Categorias
MUNDO

‘Se você não quer se vacinar, nem precisa vir’, diz prefeito de NY a Bolsonaro


Pronunciamento do prefeito Bill de Blasio, de Nova York, em 20 de setembro de 2021
Reprodução/Prefeitura de NY
O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, disse nesta segunda-feira (20) ao presidente brasileiro Jair Bolsonaro que se ele não quiser se vacinar “nem precisa vir” à cidade.
Bolsonaro está nos Estados Unidos para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas, que começa nesta terça-feira (21). Ele é o único líder entres as maiores economias do planeta que declaradamente não tomou ainda o imunizante contra a Covid-19.
Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Tiroteio deixa feridos em escola do estado americano da Virgínia

Ao menos quatro estudantes ficaram feridos após um tiroteio em um colégio de ensino médio da Virgínia, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (20), informaram as autoridades locais.
Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Boris Johson recomenda vacina de Oxford durante reunião com Bolsonaro nos EUA


Bolsonaro e Johnson se reuniram em Nova York
Reuters
O presidente Jair Bolsonaro se reuniu com premiê britânico Boris Johnson na tarde desta segunda-feira (20) em Nova York, onde líderes do mundo todos estão para participar da Assembleia Geral da ONU.
Em imagens distribuídas pela agência Reuters, é possível ver Johnson recomendando a vacina da AstraZeneca/Oxford, que é produzida também no Brasil em parceria com a Fiocruz.
“É um grande vacina. Obrigado, pessoal. Tomem vacinas da AstraZeneca!”, diz ele ao lado de Bolsonaro, que é o único líder entres as maiores economias do planeta que declaradamente não tomou ainda imunizante contra a Covid-19.
Em outro momento, Johnson seguia falando de como a vacina de desenvolvimento britânico é boa. “Já tomei duas vezes”, disse ele, questionando Bolsonaro se ele tinha tomado também, ao que o brasileiro responde que “ainda não”.

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Princesa Beatrice, neta da rainha Elizabeth II, dá à luz seu primeiro filho


Beatrice é a décima herdeira na fila do trono. Ela é filha do príncipe Andrew, que foi afastado de suas funções públicas porque era amigo de Jeffrey Epstein, um bilionário acusado de ser traficante de mulheres. Princesa britânica Beatrice com seu marido, Edoardo Mapelli Mozzi, em foto do casamento.
Reprodução/Família Real Britânica
O Palácio de Buckingham anunciou nesta segunda-feira (20) que a princesa Beatrice, de 33 anos, deu à luz seu primeiro filho, uma menina, nascida no sábado (18) em um hospital de Londres.
Beatrice é uma das netas da rainha Elizabeth II.
De acordo com o comunicado do palácio, a princesa e seu marido, Edoardo Mapelli Mozzi, informaram aos familiares que estão contentes com a notícia. Além disso, os novos papais agradeceram aos funcionários do hospital “pelo seu cuidado maravilhoso”.
Beatrice é filha do príncipe Andrew, o terceiro dos quatro filhos da rainha. Andrew foi afastado de suas funções públicas em 2019 por sua ligação com Jeffrey Epstein, um bilionário que foi acusado de tráfico de mulheres.
A mãe de Beatrice é Sarah Ferguson. Ela é décima herdeira na sucessão do trono.
Neta da Rainha Elizabeth II, princesa Beatrice, se casa em cerimônia discreta em Windsor
Mapelli Mozzi, o marido, é um incorporador imobiliário. Eles se casaram em julho de 2020, durante a pandemia do coronavírus, em uma pequena cerimônia.
A irmã mais nova de Beatrice, Eugenie, teve um filho em fevereiro deste ano.
A rainha Elizabeth II tem 12 bisnetos e aguarda mais dois, neste ano, além da filha de Beatrice, o príncipe Harry e Meghan tiveram seu segundo filho.
Árvore genealógica da família real britânica
Arte G1
YouTube do G1: As tretas da Família Real

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Caso Gabby Petito: corpo é encontrado, mas polícia ainda busca respostas


Equipes de busca encontraram corpo em parque nacional, mas ainda não se sabe se é de jovem desaparecida, diz FBI. Sumiço de influenciadora causa comoção nos EUA
Um corpo que corresponde à descrição da jovem americana Gabby Petito, que estava desaparecida, foi encontrado por equipes que realizavam buscas em um parque nacional no Estado americano de Wyoming.
“Como todos os pais podem imaginar, este é um momento extremamente difícil para sua família”, disse o agente do FBI Charles Jones à imprensa, contendo as lágrimas.
Gabrielle “Gabby” Petito desapareceu enquanto viajava com noivo
Find Gabby/Facebook/Via BBC
“A causa da morte não foi determinada”, acrescentou.
Petito, de 22 anos, estava visitando o Parque Nacional Grand Teton com seu noivo, Brian Laundrie, quando desapareceu.
Laundrie foi declarado uma “pessoa interessada” (termo informalmente usado nos EUA para designar um suspeito ou uma pessoa que possa ter relação com algum caso em investigação) no caso, mas não foi acusado de nenhum crime. Ele se recusou a falar com a polícia e desapareceu alguns dias depois.
O FBI, a polícia federal americana, disse que, embora os exames forenses ainda não “confirmassem 100%” que os restos mortais eram de Petito, eles eram consistentes com sua descrição.
A influenciadora Gabby Petito, cujo corpo foi encontrado nos Estados Unidos em um parque em Wyoming
Reprodução/Redes sociais
O pai de Petito, Joseph, postou uma foto de sua filha no Twitter logo após a entrevista a jornalistas.
Laundrie e Petito partiram em uma viagem de trailer pelo país em julho, documentando suas aventuras nas redes sociais.
Um vídeo publicado por eles no YouTube, em que aparecem sorrindo, se beijando e correndo na praia, já foi visto mais de 2,3 milhões de vezes.
Mas em 1º de setembro, após um mês de viagem, Laundrie voltou para casa, na Flórida, com sua van branca e sem Petito. Sua família relatou seu desaparecimento 10 dias depois.
Gabby Petito, em imagem de 2019 publicada em seu perfil em uma rede social
Reprodução/Instagram
Na sexta-feira (17), a polícia disse que a família de Laundrie disse que não via seu filho desde a terça-feira e que os investigadores estavam “frustrados” com os acontecimentos.
Uma equipe de busca passou o fim de semana vasculhando uma reserva de vida selvagem de 25 mil acres na Flórida em busca de sinais de Laundrie, com cães farejadores e drones, mas até a noite de domingo nada foi encontrado.
A família de Laundrie divulgou um comunicado por meio de seu advogado, dizendo: “A notícia sobre Gabby Petito é de partir o coração. A família Laundrie está rezando por Gabby e sua família.”
Milhares de comentários foram deixados nas páginas do casal no Instagram, e manifestantes se reuniram em frente à casa da família Laundrie na sexta-feira gritando “onde está Gabby?”
Initial plugin text
Na entrevista coletiva na noite de domingo (19), Jones disse que as informações que a polícia recebeu do público foram “notáveis” e renovou o apelo para que qualquer pessoa com informações se apresentasse.
Duas semanas antes do desaparecimento de Petito, em 12 de agosto, a polícia da cidade de Moab, no sul do Estado americano do Utah, foi chamada para um possível incidente de violência doméstica envolvendo o casal.
A polícia divulgou uma câmera corporal que mostrava Petito chorando e reclamando de sua saúde mental para os policiais. Ela também disse que o casal vinha discutindo com mais frequência.
Os policiais recomendaram que eles passassem a noite separados, mas não abriram nenhum inquérito. Ainda não se sabe o que aconteceu depois disso.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Na ONU, BTS incentiva vacinação contra a Covid-19 e lança clipe na sede das Nações Unidas


‘Claro que tomamos vacina’, diz integrante. ‘O dia em que poderemos nos encontrar cara a cara não vai demorar a chegar.’ Apresentação ocorre na véspera da abertura dos debates na Assembleia Geral da ONU. Integrantes da banda BTS caminham próximo à sede da ONU em Nova York nesta segunda-feira (20)
Eduardo Munoz/Reuters
Os integrantes do grupo sul-coreano de k-pop BTS incentivaram a vacinação contra a Covid-19 e parabenizaram a resiliência dos jovens ao longo da pandemia, em um breve discurso nesta segunda-feira (20) em Nova York, antes da abertura da 76ª Assembleia Geral da ONU.
No discurso, o cantor RM confirmou no púlpito da Assembleia que todos os sete integrantes do grupo se vacinaram contra o coronavírus: “Claro que tomamos a vacina. A vacina é uma espécie de ticket para que nós possamos nos encontrar com nossos fãs”
“Acho que o dia em que poderemos nos encontrar cara a cara não vai demorar a chegar”, completou V, um dos músicos do BTS.
RM, integrante da banda BTS, fala no púlpito durante evento da Assembleia Geral da ONU nesta segunda-feira (20)
John Angelillo/Pool via Reuters
Os k-popers também lamentaram as dificuldades enfrentadas pela juventude na pandemia. “Fiquei triste ao saber que formaturas e ouros momentos que vocês gostariam de celebrar foram cancelados, assim como foi triste cancelar as turnês”, comentou Jungkook.
A banda, porém, rejeitou a ideia de que os jovens afetados pela Covid formam uma “geração perdida”.
Jungkook ouve Jimin, ambos do BTS, apresentar painel com figuras dos jovens na pandemia durante evento na Assembleia da ONU nesta segunda (20)
John Angelillo/Pool via REUTERS
“Acho ruim dizer isso. Estão aprendendo a fazer amizades virtuais e a manter hábitos saudáveis, aprender coisas novas”, disse Jimin, enquanto apresentava um painel com figuras enviadas por fãs do mundo inteiro em que mostram o que fizeram durante a pandemia.
Ao fim da apresentação, o BTS apresentou um novo clipe da música “Permission to Dance”, gravado dentro da sede da ONU em Nova York. Assista ao VÍDEO abaixo.
BTS na ONU
As declarações foram dadas durante o evento que promoveu os Objetivos Sustentáveis da ONU, uma série de metas relacionadas a meio ambiente, direitos humanos e segurança alimentar que a organização pretende atingir até 2030. Essa sessão precedeu o início dos debates gerais, ou seja, o momento em que os chefes de estado ou de governo discursam — o primeiro será o presidente brasileiro Jair Bolsonaro na manhã desta terça (21).
Foi a terceira participação do grupo no evento: em 2020, os integrantes gravaram uma mensagem à juventude em 2020, na sessão completamente virtual da Assembleia por causa da pandemia. Dois anos antes, o BTS discursou presencialmente pra lançar a campanha “Geração Sem Limites” com a Unicef.
VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Bolsonaro é único dos presidentes do G20 sem vacina na Assembleia Geral da ONU


Não houve anúncios oficiais sobre vacinação de três outros representantes das principais economias do mundo. Bolsonaro é o único que afirma não ter tomado a vacina. Bolsonaro discursa na abertura da Assembleia Geral da ONU nesta terça (21)
O presidente Jair Bolsonaro embarcou para Nova York no domingo (19), para participar da 76ª Assembleia Geral da ONU, sem ter tomado qualquer vacina contra a Covid-19.
Entre os 19 líderes do G20 (composto pelas 19 principais economias mais a União Europeia) presentes no encontro, Bolsonaro é o único que declarou que não tomou e não iria tomar a vacina para ir ao evento anual da Organização das Nações Unidas.
Maioria dos líderes tomaram vacinas e compartilharam as imagens
Reuters, Governo do Reino Unido, Reprodução/Via BBC
Não houve divulgação oficial sobre o status vacinal de outros três líderes que vão representar seus países na assembleia: dois ministros das Relações Exteriores (da China e da Arábia Saudita) e o primeiro-ministro da Rússia, Mikhail Mishustin.
No entanto, tanto o rei da Arábia Saudita, Salman Bin Abdulaziz Al-Saud, quanto o presidente da Rússia, Vladmir Putin, tomaram suas vacinas. Já a situação vacinal do presidente da China, Xi Jinping, é um mistério: o país não divulgou se o presidente se vacinou ou não. Ele não participará do encontro de forma presencial.
Jair Bolsonaro em discurso na abertura da Assembleia-Geral da ONU em 2019
AFP
Houve uma grande discussão sobre se os líderes e suas comitivas diplomáticas teriam que apresentar seus atestados de vacinação para entrar em Nova York – a cidade exige comprovação de vacinação para circular em espaços públicos fechados. Mas a ONU acabou informando às comitivas que haveria uma exceção diplomática e a entidade não iria cobrar os atestados.
Exemplo para população
Não se vacinar ou mesmo não divulgar o status vacinal de seus líderes é exceção entre as principais economias do mundo.
Na grande maioria dos países, os líderes não só tomaram alguma das diversas vacinas contra a Covid-19 disponíveis, mas fizeram grande publicidade de suas vacinações para incentivar a população.
O presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, por exemplo, tomou a primeira dose da vacina da AstraZeneca em abril deste ano. É ele quem vai representar o país na ONU. A primeira-ministra alemã Angela Merkel, que não estará em Nova York neste ano, também se vacinou publicamente. Ela tomou a primeira dose da AstraZeneca e a segunda da Moderna.
Apesar do país ser muito estrito quanto ao direito à privacidade médica, a divulgação da vacinação dos líderes é considerada um exemplo para a população.
“E agora ela talvez tenha afastado o medo das pessoas, que estavam ou estão preocupadas com essa chamada vacinação cruzada (tomar doses de vacinas diferentes, como recomendou o Ministério da Saúde do país)”, afirmou na época o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert.
O presidente do Canadá, Justin Trudeau, também tomou a primeira dose da AstraZeneca e a segunda da Moderna, completando sua imunização em julho. O país também recomendou que quem recebeu a primeira dose de AstraZeneca tomasse a segunda dose de outra vacina de RNA – da Pfizer ou da Moderna.
Já o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, tomou ambas as doses da vacina da AstraZeneca. Em junho, quando tomou a segunda dose, publicou uma foto nas suas redes sociais dizendo “segunda dose tomada! Quando for sua vez, tome a vacina!”.
O presidente dos EUA, Joe Biden, tomou a primeira dose da vacina da Pfizer ainda em dezembro de 2020, quando já tinha sido eleito mas ainda não tinha assumido. Sua vacinação foi exibida ao vivo na televisão.
Como Bolsonaro vai a Nova York sem se vacinar?
O presidente da França, Emmanuel Macron, se vacinou em maio de 2021, mesmo tendo contraído Covid-19 em dezembro de 2020 – a vacina gera uma resposta imunológica melhor do que a resposta imunológica gerada pelo vírus, além de proteger contra outras variantes. A recomendação da OMS é que mesmo quem já teve a doença e já se curou tome a vacina.
Os primeiros-ministros da Itália, Mario Draghi, e do Japão, Suga Yoshihide, também divulgaram suas próprias vacinações – ou seja, todos os líderes dos países do g7 (grupo dos países mais industrializados do mundo) presentes na Assembleia Geral da ONU.
Os presidentes da Argentina, Alberto Fernandez, e o do México, Andrés Manuel López Obrador – outros dois países da América Latina no G20, além do Brasil – também se vacinaram contra Covid-19 e divulgaram a vacinação.
López Obrador teve uma marcante mudança de postura. No início da pandemia, ele minimizava o coronavírus e se recusava a usar máscara em público, assim como Bolsonaro. Depois, desistiu de negar a gravidade da situação.
Quando tomou a primeira dose da vacina da AstraZeneca, em abril deste ano, já defendia o distanciamento social e fez publicidade da vacinação para incentivar os mexicanos. “Não dói e ajuda muito, protege a todos nós”, disse. “Faço um apelo aos idosos para que todos nós nos vacinemos, não há nenhum risco”, afirmou o presidente, de 67 anos.
O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, aliado de Bolsonaro e muitas vezes comparado com ele (pelo jornal “New York Times”, por exemplo, na época da Assembleia-Geral da ONU de 2019), teve uma postura diferente do brasileiro.
Enquanto Bolsonaro criticou inúmeras vezes a Coronavac, Erdogan tomou duas doses da vacina criada pela empresa chinesa Sinovac. A segunda dose foi tomada em janeiro deste ano, quando o país começava uma campanha nacional de vacinação.
O presidente da Indonésia, Joko Widodo, também se imunizou com a vacina da Sinovac em janeiro de 2021.
Os presidentes da Coreia do Sul, Moon Jae-in, e da África do Sul, Cyril Ramaphosa, também se vacinaram e divulgaram o ato para incentivar a população. Os primeiros-ministros da Austrália, Scott Morrison e da Índia, Narendra Modi, fizeram a mesma coisa.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

EUA começam a deportar haitianos em massa; cerca de 12 mil devem ser retirados do país


Pode ser que haja até sete voos semanais com destino ao Haiti para que todos os imigrantes que forem deportados sejam levados. EUA deportam imigrantes acampados embaixo de ponte na fronteira com o México
O governo dos Estados Unidos levou, de avião, haitianos que estavam acampados em uma cidade no Texas ao Haiti no domingo (19). Os americanos ainda tentam impedir a entrada de mais haitianos que atravessam do México.
De acordo com a agência Associated Press, essa pode ser a maior ação de retirada de imigrantes em décadas.
Imigrante atravessa o Rio Grande para chegar aos EUA com uma criança no ombro, em 20 de setembro de 2021
Felix Marquez/AP
No total, 12 mil pessoas que estão acampadas perto de uma ponte na cidade de Del Rio, no Texas, devem ser retiradas. Elas chegaram aos EUA pelo município de Ciudad Acuña, no México.
Mais de 320 pessoas chegaram a Porto Príncipe em três voos. De acordo com as autoridades no Haiti, outros seis aviões devem chegar na terça-feira.
Pode ser que haja até sete voos de pessoas expulsas dos EUA por dia a partir de quarta-feira. A princípio, quatro vão para Porto Príncipe, e três para Cap-Haitien. Os aviões vão decolar das cidades americanas de San Antonio e El Paso.
Governo dos EUA planeja voos de deportação para imigrantes que tentam entrar no país
Desde março de 2020, o México passou a aceitar imigrantes da América Central que tentaram entrar nos EUA, mas não conseguiram visto.
No entanto, só podem ser levados ao México pessoas de três países: Guatemala, Honduras e El Salvador.
Os haitianos que tentam entrar nos EUA estão buscando outras vias de acesso, em outros pontos do rio que separa o país do México.
Os imigrantes que conseguem atravessar o rio simplesmente aguardam do lado americano, até que sejam ordenados a se encaminharem ao acampamento.
Houve alguns que tentaram voltar ao México.
No domingo, o México falou que também vai começar a deportar haitianos para o Haiti. Ainda há um grande grupo de imigrantes que vai tentar ir até os EUA e que, atualmente, está na Guatemala.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

EUA suspenderão restrições a estrangeiros vacinados contra Covid a partir de novembro

Medida vale para todos os países, inclusive o Brasil. País manterá a exigência de que o passageiro apresente um teste negativo de Covid-19 feito até 3 dias antes do embarque. Os Estados Unidos vão suspender todas as restrições de viagens internacionais, a partir de novembro, para estrangeiros que estiverem totalmente vacinados contra a Covid-19, anunciou o governo do presidente Joe Biden nesta segunda-feira (20).
A Casa Branca informou que a medida entra em vigor “a partir do início de novembro”, sem especificar o dia. Segundo o comunicado, os estrangeiros que viajarem aos EUA deverão estar totalmente vacinados e apresentar o comprovante de vacinação antes de embarcar.
Além disso, o país vai manter a exigência de que o passageiro apresente um teste negativo de Covid-19 feito até 3 dias antes do embarque.
A medida vale para todos os países, inclusive o Brasil, e substitui o atual sistema, que restringe o voo de estrangeiros de determinados países. Não foi informado até o momento sobre quais vacinas serão aceitas.
Segundo a Casa Branca, o CDC (sigla em inglês pra Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) será consultado para orientar quais imunizantes serão aceitos.
Esta reportagem está em atualização.
VEJA TAMBÉM:
EUA reduzem grau de alerta para americanos não visitarem o Brasil devido à Covid-19
VÍDEOS: novidades sobre vacinas contra a Covid-19

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

O que se sabe e o que falta saber sobre o assassinato de 6 pessoas em uma universidade na Rússia


Regras de posse de arma na Rússia são relativamente rígidas, mas mesmo assim o assassino, de 18 anos, conseguiu um registro. Atirador deixa mortos e feridos em campus universitário na Rússia
Um homem de 18 anos entrou no campus da Universidade de Perm, na Rússia, matou 6 pessoas e feriu outras 20 nesta segunda-feira (20).
Ele foi ferido e preso, mas ainda há algumas questões que não foram respondidas —entre elas, como o assassino conseguiu passar pelos mecanismos de controle de venda de armas na Rússia, que são relativamente rígidos.
Alunos da Universidade de Perm após o ataque ao campus, em 20 de setembro de 2021
Associated Press
“Um estudante que estava em um dos edifícios da universidade abriu fogo contra as pessoas ao seu redor”, informou o Comitê de Investigação Russo, responsável pelas investigações mais importantes do país.
Durante o ataque, os estudantes, professores e funcionários da Universidade de Perm se trancaram nas salas. Alguns deles pularam das janelas do segundo andar.
Alunos pulam das janelas de universidade durante tiroteio na Rússia
Por que o homem matou pessoas aleatoriamente?
O governo da Rússia afirmou que provavelmente o assassino é uma pessoa perturbada, mas não fez mais nenhum comentário. Há indicações de que foi um crime de ódio.
Houve eleições parlamentares na Rússia, mas não há nenhuma indicação de que esse crime tenha alguma relação com a votação.
O que aconteceu com o assassino?
A porta-voz da universidade, Natalia Pechishcheva, disse inicialmente que o assassino havia sido “eliminado”, mas, depois, ela afirmou que ele foi preso. Segundo a agência Reuters, ele foi levado a um hospital.
Policiais em direção à Universidade de Perm, na Rússia, onde um homem matou 6 pessoas no dia 20 de setembro de 2021
Associated Press
Como o assassino conseguiu comprar a arma?
A arma foi comprada legalmente, em maio, mas a Rússia tem regras rígidas sobre compra de arma. É preciso passar por um exame psicológico. Nos primeiros meses, como teste, a pessoa só pode ter uma arma de cano liso, que tem menos precisão. As pistolas são quase restritas a ex-militares.
Em maio, o presidente Vladimir Putin decidiu restringir ainda mais a posse de armas (só os maiores de 21 poderão ser donos de armas), mas essas novas regras ainda não entraram em vigor.
Quantas pessoas ficaram feridas?
Um comitê de investigação disse que 28 pessoas ficaram feridas. Entre essas, algumas foram hospitalizadas. O Ministério da Saúde da Rússia disse que 19 foram atingidas por balas. Não está claro ainda como os feridos que não foram baleados se machucaram.
Outros ataques
Os ataques a tiros em escolas ou universidades eram raros na Rússia, mas se tornaram mais frequentes nos últimos anos.
O país tem uma legislação rigorosa de controle de armas — e tornou-a ainda mais rigorosa devido a esses ataques.
Putin afirma que os incidentes são um fenômeno importado dos Estados Unidos e um efeito perverso da globalização.
No último ataque, em 11 de maio, um jovem de 19 anos abriu fogo contra uma escola de Kazan, no sudoeste do país, e matou nove pessoas.
No mesmo dia, o presidente russo ordenou uma revisão das normas sobre o porte de armas, pois o assassino tinha permissão para o uso de uma arma semiautomática.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Fonte: G1 Mundo