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Glória Menezes não nasceu Glória: relembre como atriz escolheu o nome artístico


Atriz Glória Menezes morre aos 91 anos
Glória Menezes, um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira, não nasceu com o nome que a consagrou na televisão, no teatro e no cinema. A atriz, que morreu aos 91 anos, revelou em entrevistas que seu nome de batismo era resultado de uma homenagem aos pais, mas acabou adotando um nome artístico que considerava mais universal durante o início da carreira.
Nascida em Pelotas, no Rio Grande do Sul, a atriz recebeu o nome Nilcides Soares Magalhães. Segundo contou, o nome foi criado dentro de casa a partir da união dos nomes dos pais: Nilo e Mercedes. Mais tarde, ao decidir seguir a carreira artística, optou por uma mudança.
“Mas aí resolvemos botar Glória, porque Glória é Glória em qualquer idioma”, explicou a atriz.
Filho de Tarcísio Meira e Glória Menezes falou sobre amor dos pais e como contou à mãe sobre a morte do ator; relembre
Carreira
A escolha do novo nome acompanhou o início de uma trajetória que se confundiria com a própria história da televisão brasileira. Glória começou a carreira artística após ingressar na Escola de Arte Dramática e estreou na dramaturgia aos 25 anos, primeiro nos palcos, onde recebeu um prêmio de atriz revelação.
A carreira na televisão teve início na TV Tupi, em 1959. Poucos anos depois, ela faria parte de momentos históricos da teledramaturgia nacional. Em 1963, ao lado de Tarcísio Meira, protagonizou 2-5499 Ocupado, na TV Excelsior, considerada a primeira novela diária exibida no Brasil.
Antes disso, o cinema já havia projetado seu rosto internacionalmente. Em 1962, Glória interpretou Rosa em O Pagador de Promessas, dirigido por Anselmo Duarte. O longa conquistou a Palma de Ouro no Festival de Cannes e permanece como o único filme brasileiro a vencer a principal premiação do evento.
Na TV Globo, onde chegou em 1967, construiu uma das carreiras mais longevas da dramaturgia brasileira, participando de mais de 40 novelas. Ao longo de mais de seis décadas de atuação, interpretou mocinhas, vilãs e personagens marcantes que atravessaram gerações, em produções como Irmãos Coragem, Rainha da Sucata, Páginas da Vida, A Favorita e Totalmente Demais, seu último trabalho na televisão, exibido em 2016.
Ao escolher o nome Glória para assinar seus trabalhos, a atriz deixou para trás o nome de batismo, mas criou uma identidade que se tornaria uma das mais reconhecidas da história da televisão brasileira.
Glória Menezes, a grande dama das novelas, morre aos 91 anos
Jornal Nacional/ Reprodução
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Fonte: G1 Entretenimento

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Morre o compositor Marcelo Diniz, poeta que letrou ‘Flores’, entre outras músicas do fiel parceiro Fred Martins


Marcelo Diniz (1967 – 2026) morre aos 58 anos, vítima de infarto
Reprodução / Facebook Academia Brasileira de Sonetistas – Abrasso
♫ OBITUÁRIO
♬ Silêncio! Morreu um poeta da música brasileira! Marcelo Diniz Martins (1967 – 2026) morreu no domingo, 16 de agosto, aos 58 anos, vítima de infarto. Mestre e doutor em Letras e Ciência da Literatura, Marcelo Diniz era graduado em Português e Literatura pela Universidade Federal Fluminense (UFF) de Niterói (RJ), cidade fluminense onde nasceu e se criou.
Instituições acadêmicas, como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lamentaram a morte do professor e poeta em notas oficiais. Marcelo Diniz deixou os livros de poesia “Trecho” (2002), “Cosmologia” (2004) e “+ 1” (2019), este com sonetos e poemas visuais.
Contudo, os versos mais conhecidos do poeta e compositor foram escritos para letras de músicas do parceiro conterrâneo Fred Martins. A mais conhecida música dessa frutífera parceria, “Flores”, foi lançada por Zélia Duncan há 25 anos no álbum “Sortimento” (2001).
“Pelos cômodos, na cômoda do quarto / Uma banheira repleta de flores / Pela estrada, pela rua, na calçada / Flores para mim / Flores pros meus braços / Ofertá-las para parabenizar-te / Flores, quantas flores forem necessárias / Pra perguntares pra que tantas flores”, cantava Zélia, dando voz aos versos imagéticos e inquietos de Marcelo Diniz.
“Flores” também aparece em “Janelas” (2001) – um dos melhores álbuns de Fred Martins – ao lado de outras músicas dos parceiros, como “Tempo afora” e “A chave”.
A parceria de Marcelo Diniz com Fred Martins permaneceu farta e forte em álbuns posteriores de Fred, como “Raro e comum” (2004) – disco em que apareceram músicas como “O samba me diz”, “Céu acima” e “Sem horizonte” – e “Guanabara” (2009). disco no qual Fred apresentou mais músicas da parceria, entre elas “Amo tanto”, “Por um fio” e “Tudo teu”.
Nem a ida de Fred Martins para Lisboa (Portugal), cidade onde gravou o álbum “Ultramarino” (2021), arrefeceu a parceria do artista com Marcelo Diniz, determinante na obra autoral do compositor letrista.
Ocupante da cadeira nº 17 da Abrasso (Associação Brasileira de Sonetistas), Marcelo Diniz construiu obra literária e musical com afinidade entre os versos e rimas de poemas e músicas. Como poeta, recebeu as flores em vida. No entanto, como compositor, a obra musical do letrista ainda merece ser corretamente dimensionada na música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Glória Menezes entrou para a ‘Calçada da Fama’ dos Estúdios Globo na semana passada


Glória Menezes entrou para a ‘Calçada da Fama’ dos Estúdios Globo na semana passada
A atriz Glória Menezes, um dos grandes nomes da história da dramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (18), em seu apartamento no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Segundo a assessoria de imprensa da artista, a morte foi por causas naturais.
Na semana passada, o nome dela foi eternizado na Calçada da Fama dos Estúdios Globo, em Curicica, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Glória estava bastante debilitada e não pôde comparecer, mas foi representada por Tarcísio Filho — que também descerrou a laje do pai, Tarcísio Meira, em homenagem póstuma. Veja como foi.
A cerimônia do último dia 12 marcou a abertura da 3ª parte do piso. A calçada foi inaugurada em outubro do ano passado por uma turma de veteranos que incluiu Laura Cardoso, que morreu na segunda-feira.
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Estrela de Glória Menezes na Calçada da Fama dos Estúdios Globo
Reprodução/TV Globo
Tarcísio Filho (em pé) descerrou as lajes de Tarcísio Meira e Glória Menezes na Calçada da Fama dos Estúdios Globo
Caio Aragão/TV Globo
O espaço foi criado para celebrar o 30º aniversário do complexo de gravações da emissora.
Na inauguração, ao lado de Laura, também foram eternizados Tony Ramos, Renato Aragão, Antonio Piranga, Nathalia Timberg, Walcyr Carrasco, Neusa Borges, Rosamaria Murtinho, Ari Fontoura, Betty Faria e Serginho Groisman.
Na 2ª etapa, em dezembro, gravaram seus nomes na Calçada Susana Vieira, Luiz Fernando Guimarães, Tony Tornado, Marcos Caruso, Nívea Maria, Zezé Motta, Daniel Filho, Dedé Santana, Osmar Prado, Arlete Salles, Regina Duarte, Walter Carvalho, Vera Fischer, Irene Ravache e Othon Bastos.
Na 3ª parte, além de Tarcísio e Glória, foram homenageados Suely Franco, Elizabeth Savala, Aguinaldo Silva, Wolf Maya e Jayme Monjardim. Benedito Ruy Barbosa, Léa Garcia, Chico Anysio e Milton Gonçalves também ganharam lajes in memoriam.
Laura Cardoso inaugura Calçada da Fama dos Estúdios Globo
Fabio Rocha/TVGlobo
Adeus a Glória
Glória construiu uma carreira de mais de seis décadas no teatro, no cinema e na televisão e atuou em mais de 40 novelas da Globo.
Glória Menezes nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934. Seu nome de batismo era Nilcedes Soares de Magalhães. Ela iniciou a carreira artística no teatro e posteriormente se destacou na televisão e no cinema.
Na Globo, estreou em 1967, na novela “Sangue e Areia”, como a heroína Doña Sol. Na trama, fez par romântico com Tarcísio Meira (morto de Covid em 2021), com quem manteve uma das uniões mais conhecidas da televisão brasileira. Os dois foram casados por quase seis décadas, até a morte do ator, em 2021.
Entre seus trabalhos estão “Irmãos Coragem” (1970), “O Homem que Deve Morrer” (1971), “Cavalo de Aço” (1973), “Pai Herói” (1979), “Guerra dos Sexos” (1983), “Brega & Chique” (1987), “Rainha da Sucata” (1990), “Deus nos Acuda” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Senhora do Destino” (2004), “A Favorita” (2008) e “Totalmente Demais” (2015).
Em “Rainha da Sucata”, Glória interpretou Laurinha Figueroa, uma das personagens mais lembradas de sua carreira. A novela voltou a ser exibida pela Globo em 2025 e 2026, colocando novamente a atriz em destaque entre o público.
Seu último trabalho em uma novela foi “Totalmente Demais”, em 2015. Depois, a atriz passou a ter uma rotina mais discreta e longe das produções de televisão.
Filho de Tarcísio Meira e Glória Menezes falou sobre amor dos pais e como contou à mãe sobre a morte do ator
Reprodução/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho de Tarcísio Meira e Glória Menezes falou sobre amor dos pais e como contou à mãe sobre a morte do ator; relembre

‘Sempre sentirei saudades’, diz Tarcísio Filho sobre a morte do pai, Tarcísio Meira
Glória Menezes, um dos grandes nomes da história da dramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (18), em seu apartamento no Rio de Janeiro, aos 91 anos.
Em 2021, Tarcísio de Magalhães Sobrinho, o Tarcisinho, falou ao Fantástico após a morte do pai, o ator Tarcísio Meira, vítima de complicações da Covid. Emocionado, ele citou o grande amor dos pais:
“Eu acho que existia um grande fascínio de um para com o outro, sabe? De toque, de olhar, sabe? De estar junto”, afirmou. “Ser o filho desse amor é maravilhoso de perceber isso.”
Durante a conversa com o Fantástico, Tarcísio Filho contou que coube a ele dar a notícia da morte do pai à mãe.
“Eu sabia que seria uma das missões mais dolorosas da minha vida”, afirmou.
Veja a entrevista na íntegra no vídeo acima.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Atração do Rock in Rio, Zara Larsson deu um salto na carreira desde a última vinda ao Brasil


Nova queridinha do pop, Zara Larsson diz que foi subestimada: ‘Ainda quero um número 1’
Atração do Rock in Rio 2026, a sueca Zara Larsson veio ao Brasil dois anos atrás, mas estava em uma fase bem diferente de sua carreira. Naquela vez, ela foi somente a segunda atração do Palco Mundo; agora, ela é a headliner do Palco Sunset.
Zara é relativamente conhecida desde 2015, quando estourou com o sucesso “Lush Life”. Mas ela tinha um sucesso médio e era considerada “injustiçada” por seus fãs: a cantora tinha bons vocais e dançava bem, com um ou outro hit, mas seus números não cresciam.
Em 2025, tudo mudou com “Midnight Sun”. O álbum marcou uma virada para a cantora, que hoje lota apresentações em todo o mundo e tem um hit que foi número 1 no Spotify global (“Stateside”, parceria com Pinkpantheress).
“Pela primeira vez em muito tempo, as pessoas estão interessadas em mim como artista, como pessoa”, contou ao g1.
Zara Larsson revelou o nome das faixas em ‘Midnight Sun’ com camisetas grafitadas
Reprodução/Instagram
Em entrevista ao g1, concedida em setembro de 2025, Zara explicou por que “Midnight Sun” foi o disco que finalmente a tirou do “quase lá”. Veja:
g1 – Como você está? Você tem estado ocupada.
Zara – Eu tenho estado ocupada, sim! Tem sido divertido, na verdade. Quero dizer, é para isso que tenho trabalhado e pelo que tenho esperado.
g1 – Parabéns por “Midnight Sun”. Eu te acompanho desde “Lush Life”, então é muito bacana ver esse “renascimento da Zara Larsson”. Você está em todo o meu feed do Twitter. Então, por que você acha que isso está acontecendo agora? O que você acha que fez tudo se encaixar?
Zara – Sabe o que eu acho que é de verdade? Eu estou sendo eu e tenho visões criativas, opiniões, arte, e tenho o potencial de expressar tudo isso com todos ao meu redor porque todo mundo está ali para me apoiar e quer tirar o melhor da situação.
Então, acho que a maior diferença dessa era comparada às outras é que estou super envolvida de uma forma que nunca estive antes. Eu comecei fazendo tudo isso só querendo ser uma performer com muita vontade. Eu só queria estar no palco. Mas acho que este álbum me ajudou a ir de uma boa performer para uma artista. Tipo, criar o meu próprio mundo.
Zara Larsson em foto para o disco ‘Midnight Sun’
Reprodução/Charlotte Rutherford
Eu realmente acho que há uma grande diferença entre ser artista e ser performer, e acho que cheguei em um ponto em que já não era o suficiente eu ser só performer, porque há tanta coisa divertida, tantas coisas legais para fazer, e quanto mais envolvida eu fiquei, mais divertido tudo se tornou.
Então isso me deixa super, super feliz, saber que as pessoas estão realmente se conectando com isso, com minha música e com este momento da minha carreira. Acho que é porque coloquei muito de mim nisso.
Muito de todo o processo, sabe, todos aqueles videozinhos que fizemos, a revelação da tracklist… foi só eu e meu amigo Kai, com quem trabalho. Tipo “devíamos fazer isso, vamos grafitar aquelas camisetas…”. Foi um processo muito, muito divertido e envolvente para mim.
E agora sinto tipo: “Espera, era tão simples o tempo todo?” Não que seja simples, mas só de falar, me posicionar e me cercar de pessoas que me entendem. São meus amigos com quem faço música.
Não são mais homens de 45 anos enquanto eu tinha 15 e não havia conexão entre nós. Trabalhei com pessoas maravilhosas a minha carreira toda, mas dessa vez é diferente, sinto que estou trabalhando com meus amigos. E fazendo isso, me sinto muito confiante, me sinto vista. E acho que isso me permitiu ser a melhor versão de mim mesma.
g1 – Isso meio que me lembra daquela entrevista em que a Charli XCX disse que a música não é tão importante, que o que importa mesmo é a arte em torno da música.
Zara – Bom, eu discordo disso em partes, porque acho que a música vem em primeiro lugar. Mas definitivamente concordo que você pode ser um artista incrível sem ser um cantor particularmente bom ou sem ter hits, mas as pessoas vão aos seus shows porque querem estar no seu mundo, querem fazer parte de você como artista. E quanto mais velha eu fico, mais importante acho que essa parte é.
Zara Larsson em show no Rock in Rio 2024
Miguel Folco/g1
g1 – Alguns dos seus fãs dizem “Justiça para Zara Larsson”, que você é subestimada e este bom momento já devia ter vindo antes. Como você se sente em relação a isso? Você concorda?
Zara – Concordo. Mas também acho que, por alguma razão, agora é o meu momento e ainda temos um longo caminho pela frente.
Para mim, isso é só o comecinho, sabe, um pequeno buzz. As pessoas estão falando de mim, estão se conectando, mas eu ainda quero um número 1 ou poder levar uma turnê em arenas para o Brasil ou pelo mundo todo. Temos muito ainda para viver e fazer. Mas sinto que, pela primeira vez em muito tempo, as pessoas estão interessadas em mim como artista, como pessoa, e não só por conhecerem minhas músicas do rádio.
É tipo: “Ah, ok, algo está acontecendo aqui, quero acompanhar essa jornada.” E isso é um sonho para mim.
Mas acho que isso não poderia ter acontecido antes porque eu não estava tão envolvida, e talvez eu simplesmente não tivesse confiança, ou não conseguia enxergar que a minha voz — não a voz de canto, mas minha voz criativa — era forte o suficiente.
Mesmo que ela sempre tenha estado lá, acho que… não sei. Tipo, só acho que era para ser assim, por alguma razão. Então não estou estressada, não estou preocupada. Acho que o que tiver de acontecer vai acontecer, e pelo menos estou me divertindo muito.
Zara Larsson se apresenta na edição brasileira do Lollapalooza 2018
Fábio Tito/G1
g1 – Sim, dá para perceber. Falando do álbum, você mencionou o Brasil… tem uma batida leve de funk brasileiro na música “Hot and Sexy”. Me conta um pouco mais sobre isso. Foi inspirado talvez pela sua vinda aqui em 2024, para o Rock in Rio?
Zara – Com certeza foi. Foi totalmente. Depois do Rio, eu me diverti muito lá, fiquei tipo uma semana a mais com meu namorado, minha irmã veio também. Um amigo meu de LA também foi e a gente ficou explorando a cidade, absorvendo tudo, curtindo festas, comendo churrascos incríveis. E eu também adoro passar tempo com Dennis DJ. Ele fez um churrasco maravilhoso para nós também.
Eu simplesmente amo o ritmo. Amo o tempo da batida. Amo o que isso me faz sentir. Me faz dançar.
Eu também tive, sabe, um dos maiores shows do ano passado no Rock in Rio. Mas também, fazendo isso, é uma bênção e uma maldição ao mesmo tempo porque eu me divirto muito, tenho muitas ambições, mas mesmo naquele show fiquei tipo: “Queria ter mais produção, queria que tivesse ainda mais gente nesse palco.”
É como se nunca estivesse totalmente satisfeita. E hum, isso também inspirou o que falo na música “The Ambition”. Porque “Hot and Sexy” tem essa vibe de funk, mas acho que “The Ambition” ainda mais reflete o que me inspirou. Mas sim, eu amo pra caralho. Amo o funk brasileiro. Acho incrível. Escuto o tempo todo.
g1 – Também adorei a faixa “Eurosummer”. A gente tinha no Brasil uma coleção de CDs muito famosa nos anos 2000/2010, chamada Summer Eletrohits, e tinha sucessos de eurodance como “Mr. Saxobeat” e “Crazy Frog”. Como esse som te influenciou, sendo uma europeia crescendo nos anos 2000?
Zara – É totalmente essa vibe! Tem aquele toque europeu, tipo do leste, como em “Mr. Saxobeat”, aquele tipo de música romena com acordeão, que é muito daquele tempo, e eu adoro porque é muito nostálgico para mim. Tipo, todas aquelas faixas realmente eurodance. A gente quis fazer algo assim e brincar com isso.
E também para soar como: “Ok, o que poderia tocar em um clube de praia super chique na Riviera Francesa, mas também em um bar na Croácia, cheio de jovens bêbados de 18 anos?”. Queria que ainda fosse internacional, mas europeu, porque o verão europeu só dura umas oito semanas no máximo.
Então é curto, mas doce, e você tem que aproveitar enquanto dura. Meio como o que estou falando. Mal posso esperar para fazer um remix, ter uns bons feats, e em 2026 realmente curtir uma festa ouvindo isso em um verão europeu.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gilberto Gil conhece ator que vai interpretá-lo e aprova escolha: ‘O coração sorriu’; VÍDEO


Gilberto Gil conhece ator que o interpreta nos palcos
Gilberto Gil conheceu o ator que terá a missão de representá-lo nos palcos na superprodução sobre sua vida e carreira, que estreia nesta semana em São Paulo. Escolhido entre cerca de 800 candidatos, o mineiro Gui Ventura, de 37 anos, recebeu a aprovação do próprio cantor em um encontro marcado por admiração e emoção, exibido pelo Fantástico. Veja no vídeo acima.
Ao apresentar o ator, Gil lembrou a impressão que teve ao vê-lo durante o processo de seleção.
“Passou num teste que tinham mais de 800 candidatos. Ele chegou, começou a cantar, começou a tocar. Eu falei: o coração sorriu. Aí, quando o coração sorri, é por aí que vai”, disse o artista.
Fã de Gilberto Gil desde a infância, Gui contou que interpretar o cantor é uma honra. No musical, ele assume um dos papéis centrais da narrativa, funcionando como uma espécie de narrador da história.
“Cada vez que eu tenho que me colocar ali nesse lugar de Gilberto Gil, eu me sinto muito honrado e muito feliz”, afirmou.
Durante a conversa, o ator revelou que o desejo de viver Gilberto Gil surgiu há cerca de uma década, quando começou a estudar atuação.
“Quando eu comecei a estudar a atuação, o meu primeiro impulso foi: eu quero ainda ser o Gilberto Gil no cinema. Dez anos depois desse desejo, eu tô aqui com essa grande responsabilidade”, contou.
A declaração arrancou uma resposta bem-humorada do cantor.
“Cuidado com os seus desejos, porque eles se realizarão”, respondeu Gil
Embora seja o homenageado da montagem, Gilberto Gil demonstrou constrangimento diante de tantas demonstrações de admiração.
“Tenho vergonha. Fico todo envergonhado. Esse é o sentimento”, disse.
Dirigido por Miguel Falabella, o musical percorre diferentes fases da vida e da obra do cantor e reúne um elenco de 34 atores de várias regiões do país. A produção busca mergulhar na estética, na musicalidade e na trajetória de um dos artistas mais importantes da cultura brasileira.
Gilberto Gil conhece ator que o interpreta nos palcos
Reprodução/TV Globo
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ISSO É FANTÁSTICO
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Fonte: G1 Entretenimento

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Além de Carlos Cesare, quem foram os outros Pablos de ‘Qual é a música?’, e onde eles estão hoje? Conheça


Quem são os Pablos? Além de Carlos Cesare, 4 atores fizeram o papel no ‘Qual é a Música’; conheça
Reprodução
O ator Carlos Cesare, que foi Pablo de ‘Qual é a música?’, do SBT, morreu nesta terça-feira (18) aos 60 anos em São José do Campos. No entanto, Cesare não foi o único a interpretar o dublador, ao todo cinco atores ocuparam esse posto ao longo dos anos.
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Cesare deu vida ao personagem que revelava as músicas do programa entre 1986 e 1990.
Cesare começou no teatro em 1986, atuando como Palhaço Cotonete. No mesmo ano, começou a trabalhar como o dublador de ‘Pablo’ no programa “Qual é a Música?”, onde ficou até 1990.
Depois de abandonar a TV, Cesare continuou a desenvolver outros trabalhos artísticos. Criou o show “Armazém do Eugênio” em 2003, tendo retomado as atividades da peça em 2023, com Gustavo Delfino, em São José dos Campos. No ano seguinte, foi convidado para uma data do Clubinho de Leitura do Parque Vicentina Aranha, também em São José.
Conheça os outros ‘Pablos’:
Augusto ‘Pablo’ Carrascal.
Reprodução/TV Globo
Augusto Carrascal
O primeiro de todos, Carrascal é um espanhol que vivia no Brasil na época em que foi convidado para trabalhar com Silvio Santos. “A pessoa que me empurrou, que me ajudou e que praticamente devo tudo, o senhor Abravanel”, disse em uma entrevista para Sandra Annenberg, em um episódio do Globo Repórter de 2024, logo após a morte do criador do SBT.
Na conversa com a apresentadora, Carrascal comentou que a ideia de pintar o rosto veio do próprio Silvio Santos, que sugeriu uma pintura inspirada na banda de heavy metal Kiss.
“E eu falei assim: ‘Ah, mas todo de preto, eu pensei para mim: vai ser um pouco demasiado gótico”, lembrou. “Pensei em purpurinas porque Silvio Santos ama um paetê e uma lantejoula”, completou, o que acabou virando uma marca do personagem.
Atualmente, Carrascal mora na Europa.
‘Qual é música, Pablo?’: sucesso nos anos 1980 relembra reencontro com Silvio Santos
Aníbal Beltran
Aníbal Beltran, quando interpretava Pablo.
Reprodução/SBT
Depois da saída de Cesare, o ator foi substituído por Aníbal Beltran, que deu vida e cores ao personagem no período anterior ao encerramento do programa, entre 1990 e 1991.
Beltran trabalhava em um banco antes de se tornar bailarino, por acaso, no SBT. Ele havia sido convidado por uma bailarina para assistir a um ensaio. Como o balé estava desfalcado, ele acabou substituindo o faltoso naquele dia e assumiu o lugar.
Dois anos mais tarde, ele foi convidado para fazer um teste para substituir Cesare, que havia deixado a atração para se dedicar a outros trabalhos. Em uma entrevista ao UOL, em 2017, ele falou que acharam o teste dele tão bom que usaram as imagens em três programas.
Agora no g1
Beltran ficou no dominical até o encerramento do programa, em 1991. Na mesma entrevista, ele disse que soube da suspensão quando chegou na emissora para trabalhar e foi avisado que o “Qual é a Música” tinha sido encerrado.
Ele ainda trabalhou como dançarino no SBT por dois anos, mas viu algumas atrações da emissora serem encerradas. “O trabalho ficou escasso, tive que fazer algo para o meu futuro. Não vi muita perspectiva dentro da televisão”, comentou ao UOL. Depois disso, se afastou do mundo artístico e prefere o anonimato.
Felipeh Campos
Felipeh Campos é jornalista e apresentador.
Reprodução
Felipeh Campos é o único Pablo que mantém algum destaque na indústria da mídia, mas como jornalista e apresentador.
Campos foi o primeiro Pablo de um novo formato do programa, que estreou em 1999. Ele entrou para o elenco do “Qual é a Música” depois de participar e vencer um concurso que escolheria o substituto do personagem entre mais de 700 concorrentes.
Além de ter ficado quatro anos na emissora dando vida e “voz” ao personagem de pintura no rosto, Campos diz ter aproveitado para custear os estudos de jornalismo.
Alberto Goya
Alberto Goya também fez carreira como Pablo.
Reprodução/SBT/Instagram
O último dos Pablos também se afastou dos holofotes, apesar de ter continuado a trabalhar com arte. Goya é bailarino e ator de musicais, além de já ter trabalhado dançando em cruzeiros. Ele compartilha imagens de suas viagens e alguns espetáculos em suas redes sociais.
Depois de trabalhar como Pablo entre 2007 e 2008, ele fez participações em musicais tanto no Brasil quanto fora do país. Atualmente, tem preferido viver mais anonimamente.

Fonte: G1 Entretenimento

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Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Nando Reis ganham as vozes do coletivo Lado Alado no álbum ‘Pelo tempo que durar’


Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Nando Reis são retratados em arte de Manu Santos na capa do álbum ‘Pelo tempo que durar’, do coletivo Lado Alado
Arte de Manu Santos
♫ NOTÍCIA
♬ Parceria de Adriana Calcanhotto com Marisa Monte apresentada por Marisa no álbum “Infinito particular” (2006), a canção “Pelo tempo que durar” ganha bonito registro de Manu Santos – com contracanto de Fabiano Bianco – 20 anos após a gravação original de Marisa Monte. “Pelo tempo que durar” é a música que dá nome ao sexto álbum do coletivo Lado Alado.
Sob direção musical de Luiz Lopez (guitarra e violão) e os toques dos músicos de Pedro Herzog (baixo), Rafael Martins (teclados e piano) e Rike Frainer (bateria e percussão), os cinco cantores do coletivo – Cecília Einsfeld, Fabiano Bianco, Júlia Fialho, Manu Santos e Vall Coutinho – dão vozes a dez canções compostas por Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte e Nando Reis.
Além da música-título “Pelo tempo que durar”, o coletivo traz à tona outra parceria de Adriana com Marisa, “Devo lhe dizer” (2010), apresentada em álbum de Dadi Carvalho – também autor da canção, em gravação feita por Dadi com a participação da própria Adriana Calcanhotto – e revivida pelo Lado Alado com as quatro cantoras do coletivo (Cecília Einsfeld, Júlia Fialho, Manu Santos e Vall Coutinho).
Com lançamento agendado para este mês de agosto de 2026, com capa que expõe os cinco compositores em arte criada por Manu Santos, o álbum “Pelo tempo que durar” tem repertório selecionado com criatividade e conhecimento das obras dos compositores, longe dos sucessos já comumente abordados.
No álbum, o coletivo Lado Alado ilumina “O sol” (Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra, 1008) no canto de Cecília Einsfeld e Fabiano Bianco (líder do coletivo) e rememora “Fim do dia” (Arnaldo Antunes e Paulo Miklos, 1998) nas vozes de Fabiano Bianco e Vall Coutinho. Quase nunca lembradas, essas duas músicas foram lançadas por Arnaldo no quarto álbum solo do artista, “Um som” (1998).
Da lavra de Nando Reis, o Lado Alado regrava “A Urca” (1995) e “O seu lado de cá” (1995), ambas músicas do primeiro álbum solo do cantor, “12 de janeiro” (1995), lançado quando Nando ainda integrava o grupo Titãs. Já Carlinhos Brown está representado no repertório por “Argila” (1996) e “Covered saints” (1996), músicas do primeiro álbum solo de Brown, “Alfagamabetizado” (1996), lançado há 30 anos.
Na gravação de “Abololô” (Marisa Monte e Lucas Santtana, 2000), o coletivo embute citação de “Asas” (Adriana Calcanhotto e Antonio Cicero, 1998). A propósito, além da inusitada seleção de repertório, o álbum “Pelo tempo que durar” é valorizado pela boa ideia de juntar obras de cinco compositores da mesma geração que dialogam umas com as outras.
Capa do álbum ‘Pelo tempo que durar’, do coletivo Lado Alado
Arte de Manu Santos

Fonte: G1 Entretenimento

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Alaíde Costa batiza álbum de músicas inéditas com o nome de parceria de Guilherme Arantes com Nando Reis


Alaíde Costa lança o álbum ‘Meu vício na dor de amar demais’ em novembro, perto de completar 91 anos
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Meu vício na dor de amar demais” é o título do álbum que Alaíde Costa gravou ao longo deste ano de 2026. Dramático, como tantas músicas do repertório da cantora de 90 anos, o título “Meu vício na dor de amar demais” reproduz o nome da composição feita por Guilherme Arantes em parceria com Nando Reis para o álbum que tem lançamento previsto para novembro e que fecha a trilogia idealizada para Alaíde por Marcus Preto e Emicida.
“Meu vício na dor de amar demais” sucede os álbuns “O que meus calos dizem sobre mim” (2022) e “E o tempo agora quer voar” (2024) na trilogia.
Além da música-título “Meu vício na dor de amar demais”, Alaíde Costa gravou composições inéditas como “Suave embarcação” – parceria de artista com Nando Reis – e samba-canção de Adriana Calcanhotto, “A falta que não me faz”, para o álbum viabilizado com recursos financeiros do edital da Natura Musical.
Feitas no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo (SP), as gravações do álbum “Meu vício na dor de amar demais” reúnem músicos como Fábio Sá (baixo), Leo Mendes (violão) e Pupillo (bateria). Já os arranjos de cordas e metais foram orquestrados pelo trombonista Antonio Neves.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Nossas referências estão indo embora’, diz Lilia Cabral sobre morte de Glória Menezes e Laura Cardoso no mesmo dia


Lilia Cabral fala sobre Glória Menezes
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Lilia Cabral falou à GloboNews sobre a morte de Glória Menezes e Laura Cardoso nesta terça-feira (18): “Perder a Laura e a Glória praticamente no mesmo momento é para a gente parar e pensar que as nossas referências estão indo embora. E é muito necessário que se tenha referência, e se dê valor a esse trabalho que o artista faz com tanto esmero e orgulho. E eu acredito que essas atrizes viveram para o público”.
“Por mais que a gente saiba que todas elas viveram uma vida linda e representaram tão bem a nossa profissão e nosso país, fechar um ciclo é muito difícil”, disse Lilia, emocionada.
“A Glória me deu a mão quando eu entrei na televisão. Era muito carinhosa comigo, com um respeito e um carinho. Eu tinha sempre muito medo, era muito jovem. Como a gente enfrenta uma televisão que era já a Rede Globo, conhecida no mundo inteiro? Essa atitude da Glória era com todos. Tudo o que ela tinha de generosidade ela tinha de talento. Nunca deixou de inovar, testar, criar”, disse a colega.
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Atriz Glória Menezes morre aos 91 anos
A atriz Glória Menezes, um dos grandes nomes da história da dramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (18), em seu apartamento no Rio de Janeiro, aos 91 anos.
Segundo a assessoria de imprensa da artista, a morte foi por causas naturais.
Glória construiu uma carreira de mais de seis décadas no teatro, no cinema e na televisão e atuou em mais de 40 novelas da Globo.
Glória Menezes nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934. Seu nome de batismo era Nilcedes Soares de Magalhães. Ela iniciou a carreira artística no teatro e posteriormente se destacou na televisão e no cinema.
Glória Menezes em ‘Torre de Babel’
Globo/Jorge Baumann
Na Globo, estreou em 1967, na novela “Sangue e Areia”, como a heroína Doña Sol. Na trama, fez par romântico com Tarcísio Meira (morto de Covid em 2021), com quem manteve uma das uniões mais conhecidas da televisão brasileira. Os dois foram casados por quase seis décadas, até a morte do ator, em 2021.
“Existe um respeito mútuo no trabalho de cada um e uma colaboração amiga, porque não existe amigo maior do que o Tarcísio – e eu me considero a melhor amiga dele também. Trocamos críticas construtivas, para que estejamos sempre melhorando”, disse Glória em entrevista ao Memória Globo.
Ao lado de Tarcísio, Glória protagonizou outras produções marcantes e também estrelou o seriado “Tarcísio & Glória”, exibido em 1988.
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Carreira na televisão
Glória Menezes atravessou diferentes fases da teledramaturgia brasileira e esteve em novelas de grande repercussão.
Entre seus trabalhos estão “Irmãos Coragem” (1970), “O Homem que Deve Morrer” (1971), “Cavalo de Aço” (1973), “Pai Herói” (1979), “Guerra dos Sexos” (1983), “Brega & Chique” (1987), “Rainha da Sucata” (1990), “Deus nos Acuda” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Senhora do Destino” (2004), “A Favorita” (2008) e “Totalmente Demais” (2015).
Em “Rainha da Sucata”, Glória interpretou Laurinha Figueroa, uma das personagens mais lembradas de sua carreira. A novela voltou a ser exibida pela Globo em 2025 e 2026, colocando novamente a atriz em destaque entre o público.
Seu último trabalho em uma novela foi “Totalmente Demais”, em 2015. Depois, a atriz passou a ter uma rotina mais discreta e longe das produções de televisão. Em 2026, ela voltou a ser homenageada pela Globo na Calçada da Fama da emissora.
Glória Menezes em ‘O beijo do vampiro’ (2002)
Gianne Carvalho/TV Globo
Parceria com Tarcísio Meira
A trajetória de Glória Menezes ficou profundamente ligada à de Tarcísio Meira. Os dois formaram um dos casais mais populares da televisão brasileira e trabalharam juntos em diversas produções.
Tarcísio morreu em agosto de 2021, aos 85 anos, vítima de complicações da Covid-19. Na época, Glória também havia sido internada com a doença. Anos depois, o filho do casal, Tarcísio Filho, contou como foi difícil comunicar à mãe a morte do marido.
Glória também tinha outros dois filhos, de seu primeiro casamento.
Glória Menezes em cena de ‘A Favorita’ (2008)
TV Globo / Frederico Rozario
Mais de 40 novelas na Globo
Segundo o Memória Globo, Glória Menezes atuou em mais de 40 telenovelas da emissora.
Além de “Sangue e Areia”, sua estreia na Globo, a lista inclui “Passo dos Ventos”, “Rosa Rebelde”, “O Grito”, “Espelho Mágico”, “Jogo da Vida”, “Corpo a Corpo”, “Porto dos Milagres”, “O Beijo do Vampiro”, “Da Cor do Pecado”, “Páginas da Vida”, “Joia Rara” e “Totalmente Demais”.
No cinema, também teve uma trajetória de destaque. Entre seus trabalhos está “O Pagador de Promessas”, filme dirigido por Anselmo Duarte que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962.
Ao longo da carreira, Glória Menezes se consolidou como uma das principais atrizes de sua geração e como uma das protagonistas da história da televisão brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento