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Ex-detento que cursa medicina aguarda por transferência de universidade federal há oito meses


Ex-detento está próximo de concluir o curso em medicina
Arquivo pessoal/Divulgação
Há oito meses, o estudante de medicina Wallace William da Costa, de 47 anos, entrou com um pedido de transferência de universidade. Ele cursa a graduação na Universidade Federal do Norte do Tocantins e pretende continuar os estudos na Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais, para ficar próximo da família. Ele terminou o 8º período e se prepara para iniciar o internato.
Segundo Wallace, a solicitação da transferência foi feita em novembro de 2025, junto à UFNT, mas o pedido só chegou na UFJF em abril de 2026. A Universidade Federal do Norte do Tocantins informou que a instituição de destino confirmou o recebimento do pedido no dia 30 de junho de 2026. O processo ainda aguarda manifestação do curso de medicina em Juiz de Fora.
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Em nota, a Universidade Federal de Juiz de Fora informou que disponibiliza informações referentes aos processos administrativos diretamente aos respectivos interessados.
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O universitário tem contato com a família apenas durante as férias da universidade, havendo dois mil quilômetros de distância entre Tocantins e Minas Gerais. Além da saudade, Wallace pretende voltar para ajudar a cuidar da filha, que é diagnosticada com autismo, pois não tem condições de levar a família para Araguaína.
Para Wallace, a demora no trâmite do pedido de transferência soa como um preconceito. O estudante foi preso em 1997, aos 18 anos, por tráfico de drogas e cumpriu seis anos de pena. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais confirmou o cumprimento da condenação e a extinção da punibilidade.
“O que pensar, se não em preconceito. Um pedido feito em novembro de 2025 [na UFNT], e a Universidade Federal de Juiz de Fora só recebeu em abril de 2026. Um processo ficar parado mais de 70 dias e só ser iniciado após eu comparecer pessoalmente para cobrar”, contou.
Wallace cumpriu quatro anos da condenação em regime fechado na Penitenciária José Edson Cavalieri, em Minas Gerais. Ele decidiu quando estava preso e retomou os estudos.
“Olhei pelas grades e vi uma lua linda, e percebi, naquele momento, que aquilo não estava me fazendo bem. Na semana seguinte, comecei a estudar na penitenciária. Cumpri quatro anos fechado e dois em condicional. Durante a condicional, fiz o curso de enfermagem e comecei a trabalhar”, disse.
Além do curso de medicina, o estudante também foi aprovado em vários concursos. Em 2025, ele passou em um concurso público para o cargo de médico em Minas Gerais. Agora, espera concluir o curso para assumir a função pública.
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Fonte: G1 Tocantins

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Grupo suspeito de aplicar golpes virtuais é preso após movimentar mais de R$ 4 milhões


Polícia prende quatro homens suspeitos de estelionato e lavagem de dinheiro em Araguatins
Um grupo de quatro suspeitos, com idades entre 20 e 67 anos, foi preso nesta terça-feira (14), em Araguatins, na região norte do estado, por suspeita de integrar um esquema de estelionato virtual e lavagem de dinheiro. Conforme a Polícia Civil, os investigados chegaram a movimentar mais de R$ 4 milhões.
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De acordo com a apuração da 10ª Delegacia de Polícia Civil de Araguatins, o grupo teria movimentado os valores desde 2020 por meio de golpes aplicados na internet. Os investigados utilizavam perfis falsos nas redes sociais para anunciar a venda de passagens aéreas, animais de alto valor e produtos de grandes lojas varejistas.
Os nomes dos suspeitos não foram divulgados e, por isso, o g1 não conseguiu localizar a defesa deles.
Com a quebra dos sigilos bancário, de mensagens e de e-mails, a polícia descobriu que, após as vítimas pagarem pelos produtos falsos, o dinheiro era distribuído em diversas contas bancárias para dificultar o rastreamento.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a investigação da Operação “Falsum Imperium” começou após denúncias anônimas sobre o padrão de vida de um dos suspeitos, que seria incompatível com a renda declarada.
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Investigados distribuíam dinheiro de golpes em diversas contas para dificultar rastreio
Divulgação/PC-TO
Os criminosos também utilizavam técnicas para ocultar recursos, misturando valores lícitos com os lucros obtidos por meio dos golpes. De 2020 até o momento, cerca de R$ 2 milhões teriam entrado nas contas sem qualquer comprovação de origem.
Durante a ação, foram apreendidos um carro e uma motocicleta. Os quatro suspeitos foram encaminhados à Unidade Prisional de Araguatins e permanecem à disposição do Poder Judiciário.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.
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Fonte: G1 Tocantins

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Investigação do MPTO apura denúncia de que psicóloga estaria morando em posto de saúde e circulando com trajes de banho


MPTO apura denúncia de que psicóloga estaria morando dentro de UBS
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) abriu uma investigação para apurar denúncias de que uma psicóloga contratada temporariamente pela Prefeitura de Aparecida do Rio Negro, na região central do estado, estaria utilizando uma Unidade Básica de Saúde (UBS) como moradia e circulando com trajes de banho na área de atendimento.
Segundo a portaria publicada pelo MPTO, a denúncia aponta que um quarto da unidade foi destinado ao uso exclusivo da profissional durante a noite, de segunda a sexta-feira. De acordo com o documento, a situação teria provocado a realocação do espaço utilizado para descanso de médicos, enfermeiros e técnicos que trabalham em regime de plantão.
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Ao prestar informações ao MPTO, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou que a psicóloga utilizava as instalações do pronto atendimento como alojamento. Segundo o documento, a justificativa apresentada foi a busca por economia de recursos, evitando gastos com aluguel de imóvel para a servidora.
A profissional não teve o nome divulgado, e o g1 não conseguiu contato com a defesa dela.
Em entrevista à TV Anhanguera, a secretária municipal de Saúde, Carmelita Lima Tavares, contestou as informações. Segundo ela, a profissional não permanece na UBS, mas em um anexo que funciona 24 horas por dia, com atendimento médico, de enfermagem e pronto-socorro. “Não é uma residência, não é um dormitório, é um repouso como todos os outros plantonistas têm”, disse.
A secretária afirmou que o município enviou documentos e relatórios de atendimento ao MPTO e aguarda o andamento do caso. Segundo ela, caso os órgãos responsáveis entendam que o pernoite da profissional não é permitido, a situação será revista.
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Unidade Básica de Saúde (UBS) de Aparecida do Rio Negro (TO)
Reprodução/Google Street View
Ela também disse que a psicóloga permanece disponível para atender pacientes em situações de crise e não possui um horário fixo de atuação. “Se necessário, lá é pronto-socorro e ela fica lá para isso”, declarou.
A secretária contesta a denúncia de que a servidora teria circulado em trajes de banho em áreas do posto de saúde destinadas ao atendimento de pacientes. “Não existe isso. Ela é uma pessoa de muita postura, essa psicóloga é uma pessoa de muito equilíbrio, jamais faria isso”, afirmou Carmelita.
Outro ponto investigado é o suposto custeio da alimentação da profissional pelo município. Conforme a portaria, a Prefeitura estaria arcando com essas despesas sem previsão legal específica. Segundo a secretária, a prefeitura não fornece refeições à servidora, e a resposta foi encaminhada ao MPTO.
Na avaliação do MPTO, um prédio público destinado à prestação de serviços de saúde não pode ser utilizado como residência ou alojamento particular por servidor que cumpre expediente regular e não atua em regime de plantão. O órgão também avalia se houve uso indevido da estrutura pública e de recursos municipais.
A investigação segue para apurar a veracidade das denúncias e averiguar possíveis irregularidades.
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Fonte: G1 Tocantins

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Entenda por que a Justiça não analisou pedido de esclarecimento do motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano


Motorista devolve cerca de R$ 132 milhões que foram depositados em sua conta por erro
A Justiça decidiu não analisar o pedido de esclarecimento protocolado pelos advogados de Antônio Pereira do Nascimento, que ficou milionário por sete horas após receber uma transferência de R$ 131.870.227,00 por engano de um banco. O recurso de embargos de declaração foi apresentado após testemunhas serem dispensadas na ação do motorista, que pede recompensa e indenização. Mas, afinal, por que o pedido não foi analisado?
A decisão da 6ª Vara Cível de Palmas afirma que o juízo decidiu pelo “não conhecimento dos embargos de declaração”.
🔎 Os embargos de declaração são um instrumento processual utilizado para pedir esclarecimento ou a correção de pontos considerados omissos, contraditórios ou obscuros de uma decisão judicial, nos casos previstos em lei.
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O g1 conversou com o professor e advogado especialista em direito civil Mateus Gomes para explicar por que o pedido protocolado não foi analisado pela Justiça. Segundo ele, o fundamento da decisão foi o de que não estavam presentes os requisitos para cabimento do recurso.
“Esse recurso [da defesa] tem por objetivo tornar a decisão mais clara. Essa segunda decisão [da Justiça] causa certa perplexidade, tendo em vista a ciência processual e até mesmo a praxe jurídica. O recurso não ser conhecido é diferente de ter sido rejeitado ou desprovido. Cumpre pontuar que tais requisitos estão alegados no recurso”, explica o advogado.
O g1 questionou ao Tribunal de Justiça do Tocantins por que o recurso não foi analisado pelo juiz, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.
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Antônio Pereira do Nascimento ficou conhecido como milionário por um dia
Reprodução/TV Anhanguera
Dispensa de testemunhas
A defesa do homem entrou com o pedido de esclarecimentos após a Justiça, em março de 2026, decidir não ouvir testemunhas solicitadas pela defesa do banco e do próprio motorista. No processo, Antônio pede recompensa de R$ 13.187.022,00, equivalente a 10% do valor devolvido, e mais R$ 150 mil de indenização.
Com base na análise de documentos do processo, o especialista explica que as testemunhas tinham a função de provar o estado emocional e as circunstâncias que teriam abalado o motorista.
“A decisão teve como fundamento que isso poderia ser provado documentalmente. Ou seja, a decisão entendeu que os documentos poderiam provar o estado emocional e abalo das partes”, diz Mateus.
Na época em que dispensou as testemunhas, a Justiça entendeu não haver necessidade, pois a discussão central da demanda consiste em verificar a ocorrência da transferência indevida, sua restituição ao banco e a eventual incidência.
Relembre o caso
Antônio Pereira do Nascimento é pai de quatro filhos e avô de 14 netos. Quando percebeu a grande quantidade de dinheiro em sua conta, procurou a instituição para devolver imediatamente. Em entrevista, até brincou com a situação na época.
“Nunca vi um dinheiro desse na minha vida e não consigo nunca na minha vida, só se ganhar na Mega-Sena, e jogar eu não jogo. Então é difícil”, disse Antônio na época.
A história gerou tanta repercussão que ele foi parar no quadro “Acredite Em Quem Quiser”, do programa Domingão, apresentado por Luciano Huck na TV Globo, em agosto de 2023.
O caso foi levado à Justiça em julho de 2024, pouco mais de um ano depois da transferência errada. O processo cita que o gerente da agência fez ‘pressão psicológica’ para que ele devolvesse o dinheiro e insinuou que “pessoas” estariam na porta da casa do motorista para aguardar a devolução do valor.
Além do pedido de recompensa, a defesa de Antônio também citou que ele sofreu com o assédio da imprensa e que toda essa situação gerou ‘abalos emocionais e constrangimentos’. Nesse sentido, pede R$ 150 mil de indenização por danos morais.
Veja a cronologia do caso do depósito de R$ 131 milhões feitos por engano para Antônio Pereira
Arte g1

Fonte: G1 Tocantins

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Noivo chega de canoa para casamento às margens de represa no TO e supreende convidados


A noiva sabia do desejo do marido e apoiou a ideia
O empresário Amarildo Fernandes Bezerra, de 51 anos, surpreendeu os convidados ao chegar ao próprio casamento navegando em uma canoa. A cerimônia foi realizada na Pousada Triuno, em Formoso do Araguaia, no sul do Tocantins, e teve como cenário o reservatório Calumbi II.
Às margens da represa, Amarildo era esperado pela noiva, Gilmara Santos Costa Bezerra, de 49 anos, familiares e amigos.
A imagem chamou a atenção de internautas e viralizou nas redes sociais. Publicado pelo perfil Formoso Alerta, o vídeo da entrada já havia ultrapassado 260 mil visualizações.
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Nos comentários, internautas brincaram com a cena. “Saiu da pescaria direto para o casamento”, escreveu um usuário. Outros destacaram o cenário da cerimônia. “O pôr do sol está um espetáculo à parte”, comentou uma mulher. “Parece cena de cinema”, publicou outro.
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O casamento foi realizado no dia 11 de julho
Reprodução/Arquivo Pessoal
Sonho antigo
Ao g1, Gilmara contou que o casal começou a namorar em 7 de dezembro de 2025. Cerca de um mês depois, ficaram noivos e, em 11 de fevereiro de 2026, oficializaram a união no civil. Mesmo casados, decidiram realizar uma cerimônia religiosa para celebrar o momento.
Ela explicou que ambos já haviam vivido outros relacionamentos e queriam marcar o início dessa nova etapa com uma celebração especial. Segundo Gilmara, a entrada de canoa foi uma ideia do marido, proprietário da pousada onde aconteceu o casamento.
“Quando ele me contou, eu apoiei desde o início. Foi um momento muito bonito e marcante”, disse.
Amarildo afirmou que imaginava essa cena havia muitos anos, antes mesmo de conhecer a esposa.
“Sempre sonhei em ver um noivo chegando de barco pelo lago da pousada para se casar. Nunca imaginei que seria eu vivendo esse momento. Acabou sendo a realização de um sonho antigo”, contou.
Segundo o empresário, a repercussão nas redes sociais também foi inesperada e tornou a lembrança da cerimônia ainda mais especial para o casal.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Caminhão fica pendurado após descer rampa de balsa no Rio Tocantins; vídeo


Caminhão cai de balsa durante travessia em Pedro Afonso
Um caminhão caiu no Rio Tocantins após descer a rampa de uma balsa que faz a travessia entre Pedro Afonso e Tupirama, na região central do estado. Imagens feitas por moradores mostram o veículo pendurado, com uma parte dentro da água e outra sobre a balsa. Não houve feridos.
O acidente aconteceu na noite de segunda-feira (13). A empresa responsável pela travessia, a Pipes, informou à TV Anhanguera que o incidente ocorreu por um descuido do motorista, que não teria acionado o freio de estacionamento.
“Quando a balsa começou a se deslocar, a carreta veio de ré. O caminhoneiro estava fora do veículo e não conseguiu entrar. Ela chegou até a rampa de embarque, a estrutura quebrou e a última carroceria ficou”, contou Túlio Moura, gerente administrativo do grupo.
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O g1 não conseguiu contato com o motorista até a última atualização desta reportagem.
Caminhão desceu rampa de balsa e caiu no Rio Tocantins
Divulgação/ @luciara.19
A carroceria do caminhão permanecia no rio até a última atualização desta reportagem.
Segundo a empresa, um guindaste foi encaminhado ao local para retirar a estrutura de dentro da água. “Nossa equipe de manutenção também foi acionada para fazer os reparos na balsa. Acreditamos que, até o final do dia, o funcionamento dessa terceira balsa seja restabelecido”, explicou.
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Pé de cajá preservado no meio de avenida no TO morre após ser consumido por cupim; veja imagens
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Ponte interditada
O trânsito na região está sendo feito por meio de balsas após a interdição da ponte na BR-235, entre Pedro Afonso e Tupirama, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A medida preventiva foi adotada após uma vistoria técnica identificar problemas estruturais.
A Prefeitura de Pedro Afonso decretou situação de emergência, apontando que o bloqueio tem causado graves impactos logísticos, econômicos, administrativos e sociais.
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Fonte: G1 Tocantins

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Pé de cajá preservado no meio de avenida no TO morre após ser consumido por cupim; veja imagens


Cajazeira conhecida por moradores de Paraíso do TO morre após ser consumida por cupim
Divulgação/Tocantins Alerta
O famoso pé de cajá, que havia sido preservado no meio de uma avenida, em Paraíso do Tocantins, morreu após ser consumido por cupim. No canteiro, sobrou apenas o tronco oco. A árvore estava no local desde o início do loteamento, há cerca de 50 anos.
A árvore ficava na avenida Piracicaba, no setor Jardim Paulista, e foi mantida mesmo após a pavimentação do trecho. Na época, a prefeitura informou que a planta havia se tornado um símbolo para os moradores.
O g1 solicitou informações sobre o caso à Prefeitura de Paraíso, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
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Em imagens registradas pela página Tocantins Alerta, é possível ver o tronco oco que foi consumido pelos cupins. Partes cortadas da árvore foram colocadas às margens da avenida. Outras plantas, com flores, nasceram no canteiro ao redor do tronco do pé de cajá.
Cajazeira morre e apenas tronco oco fica em canteiro de avenida em Paraíso
Divulgação/Tocantins Alerta
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Pé de cajá iluminado
Conforme o município, a cajazeira estava na região desde o loteamento do Jardim Paulista, que aconteceu em fevereiro de 1976. A árvore acabou se tornando um ponto de referência na cidade, com a avenida sendo conhecida como “a rua do pé de cajá”.
A planta se desenvolve bem nas regiões Norte e Nordeste do Brasil por ser resistente a longos períodos de seca. A árvore é de grande porte, podendo atingir até 30 metros.
Em 2020, para preservar a cajazeira, a prefeitura colocou lombadas na avenida e uma iluminação especial para ajudar a evitar acidentes e embelezar a árvore.
Cajazeira no meio de avenida ganhou iluminação especial
Divulgação/Prefeitura de Paraíso
Pilares foram construídos ao lado de cajazeiro
Prefeitura de Paraíso/Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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Palmas prorroga inscrições de editais com R$ 2,6 milhões destinados a projetos culturais; veja como se inscrever


Espaço Cultural José Gomes Sobrinho
Júnior Suzuk/Prefeitura de Palmas
A Fundação Cultural de Palmas (FCP) prorrogou até o dia 19 de julho o prazo de inscrições para os quatro editais do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab). A mudança foi publicada no Diário Oficial do Município da última quarta-feira (8), junto com retificações nos editais.
As inscrições terminariam na quinta-feira (9). Com a prorrogação, artistas, coletivos culturais, pontos de cultura e pessoas jurídicas da área cultural terão mais dez dias para concorrer aos recursos, que somam R$ 2,6 milhões. Ao todo, serão contemplados 80 projetos.
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Com a alteração do cronograma, também foram modificadas as datas de análise das inscrições e das fases de recursos.
O que mudou nos editais
Entre as principais mudanças está a ampliação das possibilidades de inscrição na categoria Literatura do edital de Culturas e Linguagens. A nova redação esclarece que podem ser inscritos projetos que utilizem a literatura como linguagem artística, como festivais literários, clubes de leitura, ações de difusão literária, contação de histórias e iniciativas semelhantes.
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Outra retificação esclarece que os interessados podem se inscrever em todos os editais disponíveis. No entanto, caso sejam contemplados em mais de um, deverão optar por apenas um edital dentro de cada política pública para receber os recursos.
Também houve mudanças nos requisitos para concorrer. Podem se inscrever pessoas físicas maiores de 18 anos, residentes em Palmas, coletivos sem personalidade jurídica, representados por pessoa física e pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos, sediadas na capital há pelo menos dois anos.
O edital de Culturas e Linguagens prevê que os projetos contemplados deverão ser executados em até 24 meses, sem possibilidade de prorrogação, salvo nos casos previstos em lei. Durante a execução e até a prestação de contas, o proponente ficará impedido de participar de novos editais da Fundação Cultural de Palmas.
Como fazer a inscrição
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas de forma virtual, por meio dos formulários disponíveis nos editais publicados nos sites da Prefeitura de Palmas e da Fundação Cultural de Palmas.
Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato com o setor de editais da FCP pelo e-mail editais.fcp@palmas.to.gov.br ou pelo WhatsApp (63) 99295-6655.
Sobre a Política Aldir Blanc
Os editais integram as ações da Política Nacional Aldir Blanc, desenvolvida pelo Ministério da Cultura em parceria com a Prefeitura de Palmas, com o objetivo de fortalecer a produção artística, ampliar o acesso aos recursos públicos e incentivar a diversidade cultural no município.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Inscrições para concurso do 20º Festival Gastronômico de Taquaruçu com prêmio de R$ 156 mil encerram nesta semana


FGT acontece em Taquaruçu, distrito de Palmas, entre os dias 3 a 7 de setembro
Regiane Rocha/Prefeitura de Palmas
Interessados em disputar a premiação total de R$ 156 mil no 20º Festival Gastronômico de Taquaruçu (FGT) têm até sexta-feira (17) para se inscrever no concurso gastronômico. O evento acontece entre os dias 3 e 7 de setembro no distrito de Palmas.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site oficial do festival. Os candidatos precisam preencher o formulário dentro do prazo. A lista das inscrições homologadas será divulgada em 21 de julho.
Conforme o edital, entre os critérios para a inscrição estão a apresentação de uma receita inédita no FGT, o uso de pelo menos um ingrediente regional no preparo do prato (não sendo considerado válido quando utilizado apenas no molho), e a entrega da documentação solicitada.
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Nesta edição o festival oferece 55 vagas distribuídas entre as categorias Circuito Gastronômico e Rota Gastronômica.
Pessoas físicas podem participar do Circuito Gastronômico nas subcategorias lanche salgado, jantinha, prato doce, alimentação funcional, food truck e drinks regionais;
A Rota Gastronômica é voltada para estabelecimentos comerciais, classificados como pessoas jurídicas, localizados em Taquaruçu e Taquaruçu Grande.
Considerado um dos maiores festivais gastronômicos da região norte, o FGT une gastronomia, música e cultura e atrai milhares de visitantes todos os anos como uma vitrine da culinária regional.
Na edição que celebra os 20 anos do evento, o público poderá acompanhar cinco noites de programação gastronômica e shows nacionais. A secretária municipal de Turismo, Ana Paula Setti Nogueira, informou que a programação artística será divulgada em breve.
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Fonte: G1 Tocantins

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Professora que lutava contra câncer no TO morre aos 41 anos e relato sobre filhos repercute nas redes sociais


Professora compartilhou relato antes de morrer em batalha contra câncer
Professora há mais de 20 anos em Araguaína, na região norte do estado, Valéria de Castro Alves morreu aos 41 anos durante o tratamento contra um câncer de pulmão. Em um relato publicado meses antes em uma rede social, ela compartilhou o desejo de acompanhar o crescimento dos filhos.
A morte foi confirmada neste domingo (12), e a história dela causou comoção nas redes sociais.
“Meu sonho é criar meus filhos, quero pegar o Samuel [filho] no colo a hora que eu quiser: eu não consigo mais fazer essas coisas. Quero ver eles crescerem, com a primeira namorada, formarem, se casarem”, disse a publicação da professora na época.
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O diagnóstico foi feito em maio de 2025, quando a doença já estava no estágio quatro. O exame também identificou uma mutação rara. Segundo o marido Emersom Castro, durante os primeiros meses de quimioterapia e da arrecadação para a compra de medicamentos, o corpo rejeitou o tratamento, e a doença progrediu.
“Ela chegou a trocar o remédio e teve uma boa resposta. O nódulo de 11 cm diminuiu para 4 cm. Mas nós não esperávamos o pior: quando a doença descobriu a estratégia do remédio e começou a avançar novamente. Veio a metástase no cérebro, atingindo o sistema nervoso e tirando, aos poucos, os movimentos da mão esquerda dela”, explicou o marido.
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Valéria Castro com marido e os dois filhos
Arquivo Pessoal
Valéria se dedicou à educação infantil em Araguaína. Antes de se afastar do trabalho, por causa das dores e das limitações causadas pela doença, ela deu aulas no Educandário Objetivo e cuidou de crianças na Quarta Igreja Batista.
A professora deixou o esposo e os filhos Arthur, de 9 anos, e Samuel, de 2. Por causa da doença, Valéria precisou interromper a amamentação do filho mais novo
“Nossa rotina toda mudou. Eu me doei por completo, não medi esforços, eu acompanhei e a amei até o fim. Estudei a doença, sabia o nome de todos os remédios”, contou Emersom.
“Ela era esse equilíbrio, amava a família e os filhos. A mãe dela morava conosco há oito anos após ela [Valéria] perder o pai pro câncer. O meu sentimento é de amor, eu queria amar ela como ela me amou. O sonho dela era ver os filhos crescerem. Não me arrependo de nenhum dia de ter estado com ela até o fim”, finalizou Emersom.
Professora de Araguaína durante tratamento contra câncer de pulmão
Arquivo Pessoal
A professora era natural do Maranhão, mas construiu sua família na região norte do Tocantins. O sepultamento foi realizado na manhã desta segunda-feira (13), no Cemitério Jardim das Paineiras, em Araguaína.
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Fonte: G1 Tocantins