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Avenged Sevenfold volta ao Rock in Rio de novo como headliner; relembre estreia no festival


Avenged Sevenfold fecha Palco Mundo no primeiro final de semana de Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1
O Avenged Sevenfold volta ao Rock in Rio no dia 5 de setembro como atração principal do Palco Mundo. É a segunda edição seguida em que a banda californiana fecha uma noite na Cidade do Rock.
Na passagem anterior, em 2024, a banda pegou o último horário, mesmo sendo a menos veterana dentre as principais. O grupo fez o seu maior show no Brasil ao estrear como atração principal do Rock in Rio, coroando uma sequência de vindas iniciada em 2008.
Em 2024, o Avenged fechou uma noite de veteranos. Em 2026, o grupo divide o dia com atrações internacionais que se formaram depois deles, como Bring Me the Horizon e Machine Gun Kelly. O dia, que tem ainda o Sepultura, traz o Avenged no topo do cartaz dele.
Quem escolheu ficar em frente ao Palco Mundo compensou a falta de uma multidão maior com uma cantoria intensa, berrando os refrões até o limite com o auge do barulho em “Nightmare”.
Avenged Sevenfold toca ‘Nightmare’ no Rock in Rio 2024
Mesmo sendo o headliner com o menor público do primeiro fim de semana (atrás de Travis Scott e Imagine Dragons), a banda californiana tocou para um fã-clube muito fiel.
A apresentação soube brincar com os grandes clichês de arena, mesclando o peso característico do metalcore com labaredas gigantescas e pirotecnia. O vocalista M. Shadows ditou o ritmo, oscilando entre brincadeiras mais descontraídas, como rir após exibir uma bandeira do Corinthians e receber vaias.
Houve ainda interações bem mais sérias. O tom mais sisudo rendeu discursos emocionados sobre aproveitar o dia e a “jornada da vida”.
O cenário acolhedor de agora também expôs um belo contraste em relação à estreia do grupo no festival, lá em 2013. Naquela época, a banda precisou de muito bom humor para enfrentar a impaciência de alguns roqueiros tradicionais que faziam coros por Iron Maiden nos intervalos das músicas e pareciam reprovar aquela mistura de metal com o hardcore.
Mais de dez anos depois, o show mostrou que a velha exigência pela pureza absoluta do estilo perdeu o sentido para a maioria dos fãs de rock, deixando o caminho livre para a banda ser celebrada. E isso deverá acontecer mais uma vez neste Rock in Rio.
Avenged Sevenfold fecha Palco Mundo no primeiro final de semana de Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Caso Hayden Panettiere: Agência Antidrogas dos EUA investiga morte de atriz, diz TV


Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
A Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA, na sigla em inglês) está investigando a morte da atriz Hayden Panettiere. A informação é do canal de TV norte-americana “ABC News”.
Hayden Panettiere morreu aos 36 anos após uma parada cardíaca neste domingo (16).
De acordo com a “ABC News”, as investigações são lideradas pelo Departamento de Polícia da cidade de Greenville, na Carolina do Sul.
Na manhã desta quarta-feira (19), a polícia esteve na casa da família de Brian Hickerson, namorado da atriz. Segundo o boletim de ocorrência, ele e o irmão, Zach, estavam presentes no apartamento quando Hayden sofreu a parada cardíaca.
Segundo o site TMZ, existe uma investigação paralela em parceria com o médico legista para determinar a natureza da morte. A autópsia já foi concluída, mas os resultados toxicológicos seguem pendentes.
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Hayden Panettiere chega à 61ª edição do Primetime Emmy Awards em 20 de setembro de 2009, em Los Angeles
AP Photo/Matt Sayles, File
A atriz diz que não bebeu durante a gestação, mas afirma: “Nunca tive a sensação de querer prejudicar minha filha, mas não queria passar nenhum tempo com ela.”
Panettiere conta que trabalhou bastante para ser sincera consigo mesma para encarar uma internação e um tratamento de trauma no ano passado. “Acho que cheguei ao fundo do poço, mas lá há aquele alçapão que se abre.”
Na entrevista, a atriz, que iniciou sua carreira aos 11 anos, atuando em novelas e filmes como “Duelo de Titãs”, ainda revelou que, quando ela estava com 15 anos, um membro de sua equipe começou a oferecer “pílulas da felicidade” para que ela caminhasse nos tapetes vermelhos.
“Era pra me deixar animada durante as entrevistas. E não fazia ideia de que aquilo não era apropriado, ou que era a porta de abertura para meu vício”, conta.
Quem é Hayden Panettiere
Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
REUTERS
Ex-atriz mirim, Panettiere ganhou amplo reconhecimento ao dar voz a Dot, a jovem princesa formiga no sucesso de animação da Pixar de 1998, “Vida de Inseto”. Seu trabalho no álbum de leitura conjunta do filme lhe rendeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Palavra Falada para Crianças.
Ela alcançou a fama interpretando Claire Bennet, uma líder de torcida do ensino médio com superpoderes, na série de sucesso da NBC “Heroes”, que estreou em 2006. Ela também participou do drama de futebol americano “Duelo de Titãs” (Remember the Titans), de 2000, estrelado por Denzel Washington.
Panettiere recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, em 2013 e 2014, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Televisão, Minissérie ou Filme para Televisão por seu papel como Juliette Barnes no drama musical “Nashville”. Ela também fez parte da franquia de terror “Pânico”.
A aparição mais recente de Panettiere foi no thriller psicológico “Sleepwalker”, lançado nos EUA em janeiro de 2026, no qual ela interpretou uma mãe enlutada atormentada por episódios de sonambulismo, de acordo com o site IMDb.
Seu irmão, o ator Jansen Panettiere, morreu em 2023, aos 28 anos, devido a complicações relacionadas a um coração dilatado e a um problema na válvula aórtica, de acordo com um comunicado da família divulgado à imprensa americana ainda naquele ano.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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Os 80 anos de Aldir Blanc são saudados pelo grupo vocal Equale em álbum com Guinga, Ilessi e Marcos Sacramento


Aldir Blanc (1946 – 2020), compositor carioca falecido há seis anos, faria 80 anos em 2 de setembro
Ilustração de Mello Menezes / 2004
♫ NOTÍCIA
♬ Celebrados daqui a duas semanas, os 80 anos do compositor carioca Aldir Blanc (2 de setembro de 1946 – 4 de maio de 2020) gera tributo fonográfico do grupo vocal Equale ao exímio letrista da MPB, parceiro de João Bosco e Guinga, entre outros compositores da mesma estirpe.
O álbum “Salve, Aldir!” aporta nos aplicativos de áudio na sexta-feira, 21 de agosto, com 13 músicas com letras do bardo carioca ao longo de 12 faixas gravadas com direção musical e regências do maestro André Protásio.
O repertório do álbum “Salve, Aldir!” foi selecionado com ênfase na parceria fundamental de Aldir com João Bosco, criada sobretudo entre 1972 e 1986, mas traz algumas surpresas. A maior delas é “Êxtase” (1981).
“Êxtase” é bissexta parceria de Aldir com Djavan lançada há 45 anos por Djavan no álbum “Seduzir” (1981) e até então regravada somente pelo cantor Augusto Martins em álbum, “Como canções e epidemias” (2021), também dedicado ao cancioneiro de Aldir Blanc. Samba de contorno sinuoso, “Êxtase” ganha a voz adicional do cantor Marcos Sacramento na gravação do Equale.
Capa do álbum ‘Salve, Aldir!’, do grupo vocal Equale
Divulgação
Da parceria de Aldir com Bosco, o grupo vocal tende a pôr vozes em standards – “Corsário” (1975), “O ronco da cuíca” (1975), “Coisa feita” (com adesão de Paulo Emílio na parceria, 1982) e “Nação” (outra da dupla de compositores com Paulo Emílio, 1982) – entre um ou outro tema menos conhecido, casos dos sambas “Profissionalismo é isso aí” (1980) e “Comissão de frente” (1982).
Sobra da parceria de Aldir Blanc com Guinga, tendo sido composta em meados dos anos 1990, “Navio negreiro” emergiu há cinco anos no álbum “Aldir Blanc inédito” (2021), voltando à tona com o Equale em gravação que junta as vozes de Guinga e Ilessi ao canto do grupo vocal.
O pianista e parceiro Cristovão Bastos completa o naipe de convidados do álbum “Salve, Aldir!”, tocando piano no bolero “Resposta ao tempo” (1998), apresentado ao Brasil na voz da cantora Nana Caymmi (1941 – 2025).
Editado pelo gravadora Biscoito Fino, o álbum “Salve, Aldir!” tem arranjos de André Protásio, Dalton Coelho, Flavio Mendes, Katarina Assef e Taiana Machado.
Com inusitadas harmonizações vocais, marca do coletivo carioca, a saudação do grupo a Aldir Blanc se junta a tributos fonográficos prestados pelo Equale aos compositores Gilberto Gil, Milton Nascimento e Dorival Caymmi (1914 – 2008).
O grupo vocal Equale canta 13 músicas com letras de Aldir Blanc no álbum ‘Salve, Aldir!’
Cezar Adnet / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Coração materno de Elis Regina é dissecado em documentário baseado no livro do filho João Marcello Bôscoli


Elis Regina (1945 – 1982) com os três filhos em imagem do documentário ‘Elis & eu’
Reprodução /Vídeo
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: Elis & eu
Direção: André Buchatsky
Roteiro: André Buchatsky e André Rodrigues
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ “Naquele mundo que a gente tinha ali, era ela quem provia os superpoderes para todo mundo. Eu tinha 11 anos, mas foi assim que a vida se deu, né?”. A fala de João Marcello Bôscoli é ouvida quase ao fim de “Elis & eu”, documentário de André Buchatsky que estreia na próxima terça-feira, 25 de agosto, no canal Universal +. Ela era Elis Regina (1945 – 1982), a fenomenal cantora que partiu aos 36 anos, deixando três filhos no mundo, sendo João Marcelo o primogênito.
O filme de Buchatsky busca reconstituir o mundo de João Marcello Bôscoli, Pedro Mariano e Maria Rita com Elis – a mãe deles, não a cantora famosa e querida em todo o Brasil – ainda viva.
A rigor, o diretor expande na tela o tocante relato íntimo feito por João no livro “Elis e eu – 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe” (2019), base do roteiro construído por Buchatsky e André Rodrigues com mix de depoimentos, imagens de arquivo, dramatizações e números musicais. Ao longo da maior parte dos 80 minutos, o coração materno de Elis Regina Carvalho Costa é dissecado e dimensionado, espocando na tela do mesmo tamanho da voz da cantora.
A entrevista de João Marcello Bôscoli é o eixo do roteiro, mas os depoimentos de Pedro Mariano (o filho do meio com quem João Marcelo dividiu quartos durante anos), de Celina Silva (secretária pessoal de Elis), da cantora Wanderléa, de Natan Marques (guitarrista e diretor musical do último show da cantora), de Ione Cirilo (amiga de Elis) e do jornalista Julio Maria (biógrafo de Elis) ajudam a contextualizar o universo particular de Elis com os filhos ao longo da década de 1970 e no início dos anos 1980, precisamente até 19 de janeiro de 1982, dia em que este mundo desmoronou e teve que ser reconstruído sem a presença física da matriarca.
Maria Rita, a caçula de Elis, não gravou depoimento para o filme, mas é ouvida através de breve fala de entrevista dada em 2016 para programa de TV.
“A memória é como um músculo que você precisa exercitar, se não atrofia”, diz Pedro Mariano, puxando o fio da memória dos anos vividos com a mãe na casa da Serra da Cantareira, em São Paulo (SP).
Os depoimentos perfilam Elis como mãe extremamente carinhosa, às vezes necessariamente rígida – impressiona a atitude que tomou para educar João Marcelo ao tomar consciência de que o filho, então com seis anos, pegara dinheiro da bolsa da mãe – e sempre zelosa, seja cozinhando com talento que impressionava quem provava da comida de Elis (“Vocês tinham que me ver cantando”, brincou, diante dos elogios recebidos pelo tempero), frequentando reuniões escolares ou cultivando uma horta. Tudo isso em meio à rotina profissional de uma cantora que lançava um álbum por ano e vivia fazendo shows pelo Brasil.
“Pela profissão dela, ele se sentia meio que em débito com os filhos”, revela a jornalista Ione Cirilo, amiga e confidente de Elis, acrescentando que a cantora procurava compensar as ausências com educação tão amorosa quanto rigorosa. “Ela amava esses filhos, elas disciplinava esses filhos, ela tomava conta deles, ela orientava, ela castigava quando precisava…”, enumera Ione.
Recorrentes no roteiro, com Antônio Menqui e Vitor Constantino representando João Marcelo Bôscoli em diferentes idades, as dramatizações escapam por pouco da artificialidade por conta da atuação de Lilian Menezes, que interpreta Elis no documentário, revivendo a personagem que encarou no palco no espetáculo “Elis, a musical”. Impressiona o canto do samba “Madalena” (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, 1970) na voz de Lilian porque a intérprete chega perto do registro original de Elis, ainda que o número musical esteja sem função no roteiro.
Permeado por falas da própria Elis Regina sobre a maternidade, extraídas de entrevistas para programas de TV, o documentário “Elis & eu” descortina um poucos dos bastidores da vida privada de Elis, ampliando o relato íntimo e pessoal do livro de João Marcelo Bôscoli, o pré-adolescente de 11 anos que teve que seguir a vida sem os superpoderes da mãe.
Cartaz do documentário ‘Elis & eu’, de André Buchatsky
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Justiça dos EUA obriga redes sociais a revelarem dados de quem vazou músicas de Ariana Grande


Ariana Grande na 83ª cerimônia de entrega do Globo de Ouro em Los Angeles, em janeiro de 2026.
Sthanlee Mirador/PA Wire
A Justiça dos EUA obrigou plataformas como Instagram e TikTok a revelar a identidade das pessoas que vazaram músicas de Ariana Grande.
Em julho, a cantora processou hackers pelo vazamento de músicas e vídeos inéditos.
Segundo a imprensa norte-americana, a estrela afirma que um grupo atacou contas digitais de pessoas que trabalham no seu staff, como fotógrafos e produtores musicais.
Agora no g1
De acordo com a revista “Billboard”, a cantora pediu à Justiça de Los Angeles que redes sociais e serviços de pagamento sejam intimados a fornecer os dados sobre quem teria roubado e publicado canções, fotos e vídeos.
A artista indicou que o conteúdo inédito foi publicado em plataformas como Instagram, TikTok, YouTube, X e Discord, e os pagamentos foram facilitados por serviços como PayPal e Cash App.

Fonte: G1 Entretenimento

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VÍDEO: Buzeira é aplaudido por fãs e se ajoelha para agradecer saída de presídio no interior de SP


Buzeira registra nas redes sociais saída de presídio após 10 meses de prisão
Em um post nas redes sociais, o influenciador digital Bruno Alexssander Souza Silva, o Buzeira, registrou o momento em que deixou o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá, no interior de São Paulo, no início da tarde desta quarta-feira (19). Ele foi preso em outubro de 2025 por ser investigado por lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Narco Bet.
Ao som da música “Oitavo Anjo”, do rapper Dexter, o vídeo mostra o momento em que Buzeira sai da unidade, se ajoelha no chão em sinal de agradecimento e se direciona ao portão, onde é recebido por dezenas de pessoas. Na sequência, o influenciador aparece em um carro, comemorando com champanhe. Assista acima.
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Buzeira registrou nas redes sociais o momento em que deixou o CDP de Caiuá (SP)
Reprodução/Redes sociais
Buzeira saiu da unidade prisional por volta das 12h20. Enquanto o influenciador era esperado, várias lives nas redes sociais eram feitas por pessoas que o aguardavam na frente da unidade para registrar o momento.
Ao g1, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) confirmou que Buzeira foi solto em virtude de um alvará de soltura, após a Justiça Federal conceder liberdade provisória ao influenciador.
Vídeo nas redes sociais de Buzeira mostra o momento em que o influenciador deixou o CDP de Caiuá
Reprodução/Redes sociais
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Histórico
A denúncia do Ministério Público Federal relacionada à Operação Narco Bet menciona que Buzeira responde também a outras ações penais relacionadas ao tráfico de drogas, associação criminosa, lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar.
Segundo o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), houve a imposição de medidas cautelares à soltura. No entanto, elas não foram detalhadas.
Em maio, o influenciador foi transferido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá, no interior de São Paulo. Ele também já passou pelo CDP IV de Pinheiros, na Zona Oeste da capital paulista, e pela Penitenciária Odon Ramos Maranhão, em Iperó, na região de Sorocaba.
Em nota, a defesa do influenciador, representada pelos advogados Jonas Reis, Eugênio Carlo Balliano Malavasi e Lucas Gabriel Ruivo Ferreira, comemorou a concessão do habeas corpus.
“Os fatos objeto da denúncia oferecida pelo MPF em desfavor de Bruno serão devidamente esclarecidos no bojo do devido processo legal, de modo que a defesa se manifestará nos autos da ação penal no momento processual oportuno, deixando de tecer comentários a respeito das imputações que lhe são dirigidas, em respeito ao segredo de justiça”, afirma a defesa.
O influencer Buzeira virou alvo da PF e do Ministério Público de São Paulo por causa de lavagem de dinheiro.
Reprodução/Instagram
Nova denúncia
Em junho, o Ministério Público Federal apresentou uma segunda denúncia contra Buzeira e outros quatro investigados no âmbito da Operação Narco Bet.
Segundo a acusação, o grupo integraria uma organização criminosa voltada a lavagem de dinheiro, evasão de divisas e ocultação de recursos por meio de empresas de apostas esportivas, operações internacionais, estruturas offshore e movimentações com criptomoedas.
Na denúncia, apresentada à Justiça Federal de Santos, o influenciador é apontado pelo MPF como suposto financiador, controlador oculto e beneficiário econômico final das marcas de apostas BRXBET e RICOBET.
O MPF sustenta que Buzeira teria participação direta nas decisões estratégicas e na condução das operações ligadas às plataformas de apostas, apesar de não aparecer formalmente nos quadros societários das empresas.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Stray Kids: The dominATE Experience’ estreia no Globoplay antes de show no Rock in Rio


Pôster oficial do filme “Stray Kids: The DominATE Experience”
Divulgação
O filme “Stray Kids: The dominATE Experience”, sobre a grandiosa turnê mundial do Stray Kids, estreia no Globoplay nesta sexta (21). No mesmo dia, a produção será exibida no Telecine Pipoca, às 22h.
A produção mostra os shows no SoFi Stadium, nos Estados Unidos, além da vida do grupo na estrada. Com narração e depoimentos dos oito integrantes (Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N), também há cenas de bastidores das apresentações e as megaproduções que eles entregam em palco.
Agora no g1
O grupo veio com a turnê “DominATE World Tour” ao Brasil em 2025 e volta ao país em setembro para o Rock in Rio. Eles se apresentam no dia 11 de setembro, no Palco Mundo.
O grupo sul-coreano Stray Kids
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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John Irvin, diretor de ‘O Espião Que Sabia Demais’, morre aos 86 anos


John Irvin, diretor de ‘O Espião Que Sabia Demais’, morre aos 86 anos
TIZIANA FABI / AFP
O diretor britânico John Irvin, conhecido por seu filme “Hamburguer Hill” e pela série “O Espião Que Sabia Demais”, morreu aos 86 anos, informou nesta quarta-feira (19) a imprensa internacional.
John Irvin, viúvo desde 1991 e pai de três filhos, morreu “pacificamente em sua casa” em 11 de agosto, cercado por sua família, confirmou sua produtora, Claire Evans, ao jornal britânico The Guardian.
A revista americana Variety também noticiou sua morte, citando os produtores do cineasta.
Indicado três vezes ao Bafta, o prêmio do cinema britânico, John Irvin dirigiu mais de trinta filmes e séries ao longo de uma carreira de mais de cinco décadas, na qual realizou documentários para a televisão e trabalhou também no cinema de Hollywood.
Irvin, que nasceu em 7 de maio de 1940 em Newcastle, nordeste da Inglaterra, estudou na London Film School e começou sua carreira na década de 1960 dirigindo documentários, entre eles “Inheritance (1963)”, sobre a guerra da Argélia.
Na década de 1970, Irvin passou para a televisão, dirigindo, por exemplo, em 1979, para a BBC, “O Espião que sabia demais” (Tinker Tailor Soldier Spy), adaptação em sete episódios do romance de John le Carré.
A série ganhou vários prêmios Bafta e recebeu uma indicação ao Emmy.
John Irvin continuou sua carreira no cinema, especialmente em Hollywood.
Na década de 1980, dirigiu “História de Fantasmas” (Ghost Story) , estrelado por Fred Astaire, e depois “Hamburger Hill”, lançado em 1987 e centrado em uma batalha da guerra do Vietnã.

Fonte: G1 Entretenimento

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Normani, Anitta, Luísa Sonza e mais: veja line-up do festival Meli Music 2026


Normani, Anitta e Luísa Sonza estão entre atrações do Meli Music 2026
Divulgação
As cantoras Normani (ex-Fifth Harmony) e Luísa Sonza foram anunciadas no festival Meli Music nesta quarta (19). O evento será na Arena Pacaembu, em São Paulo, no dia 17 de outubro.
Os ingressos estão disponíveis pela Sympla.
Veja, abaixo, o line-up completo:
Anitta
Normani
Pedro Sampaio
Luísa Sonza
Gloria Groove
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Por dentro da ‘Equilibrivm Tour’, a nova turnê de Anitta

Fonte: G1 Entretenimento

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Caso Hayden Panettiere: polícia investiga se houve conduta criminosa em morte de atriz, diz site


Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
Após a morte de Hayden Panettiere, a polícia segue em investigação para descobrir se houve conduta criminosa na morte da atriz. Segundo o TMZ, as autoridades não estão convencidas de que a causa da morte tenha sido uma overdose por medicamentos prescritos.
Hayden Panettiere morreu aos 36 anos após uma parada cardíaca neste domingo (16).
Ainda de acordo com a publicação, na manhã desta quarta-feira (19), a polícia esteve na casa da família de Brian Hickerson, namorado da atriz. Segundo o boletim de ocorrência, ele e o irmão, Zach, estavam presentes no apartamento quando Hayden sofreu a parada cardíaca.
Segundo o TMZ, existe uma paralela em parceria com o com o médico legista para determinar a natureza da morte. A autópsia já foi concluída, mas o os resultados toxicológicos seguem pendentes.
Nesta terça-feira (18), a mãe da atriz Hayden Panettiere, Lesley Vogel, falou pela primeira vez após a morte da filha. Ela contou que não tinha muito contato com a filha, mas em entrevista à NBC News, disse que a família tinha questões com Brian Hickerson, namorado de idas e vindas de Panettiere.
“Aquela pessoa na vida dela de quem tentávamos nos livrar há bastante tempo estava com ela no momento de sua morte, e essa pessoa era Brian Hickerson”.
Medicamento usado para reverter overdose é encontrado no local da morte
Autópsia inicial não acha sinais de trauma após atriz ser encontrada com parada cardíaca
“Acho que a Hayden era uma pessoa incrivelmente talentosa em muitos aspectos e penso que, para os jovens que crescem na indústria do entretenimento (que é uma luta e um meio muito desafiador), não é incomum que acabem, infelizmente, seguindo o caminho errado”.
“Eu só sinto que ela está com o irmão dela e eles estão em paz”, acrescentou. O irmão de Hayden, o ator Jansen Panettiere, morreu inesperadamente em 2023, aos 28 anos.
Namorado estava no local
O TMZ reportou na terça (18) que Brian e o irmão dele, Zach, estavam presentes no apartamento quando Hayden sofreu uma parada cardíaca no último domingo (16).
De acordo com o boletim de ocorrência divulgado pela polícia local, Zach estava “muito abalado” enquanto os socorristas tentavam reanimar a artista.
Já Brian só teria demonstrado reação após a confirmação da morte no local. Ele também teria apresentado aos agentes uma sacola com os medicamentos que a atriz utilizava.
As equipes de emergência foram acionadas por volta das 13h50 para atender a um chamado de parada cardiorrespiratória em um imóvel alugado por aplicativo, em Greenville, na Carolina do Sul.
Os socorristas realizaram procedimentos de emergência para tentar salvar a vida da atriz, mas o óbito foi declarado às 14h32.
Segundo o TMZ, a presença do casal na região era frequente, embora o motivo específico desta viagem recente ainda não tenha sido esclarecido pelas autoridades.
Quem é Hayden Panettiere
Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
REUTERS
Ex-atriz mirim, Panettiere ganhou amplo reconhecimento ao dar voz a Dot, a jovem princesa formiga no sucesso de animação da Pixar de 1998, “Vida de Inseto”. Seu trabalho no álbum de leitura conjunta do filme lhe rendeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Palavra Falada para Crianças.
Ela alcançou a fama interpretando Claire Bennet, uma líder de torcida do ensino médio com superpoderes, na série de sucesso da NBC “Heroes”, que estreou em 2006. Ela também participou do drama de futebol americano “Duelo de Titãs” (Remember the Titans), de 2000, estrelado por Denzel Washington.
Panettiere recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, em 2013 e 2014, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Televisão, Minissérie ou Filme para Televisão por seu papel como Juliette Barnes no drama musical “Nashville”. Ela também fez parte da franquia de terror “Pânico”.
A aparição mais recente de Panettiere foi no thriller psicológico “Sleepwalker”, lançado nos EUA em janeiro de 2026, no qual ela interpretou uma mãe enlutada atormentada por episódios de sonambulismo, de acordo com o site IMDb.
Seu irmão, o ator Jansen Panettiere, morreu em 2023, aos 28 anos, devido a complicações relacionadas a um coração dilatado e a um problema na válvula aórtica, de acordo com um comunicado da família divulgado à imprensa americana ainda naquele ano.
Vício em drogas e álcool
Em 2022, a atriz havia revelado em entrevista à revista People um vício em drogas e álcool que quase lhe custou a vida. “Eu estava no topo do mundo e arruinei tudo”, disse.
Panettiere contou que passou anos lutando contra o vício, ao mesmo tempo em que enfrentava uma depressão pós-parto. A atriz buscou tratamento para sua depressão, mas se viu cada vez mais dependente do álcool. “Havia apenas essa cor cinza na minha vida”, lamentou.
Hayden Panettiere chega à 61ª edição do Primetime Emmy Awards em 20 de setembro de 2009, em Los Angeles
AP Photo/Matt Sayles, File
A atriz diz que não bebeu durante a gestação, mas afirma: “Nunca tive a sensação de querer prejudicar minha filha, mas não queria passar nenhum tempo com ela.”
Panettiere conta que trabalhou bastante para ser sincera consigo mesma para encarar uma internação e um tratamento de trauma no ano passado. “Acho que cheguei ao fundo do poço, mas lá há aquele alçapão que se abre.”
Na entrevista, a atriz, que iniciou sua carreira aos 11 anos, atuando em novelas e filmes como “Duelo de Titãs”, ainda revelou que, quando ela estava com 15 anos, um membro de sua equipe começou a oferecer “pílulas da felicidade” para que ela caminhasse nos tapetes vermelhos.
“Era pra me deixar animada durante as entrevistas. E não fazia ideia de que aquilo não era apropriado, ou que era a porta de abertura para meu vício”, conta.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento