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‘É reposição, não é aumento’, dizem ministros do STF após Senado subir salário para R$ 39,2 mil 432

Após o Senado aprovar projeto de lei que prevê reajuste de 16,38% nos salários dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), integrantes da Corte afirmaram que o percentual do reajuste apenas repõe a perda nos contracheques com a inflação e não seria um “aumento” salarial.

O Senado Federal aprovou na quarta-feira (7) o reajuste salarial dos ministros do STF e do procurador-geral da República, cargo hoje ocupado por Raquel Dodge. O salário dos magistrados hoje é de R$ 33,7 mil e passará a ser de R$ 39,2 mil.

“O Senado é que decidiu. Nós temos uma defasagem e ela [a reposição] cobre uma parte dessa defasagem dos vencimentos dos juízes em relação à inflação”, afirmou o ministro Ricardo Lewandowski.

“É uma reposição do poder aquisitivo considerado o período entre 2009 e 2014, e era para estar aprovado desde 2016”, disse o ministro Marco Aurélio Mello.

O Senado aprovou o reajuste após os ministros do STF incluírem o percentual na proposta de Orçamento do tribunal para o próximo ano, por 7 votos a 4, em sessão administrativa realizada em agosto.

Votaram a favor da inclusão do reajuste no Orçamento os ministros Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. Os ministros Edson Fachin, Rosa Weber, Celso de Mello e Cármen Lúcia, presidente da Corte à época, foram contrários ao reajuste.

O projeto de lei aprovado pelo Senado foi apresentado ao Congresso em 2015, pelo ministro Ricardo Lewandowski, então presidente do STF. Para se tornar lei, a proposta precisa ainda da sanção do presidente da República, Michel Temer (MDB).

Nesta quinta-feira, Marco Aurélio afirmou que o projeto não foi aprovado anteriormente pois a ministra Cármen Lúcia, que sucedeu Lewandowski na presidência do STF, sinalizou ao Congresso que o reajuste não seria “oportuno”.

“Por que não foi aprovado? Depois de costurada essa reposição, que não é aumento, é reposição do poder aquisitivo, e parcial, costurada com Executivo e aprovada na Câmara, estava para votação simbólica no Senado”, disse Marco Aurélio. “Na gestão anterior, a presidente que tomaria posse, quando foi levar convite ao presidente do Senado, sinalizou que não era oportuno. E se já não era oportuno em 2016, hoje, com a situação econômica, financeira da União e dos Estados, muito menos. Agora, é reposição.”

Os ministros conversaram com jornalistas ao chegar para a sessão desta quinta-feira no STF.

Mais cedo, o atual presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, elogiou a aprovação do reajuste e também afirmou não se tratar de um aumento, mas de reposição da inflação dos últimos anos. Toffoli fez a afirmação a uma plateia de desembargadores, presidentes dos Tribunais de Justiça dos estados, e foi aplaudido ao citar o aumento salarial.

“Para a felicidade nossa, ontem, com a aprovação do projeto de lei do subsídio e também agradeço às senhoras e aos senhores que sei que também atuaram e enviaram esforços, junto ao Congresso Nacional no sentido de deixar claro o quão justo e correto era essa revisão, uma vez que na verdade trata-se de uma recomposição de perdas inflacionárias em um período já bastante antigo, de 2009 a 2014”, disse o presidente do STF.

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Moro vê “leniência” no sistema carcerário e defende mais vagas e “endurecimento” 90

O juiz federal Sergio Moro, indicado como futuro ministro da Justiça e Segurança Pública do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta quinta-feira (8) que é preciso criar novas vagas no sistema carcerário brasileiro, hoje superlotado, mas também adotar “eventualmente um filtro melhor”. Ele também defendeu um “endurecimento” para penas de condenados por crimes de extrema gravidade.

Falando a jornalistas ao lado do atual ministro da Justiça, Torquato Jardim, na sede da pasta, em Brasília, o magistrado que comandou a Operação Lava Jato no Paraná disse ainda que assumir o ministério será como “trocar o motorista sem estacionar”, mas que não é “daqueles que assumem reclamando que existe uma herança maldita”.

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Moro está em Brasília desde ontem (7), quando se encontrou com o atual ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Após aquela reunião, afirmou que assumir o novo cargo seria como “trocar o pneu com o carro andando”. Hoje, disse ter pensado mais para adaptar a analogia. “E realmente isso envolve uma série de dificuldades”, completou.

O futuro ministro foi questionado sobre a sua posição diante da defesa de Bolsonaro por prender mais e manter criminosos presos, tendo em vista o déficit de cerca de 350 mil vagas no sistema penitenciário. O Depen (Departamento Penitenciário Nacional) será um dos órgãos subordinados ao “superministério” comando pelo juiz.

“Evidentemente a questão carcerária é um problema, e nós estamos refletindo sobre ela da forma mais apropriada. É necessário criar vagas, é necessário eventualmente ter um filtro melhor. Agora, é inequívoco que existe no sistema carcerário muitas vezes um tratamento leniente, ao meu ver, para crimes praticados com extrema gravidade”, declarou.

Ele então citou casos de homicídio qualificado em que os assassinos ficam poucos anos presos em regime fechado. “Para esse tipo de crime tem que haver um endurecimento”, defendeu Moro.
Troca de elogios

Torquato Jardim contou que conversou com Sergio Moro por algum tempo –menos de meia hora– e expôs mediante documentos a estrutura, os principais projetos e as pendências mais urgentes do ministério, além das disponibilidades orçamentárias. Em seguida, desejou ao sucessor “todo o sucesso possível”.

“Que o senhor tenha aqui no ministério uma carreira ao menos tão brilhante quanto foram os 22 anos de magistratura”, elogiou o ministro.

Segundo Moro, sua intenção é dar continuidade “ao bom trabalho que vem sendo realizado, aos bons projetos que estão sendo executados, para evitar perda de continuidade”.

“Existem carências da área da justiça e da segurança pública que são notáveis, mas que precedem muito a gestão de vossa excelência no ministério. E é inegável que houve avanços nos últimos anos nessa área. Eu pretendo, se contar com um pouco de sorte, poder aprofundar esses avanços”, declarou.
Projetos no Legislativo

Sergio Moro foi questionado ainda sobre como pretende consolidar os avanços da Lava Jato por meio da relação com o Congresso e o que fazer com o projeto das 10 medidas contra a corrupção, criado em 2015 pelo MPF (Ministério Público Federal).

“São várias medidas em gestação, vários planos, acredito que existem várias ideias boas, mas essa posição de assumir essa responsabilidade é uma posição muito recente para mim. Tem uma semana, literalmente dizendo. Então tudo isso está sendo planejado”, afirmou.

Segundo o futuro ministro, as propostas serão dialogadas com o Parlamento, e as eleições transmitiram um recado de que há uma insatisfação grande da população com a segurança pública tanto para o novo governo, quanto para os parlamentares novos e reeleitos.

“É um problema sério, difícil de ser tratado, e precisa ser equacionado. Em parte, por medidas executivas, independentemente de lei, mas é o momento propício para a apresentação de um projeto legislativo. As 10 medidas que foram apresentadas pelo Ministério Público estão dentro desse radar”, comentou.

De acordo com o juiz, algumas dessas propostas serão resgatadas, mas outras “talvez agora não são tão pertinentes como eram no passado”. “E certamente há coisas novas que devem ser inseridas”, acrescentou.

“Mas não existe ainda esse plano específico para que eu possa até colocar para a população e a sociedade para uma discussão mais sólida. E seria péssimo adiantar algumas dessas ideias sem que elas estivessem suficientemente amadurecidas”, disse.

Ele concluiu dizendo que a ideia é apresentar “um plano forte, mas simples, para que seja aprovado em um tempo breve no Congresso, anticorrupção e anti crime organizado”. “São as duas prioridades da próxima gestão.”

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Paulo Guedes quer restringir reajuste a servidor

A equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), pretende ser linha-dura nas negociações de reajuste dos salários dos servidores públicos. A estratégia é conseguir não só o adiamento do reajuste dos servidores de 2019 para 2020, como também restringir aumentos nos anos seguintes do mandato, segundo apuraram o jornal “O Estado de S. Paulo” e o Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado).

A intenção é conceder “nada além” do que a legislação obriga. A folha de pessoal é a segunda maior despesa do Orçamento, depois dos benefícios previdenciários, e o item dos gastos obrigatórios onde há margem de manobra para cortes.

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O governo de transição articula nos bastidores a aprovação da medida provisória (MP) que adia o reajuste, encaminhada em setembro pelo governo Michel Temer. A aprovação é um dos itens prioritários na agenda de interesse do novo governo com o Congresso.

Um integrante da equipe de transição de Bolsonaro informou que os salários de categorias mais elevadas são altos e há espaço para a contenção de gastos nessa rubrica orçamentária.

A prioridade zero da equipe do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, é “cortar, cortar, cortar” as despesas, disse a fonte. Para acelerar o ajuste, o time da transição avança na elaboração de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) com instrumentos para desamarrar o Orçamento das diversas vinculações. O governo só pode dispor livremente de 7,1% das despesas previstas no Orçamento de 2019, o primeiro do próximo presidente.
Gatilhos

A equipe de Bolsonaro também conta como aliados os gatilhos que podem ser acionados em caso de descumprimento do teto de gastos. A emenda constitucional que criou o limitador de despesas prevê uma série de ações a serem adotadas, como a proibição de reajuste salarial, criação de cargos e concessão de novas renúncias.

O risco de estouro do teto não é visto como algo tão grave num contexto em que as medidas forem sendo adotadas. O importante, na visão da equipe, é o efeito “econômico” da política que for adotada.

É nesse cenário que se insere a necessidade de pagamento à Petrobras do valor devido pela União na revisão do contrato de cessão onerosa de exploração do pré-sal para abrir caminho ao megaleilão que pode render R$ 100 bilhões.

O grupo da transição recebeu informações de que o Tesouro pode ficar com pelo menos R$ 60 bilhões do resultado do leilão, após pagar a Petrobras. O problema é que o teto de gasto não comporta o pagamento bilionário à estatal, de teria de ser registrado no Orçamento.

A equipe defende que não seja feita nenhuma manobra para escapar do teto, mesmo que para isso ele seja descumprido, o que acionaria os gatilhos, considerados importantes “armas” para o ajuste fiscal.

O leilão na área de telecomunicações (5G de telefonia celular) também é considerado importante fonte de recursos.

As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

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Equipe de transição de Bolsonaro cria secretaria-geral para acomodar Bebianno

Brasília

A equipe de transição de governo de Jair Bolsonaro criou nesta quinta-feira (8) um posto de comando para o ex-presidente do PSL Gustavo Bebianno.

Ele assumirá a Secretaria-Geral do gabinete, a qual ficam submetidas as áreas administrativa, de gestão interna e cerimonial.

Com isso, ele passa a dividir com o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a coordenação do grupo.

Advogado do presidente eleito, Bebianno é um dos nomes mais próximos ao capitão reformado. Embora já tivesse sido nomeado integrante do gabinete de transição, não tinha posto de comando.

Ele já foi cotado para assumir o Ministério da Justiça, que acabou ocupado pelo juiz Sergio Moro. Internamente, aliados defendem que Bebianno ocupe algum cargo de destaque no Palácio do Planalto, como a chefia de gabinete de Bolsonaro ou a Secretaria de Governo.

A criação da Secretaria-Geral será publicada em portaria no Diário Oficial da União na sexta (9).

O texto traz duas novas coordenações: uma para atividades meio, assumidas por Bebianno, e outra para atividades fim, comandada por Lorenzoni.

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Encontro com Temer e Congressistas, além de pressão no STF são ações de mobilização municipalista em Brasília; ATM convoca prefeitos

O presidente da Associação Tocantinense de Municípios (ATM) e prefeito de Pedro Afonso, Jairo Mariano, convoca prefeitos e prefeitas do Tocantins a participarem da última Mobilização Municipalista em Brasília, que ocorre dias 19 e 20 de novembro, na capital Federal. Os gestores participarão de encontro com o presidente da República, Michel Temer, além de audiências no Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF).

O presidente da ATM comenta que o encontro com Temer é para discutir o andamento de pautas apresentadas durante a XXI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, ocorrida em maio deste ano. “Precisamos debater o andamento do Encontro de Contas previdenciárias, RPPS – alíquota suplementar/Pasep; Precatórios; UPAs e outras demandas”, elenca Mariano, que também é vice presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), organizadora da mobilização. O encontro com o presidente da República será no dia 19, tendo vagas limitadas e inscrição prévia.

O movimento municipalista reconhece os avanços obtidos este ano pelos Municípios, entretanto, entende que algumas pautas ainda podem ser definidas nesta legislatura. No dia 20, a previsão é de que os municipalistas se reúnam no STF, às 10h, e no Congresso Nacional às 14h. No Judiciário, a pauta será o pedido de julgamento dos royalties – pauta travada pela suprema Corte há 6 anos. Na ocasião, os gestores entregarão as mais de 80 mil assinaturas já coletadas pelo movimento municipalistas.

Junto aos parlamentares, os gestores devem solicitar avanços de pautas como: Imposto Sobre Serviços (ISS); Nova Lei de Licitações; Lei Kandir; 1% para setembro; RPPS; Piso do Magistério; MP Saneamento; Conselho de Gestão Fiscal; e outras. “No dia 20 estaremos tratando da pauta no Congresso e no Supremo. É muito importante a participação de um bom número de líderes municipalistas”, reforçou o presidente da CNM, Glademir Aroldi.

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Com informações da CNM.

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Célio fala que OAB tem “dinheiro para investir” e em ampliar Procuradoria de Prerrogativas

À frente da chapa “OAB Proativa” na disputa pela presidência da seccional tocantinense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o candidato situacionista Célio Henrique Magalhães Rocha voltou a destacar os avanços da entidade, mas em especial em relação a Procuradoria de Prerrogativas. Apesar do destaque, o postulante projetou melhorias se for eleito.

“No passado, infelizmente, a OAB tinha uma estrutura de atendimento das prerrogativas extremamente precária e essa foi, inclusive, uma das razões que nos motivou a concorrer na eleição passada, para modificar esse cenário. E nós realizamos muito nesse aspecto”, afirmou o candidato, atual secretário geral da Ordem.

Atual presidente da Ordem, Walter Ohofugi destacou estes avanços. “Existia um tratamento amador que era dado para esse importante tema da advocacia. Mas nós contratamos e temos três profissionais atuando diretamente na defesa da advocacia, mais uma estagiária. Temos também 27 procuradores adjuntos voluntários. Saímos de 80 atendimentos na gestão passada para mais de 500”, complementou o atual presidente da Ordem, Walter Ohofugi.

“Com as contas em dia e dinheiro para investir, é possível ampliar o atendimento e dar celeridade na Procuradoria de Prerrogativas. Vamos fazer seleção, através de concurso público, para contratação de dois novos colaboradores, advogados ou advogadas, para atuarem diretamente nas subseções de Araguaína e Gurupi. Teremos a partir disso um sistema de defesa de prerrogativas que congregue tanto a diretoria, quanto o conselho, como os procuradores voluntários e também os profissionais contratados. Será uma equipe muito grande e muito capaz, que defenderá a advocacia das eventuais violações que ocorrerem”, explicou Célio.

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Candidato, Gedeon Pitaluga propõe “Anuidade Zero” para a OAB do Tocantins

Na disputa pela presidência da seccional tocantinense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) com a chapa “OAB Independente”, Gedeon Pitaluga propôs a implantação do programa denominado “Anuidade Zero”, caso seja eleito. Segundo o candidato, o sistema funcionará por meio de um aplicativo de cashback [dinheiro de volta].

A proposta é que a cada compra feita nos estabelecimentos conveniados pelo aplicativo, o advogado e a advogada acumulam pontos, que podem ser trocados por descontos na anuidade. Esses descontos podem chegar a totalidade do valor da taxa da anuidade da OAB Tocantins.

Gedeon Pitaluga destaca que o programa Anuidade Zero não é uma proposta de isenção e não gera frustração de receita. Trata-se de um programa já aplicado em seccionais de outros Estados em forma de parceria com empresas privadas.

“A anuidade da OAB Tocantins é uma das mais caras do país. Isso onera principalmente os jovens advogados que estão no início de suas carreiras e passando por dificuldades por não terem se estabelecido na profissão ainda. O programa é um benefício direto para o advogado, que pode reduzir o valor da sua anuidade de forma simples e fácil, com o consumo que faz no dia a dia”, garantiu.

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Câmara aprova LDO com 11 emendas e previsão de orçamento de R$1,2 bi para Palmas

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2019 de Palmas foi aprovada na manhã desta quinta-feira, 8, por unanimidade com 11 emendas dos vereadores da Capital e orçamento previsto de R$1.208,868,000,00 bilhão.

O relator da LDO, vereador Gerson Alves, apresentou a matéria na pauta da sessão desta quinta e ressaltou a agilidade na análise da proposta do Executivo e contribuição dos parlamentares da Casa. “Considero a participação efetiva dos vereadores, todos contribuíram e o Executivo fez a sua parte com um projeto claro e que atende toda a demanda da população palmense”, afirma.

O relator ainda destacou que a agilidade na votação contribui para que a Prefeitura execute as atividades previstas para o ano de 2019 com maior tempo de planejamento, sem atropelos.

“Aguardamos o PPA (Plano Plurianual) até 15 de novembro e a LOA (Lei Orçamentária Anual) até 30 de novembro de 2018, com isso, devemos votar o orçamento até 15 de dezembro”, finalizou Gerson Alves.

Das emendas aprovadas se destacam a que trata da destinação de 1,2% do orçamento para as emendas impositivas dos parlamentares do Município, o que quer dizer que cada um dos 19 vereadores dispõe de cerca de R$ 650 mil em recursos que deverão ser empregados em projetos e obras da Capital. Outra emenda fixou em 6% o orçamento da Câmara Municipal.

De acordo com o presidente da Casa, vereador Folha (PSD), a votação foi positiva, fato que é comprovado pelo consenso de todo o plenário. “É uma lei que contempla um planejamento estratégico e a boa execução com certeza vai nortear de forma ordenada as ações do Executivo para o próximo ano”, destacou o líder da Casa.

A previsão do Executivo é de uma arrecadação de R$ 1,208 bilhão, com 1,029 bilhão em Receita Corrente Líquida (RCL).

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Próximo defensor público geral do TO será escolhido em votação nesta sexta

Defensoras e defensores públicos do Estado do Tocantins participam nesta sexta-feira, 9, da eleição para a escolha do defensor público-geral no Estado para o biênio 2019/2021. A votação será realizada das 9 horas às 17 horas por meio do sistema de voto eletrônico, que permite aos membros realizar o voto mesmo que não estejam na sede da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO).

O prazo para registro de candidaturas ocorreu de 8 a 10 de outubro, tendo sido registrada candidatura única, do defensor público de 1ª Classe e titular da 22ª Defensoria Pública Criminal de Palmas, Fábio Monteiro dos Santos.

Atual defensor público-geral no Tocantins, Murilo da Costa Machado destaca a importância de todos os membros da Defensoria participarem do pleito, cujo voto é obrigatório. A DPE-TO tem 112 defensoras e defensores públicos e todos devem votar.

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Votação da LDO 2019 fica para a próxima semana por falta de quórum na AL

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2019 aprovada na Comissão de Finanças com 11 emendas e orçamento de R$10,2 bilhões na manhã dessa útima quarta-feira, 7, deve ir à votação em plenário apenas na semana que vem. Apesar de estar ocorrendo uma sessão na manhã dessa quinta-feira, 7, falta quórum para votar a LDO e conforme apurou o T1 Notícias, os deputados já acordaram em deixar para votar a matéria somente na próxima semana por haver prazo. Apenas 10 parlamentares estão na Assembleia Legislativa nesta manhã, conforme painel.

O T1 Notícias tentou entrar em contato com o deputado Paulo Mourão (PT) que havia feito diversas críticas sobre a votação apressada, mas sem sucesso. Ainda ontem, o parlamentar que havia feito diversos pedidos de esclarecimento, pediu para que a votação ocorresse somente na próxima semana.

Apresentação do Relator

A proposta do Executivo recebeu inicialmente 38 emendas parlamentares, das quais 27 foram rejeitadas. De 11 aprovadas, três foram aceitas de forma parcial. Também foram incluídas no texto original nove emendas do relator, deputado José Bonifácio (PR). Antes da votação final na Comissão, os deputados Elenil da Penha (MDB) e Olyntho Neto (PSDB) pediram vistas, a fim de se inteirarem melhor sobre o texto.

Em relação às propostas dos demais parlamentares, estão as reivindicações dos deputados para investimentos nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e segurança pública. No entanto, parte delas foi rejeitada por não haver disponibilidade financeira para o exercício de 2019, conforme o relator.