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Gonzaguinha é enfocado como um ser político e libertário em documentário conduzido pela ideologia do artista


Gonzaguinha (1945 – 1991) tem o pensamento retratado no filme da cineasta Susanna Lira
Divulgação
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: Gonzaguinha – Da maior liberdade
Direção: Susanna Lira
Roteiro: Rodrigo Alzuguir
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Quando, ao som do samba “É” (1988), rolam os créditos finais de “Gonzaguinha – Da maior liberdade”, documentário de Susanna Lira apresentado na 54ª edição do Festival de Cinema de Gramado na noite de ontem, 20 de agosto, é difícil conter a emoção e a admiração por Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (22 de setembro de 1945 – 29 de abril de 1991), cidadão brasileiro, um carioca nascido e criado no Morro do São Carlos, no Estácio, celeiro de bambas.
Ali, naquele momento final, o filme deixa evidente que o moleque que “vivia correndo da polícia com a bola debaixo do braço”, como ele mesmo se perfila em fala inserida no início do roteiro, se tornou um homem coerente com os princípios que defendeu na música e na vida.
Previsto para ter debutado no festival In-Edit Brasil, mas efetivamente apresentado no Festival Gramado, duas semanas antes da estreia nos cinemas em 3 de setembro, “Gonzaguinha – Da maior liberdade” é documentário que se nutre da ideologia do cantor, compositor e músico que levantou a voz contra a ditadura.
No filme, a diretora Susanna Lira dá voz quase que somente a Gonzaguinha, abrindo exceções para a mãe de criação do artista, Leopoldina de Castro Xavier, a Dona Dina, e para Luiz Gonzaga (1912 – 1989), o pai biológico, com quem Gonzaguinha bateu de frente ao longo da vida, mas com quem se afinou, respeitando as diferenças ideológicas entre pai e filho, no fim dessa vida encerrada abruptamente há 35 anos em um acidente de carro em estrada do Paraná.
Sem a preocupação de salpicar informações biográficas e dados da trajetória artística de Gonzaguinha, Lira segue um roteiro – assinado por Rodrigo Alzuguir – em que o pensamento do artista é a matéria-prima, o fio condutor, o combustível que transporta o espectador para um tempo de luta.
Entre reproduções de músicas, imagens e falas do cantor, a cineasta encena entrevista concedida por Gonzaguinha ao jornal “O pasquim” em maio de 1981, no auge da popularidade, época em era gravado cotidianamente pelas maiores cantoras do Brasil.
Na encenação da entrevista, Gonzaguinha é personificado de forma convincente pelo ator André Dale. Contudo, o recurso soa até dispensável porque as falas mais densas são ouvidas no filme na voz do próprio Gonzaguinha.
O take em que fala com emoção (in)contida sobre mãe biológica – Odaléa Guedes dos Santos (29 de maio de 1927 – 17 de junho de 1950), falecida aos 23 anos, vítima de tuberculose (doença também enfrentada duas vezes por Gonzaguinha) – diz muito sobre o turbilhão que agitava a alma de um artista indomado, inquieto e por vezes agressivo na defesa das ideias. Sim, a vida de Gonzaguinha foi cheia de som e fúria.
A edição de Ítalo Rocha contribui para dar densidade ao filme. “Gonzaguinha – Da maior liberdade” capta a tensão da época repressiva em que Gonzaguinha nasceu e cresceu como artista. “Se me der um grito, não calo / Se me mandar calar, mais eu falo”, alertou o cantor por meio dos versos de “Recado” (1978), música presente no roteiro através da reprodução de número de show feito por Gonzaguinha em 1979.
A propósito, o documentário “Gonzaguinha – Da maior liberdade” se justifica e se sustenta porque as falas de Gonzaguinha são corroboradas pelas letras de músicas como “Pequena memória para um tempo sem memória” (1980), espécie de réquiem de Gonzaguinha para a legião dos esquecidos na luta contra a ditadura de 1964.
Enfim, o cidadão Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior foi coerente com a ideologia libertária da música do cantor Gonzaguinha. É por isso que o filme “Gonzaguinha – Da maior liberdade” se engrandece quando rolam os créditos ao som do samba “É”. O documentário de Susanna Lira é, também ele, uma pequena memória para um tempo sem memória.
Cartaz do documentário ‘Gonzaguinha – Da maior liberdade’, de Susanna Lira
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Demi Lovato, o retorno: relembre outras vindas da cantora antes do Rock in Rio


Demi Lovato fala sobre sua volta ao Pop Rock
Cada vinda de Demetria Devonne Lovato ao Brasil marca uma nova era da carreira da ex-estrelinha da Disney. Agora, a cantora americana de 33 anos leva ao Rock in Rio, no dia 12 de setembro, a turnê baseada em seu álbum “It’s Not That Deep Tour”, com um pop mais leve do que o da fase anterior. Abaixo, relembre as principais vindas de Demi Lovato ao Brasil.
2009: Disney rock e Jonas Brothers
Demi Lovato canta em São Paulo em 2009
Daigo Oliva/G1
A estreia no país foi como atração de abertura, na turnê dos Jonas Brothers. Demi fazia então uma espécie de Disney rock, com “This Is Me” como grande sucesso — a canção motivacional da trilha de “Camp Rock”, filme em que os Jonas também eram protagonistas. Em São Paulo, ela sacudiu os cabelos e subiu ao palco de camisa do AC/DC.
2010: Primeira turnê própria e duetos com fãs
Demi Lovato canta em São Paulo em 2010
Daigo Oliva/G1
A segunda vinda foi a primeira com turnê no próprio nome. Aos 17 anos, cantou “Remember December”, “La La Land” e “Don’t Forget”, e chamava fãs ao palco para dividir “This Is Me”. As versões ao vivo eram mais encorpadas que as dos discos, com um nível de distorção pouco provável para um show destinado a crianças e pré-adolescentes.
2012: Mais dançante, loura e recuperada
Demi Lovato canta no Rio em 2012
Ideraldo Gomes/G1
Entre uma vinda e outra, Demi só aparecia no noticiário por internação, distúrbio alimentar, briga com dançarina e automutilação. A turnê que passou pelo Brasil em 2012 apresentava outra cantora. A produção era de Timbaland, havia um hit de pista em “Give your heart a break”, uma faixa que lembrava Jennifer Lopez em “Who’s that boy” e uma quase Ke$ha na faixa-título. No meio da parte dançante, as baladas chorosas “Skyscraper” e “Fix a heart”. O show em São Paulo teve plateia histérica.
2014: “Frozen” e o grito de “Heart Attack”
Na quarta turnê, ela chegou mais bem cotada do que em qualquer das anteriores: três shows em São Paulo e dois no Rio, anunciados conforme os ingressos esgotavam, mais Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre. O repertório vinha reforçado por “Let it go”, da trilha de “Frozen”, e por “Heart Attack”, do álbum “Demi”, em que ela grita como nunca tinha gritado antes.
2015: Show fechado em São Paulo
No ano seguinte, a passagem foi curta e sem turnê. Demi fez uma apresentação para convidados no terraço de um shopping em São Paulo, transmitida pela internet, e avisou na ocasião que voltaria ao país.
2016: Substituta de Selena em festival
No Z Festival, diante de 18 mil pessoas no Anhembi, Demi Lovato entregou uma apresentação dominada por histeria, choro e devoção do público adolescente. Em 50 minutos, apresentou atitude roqueira ao repertório centrado no álbum “Unbroken”. O ponto alto do tom confessional veio no discurso antes de “Skyscraper”, quando falou sobre saúde mental a partir de suas vivências em clínicas. O final, no bis, veio com a dançante “Give Your Heart a Break”.
2017: Atração de festival sertanejo
Escalada como a única atração pop internacional em uma maratona dominada pelo sertanejo (Jorge & Mateus, Matheus & Kauan e Luan Santana) e pelo pop nacional ( Alok, Ivete), Demi Lovato veio divulgar o álbum “Confident”. O setlist abriu com a faixa-título e enfileirou sucessos dançantes como “Cool for the Summer” e “Heart Attack”.
2022: Rock in Rio e o show catártico
Demi Lovato se apresenta na terceira noite do Rock in Rio 2022
Agnews
A volta ao Brasil foi com bom show na Cidade do Rock. Demi fez uma apresentação de pop rock com uma banda só de mulheres no palco. “Holy Fvck”, o oitavo álbum da carreira, tinha pegada pop punk e canções que faziam lembrar o bom pop rock Disney do começo. Em entrevista ao g1 (veja no topo), ela contou que se emociona ao cantar as primeiras canções da carreira, como “Don’t forget”. Os fãs se emocionaram juntos.
2023: replay roqueiro no The Town
Demi Lovato em apresentação no The Town, em São Paulo
Reprodução/Globoplay
De volta ao Brasil com a turnê do álbum “Holy Fvck” e acompanhada por sua afiada banda formada por mulheres, Demi entregou no The Town 2023 um show pesado que conseguiu superar sua passagem pelo Rock in Rio. A novidade foi a participação de Luísa Sonza para um dueto em “Penhasco2”, além de uma sonoridade ainda mais encorpada, favorecida pela estrutura de som do festival. Ela ainda foi amparada por releituras enérgicas de sucessos do início da carreira, como a emblemática “La La Land”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cerimonialistas se revoltam e defendem Viih Tube após polêmica com Jota Quest em casamento


Jota Quest cancela show no casamento de Viih Tube 15 dias antes e influencer se revolta
Cerimonialistas de diferentes partes do país se solidarizaram com Viih Tube após a influenciadora afirmar que “uma banda cara e famosa” cancelou a apresentação que faria em seu casamento, faltando apenas 15 dias para a cerimônia.
Viih Tube não citou o nome da banda no vídeo em que contou o episódio, mas o g1 apurou que é o Jota Quest. Procurado pela reportagem, o grupo informou que não irá se manifestar sobre o caso.
O caso gerou repercussão entre profissionais do setor. Uma das cerimonialistas, de Goiás, chegou a relatar ao g1 sua indignação.
“Uma noiva foi deixada na mão faltando 15 dias. Isso gera sonho e expectativa. Independente de ser Viih Tube, Eliezer ou Jota Quest. Era uma noiva. Deveria ter tido profissionalismo desde que foram procurados, não faltando 15 dias. Estou indignada”, desabafou Patrícia Silva em entrevista.
Seguidores de Viih Tube atacam Jota Quest nas redes
Após a repercussão do caso, seguidores de Viih Tube passaram a deixar críticas e comentários contra o Jota Quest nas redes sociais da banda.
Entre as mensagens, a própria cerimonialista Patrícia Silva questionou a decisão de cancelar a apresentação e criticou a postura do grupo.
Cerimonialista de Goiás critica decisão da banda e defende Viih Tube nas redes sociais.
Reprodução/Instagram/Jota Quest
Outros internautas também se manifestaram sobre o episódio.
Seguidores de Viih Tube criticam Jota Quest após polêmica sobre cancelamento de show.
Reprodução/Instagram/Jota Quest.
Entenda o que aconteceu
Viih Tube diz que ‘banda famosa’ cancelou apresentação de seu casamento por ela estar “cancelada”. Fãs apontam referências a Jota Quest.
Divulgação/Instagram/Viih Tube
Tudo começou após Viih Tube publicar um vídeo nas redes sociais na quarta-feira (19). Nele, a influenciadora relembra situações que, segundo ela, “deram errado” durante o casamento.
Sem citar o nome do grupo, Viih Tube afirmou que a banda contratada para a festa era “muito famosa e muito cara” e que teria desistido da apresentação sob a justificativa de que ela estaria “cancelada”.
“Não era permuta, não era parceria, não tinha desconto nem nada do tipo. Eu era uma cliente normal. Tava pagando 100% e obviamente vou cobrar a multa e vou processar.”
Ainda segundo Viih Tube, o contrato previa multa em caso de cancelamento e estabelecia condições para que a apresentação fosse desmarcada. “Eles não podem fazer isso. Você tem que ter no mínimo um motivo cabível, devolver o dinheiro e pagar a multa, coisa que não foi feita”, afirmou.
Amigos de Viih Tube mandaram indireta para Jota Quest
Os influenciadores Lucas Rangel e Tata Estaniecki, amigos de Viih Tube e convidados do casamento, começaram a mandar indiretas para Jota Quest nos comentários de uma publicação da influenciadora.
Amigos de Vih Tube, Tata Estaniecki e Lucas Rangel comentaram a publicação com pistas sobre a banda que teria cancelado o show.
Divulgação/Instagram/Viih Tube
Além deles, a própria Viih Tube afirmou, em determinado momento do vídeo, que havia superado o episódio e que “dias melhores virão”.
A frase chamou a atenção dos seguidores, que apontaram uma possível referência à música “Dias Melhores”, lançada pelo Jota Quest em 2000.
Jota Quest teria alegado atraso no pagamento
Ainda no mesmo vídeo, Viih Tube disse que, inicialmente, a equipe da banda teria informado que o cancelamento ocorreu por causa de um suposto atraso no pagamento. A influenciadora negou.
“Não faz o menor sentido. O pagamento era parcelado e a gente estava pagando certinho. A gente ia pagar tudo antes da data do casamento. ”
De acordo com Vih Tube, depois de questionar a equipe sobre o cancelamento, ela teria recebido por telefone a informação de que o motivo seria, na verdade, o fato de ela estar “cancelada”. A influenciadora afirmou ainda que gravou a ligação.
No relato, Viih Tube não apresentou documentos que comprovassem as condições do contrato nem mostrou o áudio da ligação mencionada.
Sem Jota Quest, qual banda tocou?
No lugar de Jota Quest, o casamento teve apresentações da banda de louvor Celeiro Worship, da banda Menegato, da dupla sertaneja Thainara e Thatiane e do DJ Volpe.
Segundo Viih Tube, as atrações respeitaram as “restrições” do casal e garantiram uma festa que também pôde ser aproveitada pelos filhos dos noivos e dos convidados.
“A festa de casamento perfeita é quando ela é EXATAMENTE a cara dos noivos, e a gente pode dizer que a nossa é uma dessas”, afirmou.
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Influenciadora foi ‘cancelada’ após reality show
Viih Tube esconde moeda de seu reality dentro do vaso sanitário.
Reprodução
Viih Tube passou a ser alvo de críticas nas redes sociais após lançar, em junho, o reality show “As Patroas”, que mostrava funcionários que trabalhavam na casa dela e do marido, Eliezer, disputando um prêmio de R$ 20 mil.
Algumas dos desafios, no entanto, geraram uma onda de críticas nas redes sociais. Em uma deles, por exemplo, os funcionários eram desafiados a procurar moedas dentro de vasos sanitários.
O primeiro episódio foi retirado do YouTube menos de 24 horas após a estreia, em meio à repercussão negativa nas redes sociais. O caso chegou ao Ministério Público do Trabalho (MPT), que abriu uma investigação para apurar possíveis violações de direitos trabalhistas.
Por fim,Viih Tube e Eliezer precisaram firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPT e se comprometeram a encerrar o reality, retirar do ar conteúdos considerados irregulares e pagar R$ 350 mil por dano moral coletivo, além de cumprir outras obrigações previstas no acordo.
Viih Tube e Eliezer se casaram em fazenda
Viih Tube e Eliezer se casaram em fazenda de Porto Feliz (SP) neste sábado (15)
@lucasbley/Instagram/Reprodução
Os influenciadores Viih Tube e Eliezer se casaram em uma cerimônia realizada em uma fazenda de Porto Feliz, no interior de São Paulo, no último sábado (15).
Juntos desde 2022, o casal decidiu oficializar a união celebrando com familiares e amigos durante dois dias na Fazenda Capela do Bosque, espaço de eventos no campo que incluiu hospedagem, como mostrou a reportagem do g1 Sorocaba e Jundiaí.
A cerimônia civil aconteceu na sexta-feira (14), com um jantar especial à noite. Já o ritual religioso foi realizado na tarde do sábado.
Personalidades da internet como Luis Mariz, Gkay, Tata Estaniecki, Lucas Rangel e Arthur Aguiar estiveram presentes. O casamento foi celebrado pelo evangelista Deive Leonardo.
Cerimônia religiosa de Viih Tube e Elieze contou com a presença de outras personalidades da internet como Luis Mariz, Gkay, Lucas Rangel e o marido Lucas Bley
Instagram/Reprodução
A data escolhida para o casamento foi a mesma em que Eliezer pediu Viih Tube em namoro. O noivo mencionou a lembrança durante os votos, emocionado, diante da noiva.
Com transmissão ao vivo no Instagram, os seguidores do casal também puderam acompanhar ao momento do “sim”. Após a cerimônia, houve um show de fogos.
“Eu entrei no maior reality show desse país e meu astrólogo me disse: ‘Você vai até o final, mas você não vai ganhar’ . E aí eu preciso dizer publicamente que você, pela primeira vez, errou, porque pelas palavras do próprio ganhador, o Arthur: ‘Incrível como a primeira vitória da sua vida chama Vitória’. A primeira e a maior vitória da minha vida é você, meu amor”, disse Eliezer para Viih Tube.
Viih Tube, Eliezer e os filhos no dia em que oficializaram a união civil, em fazenda de Porto Feliz (SP)
@cinigalhafilmes/Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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‘God of War’: Dave Bautista vai substituir Ryan Hurst como Kratos na série do game


Dave Bautista em cena de ‘Dupla perigosa’ e Kratos em ‘Gof of War Ragnarok’
Divulgação
Dave Bautista, ator conhecido por seu trabalho como Drax nos filmes da Marvel, vai interpretar o protagonista Kratos na série “God of War”, que adapta a famosa e popular franquia de games.
De acordo com a revista “Variety”, ele assinou para substituir Ryan Hurst (“Sons of anarchy”), que foi anunciado em janeiro no papel, mas que teve de se afastar da adaptação após romper o bíceps durante as gravações.
Com a escolha por Bautista, a série vai precisar refilmar todas as cenas em que Hurst aparecia.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Nos jogos, Kratos é um espartano na Grécia Antiga que eventualmente se torna o deus da guerra após uma longa e árdua batalha contra o panteão da mitologia grega.
A série com atores vai se basear nos últimos dois games, nos quais o protagonista se muda para uma região dominada por deuses nórdicos e precisa cuidar de seu jovem filho, Atreus.
Ainda não há previsão para o lançamento da série, anunciada originalmente em 2022.
Ryan Hurst e Callum Vinson em imagem de divulgação de ‘God of War’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Maud insere canções de Cazuza e Marina Lima em meio ao repertório autoral do álbum ‘Minha confusão’


Capa do álbum ‘Minha confusão’, de Maria Maud
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A imagem acima é a capa de “Minha confusão”, segundo álbum da cantora e compositora Maria Maud. Com lançamento programado para 3 de setembro, o álbum “Minha confusão” chega três anos após o álbum de estreia da artista carioca, “Maud”, lançado em maio de 2023.
Com 10 músicas formatadas com produção musical dividida entre Jadeco, Pedro Malcher, Rafael Casqueira, Teago Oliveira e Ariel Donato (produtor do primeiro álbum de Maud), o álbum “Minha confusão” tem repertório basicamente autoral.
Esse repertório é formado por músicas como “Não vou mentir” (já apresentada em single editado em 6 de agosto), “Pessoa certa”, “Doce, sujo & tropical”, “Morro de dó” e “Além de nós”, mas inclui duas regravações.
Maud regrava “Down em mim” (1982) – música de Cazuza (1958 – 1990), lançada no primeiro álbum da banda Barão Vermelho – e “Acontecimentos” (Marina Lima e Antonio Cicero, 1991), sucesso de Marina Lima do mesmo disco de 1991 em que Maud pescou a pérola “Não sei dançar” (Alvin L, 1991) para o primeiro álbum.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 80 anos, Alice Ruiz honra o prêmio Tradições UBC pela poética contribuição dada como letrista à música brasileira


Alice Ruiz é a artista homenageada na sexta edição do troféu Tradições UBC
Cristhian Franz Tragni / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ É possível que muitos seguidores de Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Cássia Eller (1962 – 2001), Gal Costa (1945 – 2022) e Ney Matogrosso, entre outros cantores, nunca tenham notado o nome de Alice Ruiz nos créditos de músicas gravadas por estes artistas. “Socorro”, por exemplo, música lançada por Cássia em 1994 e regravada por Arnaldo em 1998 e por Gal em 2002 (com muito sucesso), é parceria de Arnaldo Antunes com Alice Ruiz.
Também parceira de Itamar Assumpção (1949 – 2003) – com quem compôs “Milágrimas” (1993) e “Vou tirar você do dicionário” (1993), entre outras cerca de 20 músicas – e Zeca Baleiro, com quem criou “Quase nada” (2000) e “O amor que merece” (2003), Alice Ruiz é poeta que tem escrito e posto versos a serviço da música brasileira em trajetória que já soma mais de cinco décadas e que abarca a difusão do haicai.
Por isso mesmo, aos 80 anos, completados em 22 de janeiro, a poeta, letrista, publicitária e tradutora curitibana faz jus ao prêmio Tradições UBC, honraria que lhe será concedida pela União Brasileira de Compositores na próxima quarta-feira, 26 de agosto, na Casa de Francisca, em São Paulo (SP).
Na ocasião, além da entrega do prêmio, haverá um pocket show com direção musical do guitarrista Gustavo Ruiz e com roteiro formado por músicas do cancioneiro de Alice Ruiz, também parceira de Alzira E, Ceumar, Chico César, Iara Rennó e José Miguel Wisnik. A premiação da sexta edição do Tradições UBC será transmitida ao vivo pelo canal da UBC no YouTube, para alegria da artista homenageada.
“Eu vou espalhar ao máximo a notícia desse reconhecimento que a UBC me oferece através desse troféu porque, da forma que a música está sendo divulgada, principalmente depois do advento do streaming, letrista virou fantasma. E, se for mulher, a invisibilidade é ainda maior. Por isso eu, como mulher e letrista, vibro e faço festa ao receber essa homenagem”, celebra Alice Ruiz.
Com habilidade para ver poesia no cotidiano e para transformar a palavra em versos de canção, em trajetória em que a poesia sempre caminhou de mãos dadas com a música, a compositora se junta a um time feminino composto por Alaíde Costa, Anastácia, Dona Onete, Lia de Itamaracá e Rosa Passos – artistas já laureadas com o troféu Tradições UBC nas cinco edições anteriores do evento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Missa de sétimo dia de Laura Cardoso será aberta ao público neste domingo em SP


O Brasil se despede de Laura Cardoso
A missa de sétimo dia da atriz Laura Cardoso, de 98 anos, será realizada neste domingo (23) no Santuário Nossa Senhora do Rosário de Fátima, no bairro Sumaré, em São Paulo.
Laura Cardoso morreu na noite de segunda-feira (17), em sua casa no bairro Sumaré, na Zona Oeste de São Paulo. Segundo Fátima Cardoso, filha da atriz, ela passou mal em sua residência por volta das 23h20.
Nas redes sociais, a família informou que a missa será realizada às 11h30 e aberta ao público. “A missa será aberta à comunidade. Contamos com a sua presença. Com amor, lembranças eternas e saudades que jamais se apagarão.
Família divulgou sobre missa de sétimo dia de Laura Cardoso nas redes sociais
Reprodução
Laurinda de Jesus Balleroni nasceu em 1927 e começou a atuar aos 15 anos. Ela estreou na TV com 25, em 1952, em “Tribunal do Coração”, da TV Tupi.
Desde então, trabalhou em mais de 60 novelas, sendo a atriz com mais títulos na carreira do país. Seu último trabalho na TV foi na novela “A Dona do Pedaço”, em 2019, e no filme “Dona Rosinha”, de 2025.
Na TV Globo, ela começou em 1981, na novela “Brilhante”, a convite do diretor Daniel Filho. E acabou contratada dois anos depois, quando atuou no folhetim “Pão Pão, Beijo Beijo”.
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Em 1993, Laura Cardoso viveu um de seus papéis mais emblemáticos na TV, Dona Isaura, mãe das gêmeas Ruth e Raquel, em “Mulheres de Areia”.
No ano seguinte, outro papel reforçou o talento da atriz e até hoje segue como um de seus personagens mais lembrados, Dona Guiomar, de “A Viagem”, onde contracenou com Miguel Falabella, que homenageou a atriz na madrugada desta terça em seu Instagram.
“Laura era gigante, compulsiva e tinha um talento que não cabia em seu corpo pequeno”, disse o ator.
Ao longo de décadas de carreira, Laura Cardoso colecionou indicações e prêmios por suas atuações na TV, no teatro e no cinema.
Entre eles, cinco troféus da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), prêmio Oscarito, do Festival de Gramado, por sua contribuição ao cinema brasileiro, e em 2006, foi laureada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a Ordem do Mérito Cultural, por sua contribuição à cultura brasileira.
Laura Cardoso morreu aos 98 anos
Jornal Nacional/ Reprodução
Laura Cardoso: relembre a trajetória da atriz

Fonte: G1 Entretenimento

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Margaret Qualley usa sapato inusitado em evento; modelo é apelidado de ‘sandália descalça’


Margaret Qualley chama a atenção por usar ‘sandálias descalças’ na premiere do filme ‘The Dog Stars’
Reprodução/Millie Turner/Invision/AP
A atriz Margaret Qualley chamou a atenção ao usar um sapato inusitado na estreia do filme “Ponto Sem Retorno” nesta quinta (20), em Londres.
Apelidado de “barefoot sandal” (sandália descalça), o modelo da Chanel cobre somente o calcanhar. O sapato foi apresentado pela primeira vez em uma coleção da grife para 2027 e dividiu opiniões desde o desfile.
Margaret Qualley chama a atenção por usar sapato inusitado na estreia de ‘Ponto Sem Retorno’
Reprodução/Millie Turner/Invision/AP
Benedict Wong, Guy Pearce, Margaret Qualley, Josh Brolin e Jacob Elordi posam na premiere de ‘Ponto Sem Retorno’, em Londres
Reprodução/Millie Turner/Invision/AP
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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‘2XKO’: Riot desiste de game de luta baseado em ‘League of Legends’ depois de menos de um ano


‘2XKO’ deixa jogadores escolherem dois heróis de ‘League of legends’ por vez
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A Riot anunciou nesta quinta-feira (20) que vai parar de desenvolver conteúdo novo de “2XKO”, game de luta gratuito baseado em “League of Legends” lançado em janeiro.
A empresa afirma que tomou a decisão, menos de um ano após o lançamento, por falta de criação de uma comunidade de jogadores que justificasse a manutenção de um jogo grátis.
“Embora muitos de vocês tenham entrado para experimentar o game e haja uma comunidade incrível que joga todos os dias, não vimos jogadores suficientes continuarem para alcançar um caminho rumo à sustentabilidade”, afirmou a desenvolvedora em comunicado.
Apesar do anúncio, servidores continuarão online por tempo indefinido e novo conteúdo, que já está pronto, vai ser lançado até o fim de 2026.
Por causa da decisão, a Riot afirmou que os jogadores receberão de volta todo dinheiro investido no game até esta quinta.
“Nos últimos meses, a equipe continuou a apostar alto, plenamente consciente dos desafios de ‘2XKO’ — mas insistir por mais um ano na esperança de encontrar uma saída teria sido uma escolha irresponsável para os jogadores e para a equipe de desenvolvimento”, disse a empresa.
“Teríamos continuado o desenvolvimento ativo se víssemos algum futuro viável, mas ‘2XKO’ nos custa substancialmente mais para operar do que arrecada, e o engajamento permaneceu praticamente estável, apesar das nossas atualizações maiores.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Hayden Panettiere: equipe planejou intervenção antes da morte da atriz


Morre atriz Hayden Panettiere aos 36 anos
A equipe que trabalhava com Hayden Panettiere cogitou uma intervenção por conta do abuso de drogas antes de sua morte. A revelação foi feita pelo diretor Griff Furst, que trabalhou com a atriz no longa “A Breed Apart” (2025).
Hayden Panettiere morreu aos 36 anos após uma parada cardíaca neste domingo (16). As condições de sua morte ainda estão sob investigação.
Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, Furst relembrou o momento em que foi chamado pela família de Hayden para auxiliar na situação.
“Quando encerramos as filmagens, continuei em contato com a equipe dela, e o que acabou sendo determinado foi que ela poderia precisar de uma intervenção. Fui convidado a participar, e eu disse sim.”
Ainda de acordo com o diretor, a ideia não foi para a frente. Ele relatou os detalhes do clima no set com a atriz e fez uma crítica ao seu namorado, Brian Hickerson.
“E eu não estava na Carolina do Sul [local onde Hayden morreu], não sei o que aconteceu, mas o que vou dizer é a minha opinião, e é apenas sobre o que vi no meu próprio set: alguém lutando para se manter sóbria, que merecia uma companhia melhor ao seu redor do que a que observei.”
Vício em drogas e álcool
Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
REUTERS
Em 2022, a atriz havia revelado em entrevista à revista People um vício em drogas e álcool que quase lhe custou a vida. “Eu estava no topo do mundo e arruinei tudo”, disse.
Panettiere contou que passou anos lutando contra o vício, ao mesmo tempo em que enfrentava uma depressão pós-parto. A atriz buscou tratamento para sua depressão, mas se viu cada vez mais dependente do álcool. “Havia apenas essa cor cinza na minha vida”, lamentou.
A atriz diz que não bebeu durante a gestação, mas afirma: “Nunca tive a sensação de querer prejudicar minha filha, mas não queria passar nenhum tempo com ela.”
Panettiere conta que trabalhou bastante para ser sincera consigo mesma para encarar uma internação e um tratamento de trauma no ano passado. “Acho que cheguei ao fundo do poço, mas lá há aquele alçapão que se abre.”
Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
Na entrevista, a atriz, que iniciou sua carreira aos 11 anos, atuando em novelas e filmes como “Duelo de Titãs”, ainda revelou que, quando ela estava com 15 anos, um membro de sua equipe começou a oferecer “pílulas da felicidade” para que ela caminhasse nos tapetes vermelhos.
“Era pra me deixar animada durante as entrevistas. E não fazia ideia de que aquilo não era apropriado, ou que era a porta de abertura para meu vício”, conta.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento