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Perfil de Viih Tube no Instagram sai do ar após polêmica com reality de funcionários


Reality de Viih Tube e Eliezer terá prêmio de mais de R$ 20 mil
Reprodução/YouTube
O perfil oficial da influenciadora Viih Tube no Instagram saiu do ar na noite desta quinta-feira (2). A conta, que acumula milhões de seguidores, ficou indisponível horas após a influenciadora se pronunciar publicamente para rebater as intensas críticas que vem recebendo por conta de “As Patroas”, reality show criado por ela e pelo marido, o também ex-BBB Eliezer.
Até o momento da publicação desta reportagem, quem tentava acessar a página da influenciadora se deparava com a mensagem “Esta página não está disponível”. Ainda não há confirmação se o perfil foi desativado pela própria Viih Tube ou derrubado pela plataforma devido a denúncias de usuários.
Mais cedo, na tarde desta quinta, Viih Tube havia utilizado a rede social para publicar uma série de vídeos explicando o formato do programa, que conta com a participação de 11 funcionários da família. Segundo ela, o objetivo central das dinâmicas era chamar a atenção do público para gerar um debate contra a escala de trabalho 6×1.
“A nossa intenção era chamar atenção para falar sobre a escala 6×1, que nós somos contra. Porém, eu não imaginava que tomaria a proporção que tomou”, declarou a influenciadora.
Agora no g1
O primeiro episódio, publicado na última terça-feira (30) no YouTube e nas redes sociais do casal, trazia uma prova em que Eliezer e Viih Tube espalhavam moedas por um lago artificial, pela sala e até mesmo dentro de um vaso sanitário e no lixo do banheiro. Os funcionários precisavam encontrar os objetos para acumular pontos.
Após a repercussão negativa, o vídeo foi retirado do YouTube. Diante da onda de cancelamento, os influenciadores anteciparam a publicação do segundo episódio para a tarde de quinta-feira, exclusivamente no Instagram — antes de a conta sair do ar. De acordo com Viih Tube, o novo compilado abordava diretamente a precarização do trabalho.
A assessoria de imprensa de Viih Tube foi procurada pelo g1 para se pronunciar sobre a queda do perfil no Instagram, mas não retornou até o fechamento desta matéria.
Investigação do MPT e posicionamento do TST
A repercussão do reality show extrapolou as redes sociais e acendeu um alerta nas autoridades trabalhistas. O Ministério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo abriu um procedimento para apurar o caso.
Em nota enviada ao g1, o órgão informou que “tomou conhecimento da atividade anunciada pela influenciadora por meio da imprensa e abriu procedimento para apurar os fatos”.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) também se manifestou nas redes sociais de forma institucional. Embora não tenha citado o nome de Viih Tube e Eliezer diretamente, o tribunal alertou que expor trabalhadores a situações humilhantes ou constrangedoras pode caracterizar assédio moral.
“A Constituição Federal protege a dignidade da pessoa humana, e a Justiça do Trabalho reconhece a responsabilização por condutas abusivas. Humilhação não é entretenimento. No ambiente de trabalho, inclusive no doméstico, respeito é dever”, publicou o TST.
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Defesa da influenciadora
Antes de ter a conta indisponibilizada, Viih Tube reforçou que todos os colaboradores participaram de forma voluntária e foram devidamente remunerados pelas imagens.
“É importante também deixar claro que eles não são obrigados a participar. Foi feito o convite e topou quem quis ter essa relação contratual com a gente fora do trabalho. Eles assinaram um contrato de produção audiovisual e receberam como se fosse uma publi”, explicou.
Viih Tube esconde moeda de seu reality dentro do vaso sanitário.
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Buscar moeda no vaso sanitário e no lixo para entrar mais tarde no trabalho: como era o reality de Viih Tube


Reality de Viih Tube e Eliezer terá prêmio de mais de R$ 20 mil
Reprodução/YouTube
“Esse é o reality, literalmente, da nossa casa”. Foi assim que Viih Tube anunciou “As Patroas”, programa em que 11 funcionários da influenciadora e ex-BBB e do seu marido, Eliezer, disputam um prêmio de R$ 20 mil e que chamou atenção do Ministério Público do Trabalho (MPT).
O primeiro episódio do reality foi lançado nesta terça-feira (30), no canal da influenciadora no YouTube e nas redes sociais do casal. No entanto, menos de 24 horas depois, o conteúdo foi retirado do YouTube após uma série de críticas relacionadas à exposição da relação entre empregadores e empregados.
Segundo a ex-BBB, seu reality show, que não tem eliminação, será vencido por quem acumular mais pontos.
Agora no g1
No primeiro episódio, os participantes (babás, governanta, auxiliar geral e motorista) disputaram o “desafio do CLT”, que resultou no acúmulo de R$ 1 mil e 10 pontos. Além disso, a vencedora receberá uma regalia escolhida pelo público. As opções eram: uma massagem, comer em um restaurante à sua escolha ou começar a trabalhar uma hora mais tarde todos os dias da semana.
A primeira dinamîca foi uma caça a moedas dentro da mansão do casal. Nas imagens, Eliezer e Viih Tube espalham os objetos por um lago artificial, por toda a sala e até mesmo no vaso sanitário e no lixo do banheiro.
Anderson, o motorista do casal, encontra os objetos no banheiro e reclama.
“Misericórdia, né? Dentro do vaso? Pelo amor de Deus, não é possível.”
Após retirar moedas de dentro do vaso, ele revira o lixo que estava ao lado do assento e retira mais objetos de lá.
“Eu peguei de dentro do lixo. Cheio de papel, cheio de bosta”, comentou Anderson.
Em outro momento, uma funcionária tem de entrar no lago que tem dentro da casa para buscar uma das moedas.
Viih Tube esconde moeda de seu reality dentro do vaso sanitário.
Reprodução
Ao todo, o programa terá R$ 60 mil distribuídos em prêmios entre o primeiro colocado, que ganhará R$ 20 mil e o valor que acumula nas provas, o segundo colocado, que ficará só com a quantia que conseguir acumular nas provas, além de uma motocicleta, que será entregue ao terceiro colocado na disputa geral.
Já na dinâmica prevista para o episódio de sábado, os empregados do casal participariam do quadro “Lavando Roupa Suja”. No entanto, após a repercussão negativa do primeiro episódio e de o reality entrar na mira do Ministério Público do Trabalho, Viih Tube publicou um teaser nas redes sociais para explicar a proposta do programa.
Segundo o casal, tanto o reality quanto o quadro “Lavando Roupa Suja” têm como objetivo promover uma discussão sobre a precarização das relações de trabalho e o fim da escala 6 por 1.
“A gente espera que nós tenhamos conseguido chamar sua atenção para a situação exdruxula que nós vivemos no Brasil”, disse a influencer referindo-se à precarização do trabalho.
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Influencers viram alvo do MPT
Nesta quinta-feira (2) o Ministério Público do Trabalho nem São Paulo abriu um procedimento para apurar o caso. Em nota enviada ao g1, o órgão informou que “tomou conhecimento da atividade anunciada pela influenciadora por meio da imprensa e abriu procedimento para apurar os fatos”.
O caso também motivou uma manifestação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Sem citar diretamente os influenciadores, o tribunal publicou nas redes sociais que expor trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes ou constrangedoras pode caracterizar assédio moral.
“A Constituição Federal protege a dignidade da pessoa humana, e a Justiça do Trabalho reconhece a responsabilização por condutas abusivas. Humilhação não é entretenimento. No ambiente de trabalho, inclusive no doméstico, respeito é dever”, afirmou o TST.

Fonte: G1 Entretenimento

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Melton Sello cria narrativa pop punk no primeiro álbum, ‘Opa!’, lançado oito anos após a formação da banda carioca


A banda carioca Melton Sello alinha 12 músicas de autoria dos integrantes do quarteto no álbum que será lançado em 10 de julho
Dogg Skull / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Banda carioca de pop funk cujo nome faz lúdica referência ao ator Selton Mello, Melton Sello lança o primeiro álbum em 10 de julho, “Opa!”, oito anos após ter sido formada em 2018 na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e três anos após ter editado o EP “Só sei que foi assim” (2023).
Batizado com interjeição que significa sigla para ‘o primeiro álbum!’ e com capa que expõe ilustração de Rodrigo Doin, o álbum foi precedido pelos singles “Para com essa parada”, “Dei bobeira” e “É mole?”, lançados entre abril e junho.
O álbum “Opa!” foi gravado no estúdio Mojo, em São Gonçalo (RJ), com produção musical, mixagem e masterização de Matt Nunes. Na disposição das faixas, Bill Dias (bateria), Caio Paranaguá (voz), Gabriel Barros (baixo) e Igor d’Alambert (guitarra) estruturam o repertório – formado por 12 músicas autorais, todas assinadas pelos quatro integrantes da banda – como narrativa dividida em duas partes.
A primeira começa no interlúdio que abre o disco, “O primeiro álbum!”, e termina na sexta faixa, o tema instrumental “Joia dub”, abarcando as músicas “Mais do mesmo (2000 e tanto faz)”, “Para com essa parada”, “É mole?” e “Mudar pra roça”.
A segunda parte vai da sétima à 11ª faixa – que são, pela ordem, “Dei bobeira”, “Umbigo”, “Microplásticos” (música gravada com adesão de Maitê Padilha), “O pior ticktocker da minha rua” e “Mais um pouco” – enquanto a faixa final, “Boto fé”, funciona como o epílogo da narrativa.
Detalhe: na arte criada por Rodrigo Doin para a capa do álbum “Opa!”, cada integrante do grupo Melton Sello é retratado na forma de um animal. “O urso sou eu, o flamingo é o Caio, o cachorro é o Bill e o gambá é o Igor”, detalha o baixista Gabriel Barros.
Capa do álbum ‘Opa!’, da banda Melton Sello
Arte de Rodrigo Doin

Fonte: G1 Entretenimento

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Viih Tube diz que ideia de reality com funcionários era criticar escala 6×1: ‘Queria chamar a atenção’


Reality de Viih Tube e Eliezer terá prêmio de mais de R$ 20 mil
Reprodução/YouTube
A influenciadora Viih Tube se pronunciou sobre as críticas por conta do reality show “As Patroas”, criado por ela e por seu marido, Eliezer, que conta com a participação dos 11 funcionários da família.
Em uma série de vídeos publicados no Instagram nesta quinta-feira (2), a influenciadora diz que o objetivo do reality show era chamar a atenção do público para o debate contra a escala 6×1.
“A nossa intenção era chamar atenção para falar sobre a escala 6×1, que nós somos contra. Porém, eu não imaginava que tomaria a proporção que tomou”, disse.
O primeiro episódio foi publicado na terça-feira (30) no canal da influenciadora no YouTube e nas redes sociais do casal.
Agora no g1
A prova principal da estreia consistia em encontrar moedas que foram espalhadas pela casa. Nas imagens, Eliezer e Viih Tube espalham os objetos por um lago artificial, por toda a sala e até mesmo no vaso sanitário e no lixo do banheiro.
Na tarde desta quinta-feira (2), Viih Tube e Eliezer publicaram o segundo episódio do reality, que aborda temas como a precarização do trabalho e a escala 6×1.
“O 2º episódio (todo lavando roupa suja) estava previsto para sair no sábado, como anunciado anteriormente. Mas, devido à repercussão gigantesca — a gente queria a atenção de vocês, mas não imaginava tudo isso —, estamos postando hoje”, escreveu a influenciadora.
Na defesa que fez do reality, Viih Tube falou que, em outro momento, mentiu para aumentar a divulgação do seu livro “Cancelada – e depois levantou um debate sobre fake news. Ela também defendeu a participação dos seus funcionários no reality show.
“É importante também deixar claro eles não são obrigados a participar. Foi feito o convite e topou quem quis ter essa relação contratual com a gente fora do trabalho. Eles assinaram um contrato de produção audiovisual e receberam como se fosse uma publi”, explicou.
Apuração pelo Ministério Público do Trabalho
A repercussão levou o Ministério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo a abrir um procedimento para apurar o caso. Em nota enviada ao g1, o órgão informou que “tomou conhecimento da atividade anunciada pela influenciadora por meio da imprensa e abriu procedimento para apurar os fatos”.
O caso também motivou uma manifestação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Sem citar diretamente os influenciadores, o tribunal publicou nas redes sociais que expor trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes ou constrangedoras pode caracterizar assédio moral.
“A Constituição Federal protege a dignidade da pessoa humana, e a Justiça do Trabalho reconhece a responsabilização por condutas abusivas. Humilhação não é entretenimento. No ambiente de trabalho, inclusive no doméstico, respeito é dever”, afirmou o TST.

Fonte: G1 Entretenimento

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Liniker lança ‘Melhor notícia’, canção romântica encorpada pela levada dos sopros e o toque da guitarra do arranjo


Liniker lança single inédito e avulso, ‘Melhor notícia’, dez dias antes de estrear o show da turnê ‘Bye bye Caju’
Karolina Wielocha / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Melhor notícia
Artista: Liniker
Cotação: ★ ★ ★
♬ Liniker entrou neste mês de julho com música inédita, “Melhor notícia”, composta pela artista e gravada com produção musical orquestrada pela própria Liniker com Fejuca e Nave.
Em rotação desde a noite de ontem, 1º de julho, antevéspera do 31º aniversário da cantora e compositora paulista, o single “Melhor notícia” chega para movimentar o algoritmo em torno da artista e para impulsionar a turnê “Bye bye Caju”, cujo show chega à cena em São Paulo (SP) em 11 de julho com big band e os dançarinos do balé Caju Negro.
Assim como boa parte das músicas dos dois álbuns da discografia solo de Liniker, “Índigo borboleta anil” (2021) e o consagrador “Caju” (2024), o single “Melhor notícia” se alimenta da força do arranjo. Em essência, a canção “Melhor notícia” é balada romântica de alma soul que ganha registro fonográfico valorizado pelo arranjo assinado por Liniker com os produtores Fejuca e Nave.
Com cinco minutos, a gravação cresce na metade final, quando a orquestração encorpa o single com a levada das guitarras de Fejuca e Mackson Kennedy e com a sobressalência dos sopros do trio de metais formado por Bira Junior (sax), Edy Trombone e Felipe Aires (trompete). Os vocais do arremate confeitam a balada.
Na letra de “Melhor notícia”, Liniker versa sobre a ansiedade de rever o ser amado para poder se redimir com o ex-amor. Fiel ao estilo de Liniker, a canção tem cacife para contentar os seguidores da artista e se destacar no roteiro do show “Bye bye Caju”.
Capa do single ‘Melhor notícia’, de Liniker
Karolina Wielocha / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: ‘Lepo Lepo’, o hino contra o capitalismo que desafiou a era da ostentação


‘Lepo Lepo’, pagode baiano que virou ‘hino contra o capitalismo’
Em 2014, o Brasil descobriu que para ser amor verdadeiro não precisava ter o carro do ano, nem mesmo apartamento próprio… Bastava, somente, fazer um bom “Lepo Lepo”.
Com um refrão que virou onipresente em questão de semanas, o Psirico provou que o pagode baiano tem sempre fôlego para parar o país.
A música já chegou ao Carnaval de Salvador daquele ano com a fama de “já ganhou”.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui.
Artistas trabalharam juntos no sucesso ‘Lepo Lepo’
Divulgação
Composição de Filipe Escandurra e Magno Sant’Anna, a letra era uma resposta bem-humorada à ostentação que dominava o funk e o sertanejo naquela época.
Em entrevistas, Márcio Victor, vocalista da banda, chegou a dizer que “Lepo Lepo” era o jeitinho baiano de falar de amor e que a música podia ser encarada como um grito contra o… capitalismo!
Diferente dos hits que falavam de Camaro Amarelo, o personagem de “Lepo Lepo” era um pé-rapado. Mas que mesmo com o salário atrasado, garantia que o seu “talento” na cama compensava tudo.
Música “Lepo Lepo” foi usada em prova
Canal Eu Aqui/ A Gazeta
A explosão nacional também teve uma ajuda de peso: no futebol, Neymar e Daniel Alves comemoraram gols pelo Barcelona rendidos àquela coreografia das mãozinhas em que as palmas abertas simulavam tapas de um lado para o outro.
A faixa, claro, acabou mesmo sendo eleita (e por unanimidade) a “música do Carnaval” e ficou também entre as mais tocadas nas rádios daquele ano.
Psirico leva o ‘Lepo Lepo’ para o carnaval de Salvador
Wallace Barbosa e JC Pereira/AgNews
Antes do fenômeno, é importante dizer, o Psirico já era uma das maiores instituições da Bahia. Mas fato é que “Lepo Lepo” foi além. Atingiu um patamar de hit que poucas músicas conseguem.
Até porque, veja só: mesmo numa época em que o Brasil estava prestes a receber o mundo, sediando uma Copa, as pessoas, ainda assim, só conseguiam pensar se era dinheiro, amor ou cumplicidade…

Fonte: G1 Entretenimento

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Morte de Hikaru Kurosaki: Brasil tem 53 pessoas chamadas Jaspion


Brasileiros com o nome Jaspion
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Ao menos 53 brasileiros receberam o nome do protagonista da série “O Fantástico Jaspion”, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
➡️O ator Hikaru Kurosaki, que interpretou o Jaspion, morreu aos 64 anos. A informação foi divulgada pelo site japonês ZakII (do grupo Sankei).
Segundo os dados, a idade média dos Jaspions em 2022, ano do último censo demográfico, era de 32 anos. Os dados mostram ainda que o nome era o 64043º mais popular do Brasil na época.
Entre 1980 e 1999, 47 pessoas foram nomeadas Jaspion.
Hikaru Kurosaki, o eterno ‘Jaspion’, morre aos 64 anos
Reprodução
A série
A série japonesa de tokusatsu (ação com atores reais e efeitos especiais) foi produzida pela Toei e exibida no Japão entre 1985 e 1986. Na trama, o herói jaspion percorre a galáxia a bordo do robô gigante Daileon para impedir a ressurreição do demônio Satan Goss.
Veja os vídeos em alta do g1
Agora no g1
De desempenho apenas mediano no Japão, a série virou fenômeno no Brasil ao estrear na Rede Manchete em 1988, abrindo caminho para a onda tokusatsu na TV brasileira (Changeman, Jiraya). Bordões como “Pela luz de Daileon!” marcaram uma geração.
A saga se tornou uma febre entre os adolescentes da época e inspirou músicas nacionais, como “Jaspion-Changeman”, do Trem da Alegria.
LEIA MAIS: Morte de Hikaru Kurosaki: veja onde assistir ‘O Fantástico Jaspion’
O ator
Hikaru Kurosaki iniciou sua carreira como dublê e ficou conhecido mundialmente por estrelar “O Fantástico Jaspion” na década de 1980.
Kurosaki abandonou a carreira artística na década de 1990, se dedicando ao mergulho profissional. Após sua aposentadoria na carreira artística, Seiki Kurosaki (nome de batismo do ator) fundou a escola de mergulho Mother Earth, em Okinawa, no Japão, na década de 1990.
Ele foi casado com a atriz Yuko Asuka, que morreu em 2011. O casal não teve filhos.
Um colega de Kurosaki na Associação de Mergulho da cidade de Motobu, na província de Okinawa, divulgou a notícia em sua página no Facebook.
“Comunicamos, com pesar, o falecimento do Sr. Kurosaki, da operadora Mother Earth, membro da Associação de Mergulho da Cidade de Motobu. Como o Sr. Kurosaki morava sozinho, enviamos este comunicado para informar as empresas e parceiros do setor. Desde que o Sr. Kurosaki mudou-se para Motobu, há mais de 30 anos, ele foi um companheiro com quem compartilhamos momentos de alegria e dificuldade — em uma época em que existiam apenas cerca de seis operadoras de mergulho na região. Descanse em paz”, escreveu o empresário. A data da morte não foi informada.
O ator Hiroshi Watari, que interpretou Boomerang, xerife espacial aliado do herói na saga de Jaspion, lamentou a morte do amigo nas redes sociais. Os dois também atuaram juntos nos palcos.
Hikaru Kurosaki, ator da série “O fantástico Jaspion”
Divulgação
“Estou chocado com a notícia da morte do Kurosaki Hikaru. Este ano, muitos colegas da JAC [Japan Action Club, o clube de ação de Sonny Chiba] partiram. Nunca esquecerei o que aprendi no palco do Shinjuku Koma Theater e no set de Jaspion. Obrigado”, escreveu Watari.
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Hikaru Kurosaki se tornou instrutor de mergulho profissional após aposentadoria da carreira artística
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Fonte: G1 Entretenimento

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Morte de Hikaru Kurosaki: veja onde assistir ‘O Fantástico Jaspion’


Hikaru Kurosaki, o eterno ‘Jaspion’, morre aos 64 anos
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O ator Hikaru Kurosaki, o eterno protagonista de “O Fantástico Jaspion”, morreu aos 64 anos. A informação foi divulgada pelo site japonês ZakII (do grupo Sankei).
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Para os fãs que querem rever o sucesso, os episódios estão disponíveis no Streaming e no Youtube.
Onde assistir a ‘O Fantástico Jaspion’?
Streaming: episódios disponíveis no Mercado Livre Play e no Prime Video
YouTube: série disponívei legendada no canal “TokuSato”.
Veja os vídeos em alta do g1
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A série
A série japonesa, da qual Hikaru foi protagonista, é do gênero tokusatsu, produções com muita ação, atores reais e efeitos especiais. Foi produzida pela Toei e exibida no Japão entre 1985 e 1986.
Na trama, o herói percorre a galáxia a bordo do robô gigante Daileon para impedir a ressurreição do demônio Satan Goss.
De desempenho apenas mediano no Japão, a série virou fenômeno no Brasil ao estrear na Rede Manchete em 1988, abrindo caminho para a onda tokusatsu na TV brasileira (Changeman, Jiraya). Bordões como “Pela luz de Daileon!” marcaram uma geração.
O ator
Hikaru Kurosaki, ator da série “O fantástico Jaspion”
Divulgação
Um colega de Kurosaki na Associação de Mergulho da cidade de Motobu, na província de Okinawa, divulgou a notícia em sua página no Facebook.
“Comunicamos, com pesar, o falecimento do Sr. Kurosaki, da operadora Mother Earth, membro da Associação de Mergulho da Cidade de Motobu. Como o Sr. Kurosaki morava sozinho, enviamos este comunicado para informar as empresas e parceiros do setor. Desde que o Sr. Kurosaki mudou-se para Motobu, há mais de 30 anos, ele foi um companheiro com quem compartilhamos momentos de alegria e dificuldade — em uma época em que existiam apenas cerca de seis operadoras de mergulho na região. Descanse em paz”, escreveu o empresário. A data da morte não foi informada.
O ator Hiroshi Watari, que interpretou Boomerang, xerife espacial aliado do herói na saga de Jaspion, lamentou a morte do amigo nas redes sociais. Os dois também atuaram juntos nos palcos.
“Estou chocado com a notícia da morte do Kurosaki Hikaru. Este ano, muitos colegas da JAC [Japan Action Club, o clube de ação de Sonny Chiba] partiram. Nunca esquecerei o que aprendi no palco do Shinjuku Koma Theater e no set de Jaspion. Obrigado”, escreveu Watari.
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Hikaru Kurosaki iniciou sua carreira como dublê e ficou conhecido mundialmente por estrelar a série “O Fantástico Jaspion” na década de 1980. No Brasil, o sucesso da série não foi diferente, se tornando uma febre entre os adolescentes da época.
Kurosaki abandonou a carreira artística na década de 1990, se dedicando ao mergulho profissional. Após sua aposentadoria na carreira artística, Seiki Kurosaki (nome de batismo do ator) fundou a escola de mergulho Mother Earth, em Okinawa, no Japão, na década de 1990.
Ele foi casado com a atriz Yuko Asuka, que morreu em 2011. O casal não teve filhos.
Hikaru Kurosaki se tornou instrutor de mergulho profissional após aposentadoria da carreira artística
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Fonte: G1 Entretenimento

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New Order anuncia show único no Brasil em novembro


New Order tocou pela sexta vez no Brasil em 2018
Stephan Solon/Divulgação
O grupo New Order anunciou nesta quinta (2) que virá ao Brasil para um show único em 2026. A banda se apresentará no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 25 de novembro.
A banda, de hits como “Bizarre Love Triangle”, “Blue Monday” e “Regret”, tem mais de 4 décadas de carreira e se firmou como um dos grupos mais icônicos da música britânica. O grupo veio pela última vez ao Brasil em 2018.
Os ingressos estão à venda pela Ticketmaster, e os preços variam entre R$ 260 (pista, meia-entrada) e R$ 1.080 (camarote, inteira).
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Fonte: G1 Entretenimento

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Reality de Viih Tube que daria R$ 20 mil a funcionário vira alvo do MPT; veja os direitos dos trabalhadores


Reality de Viih Tube e Eliezer terá prêmio de mais de R$ 20 mil
Reprodução/YouTube
“Esse é o reality, literalmente, da nossa casa.” Foi assim que Viih Tube anunciou, nas redes sociais, o reality “As Patroas”, programa em que 11 funcionários da influenciadora e ex-BBB e de seu marido, Eliezer, disputariam um prêmio de R$ 20 mil.
O primeiro episódio foi publicado na terça-feira (30) no canal da influenciadora no YouTube e nas redes sociais do casal. Menos de 24 horas depois, o conteúdo foi retirado do ar após uma série de críticas relacionadas à exposição da relação entre empregadores e empregados.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A repercussão levou o Ministério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo a abrir um procedimento para apurar o caso. Em nota enviada ao g1, o órgão informou que “tomou conhecimento da atividade anunciada pela influenciadora por meio da imprensa e abriu procedimento para apurar os fatos”.
O caso também motivou uma manifestação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Sem citar diretamente os influenciadores, o tribunal publicou nas redes sociais que expor trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes ou constrangedoras pode caracterizar assédio moral.
“A Constituição Federal protege a dignidade da pessoa humana, e a Justiça do Trabalho reconhece a responsabilização por condutas abusivas. Humilhação não é entretenimento. No ambiente de trabalho, inclusive no doméstico, respeito é dever”, afirmou o TST.
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O g1 procurou Viih Tube e Eliezer para pedir um posicionamento sobre o caso, mas não havia recebido resposta até a publicação desta reportagem.
A reportagem também entrou em contato com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para saber se o órgão recebeu alguma denúncia relacionada ao programa ou se pretende analisar o caso sob a ótica da legislação trabalhista. Não houve retorno.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) também foi procurado. O g1 questionou se a Justiça do Trabalho já analisou ações envolvendo situações semelhantes, em que a relação de trabalho é transformada em conteúdo de entretenimento, e qual é o entendimento do tribunal sobre esse tipo de iniciativa. Até a publicação desta reportagem, não houve resposta.
Exposição indevida
A repercussão do reality levantou uma discussão sobre os limites legais quando a relação de trabalho se transforma em entretenimento.
Afinal, até onde um empregador pode expor seus funcionários? É possível exigir a participação? Um termo de uso de imagem é suficiente? E se o trabalhador desistir das gravações?
Para a advogada trabalhista Paula Borges, especialista em Direito do Trabalho do Ferraz dos Passos Advocacia e Consultoria, o caso envolve duas relações distintas: o contrato de trabalho e a participação em um produto de entretenimento.
Segundo ela, o vínculo empregatício, por si só, não autoriza a exploração comercial da imagem do trabalhador.
O contrato de prestação de serviços não se estende à exploração da imagem sem relação com a função para a qual ele foi contratado. Como há proveito econômico direto para o empregador, é necessário um tratamento contratual específico, remunerado e separado do vínculo de emprego.
Termo de imagem não basta
De acordo com a especialista, um simples termo de autorização de uso de imagem não é suficiente para viabilizar esse tipo de iniciativa.
Segundo ela, seria necessário um contrato específico, separado do vínculo empregatício, prevendo a participação no reality, remuneração pelo uso da imagem, consentimento livre e informado do trabalhador e o cumprimento das regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Além disso, a participação deve ser efetivamente voluntária. “A atividade não faz parte das funções para as quais o trabalhador foi contratado. Por isso, a recusa não pode gerar punições, perda de benefícios ou até uma demissão. Qualquer consequência negativa na relação de emprego é ilegal”, afirma.
Na avaliação da advogada, esse é justamente um dos pontos mais delicados do caso. “Na relação de trabalho, o funcionário pode sentir que precisa aceitar o convite por medo de desagradar o empregador ou sofrer alguma consequência, mesmo que ninguém faça uma ameaça direta. Por isso, a decisão de participar precisa ser realmente livre e sem qualquer tipo de pressão”, completa.
Funcionário pode desistir
Paula Borges afirma que o trabalhador pode desistir da participação a qualquer momento, já que o direito à imagem é um direito da personalidade e sua autorização pode ser revogada. Ela acrescenta que, caso o conteúdo exponha o funcionário a situações humilhantes ou constrangedoras, o empregador poderá responder judicialmente.
“A Justiça do Trabalho já possui entendimento consolidado de que obrigar empregados a participar de vídeos, brincadeiras ou situações potencialmente vexatórias extrapola os limites do poder diretivo do empregador e pode gerar indenização por danos morais”, afirma.
A advogada também chama atenção para o tempo dedicado às gravações. Se a participação ocorrer fora da jornada de trabalho e houver controle do empregador ou obrigatoriedade de comparecimento, esse período poderá ser considerado tempo à disposição da empresa e deverá ser remunerado.
Segundo ela, o empregador também pode ser responsabilizado pelos impactos decorrentes da exposição pública dos trabalhadores, como ataques nas redes sociais.
“Ao expor o empregado para um público amplo com finalidade comercial, o empregador assume um risco previsível. Se essa exposição causar danos à imagem ou à dignidade do trabalhador, pode haver responsabilização civil”, explica.
Antes de aceitar participar de um reality promovido pelo próprio empregador, a especialista recomenda que o trabalhador saiba que pode recusar o convite sem sofrer qualquer prejuízo na relação de trabalho, exigir um contrato específico para a exploração de sua imagem, receber remuneração pela participação e desistir a qualquer momento.
A especialista ressalta ainda que a assinatura de um termo de uso de imagem não impede um eventual pedido de indenização caso a exposição seja considerada abusiva ou vexatória.
Crescem os números de processos e denúncias por assédio moral no trabalho

Fonte: G1 Entretenimento