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Investigação sobre repasse de R$ 5 mi a time de futebol no TO começou após movimentações suspeitas


Operação investiga repasses da Prefeitura de Tocantinópolis para equipe de futebol
A investigação sobre um suposto esquema que desviou mais de R$ 5,1 milhões em recursos públicos de Tocantinópolis teve início após um relatório apontar movimentações consideradas atípicas nas contas bancárias dos investigados. Os valores era repassados pelo município para o Tocantinópolis Esporte Clube.
Nesta quinta-feira (12), a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços do prefeito Fabion Gomes (PL) e do presidente do Tocantinópolis, o sargento da PM Leandro Pereira de Sousa. A polícia também esteve na sede do clube, em secretarias do município e no gabinete do prefeito.
O prefeito Fabion Gomes (PL) informou, em vídeo divulgado nas redes sociais, que os pagamentos ao time foram cancelados durante sua gestão por ordem judicial, mas os repasses de gestões anteriores foram feitos com base em uma legislação do município.
O presidente do Tocantinópolis, Leandro Pereira, informou que o clube não tem convênio e não recebe repasses da prefeitura desde que assumiu a presidência em janeiro de 2025 (veja posicionamento abaixo).
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O g1 também pediu posicionamento do Tocantinópolis Esporte Clube, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.
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Prefeito de Colinas do Tocantins é alvo operação por violência política de gênero contra vereadora
O que se sabe e o que falta esclarecer sobre a prisão de suspeito de matar fazendeiro no TO
O esquema é investigado pelos crimes de peculato, falsidade ideológica, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Conforme a decisão que autorizou a operação, um releatório de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou saques elevados, circularidade de valores entre as contas e recebimentos incompatíveis com a renda declarada.
Os investigados teriam estruturado um esquema contínuo de desvio de recursos públicos, que eram repassados ilegalmente do município para o Tocantinópolis Esporte Clube.
Após entrar na conta da entidade esportiva, o dinheiro era supostamente redistribuído entre dirigentes e terceiros. O documento afirma que havia sinais claros de ocultação e dissimulação da origem ilícita, caracterizando indícios de lavagem de capitais.
Operação investiga repasses a clube esportivo
Divulgação/PCTO
Entenda o esquema
As apurações da Polícia Civil, fundamentadas em relatórios do Coaf, apontaram que o desvio de verbas era estruturado em três eixos principais:
Repasses irregulares: Gestores municipais autorizavam a transferência de recursos públicos ao clube, ignorando decisões do Tribunal de Contas do Estado (TCE/TO) que já haviam apontado a ilegalidade de tais atos.
Entidade de fachada: Para a polícia, o clube era utilizado como uma estrutura de fachada, com a falsificação de documentos, como atas e recibos, para simular a legalidade das transferências, que não possuíam relação com o interesse público ou atividades esportivas reais.
Lavagem de dinheiro: Após chegarem às contas do clube, os valores eram redistribuídos para contas pessoais de dirigentes e terceiros, além de serem realizados saques em espécie para dificultar o rastreamento do dinheiro.
Histórico de irregularidades
Segundo a polícia, o fluxo de repasses investigado ocorre de forma contínua desde 2009, estendendo-se até 2024. As irregularidades eram de conhecimento das autoridades desde 2007, quando o TCE/TO julgou irregular a prestação de contas daquele ano devido à ausência de autorização legal para as transferências.
Durante o cumprimento de oito mandados, policiais apreenderam documentos administrativos, dispositivos eletrônicos e registros contábeis.
O nome da Operação 2º Tempo faz alusão à continuidade do combate a esquemas ilícitos que utilizam o esporte como instrumento para práticas criminosas.
Posicionamento do presidente do Tocantinópolis
É, com relação a essa situação aí e do que que está sendo investigado, é um possível repasse que o Tocantinópolis receba da Prefeitura de Tocantinópolis através de uma lei municipal, lei essa que vem desde a fundação do clube, em que a prefeitura municipal, autorizada pela Câmara Municipal, fazia um repasse mensal de 30 salários mínimos para o Tocantinópolis Esporte Clube.
Com relação a esses repasses, essa lei em dezembro, mais especificamente dezembro de 2024, antes de eu ser presidente, ter a eleição para presidente, tinha uma liminar aonde suspende esse repasse. E dali então não foi mais feito repasse.
Depois que eu assumi a presidência e o prefeito Fabion Gomes, que assumiu também em janeiro de 2025, a prefeitura não teve repasse. O Tocantinópolis Esporte Clube, nesse um ano e três meses que estão fazendo agora de mandato, não teve nenhum repasse público de nada. Hoje o Tocantinópolis não tem convênio nenhum com a prefeitura municipal de Tocantinópolis.
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Fonte: G1 Tocantins

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Prefeito de Colinas do Tocantins é alvo de mandado de busca da Polícia Federal

Mandados de busca e apreensão são cumpridos contra prefeito de Colinas do Tocantins
A Polícia Federal cumpre, na manhã desta quinta-feira (12), três mandados de busca e apreensão em Colinas do Tocantins, na região norte do estado. Entre os alvos está o prefeito Josemar Carlos Casarin (União), conhecido como Kasarin.
Segundo apurado pela TV Anhanguera, a investigação apura suspeita de violência política de gênero contra uma vereadora da cidade. Dois influenciadores digitais também são investigados.
Kasarin foi procurado, mas não se manifestou até a última atualização desta reportagem.
O g1 pediu informações para a Polícia Federal, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins

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‘O irmão sentiu’, diz tia sobre assassinato de jovem após dançar perto de homem em distribuidora


Casal é preso por morte de adolescente em Palmas
Passados 43 dias desde o assassinato de Esmeralda Domingos da Silva, de 17 anos, a família relembra o último dia de vida da adolescente como um adeus antecipado. “O irmão dela sentiu algo muito forte e foi estudar com vontade de voltar para casa e ficar perto dela. Era uma despedida e não sabíamos”, contou um parente.
A adolescente foi assassinada a tiros na madrugada de 28 de janeiro em uma distribuidora de bebidas no setor Jardim Aureny IV, região sul de Palmas. A polícia concluiu que Esmeralda foi morta por ciúmes.
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Segundo a apuração da 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (1ª DHPP), a suspeita identificada pelas iniciais J.S.C., de 27 anos, se irritou ao ver a adolescente dançando perto de seu namorado, T.G.P., de 20 anos. O casal estaria sentado em uma mesa próxima quando ocorreu o desentendimento. O g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
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Casal suspeito de assassinar adolescente a tiros em distribuidora é preso
Esmeralda Domingos da Silva morreu após ser baleada em uma distribuidora de Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
A investigação indica que a suspeita chegou a sair do estabelecimento e retornou armada logo depois, momento em que tentou disparar contra amigos da vítima antes de acertar Esmeralda na região do pescoço. A adolescente chegou a ser socorrida por terceiros e levada à UPA Sul, mas não resistiu aos ferimentos.
Ainda segundo a polícia, após o crime o casal fugiu do estado e as prisões preventivas deles foram decretadas pela Justiça do Tocantins. Ambos foram capturados posteriormente após serem presos em flagrante por assalto um em Santana do Araguaia, no Pará. Com isso, foram transferidos para Palmas, onde tiveram as ordens judiciais formalizadas.
A morte de Esmeralda provocou forte comoção entre familiares, que a descrevem como uma jovem “carismática, cheia de sonhos e apaixonada por dançar”. Para a família, a prisão dos suspeitos trouxe certo alívio, embora a perda seja irreparável.
A Secretaria da Segurança Pública informou que a investigação segue para esclarecer por completo as circunstâncias e a motivação do crime.
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Fonte: G1 Tocantins

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Operação investiga repasse de R$ 5,1 milhões da Prefeitura de Tocantinópolis para time de futebol


Polícia Civil cumpriu mandados de busca em Tocantinópolis
PCTO/Divulgação
A Polícia Civil do Tocantins realizou, na manhã desta quinta-feira (12), a Operação 2º Tempo, com o objetivo de desarticular um suposto esquema de desvio de recursos públicos do município de Tocantinópolis destinados a um clube de futebol local. A ação, realizada pela 1ª Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Deic), cumpriu oito mandados de busca e apreensão em casas, órgãos públicos e na sede da entidade esportiva.
De acordo com as investigações, o prejuízo estimado aos cofres públicos ultrapassa R$ 5,1 milhões. O esquema é investigado pelos crimes de peculato, falsidade ideológica, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
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O g1 pediu posicionamento do Tocantinópolis Esporte Clube, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem. O prefeito Fabion Gomes informou, em vídeo divulgado nas redes sociais, que os pagamentos ao time foram cancelados durante sua gestão por ordem judicial, mas os repasses de gestões anteriores foram feitos com base em uma legislação do município.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Entenda o esquema
As apurações da Polícia Civil, fundamentadas em relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), apontaram que o desvio de verbas era estruturado em três eixos principais:
Repasses irregulares: Gestores municipais autorizavam a transferência de recursos públicos ao clube, ignorando decisões do Tribunal de Contas do Estado (TCE/TO) que já haviam apontado a ilegalidade de tais atos.
Entidade de fachada: Para a polícia, o clube era utilizado como uma estrutura de fachada, com a falsificação de documentos, como atas e recibos, para simular a legalidade das transferências, que não possuíam relação com o interesse público ou atividades esportivas reais.
Lavagem de dinheiro: Após chegarem às contas do clube, os valores eram redistribuídos para contas pessoais de dirigentes e terceiros, além de serem realizados saques em espécie para dificultar o rastreamento do dinheiro.
Histórico de irregularidades
Segundo a polícia, o fluxo de repasses investigado ocorre de forma contínua desde 2009, estendendo-se até 2024. As irregularidades eram de conhecimento das autoridades desde 2007, quando o TCE/TO julgou irregular a prestação de contas daquele ano devido à ausência de autorização legal para as transferências.
Para o cumprimento das diligências, foram mobilizados 34 policiais civis, entre investigadores e peritos. Os mandados foram cumpridos em locais estratégicos, incluindo setores da Prefeitura Municipal de Tocantinópolis.
Entre os investigados está um policial militar da ativa, o que levou a Polícia Militar do Tocantins a prestar apoio durante a operação. Documentos administrativos, dispositivos eletrônicos e registros contábeis foram apreendidos para subsidiar a continuidade das investigações.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em locais estratégicos, incluindo residências de investigados, a sede do clube esportivo e setores da Prefeitura Municipal.
O nome da operação faz alusão à continuidade do combate a esquemas ilícitos que utilizam o esporte como instrumento para práticas criminosas.
Sede do Tocantinópolis Esporte Clube
Reprodução/Google Street View
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Fonte: G1 Tocantins

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O que se sabe e o que falta esclarecer sobre a prisão de suspeito de matar fazendeiro no TO


Vídeo mostra momento em que produtor rural é assassinado em Miranorte
Após um ano e meio de investigações sobre a morte do produtor rural José Geraldo Oliveira Fonseca, de 39 anos, a Polícia Civil divulgou que o crime aconteceu em meio a uma disputa no mercado de produção de abacaxi, em Miranorte, na região central do Tocantins. O mandante seria um fazendeiro rival nos negócios.
O inquérito identificou intermediários, rastreou pagamentos fracionados e descobriu os executores do homicídio. Dois homens foram localizados em Maceió (AL), onde morreram em confronto com policiais durante a operação realizada na terça-feira (10). A ação também cumpriu mandados de prisão no Tocantins e Rio de Janeiro.
A defesa do fazendeiro afirma não ter tido acesso integral aos autos, o que impede uma análise detalhada dos fatos (leia a íntegra abaixo). Os nomes dos demais presos não foram divulgados, por isso, o g1 não localizou as defesas.
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Entenda o que se sabe e o que falta esclarecer sobre a suposta morte encomendada.
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Saiba quem é o fazendeiro preso suspeito de encomendar a morte de rival no ramo de abacaxi no TO
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Vídeo mostra assassinato de produtor de abacaxi no TO; fazendeiro rival é apontado como mandante pela polícia
José Geraldo Oliveira Fonseca era produtor de abacaxis
Arquivo pessoal/Família de José Geraldo
Quem é apontado como mandante do crime?
Roberto Coelho de Sousa é um fazendeiro que atua na produção de abacaxi em Miranorte. Ele foi preso nesta terça-feira (10) durante uma operação da Polícia Civil, que também cumpriu mandados em Alagoas e no Rio de Janeiro.
A investigação aponta que Roberto era concorrente direto da vítima, o produtor José Geraldo, e mantinha rivalidade comercial e problemas pessoais com ele, fatores que teriam motivado o crime.
Quem era a vítima?
Conhecido como “Geraldo do Abacaxi”, José Geraldo trabalhava há 18 anos no cultivo, compra e venda de abacaxi. Ele mantinha escritório e empregava trabalhadores do setor. A família o descreve como um homem honesto, dedicado ao trabalho e muito envolvido com a comunidade.
O que a investigação revelou sobre a motivação do assassinato?
A Polícia Civil afirma que a morte de Geraldo foi motivada pela combinação de rivalidade comercial no mercado de abacaxi e problemas pessoais entre o mandante e a vítima. Os dois eram inimigos declarados, segundo a investigação. A atuação no mesmo segmento e a disputa direta por espaço na produção e comercialização da fruta ajudaram a agravar o conflito.
Como o crime foi executado?
Geraldo foi assassinado a tiros enquanto jantava com a família em 7 de setembro de 2024, em uma pizzaria no centro de Miranorte. O ataque ocorreu quando dois homens armados invadiram o local e fizeram vários disparos.
A ação foi registrada por câmeras de segurança. Após os tiros, os criminosos ainda roubaram um cordão usado pela vítima. A polícia iniciou buscas no dia do crime, mas os executores fugiram da região.
Quem participou do esquema, segundo a polícia?
A operação identificou três níveis de envolvimento:
Mandante: Roberto Coelho de Sousa, preso em Miranorte.
Intermediários: três homens responsáveis por contratar os pistoleiros; dois foram presos em Miranorte e um no Rio de Janeiro.
Executores: dois pistoleiros localizados em Maceió (AL), que morreram em confronto com a polícia durante tentativa de prisão.
Como a polícia chegou aos suspeitos?
A investigação envolveu monitoramento bancário, análise de imagens e cooperação entre equipes do Tocantins, Alagoas e Rio de Janeiro.
O pagamento pelo crime foi feito de forma fracionada, por meio de depósitos nas contas dos executores. A identificação de um dos atiradores foi possível graças à papiloscopia, que encontrou fragmentos de digitais, além do trabalho dos setores de inteligência de diferentes estados.
O que falta esclarecer no caso?
A Polícia Civil afirma que as investigações continuam para identificar outros possíveis participantes na organização do assassinato. Isso inclui verificar se houve apoio logístico, financeiro ou envolvimento de novos intermediários além dos já presos.
Íntegra da nota de Roberto Colheo de Sousa
A defesa de Roberto Coelho de Sousa, por meio de seus advogados regularmente constituídos, vem a público prestar esclarecimentos acerca da reportagem recentemente divulgada sobre a prisão de seu constituinte.
Inicialmente, cumpre destacar que, até o presente momento, a defesa não teve acesso integral aos autos do procedimento, circunstância que impede a análise detalhada dos fatos e dos elementos que teriam fundamentado a medida de prisão.
Ressalta-se que o acesso aos autos é prerrogativa fundamental da advocacia, sendo indispensável para o pleno exercício do direito de defesa e para a garantia do devido processo legal.
Diante disso, a defesa informa que adotará todas as medidas jurídicas cabíveis para obter imediato acesso aos autos e, a partir da análise técnica do procedimento.
Por fim, reitera-se que todo investigado ou acusado possui o direito constitucional à ampla defesa e ao contraditório, razão pela qual qualquer conclusão antecipada deve ser evitada até que os fatos sejam devidamente esclarecidos no âmbito do processo.
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Fonte: G1 Tocantins

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Esquema de venda ilegal de CNHs no Tocantins contava com seis médicos e uma psicóloga, diz polícia


Investigação revela servidores e médicos envolvidos no esquema de compra de CNH no TO e MA
A Polícia Civil desarticulou, nesta quarta-feira (11), uma organização criminosa suspeita de fraudar a emissão de Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH) no Tocantins. A operação ‘Sinal Vermelho’ revelou que seis médicos e uma psicóloga são suspeitos de integrar o grupo criminoso. Eles foram alvos de mandados de busca e apreensão. Ao todo, foram cumpridos dez mandados de prisão preventiva e 59 de busca e apreensão.
Além dos profissionais da saúde, também foram alvos servidores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-TO) e instrutores de autoescolas. Entre os presos, seis são servidores públicos; um deles foi localizado em uma chácara em Araguatins.
A polícia afirmou que os candidatos pagavam valores que chegavam a R$ 4,3 mil para obter a habilitação sem realizar as etapas obrigatórias do processo legal, como exames médicos e psicológicos, aulas teóricas ou provas práticas.
Além da venda de CNHs, a polícia informou que a organização também atuava na regularização de veículos furtados, roubados ou clonados. O esquema consistia na inserção de dados falsos nos sistemas para emitir documentos de carros irregulares, suprimindo a obrigatoriedade da vistoria.
Os nomes dos investigados não foram divulgados, e o g1 não conseguiu contato com as defesas. O Detran informou que colaborou com as autoridades e que já havia procedido com o afastamento de servidores e a suspensão das atividades de credenciados suspeitos de envolvimento em irregularidades no processo de habilitação no estado, antes mesmo da deflagração da operação policial (veja a íntegra abaixo).
O delegado responsável pelo caso, Márcio Lopes, alertou sobre os riscos: “O reflexo disso é ter pessoas inabilitadas no trânsito. A habilitação era ideologicamente falsa, mas o documento era verdadeiro no sistema, o que impedia a fiscalização de identificar o erro na rua”, explicou.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Augustinópolis. Os mandados foram cumpridos em Araguaína, Araguatins, Augustinópolis, Palmas, Guaraí, Sítio Novo do Tocantins e Ananás, além de Imperatriz (MA).
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Policiais civis cumpriram mandados em oito cidades
Divulgação/PCTO
Entenda como funcionava a fraude
O g1 teve acesso à decisão que autorizou a operação policial. No documento, o juiz Alan Ribeiro da Silva, detalha a dinâmica do esquema criminoso, com base no inquérito da Polícia Civil.
Cadastro inicial fraudado
Servidores da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretrans) manipulavam o sistema do Detran inserindo dados falsos e simulando o comparecimento dos candidatos. Eles usavam as próprias digitais ou as de terceiros — as chamadas “digitais de aluguel” — para marcar presença. Fotos enviadas por aplicativos eram incluídas como se tivessem sido registradas presencialmente.
Exames médico e psicológico sem comparecimento
Médicos e psicólogos credenciados atestavam a aptidão de candidatos que nunca pisaram nas clínicas. As digitais eram colhidas por servidores ou terceiros, garantindo a validação do atendimento no sistema eletrônico como se o exame tivesse sido realizado.
Aulas e provas forjadas
Instrutores de Centros de Formação de Condutores (CFC) registravam presenças fictícias no sistema online. As aulas eram marcadas com as digitais dos próprios instrutores enquanto os veículos permaneciam parados ou circulavam sem os alunos.
Nos exames teóricos e práticos, servidores com acesso ao sistema inseriam manualmente o resultado “aprovado”. Relatórios de auditoria identificaram processos concluídos em poucos segundos, o que indicava manipulação direta das etapas obrigatórias.
Emissão final da CNH
Um funcionário de empresa terceirizada responsável pela confecção das habilitações corrigia inconsistências criadas pelas etapas fraudulentas. Ele manipulava assinaturas digitais e ajustava falhas nas fotografias para viabilizar a impressão do documento falso.
Fraudes em veículos
Além das CNHs, a polícia encontrou irregularidades em processos de transferência e regularização de veículos. Servidores inseriam dados falsos nos sistemas, suprimiam vistorias e até regularizavam carros furtados ou clonados usando laudos inexistentes.
A investigação constatou ainda que o esquema operava em diferentes Ciretrans, incluindo Augustinópolis, Araguatins e Araguaína. Digitais de servidores de unidades distintas apareciam nos mesmos processos, reforçando que se tratava de uma organização com atuação coordenada.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que a operação teve apoio do Detran-TO e as provas obtidas durante a operação devem ser compartilhadas com a corregedoria do órgão para adoção das medidas administrativas cabíveis.
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Íntegra da nota Detran
O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO) informa que já havia procedido com o afastamento de servidores e a suspensão das atividades de credenciados suspeitos de envolvimento em irregularidades relacionadas ao processo de habilitação no estado, antes mesmo da deflagração da operação policial realizada nesta quarta-feira (11).
O órgão esclarece ainda que colaborou com as autoridades responsáveis pelas investigações, tendo encaminhado informações que contribuíram para a apuração dos fatos. A iniciativa integra a política permanente de controle interno e combate a qualquer tipo de irregularidade nos serviços prestados à população.
A atual gestão reforça seu compromisso com a transparência e a legalidade, adotando medidas rigorosas para combater possíveis irregularidades e disponibiliza diversos canais para recebimento de denúncias. O Detran/TO continua à disposição das autoridades competentes pela investigação e segue empenhado em garantir a segurança e a credibilidade dos serviços prestados à população.
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Fonte: G1 Tocantins

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Suspeitos de intermediar morte de produtor de abacaxi no TO assistiram assassinato, diz parente


Vídeo mostra momento em que produtor rural é assassinado em Miranorte
Dois dos suspeitos de intermediar a morte do produtor de abacaxi José Geraldo Oliveira Fonseca, de 39 anos, foram vistos na pizzaria no momento do crime. A informação foi confirmada por uma parente da vítima, que preferiu não se identificar por questão de segurança.
O crime aconteceu no dia 7 de setembro de 2024, no centro de Miranorte, na região central do estado. José Geraldo jantava com a família quando foi atingido por vários disparos. Outro homem, de 33 anos, também foi ferido no tórax na ocasião.
Raquel Faria e Diego Andrade da Silva, apontados na investigação como intermediários do crime, estavam presentes na pizzaria no momento em que José Geraldo foi assassinado. Segundo relato da parente, eles chegaram a cumprimentar a vítima e a família momentos antes do crime.
Nesta terça-feira (10), a Polícia Civil realizou uma operação para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão relacionados ao caso.
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Suspeito de matar rival foi preso nesta terça-feira
TV Anhanguera/Reprodução
A operação cumpriu quatro mandados de prisão temporária contra envolvidos no assassinato nos estados do Tocantins, Alagoas e Rio de Janeiro. Entre eles estão Raquel Faria, Diego Andrade da Silva e Adão dos Reis, suspeitos de intermediar a morte. Roberto Coelho de Sousa, apontado como mandante do crime, também foi preso.
Dois suspeitos apontados como pistoleiros, que também tinham mandados de prisão, foram localizados em Alagoas e morreram em confronto com a polícia.
A defesa de Roberto Coelho de Sousa e Adão dos Reis informou que, até o momento, não teve acesso integral aos autos do procedimento, circunstância que impede uma análise mais detalhada do caso (veja a nota na íntegra abaixo).
Já a defesa de Raquel Faria disse que, neste estágio processual, prioriza o exame técnico e integral dos autos antes de emitir qualquer pronunciamento (leia a íntegra abaixo).
O g1 tenta localizar a defesa de Diego Andrade da Silva.
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Segundo a parente, Raquel Faria e Diego Andrade da Silva também compareceram ao velório da vítima. “Os dois foram ao velório”, afirmou.
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Investigação em andamento
Entre os presos está o fazendeiro Roberto Coelho de Sousa, apontado pela investigação como o mandante do crime devido a uma rivalidade comercial com a vítima. Também foi alvo da operação Adão dos Reis Bessa, funcionário de Roberto, suspeito de atuar como intermediário.
Diego Andrade da Silva, parceiro comercial do fazendeiro, e Raquel Faria Rodrigues teriam participado ativamente da trama e atuado na intermediação de pagamentos do mandante aos executores, tanto em dias anteriores quanto no dia posterior ao crime.
Rosevaldo Pedrosa de Albuquerque Júnior e José Nadson de Santana Júnior, apontados como os pistoleiros, foram localizados em Maceió (AL), mas morreram após confronto com a polícia durante a tentativa de prisão.
Durante o cumprimento dos mandados na casa de Roberto Coelho, um policial militar aposentado foi preso em flagrante por porte irregular de arma. Três armas foram encontradas com ele. O militar pagou fiança de R$ 1.621 e foi liberado, mas seguirá sendo investigado.
Em nota, a Polícia Militar do Tocantins (PMTO) informou que o policial é da reserva remunerada e que, até o momento, não há confirmação oficial de ligação direta entre ele e o assassinato de José Geraldo.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar se há outros envolvidos no homicídio.
Íntegra da nota de Roberto Coelho de Sousa e Adão dos Reis
Defesa de Roberto Coelho e Adão dos Reis Inicialmente, cumpre destacar que, até o presente momento, a defesa não teve acesso integral aos autos do procedimento, circunstância que impede a análise detalhada dos fatos e dos elementos que teriam fundamentado a medida de prisão. Ressalta-se que o acesso aos autos é prerrogativa fundamental da advocacia, sendo indispensável para o pleno exercício do direito de defesa e para a garantia do devido processo legal.
Diante disso, a defesa informa que adotará todas as medidas jurídicas cabíveis para obter imediato acesso aos autos e, a partir da análise técnica do procedimento. Por fim, reitera-se que todo investigado ou acusado possui o direito constitucional à ampla defesa e ao contraditório, razão pela qual qualquer conclusão antecipada deve ser evitada até que os fatos sejam devidamente esclarecidos no âmbito do processo.
Íntegra da nota Raquel Faria
Defesa de Raquel Faria Na condição de representantes jurídicos de um dos investigados, compreendemos a relevância social do caso e a necessidade de informar o público, entretanto, esclarecemos que, neste estágio processual, a defesa prioriza o exame técnico e integral dos autos antes de emitir qualquer pronunciamento circunstanciado sobre o mérito das suspeitas levantadas. É imperativo ressaltar que a análise detida dos elementos probatórios e das ordens de prisão é medida indispensável para a elaboração de uma defesa técnica eficaz, de modo que qualquer manifestação precipitada sobre detalhes das investigações poderia comprometer não apenas a estratégia defensiva, mas o próprio curso do inquérito policial.
Assim que for concluído o acesso a todo o conteúdo das diligências, incluindo as informações provenientes das prisões efetuadas e mandados cumpridos, providenciaremos as medidas cabíveis para assegurar a proteção dos direitos e das garantias fundamentais de nossos constituintes, visto que nossa postura é pautada pela estrita colaboração com as autoridades competentes e pelo respeito incondicional à Justiça.
A defesa se fará presente em todos os atos necessários para demonstrar a ausência de envolvimento do cliente com as condutas imputadas, sempre sob a égide do devido processo legal e da presunção de inocência, estando convictos de que, no decorrer das investigações e da instrução processual, a verdade será restabelecida e a inocência do nosso cliente será devidamente comprovada.
Nota da PM
Nota da Polícia Militar A Polícia Militar do Tocantins (PMTO) informa que, na manhã de terça-feira (10), durante o cumprimento de mandados judiciais relacionados à investigação do homicídio do produtor rural José Geraldo Oliveira Fonseca, ocorrido em setembro de 2024 no município de Miranorte, um policial militar da reserva remunerada foi conduzido pela Polícia Civil do Tocantins.
Durante diligências realizadas, foram localizadas armas de fogo em situação irregular, fato que resultou na lavratura de auto de prisão em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo de uso permitido, conforme previsto no artigo 12 da Lei nº 10.826/2003. Após os procedimentos na 10ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Miracema do Tocantins, foi arbitrada fiança pela autoridade policial, sendo o conduzido posto em liberdade mediante alvará de soltura, permanecendo o caso sob investigação da Polícia Civil.
A Polícia Militar ressalta que o envolvido encontra-se na condição de militar da reserva remunerada, não estando no exercício de atividade operacional no âmbito da Corporação. Ressalta, ainda, que, até o momento, não há confirmação oficial de relação direta entre o referido militar e os demais suspeitos investigados no caso. As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil. A Polícia Militar do Tocantins reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e o respeito às instituições, colocando-se à disposição para colaborar com os órgãos responsáveis pela apuração dos fatos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Idoso passa mal e morre em fórum de Palmas durante audiência de recuperação de posse


Fórum de Palmas na Av. Siqueira Campos
Divulgação/Fórum de Palmas
Um idoso de 80 anos morreu depois de sofrer um mal súbito nesta quarta-feira (11), no Fórum de Palmas. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO). O nome da vítima não foi divulgado.
Segundo o tribunal, a equipe da Junta Médica do fórum foi acionada, assim como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros. Os bombeiros informaram que auxiliaram na realização de manobras de reanimação por aproximadamente 20 minutos, mas a vítima morreu no local.
O TJ informou que um psicólogo e um assistente social do Grupo Gestor das Equipes Multidisciplinares (GGEM) estão em contato com a família. O tribunal também informou que a administração do fórum prestou o apoio necessário até a chegada do Instituto Médico Legal (IML).
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Veja os vídeos que estão em alta no g1
O corpo deve passar por exame de necrópsia e, em seguida, será liberado aos familiares.
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Fonte: G1 Tocantins

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Dentista morre após perder controle de moto e bater em árvore no Tocantins


Leonardo Alves Araújo Sales era formado em odontologia
Divulgação/Afya Unitpac
O cirurgião dentista Leonardo Alves Araújo Sales, de 22 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira (11) após perder o controle da moto e colidir contra uma árvore em Araguaína, norte do Tocantins.
O acidente aconteceu na Avenida Dom Emanuel, no setor Senador. De acordo com a Polícia Militar (PM), equipes de atendimento chegaram ao local e o médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte.
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Imagens de câmeras de monitoramento registraram o momento em que o condutor seguia no sentido Sul/Norte e perdeu o controle do veículo, batendo em frente à unidade do Senai. Uma testemunha contou aos PMs que ouviu o barulho da colisão.
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Após os procedimentos periciais, o corpo dele foi levado pelo Instituto Médico Legal (IML). Como não havia familiares ou responsáveis no local, o veículo foi levado para um pátio credenciado.
A Afya Faculdade de Ciências Médicas divulgou nota de pesar e informou que Leonardo era egresso da instituição. O jovem foi descrito como brincalhão e “de coração leve”. A faculdade expressou solidariedade à família, amigos e colegas.
“Sua partida entristece profundamente toda a família Odonto, que teve a alegria de compartilhar momentos, aprendizados e convivência com ele ao longo de sua trajetória acadêmica”, diz trecho da nota.
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Fonte: G1 Tocantins

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Alexandre Pires compra fazenda de cerca de 2 mil hectares no TO para investir em gado, diz corretor


Foto do Corretor de imóveis, Bruno Leonardo, com o cantor após aquisição do imóvel
Reprodução/Instagram de Bruno Leonardo
O cantor e empresário Alexandre Pires é o novo proprietário da Fazenda Arara Preta, localizada em Dianópolis, na região sudeste do Tocantins. A propriedade, com cerca de 2 mil hectares, fica próxima à divisa do Tocantins com a Bahia.
Segundo o corretor de imóveis rurais responsável pela venda, Bruno Leonardo, a fazenda fica a cerca de 90 km de Luís Eduardo Magalhães (BA), uma importante fronteira agrícola, fator que agrega valor à propriedade.
“Ele está mais voltado para o gado [investimento]. Só que, com essa expansão agrícola que está acontecendo, acredito que as atividades mais promissoras ali, por ser uma região plana, com boa disponibilidade de água, chuvas regulares e vários recursos hídricos, sejam ligadas à agricultura. Nos próximos anos, acredito que a agricultura vai ganhar cada vez mais espaço na região”, informou o corretor.
Recentemente, o cantor esteve na cidade para visitar o novo empreendimento e interagiu com moradores locais. Alexandre Pires, natural de Uberlândia (MG), é um dos nomes mais expressivos do pagode.
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O g1 conversou com o prefeito de Dianópolis, José Salomão (PT). Segundo ele, o cantor pretende investir primeiro na criação de gado e, depois, na agricultura.
“Ele vai investir inicialmente na pecuária e depois na agricultura, segundo o que ele me informou. Isso contribui decisivamente para a economia do nosso município”, explicou o prefeito.
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Fonte: G1 Tocantins