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Pabllo Vittar faz a festa da carne ao se jogar na pista de ‘Lost in lust’, álbum que dilui o ‘batidão tropical’ da artista

Pabllo Vittar lança o álbum ‘Lost in lust’, com 12 faixas formatadas por produtores da cena LGBTQIA+
Gabriel Reneé / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Lost in lust
Artista: Pabllo Vittar
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Esqueça o batidão tropical de Pabllo Vittar. “Lost in lust”, álbum lançado pela cantora na noite de quinta-feira, 1º de outubro, cumpre a expectativa prometida pela artista. É um álbum direcionado para a pista e para o mercado internacional com músicas em inglês e em espanhol.
“Lost in lust” é disco frenético que encadeia 12 músicas em meros 29 minutos. “Future”, faixa produzida por Eva de LC, abre o álbum com coro operístico ao fundo, soando como convite para o ouvinte se jogar na pista de Pabllo.
Formatado por produtores da cena LGBTQIA+, “Lost in lust” é álbum ambientado em clima noturno de rave, ora pop, ora sombria. É fato que “Bad good” – música formatada por time de produtores formado por Chernobruno, Jeska, PZZS, Rodrigo Gorky e S4tan – tem toques de forró e tecnomelody. Mas a brasilidade está bem diluída na batida techno da faixa.
Decididamente, a cantora está focada no mercado externo, não no Brasil, como já tinham sinalizado os singles que adiantaram as faixas “Rockstar” e “Body type”, gravadas por Pabllo com a rapper porto-riquenha Villano Antillano e com a cantora mineira Urias, respectivamente.
Pabllo Vittar cita Madonna na letra de ‘Friends with…’, uma das 12 músicas do álbum ‘Lost in lust’
Hick Duarte
Fica difícil reconhecer o D.N.A. tropical de Pabllo no pancadão funk eletrônico que embasa “Friend with…”, faixa de arquitetura industrial em que a cantora cita Madonna. E mal nenhum há nisso. Pabllo Vittar quer sair do lugar com o álbum Lost in lust”.
Se “Attention” insere na batida techno um toque latino, amplificado na cadência de reggaeton que envolve “Big bang” (faixa gravada por Pabllo com o cantor venezuelano La Cruz), “Better than a feeling” se insinua como balada, mas logo cai na pista da dance music de cepa pop.
Já “Polizia” traz a voz de Mahmood, cantor italiano de ascendência egípcia, em clima de sensualidade. “Lost in lust”, cabe ressaltar, é álbum imerso no universo da luxúria, mas apresenta certa diversidade na busca da intensidade.
“Skin”, faixa produzida por Martinz Beats, tem cadência mais pop vintage com ecos dos anos 2000, sem tirar o álbum da atmosfera eletrônica, que fica mais pesada em algumas passagens de “Alone”, faixa produzida por S4tan.
Contudo, no arremate do álbum “Lost in lust”, tudo acaba em samba filtrado pela house. Introduzida por batucada e com versos em português embutidos na letra em espanhol, “Carnaval” lembra que Pabllo Vittar é do Brasil. A faixa empolga e sinaliza que o álbum “Lost in lust” ficaria mais diferenciado e sedutor se a cantora tivesse encontrado um maior ponto de equilíbrio entre a música para pista e o batidão tropical.
Capa do álbum ‘Lost in lust’, de Pabllo Vittar
Hick Duarte com arte gráfica Lucasphobia

Fonte: G1 Entretenimento

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Stray Kids se junta ao BTS e decide não participar do Grammy após polêmica com nova categoria

Stray Kids no Palco Mundo do Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
O grupo de K-pop Stray Kids não inscreveu nenhum trabalho para concorrer ao Grammy 2027.
A informação foi dada pela gravadora do octeto, a JYP Entertainment, em comunicado enviado à imprensa.
Não houve uma explicação precisa sobre o motivo, mas a decisão do Stray Kids, que esteve no Brasil este ano para participar do Rock in Rio, acontece após a criação da categoria “Melhor Performance de Música Pop Asiática”, o que gerou críticas por colocar o gênero fora das grandes categorias.
Agora no g1
Em julho, o BTS também anunciou que não disputaria o Grammy e foi mais direto sobre a razão.
“Decidimos não inscrever nossa música no Grammy este ano. Esperamos que a música possa ser ouvida e receber amor por si só, sem ser dividida por região ou idioma. Agradecemos aos ARMYs e a todos que estão sempre conosco”, diz o comunicado compartilhado nos perfis dos integrantes do grupo.
Grammy anuncia novas categorias
O Grammy anunciou, em 16 de junho, a criação de cinco novas categorias que valerão a partir da 69ª edição, agendada para 7 de fevereiro de 2027.
Entre as novidades apresentadas, a introdução da categoria “Melhor Música Latina” estabeleceu um critério técnico que deixa o mercado fonográfico brasileiro praticamente de fora da disputa principal.
Isso porque, de acordo com o novo regulamento, o prêmio é destinado exclusivamente a compositores de obras inéditas escritas predominantemente em espanhol, exigindo que, no mínimo, 51% da letra esteja nesse idioma.
Novas categorias:
“Melhor Performance de Música Pop Asiática” (voltada a gêneros como K-pop, J-pop e C-pop);
“Melhor Música Latina”;
“Melhor Colaboração ou Performance em Dupla/Grupo de R&B”;
“Melhor Performance Vocal Pop Tradicional”;
“Melhor Álbum de Música Folclórica Tradicional”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paramount e Warner Bros. vão operar sob o nome Skydance após fusão

A empresa que resultará da fusão entre a Paramount e a Warner Bros. Discovery terá o nome Skydance, anunciou nesta sexta-feira (2) o presidente-executivo da Paramount, David Ellison.
A mudança deve ocorrer após a conclusão da operação, prevista para 6 de outubro.
Segundo Ellison, a escolha busca criar uma identidade corporativa para a companhia combinada sem apagar as marcas históricas dos dois estúdios. Paramount e Warner Bros. continuarão existindo como marcas próprias dentro da nova estrutura.
“Ao unir Paramount e Warner Bros., queríamos preservar o que tornou cada um desses estúdios icônico”, escreveu Ellison em publicação nas redes sociais.
*Reportagem em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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Nasce 1ª filha de Mari Fernandez e Julia Ribeiro; cantora enaltece mulher: ‘Não aguentaria metade do que aguentou’

Nasce 1ª filha de Mari Fernandez e Julia Ribeiro
Reprodução/Instagram
Isabela, primeira filha da cantora Mari Fernandez e da influencer Julia Ribeiro, nasceu nesta quinta-feira (01). O casal anunciou a chegada da bebê nas redes sociais: “Nosso maior presente chegou. Isabela, 01/10/2026, 13:22h.”
Após o parto, Mari enalteceu a mulher em uma mensagem publicada nos Stories.
“Meu amor, eu te amo muito. Hoje você foi mais forte e mais guerreira do que nunca. Vi você dar a vida pela vida da nossa filha, e vi de perto o quanto você foi forte até o final”, escreveu Mari.
“Eu não aguentaria metade do que você aguentou, meu amor. Sou sua fã, tenho muito orgulho de você e vou cuidar de vocês para sempre. Obrigada por me dar o presente mais lindo das nossas vidas. Nossa Isabela é perfeita. Amo vocês mais do que tudo”, completou a cantora sertaneja.
Mari também escreveu uma pequena mensagem para Isabela. “Filha, eu te amo. Você é exatamente como a mamãe sonhou.”
Mari Fernandez e Julia Ribeiro se casaram em outubro de 2025, após quatro anos de relação, em uma cerimônia para 250 pessoas no interior de São Paulo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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g1 Ouviu #335 – Rashid e sua luta contra o distanciando dos valores que fundamentaram o movimento hip hop

Rashid esteve no g1 Ouviu em 30 de setembro e, entre outros temas, analisou a atual cena do rap nacional. “Parece que estamos nos distanciando de valores que fundamentaram nosso movimento. Isso é assinar nossa permissão para o esquecimento”, citou o rapper, compositor e roteirista de 38 anos.
O artista também falou sobre o papel do hip hop na preservação da memória do movimento: “A memória está conectada com a nossa mensagem, com o nosso território. Não à toa, a gente está sempre falando dos que vieram antes”.
Ao longo da entrevista, Rashid citou nomes de diversos artistas conectados com sua arte, mas destacou um momento especial para falar sobre Milton Nascimento, uma de suas grandes referências: “Minha avó materna conheceu ele. Quando eu soube, meu amor virou fanatismo. Não mexe com meu Milton Nascimento!”
Ele ainda relembrou que dividiu a adolescência entre São Paulo e Minas Gerais: “A periferia de São Paulo é completamente urbana, cinza, falta de dinheiro. No interior de Minas Gerais, era roça, amigos na plantação de cana e alambique. Pobrezas diferentes”.
‘Chegou ao lugar do entretenimento’, diz Rashid sobre as batalhas de rimas
Rashid ainda relembrou os dois cancelamentos no Lollapalooza gerados por questões climáticas.
O rapper contou que estava prestes a negar o convite na terceira tentativa. “Meu medo era acontecer terceira vez. Você vira piada eterna. Se nossa indústria fosse minimamente imagética, já teria sido suficiente para me colocar na gaveta.”
Após a ajuda de uma amiga, Rashid retornou ao festival e fez sua apresentação em 2023.
“Fomos morrendo de medo. Quando subo no palco e vejo aquele público, penso: nenhum daqueles anos teria sido assim, tão cheio. Tive anos pra me preparar, além de ser o artista mais anunciado no line-up. Quando saímos do palco, parecia que o Brasil tinha vencido a Copa.”
Rashid relembra um conselho que recebeu de Emicida sobre o processo de pesquisa
O artista também relembrou o começo da carreira, quando divulgava suas músicas pelo MySpace, e falou sobre a disputa pela atenção do público: “Você tem a possibilidade de chegar até o lugar de colocar sua música na mesa. A questão é como você vai fazer a pessoa escolher sua música na mesa.”
Ele ainda falou sobre o sentimento ao ver que somava 5 mil plays. “Foi meu Grammy. E nem eram plays meus, eram de outras pessoas.”
“Na época, era como colocar uma carta na garrafa e jogar no mar. A gente não sabia onde ia chegar. Hoje sei minha fanbase. Antes, era acreditar muito na música e muito na rua.
Você pode ouvir o g1 Ouviu no g1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o g1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
Rashid participa do g1 ouviu
Rafael Peixoto/g1
Rashid participa do g1 ouviu
Rafael Peixoto/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Após morte de companheiro, Gypsy Rose diz que ele foi alvo de cyberbullying nas redes

Gypsy Rose Blanchard e Ken Urker
Reprodução/Instagram
Gypsy Rose Blanchard se pronunciou pela primeira vez após a morte de seu companheiro Ken Urker. Ele foi encontrado morto nesta quinta-feira (1º), dia em que completou 34 anos. Em entrevista à revista “People”, Gypsy afirmou que Urker passava por problemas psicológicos e sofreu uma overdose.
“Ken suportou um nível inimaginável de escrutínio público e um cyberbullying incessante em plataformas de redes sociais, incluindo TikTok e Reddit. A crueldade direcionada a ele foi algo que nenhum ser humano deveria ter que suportar”, disse à publicação.
Agora no g1
“Acredito que o peso enorme desse escrutínio e desse assédio teve um impacto profundo sobre ele, e espero que sua morte sirva como um lembrete de que existe uma pessoa real por trás de cada tela, de cada manchete e de cada comentário”, falou. Urker foi encontrado morto em sua residência na Louisiana.
A influenciadora descreveu Ken como “um pai incrível e um homem profundamente amado”. O casal tinha uma filha pequena chamada Aurora.
“Ele será para sempre minha alma gêmea e meu elo essencial, uma conexão que o tempo, a distância e até mesmo a morte jamais poderão apagar”, disse.
Gypsy Rose Blanchard e Ken Urker no dia do nascimento da filha
Reprodução/Instagram
Morte da mãe e prisão
Gypsy Rose Blanchard ganhou fama ao ser condenada pelo assassinato da própria mãe, Dee Dee. Após a morte, surgiram alegações de que Dee Dee cometia abusos contra Gypsy Rose e prejudicava propositalmente sua saúde, o que atraiu a atenção da mídia nacional para o caso.
O caso deu origem a várias séries e documentários, como “Mamãe Morta e Querida”, “Gypsy: Uma Vida de Mentira” e “As Confissões de Gypsy Rose”, além do reality show “Gypsy Rose: A Vida em Liberdade”.
Gypsy e Ken se conheceram enquanto ela estava presa pelo assassinato de sua mãe. Urker a pediu em casamento em outubro de 2018 e, embora o casal tenha terminado o noivado posteriormente, eles reataram o relacionamento em agosto de 2019. Blanchard e Urker se reconciliaram em abril de 2024. Oito meses depois, tiveram uma filha.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lito Sousa caiu em pegadinha do Faustão antes da fama na internet; VÍDEO

Lito Sousa relembrou participação em pegadinha do Faustão nas redes sociais em 2025.
Reprodução/Instagram/@lito
O influenciador Lito Sousa, que morreu nesta quinta-feira (1º), aos 59 anos, em São Paulo, participou de uma pegadinha do Domingão do Faustão por volta dos anos 2000, antes de se tornar conhecido na internet.
Décadas depois, o próprio criador de conteúdo relembrou o episódio nas redes sociais e brincou com o fato de ter caído na pegadinha.
Leia também: Mulher de Lito Sousa fala pela primeira vez após a morte do influencer
No vídeo, o apresentador Fausto Silva convida a dupla sertaneja Gian & Giovani a escolher uma das brincadeiras exibidas pelo programa. Os cantores optam pela do banco que se mexe, instalado em uma rua para surpreender quem se sentasse nele.
Lito aparece entre as pessoas que caíram na “armadilha” preparada pela produção do programa.
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Em abril de 2022, ele publicou o vídeo da pegadinha em seu canal no YouTube, o Aviões e Músicas, conhecido por conteúdos sobre aviação. A gravação ultrapassou 150 mil visualizações.
Em dezembro de 2025, o influenciador voltou a compartilhar o registro no Instagram e no Facebook. Na ocasião, brincou com a própria participação na atração. “Pra descontrair nessa segundona de manhã, sabia que eu já caí numa pegadinha do Faustão?”, escreveu.
Quem foi Lito Sousa
Agora no g1
Joselito Geraldo de Sousa, conhecido como Lito Sousa, era um dos principais influenciadores brasileiros especializados em aviação. Mecânico de aeronaves com mais de 36 anos de experiência no setor, trabalhou em empresas como Varig, Transbrasil e United Airlines.
Ficou conhecido pelo canal Aviões e Músicas, no YouTube, onde explicava temas como segurança aérea, turbulências e acidentes em linguagem acessível. O canal reúne mais de 3,5 milhões de inscritos.
Lito Sousa, influenciador e especialista em aviação que sofria com doença rara, morre em São Paulo
Jornal Nacional/ Reprodução
Em 2026, Lito passou a compartilhar com os seguidores informações sobre problemas de saúde. Após revelar um diagnóstico de câncer de próstata, ele recebeu, em agosto, o diagnóstico de doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição neurodegenerativa rara e progressiva.
Segundo estudo do Ministério da Saúde, a doença teve 547 casos confirmados no Brasil entre 2005 e 2021.
No hospital, Lito Sousa comemora 4 milhões de seguidores em seu canal
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Trio de jazz Caixa Cubo toca Caetano Veloso e Gilberto Gil em ‘Ultracooked’, álbum programado para novembro

O trio paulistano de jazz Caixa Cubo lança em 20 de novembro o nono álbum do grupo, ‘Ultracooked’
Rebecca Figueiredo / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Nono álbum do trio Caixa Cubo, grupo paulistano de jazz que já vem atuando além das fronteiras do Brasil, “Ultracooked” tem lançamento programado para 20 de novembro em LP, CD e edição digital.
Ao longo das 13 faixas do álbum “Ultracooked”, Henrique Gomide (piano, teclados e sintetizadores), João Fideles (bateria e percussão) e Noa Stroeter (baixo acústico e elétrico) abordam música de Caetano Veloso (“Odara”, de 1977), tocam dois temas do cancioneiro de Gilberto Gil – “Expresso 2222” (1972) e “Essa é pra tocar no rádio” (1975), ambas ouvidas no álbum “Ultracooked” com a voz do cantor Zé Leônidas, convidado do trio – e voltam ao repertório do compositor e violonista Garoto (1915 – 1955), a quem o Caixa Cubo já dedicou um songbook instrumental há oito anos, “Enigma – A música de Garoto”, álbum editado em 2018.
De Garoto, o trio reaviva “Jorge do Fusa”, choro composto em 1950 originalmente como tema instrumental, letrado na sequência pelo compositor Mário Albanese e gravado de forma caseira por Albanese e Garoto, ainda naquele ano de 1950, trinta anos antes do primeiro registro fonográfico oficial do choro, apresentado em disco em 1980.
Entre temas como “Cabaré” (faixa gravada com a guitarra de Edson Woiski), “Cara do meio”, “Coisa redonda”, “Marea”, “Ribe” e “Superkid”, o Caixa Cubo presta reverências a Hermeto Pascoal (1936 – 2025) e a João Donato (1934 – 2023). As faixas se chamam “Hermeto” e “Donato”, respectivamente, e ambas trazem as vozes faladas dos homenageados, embutidas na gravação.
Formatado com produção musical orquestrada pelo próprio Caixa Cubo em colaboração com Frederico Pacheco, o álbum “Ultracooked” foi gravado no O&O Studios, em São Paulo (SP), cidade natal do trio. Já a masterização foi feita por Casper Sutton no Gearbox Studios, em Londres, Inglaterra, sede da gravadora que edita o álbum, Far Out Recordings.
“Ultracooked” sucede o álbum “Modo avião” na discografia iniciada em 2012 pelo trio Caixa Cubo.
Capa do álbum ‘Ultracooked’, do trio Caixa Cubo
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Santoro canta músicas do Clube da Esquina em álbum feito na Espanha com o pianista de jazz Germán Kucich

A cantora mineira Paula Santoro posa com o pianista argentino Germán Kucich no Camaleon Music Studio, em Madrid, onde gravou o álbum ‘Alunar
Acervo pessoal Paula Santoro
♫ NOTÍCIA
♬ Após turnê pela Europa, Paula Santoro voltou ao Brasil na manhã desta sexta-feira, 2 de outubro, com álbum quase pronto na bagagem. A convite do pianista de jazz Germán Kucich, músico argentino residente em Madrid, Espanha, a cantora mineira gravou na última quinzena de setembro um álbum, “Alunar”, com músicas de compositores do Clube da Esquina.
Apresentada na voz de Milton Nascimento em álbum de 1970, a música-título “Alunar” é a primeira composição da parceria de Lô Borges (1952 – 2025) com o irmão Márcio Borges.
Milton Nascimento, aliás, é homenageado na única música inédita do álbum “Alunar”, cujo repertório é composto basicamente por standards do cancioneiro mineiro. A música inédita se chama “Nave” e é uma parceria do cantor, compositor e violonista mineiro Leo Minax – músico que reside em Madrid há cerca de 30 anos e que toca com Germán Kucich – com o letrista Chico Amaral. Foi através de Minax que Kucich chegou ao nome de Paula Santoro.
Paula Santoro e Kucich gravaram o álbum “Alunar” no Camaleon Music Studio, em Madrid, com os toques dos músicos Marc Pinyol (bateria) e Toño Miguel (contrabaixo). Um quarto músico, o percussionista Tiki Cantero, ainda vai se juntar à banda do disco, gravando as percussões em janeiro em Buenos Aires, na Argentina.
Com 12 músicas, o álbum “Alunar” reapresenta as músicas dos compositores mineiros com o toque do jazz já recorrente na sonoridade dos instrumentistas.
Além das já citadas “Alunar” e “Nave”, o repertório inclui “A página do relâmpago elétrico” (Beto Guedes e Ronaldo Bastos, 1977), “Cravo e canela” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1971), “Fazenda” (Nelson Angelo, 1976), “Novena” (Milton Nascimento e Márcio Borges, 1978), “Paixão e fé” (Tavinho Moura e Fernando Brant, 1977), “Pão e água” (Lô Borges, Márcio Borges e Roger Mota, 1978), “Pensamento” (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1986), “Saídas e bandeiras” (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1972), “Um gosto de sol” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972) e “Viver de amor” (Toninho Horta e Ronaldo Bastos, 1976).
O álbum “Alunar” tem lançamento previsto para o primeiro semestre de 2027.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sangue, suor e ruptura: Elenco do novo ‘Street Fighter’ sofreu, mas nada perto do caos do filme de 94

Quem se dispõe a levar os golpes improváveis, os uniformes berrantes e as bolas de fogo de “Street Fighter” para o cinema precisa estar preparado para apanhar — dentro e fora de cena.
Mas mesmo mãos sangrentas, acidentes de gravação e uma panturrilha rompida parecem pouco quando comparadas aos bastidores da adaptação infame de 1994, estrelado por Jean-Claude Van Damme e Raul Julia.
Com estreia marcada para dia 15 no Brasil, a nova adaptação da série clássica de games de luta decidiu abraçar sem pudor a estética e o ritmo cartunesco dos fliperamas.
Para isso, o diretor Kitao Sakurai (“Bad trip”) exigiu de seu elenco uma preparação física em dia e encenação de combates com o mínimo possível de dublês.
No novo filme, Andrew Koji (“Warrior”) assume a faixa e o quimono de Ryu. Artista marcial experiente, o ator britânico de 38 anos de dispensou dublês na maior parte das sequências, mas pagou o preço durante o embate final contra o vilão Akuma (Roman Reigns).
“Tenho que deixar isso bem claro. Ouvi alguém dizer: ‘Ah, ele torceu o tornozelo’. Filho da puta, não foi o tornozelo. Se fosse o tornozelo, estaria tudo bem. Eu rompi a panturrilha filmando a grande luta contra o Akuma”, conta Koji, em entrevista ao g1.
Assista ao trailer do filme ‘Street Fighter’
“Ainda tínhamos duas cenas de luta depois dessa, com o Blanka e com o Ken. Completamos parte delas enquanto eu estava machucado.”
A intensidade não parou por aí. David Dastmalchian (“O Esquadrão Suicida”), que herdou o quepe do tirano M. Bison, se deixou levar em uma cena de fúria.
“Tinha uma cena em que o Bison precisava socar uma pilha de blocos de cimento, com muita raiva. Bati com cada vez mais força. Quando tirei as luvas, minhas mãos estavam cobertas de sangue. Me empolguei”, diz o americano de 51 anos.
Para Callina Liang (“Presença”), que interpreta a Chun-Li, a rotina foi uma maratona de três meses focada exclusivamente em membros inferiores (com muay thai, taekwondo e wushu) para tentar replicar as coxas musculosas e os chutes supersônicos da policial chinesa.
“Minhas pernas aumentaram bastante, mas será que ficaram gigantes como no game? Provavelmente não. Se fossem daquele tamanho, não sei se minha cintura seria tão fina ou se eu me moveria tão rápido. Mas ganhei quase 10 quilos em um mês e meio, comendo de duas em duas horas”, fala a atriz.
Callina Liang em cena de ‘Street Fighter’
Divulgação
Seu teste de fogo foi uma luta de duas semanas ininterruptas no escritório de Bison. “Foi um caos, mas foi o caos mais divertido da minha vida”, diz a canadense de 26 anos.
Mas a loucura da filmagem atual nem se compara ao que aconteceu há três décadas. O próprio Sakurai reconhece o alívio.
“Tivemos muita sorte de o processo de filmagem não ter sido uma experiência tão maluca quanto a do ‘Street Fighter’ original”, brinca o diretor americano nascido no Japão.
“Nosso filme não existe no mesmo universo que o de 1994, mas não o renegamos. Nós o referenciamos de uma forma carinhosa. Toda a história das diferentes mídias de ‘Street Fighter’ acabou levando a isso.”
O pesadelo de 1994: cocaína, fome e improviso
Se os hematomas de 2026 foram fruto do esforço esportivo, os bastidores de “Street Fighter: A Última Batalha” (1994) pertencem ao departamento de gestão de crises e tragédias anunciadas.
Elenco em cena de ‘Street Fighter: A Última Batalha’
Divulgação
Com o inexperiente roteirista Stephen E. de Souza (de “Duro de Matar”) em sua estreia na direção, o projeto de 30 anos atrás enfrentou um efeito dominó de desastres na Tailândia, onde parte do filme foi rodado:
Van Damme fora de controle: O astro belga vivia o auge de seu vício em cocaína. Faltava a filmagens matinais com frequência, inventava desculpas de saúde e obrigava o diretor a criar cenas de improviso com atores secundários para não perder as diárias. Além disso, engatou um caso extraconjugal com a cantora Kylie Minogue (escalada como Cammy de última hora após o de Souza descobri-la em uma revista de avião);
A despedida de Raul Julia: Escolhido para viver Bison, o aclamado ator porto-riquenho tinha acabado de passar por uma cirurgia de câncer de estômago e chegou a Bangkok irreconhecível, magro e frágil. A produção precisou inverter todo o cronograma para que Julia pudesse descansar e ganhar peso antes de rodar os diálogos em plano fechado. O ator completou sua parte, mas morreu antes da estreia;
Estúdios insalubres e calor sufocante: As instalações em Bangkok tinham buracos no teto que vazavam luz do dia e impediam filmagens escuras. A água do rio local causava irritações severas na pele da equipe, membros do elenco sofreram com desnutrição devido à culinária local, e produtores sofreram enfarte e acidentes graves no trânsito;
Guerra nos bastidores: O coordenador de dublês, Charlie Picerni, e o diretor bateram de frente, porque as lutas não tinham tempo de ensaio. Para piorar, a Capcom exigiu cortes drásticos de sangue na edição para que o filme não recebesse censura adulta nos EUA, o que apagou golpes especiais clássicos (como os efeitos visuais do Hadouken de Ryu) que nem chegaram a ser finalizados a tempo.
“Eu sei que o Jean-Claude Van Damme adorava fazer algumas travessuras à parte na época, não é? Ele quase não conseguiu terminar aquele filme”, brinca Koji ao comparar as duas épocas.
“Nosso set foi exatamente o oposto. Não tinha nenhuma diva, nenhum babaca, só gente apaixonada pela franquia.”
Raul Julia e Jean-Claude Van Damme em cena de ‘Street Fighter: A Última Batalha’
Divulgação
O peso da capa de Raul Julia
Substituir Julia, cuja interpretação extravagante e operística salvou o filme de 1994 de cair no esquecimento total, foi o maior desafio psicológico do novo Bison. Dastmalchian não esconde que a sombra foi intimidante.
“Ele sempre foi alguém que dava 1.000% de si, fosse em drama, comédia ou adaptação de videogame. Ele poderia ter chegado lá, pensado ‘é só um game’ e entregado 60%, mas deu a vida”, afirma o ator.
Para dar seu próprio toque ao vilão psicótico sem cair na mera imitação, Dastmalchian buscou fontes bem mais sombrias. Ele misturou a insanidade de Marlon Brando em “Apocalypse Now” (1979) à tirania de ditadores reais, como o Idi Amin vivido por Forest Whitaker em “O Último Rei da Escócia” (2006), e até personagens de Shakespeare.
“Pensei em Mussolini, David Koresh e na astúcia odiosa de Iago em ‘Otelo’. Bison é alguém que realmente acredita ser a criatura mais poderosa do planeta e sofre quando seu corpo físico não acompanha essa ambição.”
David Dastmalchian interpreta o Bison em ‘Street Fighter’
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Sem medo da galhofa
Enquanto a adaptação dos anos 1990 tentou disfarçar a mitologia fantástica em uma trama genérica de soldados estilo “Comandos em Ação” para agradar a fabricantes de brinquedos, o novo filme resolveu apostar no oposto: abraçar a maluquice.
“Por muito tempo, vimos adaptações tentarem ‘modernizar’ ou deixar os jogos mais sérios e sóbrios, no estilo de ‘O Cavaleiro das Trevas’. Mas ‘Street Fighter’ é colorido, irreverente, absurdo. Decidimos mergulhar fundo nessa insanidade”, afirma Sakurai.
Se a maldição dos games no cinema dependia de sangue, suor e hematomas para ser quebrada, a turma de 2026 já pagou o pedágio. E, desta vez, sem precisar deixar ninguém refém do caos tailandês.
Kitao Sakurai dirige filmagens de ‘Street Fighter’
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Fonte: G1 Entretenimento