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Hikaru Kurosaki, o eterno ‘Jaspion’, morre aos 64 anos, diz site; colega da série lamenta


Hikaru Kurosaki, o eterno ‘Jaspion’, morre aos 64 anos
Reprodução
Hikaru Kurosaki, o eterno “Jaspion”, morreu aos 64 anos. A informação foi divulgada pelo site japonês ZakII (do grupo Sankei).
De acordo com a publicação, um colega de Kurosaki na Associação de Mergulho da cidade de Motobu, na província de Okinawa, divulgou a notícia em sua página no Facebook.
“Comunicamos, com pesar, o falecimento do Sr. Kurosaki, da operadora Mother Earth, membro da Associação de Mergulho da Cidade de Motobu. Como o Sr. Kurosaki morava sozinho, enviamos este comunicado para informar as empresas e parceiros do setor. Desde que o Sr. Kurosaki mudou-se para Motobu, há mais de 30 anos, ele foi um companheiro com quem compartilhamos momentos de alegria e dificuldade — em uma época em que existiam apenas cerca de seis operadoras de mergulho na região. Descanse em paz”, escreveu o empresário. A data da morte não foi informada.
O ator Hiroshi Watari, que interpretou Boomerang, xerife espacial aliado do herói na saga de Jaspion, lamentou a morte do amigo nas redes sociais. Os dois também atuaram juntos nos palcos.
Hikaru Kurosaki, ator da série “O fantástico Jaspion”
Divulgação
“Estou chocado com a notícia da morte do Kurosaki Hikaru. Este ano, muitos colegas da JAC [Japan Action Club, o clube de ação de Sonny Chiba] partiram. Nunca esquecerei o que aprendi no palco do Shinjuku Koma Theater e no set de Jaspion. Obrigado”, escreveu Watari.
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Hikaru Kurosaki iniciou sua carreira como dublê e ficou conhecido mundialmente por estrelar “O Fantástico Jaspion” na década de 1980.
A série japonesa de tokusatsu (ação com atores reais e efeitos especiais) foi produzida pela Toei e exibida no Japão entre 1985 e 1986. Na trama, o herói jaspion percorre a galáxia a bordo do robô gigante Daileon para impedir a ressurreição do demônio Satan Goss.
De desempenho apenas mediano no Japão, a série virou fenômeno no Brasil ao estrear na Rede Manchete em 1988, abrindo caminho para a onda tokusatsu na TV brasileira (Changeman, Jiraya). Bordões como “Pela luz de Daileon!” marcaram uma geração.
A saga se tornou uma febre entre os adolescentes da época e inspirou músicas nacionais, como “Jaspion-Changeman”, do Trem da Alegria.
Kurosaki abandonou a carreira artística na década de 1990, se dedicando ao mergulho profissional. Após sua aposentadoria na carreira artística, Seiki Kurosaki (nome de batismo do ator) fundou a escola de mergulho Mother Earth, em Okinawa, no Japão, na década de 1990.
Ele foi casado com a atriz Yuko Asuka, que morreu em 2011. O casal não teve filhos.
Hikaru Kurosaki se tornou instrutor de mergulho profissional após aposentadoria da carreira artística
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Sony vai deixar de fabricar discos físicos para novos jogos de PlayStation em 2028


Sony deixará de fabricar discos físicos para novos jogos de PlayStation em 2028
Unsplash/Kerde Severin
A Sony deixará de produzir discos físicos (CDs) para os novos videogames de seus consoles PlayStation a partir de janeiro de 2028, quando os títulos passarão a ser distribuídos apenas em formato digital, anunciou o grupo japonês.
“A produção de discos físicos para todos os novos jogos lançados em consoles PlayStation será interrompida a partir de janeiro de 2028”, informou a Sony em uma publicação no blog da empresa.
A companhia afirmou que a mudança “não afetará os jogos que já tenham sido lançados ou que venham a ser lançados antes de janeiro de 2028 em formato físico”.
O anúncio ocorre poucos meses antes do lançamento exclusivamente digital de Grand Theft Auto (GTA) VI, que pode se tornar o produto cultural mais vendido da história.
Nas redes sociais, alguns usuários criticaram que a ausência de disco físico eliminaria o mercado de segunda mão para esse título.
“É uma evolução natural para a Sony Interactive Entertainment, que se adapta às tendências dos consumidores, já que a preferência geral por mídias digitais supera amplamente a dos discos físicos”, declarou a companhia.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Pastor Poncio, preso em operação da PF, é patriarca de família de influenciadores envolvida em polêmicas; veja quem é quem


Pastor Márcio Pôncio é preso em operação no Rio
A prisão do pastor Márcio Poncio pela Polícia Federal, nesta quinta-feira (2), voltou a colocar os holofotes sobre a família Poncio, conhecida nacionalmente pela exposição da rotina nas redes sociais e por reunir influenciadores, empresários e políticos.
Os demais integrantes da família, no entanto, não são alvo da investigação da Polícia Federal. A apuração da PF tem como foco Márcio Poncio, preso na quinta fase da Operação Unha e Carne, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao grupo do bicheiro Adilsinho, apontado como chefe da chamada “Máfia do Cigarro”.
Veja quem é quem na família Poncio:
Márcio Poncio
Pastor Marcio Poncio
Instagram/Reprodução
Nas redes sociais, Márcio se apresenta como “patriarca da família Poncio”. Pastor da Igreja da Nuvem e empresário, ele ganhou notoriedade pela exposição da vida familiar e soma mais de 500 mil seguidores, onde costuma compartilhar o dia a dia e responder às críticas direcionadas ao clã. Antes da atuação religiosa, construiu sua trajetória no setor do tabaco, o que lhe rendeu o apelido de “pastor do cigarro”. Também disputou cargos políticos nos últimos anos.
Nesta quinta-feira (2), foi preso pela Polícia Federal durante a quinta fase da Operação Unha e Carne. Segundo a investigação, ele é suspeito de ligação com um esquema de lavagem de dinheiro relacionado à chamada “Máfia do Cigarro”.
Simone Poncio
Simone Poncio e Marcio Poncio
Reprodução/Instagram
Esposa de Márcio Poncio e matriarca da família. Também é bastante presente nas redes sociais e costuma aparecer em publicações ao lado do marido e dos filhos. Recentemente, anunciou que está grávida novamente, aos 50 anos, após recorrer à fertilização in vitro.
Sarah Poncio
Sarah Poncio não se elegeu deputada estadual
Reprodução/Instagram
Filha de Márcio e Simone, Sarah é deputada estadual pelo Rio de Janeiro e influenciadora digital. Antes de entrar para a política, ganhou notoriedade nas redes sociais ao compartilhar a rotina familiar. Ela também protagonizou episódios de grande repercussão na internet ao lado do irmão Saulo. Sarah não é investigada na operação da Polícia Federal.
Saulo Poncio
Saulo Poncio, da dupla Um44K, durante show no Festival Teen, em São Paulo
Iwi Onodera e Manuela Scarpa/Brazil News
Cantor e ex-integrante da dupla UM44K, Saulo foi um dos responsáveis por tornar a família conhecida nacionalmente nas redes sociais. Além da carreira musical, ganhou destaque pela intensa exposição da vida pessoal e dos relacionamentos. Assim como os demais familiares, não é alvo da investigação da PF.
Uma família conhecida nas redes
Ao longo dos últimos anos, a família Poncio acumulou milhões de seguidores nas redes sociais e transformou a rotina doméstica em conteúdo para a internet. A ostentação de patrimônio, os negócios da família e episódios envolvendo principalmente Sarah e Saulo fizeram do sobrenome Poncio um dos mais conhecidos entre influenciadores brasileiros.
Pastor Poncio, preso em operação da PF, é patriarca de família de influenciadores
Reprodução
🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

Fonte: G1 Entretenimento

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Neta de Beto Guedes, Julia Guedes fica entre a dinastia e a busca do próprio caminho no álbum que lança em agosto


Julia Guedes apresenta músicas autorais como ‘Estranha nuvem’ e ‘Sus mareas’ no primeiro álbum, agendado para agosto
Isabella Moriconi / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A própria ascendência de Julia Guedes e a presença de Wagner Tiso – como o arranjador das cordas que adornam a música “Zóim”, parceria de Julia com Tommy Coelho – sinalizam que a cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora musical mineira ecoará influências do Clube da Esquina no primeiro álbum, previsto para agosto pelo selo Dobra Discos. É que Julia é neta de ninguém menos do que Beto Guedes, compositor referencial no universo pop mineiro dos anos 1970 e 1980.
Contudo, ao mesmo tempo em que reafirma a força da dinastia e da canção mineira na gravação do repertório autoral, Julia Guedes também pretende trilhar o próprio caminho, criar a própria turma e fazer o próprio nome no álbum a que ela mesma deu forma ao orquestrar a produção musical ao lado de Antonio Neves e de Paulo Emmery, este creditado como coprodutor musical.
Cantora e compositora mineira revelada nos anos 2000 como vocalista e guitarrista da banda Graveola e o Lixo Polifônico, Luiza Brina assina o arranjo de “Sus mareas”, única música composta em espanhol dentre as 12 reunidas por Julia Guedes no álbum.
Cantora e compositora de origem maranhense, Tori assina e canta com Julia a música “Estranha nuvem”, além de ter feito todos os coros do álbum com a ascendente carioca Dora Morelenbaum.
Nascida em Belo Horizonte (MG) e criada entre a capital mineira e Conceição do Mato Dentro (MG), Julia Guedes geralmente parte do piano ao compor, já tendo sido premiada como instrumentista em 2023 ao mesmo tempo em que foi amealhando e apresentando em shows o repertório autoral que registra no álbum de estreia.
“Contra o medo” (música gravada com produção musical de Lucca Noacco e coprodução da artista) e “Poesia total” estão no repertório do álbum e formam com a supracitada “Zóim” a trinca de faixas apresentadas no single tripo editado hoje, 2 de julho, como amostra inicial do primeiro álbum de Julia Guedes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Remada viking: gesto da torcida da Noruega foi ideia de professor e virou música nº1 no país


Seleção da Noruega comemora vitória com ‘remada viking’
Dylan Martinez/Reuters
A seleção da Noruega, que enfrenta o Brasil neste domingo (5), não participava de uma Copa do Mundo desde 1998. Por isso, a confederação de futebol do país e alguns de seus torcedores têm investido em formas de engajar a torcida para apoiar a seleção neste ano.
Daí surgiu a “remada viking”: o momento em que os torcedores (e às vezes, os próprios atletas) fazem um gesto de remo em sincronia e entoam “Ro!” (remar).
O gesto virou febre entre os noruegueses e chamou a atenção do mundo em tempo recorde: tem só alguns meses que o cântico surgiu. A ideia veio de um professor norueguês, foi abraçada pela torcida e virou, inclusive, a música mais ouvida do país. Entenda:
A origem da remada
A ideia veio do professor Ole Frøystad. Ele conta que tinha o sonho de pensar um cântico que engajasse a torcida e preparou entre 10 e 15 ideias.
“Tornou-se uma meta, uma espécie de sonho meu. Então, me sentei e aprendi muito no ano passado sobre diferentes cânticos. Eu andava por aí durante o dia ouvindo música, apenas tentando explorar diferentes abordagens e pensar no que poderia causar impacto. Eu queria que fosse curto. Queria que fosse fácil. Queria que tivesse elementos culturais e causasse um grande impacto”, contou à ESPN australiana.
Inspirado pelos “viking claps” (tipo de aplauso coordenado) da Islândia, ele pensou nos gestos das remadas dos vikings… e percebeu que tinha uma ótima ideia em mãos.
“Eu pensei: ‘Bom, é exatamente isso que os vikings faziam. Eles remavam para a batalha. Eles recolhiam as velas, estendiam os remos e remavam até a costa… Foi como um estalo. Com o movimento e a forma como mexemos o corpo, vai ser como aquela ‘ola’ nos estádios. Vai ser incrível.”
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A ideia foi testada pela primeira vez em março, durante um amistoso contra a Suíça, um dos últimos jogos da Noruega antes da Copa do Mundo.
Depois disso, foi só divulgar. Frøystad e a torcida organizada começaram a produzir vídeos para as redes sociais e canais de notícias locais, ensinando detalhadamente como os torcedores deveriam “remar” de forma coordenada para que o movimento ficasse visualmente impactante.
O conteúdo alcançou 38 milhões de visualizações e quase 3 milhões de curtidas. Rolaram críticas, claro, mas não faltou adesão. E logo antes da Copa, Frøystad percebeu que a celebração seria um fenômeno absoluto durante o mundial.
Torcida da Noruega faz a ‘remada viking’ durante jogo da Copa
Jeenah Moon/Reuters
Cântico é hit na Noruega
O cântico virou uma música chamada “Vikingblod”, lançada oficialmente pela torcida Oljeberget com participação do cantor Petter Katastrofe. A faixa é a mais ouvida no Spotify norueguês.
“Somos a Noruega, sabemos que não somos os maiores / Mas Odin sabe que chegamos primeiro / Cruzamos o Atlântico, remaremos todo o caminho / Em nossas veias corre sangue viking”, diz o refrão.
Vale dizer que a ideia dos vikings não agrada a todo mundo. Sobre a música, o jornal norueguês Verdens Gang (VG) escreveu: “Será que realmente não temos nada mais a oferecer além dessa representação vazia e turística desse povo enigmático que migrou para o norte há mil anos?”.
O torcedor Emil Anners Lappen viralizou por se recusar a entrar no movimento das remadas. “Eu acho que essa remada foi uma ideia estúpida desde o começo. Nunca gostei disso”, disse ao jornal VG.
Com o apoio do país inteiro ou não, fato é que a remada viking marcou a história da Noruega nesta Copa do Mundo. E se bobear, vai durar para as próximas.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tio do bebê’: como Dudu Daibert, cunhado de Richarlison, transformou comentários em sucesso viral


De Tio do Bebê a fenômeno da internet: como Dudu Daibert transformou comentários em viral
“Oi, eu sou o Dudu!” A frase abre praticamente todos os vídeos do influenciador Dudu Daibert, irmão de Amanda Araujo, casada com o jogador Richarlison. Nos últimos meses, porém, foi um outro título que o apresentou a um público muito além dos seguidores: o de “Tio do Bebê”.
Embora a viralização tenha acontecido em poucos meses, ela foi resultado de anos de produção de vídeos. Antes de ficar conhecido como o “Tio do Bebê”, Dudu tentou diferentes formatos, fez uma pausa nas redes e voltou com um conteúdo que impulsionou sua trajetória como criador.
Amanda, Richarlison, Richarlison Jr. e Dudu
Reprodução/Redes sociais
Antes do Bebê
Aos 14 e 15 anos, Dudu já produzia vídeos para o YouTube, mas acabava deletando tudo. Foi apenas em 2020, durante a pandemia, que passou a investir de forma consistente na criação de conteúdo para a internet.
Nessa primeira fase, seus vídeos eram mais caseiros, cheios de dancinhas e de um personagem meio “caipirês”. Mas ele precisou se afastar das redes para finalizar o Trabalho de Conclusão de Curso da faculdade de cinema. “Eu dizia: ‘Não vou conseguir dar meu melhor em cada coisa, então eu decidi parar’”.
Formado em cinema, Dudu voltou a publicar vídeos no fim de 2024. Segundo ele, esse período de estudos foi importante para a fase atual da carreira.
“Eu sempre me questionava por que não estava dando certo. Tinha essa coisa: ‘nunca vai chegar minha vez?’. Agora eu sinto que eu estou muito pronto. Estou realmente colhendo os frutos do que um estudo traz e uma pessoa qualificada para esse mercado de trabalho”.
Dudu Daibert com o sobrinho Richarlison Jr
Reprodução/Instagram
O fenômeno Bebê
Um dos primeiros vídeos dessa nova fase registrava o chá revelação do sobrinho, em Londres. Foi ali que muitos seguidores descobriram que Amanda Araújo, irmã de Dudu, é casada com o jogador Richarlison.
“Eu postei e daí todo mundo se deu conta que a minha irmã era Amanda, então meu cunhado era o Richarlison”, lembra.
Depois da “descoberta” dessa conexão familiar, Dudu percebeu que os seguidores repetiam a mesma pergunta: por que ele nunca chamava o sobrinho pelo nome, Richarlison Jr.? Ao notar o padrão nos comentários, decidiu transformar a curiosidade do público em um vídeo. Ao lado da irmã, roteirizou uma cena em que fazia graça com a dificuldade de dizer “Richarlison Jr.” e acabava chamando o sobrinho apenas de “bebê”. A publicação já ultrapassa 12 milhões de visualizações.
“Muito do que eu cresci foi porque páginas grandes repostaram. Eu tive que fazer do limão, uma limonada. Assim a história do bebê foi acontecendo”, explica.
LEIA TAMBÉM: Richarlison rebate críticas ao nome do filho: ‘Ele não vai precisar trabalhar’
Entenda a família do Bebê
Arte/g1
Além da bolha
Os vídeos, que antes circulavam principalmente entre um público ligado à cultura de internet, passaram a alcançar também fãs de futebol e pessoas que acompanham o universo de jogadores e influenciadores.
Dudu soma mais de três milhões de seguidores nas redes sociais. Segundo ele, a mudança foi perceptível não apenas nos números, mas também no perfil de quem passou a acompanhar o conteúdo. “Hoje em dia é muito diferente porque existe gente de todos os jeitos: gente que é muito fã de futebol, gente que acompanha esposa de jogador…”, diz.
Essa expansão de público também marca a chegada do influenciador a espaços onde, historicamente, criadores LGBTQIA+ tiveram menos visibilidade.
“É muito legal conseguir ver a gente em ambientes que antes não nos pertenciam. A gente tinha que lutar para achar pessoas que não fossem heteronormativas — até mesmo pessoas gays que não performassem essa heteronormatividade, no sentido de se portar como um hétero. Acho que está sendo muito legal, ainda mais nesse aspecto do futebol, ver as pessoas conseguindo me enxergar nesses lugares”, afirma.
Dudu destaca que “não está quebrando barreiras”, mas dando continuidade a um espaço que outros influenciadores já construíam. “Tem muita gente da década passada que fez um trabalho incrível — Diva Depressão, Põe na Roda. Eles correram para eu poder andar.”
Se o “tio do bebê” foi a porta de entrada para um novo público, Dudu já sabe que imagem gostaria de deixar em quem chega agora ao seu perfil: “Eu acho que eu gostaria que ela conhecesse uma pessoa leve, que alegre o dia dela pelo menos um pouquinho. Que ela saia do meu perfil um pouquinho mais feliz do que chegou”, diz.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz Sophia Valverde vai interpretar Maraisa em filme sobre Marília Mendonça


Atriz Sophia Valverde vai interpretar Maraisa em filme
A atriz Sophia Valverde, de 20 anos, confirmou, em suas redes sociais, que vai dar vida à personagem da cantora Maraisa, da dupla com Maiara, no novo filme sobre a vida da sertaneja goiana Marília Mendonça. Maraisa e Maiara eram próximas da cantora, que morreu em um acidente aéreo em novembro de 2021. Juntas, elas chegaram a anunciar a turnê “Festival das Patroas” em outubro do ano do acidente.
O anúncio sobre o elenco do filme foi realizado pela Amazon Prime Vídeo em junho, mas o papel de Sophia Valverde só foi confirmado por ela na terça-feira (30). Na publicação, Sophia comemorou o papel e afirmou estar ainda mais feliz por ser fã das cantoras.
“Posso enfim compartilhar com vocês que estarei interpretando a Maraisa na cinebiografia da rainha Marília Mendonça […]. Um presente mais que especial que recebi, poder interpretar alguém que sempre fui fã e que amo”, escreveu.
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Além dela, o elenco também inclui nomes como Hermila Guedes, Klara Castanho, Marcelo Serrado, Sophia Valverde, Daniel Haidar, Alejandro Claveaux, George Sauma, André Torquato, Luccas Oliver, Igor Armucho, Davi Bensá, Marcus Gouveia.
No papel de destaque da cantora Marília Mendonça, está a atriz goiana Marina Versos, de 24 anos. Marina é formada em Direção de Arte pela Universidade Federal de Goiás (UFG), e teatro pela Escola Basileu França e natural de Goiânia.
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Maiara e Maraisa não irão ao Grammy Latino após morte de Marília Mendonça: ‘Vivendo um dia de cada vez’, diz assessoria
Os demais papéis ainda não haviam sido divulgados pela empresa responsável pelo longa até a última atualização desta reportagem.
As Patroas
Marília Mendonça e Maiara e Marais em foto para o projeto As Patroas
Reprodução/Instagram
Marília, Maiara e Maraisa lançaram um álbum juntas com o nome “Patroas”, em 2020. O lançamento nasceu de uma festa realizada pelas cantoras em 2016. Juntas, elas também sairiam em uma turnê em 2022 para contar a história da amizade entre elas com o projeto “As Patroas”.
O sonho foi interrompido após um acidente de avião causar a morte da rainha da sofrência, um mês após o anúncio da turnê, feito em outubro de 2021.
O disco feito em parceria pelas cantoras também concorreu ao prêmio de Melhor Álbum de Música Sertaneja no Grammy Latino em 2021. Durante a premiação, Maiara e Maraisa decidiram não ir ao evento por conta da morte de Marília.
Morte e despedida
Marília Mendonça
Divulgação
Marília morreu no dia 5 de novembro de 2021 em um acidente aéreo em Caratinga (MG). Além dela, também foram vítimas o tio e assessor dela, Abicieli Silveira, o produtor Henrique Bonfim, o piloto e o copiloto do avião.
O velório de Marília e do tio dela aconteceu no Ginásio Goiânia Arena, no dia seguinte ao acidente, sob muita comoção de fãs, familiares e cantores famosos, entre eles, Henrique e Juliano, Maiara e Maraisa e Jorge e Mateus.
Túmulo de Marília Mendonça ganha homenagem de fãs, em Goiânia, Goiás
Gustavo Cruz/g1
Milhares de fãs passaram pelo local para se despedir da artista. Após o velório, os corpos seguiram em cortejo em caminhões do Corpo de Bombeiros pela GO-020 até o Cemitério Parque Memorial, onde foram enterrados.
Marília Mendonça nasceu em Cristianópolis em 22 de julho de 1995. Entre os seus grandes sucessos, que a colocaram como uma das cantoras mais ouvidas do país, estão “Infiel”, “De quem é a culpa?” e “Eu sei de cor”.
Atriz Sophia Valverde vai interpretar Maraisa em filme sobre Marília Mendonça
Reprodução/Instagram de Sophia Valverde
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Fonte: G1 Entretenimento

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Daniela Mercury quebra barreira como a primeira artista de axé music a ganhar o Grammy Latino pelo conjunto da obra


Daniela Mercury recebe o Prêmio à Excelência Musical em cerimônia agendada para 9 de novembro pelo 27º Grammy Latino
Célia Santos / Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ Dar a Daniela Mercury o Prêmio à Excelência Musical (Lifetime Achievement Award ) na 27ª edição do Grammy Latino – em cerimônia programada para 9 de novembro em Las Vegas, nos Estados Unidos – é decisão acertada e de certa forma até histórica da Academia Latina de Gravação.
Afinal, o prêmio já foi dado a nomes como Ivan Lins, Lulu Santos e Simone, para citar somente os brasileiros agraciados nos últimos anos, mas até então nunca um artista associado à axé music ganhara esse prêmio que simboliza uma láurea pelo conjunto da obra, pela trajetória percorrida por esse artista no mundo da música.
Cantora que amplificou o alcance do samba-reggae em todo o Brasil no inicio da década de 1990 e que propagou a música afro-baiana além das fronteiras nacionais, Daniela Mercury faz jus a essa honraria.
Além de ter contribuído substancialmente para a discografia da axé music – rótulo genérico que abarca diversos gêneros musicais de origem baiana ou caribenha – com álbuns relevantes como “O canto da cidade” (1992), “Feijão com arroz” (1996), “Sol da liberdade” (2000) e “Balé mulato” (2005), a cantora e compositora baiana permaneceu fiel ao universo musical do axé após o apogeu do gênero.
Nos correntes anos 2020, por exemplo, Daniela lançou três álbuns de estúdio – “Perfume” (2020), “Baiana” (2022) e “Cirandaia” (2025) – que mantiveram hasteada a bandeira do axé. “Cirandaia”, em especial, se revelou o álbum mais coeso e relevante da artista nos últimos 20 anos. Ao dar voz a músicas como “Axé Salvador” e “É terreiro”, Daniela mostrou que, assim como a Bahia, o axé está vivo ainda lá, sobretudo no Carnaval, ainda que o gênero já esteja distante dos dias de glória.
Sem falar que o Prêmio à Excelência Musical do 27º Grammy Latino chega para Daniela Mercury no ano em que a artista completa quatro décadas de atividade profissional.
Foi em 1986 que, após se apresentar em bares da cidade natal de Salvador (BA), a cantora entrou oficialmente em cena, primeiramente como backing vocal do bloco Eva (no qual ficou até 1988), depois como vocalista da banda Companhia Clic entre 1989 e 1990 e, por fim, em carreira solo impulsionada em 1991, há 35 anos, com a edição do álbum que trouxe o samba-reggae “Swing da cor”.
Ao longo desses 40 anos, Daniela Mercury enfatizou o ativismo e valorizou a música afro-pop-baiana, a popular axé music sempre tão minimizada pelas elites culturais por ser música popular de espírito folião, calcada no ritmo, nas levadas loucas que arrastam multidões atrás dos trios elétricos e para dentro das casas de shows.
É justamente pelo fato de o axé sempre ter sido tratado com desdém que Daniela Mercury quebra barreira ao ganhar o Prêmio à Excelência Musical do Grammy Latino 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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Black Pantera lança em 21 de agosto o quinto álbum de estúdio, ‘Continental’


Rodrigo Pancho (à esquerda), Charles da Gama (ao centro) e Chaene da Gama posam no estúdio em que o trio Black Pantera gravou o álbum ‘Continental’
Wilmore Oliveira / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O quinto álbum de estúdio do trio Black Pantera se chama “Continental” e tem lançamento programado para 21 de agosto. A música “Start the game” foi a faixa escolhida para abrir os trabalhos promocionais do álbum “Continental” em single agendado para 13 de julho.
No conceito de Chaene da Gama (baixo e vocal), Charles Gama (voz e guitarra) e Rodrigo Pancho (bateria e percussão), o álbum “Continental” fala do Brasil em letras que versam sobre “questões ancestrais”, abordadas a partir das vivências dos integrantes da banda mineira de thrash metal e hardcore punk.
Sucessor do álbum “Perpétuo” (2024) na discografia de estúdio do Black Pantera, o álbum “Continental” teve o repertório inédito e autoral gravado pelo trio em janeiro, no estúdio Tambor, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
A decisão de lançar o álbum em 21 de agosto soa estratégica porque, duas semanas depois, precisamente em 5 de setembro, o grupo fará show no Rock in Rio 2026, certamente já incluindo músicas desse quinto álbum de estúdio no roteiro da apresentação no festival.
Capa do single ‘Start the game’, da banda Black Pantera
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Danny Glover, ator de ‘Máquina Mortífera’, revela diagnóstico de Alzheimer


Danny Glover no tapete vermelho do Oscar 2019
Jordan Strauss/Invision/AP
O ator Danny Glover anunciou que está com Alzheimer. A revelação do diagnóstico foi feita nesta quarta-feira (1º), ao canal de TV norte-americano “NBC”.
Na entrevista, o ator de “Máquina Mortífera” e “A Cor Púrpura” falou sobre a decisão de anunciar e sobre o medo de perder parte da memória.
“Tenho certeza de que conforme a doença avança, as coisas vão ficar diferentes e algumas mudanças vão acontecer”, disse.
Agora no g1
Danny Glover destacou que está tranquilo com relação ao cuidado que receberá, pois afirma que sua família “cuidará de tudo”.
“Acho importante que ele tenha controle da própria narrativa, da história da vida dele. Que momento melhor que agora para ele falar sobre si”, explicou Mandisa Glover, filha do ator.
Mesmo após o diagnóstico, o ator seguiu com a agenda de compromissos profissionais. “De certa forma, eu consigo conviver com isso” resumiu.

Fonte: G1 Entretenimento