Objetivo é pressionar parlamentares a aprovarem leis contra onda de restrições em estados governados por republicanos. Com bandeiras do Black Lives Matter, participantes defendem que minorias podem ser prejudicadas por essas medidas. Atos ocorrem no aniversário de 58 anos da histórica marcha em que Martin Luther King fez o discurso do ‘Eu tenho um sonho’. Milhares de manifestantes deram início a marchas em Washington e em outras cidades dos Estados Unidos neste sábado (28) para exigir proteção aos seus direitos eleitorais, tentando pressionar parlamentares a aprovarem leis contra uma onda de restrições em estados governados por republicanos.
No aniversário da histórica marcha de 1963 de Martin Luther King Jr. em Washington, organizadores da Marcha por Washington e Direitos Eleitorais defendem que medidas estaduais para limitar o acesso ao voto podem ter um impacto desproporcional às minorias.
Em Washington, manifestantes com bandeiras do Black Lives Matter e cartazes pedindo legislações federais marcharam da praça McPherson ao último ponto de encontro no National Mall, onde King fez seu famoso discurso “Eu tenho um sonho”, 58 anos atrás.
Carolyn Ruff, ativista de 74 anos, afirmou que viajou de Chicago para Washington para pressionar pela aprovação de uma lei federal que restauraria proteções chave à Lei de Direitos Eleitorais de 1965, que tornou ilegais práticas discriminatórias de votos.
A lei, batizada em homenagem ao falecido herói dos direitos civis John Lewis, foi aprovada na Câmara dos EUA nesta semana, mas encarará um cenário pouco promissor no Senado devido às regras que permitem que a minoria bloqueie legislações.
Após o democrata Joe Biden ter vencido a eleição presidencial de 2020, parlamentares republicanos em muitos estados restringiram o uso de caixas de depósito e a possibilidade de votação pelo correio. A medida entrou em vigor depois de o ex-presidente republicano Donald Trump ter tentado, sem sucesso, reverter o resultado da eleição com base em alegações infundadas de fraude eleitoral generalizada.
Até agora este ano, pelo menos 18 estados sancionaram leis restringindo o acesso do eleitor, segundo o Centro Brennan por Justiça da Universidade de Nova York.
Organizadores esperam cerca de 50 mil manifestantes em Washington. Protestos também foram planejados em Phoenix, Miami e outras cidades.
No aniversário da histórica marcha de 1963 de Martin Luther King Jr. em Washington, organizadores da Marcha por Washington e Direitos Eleitorais defendem que medidas estaduais para limitar o acesso ao voto podem ter um impacto desproporcional às minorias.
Em Washington, manifestantes com bandeiras do Black Lives Matter e cartazes pedindo legislações federais marcharam da praça McPherson ao último ponto de encontro no National Mall, onde King fez seu famoso discurso “Eu tenho um sonho”, 58 anos atrás.
Carolyn Ruff, ativista de 74 anos, afirmou que viajou de Chicago para Washington para pressionar pela aprovação de uma lei federal que restauraria proteções chave à Lei de Direitos Eleitorais de 1965, que tornou ilegais práticas discriminatórias de votos.
A lei, batizada em homenagem ao falecido herói dos direitos civis John Lewis, foi aprovada na Câmara dos EUA nesta semana, mas encarará um cenário pouco promissor no Senado devido às regras que permitem que a minoria bloqueie legislações.
Após o democrata Joe Biden ter vencido a eleição presidencial de 2020, parlamentares republicanos em muitos estados restringiram o uso de caixas de depósito e a possibilidade de votação pelo correio. A medida entrou em vigor depois de o ex-presidente republicano Donald Trump ter tentado, sem sucesso, reverter o resultado da eleição com base em alegações infundadas de fraude eleitoral generalizada.
Até agora este ano, pelo menos 18 estados sancionaram leis restringindo o acesso do eleitor, segundo o Centro Brennan por Justiça da Universidade de Nova York.
Organizadores esperam cerca de 50 mil manifestantes em Washington. Protestos também foram planejados em Phoenix, Miami e outras cidades.
Fonte: G1 Mundo