Categorias
ENTRETERIMENTO

Ece İrtem, atriz de 35 anos de ‘Coração de Mãe’, morreu de ataque cardíaco, aponta relatório preliminar


A atriz turca Ece İrtem
Reprodução/Instagram
Um relatório preliminar apontou que a atriz turca Ece İrtem, de 35 anos, morreu em decorrência de um ataque cardíaco.
Estrela das novelas turcas, İrtem é conhecida no Brasil por interpretar Hande na novela “Coração de Mãe”, exibida na Record TV. Ela também participou de “Yasak Elma”, produção turca de sucesso internacional.
A atriz foi encontrada morta dentro de casa em Istambul no dia 15 de junho.
Familiares e a equipe jurídica da atriz questionavam as autoridades turcas sobre a causa da morte.
Agora no g1
Segundo a imprensa local, Nuriye İrtem, mãe de Ece, indicou que sua filha abusava de álcool e tomava uma alta dosagem de antidepressivos.
Outra dúvida ligada à morte da artista está relacionada a uma mordida de macaco durante uma viagem à Tailândia.
O advogado dela apontou que foram encontrados ferimentos no braço esquerdo da atriz e pediu uma investigação para a hipótese de sepse, uma infecção generalizada que pode ser causada por mordida do animal.
Mesmo com relatório preliminar das autoridades locais, o caso não está concluído. A família da atriz aguarda uma perícia definitiva.
A imprensa local diz que o resultado final não tem previsão para ser divulgado.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Tim Bernardes e Zé Ibarra desafiam a lei dos algoritmos com apostas a longo prazo na força dos respectivos álbuns


Zé Ibarra mantém há um ano o foco no segundo álbum solo, ‘Afim’, lançado em junho de 2025
Reprodução / Facebook Zé Ibarra
♫ ANÁLISE
♬ Há uma lei em vigor na indústria fonográfica, sobretudo nas gravadoras multinacionais, que determina que artistas têm que estar sempre apresentando conteúdos novos – sejam singles, EPs ou registros ao vivo de shows – com intervalos cada vez menores entre um lançamento e outro. O objetivo é alimentar sempre o algoritmo em torno daquele artista.
Essa lógica ignora que lançamentos fonográficos irrelevantes e/ou redundantes acabam diluindo a força da obra e da discografia desse artista.
Há dois artistas da cena indie brasileira que desafiaram essa regra e, em vez de ficarem inventando moda, apostaram a longo prazo nos álbuns. E colhem os frutos desse investimento focado. Trata-se de Tim Bernardes e de Zé Ibarra. Ambos são cantores, compositores e músicos que vêm se fortalecendo no universo pop, inclusive ampliando os respectivos públicos, sem a necessidade de inventar lançamento a toda hora.
Tim Bernardes lançou o segundo álbum solo em junho de 2022, “Mil coisas invisíveis”, e desde então apresentou somente um single, “Praga / Prudência”, em abril de 2025, investindo no show do álbum em turnê que somente agora se aproxima do fim, quatro anos após a edição de “Mil coisas invisíveis”. E com o detalhe de que a procura por shows de Tim tem sido cada vez mais intensa.
Ou seja, há um público que não se alimenta de algoritmo, que busca artistas com obras mais consistentes. E outro desses artistas é Zé Ibarra, que tem investido no segundo álbum solo, “Afim”, lançado em junho de 2025. Desde que o álbum foi lançado, o artista tem feitos shows cada vez mais concorridos no Brasil e também na Europa.
Zé Ibarra até se rendeu aos álbuns audiovisuais, tendo captado o show “Afim” há um mês em apresentação feita em 11 de junho no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do artista carioca. A questão é que Zé jamais tirou o foco do álbum, mesmo tendo lançado em março um single ao vivo, “Afeto”, com abordagem de música de Mayra Andrade.
Tanto Zé Ibarra quanto Tim Bernardes parecem entender que o ciclo de um álbum é longo e exige dedicação exclusiva para que o trabalho dê frutos. O resultado é que ambos consolidaram os respectivos álbuns como títulos marcantes da discografia brasileira do século XXI.
“Mil coisas invisíveis” e “Afim” são álbuns que não ficaram velhos ou esquecidos dois ou três meses após os respectivos lançamentos, como geralmente acontece, pois tem muita gente que ainda se recusa a ser moldada pelo algoritmo.
Tim Bernardes vem dedicando os últimos quatro anos à promoção do segundo álbum solo, ‘Mil coisas invisíveis’, lançado em 2022
Marco Lafer & Isabela Vdd / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Toquinho chega aos 80 anos como um craque do violão e como um assumido hipocondríaco que cola até dente


Toquinho repassa a vida entrevista para o documentário que estreia na quinta-feira, 9 de julho
Reprodução / Vídeo
♫ ANÁLISE
♬ Quando alguém menciona o nome de Toquinho, a primeira coisa que vem à mente geralmente é a canção “Aquarela” (1983) – standard do repertório infantil que seduz crianças e adultos de todas as idades pela singeleza aliciante – e, em um segundo momento, as músicas da parceria desenvolvida pelo artista com Vinicius de Moraes (1913 – 1980), geralmente na cadência de sambas leves e sedutores , ao longo dos anos 1970, década em que a dupla Toquinho & Vinicius marcou época com sucessos como “A tonga da mironga do kabuletê” (1970), “Regra três” (1971) e “Tarde em Itapuã” (1971).
Contudo, Antonio Pecci Filho – artista paulistano nascido em 6 de julho de 1946, há exatos 80 anos – é também violonista excepcional. Um violonista que desde cedo se revelou um prodígio do instrumento, assombrando violonistas e professores como Paulinho Nogueira (1929 – 2003) pela técnica intuitiva que Toquinho depuraria posteriormente em anos de estudo com Nogueira e com outros mestres do violão, como Isaías Sávio (1900 – 1977) Leo Peracchi (1911 – 1993).
É essa faceta – a do violonista excepcional, dono de toque cuja precisão rítmica concilia uma pegada popular com o rigor técnico dos eruditos – que fica evidenciada no documentário “Toquinho – Encontros e um violão”, dirigido por Erica Bernardini e programado para entrar em circuito na próxima quinta-feira, 9 de julho, na semana dos 80 anos de Toquinho, o mais novo octogenário da música brasileira.
Com estrutura linear, o roteiro do filme é conduzido por entrevista em que Toquinho rememora os momentos mais importantes da vida e obra, entre depoimentos de nomes como o contemporâneo Ivan Lins, o guitarrista Andreas Kisser, a cantora italiana Ornella Vanoni (1934 – 2025) – com quem Toquinho & Vinicius de Moras gravaram álbum na Itália em meados dos anos 1970 – e o jornalista Pedro Bial.
A fraternidade que rege a relação de Toquinho com o irmão João Carlos Pecci – intensificada quando João ficou paraplégico em decorrência de acidente sofrido na juventude – também é posta em foco no filme em que Toquinho confirma e justifica a fama de hipocondríaco.
Sim, Toquinho é aquele que anda com malas de remédios nas viagens. O artista porta um arsenal médico tão completo que, em certa ocasião, quando estava em turnê, conseguiu pôr no devido lugar o dente quebrado de um músico com cola norte-americana usada somente por dentistas.
Toquinho completa oito décadas de vida em 2026, ano em que também celebra os 60 anos do lançamento do primeiro álbum solo, “A bossa de Toquinho”, disco produzido por Manoel Barenbain e lançado em 1966 com repertório centrado em músicas de compositores associados à Bossa Nova.
O primeiro sucesso, “Que maravilha”, veio em 1969 em parceria com Jorge Ben Jor, para espanto do amigo e parceiro (no posterior o“Samba de Orly”) Chico Buarque, com quem Toquinho somente brigou por causa de futebol, como o próprio Toquinho conta, divertido, no filme de Érica Bernardini, justa ode a esse craque do violão que hoje se torna octogenário.
Cartaz do filme ‘Toquinho – Encontros e um violão’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Jamal, do ‘passinho’, estreia como cantor e chega ao Fortnite: ‘Vivendo uma nova fase’


Criador do ‘Passinho do Jamal’ entra em nova fase e tenta monetizar viral
Divulgação
Criador do Passinho do Jamal, o recifense Romero Júnior de 25 anos deu início a uma nova fase da carreira.
Ele lançou sua primeira música como cantor e fechou um acordo para incluir a dança no Fortnite, em uma tentativa de transformar a repercussão nas redes em novas fontes de renda.
A guinada na carreira acontece em meio aos debates sobre reconhecimento e autoria da dança (saiba mais no fim da matéria).
👨🏾‍🎤 Dançarino virou cantor
Até então conhecido apenas pelas coreografias, Romero agora quer ser reconhecido também como cantor.
A estreia aconteceu com “Quadrilha do Jamal”, lançada no início de junho em parceria com MC Harpa e o produtor JS Mão de Ouro, conhecido por trabalhos com artistas como Pedro Sampaio, Pabllo Vittar e Xand Avião.
Passinho do Jamal foi criado no Recife e viralizou nas redes sociais
Reprodução/Instagram
“Jamal está vivendo uma nova fase na carreira. Ele está tendo mais reconhecimento globalmente do que nunca com jogadores de Cabo Verde e de Marrocos fazendo o passinho dele na Copa”, afirma o produtor.
Initial plugin text
Para MC Harpa, faltava uma música que representasse oficialmente o sucesso da coreografia, marcada pela alternância das mãos em movimentos que sobem e descem em direção ao peito.
“A gente achava que era necessário fazer uma música oficial cantada pelo criador do Passinho do Jamal. Não tinha antes. As pessoas faziam a dancinha ao som de qualquer brega funk”, diz o cantor.
JS acredita que a faixa abre uma nova possibilidade de renda para Romero.
“Agora vai virar mais um meio de conseguir fazer dinheiro com o nome e com o talento dele. O que era para ele ter feito desde o início.”
Romero integra a famosa Tropa do Jamal, formada por É o Chapa, Gatinho BGD e É o Gato Doido.
À frente da estratégia para a nova fase da carreira do grupo, JS Mão de Ouro afirma que outros lançamentos já estão sendo preparados.
Criador do ‘passinho do Jamal’ desabafa sobre falta de visibilidade: ‘Sofro preconceito’
Passinho do Jamal: conheça dança que viralizou e conquistou Ivete Sangalo, João Gomes e outros famosos
🕺Passinho invade o Fortnite
Outra aposta para ampliar a presença do Passinho do Jamal foi a chegada da coreografia ao Fortnite, um dos jogos mais populares do mundo.
De acordo com o produtor Manoel Mattos, que trabalha com Jamal, a Epic Games procurou a equipe para viabilizar o acordo, concluído após cerca de três meses de negociações..
Initial plugin text
Initial plugin text
💬 Reconhecimento x apagamento
A nova fase da carreira de Romero coincide com o momento em que seu nome voltou ao centro dos debates durante a Copa do Mundo.
Na ocasião, veículos internacionais identificaram, de forma equivocada, o influenciador brasileiro Arthur Reis como criador do Passinho do Jamal após ele aparecer ao lado do streamer americano Speed.
Ivete Sangalo, Adriane Galisteu e João Gomes dançam o passinho do Jamal
Reprodução/Redes Sociais
O episódio gerou forte repercussão nas redes sociais.
Um dos posts mais compartilhados foi publicado pela criadora de conteúdo e ativista Flora Rodrigues, que questionou por que o verdadeiro autor da dança permanecia sem reconhecimento internacional mesmo após o sucesso global do passinho.
Initial plugin text
Para JS Mão de Ouro, no entanto, esse “hype” que o passinho está recebendo ainda pode ser convertido em oportunidades profissionais duradouras.
“Não acho que ele perdeu completamente a oportunidade de monetizar. Ele está aproveitando esse momento de sucesso do jeito dele. É um cara esperto, mas que precisa ter pessoas ao lado dando direcionamento”, conclui.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Assim se passaram dez anos’…


Capas de discos com dez anos nos títulos
Reprodução / Montagem g1
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ “Assim se passaram dez anos…”. Recorro ao verso inicial do bolero “Dez anos” (Rafael Hernández) – popularizado no Brasil em 1951 pela cantora Emilinha Borba (1923 – 2005) na versão em português de Lourival Faissal (1922 – 1979) – para iniciar esse texto de agradecimento pelo aniversário de dez anos do Blog do Mauro Ferreira.
Foi em 6 de julho de 2016 que o colunista e crítico musical do g1 estreou neste espaço do maior portal de notícias do Brasil para falar sobre música brasileira com textos de caráter jornalístico.
De lá para cá, foram aproximadamente 10.400 publicações entre críticas (sobretudo de discos e shows, mas também de musicais de teatros, livros e documentários sobre música brasileira) e notícias sobre singles, EPs e álbuns, além de eventuais crônicas. Fico feliz de ver que, ao longo dessa década, a coluna se tornou uma referência no jornalismo musical para artistas, profissionais da indústria fonográfica e ouvintes de música.
Nesse tempo, o CD praticamente deixou de existir como mídia física no mundo do disco. A música passou a ser quase que totalmente consumida de forma digital, com o ressuscitado LP se tornando um objeto de colecionador, um mimo para quem pode pagar (caro) para apreciar a arte gráfica das capas, encartes e vinis fabricados nas mais diversas cores.
E o que permanece inalterado desde que o samba é samba é o prazer de ouvir música, seja no LP, no CD ou no aplicativo de áudio. O encanto de descobrir uma bela canção, de acompanhar a narrativa de um álbum conceitual – sim, os álbuns ainda resistem, embora os singles reinem soberanos numa era digital em que tudo acontece ao mesmo tempo agora – e de ir a um show continuam o mesmo. Está tudo aceso em mim, tudo plugado, como dizem os versos da canção de Adriana Calcanhotto lançada há 30 anos na voz de Maria Bethânia.
Com milhares de músicas sendo despejadas no mundo a cada semana, a função de uma coluna como o Blog do Mauro Ferreira é funcionar como uma curadoria, falando de artistas já consagrados que interessam aos leitores, mas também apontando nomes em ascensão que merecem atenção.
Enfim, sigo feliz nesse ofício que exerço com amor e paixão. E aproveito a oportunidade proporcionada por esse décimo aniversário para agradecer a diretoria do g1 pela cessão e manutenção do espaço e aos colegas de Pop & Arte – editoria que abriga o Blog do Mauro Ferreira – pela afinada parceria nesses dez anos felizes. E, por fim, expresso minha gratidão a cada leitor, rotineiro ou ocasional. Obrigado a todos!
No mais, vida que segue, pois os dez anos já passaram e o show nunca pode parar…

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

The Rock canta clássico de Zeca Pagodinho ao lado de Péricles em visita ao Brasil


The Rock canta clássico de Zeca Pagodinho ao lado de Péricles em visita ao Brasil
Reprodução/Redes sociais
O ator Dwayne Johnson, conhecido como The Rock, entrou no clima brasileiro durante sua passagem pelo Rio de Janeiro e se arriscou no samba ao lado de Péricles.
O encontro aconteceu na última sexta-feira (3), durante uma entrevista de divulgação do live-action de Moana, quando os dois cantaram um trecho de “Jura”, clássico composto por José Barbosa da Silva, o Sinhô, e eternizado nas vozes de Noel Rosa e Zeca Pagodinho.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Após a repercussão do momento, Péricles comemorou o encontro e elogiou o ator.
“Que honra incrível! Sou um grande fã, então ter a chance de apresentar o nosso samba para você é algo que nunca vou esquecer. Parabéns pela sua gentileza, carisma e talento inegável. Volte quando quiser! O Brasil sempre estará de braços abertos para você”, publicou.
Em tom descontraído, o cantor ainda brincou com o refrão da música: “Agora vamos cantar: ‘Juraaa… Juraaa… de coração'”.
Initial plugin text
Em outra publicação, feita na quinta-feira (3), o sambista agradeceu o convite da Disney e destacou a experiência ao lado do astro.
“Que honra enorme! O live-action de Moana está absolutamente espetacular, e o The Rock é incrível. Espero que você tenha gostado do nosso samba! Obrigado à Disney Brasil pelo convite!”, escreveu.
Em entrevista à Billboard Brasil, Péricles contou que explicou a letra da música para que o ator entendesse o significado antes de cantar.
“Ele gostou do samba, queria até cantar. Eu traduzi a música para que pudesse entender a letra e se sentir mais à vontade. Foi maravilhoso”, afirmou.
Turnê mundial de ‘Moana’
A passagem de The Rock pelo Brasil faz parte da turnê mundial de divulgação do live-action de Moana. Antes de chegar ao Rio, o ator passou por países como Havaí, China, Austrália e Inglaterra promovendo o longa, do qual também é produtor executivo.
Conhecido por filmes como Velozes e Furiosos e Jumanji, além da carreira no wrestling, ele voltou a interpretar o semideus Maui, personagem que dublou na animação de 2016.
O filme, estrelado por Catherine Laga’aia no papel de Moana, estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (9).
Mesmo com a agenda cheia, o ator não deixou de lado a rotina de exercícios. Na quinta-feira (2), foi fotografado ao deixar uma academia no Leblon, na Zona Sul do Rio.
No dia anterior, também treinou em uma academia no Humaitá, onde posou para fotos com fãs e funcionários do local.
No Rio, Dwayne Johnson mantém rotina fitness e treina no Leblon
Dilson Silva/AgNews
‘The Rock’ Dwayne Johnson treina em academia no Humaitá em passagem pelo Rio para divulgar ‘Moana’
Reprodução
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Luís Roberto detalha tratamento contra câncer e agradece apoio: ‘A gratidão me move’


Luís Roberto
Léo Rosario/Globo
O jornalista esportivo Luís Roberto participou neste domingo (5) do programa “Domingão com Huck” e comentou sobre o seu tratamento contra o câncer.
A doença foi descoberta dois meses antes da Copa do Mundo, o que o fez se afastar da cobertura do evento.
No início de abril, o narrador anunciou que iria se ausentar das transmissões esportivas para passar por cuidados médicos. Ele foi diagnosticado com uma neoplasia na região cervical, que é um crescimento anormal de células capaz de formar massas ou tumores.
O jornalista explicou que o tratamento vem ocorrendo ao longo dos últimos dois meses. No total, ele foi submetido a 33 sessões de radioterapia e sete de quimioterapia.
“Cada um de nós pode passar por um desafio desses. Em um exame de rotina, descobrir que você tem um câncer e tem que correr para fazer um tratamento, que é pesado”, comentou.
Durante a atração, Luís Roberto agradeceu à “avalanche de carinho” que recebeu de amigos, familiares e das “milhares de pessoas que te dão força mental”.
“Gratidão é uma palavra que, às vezes, a gente banaliza. Mas, neste momento da minha vida, e num dia tão especial, com a Seleção jogando eliminatória da Copa do Mundo, eu preciso dizer que a gratidão me move”, afirmou.
Ao final, o jornalista deixou um recado sobre a importância do preparo psicológico durante o processo médico. “É importante que todos estejam preparados para estar forte, porque a saúde mental conta”, concluiu.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Relembre como Gal Costa entrou em campo há 40 anos para incentivar a Seleção Brasileira na Copa de 1986


Gal Costa (1945 – 2022) posa com Rivelino, Jairiznho e Carlos Alberto Torres (1944 – 2016) no lançamento da campanha ’70 neles!’
Reprodução / Instagram Gal Costa
♫ MEMÓRIA
♬ A foto acima mostra Gal Costa (1945 – 2022) ao lado de três dos maiores craques do futebol brasileiro de todos os tempos – Roberto Rivelino (à esquerda), Jair Ventura Filho, o Jairzinho (de terno) e Carlos Alberto Torres (1944 – 2016) – em dezembro de 1985 em evento realizado no Rio de Janeiro (RJ) para lançar a campanha publicitária “70 neles!”.
Produzida por empresa de cigarros, a campanha apresentou Gal – então no auge da popularidade com o então recente álbum “Bem bom” (1985), promovido com a balada “Um dia de domingo” – como a voz da Seleção Brasileira na então próxima Copa do Mundo de 1986, que seria disputada no México.
Para incentivar a Seleção Brasileira na conquista do Tetracampeonato, Gal entrou em campo há 40 anos com a gravação de jingle inédito composto por Antônio Edgard Gianullo e Vicente de Paula Salvia. Com título alusivo à conquista do tricampeonato brasileiro na Copa de 1970, disputada no mesmo México, a marcha “70 neles” foi gravada por Gal com produção musical de Guti Carvalho e lançada em 1986.
Editada em single avulso, além de ter sido veiculada na propaganda da marca de cigarros exibida na TV, a gravação de “70 neles” foi posteriormente incluída na coletânea de Gal Costa na série “Focus”, produzida por Adriana Ramos em 1999 para a gravadora BMG.
Como sabido, apesar do incentivo de Gal e da torcida, o sonho do tetra acabou sendo adiado com a eliminação do time do Brasil pela França nas quartas de final. Contudo, a gravação da marcha “70 neles” ficou na história de Gal Costa e das Copas do Mundo.
♪ Relembre a letra do jingle “70 neles”:
“Vai começar de novo
É novamente tempo de paixão
Prepare o coração
Bate pé
É Brasil outra vez
Com a bola no pé
Com uma coragem nova
Se a vida é uma prova
Estamos aí pra vencer
O mundo inteiro vai ver como é
Brasil outra vez em pé
Oh-oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh
Um grito novo a torcida uniu
Setenta neles outra vez Brasil
Oh-oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh
Um grito novo a torcida uniu
Setenta neles
Setenta neles
Setenta neles outra vez Brasil
No coração da gente
Uma esperança quente
O pé do nosso craque
Que luta, que dribla
Que chuta, que marca o gol
Gritar um grito novo
O grito do povo
Coro que traz a emoção
Mostra que a força do povo é que é
Brasil outra vez em pé
Oh-oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh
Um grito novo a torcida uniu
Setenta neles outra vez Brasil
Oh-oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh
Um grito novo a torcida uniu
Setenta neles
Setenta neles
Setenta neles outra vez Brasil
Oh-oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh
Um grito novo a torcida uniu
Setenta neles outra vez Brasil”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

A vida presta, Leo Jaime…


Leo Jaime participa de show no Rio de Janeiro (RJ) em tributo a Erasmo Carlos (1941 – 2022)
Rodrigo Goffredo
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ “A vida não presta”. Quarenta anos antes de Fernanda Torres sentenciar que a vida presta (e muito!) ao receber o Globo de Ouro de melhor atriz em janeiro de 2025 pela interpretação de Eunice Paiva (1929 – 2018) no filme “Ainda estou aqui” (2024), Leo Jaime cravou justamente o contrário no título da bela e melancólica balada “A vida não presta”, apresentada pelo artista goiano em 1985 como a terceira das dez faixas do álbum “Sessão da tarde”, título mais bem-sucedido da discografia de Leo Jaime.
Essa associação entre a fala da atriz e o nome da canção de Leo me veio à mente quando assisti à participação do cantor no show em tributo a Erasmo Carlos (1941 – 2022) apresentado por Malu Rodrigues e a banda do Tremendão na noite de quinta-feira, 2 de julho, no Manouche, casa de shows do Rio de Janeiro (RJ).
Não sabia que Leo Jaime participaria do show, mas fiquei feliz com a surpresa de revê-lo em cena. Até porque o próprio Erasmo via Leo como uma espécie de sucessor na dinastia do rock brasileiro.
Talvez a vida prestasse mais se Leo Jaime fosse mais reverenciado. Sim, a partir da década de 1990, a vida e o mercado parecem ter sido injustos com o cantor, compositor, ator e escritor de atuais 66 anos.
Ao longo dos anos 1980, Leo lançou cinco álbuns. Ao primeiro, “Phodas C” (1983, disco de tom tecnopop e repertório irregular), seguiram-se “Sessão da tarde” (1985, LP com lado A de acabamento pop irretocável), “Vida difícil” (1986, primeiro suspiro de maturidade do artista com a bela canção “Nada mudou”), “Direto do meu coração para o seu” (1988, disco romântico no qual o cantor regravou “Gatinha manhosa”, sucesso de Erasmo Carlos em 1966) e “Avenida das desilusões” (1989, disco imerso em um universo em desencanto que trouxe fluente abordagem de “Índios”, música do segundo álbum da Legião Urbana).
A sequência desses cinco álbuns pareceu sugerir uma carreira luminosa para Leo Jaime. Mas tudo degringolou na década de 1990. Trocar a gravadora CBS pela Warner Music se revelaria um mau negócio para o artista. Embate do cantor com a companhia fonográfica após o lançamento do álbum “Sexo, drops e rock’n’roll” (1990) – tentativa frustrada de fazer Leo voltar a um universo adolescente que já não se afinava com um homem de então 30 anos – pôs Leo Jaime dentro da geladeira da Warner.
Foram cinco anos até o retorno do cantor ao mercado fonográfico com bom álbum de intérprete, “Todo amor” (1995). Mas aí o mundo já era outro, a trilha sonora do Brasil já era outra e Leo Jaime perdeu o bonde da história musical, tendo que se reinventar profissionalmente ao dar ênfase aos ofícios de ator, cronista e redator de programas de TV. Tendo estreado no elenco do musical “Os saltimbancos” (1977 / 1978), Leo já era uma artista multimídia antes da criação do termo.
De lá para cá, Leo Jaime lançou somente mais um (bom) álbum, “Interlúdio”, editado já em 2008. Particularmente, sempre fiquei triste com as dissonâncias da trajetória musical de Leo Jaime a partir dos anos 1990. Talvez porque tenha ouvido muito o álbum “Sessão da tarde”, irresistível tratado juvenil sobre o amor e a desilusão sob a ótica dos loosers ou, em bom português, dos garotos pobres apaixonados por meninas de melhores condições sociais.
Sob o prisma pessoal, Leo Jaime também marcou momento inesquecível da minha vida. Tinha eu 33 anos em 1998 quando fui ao Teatro da Praia, no bairro carioca de Copacabana, assistir ao show “Fotografia”, no qual Leo se juntava a Leoni – compositor com bom domínio do idioma pop e revelado como integrante do grupo Kid Abelha no ano em que Leo lançou o primeiro álbum – para passar em revista os cancioneiros de ambos.
Eram somente os dois no palco do teatro e, em determinado momento da apresentação, Leo e Leoni falaram – com certa nostalgia – da modernidade dos anos 1980, da vida e das canções dos tempos de juventude. Ali, naquele flash do show “Fotografia”, eu me toquei – sem sofrimento, mas com algum espanto – que também não era mais jovem.
Hoje, na véspera de completar 61 anos, entendo que há beleza em todo o inexorável fluxo da vida e que ela, a vida, sempre presta, ainda que muitas vezes seja difícil e injusta. Sim, Leo Jaime, Fernanda Torres tem razão. A vida presta…

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Belchior é revivido com reedição em LP de álbum de 1988 em que citou poetas, Bob Dylan, Freud e Martin Luther King


Imagem promocional da reedição em LP do álbum ‘Elogio da loucura’, de Belchior (1946 – 2017)
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A reedição em LP do 11º álbum de Belchior, “Elogio da loucura”, gravado em julho de 1988 com produção musical de Antonio Foguete e lançado naquele mesmo ano pela gravadora PolyGram, oferece oportunidade aos seguidores do artista de conhecer mais a fundo uma obra que, a rigor, costuma ser cultuada somente pela discografia lançada por Antonio Carlos Belchior (26 de outubro de 1946 – 30 de abril de 2017) ao longo dos anos 1970, década áurea do cantor e compositor cearense nascido há 80 anos.
Nenhuma das dez músicas do repertório inteiramente autoral do álbum “Elogio da loucura” sobressaiu ao longo do tempo. Talvez porque as composições tenham sido embaladas na moldura eletrônica que caracterizava a produção musical da década de 1980, mas que não se afinava com a alma da obra do artista.
Contudo, a veia crítica de Belchior pulsou forte e com certa acidez nas letras de músicas como “Balada de Madame Frigidaire”, “Kitsch metropolitanus” (Belchior e Jorge Mello, 1988) e “Os profissionais” (Belchior, 1988), entre outras, em versos repletos de citações e referências que iam de Bob Dylan a Martin Luther King Jr. (1949 – 1968), passando pelo poeta Álvares de Azevedo (1831 – 1852) e pelo psicanalista Freud (1856 – 1939).
Do poeta paulistano, Belchior tomou emprestado o título de antologia de 1853 para batizar “Lira dos vinte anos”, parceria do artista com Francisco Casaverde que abre o lado B do LP reeditado com vinil fumê translúcido esfumaçado. Detalhe: a mesma dupla de compositores assinava a música que abre o lado A, “Amor de perdição”, cujo título vem do nome do livro publicado em 1862 por outro poeta do século XIX, o português Camilo Castelo Branco (1825 – 1890).
Com o parceiro conterrâneo Graccho Silvio Braz Peixoto da Silva, o Graco, o artista cearense assinou nada menos do que quatro das dez músicas do álbum “Elogio da loucura”. O lote de composições dos parceiros é formado por “Tambor tantã”, “No maior jazz”, “Recitanda” – música cuja letra cita versos de alguns dos maiores sucessos de Belchior na década de 1970 – e “Arte final”, esta também assinada por Jorge Mello.
O álbum “Elogio da loucura” foi lançado um ano após o disco de 1987, “Melodrama”, que marcou a volta de Belchior à gravadora pela qual o cantor apresentara em 1976 o álbum que o consolidou na música brasileira, “Alucinação”, disco que completa 50 anos em 2026 com o disco mais referencial da obra fonográfica de Belchior, cantor que sempre pareceu andar cansado do peso da própria cabeça, motor de canções e álbuns que lhe garantiram a imortalidade na música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento