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VÍDEO: Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO de quarta-feira, 2 de setembro de 2026


Veja os principais destaques desta edição.

Fonte: G1 Tocantins

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STJ manda soltar ex-secretária e ex-superintendente da Saúde de Palmas suspeitos de fraudes na gestão de UPAs


Justiça manda soltar ex-secretária e ex-superintendente investigados por fraudes nas UPAs
dom, Andreis Vicente da Costa, tiveram um pedio nesta quarta-feira (2) por decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Eles haviam sido presos pela Polícia Civil durante investigações sobre suspeitas de direcionamento, superfaturamento e fraudes em um contrato de R$ 139 milhões para a terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital.
A ex-secretária de Saúde de Palmas, Dhieine Caminski, e o ex-superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa, tiveram pedidos de soltura expedidos nesta quarta-feira (2) por decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ambos haviam sido presos pela Polícia Civil durante investigações sobre suspeitas de direcionamento, superfaturamento e fraudes em um contrato de R$ 139 milhões para a terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital.
A empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, apontada pelas investigações como lobista do esquema, também teve habeas corpus aceito pela Justiça. No entanto, até a última atualização desta reportagem, ainda não havia sido publicado um pedido formal de soltura.
O caso teve início com a Operação Falsa Emergência, deflagrada pela Polícia Civil do Tocantins em junho deste ano para investigar irregularidades na contratação da entidade filantrópica Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba. O acordo, oficializado em março de 2026, previa a administração das UPAs Norte e Sul de Palmas por R$ 139,1 milhões.
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As decisões foram concedidas individualmente pelo ministro relator Reynaldo Soares da Fonseca. Ao autorizar a soltura, o magistrado substituiu a prisão preventiva pelas seguintes medidas cautelares:
Uso de tornozeleira eletrônica;
Proibição de acesso a órgãos públicos;
Proibição de manter contato entre si;
Comparecimento periódico à Justiça.
No caso de Andreis Vicente, a decisão autorizou a convivência familiar e afetiva com a companheira, Cláudia Fernanda.
A defesa de Dhieine Caminski afirmou que aguarda as comunicações oficiais para a expedição do alvará de soltura e reiterou confiança no esclarecimento dos fatos ao longo do processo.
Já os advogados de Andreis Vicente, destacaram que a decisão garante ao investigado o direito de responder em liberdade e de se defender, ressaltando que ele ainda não havia sido intimado para prestar esclarecimentos.
A defesa de Cláudia Fernanda comemorou as decisões: “A legalidade começou a ser restituída”, afirmou.
Secretária Dhieine Caminski; e o superintendente Andreis Vicente da Costa
Reprodução/Prefeitura de Palmas
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Ao analisar os pedidos de habeas corpus, o ministro avaliou que a prisão preventiva não é mais necessária nesta fase do processo. Ele considerou que os investigados já foram exonerados dos cargos públicos, a apuração policial foi concluída, os supostos crimes não envolveram violência e ambos são réus primários com residência fixa.
Na decisão sobre a ex-secretária, o relator destacou ainda que o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) havia acrescentado novos fundamentos — como a ordem pública — não presentes no decreto de prisão original de primeira instância, o que é vedado pela jurisprudência dos tribunais superiores.
Com a concessão da ordem pelo STJ, a 3ª Vara Criminal de Palmas ficará responsável pela fiscalização direta do cumprimento das medidas cautelares e do monitoramento eletrônico. Os réus devem apresentar defesa prévia no processo, que tramita sob segredo de Justiça.
Entenda
Os três são investigados pela Polícia Civil e estão presos desde junho. Eles são apontados como os principais suspeitos terem organizado um suposto esquema para a terceirização das UPAs de Palmas pelo no valor de R$ 139 milhões.
O inquérito da Polícia Civil foi concluído no dia 20 de junho. Ao todo, dez pessoas foram indiciadas. Elas respondem por crimes como desvio de dinheiro público, corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. No dia 27 de junho, eles foram denunciados e viraram réus em ação penal.
Contrato suspenso pelo TCE
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o contrato após identificar indícios de irregularidades e por não ver vantagem econômica para a cidade. O órgão deu 60 dias para que a Prefeitura de Palmas reassuma a gestão das UPAs, garantindo que o atendimento aos moradores não seja interrompido.
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Fonte: G1 Tocantins

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Eleições 2026: veja como foi o dia dos candidatos ao governo do Tocantins nesta quarta-feira (2)

Veja como foi a agenda dos candidatos ao governo do Tocantins nesta quarta-feira (2)
Entre os candidatos mais bem colocados na última pesquisa Quaest, apenas Vicentinho Júnior (PSDB) cumpriu agenda nesta quarta-feira (2). Já a professora Dorinha (União) não teve compromissos de campanha.
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Vicentinho Júnior (PSDB)
Vicentinho Júnior visitou o comércio de Guaraí na manhã desta quarta-feira e, no período da tarde, esteve no setor agroindustrial de Colinas.
Professora Dorinha (UNIÃO)
Já a candidata Professora Dorinha não realizou atividades de campanha nesta quarta-feira.
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Agenda dos candidatos
A TV Anhanguera iniciou no dia 31 a cobertura das agendas dos candidatos ao governo estadual, conforme os critérios definidos com representantes dos partidos e coligações.
A frequência da cobertura segue o desempenho de cada candidato na pesquisa Quaest mais recente, conforme acordo firmado com representantes dos partidos e coligações.
Candidatos que registraram 15% ou mais das intenções de voto terão a agenda exibida nas segundas, quartas e sexta-feiras. Para aqueles que aparecem com 5% a 14% a cobertura será nas terças e quinta-feiras. Para quem tem menos de 5% será uma vez por semana. Candidatos que não pontuaram (menos de 1%), será uma vez a cada 15 dias.
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Fonte: G1 Tocantins

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Henrique e Juliano são processados em R$ 5 milhões após troca de empresa de ingressos para shows


Henrique e Juliano
Divulgação
Quatro empresários do Espírito Santo ingressaram com uma ação na Justiça do Tocantins, cobrando R$ 5 milhões dos cantores sertanejos Henrique e Juliano por quebra de contrato. O processo, que tramita na 3ª Vara Cível de Palmas, aponta o descumprimento de um acordo de exclusividade para a venda de ingressos dos shows da dupla e pede, também, indenização pelos lucros que os autores deixaram de obter.
A ação é movida contra as empresas 2M Participações e Investimentos Ltda. e Vida Nova Produções e Eventos Ltda., das quais os cantores são sócios.
A juíza Edssandra Barbosa da Silva Lourenço negou o pedido de liminar (de urgência) feito pelos empresários. Entre os motivos, a magistrada destacou a existência de outro processo, que tramita em segredo de justiça, e discute a própria validade do contrato firmado entre as partes.
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Em nota, a assessoria jurídica da dupla sertaneja contestou integralmente as acusações, afirmando a inexistência de decisão judicial que reconheça qualquer dívida e informando que os argumentos e provas serão apresentados no momento oportuno (veja a nota na íntegra ao final da reportagem).
O g1 solicitou um posicionamento da defesa dos autores do processo, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Agora no g1
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Segundo a decisão à qual o g1 teve acesso, os empresários assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) com a 2M Participações em 18 de agosto de 2022. No acordo, os empresários do ES passaram para a empresa de Henrique e Juliano o controle majoritário de três sociedades, além dos direitos sobre a marca e o software da plataforma LeBillet.
Como contrapartida, ficou estabelecido que a dupla deveria garantir preferência à LeBillet na comercialização dos ingressos dos eventos e apresentações de Henrique e Juliano, com algumas raras exceções.
Além de negar o pedido de liminar, a magistrada também determinou a inclusão da empresa Vida Nova Produções e Eventos Ltda. como ré na ação. As duas empresas ligadas a Henrique e Juliano foram notificadas e obtiveram prazo legal de 15 dias úteis para apresentar defesa. O caso segue em tramitação na Justiça.
Nota da defesa de Henrique e Juliano na íntegra
Em resposta aos questionamentos, a assessoria jurídica de Henrique & Juliano afirma a inexistência de qualquer decisão judicial que reconheça a alegada dívida mencionada na primeira reportagem publicada pelo portal Folha Vitória.
As afirmações divulgadas refletem exclusivamente a versão apresentada por antigos parceiros comerciais, e dizem respeito a questões contratuais ainda submetidas à apreciação da Justiça.
Contestamos integralmente tais alegações, e no momento oportuno os argumentos e provas serão apresentados no foro adequado.
Reafirmamos ainda, que este assunto será tratado, única e exclusivamente no âmbito judicial.
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Fonte: G1 Tocantins

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Vídeo mostra briga entre sócios de fazenda vendida por R$ 25 milhões a Alexandre Pires


Imagens mostram confronto entre sócios
Um vídeo ao qual o g1 teve acesso mostra os sócios de uma fazenda vendida ao cantor Alexandre Pires por R$ 25 milhões, em Dianópolis, na região sudeste do Tocantins, em uma confusão durante uma reunião familiar, em julho. Os sócios são Renato Junio Pinto Guimarães, Gabriel Alves de Freitas e Matheus Alves de Freitas. A propriedade foi negociada por Gabriel e Matheus. Após o negócio, Renato Junio entrou na Justiça alegando ter sido excluído da negociação. (Veja vídeo acima)
A fazenda fica em Dianópolis, no sudeste do Tocantins. Renato Junio afirma não ter recebido dos sócios Gabriel Alves de Freitas e Matheus Alves de Freitas a parte que lhe caberia na venda. Em nova decisão, a Justiça acionou o Ministério Público do Tocantins para apuração de possíveis crimes, após uma escalada de conflito.
Nas imagens, é possível ver uma caminhonete se aproximar de uma fazenda e bater contra o portão. Dois homens saem do veículo, atravessam uma cerca e entram na propriedade.
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Alexandre Pires teria comprado fazenda no Tocantins por R$ 25 milh
Érico Andrade/g1
A defesa de Gabriel e Matheus foram procuradas para pronunciamento sobre o processo e a suposta briga, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem. A defesa do cantor também foi procurada e ainda não se manifestou.
Em nota, a defesa de Renato afirma que houve ameaças e intimidações para contornar uma decisão judicial que reconheceu, liminarmente, direitos sobre o imóvel. O escritório afirmou que o cantor tinha conhecimento de que o lote pertencia a três pessoas, e que o próprio Renato chegou a apresentar o Lote 8 da Fazenda Buriti a Alexandre, antes da compra ser efetivada (Leia íntegra abaixo).
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Reprodução
Entenda o caso
A venda de um lote de fazenda ao cantor Alexandre Pires acabou se tornando uma disputa judicial envolvendo uma propriedade milionária e uma sociedade rural de fato entre três homens.
O sócio Renato Junio Pinto Guimarães alega ter sido excluído da negociação da propriedade. Ele teria apresentado o Lote 8 da Fazenda Buriti para Alexandre antes de a compra ser efetivada. Na ação, Renato pede a anulação de um terço da venda, sustentando que tinha direito a essa fração da propriedade e que o negócio com o cantor foi feito sem o seu consentimento.
Na sociedade rural de fato, o grupo seria responsável pela gestão das fazendas Catarina, Sempre Verde, Arara Preta e do Lote 8 da Buriti.
Conforme Renato Junio, a divisão operacional do grupo era definida da seguinte forma: ele gerenciava as fazendas diretamente, enquanto os réus assumiam a parte administrativa e documental. Ele afirma que os registros das propriedades rurais foram feitos nos nomes de Gabriel e Matheus por conveniência do grupo.
Em uma decisão de junho, o juiz Rodrigo da Silva Perez Araújo considerou os documentos assinados pelos três envolvidos, apresentados como prova por Renato Junio, como indícios suficientes de que ele não era apenas um funcionário nas propriedades, mas atuava na gestão e possuía uma relação de parceria comercial com os dois na exploração das terras desde 2019.
Posteriormente, Renato apresentou à Justiça novas informações, incluindo um vídeo, fotos e boletim de ocorrência. Segundo ele, maquinários foram levados e 11 animais foram soltos em direção a uma rodovia.
No processo, Gabriel e Matheus alegam que os maquinários e ferramentas — trator, pulverizador e motosserras — teriam sido adquiridos apenas pelos dois, e não pela sociedade, que incluiria Renato.
A Justiça determinou a catalogação e avaliação judicial de bens, máquinas e gado, como medida de urgência para preservar o patrimônio da suposta sociedade rural, evitar desvio e prevenir a dilapidação.
O juiz Rodrigo da Silva Perez Araújo intimou Renato para responder sobre as alegações de posse dos maquinários e advertiu os réus para não impedirem a gestão e o uso comum dos bens vinculados à atividade agropecuária, sob risco de medidas mais gravosas, como a retirada da posse de bens.
No dia 27 de agosto, foi realizada uma audiência de conciliação sobre a venda do lote da fazenda para o artista Alexandre Pires, mas as partes não chegaram a um acordo amigável.
Íntegra da defesa de Renato Junio Pinto
O escritório Moraes Advocacia Rural, por meio do advogado Aahrão de Deus Moraes, esclarece que, junto com o cliente, Renato Junio Pinto Guimarães, buscaram de todas as formas a conciliação entre os envolvidos, visando a pacificação da demanda.
Infelizmente o resultado foi contrário. Intimidações através de policiais apaisana, ameaças e até violência já foram utilizadas, com a clara intenção contornar a decisão proferida pelo Poder Judiciário de Dianópolis, que liminarmente reconheceu a existência de uma sociedade de fato, além de direitos à propriedade vendida ao Senhor Alexandre Pires.
O comprador, por sua vez, consciente da controvérsia já existente, inclusive judicializada, ainda assim manteve o negócio, comprando o imóvel, mas desprezando certidões imprescindíveis, o que representa clara falta de boa-fé.
Entendemos que a composição entre todas as partes seja o melhor caminho, da mesma forma que permanecemos integralmente aberto ao diálogo e ao acordo, evitando, sempre que possível, medidas mais gravosas, como a discussão sobre eventual anulação da venda, contribuindo para a segurança jurídica e para o contínuo desenvolvimento do agronegócio no Estado do Tocantins.
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Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEO: Jornal Anhanguera 1ª Edição-TO de quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Fonte: G1 Tocantins

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Perseguição e ‘ameaças espirituais’: veja o que se sabe sobre o líder religioso que responde por 19 crimes


Líder religioso é indiciado por 19 crimes após denúncias de fiéis em Palmas
Um líder religioso, de 38 anos, foi indiciado pela Polícia Civil por suspeita de crimes praticados contra frequentadores de uma instituição em Palmas. O suspeito fazia ameaças envolvendo supostos males espirituais, doenças e morte contra pessoas que manifestavam intenção de deixar a instituição.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a investigação aponta que o homem se aproveitava da influência sobre os fiéis para criar um ambiente de controle, submissão e medo. Apenas as iniciais F.C.L foram divulgadas pela polícia e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
Veja abaixo o que se sabe sobre o líder religioso que responde por 19 crimes no Tocantins.
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Imagem ilustrativa de vítima de assédio
Reprodução/ TV Anhanguera
O que levou ao indiciamento do homem?
A Polícia Civil informou que o homem foi indiciado por crimes após denúncias feitas por frequentadores da instituição religiosa. As conclusões policiais foram fundamentadas em depoimentos de vítimas e testemunhas, laudos técnicos e gravações de áudio.
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Como o suspeito atuava?
As investigações apontam que informações pessoais e segredos compartilhados por fiéis durante aconselhamentos eram posteriormente usados para constranger ou expor fiéis diante de outros membros da instituição.
O que fiéis relataram?
Entre as denúncias apuradas pela polícia está o relato de uma frequentadora que afirmou ter sido vítima de abuso sexual. A mulher contou ter sofrido toques de cunho sexual sem consentimento e, segundo o relato, o dirigente alegou que estava “incorporando uma entidade espiritual” para justificar o ato. Após o episódio, ela também teria sido alvo de assédio e teve a casa invadida pelo suspeito durante a noite.
As vítimas também detalharam episódios de violência física e cárcere moral. Uma mulher contou ter sofrido agressões físicas e ter sido proibida pelo líder de buscar atendimento médico, sob ameaças de castigos espirituais. Outra pessoa declarou que foi obrigada a permanecer no templo e impedida de prestar auxílio à própria filha, que necessitava de atendimento hospitalar.
Foram identificados, ainda, casos de agressão, falas e atos discriminatórios praticados pelo líder contra as vítimas, relacionados a raça, orientação sexual e identidade de gênero.
O que a polícia apurou sobre o uso de drogas na instituição?
Segundo a investigação, o líder religioso fornecia e incentivava o consumo de maconha e cocaína entre frequentadores. A polícia afirma que ele justificava a prática dizendo que as substâncias ajudariam na conexão espiritual dos participantes.
Quais os 19 indiciamentos?
Foram 6 indiciamentos por violência psicológica contra a mulher, 3 indiciamentos por ameaça, 2 indiciamentos por injúria, além de indiciamentos adicionais por perseguição, importunação sexual, violação de domicílio, lesão corporal, injúria real, discriminação por identidade de gênero e indução ao consumo de drogas.
Todos os procedimentos foram remetidos ao Poder Judiciário para que as medidas penais cabíveis sejam tomadas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Ossada humana é encontrada após queimada em área verde de Palmas


Ossada humana é encontrada na região norte de Palmas
Uma ossada humana foi encontrada na manhã desta quarta-feira (2) em uma área de mata atingida por uma queimada na região norte de Palmas. O Instituto Médico Legal (IML) esteve no local e recolheu os ossos, que devem passar por exame de identificação.
Conforme apurado pela TV Anhanguera, pessoas que passavam pelo local encontraram um crânio e chamaram os policiais militares. Outros ossos foram localizados em estado avançado de decomposição, que foi agravada devido ao calor da queimada. Por causa das chamas, parte da ossada foi danificada.
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O caso foi registrado por volta das 10h24, entre as quadras 407 Norte e 409 Norte. A suspeita é que os ossos sejam de um homem, que ainda não teve o nome identificado.
O caso é investigado pela 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa de Palmas.
Ossada humana é encontrada na região norte de Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
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Fonte: G1 Tocantins

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Com vestido e salto alto, influenciadora do Tocantins faz embaixadinhas e viraliza; VÍDEO


Com vestido e salto alto, influenciadora do TO faz embaixadinhas e surpreende seguidores
A influenciadora Alessandra Araújo, conhecida pelos conteúdos criativos feitos na zona rural de Aparecida do Rio Negro, no Tocantins, chamou atenção nas redes sociais ao fazer embaixadinhas usando vestido e salto alto. O vídeo passou de 475 mil visualizações.
Na legenda, Alessandra chamou a atividade de “treino bem básico”. Nos comentários, os seguidores se surpreenderam com a habilidade da influenciadora. “Estilista e craque em embaixadinhas!”, escreveu uma internauta. Outra brincou que ela já poderia defender o Brasil na Copa do Muno de Futebol Feminino.
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Ao g1, Alessandra contou que costuma praticar embaixadinhas de vez em quando e que, apesar da proximidade do evento, o vídeo não é uma referência à Copa. Ela disse, porém, que está na torcida pela Seleção Brasileira.
“Às vezes eu gosto de praticar. Não tem a ver com a Copa, mas estou na torcida pelas meninas”, contou.
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Conheça Alessandra Araújo, a ‘blogueira raiz’ do TO que atraiu milhões de seguidores e recebe elogios de celebridades
Blogueira fã de futebol vibra com camisa autografada pela rainha Marta: ‘Tô muito feliz’
Glória Pires reage a look de milho criado por influenciadora do TO para torcer pelo Brasil na Copa
No vídeo a influenciadora mostra habilidade com a bola
Reprodução/Alessandra Araujo
A habilidade com a bola também não é novidade. Alessandra já fazia vídeos de futebol em 2020 e, na época, chamou a atenção da jogadora Marta, que passou a segui-la nas redes sociais e chegou a enviar uma camisa da Seleção Brasileira autografada.
Ao ser questionada se aprendeu o esporte para fazer os vídeos, Alessandra respondeu: “Eu já sabia. Na escola, gostava da aula de educação física, mas é só um hobby mesmo”, explicou.
Alessandra Araújo faz embaixadinhas e recebe comentário da rainha marta
Reprodução
‘Blogueira raiz’
Moradora de uma fazenda na zona rural de Aparecida do Rio Negro, Alessandra soma atualmente 3,9 milhões de seguidores no Instagram. Ela ficou conhecida como “blogueira raiz” por recriar looks de celebridades usando elementos da natureza e objetos simples do cotidiano, além de mostrar a rotina no campo.
Os vídeos também exploram outras habilidades da influenciadora, que canta, atua, dança e joga futebol. Ela já foi convidada para programas da Globo, como Encontro e Conversa com Bial.
Influenciadora transforma palhas em looks
Reprodução/ Intagram de Alessandra Araújo
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre a Rede Anhanguera e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Mulher é encontrada morta dentro de casa após moradores suspeitarem de vazamento de gás


Município de Dianópolis, região sudeste do estado
Prefeitura de Dianópolis
Uma mulher identificada como Francisca Pereira de Brito Torres, de 65 anos, foi encontrada morta dentro de uma casa em Dianópolis, na região sudeste do estado. A descoberta aconteceu após moradores suspeitarem de um possível vazamento de gás.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o caso ocorreu na manhã de terça-feira (1º), na Rua Acerola. Ao chegarem ao local, os militares avaliaram o ambiente e constataram que não havia vazamento e que o odor percebido no imóvel era decorrente do processo avançado de decomposição do corpo.
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Após a localização do corpo, as equipes isolaram e preservaram a área. A Polícia Militar, a Perícia Oficial e o Instituto Médico-Legal (IML) foram acionados para atender à ocorrência.
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Conforme a Segurança Pública (SSP), o exame preliminar não identificou sinais aparentes de violência no corpo nem indícios de crime ou elementos que indiquem a participação de terceiros na morte.
Após os procedimentos no local, o corpo foi levado para o IML. Segundo a SSP, serão feitos exames periciais para determinar a causa específica da morte.
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Fonte: G1 Tocantins