anos, e esperam o segundo filho juntos. Arthur Aguiar também é pai de Sophia, de 7 anos, fruto do relacionamento com a influenciadora Maíra Cardi. O ex-BBB ainda não se pronunciou publicamente sobre a separação.
Casamento no civil há menos de três meses
Jheny Santucci e Arthur Aguiar oficializaram a união em 18 de julho, em uma cerimônia no civil que reuniu familiares e amigos. Entre os convidados estavam os influenciadores Bia Tube e Eliezer.
Jheny Santucci e Arthur Aguiar oficializaram a união em casamento no civil, em julho deste ano.
Reprodução/Instagram/@jhenysantucci
Jheny Santucci e Arthur Aguiar durante cerimônia de casamento no civil, realizada em julho deste ano.
Reprodução/Instagram/@jhenysantucci
Nos dias que antecederam o casamento, a empresária compartilhou nas redes sociais registros dos preparativos. Em um dos vídeos, ao mostrar detalhes daquele momento, escreveu: “Deus continue protegendo meu casamento e cada detalhe desse momento tão especial”.
Em outra publicação, Jheny mostrou o vlog do dia em que escolheu o vestido que usaria na cerimônia.
Jheny Santucci escolhendo o vestido que usaria no casamento civil com Arthur Aguiar, realizado em julho deste ano.
Reprodução/Instagram/@jhenysantucci

Fonte: G1 Entretenimento

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Ex-participante do ‘American Idol’ é condenado à prisão perpétua pelo assassinato da esposa

Caleb Flynn, em foto registrada pela polícia do Condado de Miami, onde ele foi preso no dia 19 de fevreiro de 2026
Condado de Miami
Caleb Flynn, de 40 anos, foi condenado à prisão perpétua, sem a possibilidade de liberdade condicional, pelo assassinato da esposa Ashley Flynn, em Ohio, nos Estados Unidos.
No dia 16 de fevereiro, Ashley foi morta a tiros na cabeça enquanto estava deitada na cama da casa do casal em Tipp City. Ao proferir a sentença, a juíza Jeannine Pratt classificou Flynn como um risco “extremo” para a sociedade. Ele chegou a simular um assalto para alegar que invasores tivessem atirado na mulher.
Ex-participante do ‘American Idol’ é considerado culpado por matar a esposa e alterar a cena do crime
Durante a audiência, foram lidas cartas das filhas de Flynn. Elas questionaram o motivo de o pai ter assassinado a mãe e pediram que ele admitisse o crime. As meninas de 9 e 11 anos afirmaram ainda que nunca irão visitar o pai na prisão.
Agora no g1
Na audiência, Flynn leu uma declaração expressando amor por sua família, pedindo desculpas por “decisões” não especificadas que tomou e afirmando novamente que não matou sua esposa.
Flynn participou, em 2013, da 12ª temporada do “American Idol”. Ele apareceu nas audições exibidas pela televisão e recebeu o chamado “bilhete dourado”, que lhe garantiu uma vaga na etapa de Hollywood. No entanto, não chegou à competição principal.

Fonte: G1 Entretenimento

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Letras de Belchior no álbum ‘Alucinação’ refletem o Brasil de 1976 em filme que apresenta recorte do país há 50 anos

Belchior (1946 – 2017) é tema de documentário inspirado pelo repertório autoral do álbum ‘Alucinação’, lançado pelo artista em 1976
Divulgação / Festival do Rio 2026
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: “Alucinação”
Direção: Leo Caetano, Marcos Caetano e Renato Terra
Roteiro: Renato Terra
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Logo no começo do documentário “Alucinação”, em cartaz no Festival do Rio 2026 até hoje, terça-feira, 6 de outubro, Belchior afirma que palavras são como navalhas.
No filme dirigido por Leo Caetano, Marcos Caetano e Renato Terra, o verbo incisivo do artista nas 10 músicas autorais do repertório do álbum “Alucinação” – obra-prima da discografia do cantor, compositor e músico cearense, lançada em 1976, há 50 anos – é usado para moldar e apresentar um recorte do Brasil em 1976.
Roteirizado por Renato Terra, o filme “Alucinação” está longe de ser um documentário sobre a criação e gravação desse disco emblemático em que Antonio Carlos Belchior (26 de outubro de 1946 – 30 de abril de 2017) refletiu sobre o Brasil – e o então já desfeito sonho hippie – sempre sob a ótica angustiada e desiludida do migrante nordestino que saiu da terra natal em busca de um lugar ao sol em cidades grandes como Rio de Janeiro (RJ) e sobretudo São Paulo (SP).
A intenção dos diretores foi outra e bem diferente. O roteiro do filme “Alucinação” reproduz as 10 músicas do álbum homônimo, na ordem do LP editado pela gravadora Philips, enquanto expõe na tela imagens que traduzem e por vezes até ampliam o sentido das letras.
É como se o trio de diretores tivesse produzido e encadeado espécies de clipes das dez canções, exibidos em 2026 com imagens do Brasil repressor de 1976, vistas em sequência na boa edição feita pela montadora Jordana Berg.
Entre os clipes, as reproduções de trechos de entrevista de Belchior expõem a ideologia do artista que, assim como a maioria o povo nordestino nascido nos anos 1940 e 1950, ouviu de Jackson do Pandeiro (1919 – 1982) a Ray Charles (1930 – 2004) nos serviços de alto-falante das cidades do interior do Brasil.
O roteiro jamais perde o fio social da meada. Se a canção “Apenas um rapaz latino americano” ilustra cenas que mostram trabalhadores de obras e meninos vendendo laranja nos sinais, o rock “Velha roupa colorida” toca enquanto o espectador vê imagens dos grupos Secos & Molhados e Doces Bárbaros, entre outros artistas em evidos anos 1970, além de cenas do filme “Quando o Carnaval chegar” (1972).
Música em que Belchior expôs com desencanto a continuidade do conservadorismo que se reproduz de geração em geração, “apesar de termos feito tudo o que fizemos”, a canção “Como nossos pais” é ouvida no filme como a trilha de imagens do cotidiano automatizado das famílias brasileiras.
Com o verso “Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro” sampleado e revitalizado pelo rapper Emicida no álbum “AmarElo” (2019), a canção “Sujeito de sorte” é amplificada no roteiro do filme “Alucinação” pelo depoimento de um jovem que relata a dificuldade de ser negro no Brasil de 1976. É quando o filme reproduz reportagem hoje risível sobre ídolos que estão envelhecendo. “Todos eles com mais de 30 anos”, diz o locutor, quase em tom de espanto.
“A minha alucinação é suportar o dia-a-dia”, sentenciou Belchior em verso da música-título “Alucinação”. No filme, essa faixa representa as mulheres de 1976, infelizes e sem controle da própria vida, presas na rotina de casamentos enquadrados no modelo patriarcal.
Por ser música lançada por Belchior em 1976 e regravada pelo cantor no álbum “Alucinação”, “A palo seco” é ouvida no filme sem associação com imagens do Brasil, no registro feito por Belchior para a entrevista entranhada no roteiro do documentário. Já “Fotografia 3×4” dispara mais flashes de migrantes nordestinos na selva das cidades grandes, já que o tema permeia o álbum de 1976. É a volta ao começo que amarra bem o roteiro.
Quando rolam os créditos finais, ao som da canção “Antes do fim”, o documentário já deixou no espectador a certeza de que as palavras de Belchior no álbum “Alucinação” eram mesmo navalhas que (re)cortavam o Brasil de 1976, expondo as vísceras de uma sociedade que ainda sangra pelas injustiças do dia-a-dia.
Cartaz do documentário ‘Alucinação’, de Leo Caetano, Marcos Caetano e Renato Terra
Divulgação / Festival do Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A bola preta’, cotado ao Oscar, discute questões de identidade de forma épica e ousada; g1 já viu

“A bola preta”, produção da Espanha destaque do Festival de Cannes, tem uma proposta audaciosa: discutir questões que envolvem a identidade e a sexualidade em três períodos históricos distintos. O resultado é uma obra poderosa, com imagens marcantes.
O longa abriu o Festival do Rio 2026 e só deve estrear no Brasil em janeiro de 2027. Até lá, deve se tornar um dos grandes filmes da temporada por conseguir misturar drama de guerra e temática LGBTQIA+ de forma bastante emotiva.
A trama tem três diferentes épocas em que vivem os protagonistas: Alberto (Carlos González) em 2017; seu avô Sebastian (Álvaro Lafuente Calvo), em 1937 e Carlos (Milo Quifes), em 1932. Em cada uma delas, os personagens lidam com situações que os levam a questionar seus lugares no mundo.
Assista ao trailer do filme “A bola preta”
A partir de uma série de anotações que Sebastian deixa para Alberto após sua morte, o rapaz, que não tinha uma grande relação com o avô, decide descobrir o que aconteceu com ele.
Acaba tendo conhecimento do que houve nos anos 1930, quando a Espanha estava vivia tempos difíceis com uma série de conflitos que culminaram com a Guerra Civil Espanhola. À medida que a investigação avança, Alberto repensa as razões que o levaram a deixar sua carreira de dramaturgo.
Batalhas e sentimentos
O que impressiona em “A bola preta” é o vigor da direção do filme, assinada pela dupla Javier Calvo e Javier Ambrossi. Os cineastas mostram um cuidado estético impecável. Assim, cenas de batalha convivem bem com momentos mais íntimos e sentimentais, sem jamais causar estranheza.
Guitarricadelafuente e Miguel Bernardeau protagonizam o drama ‘A bola preta’, de Javier Calvo e Javier Ambrossi
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A força da trama está em como ela constrói a empatia do público em meio ao caos. O grande destaque fica para o arco de Sebastian, um jovem forçado a integrar um exército fascista durante a Guerra Civil. A rotina militar muda quando ele recebe a missão de vigiar um prisioneiro importante para os oficiais.
A relação entre o guarda e o cativo, interpretado por Miguel Bernardeau, ganha intensidade aos poucos. O envolvimento gradativo faz com que Sebastian viva um conflito interno, lutando para esconder o que sente enquanto tenta proteger a própria vida e a do novo parceiro. É o tipo de dinâmica que cria uma cumplicidade imediata, fazendo quem assiste torcer para que o afeto sobreviva à brutalidade da guerra.
Ao mesmo tempo, o roteiro corre em uma via paralela com a história de Carlos. O objetivo dele é ser aceito em um clube restrito de homens poderosos. A rejeição, no entanto, vem de forma dura.
Ele é barrado por sua sexualidade em um tradicional sistema de votação que usa bolas pretas, detalhe que explica a origem do título do filme. Em vez de recuar, Carlos insiste em tentar de novo. Essa jornada por reconhecimento, batendo de frente com a exclusão por ser considerado “diferente”, entrega a carga dramática e comovente que sustenta a outra metade do longa.
Carlos (Milo Quifes) luta para ser aceito numa sociedade de homens influentes em ‘A bola preta’
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Para equilibrar o peso das cenas de guerra e do drama, os momentos musicais merecem destaque. As sequências são bem coreografadas e entregam uma energia que contagia rápido. Quem é fã do formato vai sair no lucro com o resultado final.
O problema é que o longa escorrega na própria ambição. Passada a metade da história, a trama perde a objetividade e pisa no freio para tentar amarrar as pontas soltas. A intenção de não deixar nada sem explicação até se justifica. O erro dos diretores, que também assinam o roteiro baseado na peça de Alberto Conejero, é andar em círculos. Isso derruba boa parte do impacto construído lá no começo.
Essa quebra de velocidade cobra um preço alto e testa o interesse de quem assiste. Com exagerados 155 minutos de duração, a experiência fica cansativa. A sensação é de que o relógio para de andar caso você desengate da tela. É um tropeço frustrante para uma obra que começou de forma tão instigante.
Penélope Cruz é um dos grandes destaques de ‘A bola preta’, de Javier Calvo e Javier Ambrossi
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Participações muito especiais
O elenco de A bola preta é outro ponto de apoio forte. A linha de frente conta com Guitarricadelafuente (que também assina a música tema do filme), Milo Quifes e Carlos González. Mas o brilho maior fica por conta de duas estrelas em participações especiais que mudam o peso da história.
Penélope Cruz toma conta da tela no papel de Nené Romero, uma atriz e cantora enviada para animar as tropas espanholas no front. Além de cantar e dançar em ótimas sequências musicais, ela ajuda Sebastian a lidar com a própria identidade em um ambiente militar sufocante e cheio de preconceitos. A entrega de Penélope é cheia de nuances e garante as cenas mais marcantes da produção.
Glenn Close é outro destaque no papel de Isabelle Durand, uma acadêmica especialista em literatura espanhola. A função dela é guiar Alberto pelas entrelinhas do legado deixado pelo avô. A atriz se arrisca no espanhol em alguns diálogos e acerta o tom da emoção enquanto as peças do quebra-cabeça se juntam para o protagonista. O único lamento é o tempo de tela reduzido, já que a presença dela eleva o nível do projeto de forma indiscutível.
Carlos González e Glenn Close numa cena de ‘A bola preta’, de Javier Calvo e Javier Ambrossi
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Com a chancela de Pedro Almodóvar na produção e fôlego inspirado na obra de Federico García Lorca (interpretado por Alberto Cortés no longa), “A bola preta” justifica o barulho positivo que faz desde a estreia no Festival de Cannes. O peso é tanto que o filme foi o escolhido para representar a Espanha na corrida por uma indicação de Melhor Filme Internacional no Oscar 2027.
O grande acerto do projeto é chocar a sensibilidade aflorada dos personagens com a realidade dura que os cerca. É o tipo de contraste que bate forte no público e tem tudo para colocar a história na prateleira dos lançamentos mais marcantes de 2026.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Escritor e político britânico Jeffrey Archer morre aos 86 anos

Jeffrey Archer
REUTERS/Suzanne Plunkett/File Photo
Jeffrey Archer, o romancista britânico best-seller e ex-político que foi preso por mentir em um caso de difamação de grande repercussão, morreu aos 86 anos, informou sua editora, a HarperCollins, nesta segunda-feira (5).
Archer vendeu mais de 300 milhões de exemplares em todo o mundo e era conhecido por thrillers cheios de ritmo. Entre os livros publicados em português estão “Cara ou Coroa” e “Eis aqui um homem”. Seu último romance, “Adam and Eve”, deve ser publicado ainda este mês.
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Ele também foi um proeminente político conservador, que atuou brevemente como parlamentar antes de se tornar um alto dirigente do partido sob o governo da primeira-ministra Margaret Thatcher, em meados da década de 1980.
Mas Archer sofreu uma queda muito pública quando foi condenado por perjúrio e obstrução da justiça em 2001, recebendo uma sentença de quatro anos de prisão.
Kate Elton, presidente-executiva da HarperCollins no Reino Unido e editora de Archer, disse em um comunicado: “Estamos todos devastados por termos perdido um escritor que trouxe alegria a gerações de leitores — e um verdadeiro amigo.”

Fonte: G1 Entretenimento