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Anitta: antes de ‘Equilibrivm’, relembre a relação da cantora com o candomblé e a espiritualidade


Anitta aparece em meio à natureza nas imagens do vídeo-teaser em que revela os nomes das faixas do álbum ‘Equilibrium’
Reprodução / Vídeo ‘X’ Anitta
Anitta lança “Equilibrivm”, seu 8º álbum de estúdio, nesta quinta (16). Esse é o disco mais “místico” da cantora: entre referências ao candomblé (religião de Anitta) à natureza e à meditação, dá pra dizer que a Girl From Rio entrou em uma fase diferente.
É uma aposta pouco convencional para a artista, que ficou conhecida por brincar mais com o profano e sexual que com o sagrado e místico. Ela diz que o disco tem um pouco dos dois: tem fé, mas também tem festa.
No lado pessoal, quem acompanha a brasileira sabe que essa relação com a espiritualidade não é nova.
Em fase zen, Anitta reflete sobre arrogância e ‘desequilíbrio’: ‘Saúde pediu socorro’
Anitta e o candomblé
Anitta frequenta terreiros desde a infância, por influência do pai. A relação se firmou em 2013 quando, após o sucesso de “Show das Poderosas”, Anitta foi agradecer ao pai de santo Sérgio Pina pelas conquistas. Desde então, ela frequenta o terreiro dele, em Nova Iguaçu.
“Sempre frequentei [o candomblé e o catolicismo] até me identificar mais com o candomblé e seguir me dedicando o quanto posso dentro da minha rotina. Mas tenho curiosidade, respeito e admiração por todas as religiões e gostaria que todos também tivessem com a minha”, publicou no X em 2020.
Anitta também já contou que é Ekedi (“braço direito” de pais ou mães de santo) no terreiro. Em 2024, ela mostrou um pouco dessa rotina para anunciar o clipe de “Aceita”, do disco “Funk Generation”. O vídeo foi gravado no terreiro que a cantora frequenta.
Na publicação em que anunciava o clipe, Anitta também declarou ser filha de Logun Edé, orixá das águas e das florestas. Na época, ela perdeu cerca de 200 mil seguidores após expor um pouco da sua religião.
“Na tradição do candomblé, eu sou filha de Logun Edé, que é um orixá mega complexo. Sensível e bravo, inteligente e esperto, carinhoso e pragmático… Essa música traduz essas características para o meu universo, na minha história”, disse.
Anitta na gravação do clipe ‘Aceita’
Ricardo Brunini / Divulgação
Relação com espiritualidade
Em vídeos divulgados para promover o disco, Anitta disse que é adepta da “pluralidade de crenças”. Ela revelou também que acredita muito no budismo e no hinduísmo.
Nos últimos anos, Anitta também desenvolveu uma forte relação com a cosmoterapeuta Max Tovar.
Anitta passou a frequentar os retiros de Tovar para “imersões”, momentos em que passa por processos de terapia intensiva, para “limpeza e alinhamento do corpo físico, emocional, mental e astral”.
Quando Max lançou um livro em dezembro de 2025, Anitta emprestou a sua voz para uma série de meditações guiadas.
Segundo a cantora, esse momento “zen” veio de uma reflexão sobre suas próprias atitudes. Ela disse que vinha sentindo que tinha uma postura arrogante, julgadora e não queria mais agir dessa forma.
“Acho que [essa reflexão] vem muito de um momento em que a minha carreira era tudo que importava. Era como se não existisse mais nada. E por conta disso, eu me sobrecarreguei, me desequilibrei e a minha saúde pediu socorro”, disse ao g1.
Anitta em ritual com Max Tóvar
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Colar de Ryan SP com foto de Pablo Escobar foi apreendido pela PF; entenda fascínio pelo traficante


Por que Pablo Escobar ainda fascina, 30 anos depois de sua morte?
Por que o megatraficante colombiano Pablo Escobar causa tanto fascínio a cantores brasileiros mais de 30 anos depois de sua morte?
Essa pergunta pode surpreender, mas é algo que muita gente deve ter pensado a respeito desde que um colar com a foto do criminoso foi apreendida na casa do funkeiro MC Ryan SP, como parte de uma operação da Polícia Federal, nesta quarta-feira (15).
Além de Ryan e MC Pozo do Rodo, diversas outras pessoas foram presas e/ou tiveram os bens apreendidos na megaoperação, que investiga uma organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e transações ilegais de mais de 1,6 bilhão de reais.
8 das 10 músicas mais ouvidas no Brasil hoje têm artistas de produtoras alvos da PF
No meio de tudo isso, o que chamou muita atenção foi o colar de Ryan, e seu pingente dourado no formato do estado de São Paulo com a foto de um Pablo Escobar pensativo no meio.
E não é como se o cantor de 25 anos escondesse a admiração pelo narcotraficante, que morreu mais de sete anos antes de seu nascimento. Na foto de seu canal no YouTube mesmo, ele aparece usando o colar.
Colar com imagem de Pablo Escobar dentro de moldura com o mapa de São Paulo
Divulgação/PF
Acho que dá para dizer que o fascínio por Pablo cresceu nos últimos anos meio que misturado pela paixão do público pelo gênero de true crime, que retrata crimes ou criminosos da vida real.
Tanto que nos últimos 15 anos, o colombiano serviu como inspiração a diversos filmes e documentários sobre o seu império como o fundador do cartel de Medellín.
Entre eles, o maior provavelmente é a série “Narcos”. E não dá para ignorar a importância dela para o Brasil, já que o papel do criminoso ficou com Wagner Moura, que ganhou peso, aprendeu espanhol e virou meme com seu famoso bigode e cabelinho para o lado.
Em 2015, na época de seu lançamento, era raro encontrar alguém que não soubesse o significado de “plata o plomo”, famoso bordão que o traficante usava para falar que podia conseguir o que queria por bem (a “prata”), ou por mal (o “plomo”, ou “chumbo” em português).
Tudo isso ajudou a ressuscitar a figura no imaginário popular. Mais do que isso, transformou o personagem em sinônimo de sucesso, de “cool”, de ostentação e de poder. Mais ou menos igual ao que o Vito Corleone, de “O poderoso chefão”, também significa até hoje.
Cena da série ‘Narcos’, protagonizada pelo ator brasileiro Wagner Moura
Divulgação/Netflix
Ryan mesmo participou de pelo menos três músicas que falam sobre Pablo. A maior delas é “Festa linda”, de MC Kapela, que canta sobre viver solto e fazer acontecer – estilo Pablo Escobar. A música tem 24 milhões de visualizações no YouTube.
O maior sucesso das homenagens ao colombiano é o hit “Cartel do 900”, que tem mais de 146 milhões de visualizações na plataforma, e que canta sobre ter um carro como o de Pablo e ser perigoso como ele.
Além delas, outras músicas fazem tributos mais diretos. São os casos de canções como “A la Pablo”, do MC PP da VS, “Tipo Pablo”, do MC Kevin, e “Igual Pablo Escobar”, de MC IG – do qual Ryan SP participa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Compositor, percussionista e empresário: Ronaldinho Gaúcho na música não é um rolê aleatório


Compositor, percussionista e empresário: a relação de Ronaldinho Gaúcho com a música
“Ronaldinho Gaúcho”, o documentário que conta a história do jogador nos gramados, estreia nesta quinta-feira (16). No entanto, o rolê do ex-atleta na música vale um capítulo à parte nessa história.
E essa empreitada, contada em três episódios na plataforma de streaming Netflix, está longe de ser mais um rolê aleatório do “bruxo”. Pelo contrário.
Ronaldo de Assis Moreira é compositor, produtor e percussionista “dos bons”, segundo profissionais da área que trabalharam com o ex-jogador e conversaram com o g1. Alguns admitem que a admiração pelo que Ronaldinho fez em campo atrapalha o julgamento, mas ele entende muito do riscado.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em consulta no site do Ecad, é possível encontrar 91 obras nas quais Ronaldinho aparece como compositor/autor e outras 32 onde ele é marcado como intérprete.
Entre os destaques como compositor estão as músicas “Agora Perdeu”, um dos maiores sucessos do grupo de pagode Bom Gosto, que acumula 46 milhões de reproduções no Spotify, e “Favela”, música que tem o rapper Delacruz como intérprete e conta com três milhões de plays na plataforma de streaming.
Os grandes hits de Ronaldinho como cantor são “Professor da Malandragem”, parceria com Dennis e Wesley Safadão, “Vamos Beber”, com Dennis e a dupla sertaneja João Lucas & Marcelo, e “Solteiro de Novo”, também com Safadão. Essa última, inclusive, tem quase 200 milhões de views no YouTube.
Mais recentemente ele se jogou numa nova empreitada presencial. Em março, o craque anunciou a gravadora “Tu Música”. Sediada em Miami (EUA), a empresa vai focar nos talentos musicais da América Latina e terá como trabalho de estreia um álbum em homenagem à Copa do Mundo, com direito a um camping, no dia 6 de abril, reunindo compositores e produtores de todo o mundo.
Primeiro veio o samba…
Ronaldinho é fã de samba e pagode. Sua conexão com a música nasceu em casa, ainda criança, ouvindo Fundo de Quintal (seu grupo favorito), com seu irmão, Assis.
Bom percussionista, domina rebolo e tantan. Um dos momentos clássicos da Copa do Mundo de 2002, vencida pelo Brasil, é o pós-jogo liderado por Ronaldinho. Com o tantan nas mãos, ele sai puxando uma lista de sambas e sendo acompanhado por seus colegas.
Os mais novos vão lembrar dele batucando um tambor antes da final da Copa de 2018, disputada na Rússia entre França e Croácia.
Já aposentado, Ronaldinho caiu de vez no samba. Principalmente dando “luz” para novos talentos, como no caso de Ferrugem, que diz ter sua primeira produção profissional paga pelo “bruxo”, ou fazendo um solo de surdo durante “Água de Chuva no Mar” no DVD do grupo mineiro Akatu.
Ronaldinho Gaúcho se diverte tocando surdo em roda de samba
Reprodução/YouTube
Além de empresário e percussionista, Ronaldinho é compositor de mão cheia. Mug Aragão, cavaquinista do Bom Gosto, contou ao g1 que o ex-jogador tem uma noção de música acima da média.
“Se ele fosse de qualquer banda, ele seria um percussionista dos bons. Ele respeita o tempo do outro, agrega com palavras, frases, assuntos muito interessantes. Ele entendeu que a composição é mais transpiração do que inspiração e quer compor todo dia.”
“Ele não fala vamos compor, ela fala vamos trabalhar. Esse é o nível de comprometimento dele.”
…depois o rap e o funk
Na época de Barcelona, Ronaldinho conheceu o rap norte-americano e ficou fascinado por nomes como 50 Cent. Ouvia as canções antes das partidas e era fã do estilo dos artistas: roupas largas e joias reluzentes.
Depois que pendurou as chuteiras, ele se aproximou do trap e do funk, principalmente aquele produzido em Belo Horizonte, por onde defendeu o Atlético Mineiro.
A proximidade com os gêneros e as visitas frequentes aos estúdios dos produtores locais fez com que Ronaldinho criasse a “Tropa do Bruxo”, uma espécie de produtora voltada para funk e trap.
“A tropa é um estado de espírito. É um movimento que junta talento e criatividade. O Ronaldo agrega muito e não só com o nome, porque ele entende muito de produção, de novas sonoridades”, conta Gabriel Vieira Paula, o SMU, produtor dos principais sucessos da Tropa do Bruxo.
O maior sucesso do coletivo é “Baile do Bruxo”, interpretada por Triz e MC Menor Thalis, com produção de DJ WS da Igrejinha e SMU. Lançada em setembro de 2023, a música chegou a liderar os charts do Brasil e hoje acumula quase 200 milhões de reproduções no Spotify.
A tropa não é uma gravadora que tem como foco vender shows dos artistas. Ela funciona quase como um laboratório que já uniu nomes como Djonga, MC Hariel, MC Nahara, Recayd Mob, MC Dricka.
E a grande jogada que Ronaldinho quer fazer com a Tropa do Bruxo é tabelar com Mano Brown, do Racionais MCs.
“Antes da bola, ele é da música. É algo que vem do berço. O Ronaldo viaja pelo mundo e fica me mandando referências de sons em vários lugares. Ele disse que o sonho dele é fazer um som com o Mano Brown. Eu acho que nem é tão sonho assim”, brinca SMU.

Fonte: G1 Entretenimento

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Poze do Rodo: Prisões por apologia ao crime, processo por associação ao tráfico e mais polêmicas do MC


Entenda os motivos que levaram MCs Ryan SP e Poze do Rodo para a prisão
Preso nesta quarta-feira (15) durante operação da PF contra transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão, MC Poze do Rodo já teve outras questões com a justiça e se envolveu em mais polêmicas.
Em 2019, por exemplo, o artista foi preso por apologia ao crime em um baile funk em Mato Grosso, onde a polícia flagrou 42 adolescentes. Na semana passada, ele virou réu do caso e tem uma audiência marcada para junho de 2026 para responder aos crimes de associação para o tráfico com participação de crianças e adolescentes, corrupção de menores e apologia ao crime.
Leia também: Quem é MC Poze? Ex-traficante que virou fenômeno do funk é preso pela 3ª vez
Relembre estas e outras polêmicas envolvendo MC Poze do Rodo:
Prisão em Sorriso – MT
Marlon Brendo Coelho Couto Silva, de 20 anos, conhecido como MC Poze do Rodo, do Rio de Janeiro, foi preso por apologia ao crime em MT
Twitter/Reprodução
MC Poze do Rodo foi preso após um show em Sorriso, a 420 km de Cuiabá, em 2019. Na ocasião, a polícia encontrou mais de 40 adolescentes com idades entre a faixa de 13 a 17 anos em uma festa com álcool e drogas. O artista foi preso acusado de tráfico de drogas, incitação ao crime e corrupção de menores.
No início de abril de 2026, Poze virou réu no caso e vai responder sobre os crimes de associação para o tráfico com participação de crianças e adolescentes, corrupção de menores e apologia ao crime. A audiência está marcada para os dias 2 e 3 de junho de 2026, em Mato Grosso.
Ausência em show
Público quebra estrutura de show após MC Poze do Rodo não comparecer ao evento em Caldas Novas, Goiás
Arquivo Pessoal
Em 2022, o cantor não compareceu a um evento em que aparecia como atração. O anúncio da ausência do artista foi feito com a festa já em andamento. Com isso, parte do público danificou a estrutura do local. Garrafas foram arremessadas, produtos saqueados e quiosques quebrados.
O cantor alegou em suas redes sociais que não tinha show na cidade na data anunciada. Um dos produtores do evento disse que tem contrato e comprovantes de pagamento com representantes do artista.
Alvo da Operação Rifa Limpa
MC Poze do Rodo
Divulgação
Em novembro de 2024, o cantor e sua então mulher, Viviane Noronha, foram alvo da Operação Rifa Limpa. A ação investiga esquema que finge seguir regras da Loteria Federal, mas usa aplicativo com fortes indícios de manipulação.
Em um vídeo, o cantor afirmou que carros de luxo, celulares e todas as suas joias foram apreendidas pela polícia.
Em abril de 2025, uma decisão da Justiça restituiu ao cantor os bens que haviam sido apreendidos na ocasião, como carros de luxo e joias.
Nova prisão em 2025
MC Poze do Rodo em ‘Desabafo 2’, clipe que mostra sua soltura da prisão
Reprodução/YouTube
Em maio de 2025, Poze foi detido, no Rio de Janeiro, acusado de apologia ao crime e envolvimento com o tráfico. Segundo a polícia, o cantor teria envolvimento com o Comando Vermelho e seu conteúdo musical promoveria o crime.
O artista foi solto cinco dias após a prisão mediante o cumprimento de medidas cautelares.
Em abril de 2025, uma decisão da Justiça restituiu ao cantor os bens que haviam sido apreendidos na ocasião, como carros de luxo e joias.
Um dia após a soltura, Poze lançou a música “Desabafo 2”. A faixa acompanha um vídeo com cenas do artista saindo do presídio de Bangu 3, no Rio de Janeiro. Ele aparece sendo recebido por Vivi Noronha, sua esposa, e uma multidão de fãs.
Refém em assalto
MC Poze do Rodo diz ter sido mantido refém em assalto dentro de casa e relata prejuízo de R$ 2 milhões
Reprodução
Em março de 2026, o cantor afirmou que foi mantido refém em sua própria casa durante um assalto. Poze mora em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.
O artista relatou à polícia que foi agredido pelos assaltantes e que os ladrões levaram R$ 15 mil em espécie, celulares, roupas, perfumes, relógios e joias, em um prejuízo estimado em R$ 2 milhões. Boa parte das joias roubadas constava do lote de cordões dourados que havia sido apreendido em novembro de 2024 pela Polícia Civil.
Separação conturbada
Poze do Rodo e Vivi Noronha se casaram no sábado (26)
Reprodução/ Instagram
Além das questões com a justiça, Poze também teve um fim de casamento conturbado. Casado com a influenciadora Viviane Noronha, os dois anunciaram o término em novembro de 2025. Os dois são pais de três filhos: Júlia, Miguel e Laura.
Após o anúncio da separação, Vivi afirmou que foi expulsa da casa e que teria colocado todos os seus pertences em sacos de lixo. Poze negou a expulsão e afirmou que Vivi já tinha casa própria. O artista também alegou que a saída de casa aconteceu após ele descobrir um novo relacionamento de Vivi.

Fonte: G1 Entretenimento

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Compositor Tarcísio Sardinha, falecido em 2022, é revivido no álbum ‘A cor do teu olhar’ por Renato Braz e Zé Renato


O violonista e compositor Tarcísio Sardinha (1964 – 2022) é celebrado no songbook ‘A cor do teu olhar’, idealizado pelo parceiro letrista Dalwton Moura
Divulgação
Renato Braz em estúdio na gravação do samba-canção ‘Fim de tarde’ para o álbum ‘A cor do teu olhar’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A foto acima flagra o cantor Renato Braz em estúdio na gravação do lírico samba-canção “Fim de tarde”, uma das nove músicas de Tarcísio Sardinha com letras de Dalwton Moura que compõem o repertório do álbum “A cor do teu olhar”.
Programado para ser lançado amanhã, 17 de abril, o songbook joga luz sobre a obra dos compositores, especialmente na música de Sardinha, através das vozes de cantores como Renato Braz e Zé Renato, convidado a gravar o samba “A cor do teu olhar”, música-título do álbum idealizado por Dalwton Moura, parceiro letrista responsável pela seleção do repertório gravado com produção musical e arranjos do violonista Luciano Franco.
O time de intérpretes do songbook “A cor do teu olhar” inclui Bárbara Sena (“A estrela primeira”), Juruviara (“Beijar a arte”), Sérgio Santos (“No revés dessa voz”) e Theresa Rachel (“Morador do mato”).
Compositor, violonista (dos bons no manejo do violão de sete cordas) e arranjador falecido há quatro anos, aos 58 anos, Tarcísio de Lima Carvalho (14 de março de 1964 – 25 de abril de 2022) nasceu em São Luís (MA) e, apesar da origem maranhense, ficou identificado com o universo musical do Ceará por ter ido morar em Fortaleza (CE) com dois anos de idade.
Criado em família de músicos, filho de pais cearenses, Tarcísio começou os estudos musicais aos 11 anos, como autodidata, e se profissionalizou já aos 15 anos, tocando na noite em grupos de baile e nas rodas de choro, paixão que herdou do avô e do pai. O apelido Sardinha é alusivo ao influente violonista Aníbal Augusto Sardinha (1915 – 1955), o Garoto, e lhe foi dado pelo flautista paulistano Tróglio, criador do Grupo Pixinguinha, integrado por Tarcísio Sardinha na década de 1980.
Capa do álbum ‘A cor do teu olhar’, com gravações inéditas da obra de Tarcísio Sardinha e Dalwton Moura
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Agressão à namorada e prisão por ‘cavalo de pau’: relembre polêmicas de MC Ryan SP, principal alvo de operação da PF


MC Ryan SP foi detido pela PF em investigação nesta quarta (15)
Reprodução/Canal do YouTube do artista
Um dos principais nomes do funk nacional, MC Ryan SP foi preso nesta quarta‑feira (15) durante uma operação da Polícia Federal (PF). A operação investiga uma organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro e transações ilegais superiores a R$ 1,6 bilhão.
MC Ryan SP foi detido na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista. A investigação apura crimes como lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e associação criminosa, além de determinar o bloqueio de bens e contas bancárias de investigados.
Segundo documentos do caso, aos quais o g1 teve acesso, Ryan está sendo investigado como líder e beneficiário do esquema.
Quem é MC Ryan SP, funkeiro preso em operação contra lavagem de dinheiro
Bololô Records: Produtora do cantor também é alvo da PF
Além dele, foram presos MC Poze do Rodo e os influenciadores Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, e Chrys Dias.
Natural de São Paulo, MC Ryan SP se tornou um dos artistas mais ouvidos da Geração Z, acumulando milhões de reproduções nas plataformas digitais. Ele é dono da produtora Bololô Records, responsável por algumas das músicas mais ouvidas do Brasil, como “Posso Até Não te dar Flores”.
Nos últimos anos, o cantor esteve envolvido em uma série de ocorrências policiais e polêmicas. Relembre abaixo:
Agressão à namorada
Em 2024, MC Ryan apareceu em um vídeo, divulgado na internet, agredindo Giovanna Roque, sua namorada e mãe de sua filha Zoe. A divulgação do vídeo resultou em rompimento de contratos comerciais.
Dias após o ocorrido, Ryan manifestou-se publicamente para se desculpar com Giovanna e com o público feminino, declarando que o incidente provocou uma transformação profunda em sua vida.
Giovanna também chegou a defender Ryan nas redes sociais e disse que os dois haviam perdido a cabeça.
Manobras em carro de luxo e prisão
MC Ryan SP é preso após fazer “cavalo de pau” em estádio em Piracicaba
Em abril de 2024, MC Ryan foi encaminhado à sede da Polícia Federal, em São Paulo, por inconsistências na documentação de uma Ferrari, avaliada em R$ 4 milhões.
Quando deixou a delegacia, ele confirmou que havia um problema na documentação: a cor original do carro era preta, ele pintou de vermelho e não comunicou a alteração.
O cantor se envolveu com outros problemas relacionados aos seus carros. Em maio de 2025, MC Ryan SP foi preso após dar “cavalos de pau” com um carro no gramado do Estádio Barão da Serra Negra, em Piracicaba (SP).
Segundo a Polícia Civil, Ryan admitiu que fez as manobras sem ter habilitação. Ele foi levado ao Distrito Policial sem algemas, mas o delegado optou pela prisão por conta, além da falta da CNH, do dano ao patrimônio público e do risco às pessoas que estavam perto.
No dia seguinte, o cantor passou por audiência de custódia e teve a liberdade provisória concedida pela Justiça mediante pagamento de fiança de R$ 1 milhão.
Cancelamento no Rock in Rio
Anunciado no Rock in Rio 2024, Ryan SP não apareceu no “Para Sempre Trap”, show no qual participaria ao lado de artistas como Cabelinho, Filipe Ret e Matuê.
Minutos depois da apresentação, Ryan SP publicou um vídeo no Instagram em que aparecia indo ao jogo do Corinthians. Com isso, segundo o jornal O Globo, os vereadores da Câmara do Rio de Janeiro cancelaram a entrega da Medalha Pedro Ernesto que seria concedida ao cantor.
Mansão de Cristiano Ronaldo
Em 2023, Ryan ganhou repercussão internacional ao publicar imagens dentro da mansão de Cristiano Ronaldo, em Portugal, durante obras no imóvel.
Segundo veículos de imprensa de Portugal, o episódio ocorreu na Quinta da Marinha, em Cascais. Nas imagens, Ryan aparecia caminhando pelo condomínio até chegar à mansão, que ainda estava em fase de construção.
Após uma breve conversa com um dos operários, ele recebeu permissão para explorar o local. Durante o tour improvisado, o trabalhador apresentou os cômodos ao brasileiro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Condenação da Live Nation por monopólio expõe funcionário que chamou fãs de ‘estúpidos’ por pagar preços ‘absurdos’ por shows


Logos da Live Nation Entertainment e da Ticketmaster. Montagem de 23 de maio de 2024.
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
Um júri nos EUA concluiu nesta quarta-feira (15) que a gigante de shows Live Nation e sua subsidiária Ticketmaster mantinham um monopólio prejudicial sobre grandes casas de espetáculo. Além disso, o julgamento também trouxe à tona mensagens do agora executivo na área de ingressos, Benjamin Baker, chamando os clientes de “muito estúpidos” e classificando os preços como “absurdos”.
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Baker também chegou a dizer que a empresa estava roubando os fãs descaradamente.
Em depoimento, ele disse que as mensagens foram “muito imaturas e inaceitáveis”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O julgamento
O julgamento levou ao banco de testemunhas o CEO da Live Nation, Michael Rapino, que foi questionado sobre diversos temas, incluindo o caos na venda de ingressos da turnê de Taylor Swift em 2022. Rapino atribuiu o episódio a um ataque cibernético.
A Live Nation Entertainment possui, opera, agenda eventos ou tem participação acionária em centenas de casas de shows. Já a Ticketmaster é considerada a maior plataforma de venda de ingressos do mundo. Advogados das empresas não comentaram imediatamente o veredicto, mas informaram que divulgariam uma nota.
A decisão pode custar centenas de milhões de dólares às empresas, apenas considerando a cobrança indevida de US$ 1,72 por ingresso identificada pelo júri em 22 estados. Além disso, podem ser aplicadas multas e outras penalidades. Entre as possíveis medidas está a obrigação de vender parte dos negócios, incluindo arenas e anfiteatros
LEIA MAIS: Ticketmaster tem 15 dias para responder MP-SP sobre os custos dos ingressos do BTS
O processo civil, inicialmente liderado pelo governo federal dos Estados Unidos, acusava a Live Nation de usar sua influência para sufocar a concorrência — por exemplo, impedindo casas de espetáculo de trabalharem com múltiplas plataformas de venda de ingressos.
“Chegou a hora de responsabilizá-los”, disse Kessler em sua argumentação final, classificando a empresa como um “valentão monopolista” que elevou os preços para o público.
A Live Nation, por sua vez, nega ser um monopólio e afirma que artistas, equipes esportivas e casas de espetáculo são responsáveis por definir preços e estratégias de venda. Um advogado da empresa argumentou que seu tamanho é resultado de eficiência e esforço.
“O sucesso não é contra as leis antitruste nos Estados Unidos”, afirmou o advogado David Marriott
SAIBA MAIS: Os shows estão caros demais? Entenda por que valor de ingressos aumentou no Brasil e no mundo
A Ticketmaster foi fundada em 1976 e se fundiu com a Live Nation em 2010. Segundo Kessler, a empresa controla hoje cerca de 86% do mercado de shows e 73% do mercado total de eventos ao vivo, incluindo esportes.
Ao longo dos anos, a Ticketmaster acumulou críticas de fãs e artistas.
Nos anos 1990, a banda Pearl Jam chegou a confrontar a empresa e apresentou uma denúncia antitruste ao Departamento de Justiça dos EUA, que à época não levou o caso adiante.
Décadas depois, o Departamento de Justiça — com apoio de dezenas de estados — apresentou a ação atual durante o governo do ex-presidente Joe Biden. Já durante a gestão do presidente Donald Trump, o governo anunciou um acordo para encerrar sua parte no processo.
O acordo prevê limites para taxas de serviço em alguns anfiteatros e novas opções de venda de ingressos para promotores e casas de shows, abrindo espaço — sem obrigatoriedade — para concorrentes da Ticketmaster, como SeatGeek e AXS. No entanto, o acerto não exige a separação entre Live Nation e Ticketmaster.
Uma parte dos estados aderiu ao acordo, mas mais de 30 decidiram seguir com o julgamento, alegando que as concessões foram insuficientes.
A procuradora-geral de Nova Jersey, Jennifer Davenport, afirmou em nota que o veredicto “histórico” confirma que a Live Nation lucrou ilegalmente com seu monopólio por tempo excessivo.
“Práticas ilegais e anticompetitivas causaram enormes prejuízos, elevando os preços dos ingressos e dificultando o acesso do público a seus artistas favoritos”, disse.
A procuradora-geral de Nova York, Letitia James, classificou a decisão como “uma vitória histórica na proteção da economia e do bolso dos consumidores contra monopólios prejudiciais”.
Após a vitória, Kessler evitou detalhar quais medidas os estados vão pedir na próxima fase do processo, que deve incluir novas audiências antes da definição das penalidades.
Ainda assim, celebrou o resultado: “É um grande dia para os consumidores. Este caso é uma homenagem aos 34 estados e ao Distrito de Columbia que levaram essa ação adiante”, afirmou.
*Com informações da AP.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ticketmaster e Live Nation são condenadas por monopólio de mercado de shows nos EUA


Logos da Live Nation Entertainment e da Ticketmaster. Montagem de 23 de maio de 2024.
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
Um júri concluiu nesta quarta-feira (15) que a gigante de shows Live Nation e sua subsidiária Ticketmaster mantinham um monopólio prejudicial sobre grandes casas de espetáculo, impondo uma derrota à empresa em um processo movido por dezenas de estados dos EUA e pelo Distrito de Columbia.
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“É um grande dia para a legislação antitruste”, afirmou o advogado Jeffrey Kessler, ao deixar o tribunal.
Antes disso, o juiz orientou as equipes jurídicas de ambos os lados a se reunirem entre si e com o governo federal para apresentar, até o fim da próxima semana, uma proposta conjunta com o cronograma das próximas etapas do processo, incluindo a fase de definição de punições.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O julgamento levou ao banco de testemunhas o CEO da Live Nation, Michael Rapino, que foi questionado sobre diversos temas, incluindo o caos na venda de ingressos da turnê de Taylor Swift em 2022. Rapino atribuiu o episódio a um ataque cibernético.
Durante o processo, também vieram à tona mensagens internas de um funcionário da empresa, que classificava alguns preços como “absurdos”, chamava clientes de “muito estúpidos” e dizia que a companhia estava “roubando-os descaradamente”.
O funcionário, Benjamin Baker — hoje promovido a um cargo executivo na área de ingressos —, afirmou em depoimento que as mensagens foram “muito imaturas e inaceitáveis”.
A Live Nation Entertainment possui, opera, agenda eventos ou tem participação acionária em centenas de casas de shows. Já a Ticketmaster é considerada a maior plataforma de venda de ingressos do mundo. Advogados das empresas não comentaram imediatamente o veredicto, mas informaram que divulgariam uma nota.
A decisão pode custar centenas de milhões de dólares às empresas, apenas considerando a cobrança indevida de US$ 1,72 por ingresso identificada pelo júri em 22 estados. Além disso, podem ser aplicadas multas e outras penalidades. Entre as possíveis medidas está a obrigação de vender parte dos negócios, incluindo arenas e anfiteatros
LEIA MAIS: Ticketmaster tem 15 dias para responder MP-SP sobre os custos dos ingressos do BTS
O processo civil, inicialmente liderado pelo governo federal dos Estados Unidos, acusava a Live Nation de usar sua influência para sufocar a concorrência — por exemplo, impedindo casas de espetáculo de trabalharem com múltiplas plataformas de venda de ingressos.
“Chegou a hora de responsabilizá-los”, disse Kessler em sua argumentação final, classificando a empresa como um “valentão monopolista” que elevou os preços para o público.
A Live Nation, por sua vez, nega ser um monopólio e afirma que artistas, equipes esportivas e casas de espetáculo são responsáveis por definir preços e estratégias de venda. Um advogado da empresa argumentou que seu tamanho é resultado de eficiência e esforço.
“O sucesso não é contra as leis antitruste nos Estados Unidos”, afirmou o advogado David Marriott
SAIBA MAIS: Os shows estão caros demais? Entenda por que valor de ingressos aumentou no Brasil e no mundo
A Ticketmaster foi fundada em 1976 e se fundiu com a Live Nation em 2010. Segundo Kessler, a empresa controla hoje cerca de 86% do mercado de shows e 73% do mercado total de eventos ao vivo, incluindo esportes.
Ao longo dos anos, a Ticketmaster acumulou críticas de fãs e artistas.
Nos anos 1990, a banda Pearl Jam chegou a confrontar a empresa e apresentou uma denúncia antitruste ao Departamento de Justiça dos EUA, que à época não levou o caso adiante.
Décadas depois, o Departamento de Justiça — com apoio de dezenas de estados — apresentou a ação atual durante o governo do ex-presidente Joe Biden. Já durante a gestão do presidente Donald Trump, o governo anunciou um acordo para encerrar sua parte no processo.
O acordo prevê limites para taxas de serviço em alguns anfiteatros e novas opções de venda de ingressos para promotores e casas de shows, abrindo espaço — sem obrigatoriedade — para concorrentes da Ticketmaster, como SeatGeek e AXS. No entanto, o acerto não exige a separação entre Live Nation e Ticketmaster.
Uma parte dos estados aderiu ao acordo, mas mais de 30 decidiram seguir com o julgamento, alegando que as concessões foram insuficientes.
A procuradora-geral de Nova Jersey, Jennifer Davenport, afirmou em nota que o veredicto “histórico” confirma que a Live Nation lucrou ilegalmente com seu monopólio por tempo excessivo.
“Práticas ilegais e anticompetitivas causaram enormes prejuízos, elevando os preços dos ingressos e dificultando o acesso do público a seus artistas favoritos”, disse.
A procuradora-geral de Nova York, Letitia James, classificou a decisão como “uma vitória histórica na proteção da economia e do bolso dos consumidores contra monopólios prejudiciais”.
Após a vitória, Kessler evitou detalhar quais medidas os estados vão pedir na próxima fase do processo, que deve incluir novas audiências antes da definição das penalidades.
Ainda assim, celebrou o resultado: “É um grande dia para os consumidores. Este caso é uma homenagem aos 34 estados e ao Distrito de Columbia que levaram essa ação adiante”, afirmou.

Fonte: G1 Entretenimento

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8 das 10 músicas mais ouvidas no Brasil hoje têm artistas de produtoras alvos da PF


Bololo Restaurant, do MC Ryan SP, é alvo de operação da PF
Reprodução YouTube
Os MCs Ryan SP e Poze do Rodo e as produtoras GR6, Love Funk e Bololo Records foram alvos de uma megaoperação da Polícia Federal nesta quarta-feira (15).
Para se ter uma ideia do tamanho dos envolvidos, oito das 10 músicas mais ouvidas no Spotify estão ligadas às empresas investigadas.
Nenhum dos artistas que integram o top 10, exceto Ryan SP e Poze, estão citados na decisão que embasou a operação desta quarta.
Segundo levantamento do g1, apenas as canções “SWIN”, do BTS”, e “Eu Te Seguro”, de Panda, não estão relacionadas às produtoras ou aos MCs. Veja a lista:
“Famoso Ímã / O Poderoso Chatão”
Estão na música os MCs Lele JP, Poze do Rodo, Leozinho ZS e o DJ Gordinho da VF. Lele JP faz parte do casting da GR6 e Poze do Rodo é citado nominalmente na investigação da PF.
“Relíquia do 2T”
Estão na faixa o DJ Gu e os MCs Vine7, MC Tuto, MC Joãozinho VT, MC Dkziin, MC FR da Norte. O DJ Gu integra o casting da Bololo Records.
“Carnívoro”
Fazem parte da canção os MCs Jacaré, Lele JP, Negão Original e o DJ Japa NK. Lele JP é da GR6 e Japa NK da Bololo Records.
“Amo Minha Favela”
A canção é de DJ Japa NK e MC Meno K, ambos integrantes da Bololo Records, produtora do MC Ryan SP.
“Gauchinha”
DJ Japa NK, MC Meno K, MC Ryan SP, MC Brinquedo e MC LUUKY. Todos os integrantes estão no casting da Bololo Records
“Bola Uma Vela (Trava Chip)”
A música é de MC Meno K, que está ligado a Bololo Records, e DJ Yuri Pedrada, ligado a GR6.
“Posso Até Não Te Dar Flores”
Um dos maiores sucessos do início de 2026, a música tem produção de DJ Japa NK e DJ Davi Dogdog, e é interpretada por MC Meno K, MC Ryan SP e MC Jacaré. Japa NK, Davi Dogdog, Meno K e MC Ryan SP são da Bololo Records.
“Diário de um Cafajeste”
A faixa é produzida por DJ Oreia e cantada por MC Lele JP, MC Meno K, MC Ryan SP, MC Tuto, MC Negão Original. Lele JP é do casting da GR6 e Meno K e Ryan SP da Bololo Records.
Somadas, as oito canções relacionadas aos artistas e produtoras alvos da PF acumulam 775 milhões de plays na plataforma de streaming
A GR6 se define nas redes sociais como a “número 1 do funk” e é responsável pela gestão de carreiras de cerca de 300 nomes ligados ao gênero, entre eles MC Livinho, MC Hariel, MC Don Juan e MC IG.
No YouTube, o canal da empresa soma 32 bilhões de visualizações.
Já a Love Funk, empresa de Henrique Viana, é responsável pela carreira de nomes como MC Paiva e Paulin da Capital, além de ter sido base para o lançamento de artistas como MC Daniel.
A empresa soma oito bilhões de visualização na plataforma de vídeos.
A Bololô Records, fundada no fim de 2025 por Ryan SP, tem no casting nomes como MC Meno K e DJ Japa NK, que estão entre os artistas mais ouvidos do país.
No YouTube, a produtora tem 200 milhões de views.

Fonte: G1 Entretenimento

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Val Kilmer, ator que morreu em 2025, é recriado por inteligência artificial em novo filme; veja trailer


Assista ao trailer de ‘As deep as the grave’
Val Kilmer, ator que morreu em 2025 aos 65 anos, foi recriado por inteligência artificial para participar do filme “As deep as the grave” — mesmo sem ter gravado nenhuma cena para a produção, que ganhou seu primeiro trailer nesta quarta-feira (15). Assista ao vídeo acima.
O americano morreu por causa de uma pneumonia, anos depois de passar por um tratamento contra um câncer na garganta, em 2014.
Ele tinha sido escalado como um padre no filme, um personagem desenvolvido com base em sua ancestralidade indígena, mas estava doente demais para as gravações.
Val Kilmer é recriado por IA em trailer de ‘As Deep as the Grave’
Reprodução/YouTube/FirstLineFilms

Fonte: G1 Entretenimento