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Criança morre em acidente entre caminhões na TO-010


O acidente envolveu dois caminhões
Reprodução/Tv Anhanguera
Um acidente de trânsito registrado nesta quarta-feira (19), envolvendo dois caminhões na rodovia TO-010, entre Filadélfia e Palmeirante, na região norte do estado, deixou uma pessoa morta e outra ferida.
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Segundo o Corpo de Bombeiros, um caminhão bateu na traseira de outro veículo de carga e deixou uma criança morta. A vítima ficou presa às ferragens e precisou do auxílio da corporação para ser retirada. O pai da criança, que também estava no veículo, ficou ferido e foi atendido no local.
O g1 procurou a Secretaria de Segurança Pública (SSP), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
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O Instituto Médico Legal (IML) recolheu o corpo no local. Após a realização do exame de necropsia, o corpo será liberado aos familiares.
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Fonte: G1 Tocantins

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Caso Gustavo: Justiça nega liberdade à madrasta investigada pela morte de criança com marcas de violência


Prisão de madrasta de Gustavo Veloso é mantida
Um pedido de liberdade e de prisão domiciliar apresentado pela defesa de Kathellen Moreira da Silva, madrasta do menino Gustavo Veloso Feitosa, foi negado pela 1ª Vara Criminal de Palmas. A mulher está presa preventivamente sob suspeita de omissão na tortura do enteado, de 3 anos, encontrado morto na casa do pai, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa, no início do mês, em Palmas.
A mãe do menino viva uma disputa judicial com Igor Veloso. Gustavo foi encontrado morto no dia 3 de agosto, na casa do pai. Igor Gustavo Veloso de Sousa e a madrasta, Kathellen Moreira da Silva, são investigados pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura. Segundo documento ao qual o g1 teve acesso, a morte ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”.
Com a decisão judicial, a investigada continuará recolhida na Unidade Prisional Feminina de Palmas. O companheiro também segue detido na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP). A decisão é de segunda-feira (17) e foi assinada pelo juiz Cledson José Dias Nunes.
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Na decisão à qual o g1 teve acesso, a defesa de Kathellen pediu a revogação da prisão preventiva ou a conversão para prisão domiciliar. Os advogados alegaram que ela é mãe de uma bebê de 5 meses, que está em fase de amamentação e passa por investigação cardiológica. A defesa também argumentou que a investigada não tem antecedentes criminais e não teria participado das agressões físicas.
Ao rejeitar o pedido, o juiz Cledson José Dias Nunes destacou que o Código de Processo Penal (CPP) prevê restrições à concessão de prisão domiciliar em casos de crimes cometidos com violência ou grave ameaça e quando a medida não atende às circunstâncias previstas em lei.
Após a decisão da Justiça, a defesa não respondeu às tentativas de contato da reportagem da TV Anhanguera. (Leia abaixo a nota anterior enviada pela defesa).
Igor Gustavo Veloso de Souza e Kathellen Moreira foram presos em Palmas
Divulgação/Instagram Delegado Eduardo Meneses
O magistrado ressaltou que o crime de omissão atribui à investigada responsabilidade pelo resultado da violência brutal que causou a morte da criança.
A decisão também informa que a Justiça avaliou a situação da filha bebê da investigada e entendeu que a criança já recebia alimentação mista antes da prisão. O juiz destacou que, atualmente, a filha de Kathellen está sob os cuidados da avó materna, sem evidências de riscos concretos à saúde.
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Violência vicária
A Polícia Civil apura a possibilidade de o crime ser enquadrado como violência vicária. O termo é usado para definir situações em que a violência contra uma pessoa é utilizada como instrumento para causar sofrimento a outra, como quando um filho é vítima de violência com o objetivo de atingir a mãe.
🔍 A violência vicária passou a ser reconhecida expressamente na legislação brasileira em 9 de abril de 2026, com a sanção da Lei nº 15.383/2026, que alterou a Lei Maria da Penha. O termo se refere à violência praticada contra pessoas próximas à mulher, como filhos, com o objetivo de causar sofrimento, puni-la ou controlá-la.
Segundo a advogada criminalista Cristiane Mezzaroba, esse tipo de violência ocorre quando a criança deixa de ser vista como indivíduo e passa a ser utilizada como meio de vingança ou punição contra a mulher. A estratégia costuma estar associada a históricos de violência doméstica, controle e ameaças contra a vítima.
“É como se fosse, de uma forma, culpá-la para que carregue pelo resto da vida essa dor e essa culpa de que determinada pessoa morreu por ela”, explicou.
Histórico de ameaças e conflitos
A defesa da mãe de Gustavo afirma que o caso não pode ser analisado de forma isolada e sustenta que existe um histórico de violência doméstica registrado desde 2023. A investigação também apura relatos de ameaças anteriores feitas pelo pai da criança contra a ex-companheira.
Conforme a Polícia Civil, os pais do menino não viviam juntos e travavam disputas judiciais relacionadas à guarda e à pensão. A mãe relatou que já havia procurado autoridades e denunciado ameaças recebidas quando Gustavo ainda era bebê.
Relembre o caso
A morte de Gustavo provocou grande comoção em Palmas e mobilizou uma força-tarefa da Polícia Civil. O caso veio à tona na segunda-feira (3), após o pai informar que o filho teria morrido por afogamento. A versão, porém, começou a ser questionada logo nas primeiras análises periciais e acabou descartada pelos exames do IML.
Durante as investigações, a mãe apresentou vídeos, fotografias e outros registros que, segundo a polícia, mostram um histórico de agressões. O delegado Eduardo Menezes afirmou que há imagens da criança retornando das visitas ao pai com lesões e também gravações em que o menino aparece “nitidamente dopado”, segundo a avaliação da investigação.
A Polícia Civil informou que Gustavo voltava das visitas com arranhões, hematomas e outros ferimentos desde 2024. A mãe afirmou em depoimento que registrava os machucados e cobrava explicações do ex-companheiro, que atribuía as lesões a quedas e acidentes comuns da infância.
Outro elemento analisado pelos investigadores é um vídeo gravado antes da morte do menino. Nas imagens, Gustavo aparece chorando e se recusando a ir para a casa do pai. Segundo o relato da mãe à polícia, o filho demonstrava medo ao ouvir a voz de Igor e dizia que era agredido por ele.
O diretor do IML classificou o nível de violência encontrado como incomum e ressaltou que os primeiros exames não identificaram qualquer indício de afogamento.
Íntegra da nota da defesa de Igor Gustavo
A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa esclarece que, assim que tomou conhecimento do pedido de prisão preventiva, colocou-se imediatamente à disposição da autoridade policial, informando que Igor se entregaria voluntariamente caso a medida fosse decretada.
Após a expedição do mandado, a defesa manteve contato com a autoridade policial e ficou ajustado que Igor se entregaria na própria residência onde se encontrava. Ele permaneceu no local e aguardou a chegada da equipe policial, submetendo-se voluntariamente ao cumprimento da ordem judicial, sem qualquer tentativa de fuga ou resistência.
Portanto, embora a prisão tenha sido formalmente cumprida em uma residência, não se tratou de localização ou captura realizada após buscas policiais, mas de entrega voluntária previamente acordada com a autoridade responsável, mantendo a postura de colaboração adotada desde o início das investigações.
Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso.
Íntegra da nota da defesa de Kathellen Moreira
A defesa de Kathellen Moreira da Silva recebeu com profundo estarrecimento a decisão que decretou sua prisão preventiva.
Causa especial preocupação o fato de não constar da decisão qualquer consideração sobre uma circunstância pessoal de extrema relevância: Kathellen é mãe e amamenta uma bebê de apenas cinco meses de idade. A maternidade está comprovada pela certidão de nascimento, e a lactação pelos próprios registros realizados nas dependências da unidade policial.
Pelos documentos conhecidos até o momento, essa realidade não foi devidamente submetida à apreciação do Juízo quando do pedido de decretação da prisão preventiva. A custódia simultânea de Kathellen e do pai da bebê resultou na separação abrupta da criança de ambos os genitores, circunstância que deveria ter sido necessariamente ponderada antes da adoção da medida mais gravosa.
A defesa também esclarece que Kathellen se apresentou espontaneamente para o cumprimento da ordem judicial.
Diante desse cenário, a defesa adotará as medidas judiciais cabíveis para requerer a substituição da prisão preventiva por cautelares menos gravosas ou, subsidiariamente, por prisão domiciliar, compatibilizando a regularidade da investigação com a proteção dos direitos e das necessidades da bebê lactente.
A defesa confia que, com a análise individualizada dos fatos e dos documentos apresentados, a situação será revista pelo Poder Judiciário, mantendo-se o respeito à investigação, à presunção de inocência e, sobretudo, à proteção integral da criança.
Gustavo Veloso Feitosa de 3 anos foi encontrado morto em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
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Fonte: G1 Tocantins

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Fazenda de R$ 20 milhões é bloqueada pela Justiça em investigação sobre estelionato e fraude em licitações


Grupo é suspeito de aplicar golpe de R$ 9 milhões e gastar dinheiro com bens de luxo
O desdobramento da Operação Dolos, que integra a Operação Renorcrim, foi deflagrado nesta quarta-feira (19) pela Polícia Civil do Tocantins e resultou no bloqueio judicial de uma fazenda avaliada em R$ 20 milhões, no Pará. O imóvel estaria registrado em nome de uma pessoa que seria utilizada como “laranja”.
A ação é um avanço nas investigações sobre a atuação de um grupo suspeito de estelionato qualificado e lavagem de dinheiro. Segundo a polícia, o esquema teria causado um prejuízo de aproximadamente R$ 9 milhões a um empresário do setor farmacêutico do Paraná. A primeira fase da operação foi realizada em junho, quando foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão contra os investigados no Tocantins, Goiás e Pará.
Como os nomes dos investigados não foram divulgados na época, o g1 não localizou as respectivas defesas.
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Ação foi realizada pela Polícia Civil do Tocantins
Divulgação/PCTO
Nesta nova etapa, a polícia também apura uma possível atuação do grupo em licitações realizadas em cidades do Tocantins. Para avançar nas investigações, os policiais aguardam informações do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que permitam verificar a regularidade dos procedimentos e a efetiva execução dos serviços contratados.
A operação desta quarta-feira foi realizada pela 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ª DEIC – Palmas), que integra a Operação Renorcrim, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), as diligências continuam para identificar outros possíveis bens adquiridos com recursos provenientes do esquema investigado.
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Fonte: G1 Tocantins

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De R$ 0 a R$ 12,3 milhões: veja o patrimônio dos candidatos ao Senado no TO declarado ao TSE


Veja prazos do calendário eleitoral de 2026
Os candidatos ao Senado nas Eleições 2026 declararam patrimônios que variam de R$ 0 a R$ 12,3 milhões. Entre os 13 candidatos com dados apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Gaguim (União) foi quem declarou o maior valor, enquanto Apóstolo Flávio Braga (DC) informou à Justiça Eleitoral que não tem bens a declarar.
As informações patrimoniais estão disponíveis nos registros de candidatura e correspondem aos bens declarados pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral. Entre os itens informados estão imóveis, veículos, participações em empresas, investimentos, créditos decorrentes de empréstimos e propriedades rurais.
Plenário do Senado Federal
Ton Molina/Agência Senado
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Alexandre Guimarães (MDB)
Alexandre Guimarães é deputado federal
Reprodução/Câmara dos Deputados
O valor total declarado por Alexandre à Justiça Eleitoral soma R$ 2,6 milhões. Grande parte do patrimônio declarado pelo candidato é composta por fazendas e veículos.
O patrimônio declarado pelo candidato teve um aumento de 15,16% em relação às últimas eleições, em 2022, quando foi eleito deputado estadual e declarou ter R$ 2.323.785,51 em bens.
Apóstolo Flávio Braga (DC)
Apóstolo Flávio Braga é candidato ao Senado pelo Tocantins
Arquivo Pessoal
O Apóstolo Flávio Braga, do Democracia Cristã, declarou à Justiça Eleitoral, no registro de candidatura, que não possui bens.
Carlos Gaguim (UNIÃO)
Carlos Henrique Amorim, deputado federal pelo Tocantins
Reprodução/Câmara dos Deputados
O candidato do União Brasil ao Senado, Carlos Henrique Amorim, o Gaguim, declarou R$ 12,3 milhões em bens. O bem de maior valor é uma empresa no valor de R$ 6.589.500,00, cujo ramo de atividade não foi informado. Também foram declarados imóveis rurais, veículos e um bem identificado como Champs Elysses, no valor de R$ 500 mil.
A declaração apresentada nestas eleições apresenta uma redução de 17,75% em relação à 2022, quando o candidato concorreu ao cargo de deputado federal e declarou ter um patrimônio de R$ 14.970.961,00.
Coronel Nilton Santos (NOVO)
Coronel Nilton Santos é candidato ao Senado pelo Tocantins
Divulgação/Partido NOVO
O candidato do Novo ao Senado, Nilton Santos, declarou R$ 2 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Segundo a declaração, o valor é referente a um terreno.
Eduardo Gomes (PL)
Eduardo Gomes é senador pelo Tocantins
Waldemir Barreto/Agência Senado
O candidato do PL ao Senado, Eduardo Gomes, declarou R$ 800 mil em bens à Justiça Eleitoral. Foram declarados dois lotes. Não há indicação da localização dos imóveis.
Na eleições de 2018, quando disputou uma vaga ao Senado e foi eleito, Eduardo Gomes não havia declarado bens à Justiça Eleitoral.
Eli Borges (REPUBLICANOS)
Eli Borges é deputado federal pelo Tocantins
Reprodução/Câmara dos Desputados
O candidato do Republicanos ao Senado, Eli Borges, declarou R$ 2,9 milhões em bens à Justiça Eleitoral. O maior bem é uma fazenda, avaliada em R$ 1,3 milhão. O candidato informou possuir R$ 1,5 milhão em créditos decorrentes de empréstimos concedidos a pessoas físicas.
O patrimônio do candidato teve uma redução de 17,03% em comparação com as eleições de 2022, quando ele foi eleito para o cargo de deputado federal e declarou ter um patrimônio de R$ 3.572.680,44.
Fábio Ribeiro (REDE)
Fábio Ribeiro é candidato ao senado pelo REDE
Arquivo Pessoal/Fábio Ribeiro
O candidato da Rede Sustentabilidade ao Senado, Fábio Ribeiro, declarou R$ 1,1 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Ao todo, foram declaradas duas participações em empresas: uma no valor de R$ 20 mil em uma empresa de empreendimentos imobiliários, e outra no valor de R$ 1.100.000,00 em um frigorífico.
O patrimônio declarado apresenta uma queda de 47,54% em relação à ultima eleição que ele disputou, em 2014, quando apresentou um patrimônio de R$ 2.135.000,00 à Justiça Eleitoral.
Hélio Rodrigues (DEMOCRATA)
Helio Rodrigues é candidato a Senado pelo Democrata
Reprodução/Democrata
O candidato do Democrata ao Senado, Hélio Rodrigues, declarou R$ 300 mil em bens à Justiça Eleitoral. Foram declarados dois terrenos em Araguaína, com valor de R$ 150 mil cada um.
Osvany Luz (DEMOCRATA)
Osvany Luz é candidata ao Senado pelo Democrata
Reprodução/Instagram Osvany Luz
A candidata ao Senado pelo Tocantins, Osvany Luz (Democrata), declarou R$ 296.000 de bens à Justiça Eleitoral. Foram declarados um imóvel residencial e um carro.
Osvaldo Soares (PSOL)
Professor Osvaldo Soares é candidato ao Senado pela Federação PSOL – REDE
Divulgação/PSOL
O candidato do PSOL ao Senado, Professor Osvaldo, declarou R$ 500 mil em bens à Justiça Eleitoral. Foram declarados uma chácara, dois veículos e o salário de R$ 11.600,00.
Paulo Mourão (PT)
Paulo Mourão, candidato do PT ao governo do Tocantins
Divulgação
O candidato do Partido Dos Trabalhadores ao Senado, Paulo Mourão, declarou R$ 5,3 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Os bens de maior valor apresentados são uma casa em Porto Nacional, no valor de R$ 1.201.949,15, e um apartamento em Brasília de R$ 1.260.099,52. Ele também declarou R$ 697.544,00 de depósito em conta corrente, veículos e participação em empresas.
O patrimônio declarado pelo candidato caiu 19,55% em relação às eleições de 2022, quando foi candidato ao governo do Tocantins e declarou R$ 6.686.462,39.
Ronaldo Dimas (PODEMOS)
Ronaldo Dimas é candidato ao Senado
Reprodução/Instagram Ronaldo Dimas
O candidato do Podemos ao Senado, Ronaldo Dimas, declarou R$ 4 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Os bens de maior valor apresentados são uma casa em Arguaína, no valor de R$ 1.500.000,00, e uma casa em Palmas no valor de R$ 1.200.000,00. Ele também declarou R$ R$ 550.000,00 em participações societárias, além de lotes, embarcações e veículos.
O patrimônio declarado pelo candidato cresceu 640,58% em relação às eleições de 2022, quando foi candidato ao governo do Tocantins e declarou R$ 548.208,90
Vanderlei Luxemburgo (PODEMOS)
Vanderlei Luxemburgo é candidato ao Senado pelo Tocantins
Reprodução/Instagram Vanderlei Luxemburgo
O candidato do Podemos ao Senado, Vanderlei Luxemburgo, declarou R$ 3,7 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Grande parte do patrimônio declarado pelo candidato é composta por imóveis, que somam R$ 3,3 milhões. Entre os bens informados estão três apartamentos — um deles avaliado em R$ 1,5 milhão —, uma casa, dois prédios comerciais, duas salas e quatro terrenos.
Luxemburgo também declarou dois veículos, que juntos somam R$ 388,9 mil: uma caminhonete Land Rover, avaliada em R$ 335 mil, e um Jeep Wrangler, de R$ 53,9 mil.
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Fonte: G1 Tocantins

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Apóstolo Flávio Braga, candidato ao Senado, declara não ter bens ao TSE


Veja prazos do calendário eleitoral de 2026
O candidato ao Senado pelo Tocantins, Apóstolo Flávio Braga (DC), informou à Justiça Eleitoral não ter bens a declarar.
Concorrem ao cargo 13 políticos, que apresentaram pedido de registro de candidatura ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para envio das documentações encerrou no dia 15 de agosto.
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A votação para os cargos de presidente e vice, senador, governador e vice, deputado federal e deputado estadual será no dia 4 de outubro. Caso a disputa para governador e presidente vá para o segundo turno, os eleitores voltam às urnas no dia 25 de outubro.
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Flávio Braga é natural de Belo Horizonte e hoje mora em Araguaína, no norte do Tocantins. Ele é advogado, casado e atua como apóstolo da Igreja Árvore da Vida, em Araguaína. Na carreira política, já foi candidato a deputado estadual.
Apóstolo Flávio Braga é candidato ao Senado pelo Tocantins
Arquivo Pessoal
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Fonte: G1 Tocantins

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União é condenada a pagar R$ 500 mil de indenização após homem que ficou sete anos preso ser absolvido


Taguatinga fica na região sudeste do Tocantins
Reprodução/Google Street View
A Justiça Federal determinou que a União pague R$ 500 mil em indenização a um homem que ficou sete anos e cinco meses preso injustamente. Segundo a decisão, durante processo de revisão criminal foi constatado que não havia provas suficientes para manter o réu preso e houve um erro judiciário.
A decisão que estabeleceu a indenização foi determinada em acórdão da 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, na segunda-feira (17), sob relatoria do desembargador Flávio Jardim. O g1 pediu posicionamento da União e da Advocacia-Geral da União (AGU), mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Conforme o documento, o homem havia sido preso, suspeito de envolvimento em um caso de extorsão mediante sequestro de funcionários da Caixa Econômica Federal e familiares. O crime aconteceu entre os dias 18 e 19 de maio de 2017 em Taguatinga, na região sudeste do Tocantins.
Na época, ele foi condenado a 13 anos e seis meses de prisão. O processo transitou em julgado em junho de 2021.
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Depois, a defesa entrou com processo de revisão criminal, apontando a imprecisão do reconhecimento fotográfico e por voz, a falta de digitais e a impossibilidade de afirmar que os telefones utilizados no crime estavam em posse do homem. Com isso, a condenação foi desconstituída com do réu absolvição por insuficiência de provas.
“Consiste no fato de que o Estado condenou definitivamente e executou pena privativa de liberdade por anos com base em estrutura probatória posteriormente reconhecida como insuficiente, imprecisa e não corroborada por elementos técnicos independentes”, afirmou o desembargador.
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De acordo com o desembargador, a Constituição Federal garante proteção à pessoa condenada por erro judiciário, mesmo que o juiz do caso não tenha agido com a intenção de prejudicar o réu.
Conforme a decisão, por causa da prisão, também houve o afastamento familiar, já que a filha do réu nasceu enquanto estava na cadeia. Dessa forma, a Justiça condenou a União a pagar a indenização de R$ 500 mil por danos morais.
“O valor é expressivo, como deve ser diante da gravidade da violação. Não se trata de indenização por mero constrangimento, abalo reputacional episódico ou prisão cautelar de poucos dias. Trata-se de reparação por condenação criminal definitiva que produziu encarceramento por anos e foi posteriormente desconstituída em revisão criminal”, relatou o desembargador.
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Fonte: G1 Tocantins

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Festival Gastronômico de Taquaruçu terá Marina Sena, Vanessa da Mata e Jorge Vercillo


Marina Sena, Vanessa da Mata e Jorge Vercillo
Divulgação/Instagram
Marina Sena, Vanessa da Mata e Jorge Vercillo foram confirmados como atrações musicais no Festival Gastronômico de Taquaruçu 2026. O evento acontece entre os dias 3 e 7 de setembro, e o cantor Seu Jorge abre a programação no distrito de Palmas.
O anúncio foi feito durante o lançamento oficial do festival em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (19). Veja abaixo em quais dias os artistas se apresentam.
3 de setembro: Seu Jorge
4 de setembro: Vanessa da Mata
5 de setembro: Jorge Vercillo
5 de setembro: Marina Sena
A programação conta com concurso gastronômico, programação cultural e artística. A Prefeitura de Palmas anunciou que o concurso gastronômico distribuirá R$ 156 mil em premiações entre as categorias participantes.
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Agora no g1
Concurso gastronômico
O festival deste ano traz como novidade a inclusão da categoria “Drinks Regionais” na competição gastronômica. Serão ofertadas 55 vagas, distribuídas entre as modalidades Circuito Gastronômico e Rota Gastronômica. As categorias foram organizadas no seguinte formato:
Pratos salgados;
Pratos doces;
Jantinhas;
Alimentação funcional;
Food trucks;
Drinks regionais.
O Circuito Gastronômico recebeu inscrições de pessoas físicas. Já a Rota Gastronômica é destinada exclusivamente a pessoas jurídicas com estabelecimento em Taquaruçu ou Taquaruçu Grande.
Segundo o edital, os pratos devem conter, obrigatoriamente, ao menos um ingrediente regional em cada criação como forma de valorização de sabores únicos e autênticos do cerrado.
Confira abaixo os valores destinados aos vencedores das principais categorias e aos ganhadores da categoria “Drinks Regionais” deste ano.
1º colocados: R$ 12 mil;
2º colocados: R$ 8 mil;
3º colocados: R$ 5 mil;
1º colocado em drinks regionais: R$ 3 mil;
2º colocado em drinks regionais: R$ 2 mil;
3º colocado em drinks regionais: R$ 1 mil.
Prato inscrito em edição anterior do Festival Gastronômico de Taquaruçu
Edu Fortes/Prefeitura de Palmas
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Fonte: G1 Tocantins

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Mãe sobe escadaria de santuário de joelhos após filha se recuperar de tumor cerebral: ‘Fé nos move e fortalece’


Gesto é uma demonstração de gratidão e pagamento de promessa
Graziele Aguiar subiu ajoelhada as escadarias do Santuário Senhor do Bonfim, segurando a filha nos braços, durante a romaria em Natividade, região sudeste do Tocantins. O gesto foi um sinal de gratidão após médicos removerem com sucesso um tumor cerebral da cabeça da filha Clara, de 5 anos.
“A gente não aceitava, foi o momento que mais me apeguei a Deus. […] Os médicos conseguiram ressecar todo o tumor. Foi um momento de muita felicidade”, diz a mãe.
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A mãe explica que a filha passou a reclamar de dores de cabeça frequentes em dezembro de 2025. O incômodo sempre surgia nas madrugadas. A mãe levou a pequena a dois hospitais e todos chegaram à conclusão de que seria virose. Então, ela decidiu procurar um neurocirurgião.
“Ela acordava chorando com dor, e os remédios já não aliviavam mais. Ela passava muito mal, vomitava e ficava roxa. […] O médico pediu uma ressonância, mas o retorno ia demorar, fomos no infantil [Hospital Infantil] com o exame. O especialista passou e me falou que era um tumor e que era grande”, relembra.
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Fiéis percorrem longas distâncias para pagar promessas no Santuário Senhor do Bonfim
Mergulhador encontra casa de antigo povoado e maquinários submersos no Lago de Palmas; VÍDEO
Pescador mergulhou nove metros para localizar casa e maquinários submersos no Lago de Palmas; VÍDEO
Clara Aguiar, de 5 anos, com a mãe, Graziele Aguiar
Divulgação/Graziele Aguiar
A princípio, o diagnóstico indicou um tumor maligno, mas, após a cirurgia de remoção, uma amostra foi extraída para confirmação e o resultado definitivo indicou que o tumor era benigno. Clara recebeu alta no dia 26 de fevereiro.
Graziele compartilhou o momento em sua rede social no domingo (15), atraindo fiéis na internet que se emocionaram com o gesto. Na publicação, ela escreve: “De joelhos, eu pedi. De joelhos, eu vim Te agradecer. Porque o Senhor ouviu, porque o Senhor curou, porque o Senhor sustentou”.
A mãe conta que, atualmente, Clara passa por reabilitação devido a pequenas sequelas, como a dificuldade para andar e falar.
“Foi um momento de fé, emoção e gratidão estar com a minha filha no colo curada, em ter a certeza de que Deus não abandona os seus. É um momento único. Eu subi ali anestesiada porque já tinha andado 23 km, mas a fé nos move e nos fortalece”, conta.
Mãe subiu escadas segurando a filha
Reprodução/Redes Sociais
Romaria do Senhor do Bonfim
A romaria do Senhor do Bonfim se aproxima de três séculos de tradição, sendo uma das maiores e mais antigas manifestações religiosas do Tocantins. A celebração ocorre todo ano, entre os dias 6 e 17 de agosto, com o ponto alto do dia festivo sendo comemorado no dia 15 no Povoado do Bonfim, em Natividade.
Durante a romaria, o povoado de Bonfim recebe milhares de peregrinos de dentro e de fora do estado. A tradição da romaria veio da Europa com a colonização portuguesa e acabou se tornando muito popular no Brasil. Eventos semelhantes também são realizados em outras partes do país.
Pela tradição, os romeiros saem do centro de Natividade a pé ou de bicicleta em direção ao povoado. São 23 quilômetros de um ponto a outro. Como demonstração de fé, muitos optam por percorrer caminhos ainda mais longos.
O ato de ajoelhar-se é uma forte demonstração de fé, gratidão e pagamento de promessas. Fiéis percorrem longas distâncias e sobem escadarias de joelhos para agradecer por graças alcançadas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Aos 109 anos, idosa conquista registro de nascimento após viver mais de um século sem documento


Idosa conquista registro após mais de um século
Rafael Batista/Comunicação DPE-TO
Morando atualmente no Tocantins, Francisca Antônia de Jesus conseguiu, aos 109 anos, um registro de nascimento pela primeira vez. Nascida em 1916, no interior do Piauí, a idosa viveu mais de um século sem certidão de nascimento ou identidade.
A conquista aconteceu depois que a família trouxe dona Francisca para o estado e iniciou uma busca para conseguir regularizar a documentação. Agora, além da certidão de nascimento, ela também conseguiu emitir a carteira de identidade.
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Segundo a neta, Maria de Carvalho, dona Francisca nasceu em um povoado chamado Campos, no interior do Piauí. Filha de pais analfabetos, cresceu na roça como a mais velha de três irmãos.
A família acredita que, por algum motivo, a idade de Francisca foi alterada no batistério. “Minha vó nasceu em 1916, mas, por alguma razão, a idade dela foi diminuída e colocaram no batistério como se ela tivesse nascido em 1918”, contou Maria.
A vida de dona Francisca também foi marcada por separações. Ela teve quatro filhos, mas os dois primeiros foram levados pelo pai e ela só voltou a vê-los quando já eram adultos.
Em 1986, Francisca se mudou para Mato Grosso com o filho mais velho. Foi lá que conseguiu emitir o primeiro documento oficial: a carteira de trabalho. Por meio dela, conseguiu se aposentar. Anos depois, também tirou o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). A carteira de identidade, no entanto, nunca conseguiu emitir.
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Saga por documentos
Depois da morte de um dos filhos, dona Francisca voltou para o Nordeste. Mais tarde, a neta decidiu assumir os cuidados da avó.
A falta de documentos se tornou um problema ainda maior quando o benefício da idosa foi suspenso porque ela precisava abrir uma conta no banco. A família conseguiu a liberação dos pagamentos com ajuda de um advogado enquanto tentava resolver a situação.
“Foi aí que começou nossa saga por documentos”, lembrou Maria.
Sem conseguir resolver o problema, a neta trouxe dona Francisca para o Tocantins. Aqui, ela e a mãe procuraram a Defensoria Pública em busca de orientação.
O processo foi aberto e, segundo Maria, em cerca de três meses a idosa recebeu o registro de nascimento. Depois, conseguiu emitir a carteira de identidade.
O caso é considerado um registro de nascimento tardio, procedimento para pessoas que não foram registradas na infância. De janeiro a junho de 2026, a Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) realizou 22 atendimentos relacionados à certidão de nascimento tardia.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Aposentado investe R$ 500 mil em pousada e vê sonho ser demolido às margens do lago de usina no TO


Processo de desocupação de áreas de chácaras começou nesta terça-feira (18), em Palmas
O sonho de construir uma pousada virou um prejuízo de R$ 500 mil para o aposentado Aloízio Mota, de 85 anos. A construção, que estava quase pronta, foi demolida nesta terça-feira (18), durante a desocupação de uma área às margens do lago da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado), em Palmas, por determinação da Justiça Federal.
“É um sonho de final de carreira assim meio pesadelo. Não acordei ainda direito”, afirmou.
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A disputa judicial entre os posseiros e a Investco se arrasta desde 2014, na altura dos quilômetros 36 e 37 da rodovia TO-010. Em março deste ano, os moradores foram notificados a deixar o local e demolir os imóveis. Em julho, a decisão de reintegração de posse foi mantida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília.
Pousada que estava sendo construída foi demolida
Reprodução/TV Anhanguera
Muitos moradores viram o trabalho de uma vida sendo demolido em segundos. Pelo menos 50 chácaras foram afetadas. Mesmo desolado vendo o monte de entulhos que era sua casa, o aposentado Ogacir Bozoli ainda se preocupou com os vizinhos.
“A gente não tem nem noção o que que o que vai acontecer de agora para frente. E não é só eu, não. Tem gente aqui pior que pior que eu muito aqui, ó. Tem coitado de velhinho aí, né? Que que não tem onde se encostar”, lamentou.
Em nota, a Investco informou que é responsável pela gestão das áreas da hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães. A empresa diz que cumpre as obrigações legais, respeita a decisão do Poder Judiciário e colabora com as autoridades para cumprir essa sentença sempre dentro do que determina a Justiça Federal (veja íntegra da nota abaixo).
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Reprodução/ TV Anhanguera
Após a decisão do TRF-1, houve um prazo de 15 dias para que as pessoas deixassem a área. A Justiça também determinou uma data para que a energia da região fosse cortada e, por fim, para a desocupação forçada.
Nem todos conseguiram retirar os pertences a tempo. Enquanto isso, muitos corriam para salvar o que ainda era possível para diminuir os prejuízos. “Como vocês podem ver, máquina passando e fica aquele ar de destruição, né, do que a gente construiu”, comentou o autônomo Jeferson Martins.
Segundo os chacareiros, a região foi alvo da ação judicial porque a empresa alega que se trata de uma área de preservação.
“Poderia ter sido notificado quando começou a construir, ela poderia ter vindo aqui, avisado para o pessoal que isso aqui era uma área irregular, que não que era da Investco, que aqui já tinha sido indenizada e que não podia construir. Mas não, ela nunca falou nada. Aí essas pessoas vieram construindo, construindo e o prejuízo está aí”.
Pelo menos 50 chácaras foram afetadas por ordem de reintegração de posse no TO
Reprodução/ TV Anhanguera
Íntegra da nota da Investco
A Investco informa que, seguindo determinações da Justiça Federal, foi iniciada a execução de reintegração de posse das áreas vinculadas à concessão federal da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado).
A ação é realizada em conformidade com as determinações dos órgãos competentes e, como responsável pela gestão e proteção dessas áreas, a Investco acompanha o cumprimento da decisão e presta o apoio necessário às autoridades envolvidas.
A empresa reitera que, como concessionária de serviço público, respeita e atua no cumprimento das obrigações legais e contratuais de proteção do patrimônio da União que está sob sua responsabilidade.
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Fonte: G1 Tocantins