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Robert Kelker-Kelly, de ‘Days of Our Lives’, morre aos 62 anos

Robert Kelker-Kelly, de “Days of Our Lives”,
Reprodução
Robert Kelker-Kelly, de “Days of Our Lives”, morreu aos 62 anos. De acordo com o TMZ, o departamento de Polícia de St. Peters informou que policiais foram acionados para a residência de Kelker-Kelly por volta das 20h16 do dia 3 de outubro, após o relato de um homem inconsciente que não respirava. Policiais e paramédicos tentaram realizar manobras de ressuscitação, mas sem sucesso.
Kelker-Kelly era mais conhecido por interpretar Bo Brady em “Days of Our Lives”, de 1992 a 1995. Ele assumiu o papel de Bo Brady, anteriormente interpretado por Peter Reckell, e contracenou com Kristian Alfonso, que interpretava Hope Brady, e Lisa Rinna, que interpretava Billie Reed.
No início do ano, Rinna acusou Kelker-Kelly de abuso verbal e manipulação durante o período em que trabalharam juntos na novela. A atriz contou ainda que a NBC precisou contratar um segurança após a saída de Kelker-Kelly da produção.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Capa de livro ilustrada por Salvador Dalí é roubada de museu na França

A capa do Livro do Apocalipse (Livre de l’Apocalypse), criada pelo espanhol Salvador Dalí
THIERRY ZOCCOLAN / AFP
A capa do Livro do Apocalipse (Livre de l’Apocalypse), criada pelo espanhol Salvador Dalí, foi roubada na noite de domingo do Centro de Arte Contemporânea de Issoire, na França, informou a Promotoria de Clermont-Ferrand.
O editor de arte Joseph Forêt lançou, em 1958, esse livro, inspirado no evangelho de São João e ilustrado em enormes pergaminhos por destacados pintores e escritores do século XX, entre eles Jean Cocteau, Bernard Buffet e Jean Giono.
Dalí desenhou e esculpiu a capa em bronze, decorada com ouro, pedras preciosas e conchas marinhas. A peça pesa, sozinha, 150 quilos, e o conjunto completo chega a 210 quilos.
Depois de ter sido exibida em cerca de 150 mostras em diferentes países entre 1961 e 1972, foi armazenada na Suíça e vendida a proprietários japoneses.
A obra foi adquirida em 2003 por Christian Karoutzos, diretor de uma empresa de restauração em Issoire.
Embora nunca tenha revelado o preço de compra, Karoutzos declarou então à AFP que, no momento de sua criação, o livro “havia sido avaliado em dois milhões de francos franceses, o equivalente a cerca de 305 mil euros atuais (cerca R$ 1,7 milhão), o que o tornava então o livro mais caro do mundo”.
A capa e vários pergaminhos permaneceriam expostos em Issoire durante o outono europeu.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maestro dos sons eruditos, falecido aos 72 anos, Roberto Tibiriçá deixa legado que inclui atuação na área fonográfica

Falecido no sábado, 3 de novembro, aos 72 anos, o maestro Roberto Tibiriçá (1954 – 2026) trabalhou em gravadoras, editando álbuns das pianistas Guiomar Novaes (1895 – 1979) e Magda Tagliaferro (1893 – 1986)
Reprodução / Facebook Roberto Tibiriçá
♫ OBITUÁRIO
♬ A morte do maestro Roberto Tibiriçá Passos (5 de janeiro de 1954 – 3 de outubro de 2026) – ocorrida aos 72 anos, em decorrência de um câncer, na madrugada de sábado, em São Paulo (SP), cidade natal do artista – enluta todo o universo da música erudita brasileira por Tibiriçá ter sido referência no gênero.
Afinal, ao longo de mais de 50 anos de carreira iniciada como pianista, Roberto Tibiriçá esteve na direção de orquestras relevantes como a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), a Orquestra Petrobras Sinfônica, a Sinfônica Heliópolis, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Orquestra Sinfônica do Paraná.
Durante todo esse tempo como maestro e regente titular, Tibiriçá ainda promoveu conexões da música erudita com a música popular do Brasil, tendo trabalhado ocasionalmente com grandes nomes da MPB em concertos destinados a um público mais amplo.
Como regente de alguns concertos do projeto Aquarius, por exemplo, o maestro dos sons eruditos se conectou com cantores como Lenine, Adriana Calcanhotto e Luedji Luna. Tibiriçá apreciava a mistura de estilos.
Não bastasse tudo isso, Tibiriçá também atuou como diretor artístico de gravadoras brasileiras como a RGE / Fermata e a Copacabana, bancando e promovendo nessas companhias as edições de discos de música clássica, caso do único álbum gravado no Brasil pela pianista Guiomar Novaes (1895 – 1979) – somente com músicas de compositores brasileiros como Camargo Guarnieri (1907 – 1993 e Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959) – e editado em 1974 via RGE.
Outra contribuição de Roberto Tibiriçá na área fonográfica, já como um dos diretores da gravadora Copacabana, foi avalizar um dos últimos álbuns da pianista fluminense Magda Tagliaferro (1893 – 1986), “Gravado em recital”, disco editado em 1979 com título alusivo ao fato de ter sido gravado ao vivo em concerto no Museu de Arte de São Paulo (Masp), na cidade de São Paulo (SP).
Enfim, Roberto Tibiriçá deixa legado inestimável ao sair de cena aos 72 anos, em plena atividade profissional.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Outro Lado das Redes’: Aaron Sorkin volta a focar no Facebook e mira em Zuckerberg em novo filme

Mark Zuckerberg é interpretado por Jeremy Strong no filme ‘O Outro Lado das Redes’
Divulgação
Dezesseis anos depois de “A Rede Social”, Aaron Sorkin ataca o Facebook e seu fundador, Mark Zuckerberg, em “O Outro Lado das Redes”, uma “história de jornalismo”, segundo seu diretor. O filme estreia no dia 22 de outubro no Brasil.
O americano, que em 2010 escreveu o roteiro do filme dirigido por David Fincher, desta vez leva para a tela a demolidora investigação realizada pelo Wall Street Journal em 2021, baseada em milhares de documentos internos fornecidos pela denunciante Frances Haugen, interpretada por Mikey Maddison.
Jeremy Allen White encarna o jornalista Jeff Horwitz, que revelou, entre outras coisas, a existência de um estudo interno, ignorado, que demonstrava o prejuízo do Instagram para os adolescentes. Ele também retratou a modificação das regras do algoritmo para favorecer a difusão de discursos de ódio, chamados à violência e informações falsas.
Mark Zuckerberg (interpretado por Jeremy Strong) ocupa um papel secundário e aparece depondo perante o Congresso americano, onde defendeu a liberdade de expressão absoluta, sem qualquer tipo de moderação, inclusive para combater a desinformação.
“Em ‘A Rede Social’, tentei compreender suas motivações e entrar em sua cabeça”, contou Aaron Sorkin à AFP. “Neste filme, ele desempenha um papel diferente, em que faço com que desenvolva seus argumentos para, ao final, confrontá-lo com as consequências do que fez”, diz o cineasta, que apresenta Zuckerberg mais como um anti-herói do que como um vilão propriamente dito.
“‘O Outro Lado das Redes’ é, antes de tudo, um filme sobre jornalismo, na linha de grandes clássicos como “Todos os Homens do Presidente” (1976), “Spotlight: Segredos Revelados” (2015) ou “The Post: A Guerra Secreta” (2017).
“É uma história de uma denunciante, uma história de jornalismo”, insiste o diretor. “Me parece fantástico que haja novas fontes de informação, independentes. O que já não me parece tão maravilhoso é que esses novos meios, para se impor, tenham tido que destruir, de certa forma, os meios tradicionais”, lamenta o criador da série “The Newsroom”.
Perda de confiança
Jeremy Allen White e Mikey Maddison em ‘O Outro Lado das Redes’
Divulgação
“As pessoas perderam a confiança nessas fontes tradicionais de informação, quando não deveriam ter perdido”, afirma. “Gostaria que Hollywood fizesse mais filmes em que os jornalistas fossem os heróis”, diz Sorkin.
No filme, o personagem interpretado por Jeremy Allen White repete como um mantra: “Todo mundo tem voz, mas nem todo mundo merece um microfone”.
O filme, que multiplica os saltos temporais, termina com o ataque ao Capitólio de 6 de janeiro de 2021, apresentado como uma consequência direta da política de não moderação do Facebook, agora chamado Meta.
Uma cena em que Donald Trump nunca é mencionado, porque o diretor quis evitar que o filme gerasse um “debate” sobre o presidente americano.
Como medida de precaução, um escritório de advocacia revisou minuciosamente o roteiro para evitar possíveis processos da Meta.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Below’: suspense da Netflix tem monstro marinho, alerta climático e astro de ‘Stranger Things’

Josh Hartnett em cena da série ‘Below’
Divulgação/Netflix
Há algo de estranho na água da minissérie de suspense da Netflix “Below”, que começa com um conflito político em uma cidade litorânea canadense que acaba sendo ofuscado por eventos misteriosos que se escondem perto do porto. A estreia na plataforma de streaming é na quinta-feira (8).
O ator , que interpreta um pescador forçado a extrair gelo de icebergs devido à escassez de peixes, disse que o fato de a série se passar e ser filmada na província de Terra Nova e Labrador foi a parte “mais emocionante” do projeto.
“Se isso não estivesse em primeiro plano, [a série] poderia muito bem ser apenas mais uma série, mas acho que foi isso que realmente prendeu”, declarou o ator.
Cena da série ‘Below’
Divulgação/Netflix
A minissérie de seis episódios, que estreia mundialmente nesta semana, se passa durante o “Come Home Year”, uma tradição real em que os habitantes de Terra Nova que se mudaram para trabalhar visitam sua terra natal durante o verão. Mas a reunião familiar, com seu clima caseiro, rapidamente se torna alvo de uma criatura marinha que aterroriza a comunidade.
A série combina suspense misterioso, humor sincero e mudanças climáticas — algo que a atriz Mackenzie Davis, que interpreta uma pesquisadora marinha ajudando a lidar com o que está acontecendo na água, disse que seria “absurdo e insano” deixar de fora.
“Há muitas coisas acontecendo nesta série, e uma grande parte delas trata das mudanças climáticas. Mas tudo está equilibrado de uma maneira muito agradável, de modo que não parece didático nem enfadonho de assistir”, afirmou a atriz.
Criada pelo roteirista canadense Jesse McKeown, “Below” conta com um elenco local, a quem outros atores dão crédito por ajudá-los a captar o sotaque característico de Terra Nova.
“Se eu não soubesse como dizer algo, eu perguntava. Eu ficava tipo: ‘Isso está certo? Estamos fazendo um bom trabalho?’ Eles foram muito prestativos”, disse Charlie Heaton, que também estrela a série de ficção científica de sucesso da Netflix “Stranger Things”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Eleições 2026: influenciadores e apresentadores que tentaram vagas e não se elegeram

Kassio Nunes: sistema eleitoral é confiável
Alguns influenciadores que tentaram vagas no legislativo nas eleições deste domingo (4) não conseguiram sucesso.
Eleições 2026 têm recorde de eleitores: veja como foi o domingo de votação
Disputando vagas na Câmara dos Deputados nas Assembleias Legislativas estaduais, nomes como Sarah Pôncio, Inês Brasil, Andreia Sorvetão e outros não foram eleitos.
Inês Tânia Lima da Silva, conhecida publicamente como Inês Brasil, é uma cantora, dançarina, influenciadora digital e uma das personalidades mais icônicas da cultura de memes no Brasil. Morou mais de uma década na Alemanha e, em 2013, ela viralizou com seu vídeo para tentar no “BBB”.
Ela concorreu a deputada estadual no Rio de Janeiro, obteve apenas 3.145 votos e não foi eleita.
Personalidades como Inês Brasil, Andrea Sorvertão e Silvia Abravanel se candidataram e perderam.
Reprodução
Veja lista de influenciadores que se candidataram em 2026 e não se elegeram:
Sarah Poncio
Influenciadora e deputada estadual no RJ, filha do pastor Márcio Poncio. Disputou a Câmara Federal pelo Solidariedade e teve 20.474 votos (0,23%), ficando como suplente.
Sarah Poncio
Reprodução/Instagram
Andrea Sorvetão
Ex-Paquita, candidata pela Democracia Cristã a deputada federal pelo RJ. Teve 2.529 votos.
Andrea Sorvetão
Reprodução/Instagram
Inês Brasil
Cantora e influenciadora, famosa pelos memes e pelo vídeo do “BBB”. Estreou nas urnas disputando vaga de deputada estadual pelo PSB, recebeu 3.145 votos e ficou como suplente.
Inês Brasil
Reprodução/Instagram
Silvia Abravanel
Apresentadora do SBT e filha de Silvio Santos. Candidata pelo PSD, terminou a apuração com 22.472 votos. Disputou vaga de deputada federal por SP, em sua estreia eleitoral.
Silvia Abravanel
Reprodução/Instagram
Rachel Sheherazade
Jornalista e apresentadora. Candidata pelo PSD a deputada federal por SP, somou 22.453 votos.
Rachel Sheherazade
Reprodução/Instagram
Geraldo Luís
Apresentador de TV. Candidato a deputado federal por SP pelo Avante, registrou 10.176 votos.
geraldo luís
Globo / Divulgação
Carla Prata
A apresentadora Carla Prata (União Brasil-SP) recebeu apenas 409 votos para deputada estadual em São Paulo.
A apresentadora Carla Prata no Sambódromo do Anhembi, na primeira noite de desfiles do Grupo Especial do Carnaval paulista, nesta sexta-feira, 09.
Fábio Tito/g1
Marquito
O ajudante de palco do Programa do Ratinho se candidatou pelo PSD e recebeu apenas 1.596 votos.
Marquito do Ratinho
Reprodução/Instagram
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Mariene de Castro se desloca, sem sair do eixo nordestino, com balaio de amor, xotes e baiões do show ‘Cantadeira’

Mariene de Castro estreia o show ‘Cantadeira’ no Circo Voador, no Rio de Janeiro (RJ), antes de lançar o álbum audiovisual gravado em Castro Alves (BA)
Pati Burlamaqui / Divulgação Circo Voador
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: “Cantadeira”
Artista: Mariene de Castro
Data e local: 3 de outubro de 2026 no Circo Voador (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Cantora soteropolitana de voz incandescente, associada ao samba do Recôncavo Baiano, Mariene de Castro se desloca no show “Cantadeira” sem sair do eixo nordestino. Em “Cantadeira”, show que estreou na noite de sábado, 3 de outubro, em apresentação que encheu o Circo Voador (RJ), na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a cantora baiana carrega no palco um balaio de amor em que harmoniza baiões e xotes românticos de temperatura mais amena.
Mariene reproduziu no palco do Circo Voador o show que gravou no período junino em Castro Alves (BA), município situado na região do Recôncavo Baiano, para gerar álbum audiovisual ainda inédito nas plataformas de áudio e vídeo. O show “Cantadeira” foi gravado em casa de taipa preparada para o registro audiovisual, feito durante o Arraiá do Poeta, evento junino da cidade baiana.
No Circo Voador, o receptivo público carioca viu alguns takes da gravação entre as imagens projetadas no telão durante todo o show, feito pela cantora sob direção musical do arranjador e multi-instrumentista Fábio Cunha.
“Cantadeira” é show de roteiro inteiramente inédito na trajetória de Mariene de Castro nos palcos. Fiel ao conceito do show, calcado na alma musical forrozeira do sertão nordestino, a cantora ignorou os sambas de roda do aclamado primeiro álbum, “Santo de casa” (2004), e as saudações aos orixás, recorrentes no repertório da artista. Mas soltou “Foguete” (Roque Ferreira e J. Velloso, 2005) – música que tomou para si desde que a gravou no álbum “Tabaroinha” (2012) – no fim do show, encerrado em clima de festa junina, com direito à aliciante “Olha pro céu” (Luiz Gonzaga e José Fernandes, 1951), petardo infalível do cancioneiro junino.
Com figurino brejeiro de cores vivas, Mariene de Castro bradou com o orgulho a nordestinidade e a resistência que pautam o show “Cantadeira”.
“… A sanfona ainda não desafinou / A minha voz, vocês reparem eu cantando, / Que é a mesma voz de quando meu reinado começou”, cantou Mariene, dando o recado já na abertura do show, aberto com o baião “Hora do adeus” (Luiz Gonzaga e Onildo Almeida, 1974).
Em “Cantadeira”, Mariene de Castro ouve o toque da sanfona a chamar e atende o chamado. No show, o sanfoneiro é Gel Barbosa e, na apresentação do Circo Voador, o acordeonista baiano Cicinho de Assis entrou em cena no meio do show para reforçar a presença da sanfona.
Mariene de Castro encadeia xotes românticos no roteiro do show ‘Cantadeira’
Pati Burlamaqui / Divulgação Circo Voador
Sanfona, zabumba, xote, maracatu – “Filhas do mar” (Flávia Wenceslau, 2010), música gravada por Mariene no álbum “Tabaroinha” (2012) – e baião… Tudo isso coube no matulão amealhado por Mariene de Castro para o show “Cantadeira”, cujo roteiro foi pavimentado com músicas como “Pau-de-arara” (Luiz Gonzaga e Guio de Moraes, 1952), “Filho do dono” (Petrúcio Amorim, 1996) – sucesso do repertório de Flávio José, cantor influente dentro da nação musical nordestina, de cuja discografia Mariene também pescou “Mensageiro beija-flor” (Nanado Alves, 1996) – e o xote “Mundança” (Flávio Leandro e Elmo Oliveira, 2023).
A cadência do xote foi dominante na primeira parte do show “Cantadeira”. Foi quando Mariene de Castro cantou músicas como “A natureza das coisas” (2004) – um dos emblemas do cancioneiro do compositor Accioly Neto (1950 – 2000), de quem a artista também recordou “Lembrança de um beijo” (1994) – e “Se tu quiser” (Xico Bizerra, 1995), xote regravado por Elba Ramalho no álbum “Balaio de amor” (2009).
Outros xotes – como “Caxixi (Bonitinha)” (Roque Ferreira, 2020) e “Preciso de teu sorriso” (João Leocádio da Silva e Enok Dantas, 2002), este do repertório de Dominguinhos (1941 – 2013) – deixaram o show “Cantadeira” com tom meio linear na primeira metade.
A temperatura esquentou e o clima pesou – no melhor dos sentidos – no número em que, após reviver “Cajuína” (Caetano Veloso, 1979) com a zabumba bem marcada no arranjo, Mariene de Castro cantou “Beradéro” (Chico César, 1991) sobre percussão abrasiva e tom noise. Foi uma virada momentânea de chave no show.
Mariene de Castro termina o show ‘Cantadeira’ em clima junino com músicas como ‘Foguete’ e ‘Olha pro céu’
Pati Burlamaqui / Divulgação Circo Voador
Após os dois números solo do sanfoneiro Cicinho de Assis, a introspecção deu o tom do canto de Mariene ao moldar “Retrato da vida” (Djavan e Dominguinhos, 1998), música ao qual se seguiram “De volta pro aconchego” (Dominguinhos e Nando Cordel, 1985) – canção para sempre associada ao canto resistente de Elba Ramalho – e “Estrada de Canindé” (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, 1950), uma das incontáveis obras-primas do cancioneiro enraizado no sertão nordestino ( no caso, romantizando a vida simples do sertanejo).
Na sequência, o baião “Anjo querubim” (Petrúcio Amorim, 1998) ratificou o romantismo dominante no balaio de amor que Mariene de Castro trouxe da Bahia para o Rio de Janeiro.
Única lembrança do seminal álbum “Abre caminho” (2004), “Cantiga de cangaceiro” (Roque Ferreira, 2004) foi outra virada de chave que preparou o clima para que Mariene de Castro mostrasse toda a habitual força cênica – um tanto diluída na cadência dos xotes românticos – com o canto de “Quebradeira de coco” (Roque Ferreira, 2004), grande momento do show.
Enfim, mesmo que abrande a fervura do canto de Mariene de Castro pela natureza serena de boa parte do repertório, o show “Cantadeira” representa uma virada de página na trajetória dessa grande cantora do Brasil. Um movimento em direção a um outro universo musical da nação nordestina, símbolo brasileiro de resistência.
Mariene de Castro usa figurino brejeiro de cores vivas no show ‘Cantadeira’
Mauro Ferreira / g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Humberto Martins, Inês Brasil, MC Gui… os artistas que não conseguiram se eleger em 2026

Famosos que não se elegeram: veja quem não conseguiu uma vaga em 2026
Montagem/g1
Atores e cantores famosos tentaram vagas no legislativo nas eleições deste domingo (4). Porém, muitos não tiveram sucesso.
Disputando vagas na Câmara dos Deputados nas Assembleias Legislativas estaduais, nomes como Humberto Martins, Inês Brasil e outros não foram eleitos.
Eleições 2026 têm recorde de eleitores: veja como foi o domingo de votação
Veja lista de cantores e atores que se candidataram em 2026 e não se elegeram:
Humberto Martins
Humberto Martins
Reprodução/Instagram
Um dos atores a entrar na disputa, Humberto Martins concorreu a deputado federal pelo Democracia Cristã (DC), no Rio de Janeiro. Conhecido por trabalhos na televisão, Martins fez sua primeira tentativa de disputar um cargo eletivo. Entre os famosos, foi o que teve o menor número de votos: 1.124.
Andrea Sorvetão
Andrea Sorvetão
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A ex-paquita Andréa Sorvetão concorreu a uma vaga de deputada federal pelo Rio de Janeiro pelo Democracia Cristã (DC). Ela disputou a eleição com o número 2720 e teve a candidatura deferida pela Justiça Eleitoral. Sorvetão recebeu 2.529 votos.
Netinho de Paula
Netinho de Paula
Reprodução / Vídeo
Cantor, ex-vocalista do Negritude Junior. Candidato a deputado federal por SP pelo MDB, teve 19.337 votos.
Inês Brasil
Inês Brasil
Reprodução/Instagram
Cantora e influenciadora, famosa pelos memes e pelo vídeo do “BBB”. Estreou nas urnas disputando vaga de deputada estadual pelo PSB, recebeu 3.145 votos e ficou como suplente.
Manoel Gomes (Caneta Azul)
Manoel Gomes
g1 Maranhão
Cantor do hit viral “Caneta Azul”. Candidato a deputado federal por SP pelo Avante, recebeu 7.239 votos.
Antônia Fontenelle
A atriz e influencer bolsonarista Antônia Fontenelle
Reprodução
Atriz, apresentadora e influenciadora. Candidata a deputada federal pelo RJ pelo PSDB, somou 3.873 votos e ficou como suplente.
MC Gui
mc gui
Globo / Divulgação
Cantor. Candidato a deputado federal por SP pelo PSD, recebeu 7.378 votos.
Carla Prata
Carla Prata no Sambódromo do Anhembi, na primeira noite de desfiles do Grupo Especial do Carnaval paulista
Fábio Tito/g1
Bailarina e apresentadora. Candidata a deputada estadual por SP (Alesp) pelo União, somou apenas 409 votos, o pior desempenho entre os famosos.
Lucas Penteado
Lucas Penteado
Divulgação/Globo
Ator e ex-BBB. Candidato a deputado federal por SP pelo PT, recebeu 3.448 votos.
Mário Gomes
mário gomes
Globo / Divulgação
O ator Mário Gomes também disputou uma vaga de deputado federal pelo Rio de Janeiro, pelo Solidariedade, e também não conseguiu entrar. O ator veterano conseguiu conquistar apenas 1.393 eleitores.
Marquito
Marquito do Ratinho
Reprodução/Instagram
Humorista do Programa do Ratinho. Candidato a deputado estadual por SP pelo PSD, obteve apenas 1.596 votos.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia lança single com três músicas do show ’60 anos de carreira’

Maria Bethânia na gravação ao vivo do show comemorativo dos 60 anos de carreira da cantora
Rodrigo Goffredo
♫ NOTÍCIA
♬ Feita há dez meses, a gravação do show comemorativo dos 60 anos de carreira de Maria Bethânia começa a despontar no horizonte fonográfico.
Às 21h de quinta-feira, 8 de outubro, a gravadora Biscoito Fino põe nos aplicativos de áudio um single com três músicas do roteiro do show estreado pela cantora em setembro de 2025 e captado em 17 e 18 de janeiro deste ano de 2026 em duas apresentações na casa Vivo Rio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
As músicas escolhidas para o single triplo são o samba “Diz que fui por aí” (Zé Kétti e Hortênsio Rocha, 1964), a canção “Mares da Espanha” (Angela Ro Ro, 1979) – um dos grandes momentos do show pela intensidade da interpretação da cantora – e “Palavras de Rita” (2025), música inédita composta por Roberto de Carvalho a partir de texto de Rita Lee (1947 – 2023) endereçado pela artista a Bethânia.
Ao lado do samba “Vera Cruz” (Xande de Pilares e Paulo César Feital, 2025), já captado por Bethânia em estúdio em gravação apresentada em single editado em janeiro, “Palavras de Rita” se impôs como a grande novidade do roteiro do show.
É que as palavras poéticas de Rita Lee – “Eu, hermafrodita / Da água respirei, a vida / No sangue que bebi, o soro / Nos ares explodi, em choro / Da gula que comi, a fome / Da fêmea que nasci, homem / Eu me transformei, em mim / Do Deus que duvidei, o sim / Das mortes que vivi, o além / Dos vícios que virei, refém / Dos bichos que sou, felina / Na velha que estou, menina” – soaram como a mais completa tradução da intérprete baiana e se afinaram com a música feita posteriormente por Roberto de Carvalho com fidelidade ao estilo e ao espírito do repertório de Maria Bethânia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Claudette Soares lança em novembro álbum batizado com música feita para a cantora por Zélia Duncan e Ana Costa

Claudette Soares canta músicas de Zé Manoel, Tim Bernardes, Marcos Valle, Joaquim e Roberto Menescal no álbum ‘O mundo é ruim para quem não sabe esperar’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Um dos bordões de Claudette Soares, “O mundo é ruim para quem não sabe esperar” não somente virou música, como deu nome à composição que batiza o álbum que a cantora lançará em novembro, quando já estiver com 91 anos.
“O mundo é ruim para quem não sabe esperar” é música inédita composta por Ana Costa e Zélia Duncan especialmente para a cantora carioca, nascida em 31 de outubro de 1935.
Arquitetado por Marcus Preto em 2023, o álbum foi formatado com repertório inteiramente inédito – todo composto especialmente para Claudette – e com produção musical do próprio Marcus Preto com Thiago Big Rabello.
Além da música-título “O mundo é ruim para quem não sabe esperar” (Ana Costa e Zélia Duncan), o repertório do álbum é composto por músicas como “Batuque bom” (Marcos Valle e Tim Bernardes), “Bem feliz” (Zé Manoel e Ronaldo Bastos), “Esse escurinho é você” (Roberto Menescal e Joaquim), “Natural” (Zé Renato e Nando Reis) e “Viva” (Marcos Valle e Arnaldo Antunes), além da já conhecida “O prazer de viver para mim é você” (2024).
“O prazer de viver para mim é você” é (grande) música de Guilherme Arantes, gravada por Claudette com o próprio Arantes e lançada em single há dois anos, precisamente em maio de 2024, ainda durante o processo de gravação do álbum.

Fonte: G1 Entretenimento