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Quem manda aqui? Grupo de cães se espalha em frente a posto no TO e viraliza pela calma


Cães ocupam espaço de conveniência no TO e convivência tranquila chama atenção
Um registro inusitado de convivência entre clientes e cães em um estabelecimento comercial de Porto Nacional chamou a atenção nas redes sociais. O vídeo mostra frequentadores jantando tranquilamente enquanto vários cachorros descansam espalhados pelo chão, bem próximos às mesas.
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A pessoa responsável pela publicação relatou à redação que a presença dos animais é comum e que eles costumam frequentar o local com regularidade, convivendo pacificamente com quem passa por ali.
Imagens mostram animais tranquilos deitados perto dos clientes
Reprodução/Gurupi Memes
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Nas redes sociais, a tranquilidade da cena gerou comentários bem-humorados entre os internautas:
“Nosso total respeito aos Caramelos”, publicou um usuário. Outro internauta comentou: “Cada mesa com seu segurança”, brincou outro seguidor. Um outro ainda contou que frequenta o lugar e tem eles como companhia. “Ainda divido minha janta com eles”, escreveu.
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Fonte: G1 Tocantins

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Juliano, da dupla com Henrique, surpreende fãs ao visitar bar com helicóptero


Juliano, da dupla com Henrique, chega de helicóptero a bar e surpreende fãs
O cantor sertanejo Juliano, que faz dupla com Henrique, surpreendeu frequentadores ao chegar pilotando um helicóptero em um bar em Porto Nacional, no Tocantins. O artista esteve no local para participar da gravação ao vivo do novo DVD do cantor Patrick Costa.
No registro feito na quarta-feira (19), o helicóptero aparece realizando manobras circulares no céu antes de pousar em frente ao estabelecimento, levantando uma nuvem de poeira. Logo após o pouso, o cantor aparece no comando do voo. O registro foi feito horas antes do início da apresentação musical.
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Além da carreira nos palcos, Juliano é piloto habilitado e costuma compartilhar a rotina na aviação com os seguidores. Em seu perfil nas redes sociais, ele já relatou ser: “cantor e aviador. Um cara que tem Deus no coração e que corre atrás de todos os sonhos que a infância sonhou”.
Habilitado como piloto, cantor chamou a atenção de frequentadores ao aterrissar próximo a bar
Reprodução/Arquivo pessoal de Mauricio William
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História na aviação
O interesse pelo setor começou ainda na infância, por influência familiar. Em relato publicado nas redes sociais, o músico contou que o pai despertou o seu sonho de pilotar e o ensinou desde as noções básicas até a prática.
Em 2010, ele iniciou o curso de formação no aeroclube de Uberlândia (MG), onde realizou cinco meses de aulas teóricas até ser aprovado no exame da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e cumprir a carga de horas práticas exigida. “Passei na prova da Anac e corri para fazer as horas de voo. A carteira veio e eu mal sabia que aquilo tudo ainda era só o começo”, relembrou o cantor.
Em 2014, período em que a dupla realizava cerca de 25 apresentações mensais, os irmãos adquiriram um PT-LEY — modelo similar ao que o pai de Juliano operava a trabalho.
Em janeiro deste ano, o sertanejo adquiriu um jato executivo modelo Citation Sovereign+ 2015, avaliado em R$ 80 milhões. A aeronave conta com nove assentos, motores Pratt & Whitney e autonomia para viagens de longa distância pelo país.
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Fonte: G1 Tocantins

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Prefeita de Praia Norte volta a ser afastada do cargo pela Justiça


Prefeita Bruna Gabrielle foi afastada da prefeitura pela Justiça
Reprodução/Justiça Eleitoral
Em uma nova decisão publicada nesta sexta-feira (21), a Justiça Estadual voltou a afastar a prefeita Bruna Gabrielle (PSD). Ela deverá permanecer fora do cargo por mais 90 dias, até 8 de novembro. Segundo a decisão, o prazo é improrrogável. Durante o período, a prefeita continuará recebendo integralmente sua remuneração.
Bruna Gabrielle é investigada por supostas fraudes em contratos públicos e também é alvo de pedidos de impeachment na Câmara de Vereadores. A defesa da prefeita informou que recebe com serenidade toda decisão judicial e, assim que for regularmente citada, tomará as medidas judiciais que entender adequadas.
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A decisão é do juiz Jefferson David Asevedo Ramos, da 1ª Vara de Augustinópolis. Segundo o documento, o novo afastamento é fundamentado no risco de comprometimento da instrução processual.
Durante o período em que a prefeita esteve afastada, a gestão interina realizou auditorias administrativas e identificou indícios de irregularidades no contrato nº 72/2025, destinado a obras de pavimentação e com valor original de R$ 1.089.315,00. Relatórios preliminares apontaram pagamentos de R$ 780.717,72 para a execução de cerca de 230 metros de pavimentação, de um total contratado de 930 metros.
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O juiz também considerou que o retorno ao cargo poderia comprometer a instrução processual, pois devolveria à prefeita plenos poderes de direção sobre secretarias, departamentos e servidores responsáveis pela guarda e elaboração de documentos relacionados às investigações.
A decisão também levou em conta o histórico documentado de dificuldade de acesso externo a documentos durante a gestão investigada.
Afastamento e retorno
Bruna Gabrielle Neves Pires de Araújo é investigada em uma Ação Civil de Improbidade Administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO). O primeiro afastamento cautelar foi determinado entre 13 de maio a 10 de agosto de 2026, por 90 dias.
Durante o período, o Município de Praia Norte, sob gestão interina, ingressou no processo e solicitou a prorrogação da medida cautelar. O juiz determinou a instauração de contraditório específico para que a defesa se manifestasse e deixou claro que não haveria prorrogação automática do afastamento.
Inconformado com a decisão, o município recorreu ao Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJ-TO). Durante o plantão judicial, chegou a ser concedida uma liminar para prorrogar o afastamento. No entanto, o relator do processo posteriormente decidiu não conhecer do recurso e suspender a prorrogação.
Com a anulação da liminar e sem uma prorrogação válida, a medida cautelar anterior foi considerada extinta pelo fim do prazo. Com isso, o retorno de Bruna Gabrielle ao cargo de prefeita foi considerado juridicamente legítimo até uma nova análise judicial.
Entenda a investigação
A prefeita é inevestigada em um suposto esquema estruturado de desvio de recursos públicos operado por meio de contratos fraudulentos. Outros dois servidores públicos são investigados.
Segundo o processo, o município teria contratado uma “empresa de fachada” constituída apenas sete dias após o primeiro contrato com o município. A empresa estaria no nome de uma servidora pública e não teria sede física, funcionários ou maquinário próprio.
As principais irregularidades apontadas incluem:
Contratos milionários: A empresa firmou contratos que totalizam aproximadamente R$ 4.487.991,21 para locação de veículos e obras de engenharia.
Fraude na execução: Foi constatado que obras de recuperação de estradas, pagas à empresa, eram na verdade realizadas com maquinário da própria prefeitura.
Obstrução de fiscalização: A gestão municipal ignorou pedidos de informação da Câmara Municipal e do Ministério Público por mais de 150 dias.
Incompatibilidade financeira: A sócia da empresa é uma servidora pública com salário de R$ 2.435,24, mas a empresa possui capital social declarado de R$ 800.000,00.
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Fonte: G1 Tocantins

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Pacientes renais do TO que aguardam transplante relatam dificuldades para conseguir passagens aéreas pelo Estado


Morador de Palmas tem lesão grave na coluna e faz hemodiálise três vezes por semana
Reproduçõ/HSJ/Ilustrativa
Pacientes que fazem hemodiálise e aguardam na fila para transplante de rim reclamam que o Estado não está fornecendo transporte aéreo. Um deles é Edimar Rodrigues da Silva, de 59 anos.
Em entrevista ao g1, ele contou que chegou a perder uma consulta médica essencial para continuar na fila de transplante após ter o pedido de transporte aéreo negado pela Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO).
A avaliação pré-operatória de Edimar estava marcada para o dia 12 de agosto, no Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi (HGG), em Goiânia. Ele faz hemodiálise três vezes por semana e sofre com fortes dores provocadas por um colapso na coluna lombar. Por causa do quadro de saúde, Edimar apresentou dois laudos médicos que contraindicam viagens terrestres longas.
Mesmo com os documentos, o setor de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) da SES autorizou apenas passagens de ônibus, sob a alegação de que o paciente estava clinicamente estável. A SES informou que a documentação apresentada à equipe médica não continha elementos que contraindicavam o transporte de ônibus nem indicava a necessidade de deslocamento por via aérea. (Veja a nota na íntegra ao final da reportagem).
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O g1 conversou com outra paciente em tratamento na capital, que preferiu não ser identificada nesta reportagem. Com quadros de insuficiência cardíaca e renal, além de retenção severa de líquidos, ela solicitou transporte aéreo, mas teve o primeiro pedido negado pelo setor de regulação da SES. Segundo a paciente, a justificativa foi de que ela não estaria inserida no Sistema de Regulação (Sisreg) e de que o médico responsável não seria da área de terapia renal substitutiva.
Diante do risco de perder a vaga agendada, ela só conseguiu o direito à viagem após acionar a Justiça.
Agora no g1
Para a advogada especialista em Direito Médico e da Saúde Érika Simara Souza, a negativa do Estado desconsiderou a condição clínica dos pacientes, comprovada por especialistas, e pode gerar responsabilização jurídica.
“Se os laudos e exames apontam claramente que o paciente não tem condições de suportar 12 horas ou mais sentado por causa de uma doença degenerativa na coluna associada ao quadro renal, o Estado está querendo economizar de forma indevida”, avaliou a especialista.
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Sem condições físicas de enfrentar as mais de 12 horas de viagem terrestre até a capital goiana e sob o risco de perder as sessões de diálise, Edimar precisou cancelar o atendimento. Agora, ele tenta reagendar a consulta para setembro, enquanto teme que os exames percam a validade.
“Pelo transporte rodoviário que me ofereceram, eu não tenho as mínimas condições de ir. Além da coluna, eu iria perder a hemodiálise. Como sou paciente renal há quase nove anos, dez minutos de diálise já fazem muita falta. Até conseguir uma nova data, se os exames vencerem e surgir um órgão, fico sem o transplante”, desabafou.
O paciente iniciou a rotina de hemodiálise em 2018 e já passou por um transplante, mas perdeu o órgão transplantado em 2024, após complicações, e voltou para a lista de espera de Goiânia. Devido ao quadro de insuficiência renal, ele desenvolveu problemas osteomusculares graves. O g1 teve acesso a documentos médicos recentes que comprovam a situação clínica de Edimar.
Os documentos emitidos no dia 5 de agosto confirmam a situação clínica de Edimar Rodrigues
Reprodução/Arquivo pessoal de Edimar Rodrigues
Em um laudo emitido no dia 5 de agosto, a nefrologista Carize Rezende, da Fundação Pró-Rim de Palmas, constatou fratura em uma vértebra e deformações nos discos da coluna, que provocam dores agudas quando o paciente permanece sentado. Diante da necessidade de retorno rápido a Goiânia, a médica solicitou o transporte por via aérea (leia documento acima).
Em outro parecer médico, o nefrologista da equipe de transplantes do HGG, em Goiânia, Agenor Gonçalves de Lacerda, reforçou o pedido de transporte aéreo em um relatório encaminhado ao setor de TFD da SES-TO.
“O paciente não apresenta condições de realizar deslocamento por via terrestre em trajetos de longa duração, pois tal modalidade implica agravamento importante da dor, sofrimento físico e potencial piora do quadro osteomuscular, além de representar risco adicional em paciente dialítico”, destacou o médico no documento.
Segundo a advogada, o fato de Edimar ter perdido a avaliação pré-operatória pode abrir margem para ações judiciais por danos morais e pela aplicação da teoria jurídica da “perda de uma chance”.
“Ele está à espera de um órgão, e os médicos trabalham para viabilizar o transplante. A consulta cancelada era indispensável. Não se sabe quando um rim compatível pode surgir, e o paciente foi prejudicado em uma etapa decisiva”, explicou Érika.
Nota da Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins na íntegra
A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) esclarece que foi deferido o Tratamento Fora de Domicílio (TFD) ao paciente, por meio da modalidade de transporte rodoviário, após avaliação médica regulatória da documentação apresentada. A definição do meio de transporte segue critérios técnicos estabelecidos pela Resolução CIB/TO nº 159/2021, que prevê o transporte rodoviário como modalidade preferencial e o transporte aéreo para casos em que a condição clínica esteja devidamente justificada pelo médico assistente.
No caso do paciente, a documentação analisada pela equipe médica reguladora não apresentou elementos que caracterizassem contraindicação ao transporte rodoviário ou necessidade clínica de transporte aéreo.
A SES-TO ressalta que cada solicitação é avaliada individualmente, com o objetivo de garantir o acesso ao tratamento e o uso adequado e equitativo dos recursos públicos. Caso sejam apresentados novos elementos clínicos que justifiquem a necessidade de transporte aéreo, o caso poderá ser reavaliado pela equipe médica reguladora.
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Fonte: G1 Tocantins

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Casas, pousada e chácaras viram entulho às margens do lago de usina no TO; veja o que restou após demolições


Desocupação forçada e demolição foi determinada pela Justiça Federal
A Justiça Federal determinou a desocupação forçada e a demolição de cerca de 50 chácaras localizadas às margens do reservatório da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado), em Palmas. Casas, pousadas e chácaras começaram a ser demolidas nesta terça-feira (18). Em poucas horas, construções que levaram anos para serem construídas viraram entulho.
A medida atendeu a uma ação de reintegração de posse movida pela Investco, concessionária responsável pela operação da usina. A decisão foi confirmada e mantida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A disputa judicial entre os posseiros e a concessionária se arrasta desde 2014, na altura dos km 36 e 37 da rodovia TO-010. Os moradores alegam ter adquirido as terras de boa-fé, enquanto a concessionária argumenta ter o dever legal de proteger o patrimônio público da União.
Em nota, a Investco informou que atua em conformidade com as ordens dos órgãos competentes, e reitera o cumprimento de suas obrigações legais e contratuais. A concessionária destacou que a ação foi restrita a esse trecho específico de ocupação irregular e não reflete uma medida generalizada ao longo de todas as margens do lago da Usina de Lajeado (veja nota da empresa abaixo).
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Chácaras às margens do lago de Lajeado começam a ser demolidas após decisão da Justiça
Veja o que se sabe sobre a demolição de chácaras às margens de lago no TO
Chácaras são demolidas com maquinário pesado e apoio de forças de segurança
Reprodução/TV Anhanguera
A reportagem da TV Anhanguera esteve no local logo após a ordem de despejo ser emitida. Na época, Nice Antunes, que possui uma propriedade na região, contou que a área não foi invadida e que o imóvel foi adquirido de forma regular.
“É aqui que nós queremos viver. É aqui que nós queremos passar os nossos últimos dias de vida”, disse a moradora.
De acordo com a Investco, a área desocupada será destinada à recomposição e recuperação ambiental, conforme estabelecem a legislação ambiental e os termos do contrato de concessão do reservatório da usina.
Relembre o caso
A disputa judicial entre os posseiros e a concessionária se arrasta desde 2014, na altura dos km 36 e 37 da rodovia TO-010. Os moradores foram notificados em março para deixar a área. E em agosto, a medida foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília.
Na decisão que determinou o cumprimento do mandado, a juíza Caroline Baccedo estabeleceu o dia 13 de agosto para o corte do fornecimento de energia elétrica e o dia 18 de agosto para a desocupação forçada. As famílias tiveram um prazo de 15 dias para deixar o local e remover benfeitorias existentes no local.
A operação de reintegração e demolição foi cumprida com o uso de maquinário pesado e o apoio das polícias Militar e Federal.
A Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães fica no Rio Tocantins, entre os municípios de Miracema do Tocantins e Lajeado, a cerca de 60 quilômetros da capital tocantinense.
Cerca de 50 famílias foram afetadas
Reprodução/TV Anhanguera
Nota da Investco na íntegra
A Investco informa que, seguindo determinações da Justiça Federal, foi iniciada a execução de reintegração de posse das áreas vinculadas à concessão federal da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado).
A ação é realizada em conformidade com as determinações dos órgãos competentes e, como responsável pela gestão e proteção dessas áreas, a Investco acompanha o cumprimento da decisão e presta o apoio necessário às autoridades envolvidas.
A empresa reitera que, como concessionária de serviço público, respeita e atua no cumprimento das obrigações legais e contratuais de proteção do patrimônio da União que está sob sua responsabilidade.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mergulhadores fazem buscas por duas horas para resgatar celular que caiu no Lago de Palmas


Celular cai no Lago de Palmas e mergulhadores são chamados para resgatar aparelho
Um celular foi localizado por mergulhadores no fundo do lago de Palmas após ficar aproximadamente 24 horas submerso. Os profissionais foram acionados pelo dono, que havia perdido o aparelho próximo à Ilha do Canela. O valor do celular varia entre R$ 12,5 mil e R$ 18,5 mil.
O resgate aconteceu na segunda-feira (17). Imagens divulgadas nas redes sociais mostram os mergulhadores fazendo buscas e usando equipamentos para ajudar a localizar o aparelho. A ação foi realizada pelos mergulhadores João Sobota e Rafael Menezes, que é tenente-coronel do Corpo de Bombeiros.
“Esse deu bastante trabalho, foram duas horas de mergulho, usamos a técnica de varredura e, nos locais com algas, usamos detector de metais”, contou Menezes.
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Celular cai no Lago de Palmas e mergulhador é chamado para resgatar aparelho
Rafael Menezes/Jalapão Dive Center
Como os profissionais não tinham a localização exata de onde o celular havia caído, o serviço levou mais tempo. Nas buscas no fundo do rio, entre as algas, os mergulhadores encontraram o aparelho a quatro metros de profundidade.
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No vídeo, o dono mostra o aparelho e diz que está “funcionando perfeitamente”. O proprietário é o correspondente bancário, Matheus Alves, que estava andando de moto aquática próximo à Ilha do Canela, quando o celular caiu no lago. O incidente aconteceu no domingo (16).
“Ter o celular recuperado foi uma sensação de alívio e felicidade, porque eu já tinha perdido as esperanças de encontrá-lo. Além do valor do aparelho, havia muitas informações, fotos e arquivos importantes. Fiquei impressionado com o profissionalismo e a dedicação da equipe, que conseguiu localizar o celular mesmo depois de ele ter ficado cerca de 24 horas submerso”.
Rafael é mergulhador há 15 anos e possui um centro de mergulho, Jalapão Dive Center, onde são realizados cursos, mergulhos recreativos e o serviço de busca.
“Fazemos mergulhos recreativos entre a Praia do Funil e a Praia do Paredão. O serviço de busca é cobrado, pois envolve a questão dos equipamentos e da hora trabalhada”, explicou.
Essa não é a primeira vez que Rafael é procurado para resgatar itens do fundo do lago. Segundo ele, diferentes objetos de vários tamanhos foram retirados da água. “Motor elétrico de canoa, canoa, barco, cadeira, tralha de pesca, vara de pesca. Todos esses objetos a gente já resgatou”, disse.
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Fonte: G1 Tocantins

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Coleta DNA para localizar desaparecidos será realizada no Tocantins


O estado terá 12 pontos de coleta durante a mobilização nacional
Hiago Muniz/Governo do Tocantins
Uma mobilização nacional para ajudar na localização e identificação de pessoas desaparecidas chega ao Tocantins na próxima segunda-feira (24). Familiares poderão fazer a coleta gratuita de DNA em 12 pontos distribuídos pelo estado.
A ação faz parte da 4ª Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, realizada em todo o Brasil. Ao todo, o Tocantins tem 78 casos ativos de desaparecimento. Em 14 deles, familiares forneceram material genético.
Outros 64 casos ainda não contam com amostras de referência inseridas no Banco de Perfis Genéticos.
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Confira aqui a lista com os 12 pontos de coleta. O procedimento é gratuito, rápida e indolor, feito por peritos oficiais com a passagem de um cotonete na parte interna da bochecha, sem necessidade de coleta de sangue.
A coleta pode ser feita mesmo que o desaparecimento tenha sido registrado em outro estado e não há prazo máximo para fornecer o material. O perfil genético poderá ser comparado com o de pessoas encontradas vivas ou mortas e que ainda não tiveram a identidade confirmada.
Para fazer a coleta, o familiar deve apresentar um documento de identificação e informar dados sobre o Boletim de Ocorrência (BO) do desaparecimento, como o número do registro, o estado onde foi feito e a delegacia responsável. Levar uma cópia do BO é recomendado, mas não obrigatório.
Preferencialmente, a coleta deve ser feita com familiares de primeiro grau. Quem forneceu uma amostra anteriormente não precisa repetir o procedimento.
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DNA ajudou a identificar 38 pessoas
A coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas é realizada no Tocantins desde 2021. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP/TO), o trabalho contribuiu para a identificação de 38 pessoas.
O material genético é usado exclusivamente para tentar localizar ou identificar a pessoa desaparecida. Caso ela seja localizada ou retorne para casa, a amostra é descartada e não pode ser usada para outros fins.
A mobilização será realizada em todo o país e contará com 342 pontos de coleta. A iniciativa ocorre no mês em que é lembrado o Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Suspeito de violência doméstica morre após tentar tomar arma de policial durante abordagem, diz PM


Suspeito de agredir e manter mulher em cárcere privado morre após reagir em abordagem
Um homem de 28 anos suspeito de violência doméstica morreu em Gurupi, no sul do Tocantins, após ser baleado durante uma abordagem da Polícia Militar. Segundo o relatório da PM, o homem tentou tomar a arma de um dos militares e acabou sendo baleado.
A PM foi acionada na tarde desta quinta-feira (20) para atender a uma ocorrência de violência doméstica. No local, a mulher, de 33 anos, relatou que vivia uma relação conturbada com o homem e que vinha sofrendo agressões físicas e ameaças recorrentes ao longo do relacionamento.
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O g1 questionou a SSP sobre o caso, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Jovem de 19 anos foi assassinada em rua de Palmas após comprar celular furtado, diz polícia
Segundo o relato da vítima, as agressões mais recentes começaram após ela encontrar, no celular do companheiro, fotos da filha parcialmente despida. A jovem não é filha do suspeito. Ao questioná-lo sobre as imagens, ela foi agredida com socos e tapas, ficando com um olho roxo e dores no braço.
Ainda conforme o depoimento, o homem a levou sob ameaças de morte para o povoado Vila Quixaba, em Peixe, onde continuou a intimidá-la para que não o denunciasse. Ele também teria cortado parte do cabelo da vítima com uma faca.
Viatura do IML do Tocantins
Divulgação/SSPTO
Fuga, luta corporal e disparo
Na tarde desta quinta-feira, a vítima decidiu chamar a polícia para denunciar o caso. Depois de ouvir a mulher, os policiais informaram que levariam os envolvidos para a delegacia.
Nesse momento, segundo o relatório, o suspeito começou a fugir em direção a um beco ao lado do imóvel. Um policial militar iniciou uma perseguição a pé para tentar contê-lo. No beco, houve uma breve luta corporal, durante a qual o suspeito teria tentado tomar a arma do agente.
Um disparo foi efetuado e o homem continuou fugindo. Ele correu por cerca de 300 metros antes de cair em uma rua próxima.
Os militares constataram que o disparo havia atingido o peito do suspeito e chamaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ele recebeu os primeiros socorros no local e foi levado ao Hospital Regional de Gurupi, mas morreu na unidade de saúde.
A perícia esteve no local e constatou que o carro de um vizinho, que estava estacionado em uma garagem próxima, também foi atingido por um disparo. A mulher foi encaminhada à Central de Atendimento da Polícia Civil para registrar formalmente os fatos e para a adoção das providências cabíveis.
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Fonte: G1 Tocantins

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Dia D de Multivacinação: veja onde se vacinar em Palmas neste sábado (22)


Vacinação em Palmas segue durante o fim de semana
Raiza Milhomem/Secom Palmas
Unidades de Saúde da Família de Palmas ficarão abertas neste sábado (22) para o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação (veja quais abaixo). A ação é para pessoas de qualquer idade que precisam atualizar o cartão de vacina.
A campanha vai até o dia 1º de setembro. Conforme o município, os imunizantes disponibilizados protegem contra o sarampo, poliomielite, pneumonias, meningites, hepatites, febre amarela, influenza, covid-19 e dengue. Também haverá vacinação contra o HPV.
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Para receber as doses, basta procurar uma das 10 unidades de saúde que ficarão abertas e apresentar o cartão de vacina. Os menores de idade devem estar acompanhados de pais e responsáveis.
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Veja as unidades abertas neste fim de semana
USF Arno 41 – 403 Norte
USF Arne 64 – 508 Norte
USF Deise de Fátima – Arse 13 (108 Sul)
USF Francisco Júnior – Arso 41 (403 Sul)
USF Satilo Alves – Arso 111 (1103 Sul)
USF Valéria Martins – Arse 122 (1206 Sul)
USF Taquari – Jardim Taquari
USF Laurides Milhomem – Jardim Aureny III
USF Eugênio Pinheiro – Jardim Aureny I
USF José Hermes – Setor Sul
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Pequizeiro cria banco municipal e lança moeda própria para movimentar economia local


Município de Pequizeiro no TO
Divulgação/Prefeitura de Pequizeiro
O município de Pequizeiro, no norte do Tocantins, lança nesta sexta-feira (21) a moeda social “Pequi” (Pq). A iniciativa, pioneira no estado, foi criada para estimular a economia local, manter a circulação de recursos dentro da cidade e ampliar o acesso da população a serviços financeiros.
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Segundo a Prefeitura de Pequizeiro, o evento de lançamento da moeda acontece na manhã desta sexta-feira (21), junto com a abertura do Banco Municipal de Pequizeiro (BMP), no Salão de Eventos Maria da Anunciação.
A moeda social terá paridade direta com a moeda nacional: 1 Pq equivale a R$ 1. No entanto, a circulação é restrita ao município e só poderá ser usada em comércios, produtores rurais e prestadores de serviços cadastrados.
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Ainda conforme a prefeitura, a proposta é criar um circuito econômico fechado, onde o morador que receber valores em Pequi realiza compras no comércio da cidade, e o comerciante reutiliza a moeda para pagar fornecedores e serviços locais, evitando a evasão imediata de recursos para outros centros urbanos.
A adesão ao sistema é voluntária e aberta a moradores, servidores municipais, empresas, autônomos e entidades civis.
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