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Em ano de jogos no Japão, cidade mineira sedia encontro nacional de ‘condutores da tocha olímpica’


Pessoas que participaram do revezamento da chama grega nas olimpíadas do Rio, em 2016, se reúnem em Ouro Branco. Encontro anual de condutores da tocha olímpica acontece em Ouro Branco
Luiz Gomes/Arquivo pessoal
Em Ouro Branco, cidade mineira com pouco mais de 35 mil habitantes, um pequeno grupo de pessoas, vestindo camisa e bermuda brancas, com detalhes em amarelo, exibe uma invejável coleção de tochas olímpicas.
“A gente se encontra anualmente para relembrar e reviver esse momento tão emocionante das nossas vidas”, disse Luiz Gomes, um dos organizadores do V Encontro Nacional dos Condutores da Tocha Olímpica Rio 2016 que vai até domingo (25).
Na manhã do dia 13 de maio de 2016, ele corria pelo centro histórico de Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais, com a chama olímpica nas mãos. Durante os 300 metros que o separavam de um “colega de tocha” para outro, o astrônomo amador avaliou a própria vida.
“Foram só 15 minutos, mas eu vi a vida toda em flash, sabe? Nem sei direito o que senti. Fiquei me perguntando o que tinha feito de bom na vida para chegar até aquele momento. Uma emoção indescritível”, disse Luiz Gomes, que foi um dos escolhidos por fazer um trabalho social através da astronomia.
Luiz Gomes carregando a tocha em Ouro Preto, em maio de 2016
Luiz Gomes/Arquivo pessoal
Aqueles que ajudaram a levar a tocha até o Rio de Janeiro tiveram a oportunidade de adquirir uma réplica. Naquele ano, os “condutores de chama olímpica” acabaram trocando mensagens e se reuniram em grupos de whatsapp. Desde então, promovem encontros anuais.
Normalmente, as reuniões acontecem em janeiro, mas por causa da pandemia, elas tiveram que ser adiadas.
“Tem bem menos gente, né? Apesar de ter vindo pessoal da Paraíba, Rio Grande do sul, Maranhão e Bahia, a pandemia dificultou um pouco”, contou Luiz.
A escolha de Ouro Branco para sediar o encontro no ano olímpico foi disputada. Os integrantes fazem propaganda para que suas cidades tenham esta honra.
“Ouro Branco venceu o Guarujá. Foi apertado. Igual eleição do Comitê Olímpico”, brincou o astrônomo, que é do município mineiro ganhador da disputa.
Por causa da pandemia, a corrida da chama olímpica no Japão foi solitária. Pouca gente na rua e participando do revezamento.
“É uma pena isso te acontecido. Foi um privilégio pra gente aqui no Brasil ter vivido esse momento. Um grande momento de nossas vidas”, falou ele.
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Fonte: G1 Mundo

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Terremoto de magnitude 6,7 atinge as Filipinas

Tremor foi profundo e as autoridades disseram que não esperavam danos; não foi emitido alerta de tsunami. Abalo atingiu a ilha principal de Luzon às 4h48 (17h48 em Brasília), a uma profundidade de 112 quilômetros. Um terremoto de magnitude 6,7 atingiu as Filipinas na madrugada deste sábado (24, horário local), informou o Serviço Geológico dos EUA (USGS na sigla em inglês). O tremor foi profundo e as autoridades disseram que não esperavam danos.
Não foi emitido alerta de tsunami.
O terremoto atingiu a ilha principal de Luzon às 4h48 (17h48 em Brasília), a uma profundidade de 112 quilômetros, informou o USGS.
Alguns minutos depois, um novotremor, de magnitude 5,8, afetou a mesma região, também de maneira profunda.
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Fonte: G1 Mundo

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VÍDEO: Redemoinho de poeira interrompe jogo de futebol na Bolívia

Partida de um torneio regional precisou esperar a passagem da nuvem de poeira para ser retomada. Não há registro de nenhum incidente causado pelo fenômeno também chamado de ‘pé-de-vento’. VÍDEO: Redemoinho interrompe jogo de futebol na Bolívia
Um redemoinho de poeira, fenômeno também conhecido como “pé-de-vento”, interrompeu um jogo de futebol que acontecia na terça-feira (20) no interior da Bolívia.
Os jogadores, que disputavam a final de um campeonato regional, precisaram esperar a passagem do fenômeno para que a partida fosse retomada.
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Não houve registro de nenhum incidente causado pelo redemoinho, que durou poucos minutos e atingiu o estádio municipal de Achocalla, a 60 km da capital La Paz.
Os redemoinhos de poeira são formados quando tanto a temperatura do ar e quanto a do solo estão muito elevadas, o que gera um forte fluxo de ventos direcionados para cima.
Eles são frequentemente confundidos com tornados, mas estes se formam com o movimento oposto – o vento vai para baixo.

Fonte: G1 Mundo

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Bombou no G1: os vídeos mais vistos da semana


Abertura das Olimpíadas, Jeff Bezos no espaço, inundações na China, sucuri gigante e muito mais… Abertura das Olimpíadas, Jeff Bezos no espaço, inundações na China, sucuri gigante e muito mais…

Fonte: G1 Mundo

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Adolescente é atingida no rosto por gaivota em atração de parque de diversões nos EUA; veja vídeo


Câmera fixada no brinquedo, uma espécie de ‘estilingue’ humano, gravou toda a ação. As imagens viralizaram rapidamente. Nenhum animal ou humano saiu ferido. VÍDEO: Adolescente é atingida por gaivota em parque de diversões nos EUA
A americana Kiley Holman, de 13 anos, levou um baita susto enquanto brincava em um parque de diversões na costa de Nova Jersey, nos Estados Unidos, durante as férias de julho.
A adolescente foi atingida em cheio no rosto por uma gaivota no “estilingue humano”, atração em que os visitantes são arremessados para cima, quase como um bungee jump invertido.
Uma câmera presa ao brinquedo registrou toda a ação. As imagens viralizaram rapidamente. Nenhum animal ou humano saiu ferido (veja no vídeo acima).
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Kiley Holdman (dir.) em ‘estilingue’ em parque de diversões nos EUA antes de ser atingida por gaivota
Reprodução/NBC
Holman estava acompanhada da amiga Georgia Reed. As duas estavam no parque para o aniversário de Reed, que decidiu comemorar de uma maneira especial.
Foi quando as duas foram arremessadas a mais de 22 metros no ar que entraram no caminho da gaivota. Holman conseguiu retirar o animal rapidamente após o choque que seguiu voando – em segurança – após o susto.
Pode não ser o que elas esperavam, mas a data – agora – com certeza será inesquecível.

Fonte: G1 Mundo

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Quem é Naomi Osaka, ativista e estrela do tênis com direito a série na Netflix a boneca Barbie


Filha de imigrantes, Naomi acendeu a pira dos Jogos de Tóquio nesta sexta. Ela foi a primeira japonesa a conquistar um Grand Slam de tênis. Naomi Osaka acende a pira olímpica em Tóquio
REUTERS/Mike Blake
A tenista japonesa Naomi Osaka, de 23 anos, é uma das atletas mais populares das Olimpíadas de Tóquio e do mundo do esporte. E não é para menos: primeira japonesa a conquistar um Grand Slam de tênis, Naomi tem usado a fama para levantar questões socais, como desigualdade racial e saúde mental.
Filha de imigrantes – sua mãe é japonesa e o pai é haitiano -, Naomi nasceu no Japão, mas migrou para os Estados Unidos aos 3 anos, onde vive até hoje.
Apesar disso, ela escolheu representar seu país de origem durante os Jogos de Tóquio. Nesta sexta-feira (23), ela acendeu a pira olímpica e se tornou a primeira tenista a protagonizar o simbólico ato da cerimônia de abertura.
Durante o torneio US Open de 2020, onde foi ouro, Naomi usou diferentes máscaras com os nomes de vítimas de racismo nos Estados Unidos.
No último torneio de Roland Garros, ela decidiu não participar das coletivas de imprensa para evitar estresse, segundo a tenista. Criticada e acusada de estrelismo, ela informou que passava por problemas com sua saúde mental e, para se resguardar, optou por não participar mais do torneio. No comunicado divulgado em suas redes sociais, ela pediu “empatia”.
Além de ativista dentre e fora das quadras, Naomi também é pop: somente em julho, ela foi capa da revista Vogue Hong Kong, lançou um documentário na Netflix e ganhou até uma boneca Barbie.
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Pioneira no tênis
Naomi Osaka caminha para acender a tocha olímpica durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão
Stefan Wermuth/Reuters
Vencedora de quatro títulos de Grand Slam – quando se tornou a primeira japonesa a conquistar um Grand Slam de tênis ela tinha apenas 20 anos -, Naomi é e atual tenista número 2 do mundo.
No ano passado, ela venceu o Laureus na categoria mais importante, Esportista de 2020. O prêmio é considerado o Oscar do esporte.
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Fonte: G1 Mundo

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Ginastas alemãs marcam posição com uniformes que cobrem todo corpo em Tóquio


As atletas usaram uma roupa que combina collants e leggings que se estende aos tornozelos nos treinos em Tóquio. Elas podem escolher vesti-los novamente quando as competições começarem. Imagem publicada por Elisabeth Seitz em um perfil em uma rede social
Reprodução/Elisabeth Seitz
Ginastas da equipe feminina da Alemanha decidirão se usarão uniformes que cobrem o corpo inteiro na classificatória de domingo nas Olimpíadas de Tóquio, após serem elogiadas por vesti-los no passado em uma posição contra a sexualização do esporte que praticam.
A equipe alemã usou macacões fúcsia –uma combinação entre collants e leggings que se estende aos tornozelos– nos treinos em Tóquio na quinta-feira (22) e disse que podem escolher vesti-los novamente quando as competições começarem.
Ginastas brasileiros participam do treino de pódio
“Queremos mostrar que todas as mulheres, qualquer uma, devem decidir o que usar”, disse Elisabeth Seitz, que competirá pela terceira vez nos Jogos.
Nos últimos anos, o esporte tem sido abalado por casos generalizados de abusos sexuais e físicos, incluindo nos Estados Unidos, o que gerou reflexão e a introdução de novos protocolos de segurança para proteger atletas.
A equipe alemã usou o uniforme de corpo inteiro no Campeonato Europeu em abril, uma medida que foi muito elogiada por outras ginastas.
“Isso não significa que não queremos mais usar o collant normal”, disse Seitz, de 27 anos. “É uma decisão tomada dia a dia, com base no que sentimos e no que queremos. No dia da competição, decidiremos o que vestir.”
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Fonte: G1 Mundo

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Haiti realiza funeral do presidente assassinado Jovenel Moise


Viúva que foi ferida durante operação de bando armado para matar Moise está presente na cerimônia cercada de forte esquema de segurança. Morte trouxe à tona diferenças regionais do país. Soldados guardam o caixão de Jovenel Moise, presidente assassinado do Haiti, durante o funeral oficial iniciado nesta sexta-feira (23)
AFP/Valerie Baeriswyl
O funeral nacional do presidente assassinado do Haiti, Jovenel Moise, começou nesta sexta-feira (23) na cidade de Cap Haitien, com uma cerimônia sob forte esquema de segurança.
A cidade do Departamento Norte do Haiti estava relativamente calma pela manhã, após um dia tenso na quinta-feira. A polícia foi colocada nas ruas.
Moise, morto em 7 de julho por um comando armado em sua casa na capital, Porto Príncipe, era natural da região vizinha ao seu local de sepultamento, também no norte.
Seu caixão, coberto pela bandeira nacional e pela faixa presidencial, foi exposto em uma esplanada adornada com flores, e é guardado por soldados das Forças Armadas do Haiti.
Representantes de delegações estrangeiras, corpos diplomáticos e membros do governo se revezavam para apresentar suas condolências.
A viúva do presidente, gravemente ferida no ataque noturno, estava presente, com um braço na tipoia, após ter sido tratada em um hospital na Flórida, no sul dos Estados Unidos.
Familiares e amigos oferecem condolências à primeira-dama Martine Moise e seus filhos durante a cerimônia católica de vigília fúnebre do presidente Jovenel Moise em Cap-Haitien, em 22 de julho de 2021
Valerie Baeriswyl / AFP
Até o momento, mais de 20 pessoas foram presas pelo ataque, a maioria colombianos, e a polícia afirma que o plano foi organizado por haitianos com ligações fora do país e ambições políticas. Porém, o caso continua obscuro, com muitas perguntas sem resposta.
O Haiti é atormentado pela insegurança e pelas gangues, um flagelo que foi agravado durante a presidência de Moise.
Sua morte reacendeu tensões históricas entre o norte do Haiti e o oeste, onde fica a capital, Porto Príncipe. Entre outros fatores, existe um antigo antagonismo entre os negros descendentes de escravos do norte e os mestiços, também chamados mulatos, do sul e do oeste.
Os moradores do norte lembram que Moise é o quinto chefe de Estado daquela região a ser assassinado no oeste, depois de Jean-Jacques Dessalines, Cincinnatus Leconte, Vilbrun Guillaume Sam e Sylvain Salnave.
Alguns chegaram a erguer barricadas nas estradas que levam a Cabo Haitiano para impedir que as pessoas da capital comparecessem ao funeral.
Médico Ariel Henry, de 71 anos, toma posse como primeiro-ministro do Haiti
Por enquanto, o país não tem um parlamento funcional e poucos senadores eleitos. O governo interino instalado nesta semana não tem presidente.
Moise governou o país, o mais pobre das Américas, por decreto depois que as eleições legislativas de 2018 foram adiadas devido a várias disputas.
Além das eleições presidenciais, legislativas e locais, o Haiti tinha marcado para setembro um referendo constitucional, que já foi adiado duas vezes devido à pandemia do coronavírus.

Fonte: G1 Mundo

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Tóquio 2020 x Rio 2016: veja as diferenças na cerimônia de abertura


Os Jogos Olímpicos de Tóquio começam oficialmente nesta sexta (23) após adiamento de um ano por causa da pandemia de Covid-19. Veja as diferenças em relação à olimpíada do Rio em 2016. Vista externa do Estádio Olímpico de Tóquio e do Maracanã durante queima de fogos nas cerimônias de abertura de Tóquio 2020 e Rio 2016
Kim Kyung-Hoon/Reuters; Pilar Olivares/Reuters
Fotos mostram as diferenças durante o hasteamento da bandeira do país sede na abertura dos Jogos Olímpicos do Rio 2016 e de Tóquio 2020
Antonio Bronic/Reuters; Phil Noble/Reuters
Arquibancada – Por causa da pandemia de Covid-19, que adiou os Jogos Olímpicos de Tóquio para 2021, a cerimônia de abertura foi realizada sem público
Stefan Wermuth/Reuters; Martin Bureau/AFP
Vista geral do Estádio Olímpico de Tóquio e do Maracanã durante as cerimônias de abertura de Tóquio 2020 e Rio 2016
Pawel Kopczynki/Reuters; Fabrizio Bensch/Reuters
Fotos mostram a entrada da delegação brasileira durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e Tóquio 2020
Juan Mabromata/AFP; Martin Bureau/AFP
Pita Taufatofua, o ‘besuntado de Tonga’, durante a entrada da delegação do país nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e Tóquio 2020
Matt Slocum/AP; Mike Blake/Reuters

Fonte: G1 Mundo

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Cuba nega ‘repressão contra o povo’ e critica sanções americanas


Ministro de Relações Exteriores de Cuba negou que manifestantes tenham sido presos em seu país. Carros revirados em Havana após protestos contra o governo de Cuba, no domingo (11).
YAMIL LAGE / AFP
O governo de Cuba classificou as sanções anunciadas na quinta-feira (22) por Washington contra seu ministro da Defesa como caluniosas.
O regime também negou que tenha havido na ilha “um ato de repressão contra o povo” durante os protestos do último dia 11.
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Os Estados Unidos impuseram sanções ao ministro cubano Álvaro López Miera e a uma unidade policial contra motins pela repressão às manifestações populares recentes na ilha.
O ministro de Relações Exteriores cubano, Bruno Rodríguez, afirmou que não houve em Cuba “um ato de repressão contra o povo, como não houve nenhuma explosão social”.
“As sanções são irrelevantes, porque me consta que esse ministro não possui contas em bancos americanos e nunca me disse que estava interessado em fazer turismo em Miami, mas são relevantes a partir da implicação política agressiva”, declarou o ministro em entrevista coletiva.
VÍDEO: 3 pontos para entender os protestos em Cuba
Milhares de cubanos saíram às ruas de mais de 40 cidades de Cuba em 11 e 12 de julho para protestar, entre outras coisas, contra a situação ruim da economia e pelo fim da ditadura na ilha.
O país vive uma crise econômica e também enfrenta o aumento de infecções e mortes por Covid-19.
Número oficial de presos não é revelado
As manifestações foram consideradas “pacíficas” pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA, que, ao condenar “a repressão estatal e o uso da força”, relatou pelo menos uma morte e 151 pessoas presas ou com paradeiro desconhecido. A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, pediu a libertação urgente de todos os detidos.
O ministro não quis informar o número de detidos durante as manifestações, mas afirmou que a maioria foi libertada e que não há nenhum menor de idade preso. Também assinalou que, em todos os casos, foi respeitado o devido processo, com a assistência de advogados.
“Foram divulgadas listas de desaparecidos, declaro aqui que elas são absolutamente falsas e nego que haja um caso sequer”, enfatizou Rodríguez. Houve denúncias publicadas nas redes sociais de detidos e pessoas não localizadas.
O presidente americano, Joe Biden, ou funcionários do seu governo “não têm absolutamente nenhuma autoridade moral para pedir que sejam libertadas pessoas presas em Cuba”, disse ele.
Pouco antes, Rodríguez havia publicado em uma rede social que os EUA “deveriam aplicar a si próprios a Lei Global Magnitsky, pelos atos de repressão cotidianos e brutalidade policial, que custaram 1.021 vidas em 2020”.
A Lei Magnitsky permite que os EUA sancionem estrangeiros suspeitos de violações graves dos direitos humanos ou corrupção em larga escala, e foi citada pelo Tesouro americano para justificar as sanções.
Além de López Miera, o Tesouro anunciou que bloqueou os interesses e propriedades da Brigada Especial Nacional do Ministério do Interior de Cuba. Segundo a instituição, as sanções correspondem a supostos abusos dos direitos humanos ocorridos durante as manifestações recentes na ilha.
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Fonte: G1 Mundo