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‘Ópera do malandro’ de Chico Buarque se renova com cores vivas em montagem que mistura umbanda, Anitta e teatro clown


José Loreto encarna o malandro da ópera de Chico Buarque na encenação de Jorge Farjalla
Adriano Dória / Divulgação
♫ CRÍTICA DE MUSICAL DE TEATRO
Título: Ópera do malandro
Dramaturgia: Chico Buarque
Direção: Jorge Farjalla
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Encenador de tintas fortes, Jorge Farjalla imprime cores vivas a um dos textos mais revisitados de Chico Buarque, “Ópera do malandro” (1978), em montagem em cartaz de quinta-feira a domingo no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro (RJ), até 30 de agosto, após cumprir vitoriosa temporada em São Paulo (SP).
Inspirado na narrativa de “A ópera do três vinténs” (1928), escrita pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898 – 1956) com música de Kurt Weill (1900 – 1950) e com base na “Ópera dos mendigos” (1728), criação original do dramaturgo inglês John Gay (1685 – 1732), o texto de Chico Buarque está todo lá.
No entanto, o texto reaparece renovado por subtextos e por referências do teatro clown, das religiões de matriz afro-brasileira – precisamente a umbanda dos exus evocados na cena de Farjalla – e até de Anitta, cujo emblemático funk “Vai malandra” (2017) é embutido no pot-pourri da abertura em que o elenco mixa “O malandro” (1978) – versão de Chico para “Mack the knife” (1928), tema da ópera original de Brecht e Weill – e “A volta do malandro” (1985), tema do filme adaptado do musical de teatro.
Situada por Chico na Lapa, bairro de alta concentração dos malandros cariocas, a trama da “Ópera do malandro” ressurge em cena sem um tempo definido, mas sempre atual por retratar a bandidagem vigente no Brasil desde que o samba é samba.
Na cena povoada por cafetões e policiais corruptos, algozes de prostitutas (símbolos do povo oprimido na narrativa de Chico), a bandidagem é representada tanto pelo casal de cafetões Fernandes de Duran (Edgar Bustamante) e Vitória (Totia Meirelles) quanto – em linhagem mais popular – pelo protagonista Max Overseas Navalha, personagem confiado a José Loreto (na temporada carioca, o ator Tiago Barbosa se alterna com Loreto no papel-título da ópera).
A escalação de Loreto se revela acertada. Solar, carismático e sedutor, José Loreto tem a verve de Max e torna crível a malandragem aliciante do personagem em atuação tão cativante que o redime da inabilidade vocal para entoar uma canção tão dilacerante como “Pedaço de mim” (1978), música confiada ao ator nos momentos finais da peça.
A propósito, a trilha sonora da “Ópera do malandro” é a melhor já produzida para um musical no teatro brasileiro. O fenomenal conjunto de canções da trilha atravessa gerações com poder para atrair ouvintes dentro e fora da cena.
No todo, o elenco honra esse cancioneiro, a começar pelas duas atrizes e (ótimas) cantoras que interpretam Terezinha e Lúcia, rivais na luta pelo coração e o corpo de Max. Terezinha é Carol Costa, intérprete da canção intitulada justamente “Terezinha” (1977) – e apresentada na voz de Maria Bethânia um ano antes da encenação original da “Ópera do malandro” em gravação feita para o álbum “Pássaro da manhã” (1977) – e de “Tatuagem” (1973), canção anterior da trilha da peça “Calabar – O elogio da loucura” (1973), de Chico Buarque e Ruy Guerra.
“Tatuagem” aparece em cena colada com “Atrás da porta” (Francis Hime e Chico Buarque, 1972), outra canção anterior à ópera e incorporada por Farjalla à trilha da encenação, em número ouvido na voz de Marya Bravo. Atriz e cantora de fartos dotes vocais, Bravo também é a intérprete de “Palavra de mulher” (1985), canção posterior feita para o filme “Ópera do malandro” e desde então associada à personagem Lúcia no teatro.
O dueto de Carol Costa e Marya Bravo no bolero “O meu amor” – standard que extrapolou os limites da cena ao ser gravado pela recorrente Maria Bethânia com Alcione no álbum “Álibi” (1978) – soa igualmente arrepiante.
Alguns números antes, Totia Meirelles confirmara a notória categoria vocal ao dar voz à “Uma canção desnaturada” (1978) em número arrebatador.
Contudo, nada marca mais na ópera atualizada por Farjalla – com figurinos exuberantes em que predominam o vermelho na paleta de cores vivas – do que o canto de “Geni e o Zepelim” por Valéria Barcellos, atriz trans que dá vida, voz, alma e lágrimas a Geni, a travesti humilhada por todos no jogo de poder da peça.
Simbolizando a resistência da população LGBTQIA+ marginalizada pela sociedade, o canto de “Geni e o Zepelim” por Barcellos, terminando com a atriz aos prantos, é número que vem sendo aplaudido de pé em todas as sessões da “Ópera do malandro” desde a estreia da encenação em São Paulo (SP). A ovação já é esperada e cada plateia corresponde à expectativa já criada em torno do solo da atriz, ápice de espetáculo repleto de números coletivos calcados na força do elenco, a exemplo da rumba “Las muchachas de Copacabana” (1978).
Brado de uma tribo que cansou de levar cuspe na cara, “Geni e o Zepelim” é o emblema de montagem que se nutre da linguagem e da expressão corporal dos clowns – nítida na pintura dos rostos do elenco e na composição dos personagens, sobretudo do delegado Chaves, o Tigrão representado pelo ator Amaury Lorenzo – e do movimento da catira, dança do folclore nacional em que o ritmo é marcado pela batida sincronizada dos pés e das palmas das mãos.
Enfim, sem medo de profanar no melhor dos sentidos um texto já (con)sagrado do teatro musical brasileiro, Jorge Farjalla revigora a “Ópera do malandro” com a mão forte de um encenador que tem feito diferença na cena nacional.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Sterling Point’ é renovada para 2ª temporada


‘Sterling Point’ é renovada para 2ª temporada
Divulgação
A série “Sterling Point”, do Prime Video, foi renovada para a 2ª temporada. De acordo com o “The Hollywood Reporter”, a notícia foi divulgada duas semanas após a estreia da produção.
Em comunicado, Megan Park, criadora da série, afirmou que está feliz com a recepção da produção. “Nos esforçamos muito para tornar a série o mais autêntica possível e ver a reação do público tem sido emocionante. Mal podemos esperar para explorar ainda mais esses personagens e entregar a melhor segunda temporada de todos os tempos”, disse.
Na série, Annie, de 17 anos, interpretada por Ella Rubin, vive em Nova York com seu irmão gêmeo (Keen Ruffalo) e com seu pai adotivo Steven Jacobson (Jay Duplass). A jovem herda uma ilha canadense de seu falecido avô, junto do irmão. Ela deixa os Estados Unidos e, ao chegar ao Canadá, conhece a personagem interpretada por Amélie Hoeferle na casa de seu avô.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: datas, shows, como chegar e o que pode levar


Falta menos de um mês para o Rock in Rio
Faltam pouco para o início do Rock in Rio 2026. A Cidade do Rock abre os portões nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico, na Zona Sudoeste do Rio.
A edição deste ano terá nomes como Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots como atrações principais do Palco Mundo. Os ingressos para os dias 6 e 12 já estão esgotados.
Para quem vai ao festival, há uma série de detalhes importantes para resolver antes de sair de casa: o ingresso precisa estar ativado no aplicativo Quentro, há uma operação especial de BRT e metrô e a organização definiu regras sobre alimentos, garrafas, mochilas e outros objetos que podem entrar na Cidade do Rock.
Veja abaixo um guia com as principais informações.
Quando é o Rock in Rio 2026?
O festival acontece em dois fins de semana, em sete dias, e ainda há ingressos para cinco deles (veja o horário dos shows):
4 de setembro (sexta-feira)
5 de setembro (sábado)
6 de setembro (domingo) — esgotado
7 de setembro (segunda-feira)
11 de setembro (sexta-feira)
12 de setembro (sábado) — esgotado
13 de setembro (domingo)
Como chegar ao Rock in Rio?
BRT expresso do Rock in Rio será pago pelo Jaé
A Cidade do Rock fica no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. Uma operação especial de transporte será montada durante os sete dias do festival, com BRT Expresso Rock in Rio, metrô e ônibus executivos do serviço Primeira Classe.
BRT Expresso Rock in Rio:
O bilhete do BRT especial custa R$ 29 e inclui ida e volta. A compra é feita exclusivamente pelo aplicativo Jaé, usando o saldo da Conta Transporte, que pode ser carregado por Pix ou cartão de crédito.
Cada pessoa poderá comprar até dez bilhetes por dia de festival.
Serão três linhas especiais:
SE008: Terminal Jardim Oceânico ↔ Terminal Centro Olímpico, sem paradas;
SE009: Terminal Alvorada ↔ Estação Morro do Outeiro, sem paradas;
SE010: Terminal Paulo da Portela ↔ Estação Morro do Outeiro, com paradas na Praça Seca, Tanque e Taquara.
O QR Code para embarque ficará disponível no Jaé uma semana antes do evento e só poderá ser utilizado no dia escolhido na compra. As gratuidades do sistema Jaé não valerão no BRT Expresso.
Na chegada, o passageiro receberá uma pulseira individual, necessária para utilizar o transporte especial na volta.
Metrô:
A estação Jardim Oceânico ficará aberta 24 horas nos dias do Rock in Rio e será o principal ponto de integração entre metrô e BRT especial.
As outras estações seguirão seus horários normais para embarque, mas permanecerão abertas durante a madrugada para desembarque.
A passagem custa R$ 7,90 por trecho. Quem fizer ida e volta usando metrô e BRT especial gastará R$ 44,80 no total.
Durante o festival:
Linhas 1 e 4: Uruguai ↔ Jardim Oceânico
Linha 2: Pavuna ↔ Botafogo
A transferência entre as linhas 1 e 2 poderá ser feita no trecho entre Central do Brasil e Botafogo.
Ônibus Primeira Classe:
Outra alternativa são os ônibus executivos do Primeira Classe, que fazem viagens sem paradas e deixam os passageiros em uma entrada exclusiva dentro da Cidade do Rock, perto do palco New Dance Order.
São 20 pontos de embarque no Rio e na Região Metropolitana, além de mais de 18 pontos fora da capital.
No Rio, há saídas de locais como Copacabana, Ipanema, Botafogo, Lagoa, Tijuca, Barra da Tijuca, Recreio, Galeão e diferentes shoppings. Também estão previstos embarques em cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Petrópolis, Búzios, Cabo Frio, Campinas, Niterói, Nova Friburgo, Macaé e Volta Redonda.
O que pode levar para o Rock in Rio?
Entre os itens liberados pela organização estão:
garrafa plástica transparente de água de até 500 ml, com tampa;
carregador portátil de tamanho equivalente a um celular;
capa de chuva;
canga e casaco;
óculos de sol;
protetor solar de até 100 ml;
máquina fotográfica portátil;
isqueiro;
até cinco itens de alimentação por pessoa;
frutas cortadas em embalagem transparente e flexível, como Zip Lock;
sanduíches em embalagem transparente e flexível.
No caso dos alimentos, a orientação é dar preferência a produtos industrializados e lacrados, como biscoitos, torradas e barras de cereal. Quantidades superiores a cinco itens por pessoa poderão ser descartadas na entrada.
O que não pode levar?
A lista de objetos proibidos é extensa. Entre os principais estão:
garrafas de vidro ou metal;
garrafas maiores que 500 ml;
latas;
copos térmicos de vidro ou metal;
potes rígidos com tampa;
capacetes;
armas e objetos cortantes;
guarda-chuvas;
sprays;
bebidas, com exceção da água dentro das regras do festival;
cooler e isopor;
bastão de selfie;
câmeras profissionais com lentes destacáveis;
tripés e drones;
computadores e tablets;
powerbanks maiores que um celular;
malas, bolsas ou mochilas de grandes dimensões;
fantasias ou máscaras que impeçam a identificação da pessoa.
Medicamentos devem ser levados na embalagem original. A entrada de objetos que não estejam expressamente previstos entre os permitidos ficará sujeita à avaliação da segurança do evento.
Vai ter locker?
Sim. A Cidade do Rock terá lockers de diferentes tamanhos para guardar pertences durante o festival. Alguns comportam desde pequenas mochilas e casacos até uma mala de bordo ou duas mochilas.
Os armários terão entradas USB e USB-C, mas o público precisa levar o próprio cabo.
A reserva antecipada poderá ser feita até 24 horas antes do dia escolhido. Também haverá uma quantidade limitada de lockers para contratação no local.
O QR Code de acesso será enviado por e-mail e SMS até 24 horas antes da reserva. A organização recomenda deixar um print salvo no celular para evitar problemas caso a conexão com a internet esteja ruim.
O locker pode ser aberto quantas vezes forem necessárias durante o dia, mas não é permitido deixar objetos de um dia para outro.
Como funciona o ingresso digital?
O acesso à Cidade do Rock será feito exclusivamente pelo aplicativo Quentro. Prints do QR Code e ingressos impressos não serão aceitos.
Para ativar o ingresso, é preciso entrar na conta da Ticketmaster, acessar “Meus Pedidos” e fazer o vínculo que enviará o ingresso para o Quentro.
Quem ainda não tiver o aplicativo deverá instalá-lo e entrar usando o mesmo e-mail cadastrado na Ticketmaster.
No dia do festival, é importante estar com o celular carregado e o aplicativo atualizado. Na catraca, basta abrir o ingresso daquele dia e apresentar o QR Code no leitor.
Cada ingresso permite apenas uma entrada.
Posso transferir meu ingresso?
Sim. A transferência pode ser feita pelo próprio Quentro. Mas há algumas regras importantes:
depois de concluída, a transferência não pode ser cancelada;
um ingresso recebido por transferência não pode ser transferido novamente;
somente quem recebeu pode devolver o ingresso para a conta de origem;
enquanto a transferência estiver pendente, ela poderá ser cancelada pelo remetente;
ingressos de Comfort Zone ou Área VIP já nomeados precisam ter os dados pessoais removidos antes da transferência.
Quem comprou meia-entrada precisa levar documento?
Sim. A organização fará a conferência do documento que comprova o direito à meia-entrada.
Caso o benefício não seja comprovado, será possível complementar o valor nos pontos de atendimento destinados à meia-entrada.
Entre os grupos contemplados estão estudantes, idosos, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda e categorias beneficiadas por leis estaduais e municipais. O documento exigido varia conforme o tipo de benefício.
Aplicativo do Rock in Rio
Além do Quentro, usado para o ingresso, o festival tem um aplicativo oficial do Rock in Rio 2026.
Nele, será possível conferir os horários dos shows e montar uma agenda personalizada. A programação escolhida poderá ser compartilhada pelo Instagram.
O aplicativo também reunirá informações sobre transporte, lockers, acessibilidade e atrações. Até o começo do festival, a previsão é que sejam liberados ainda o mapa da Cidade do Rock, informações sobre experiências e ativações, compra antecipada de bebidas e o sistema de agendamento dos brinquedos.
Line-up do Rock in Rio 2026
Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Maroon 5 e Twenty One Pilots – atrações do Rock in Rio 2026
g1
Veja aqui o horário de cada show
4 de setembro — Foo Fighters
Palco Mundo: Foo Fighters, Rise Against, The Hives e Nova Twins
Sunset: Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk e Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero
New Dance Order: Steve Angello, GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers
5 de setembro — Avenged Sevenfold
Palco Mundo: Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, mgk e Sepultura
Sunset: Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa e Malvada convida Day Limns
New Dance Order: James Hype, Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou
6 de setembro — Calvin Harris
Palco Mundo: Calvin Harris, Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho — Encontro Formação Original
Sunset: NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema
New Dance Order: MEDUZA³, Liu, Casa Bonita — Brisotti e Viot, e Sofi Tukker
7 de setembro — Elton John
Palco Mundo: Elton John, Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Sunset: Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convida Guilherme Arantes e Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order: Fatboy Slim, Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler
11 de setembro — Stray Kids
Palco Mundo: Stray Kids, Alok, HWASA e NEXZ
Sunset: Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidam Duquesa e Jota.pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order: Neelix b2b Vegas, Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA
12 de setembro — Maroon 5
Palco Mundo: Maroon 5, Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio
Sunset: Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidam Daniela Mercury e Olodum, e Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago
New Dance Order: Alok com Rave The World, Alok & Family — Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar
13 de setembro — Twenty One Pilots
Palco Mundo: Twenty One Pilots, Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo
Sunset: Zara Larsson, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order: John Summit, Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol — Maz, Antdot, Riascode e Bakka.
O que tem de novo na Cidade do Rock?
O Palco Mundo terá uma nova cenografia e uma estrutura frontal revestida por 2,4 mil m² de painéis de LED.
O New Dance Order também ganhou novo projeto, com 56,5 metros de largura, 22,5 metros de altura e 502 m² de painéis de LED.
A Gourmet Square terá oito restaurantes: Sìsì Pizza, Pepe Hot Dogs, Gurumê, TT.Burguer, Albis, Bora Baião, Chicharrón e Cumbuca. A curadoria é do chef Pedro Siqueira.
O festival também terá a volta do espetáculo aéreo The Flight e da Babilônia Feira Hype, que completa 30 anos. A feira ficará perto do New Dance Order e reunirá 60 expositores ao longo dos sete dias.
Outra novidade será o ECCO, espetáculo criado em parceria com a LightWire. A atração mistura dança, luz, projeções, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos. Serão cinco apresentações por dia, com 20 minutos de duração e capacidade para mil pessoas por sessão.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hot Chip anuncia show em São Paulo em novembro


Hot Chip se apresenta na Audio, em São Paulo, em novembro
Divulgação
O Hot Chip anunciou um show na Audio, em São Paulo, no dia 22 de novembro. O grupo britânico de indie dançante retorna para a celebração dos 20 anos do disco “The Warning”, um dos seus trabalhos mais conhecidos.
Os ingressos estão disponíveis pela Eventim, e os valores variam entre R$ 220 (pista, meia) e R$ 800 (camarote, inteira).
Formado em 2000, o Hot Chip se firmou principalmente na Europa, conquistando fãs com sua música eletrônica dançante e alto astral. O grupo já veio ao Brasil para festivais como o Sónar São Paulo e o Lollapalooza.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Jota Quest cancela show no casamento de Viih Tube 15 dias antes e influencer se revolta; entenda


Vih Tube diz que ‘banda famosa’ cancelou apresentação de seu casamento por ela estar “cancelada”. Fãs apontam referências a Jota Quest.
Divulgação/Instagram/Viih Tube
A influenciadora digital Vih Tube, de 26 anos, afirmou que vai processar a banda que havia contratado para se apresentar em seu casamento, realizado no último sábado (15). Segundo ela, o grupo não revelado cancelou o show faltando apenas 15 dias para o casamento, sob a justificativa de que ela estaria “cancelada” na internet.
Vih Tube não citou o nome da banda no vídeo em que contou o episódio, mas o g1 apurou que é o Jota Quest. Procurada pelo g1 a banda disse que não irá se manifestar sobre o caso.
Entenda o que aconteceu
Tudo começou após Viih Tube publicar um vídeo nas redes sociais na quarta-feira (19). Nele, a influenciadora relembra situações que, segundo ela, “deram errado” durante o casamento.
Sem citar o nome do grupo, Viih Tube afirmou que a banda contratada para a festa era “muito famosa e muito cara” e que teria desistido da apresentação sob a justificativa de que ela estaria “cancelada”.
“Não era permuta, não era parceria, não tinha desconto nem nada do tipo. Eu era uma cliente normal. Tava pagando 100% e obviamente vou cobrar a multa e vou processar.”
Ainda segundo Vih Tube, o contrato previa multa em caso de cancelamento e estabelecia condições para que a apresentação fosse desmarcada. “Eles não podem fazer isso. Você tem que ter no mínimo um motivo cabível, devolver o dinheiro e pagar a multa, coisa que não foi feita”, afirmou.
Amigos de Viih Tube mandam indireta para Jota Quest
Os influenciadores Lucas Rangel e Tata Estaniecki, amigos de Viih Tube e convidados do casamento, começaram a mandar indiretas para Jota Quest nos comentários de uma publicação da influenciadora.
Amigos de Vih Tube, Tata Estaniecki e Lucas Rangel comentaram a publicação com pistas sobre a banda que teria cancelado o show.
Divulgação/Instagram/Viih Tube
Além deles, a própria Viih Tube afirmou, em determinado momento do vídeo, que havia superado o episódio e que “dias melhores virão”.
A frase chamou a atenção dos seguidores, que apontaram uma possível referência à música “Dias Melhores”, lançada pelo Jota Quest em 2000.
Jota Quest teria alegado atraso no pagamento
Ainda no mesmo vídeo, Vih Tube disse que, inicialmente, a equipe da banda teria informado que o cancelamento ocorreu por causa de um suposto atraso no pagamento. A influenciadora negou.
“Não faz o menor sentido. O pagamento era parcelado e a gente estava pagando certinho. A gente ia pagar tudo antes da data do casamento. ”
De acordo com Vih Tube, depois de questionar a equipe sobre o cancelamento, ela teria recebido por telefone a informação de que o motivo seria, na verdade, o fato de ela estar “cancelada”. A influenciadora afirmou ainda que gravou a ligação.
No relato, Viih Tube não apresentou documentos que comprovassem as condições do contrato nem mostrou o áudio da ligação mencionada.
Sem Jota Quest, qual banda tocou?
No lugar de Jota Quest, o casamento teve apresentações da banda de louvor Celeiro Worship, da banda Menegato, da dupla sertaneja Thainara e Thatiane e do DJ Volpe.
Segundo Viih Tube, as atrações respeitaram as “restrições” do casal e garantiram uma festa que também pôde ser aproveitada pelos filhos dos noivos e dos convidados.
“A festa de casamento perfeita é quando ela é EXATAMENTE a cara dos noivos, e a gente pode dizer que a nossa é uma dessas”, afirmou.
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Influenciadora foi ‘cancelada’ após reality show
Viih Tube esconde moeda de seu reality dentro do vaso sanitário.
Reprodução
Viih Tube passou a ser alvo de críticas nas redes sociais após lançar, em junho, o reality show “As Patroas”, que mostrava funcionários domésticos que trabalhavam na casa dela e do marido, Eliezer, disputando provas, desafios e um prêmio de R$ 20 mil.
Algumas das atividades, no entanto, geraram uma onda de críticas nas redes sociais. Em uma delas, por exemplo, os funcionários eram desafiados a procurar moedas dentro de vasos sanitários.
O primeiro episódio foi retirado do YouTube menos de 24 horas após a estreia, em meio à repercussão negativa nas redes sociais. O caso chegou ao Ministério Público do Trabalho (MPT), que abriu uma investigação para apurar possíveis violações de direitos trabalhistas.
Por fim,Viih Tube e Eliezer precisaram firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPT e se comprometeram a encerrar o reality, retirar do ar conteúdos considerados irregulares e pagar R$ 350 mil por dano moral coletivo, além de cumprir outras obrigações previstas no acordo.
Viih Tube e Eliezer se casaram
Viih Tube e Eliezer se casaram em fazenda de Porto Feliz (SP) neste sábado (15)
@lucasbley/Instagram/Reprodução
Os influenciadores Viih Tube e Eliezer se casaram em uma cerimônia realizada em uma fazenda de Porto Feliz, no interior de São Paulo, no último sábado (15).
Juntos desde 2022, o casal decidiu oficializar a união celebrando com familiares e amigos durante dois dias na Fazenda Capela do Bosque, espaço de eventos no campo que incluiu hospedagem, como mostrou a reportagem do g1 Sorocaba e Jundiaí.
A cerimônia civil aconteceu na sexta-feira (14), com um jantar especial à noite. Já o ritual religioso foi realizado na tarde do sábado.
Personalidades da internet como Luis Mariz, Gkay, Tata Estaniecki, Lucas Rangel e Arthur Aguiar estiveram presentes. O casamento foi celebrado pelo evangelista Deive Leonardo.
Cerimônia religiosa de Viih Tube e Elieze contou com a presença de outras personalidades da internet como Luis Mariz, Gkay, Lucas Rangel e o marido Lucas Bley
Instagram/Reprodução
A data escolhida para o casamento foi a mesma em que Eliezer pediu Viih Tube em namoro. O noivo mencionou a lembrança durante os votos, emocionado, diante da noiva.
Com transmissão ao vivo no Instagram, os seguidores do casal também puderam acompanhar ao momento do “sim”. Após a cerimônia, houve um show de fogos.
“Eu entrei no maior reality show desse país e meu astrólogo me disse: ‘Você vai até o final, mas você não vai ganhar’ . E aí eu preciso dizer publicamente que você, pela primeira vez, errou, porque pelas palavras do próprio ganhador, o Arthur: ‘Incrível como a primeira vitória da sua vida chama Vitória’. A primeira e a maior vitória da minha vida é você, meu amor”, disse Eliezer para Viih Tube.
Viih Tube, Eliezer e os filhos no dia em que oficializaram a união civil, em fazenda de Porto Feliz (SP)
@cinigalhafilmes/Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Astro infantil de ‘Baby Shark’ volta aos palcos como cantor de K-pop


Astro infantil de ‘Baby Shark’ volta aos palcos como cantor de K-pop
Reuters
O astro infantil do vídeo “Baby Shark Dance”, o mais assistido da história do YouTube, lançou seu primeiro single digital de K-pop nesta quinta-feira, uma década depois de ter alcançado a fama.
Park Geonroung, que estrelou o vídeo quando tinha 7 anos, fará sua estreia solo no K-pop sob o nome de “Baby Shark Boy” e conta com o apoio da Pinkfong Company, detentora dos direitos autorais do “Baby Shark”.
“A ‘Baby Shark Dance’ trouxe alegria para pessoas em todo o mundo, e sou muito grato por tantas pessoas ainda se lembrarem de mim de 10 anos atrás. Isso me fez querer voltar e me conectar com as pessoas através da música novamente”, disse ele.
A música cativante, que fala sobre uma família de tubarões, foi lançada em 2016 e, desde então, o vídeo já ultrapassou 17,2 bilhões de visualizações. Ela foi tocada na Casa Branca e elogiada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, pelo presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, e por celebridades, além de ter inspirado paródias e uma febre de dança.
Agora no g1
Nos anos que se seguiram ao vídeo, Park estrelou outros programas da Pinkfong. Ele afirmou que seu novo single digital, intitulado “WAVE”, começa com a conhecida melodia de “Baby Shark” antes de passar para um som electropop, para o qual ele contribuiu com a letra.
Park acrescentou que vê o single como o início de uma jornada musical mais longa. “WAVE parece mais um novo começo do que um projeto pontual. Espero continuar mostrando diferentes facetas de mim mesmo por meio da música, bem como de outros tipos de conteúdo”, disse ele.

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: Antes de virar hit, ‘Baby, me atende’ gerou desconfiança em produtor e empresário


Mistura de pisadinha com pagode gerou desconfiança, mas rendeu hit “Baby, me atende”
Matheus Fernandes já era conhecido na região Nordeste do país quando gravou seu DVD “Na Praia”, em 2020. O projeto contou com a participação de diversos artistas. Entre eles, o cantor Dilsinho. O feat com o pagodeiro já era garantido, mas a faixa que eles gravariam juntos (“Baby, me atende”) foi definida – e escrita – em cima da hora. E se tornou um dos principais hits de 2021.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
Enquanto Dilsinho insistia pra conhecer a música que seria o feat, Matheus Fernandes enrolava o amigo antes da gravação, porque queria que ele cantasse algo “fora da caixa” e com uma levada meio sensual, para combinar com o timbre de voz do artista.
Matheus Fernandes e Dilsinho emplacaram ‘Baby Me Atende’, 1º single do novo projeto do cantor cearense de 29 anos
Divulgação/Nara Fassi
Até que no domingo anterior às filmagens, Matheus decidiu convocar Rodrigo Reis e Igor Costa para uma noite de composições.
Desse encontro, nasceu “Baby Me Atende”, uma música com trechos mais falados do que cantados. Entre seus versos, há lugar para a tão conhecida mensagem automática de caixa postal (após o sinal, deixe seu recado).
A música é uma mistura do pagode com a pisadinha, gênero musical que estava bombando naquele ano.
Toda essa mistura musical, unindo o teclado e a batida da pisadinha com a cuíca e o cavaco do pagode, gerou desconfiança do produtor e do empresário de Matheus.
Eles, e até o próprio Matheus, tinham dúvidas se o resultado final daquilo tudo daria certo.
Mas depois do lançamento, veio o alívio com a aprovação do público — e a música se tornando o primeiro hit nacional do cantor.
Dilsinho e Matheus Fernandes no clipe de ‘Baby Me Atende’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Documentário sobre Marília Pêra ganha trailer com imagens raras e narração da própria atriz; ASSISTA


Documentário “Viva Marília” ganha trailer com imagens raras; assista
O documentário “Viva Marília”, que conta parte da história da atriz Marília Pêra (1943-2015), ganhou trailer nesta quinta-feira (20).
Narrado pela própria artista e com imagens raras de seu acervo pessoal, o filme retrata sua carreira na TV, no teatro e no cinema, tendo como pano de fundo a transformação da sociedade brasileira entre os anos 1960 e 1980.
“Viva Marília” tem depoimentos de nomes como Hebe Camargo, Marco Nanini, Jô Soares e Marília Gabriela.
Marília Pêra em imagem do documentário ‘Viva Marília’
Divulgação
“Do teatro à televisão, da comédia ao drama, dos musicais ao cinema, Marília revela suas escolhas, paixões, inquietações e a disciplina que a levou a se tornar uma das grandes divas da cultura brasileira”, diz um trecho da sinopse.
“Ao mesmo tempo, sua trajetória atravessa um Brasil em transformação — das décadas de 1960, 1970 e 1980 à redemocratização — revelando como a sociedade, a cultura e o papel da mulher também mudaram ao seu redor.”
O documentário, uma produção da Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil, é dirigido por Zelito Viana e Esperança Motta, com roteiro de Nelson Motta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Demon Hunter processa Netflix por uso de nome em turnê de ‘Guerreiras do K-Pop’


Demon Hunter processa Netflix por uso de nome em turnê inspirada em “Guerreiras do K-Pop”.
Divulgação.
A banda de metal cristã Demon Hunter está processando a Netflix e a promotora de shows “AEG Presents” na Justiça Federal da Califórnia.
O grupo alega que a turnê inspirada no filme de sucesso “Guerreiras do K-Pop” (a “KPop Demon Hunters”) viola suas marcas registradas. A principal questão levantada pela banda é que “Demon Hunter” é justamente o nome usado pelo grupo há mais de duas décadas.
Na ação, apresentada na terça-feira (18), a banda afirma que o anúncio da turnê já estaria causando confusão entre os consumidores. Segundo o grupo, o projeto também pode “ofuscar” sua marca.
“Em suma, a Netflix não tem mais direito de usar a marca KPOP DEMON HUNTERS do que teria para lançar um artista musical, uma turnê de shows e produtos licenciados sob as marcas KPOP METALLICA, KPOP U2 ou KPOP BLACK SABBATH”, afirmou a ação judicial.
Netflix, AEG Presents e representantes da banda ainda não se manifestaram sobre a ação até o momento.
Entenda o caso
Agora no g1
Na ação, a Demon Hunter afirma que os projetos da Netflix e da AEG podem causar confusão entre os consumidores e prejudicar seus negócios.
A banda diz já ter recebido, inclusive, um pedido de reembolso de um pai que comprou por engano ingressos para um de seus shows, acreditando se tratar da turnê de “Guerreiras do K-Pop”.
O grupo também afirma ter recebido um e-mail de um produtor do programa “Inside Edition” solicitando uma entrevista com um dos compositores do filme.
Cena do filme ‘Guerreiras do K-pop’
Divulgação/Netflix
“Como resultado da conduta deliberada dos réus”, a banda “agora enfrenta uma crise existencial, o que torna necessária a propositura desta ação”, afirma a petição inicial.
A Demon Hunter pede que a Justiça impeça o uso do nome “KPop Demon Hunters” em músicas, produtos licenciados e na promoção de shows ao vivo. A banda também solicita uma indenização, em valor não especificado.
Sobre a Demon Hunter
A Demon Hunter foi formada em Seattle, nos Estados Unidos, em 2000. A banda lançou seu álbum mais recente no ano passado e tem uma turnê pelos EUA marcada para outubro.
No Spotify, a banda soma cerca de 350 mil ouvintes mensais. No Instagram, são aproximadamente 124 mil seguidores.
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A Netflix lançou “Guerreiras do K-Pop” em junho de 2025. A animação acompanha um grupo feminino de K-Pop que combate demônios secretamente.
O filme se tornou o mais assistido da história da plataforma, segundo a Netflix. A produção também venceu o Oscar de melhor longa-metragem de animação e de melhor canção.
Em maio, a Netflix anunciou uma parceria com a AEG Presents para levar o filme aos palcos em uma turnê.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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Avenged Sevenfold volta ao Rock in Rio de novo como headliner; relembre estreia no festival


Avenged Sevenfold fecha Palco Mundo no primeiro final de semana de Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1
O Avenged Sevenfold volta ao Rock in Rio no dia 5 de setembro como atração principal do Palco Mundo. É a segunda edição seguida em que a banda californiana fecha uma noite na Cidade do Rock.
Na passagem anterior, em 2024, a banda pegou o último horário, mesmo sendo a menos veterana dentre as principais. O grupo fez o seu maior show no Brasil ao estrear como atração principal do Rock in Rio, coroando uma sequência de vindas iniciada em 2008.
Em 2024, o Avenged fechou uma noite de veteranos. Em 2026, o grupo divide o dia com atrações internacionais que se formaram depois deles, como Bring Me the Horizon e Machine Gun Kelly. O dia, que tem ainda o Sepultura, traz o Avenged no topo do cartaz dele.
Quem escolheu ficar em frente ao Palco Mundo compensou a falta de uma multidão maior com uma cantoria intensa, berrando os refrões até o limite com o auge do barulho em “Nightmare”.
Avenged Sevenfold toca ‘Nightmare’ no Rock in Rio 2024
Mesmo sendo o headliner com o menor público do primeiro fim de semana (atrás de Travis Scott e Imagine Dragons), a banda californiana tocou para um fã-clube muito fiel.
A apresentação soube brincar com os grandes clichês de arena, mesclando o peso característico do metalcore com labaredas gigantescas e pirotecnia. O vocalista M. Shadows ditou o ritmo, oscilando entre brincadeiras mais descontraídas, como rir após exibir uma bandeira do Corinthians e receber vaias.
Houve ainda interações bem mais sérias. O tom mais sisudo rendeu discursos emocionados sobre aproveitar o dia e a “jornada da vida”.
O cenário acolhedor de agora também expôs um belo contraste em relação à estreia do grupo no festival, lá em 2013. Naquela época, a banda precisou de muito bom humor para enfrentar a impaciência de alguns roqueiros tradicionais que faziam coros por Iron Maiden nos intervalos das músicas e pareciam reprovar aquela mistura de metal com o hardcore.
Mais de dez anos depois, o show mostrou que a velha exigência pela pureza absoluta do estilo perdeu o sentido para a maioria dos fãs de rock, deixando o caminho livre para a banda ser celebrada. E isso deverá acontecer mais uma vez neste Rock in Rio.
Avenged Sevenfold fecha Palco Mundo no primeiro final de semana de Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1

Fonte: G1 Entretenimento