Como vice-governadora, um de seus projetos foi justamente combater violência sexual nas universidades do estado de Nova York. Kathy Hochul durante um evento em 4 de maio de 2021
Seth Wenig/AP
Com a renúncia de Andrew Cuomo do governo de Nova York, o estado vai ter uma mulher como líder pela primeira vez em seus 233 anos de história. Depois de uma transição de 14 dias, o cargo será ocupado por Kathy Hochul, de 62 anos.
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Hochul já foi deputada e era vice-governadora desde 2015. Como vice, ela ficou encarregada de uma campanha contra violência sexual em universidades do estado —e o chefe dela deixou o poder justamente por acusações de assédio sexual.
Ela vai ser a governadora até o fim de 2022.
Conheça algumas histórias dela.
O antigo companheiro de chapa de Cuomo, Robert Duffy, desistiu de ser vice em 2014. Cuomo então convidou Hochul para fazer dupla com ele nas eleições. Eles venceram em 2014 e foram reeleitos em 2018.
Como vice, ela lidera 10 conselhos de desenvolvimento econômico que investem em projetos no estado. Ela também é co-presidente de conselhos para combater o uso de heroína e de opióides.
Filha de pais da classe trabalhadora, ela tem cinco irmãos. Seu marido foi promotor de Justiça. O casal tem dois filhos.
Depois de se formar, no começo dos anos 1980, ela trabalhou como assessora parlamentar de um deputado e depois de um senador (ambos de Nova York). Ela contribuiu na formulação de leis sobre financiamento de campanhas e de imigração.
Durante 14 anos, ela foi vereadora da cidade de Hamburg. Depois disso, foi gerenciar uma região do estado a mando do ex-governador Eliot Spitzer.
Em 2011, Hochul foi eleita para o congresso —ela venceu em uma região do estado que não elegia um membro do Partido Democrata há 40 anos. Depois ela perdeu a reeleição para um republicano.
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Fonte: G1 Mundo