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Claudette Soares lança em novembro álbum batizado com música feita para a cantora por Zélia Duncan e Ana Costa

Claudette Soares canta músicas de Zé Manoel, Tim Bernardes, Marcos Valle, Joaquim e Roberto Menescal no álbum ‘O mundo é ruim para quem não sabe esperar’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Um dos bordões de Claudette Soares, “O mundo é ruim para quem não sabe esperar” não somente virou música, como deu nome à composição que batiza o álbum que a cantora lançará em novembro, quando já estiver com 91 anos.
“O mundo é ruim para quem não sabe esperar” é música inédita composta por Ana Costa e Zélia Duncan especialmente para a cantora carioca, nascida em 31 de outubro de 1935.
Arquitetado por Marcus Preto em 2023, o álbum foi formatado com repertório inteiramente inédito – todo composto especialmente para Claudette – e com produção musical do próprio Marcus Preto com Thiago Big Rabello.
Além da música-título “O mundo é ruim para quem não sabe esperar” (Ana Costa e Zélia Duncan), o repertório do álbum é composto por músicas como “Batuque bom” (Marcos Valle e Tim Bernardes), “Bem feliz” (Zé Manoel e Ronaldo Bastos), “Esse escurinho é você” (Roberto Menescal e Joaquim), “Natural” (Zé Renato e Nando Reis) e “Viva” (Marcos Valle e Arnaldo Antunes), além da já conhecida “O prazer de viver para mim é você” (2024).
“O prazer de viver para mim é você” é (grande) música de Guilherme Arantes, gravada por Claudette com o próprio Arantes e lançada em single há dois anos, precisamente em maio de 2024, ainda durante o processo de gravação do álbum.

Fonte: G1 Entretenimento

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Famosos votam no 1º turno das eleições de 2026; FOTOS

Brasileiros vão às urnas neste domingo (4) para o primeiro turno das Eleições de 2026, escolhendo presidente, governadores, senadores e deputados. Entre os eleitores, famosos também foram vistos em seus colégios eleitorais. Veja as fotos:
Fátima Bernardes vota acompanhada da mãe, Dona Eunice, e da filha, Beatriz Bonemer
Anderson Bordê/ AgNews
Igor Rickli e Aline Wirley votam no Rio de Janeiro
Dilson Silva/ AgNews
Bruno Mazzeo vota no Gávea Golf Club, em São Conrado, Zona Sul do Rio
Priscilla Moraes / GloboNews

Fonte: G1 Entretenimento

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Transcendência de Aldir Blanc como compositor popular se impõe no roteiro do documentário ‘Resposta ao tempo’

Aldir Blanc (1946 – 2020) é tema de documentário em cartaz no Festival do Rio 2026 com sessões hoje e amanhã, 4 e 5 de outubro
Reprodução / Vídeo
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: “Aldir Blanc – Resposta ao tempo”
Direção e roteiro: Marcus Fernando e Hugo Sukman
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ “Se não é nada parecido com divino, e eu não creio que seja, o ato de criar deixa você muito perto de uma espécie de transcendência”, argumenta Aldir Blanc, ateu, ao discorrer sobre a experiência de ser um compositor popular, em fala ouvida quase ao fim do documentário “Aldir Blanc – Resposta ao tempo”, atração do Festival do Rio 2026, com sessões programadas para hoje e amanhã, 4 de 5 de outubro.
Se há algo que se impõe na tela e no roteiro ao fim da hora e meia do filme dirigido e roteirizado por Marcus Fernando e Hugo Sukman, é a transcendência de Aldir Blanc Mendes (2 de setembro de 1946 – 4 de maio de 2020) como compositor de música popular brasileira, exímio letrista de melodias criadas por João Bosco, Guinga, Moacyr Luz e Cristovão Bastos, para citar somente os parceiros mais frequentes e fundamentais.
Documentário de (apropriado) formato convencional, “Aldir Blanc – Resposta ao tempo” dá voz ao próprio Aldir ao perfilar o compositor através de falas e imagens de arquivo que descortinam os bastidores da criação do bardo carioca, Vasco “desde garotinho”, época em que, a partir de 1956, com dez anos, se tornou entusiasmado praticamente da masturbação. A propósito, umas das cenas mais marotas do documentário é a que flagra Aldir mostrando o “álbum da punheta” para o neto Vinicius.
“Não vim aqui para facilitar, não. Vim aqui para criar problema”, situa o poeta logo no início do filme da Girândola Produções.
Antes de propor um mergulho no universo criativo do compositor, o roteiro traça o perfil biográfico de Aldir Blanc, médico pós-graduado em Psiquiatria que abandonou a profissão e a fé em Deus em 1974 ao testemunhar, tão desesperado quanto impotente, a morte das filhas gêmeas recém-nascidas, Maria e Alexandra, esta com bastante agonia, sangue e sofrimento.
Para Aldir, que desde sempre alimentara a culpa de ter deixado a própria mãe com permanentes sequelas físicas e mentais ao vir ao mundo em parto complicado que durou mais de um dia, a saída foi se dedicar integralmente à música. Naquele momento, à música que fez nos anos 1970 com João Bosco, primeiro parceiro fundamental do poeta. O único milagre que o ateu Aldir reconhecia era a sincronia das ideias dele e de Bosco na arte de fazer música.
Cartaz do filme ‘Aldir Blanc– Resposta ao tempo’, de Marcus Fernando e Hugo Sukman
Divulgação / Festival do Rio 2026
Refeito o caminho do compositor até a música, o documentário abre a porta da criação do letrista para tentar desvendar a habilidade de Aldir Blanc para criar versos imagéticos, inesperados e incomuns que fizeram crônicas do Brasil urbano a partir do microcosmo do artista, situado na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Aldir nasceu no Estácio, se mudou aos três anos para Vila Isabel – bairro de Noel Rosa (1910 – 1937), compositor bamba, cronista urbano dos tempos em que Aldir nem existia – e se fixou na região da Tijuca. Lá, viveu entre a casa – onde geralmente escrevia as letras na cama, virado de lado – e os botequins. “Boteco é templo! É uma tradição viva do Rio de Janeiro”, caracteriza.
Para um letrista que afirma ter tido despertado o desejo de ser compositor em 1965 ao ver e ouvir Elis Regina (1945 – 1982) defender “Arrastão” (Edu Lobo e Vinicius de Moraes) em festival da canção, a transcendência da criação começou a se concretizar em 1972, ano em que a cantora gravou “Bala com bala”, artilharia disparada por Bosco e Aldir, dupla de compositores revelada naquele mesmo ano de 1972.
“Bala com bala” foi a primeira das quase 30 músicas de Aldir Blanc eternizadas na voz de Elis Regina. Outras músicas e intérpretes viriam. “Trabalho letrando a música que me é dada e não mexo em uma nota”, ressalta em fala reproduzida no filme.
À medida que avança o documentário “Aldir Blanc – Resposta ao tempo”, fica evidenciado na tela o quanto o compositor considerava sagrado o instante da criação. “Naquela hora, naquele momento, ninguém pode mais do que eu”, dimensiona o compositor.
De temperamento arredio e por vezes sombrio, o bardo parecia ficar menos nublado nos momentos divididos com os netos, com a companheira Maria Lúcia Sá Freire – com quem manteve relação de dependência esmiuçada em outro documentário sobre Aldir Blanc apresentado no Festival do Rio 2026, “Fui olhar você dormir”, filme de Anna Azevedo – e no templo sagrado dos botequins.
E, sim, a melhor resposta dada por Aldir Blanc ao tempo – ainda que, ao fim do filme, ele próprio desmistifique a poesia do bolero que intitula o documentário de Marcus Fernando e Hugo Sukman – foi ter sobrevivido à morte por covid, em março de 2020, aos 73 anos.
Como fica evidenciado enquanto rolam os créditos finais do documentário, Aldir Blanc Mendes transcendeu o tempo com o poder da criação.
A carteira de identidade de Aldir Blanc (1946 – 2020) é mostrada no documentário de Marcus Fernando e Hugo Sukman
Divulgação / Festival do Rio 2026

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz brasileira é presa pelo ICE no aeroporto de Los Angeles e está detida há mais de um mês

A atriz brasileira Renata Alves Mietto
Arquivo Pessoal
O que deveria ser uma viagem em família para comemorar o aniversário da mãe terminou em uma prisão que mudou completamente a vida da atriz brasileira Renata Alves Mietto, de 26 anos.
Ela foi detida no aeroporto de Los Angeles no dia 27 de agosto, quando se preparava para embarcar para o Havaí.
Segundo Márcia Rilda Alves dos Reis, a filha passou normalmente pela segurança e pelo raio-x, entrou com o passaporte e, quando já estava no portão de embarque, foi abordada e presa por agentes do ICE que estavam à paisana.
“Nós achávamos que, nessa questão de pegar voo, eles só estavam pegando quem tivesse algum tipo de crime. Mas a gente não sabia que eles estavam prendendo qualquer pessoa. Quando você passa na segurança, eles têm essa ligação direta com o ICE, essa impressão que a gente tem”, contou Márcia.
Renata chegou aos Estados Unidos em 2016, aos 16 anos.
No país, ela concluiu o ensino médio e estudou Artes Cênicas na Utah Valley University. Há pouco mais de três anos, vive em Los Angeles, onde também construiu sua carreira profissional.
Como atriz, participou de produções como The Cool Kids e, paralelamente, tornou-se proprietária de uma empresa de limpeza que hoje emprega mais de 20 pessoas. Segundo a mãe da jovem, Márcia, o grande sonho de Renata é ser atriz de cinema.
A mãe explica que a filha perdeu o status de permanência nos Estados Unidos há cerca de dois anos, após receber uma orientação jurídica equivocada.
Transferida algemada da Califórnia para o Texas
Após ser presa no aeroporto, Renata foi inicialmente levada para um centro de detenção em Los Angeles e, posteriormente, transferida para Adelanto, na Califórnia, onde permaneceu por mais de 20 dias.
Enquanto isso, sua família tentava acompanhar o processo à distância com advogados para encontrar uma forma de tirá-la da prisão.
No dia 18 de setembro, Renata participou de uma audiência.
A defesa pediu que ela pudesse responder ao processo em liberdade, mas o pedido foi negado sob o argumento de que ela representaria um risco. Segundo a mãe, Renata nunca cometeu nenhum crime e estaria detida exclusivamente por estar sem status migratório regular.
Para Márcia, a situação é difícil de compreender e ainda mais difícil de suportar.
“Para mim, como mãe, é um desespero tão grande ver a minha filha passar por isso. Porque ela não cometeu nenhum crime. Ela não tem motivo algum para estar presa só pelo fato de estar sem status. Isso não significa que eles podem fazer essa covardia, e não é só com ela, mas com tantas outras pessoas ali dentro. Ali tem mães, pessoas que estão presas sem motivo. Eles estão pegando todo mundo e fazendo essa covardia. Eu quero tirar minha filha dali, urgente”, conta Márcia aos prantos.
No dia seguinte à audiência, 19 de setembro, a situação ficou ainda mais angustiante para a família.
Renata foi transferida para El Paso, no Texas. A transferência, segundo o relato da mãe, foi marcada por horas de espera e restrições físicas.
“Eu sei que ela ficou muito tempo, ficou horas dentro de uma van sem poder fazer xixi, sem poder tomar água, algemada nos pés, na cintura, nas mãos, sentada por horas até entrar no voo. Chegando lá, ficou das 21h até o dia seguinte às 17h sentada, quando ela foi colocada em um quarto”, relata a mãe reforçando que a todo o momento a filha permaneceu algemada.
“Durante todas essas horas, a noite inteira, com frio. Ela pediu para poder usar o suéter dela que estava na mala. Mas sumiram com a bolsa de mão dela, com os documentos, com o cartão de crédito, com joias. Até hoje, a mala não apareceu”, conta.
Segundo Márcia, Renata também teria apresentado inchaço nas pernas e nos pés e dor de garganta depois de passar tantas horas sentada em um banco pequeno e em um ambiente gelado.
A família tenta agora autorização para visitá-la, mas, até o momento, não conseguiu agendar com o centro de detenção. Do lado de fora da prisão, familiares e advogados tentam encontrar uma saída para o caso.
“Ela queria pelo menos voltar na casa dela”
Segundo Márcia, a filha está seguindo o aconselhamento jurídico e solicita a saída voluntária do país. Mesmo sendo contra a vontade da filha, a mãe acredita que essa seria a solução.
“Ela queria pelo menos voltar na casa dela, pegar as coisas dela. Ela tem um coelho que já tem seis anos. É tanta coisa, sabe? Emocionalmente. É tanto sentimento de injustiça. Apesar de ela ter ficado esse tempo fora de status, não é ilegal, é fora de status. Ela é uma menina que entrou aqui com 16 anos, estudou aqui. Eu pagava todos os estudos dela. Paguei muito caro para ela estudar. Então, ela fez faculdade. E, infelizmente, a gente teve uma orientação errada de um advogado. Ela está emocionalmente devastada, descontrolada”, descreve Márcia.
Situação atual
Segundo a advogada de imigração e também advogada do Consulado de Los Angeles, Gisele Ambrósio, desde junho aumentou muito o número de detenções nos aeroportos, inclusive em embarques nacionais, como aconteceu com a Renata.
“Existe uma gama variada de pessoas que estão sendo presas pelo ICE. Por exemplo, pessoas fora de status, com asilo pendente, com pedidos de extensão de visto, pedidos até de green card pendentes, pessoas com ordem de deportação final e até com permissão de trabalho, mas sem aprovação final do caso”, relata Gisele.
A advogada destaca a queda na procura por novos pedidos de green card, cidadania e vistos de residência nesse momento marcado pelo endurecimento das políticas migratórias nos Estados Unidos.
Dados do governo americano revelam uma queda de 45% no número de pedidos de imigração recebidos pelo USCIS no segundo trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025. E a advogada faz um alerta:
“Eu acho que qualquer imigrante, nesse momento, que tiver um caso pendente com a imigração, não deve viajar antes de consultar seu advogado de imigração. Tenha sempre o número do seu advogado escrito em algum lugar ou de cor. Deixe cópias da sua documentação com seus amigos. Tenha sempre um plano do que fazer se algo acontecer com você, se você tiver filhos, tiver bens. É muito importante já deixar esse planejamento todo feito, caso algo aconteça com você nos Estados Unidos nesse momento”, aconselha a advogada.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ney Matogrosso tira as máscaras e as fantasias, mas não a trava emocional, em filme sobre os bastidores do artista

Ney Matogrosso em imagem do documentário ‘Ney por trás das máscaras’, atração da mostra ‘Premiére Brasil’ do Festival do Rio 2026
Divulgação
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: “Ney por trás das máscaras”
Direção: Esmir Filho com codireção de Thais Guisasola
Roteiro: Esmir Filho , João Maia e Thais Guisasola
Cotação: ★ ★ ★
♬ “Eu sou travado nessa questão emocional. Eu me seguro firme…”, admite Ney Matogrosso quase no fim do documentário “Ney por trás das máscaras”, filme exibido pela primeira vez na noite de ontem, sábado, 3 de outubro, como hors concours da mostra Première Brasil do Festival do Rio 2026.
A fala do artista dá o tom do filme em que o cineasta Esmir Filho – diretor do blockbuster “Homem com H” (2025), cinebiografia ficcional sobre a vida de Ney Matogrosso – desvenda os bastidores do cantor durante os preparativos da escola de samba Imperatriz Leopoldinense para o desfile em homenagem a Ney, apresentado pela agremiação no Carnaval de 2026 com o enredo “Camaleônico”.
Ney tira as máscaras, as fantasias e fica até nu diante das lentes de Esmir e da codiretora Thais Guisalosa – um desinibido nu frontal enquanto se seca após o banho – mas a trava emocional continua lá. Ney Matogrosso desnuda o corpo, mas não a alma.
Vê-se Ney em casa tomando café da manhã, interagindo no barracão da Imperatriz e na quadra da agremiação – e também obviamente no desfile propriamente dito – e ainda em camarins. Ouve-se nesses cenários o habitual discurso libertário de um artista que sempre se pautou pela ousadia.
Se o filme acompanhasse Ney somente nos bastidores do processo de criação do desfile da Imperatriz Leopoldinente, o foco de “Ney por trás das máscaras” teria ficado mais bem definido e original. Contudo, Esmir Filho abriu demais o foco.
Ney Matogrosso na Praça da Apoteose, cartão-postal do Carnaval carioca, no take inicial do filme ‘Ney por trás das máscaras’, de Esmir Filho
Divulgação
Há muitas cenas de Ney no habitat natural do artista, uma fazenda de 140 hectares, localizada em meio à Mata Atlântica, precisamente em Sampaio Correia, distrito de Saquarema (RJ), na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Lá, com a devida autorização do Ibama, Ney costuma soltar animais silvestres na mata. Vê-se no filme a soltura de uma jiboia.
“Ney por trás das máscaras” também mostra o cantor no camarim do estádio paulistano Nubank Parque durante os momentos que precederam a entrada em cena do artista em apresentação grandiosa do show da turnê “Bloco na rua”. A questão é que, nesse quesito, o filme de Esmir perde pontos, pois, em outro documentário, “Olho nu” (2014), lançado há 12 anos, o cineasta Joel Pizzini já fez o espectador enxergar Ney Matogrosso pelas frestas de palcos e matas no limite da liberdade consentida pelo artista.
Além de descortinar os bastidores do Carnaval, mostrando o cantor em contato com costureiras das fantasias da Imperatriz Leopoldinense e com demais trabalhadores da escola, agindo sem qualquer traço de afetação ou estrelismo, o documentário “Ney por trás das máscaras” se diferencia por desvendar um pouco a relação do artista com a mãe, Beita de Souza Pereira (1922 – 2026), falecida aos 103 anos, em março deste ano.
Tudo pode soar interessante para quem é fã do cantor. Mas, se Ney solta a jiboia, ele mesmo nunca se solta realmente diante das câmeras e, com isso, o documentário é que fica travado, sem nunca chegar efetivamente à apoteose.
Ney Matogrosso em imagem de entrevista concedida para o documentário ‘Ney por trás das máscaras’, de Esmir Filho
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Referência da música de concerto no Brasil, maestro Roberto Tibiriçá morre aos 72 anos em São Paulo

Morre aos 72 anos o maestro Roberto Tibiriçá, referência da regência no Brasil
O maestro Roberto Tibiriçá, um dos principais nomes da música de concerto brasileira, morreu na madrugada deste sábado (3), aos 72 anos, em São Paulo. A informação foi confirmada pelo Theatro Municipal de São Paulo e pelo Centro Cultural Teatro Guaíra, no Paraná. A causa da morte não foi divulgada.
Paulistano, Tibiriçá construiu uma carreira de mais de quatro décadas à frente de algumas das mais importantes orquestras do país, tornando-se referência na regência e na formação de novas gerações de músicos. Desde 2022, era regente titular e diretor musical da Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP).
Em nota, o Theatro Municipal de São Paulo lamentou a morte do maestro e destacou sua importância para a música brasileira.
“Um dos nomes fundamentais da música de concerto no Brasil”, afirmou a instituição, ressaltando que Tibiriçá esteve à frente da Orquestra Sinfônica Municipal em diversas ocasiões e deixou um legado marcado pela excelência artística, pela dedicação à formação musical e pela atuação nas principais orquestras do país.
Maestro Roberto Tibiriçá durante apresentação no Paraná em 2024
Divulgação/Maringas Maciel
A carreira do maestro começou cedo. Ele iniciou sua relação com a música aos 8 anos de idade, por meio do piano, e estudou com professores como Dinorah de Carvalho, Antonio Bezzan e Gilberto Tinetti.
Ao longo da trajetória, passou por instituições como a Orquestra Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Osesp e Orquestra Sinfônica do Paraná, entre outras.
Outro capítulo importante de sua carreira foi no Instituto Baccarelli. Em 2005, assumiu a direção artística da entidade e comandou um período de expansão e consolidação do projeto musical de Heliópolis. À frente da Orquestra Sinfônica Heliópolis, participou de apresentações marcantes e contribuiu para a formação artística de centenas de jovens músicos.
Homenagens
Em publicação nas redes sociais, o diretor-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, Cleverson Cavalheiro, afirmou que “a música brasileira está de luto” e destacou a contribuição de Tibiriçá para o desenvolvimento artístico da Orquestra Sinfônica do Paraná.
“Perdemos um grande maestro, mas seu legado permanecerá vivo em cada músico, em cada concerto e em cada pessoa que foi tocada por sua música”, escreveu.
Segundo o Teatro Guaíra, mesmo enfrentando uma doença que fragilizou sua saúde, o maestro manteve até os últimos meses o compromisso com a atividade artística. Sua última apresentação ocorreu em 16 de julho, em Londrina, à frente da OSP, no projeto Guaíra para Todos.
Entre os momentos recentes mais marcantes de sua passagem pela orquestra paranaense está a condução da Sinfonia nº 2, “Ressurreição”, de Gustav Mahler, durante as comemorações dos 40 anos da OSP, em 2025. O concerto reuniu mais de 200 músicos e coralistas no palco do Guairão.
Fachada do Theatro Municipal de São Paulo, no Centro da capital paulista.
Richard Lourenço/Rede Câmara
Velório aberto ao público
O velório de Roberto Tibiriçá será realizado no Theatro Municipal de São Paulo e terá acesso aberto ao público.
Neste sábado (3), a cerimônia ocorrerá das 18h às 22h, no Salão Nobre do teatro. No domingo (4), a despedida continuará das 8h às 12h, no palco da Sala de Espetáculos.
O sepultamento está previsto para as 13h de domingo, no Cemitério São Paulo.
Em nota, o Theatro Municipal afirmou se solidarizar com familiares, amigos, músicos, alunos e todos aqueles que fizeram parte da trajetória do maestro.
“Seu legado permanece na música brasileira, nas orquestras que regeu e, sobretudo, nas gerações de músicos que tiveram suas trajetórias marcadas por seu trabalho e dedicação à formação musical”, disse a instituição.

Fonte: G1 Entretenimento

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Com ‘João Bosco All Star Quintet’, o cantor festeja 80 anos em show que teve Tiago Iorc e Hamilton de Holanda

João Bosco (à direita) canta ‘Perfeição’ com o convidado Tiago Iorc na estreia carioca do show em que o artista mineiro festeja 80 anos de vida
Mauro Ferreira / g1
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: “80 anos”
Artista: João Bosco
Data e local: 2 de outubro de 2026 no Qualistage (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Ficou evidente ao longo das mais de duas horas do show “80 anos” que João Bosco celebrava no palco da casa carioca Qualistage não somente o próprio aniversário, mas também os 80 anos que Aldir Blanc (2 de setembro de 1946 – 4 de maio de 2020) – parceiro fundamental do compositor mineiro nos anos 1970 e 1980 – também estaria festejando em 2026.
A duplicidade da comemoração do show – derivado do recém-lançado álbum revisionista “Amigos novos e antigos” (2026) e estreado no Rio de Janeiro (RJ) na noite de ontem, sexta-feira, 2 de outubro – foi explicitada tanto nas imagens expostas no telão, com Aldir sendo recorrente nas projeções, como no roteiro, dominado por sambas apresentados pela dupla de compositores entre 1974 e 1982, em gravações feitas pelo próprio Bosco e/ou por cantoras como Elis Regina (1945 – 1982), Clementina de Jesus (1901 – 1987) e Simone.
O som não estava à altura de um gênio como João Bosco, mas jamais prejudicou a fluência de apresentação que teve com convidados o cantor Tiago Iorc – intérprete de “Perfeição” (João Bosco e Francisco Bosco, 2009), canção de aura bossa-novista gravada por Iorc com Bosco no álbum “Amigos novos e antigos” – e o bandolinista Hamilton de Holanda.
Virtuose do bandolim, Hamilton se afinou de imediato com a atmosfera jazzística de alguns arranjos e com a banda de sonhos. O “João Bosco All Star Quintet”, assim graciosamente rotulado pelo cantor em cena, era formado por Armando Marçal (percussão), Guto Wirtti (baixo), Kiko Freitas (bateria) e Ricardo Silveira (guitarra), além do próprio Bosco no inconfundível violão.
O quinteto virou sexteto com Hamilton de Holanda solando melodias e/ou acrescentando nuances nos sambas “Nação” (João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio, 1982), “Incompatibilidade de gênios” – número em que cada músico improvisou, em sintonia com o espírito jazzístico daquele momento – e no medley em que o cantor encadeou “Quilombo” (João Bosco e Aldir Blanc, 1973), “Tiro de misericórdia” (João Bosco e Aldir Blanc, 1977) e “Escadas da Penha” (João Bosco e Aldir Blanc, 1975), fazendo a crônica social da violência urbana.
Uma das marcas registradas dos arranjos criados pelo trombonista Rafael Rocha para o álbum “Amigos novos e antigos”, os sopros estiveram ausentes no show, por incompatibilidade de agendas dos músicos arregimentados para o disco, o que criou outra pulsação para algumas músicas no confronto com as gravações do álbum – caso sobretudo do samba “Siri recheado e o cacete” (João Bosco e Aldir Blanc, 1980).
Contudo, Bosco sempre soube se virar muito bem. E brilhou em cena, com a tarimba de ser cantor a quem basta somente um violão para fazer a magia acontecer. Por isso, o show resultou agradável. Com o “João Bosco All Star Quintet”, o artista caiu muito bem no suingue do samba “Boca de sapo” (João Bosco e Aldir Blanc, 1979), evocando a aura de Clementina, com quem gravou a composição.
Ainda que sem a arquitetura mais sofisticada do show “Boca cheia de frutas” (2025), o roteiro do show “80 anos” cumpriu bem a intenção de compilar o suprassumo do cancioneiro autoral do compositor, um dos gigantes da MPB.
Aberto com o samba “Plataforma” (João Bosco e Aldir Blanc, 1977), ao qual se seguiram os também infalíveis “Mestre-sala dos mares” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974) e “De frente pro crime” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974), este com citação da melodia de “Agora eu sou diretoria” (João Bosco e Aldir Blanc, 2021), o roteiro do show “80 anos” surtiu maior efeito para a plateia – em geral, fria – na segunda metade da apresentação.
Foi quando Bosco disparou petardos como a canção das Árabias “Jade” (João Bosco, 1989), o refinado bolero “Quando o amor acontece” (João Bosco e Abel Silva, 1987), o samba “O bêbado e a equilibrista” (João Bosco e Aldir Blanc, 1979) – número que gerou manifestações políticas na plateia – e, claro, a balada “Papel machê” (João Bosco e José Carlos Capinan, 1984). Nessas duas últimas músicas, o coro da plateia se fez ouvir mais forte do que o canto de Bosco em momento de comunhão entre artista e público.
Contudo, João Bosco nunca faz show ao estilo de karaokê. O som do artista é também para ser contemplado porque, no palco, a música do artista está sempre em movimento, ainda que por vezes sutil.
Mesmo que o roteiro faça as necessárias concessões de um apresentação de caráter festivo que pede hits, “80 anos” é o show de um artista que nunca foi pelo caminho mais fácil para agradar e que, por isso mesmo, chega íntegro às oito décadas de vida, ainda em movimento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Morte precoce de Karina Zeviani tira de cena uma cantora de voz elegante com vivência cosmopolita e internacional

A cantora e compositora paulista Karina Zeviani (1975 – 2026) morre aos 51 anos, em São José do Rio Preto (SP), em decorrência de câncer
Divulgação
♫ OBITUÁRIO
♬ Em 20 de outubro de 2020, quando o Brasil ouviu Karina Zeviani cantar “Sonhos” (1977) – primeiro grande sucesso do cantor Peninha – na audição às cegas da nona temporada do programa “The Voice Brasil”, quase ninguém identificou que ali estava a cantora que em 2005 se tornara vocalista do coletivo norte-americano Thievery Corporation e que, a partir de 2008, passou a ser uma das vozes do coletivo francês Nouvelle Vague, grupo que transitava pela lounge music e pela bossa nova em tons serenos.
Sim, o canto já não era tão cool, mas a artista era a mesma, Karina Stefania Zeviani (1975 – 2026), cantora e compositora paulista falecida na noite de quinta-feira, 1º de outubro, aos 51 anos. Nascida em Jaboticabal (SP), Zeviani morreu em São José do Rio Preto (SP), em decorrência de complicações de câncer de mama que se alastrou para o fígado.
Revelada como modelo antes de se tornar cantora, Karina Zeviani foi uma cidadã do mundo. Após migrar para São Paulo (SP) para tentar a carreira de modelo, Zeviani passou sete anos entre cidades cosmopolitas como Londres (Inglaterra), Nova York (EUA) e Paris (França) antes de voltar para o Brasil e se radicar no Rio de Janeiro (RJ) em 2009, ano em que dividiu o palco com Caetano Veloso como convidada do cantor no show “Obra em progresso”.
Assim que abandonou a carreira de modelo por não se submeter às pressões estéticas da profissão, Zeviani tinha morado também um tempo na Alemanha, país onde se tornou cantora quase que por acaso ao participar rotineiramente de karaokê em bar e agradar a plateia a ponto de ser contratada como cantora fixa desse bar.
Em 2003, quando já estava em Nova York (EUA), Zeviani chegou a cantar no prestigiado clube Nublu, no East Village, bairro boêmio de Manhattan. Foi a partir desse trabalho que, indicada por ninguém menos do que David Byrne, a cantora virou vocalista do Thievery Corporation.
A vivência cosmopolita de Karina Zeviani ecoou no primeiro e único álbum solo da artista, “Amor inventado”, gravado em 2011, lançado ao fim de 2012 e efetivamente distribuído e promovido pela gravadora Som Livre a partir de janeiro de 2013.
O repertório autoral do álbum “Amor inventado” destacou músicas como “Buiu” – parceria de Zeviani com Menino Josué – e “Muda mutante”, faixa que aludia ao fato de a cantora ter sido convidada em 2009 pelo guitarrista Sérgio Dias para assumir os vocais do grupo Mutantes. Convite, aliás, recusado por Zeviani porque a artista não quis abandonar a carreira solo.
Infelizmente, a cantora não conseguiu desenvolver a discografia solo após a edição do álbum “Amor inventado”, tendo lançado somente um single solo, “De passagem” (2016), há dez anos. Contudo, a artista deixou músicas gravadas para a ainda inédita animação “Ho-Ho e o som do Brasil”.
A morte precoce de Karina Zeviani tira de cena uma cantora de voz elegante e cosmopolita.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pabllo Vittar faz a festa da carne ao se jogar na pista de ‘Lost in lust’, álbum que dilui o ‘batidão tropical’ da artista

Pabllo Vittar lança o álbum ‘Lost in lust’, com 12 faixas formatadas por produtores da cena LGBTQIA+
Gabriel Reneé / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Lost in lust
Artista: Pabllo Vittar
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Esqueça o batidão tropical de Pabllo Vittar. “Lost in lust”, álbum lançado pela cantora na noite de quinta-feira, 1º de outubro, cumpre a expectativa prometida pela artista. É um álbum direcionado para a pista e para o mercado internacional com músicas em inglês e em espanhol.
“Lost in lust” é disco frenético que encadeia 12 músicas em meros 29 minutos. “Future”, faixa produzida por Eva de LC, abre o álbum com coro operístico ao fundo, soando como convite para o ouvinte se jogar na pista de Pabllo.
Formatado por produtores da cena LGBTQIA+, “Lost in lust” é álbum ambientado em clima noturno de rave, ora pop, ora sombria. É fato que “Bad good” – música formatada por time de produtores formado por Chernobruno, Jeska, PZZS, Rodrigo Gorky e S4tan – tem toques de forró e tecnomelody. Mas a brasilidade está bem diluída na batida techno da faixa.
Decididamente, a cantora está focada no mercado externo, não no Brasil, como já tinham sinalizado os singles que adiantaram as faixas “Rockstar” e “Body type”, gravadas por Pabllo com a rapper porto-riquenha Villano Antillano e com a cantora mineira Urias, respectivamente.
Pabllo Vittar cita Madonna na letra de ‘Friends with…’, uma das 12 músicas do álbum ‘Lost in lust’
Hick Duarte
Fica difícil reconhecer o D.N.A. tropical de Pabllo no pancadão funk eletrônico que embasa “Friend with…”, faixa de arquitetura industrial em que a cantora cita Madonna. E mal nenhum há nisso. Pabllo Vittar quer sair do lugar com o álbum Lost in lust”.
Se “Attention” insere na batida techno um toque latino, amplificado na cadência de reggaeton que envolve “Big bang” (faixa gravada por Pabllo com o cantor venezuelano La Cruz), “Better than a feeling” se insinua como balada, mas logo cai na pista da dance music de cepa pop.
Já “Polizia” traz a voz de Mahmood, cantor italiano de ascendência egípcia, em clima de sensualidade. “Lost in lust”, cabe ressaltar, é álbum imerso no universo da luxúria, mas apresenta certa diversidade na busca da intensidade.
“Skin”, faixa produzida por Martinz Beats, tem cadência mais pop vintage com ecos dos anos 2000, sem tirar o álbum da atmosfera eletrônica, que fica mais pesada em algumas passagens de “Alone”, faixa produzida por S4tan.
Contudo, no arremate do álbum “Lost in lust”, tudo acaba em samba filtrado pela house. Introduzida por batucada e com versos em português embutidos na letra em espanhol, “Carnaval” lembra que Pabllo Vittar é do Brasil. A faixa empolga e sinaliza que o álbum “Lost in lust” ficaria mais diferenciado e sedutor se a cantora tivesse encontrado um maior ponto de equilíbrio entre a música para pista e o batidão tropical.
Capa do álbum ‘Lost in lust’, de Pabllo Vittar
Hick Duarte com arte gráfica Lucasphobia

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Stray Kids se junta ao BTS e decide não participar do Grammy após polêmica com nova categoria

Stray Kids no Palco Mundo do Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
O grupo de K-pop Stray Kids não inscreveu nenhum trabalho para concorrer ao Grammy 2027.
A informação foi dada pela gravadora do octeto, a JYP Entertainment, em comunicado enviado à imprensa.
Não houve uma explicação precisa sobre o motivo, mas a decisão do Stray Kids, que esteve no Brasil este ano para participar do Rock in Rio, acontece após a criação da categoria “Melhor Performance de Música Pop Asiática”, o que gerou críticas por colocar o gênero fora das grandes categorias.
Agora no g1
Em julho, o BTS também anunciou que não disputaria o Grammy e foi mais direto sobre a razão.
“Decidimos não inscrever nossa música no Grammy este ano. Esperamos que a música possa ser ouvida e receber amor por si só, sem ser dividida por região ou idioma. Agradecemos aos ARMYs e a todos que estão sempre conosco”, diz o comunicado compartilhado nos perfis dos integrantes do grupo.
Grammy anuncia novas categorias
O Grammy anunciou, em 16 de junho, a criação de cinco novas categorias que valerão a partir da 69ª edição, agendada para 7 de fevereiro de 2027.
Entre as novidades apresentadas, a introdução da categoria “Melhor Música Latina” estabeleceu um critério técnico que deixa o mercado fonográfico brasileiro praticamente de fora da disputa principal.
Isso porque, de acordo com o novo regulamento, o prêmio é destinado exclusivamente a compositores de obras inéditas escritas predominantemente em espanhol, exigindo que, no mínimo, 51% da letra esteja nesse idioma.
Novas categorias:
“Melhor Performance de Música Pop Asiática” (voltada a gêneros como K-pop, J-pop e C-pop);
“Melhor Música Latina”;
“Melhor Colaboração ou Performance em Dupla/Grupo de R&B”;
“Melhor Performance Vocal Pop Tradicional”;
“Melhor Álbum de Música Folclórica Tradicional”.

Fonte: G1 Entretenimento