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Jornalista de Palmas é preso no PA após condenação por estupro de vulnerável em RO


Jornalista que atuava no Tocantins é preso por estupro de vulnerável no Pará
O jornalista Alessandro Ferreira Guimarães Lopes, de 46 anos, foi preso na tarde desta quinta-feira (20), em uma fazenda na cidade de Santana do Araguaia, no Pará. Ele era considerado foragido da Justiça de Rondônia, onde foi condenado pelo crime de estupro de vulnerável a uma pena de 9 anos e 4 meses de reclusão em regime inicialmente fechado.
A ordem de prisão havia sido expedida no mês passado pela Justiça, época em que o jornalista ainda residia em Palmas. O mandado já constava no Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Alessandro foi localizado e detido no estado vizinho.
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O g1 tentou contato com a defesa de Alessandro Ferreira, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
A sentença do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJ-RO) fundamentou-se no artigo 217-A do Código Penal. Na decisão, o magistrado destacou que a condenação teve como base o relato detalhado da vítima, além de depoimentos de testemunhas e provas reunidas durante a instrução processual.
Alessandro Ferreira foi condenado a mais de 9 anos de reclusão em regime inicial fechado
Reprodução/TV Anhanguera
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Na decisão, o juiz apontou ainda falta de consistência na versão apresentada pelo réu e ressaltou que o jornalista já possui outras duas condenações transitadas em julgado por crimes da mesma natureza.
Antes de ser preso, Alessandro havia divulgado uma nota pública na qual negava a prática do crime e alegava inocência. No comunicado, ele sustentava que não estava foragido, mas em tratamento médico no estado de Goiás em decorrência de um acidente.
Na ocasião, o jornalista afirmou que contratara uma defesa particular para recorrer da condenação e prometeu que se apresentaria à Justiça assim que recebesse alta médica. Ele também informou que não possuía mais ligação com a empresa Agência Tocantins e atribuiu as acusações a perseguições ligadas à sua trajetória profissional.
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Fonte: G1 Tocantins

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Veja o que se sabe sobre a demolição de chácaras às margens de lago no TO


Processo de desocupação de áreas de chácaras começou nesta terça-feira (18), em Palmas
A Justiça Federal determinou a desocupação forçada e a demolição de cerca de 50 chácaras localizadas às margens do reservatório da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado), em Palmas. A medida atende a uma ação de reintegração de posse movida pela Investco, concessionária responsável pela operação da usina. A decisão foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A operação de reintegração teve início no dia 18 de agosto de 2026, com o uso de maquinário pesado e o apoio das polícias Militar e Federal. O caso atinge famílias que mantinham construções no local e alegam ter adquirido as terras de boa-fé, enquanto a concessionária argumenta ter o dever legal de proteger o patrimônio público da União.
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Confira o que se sabe sobre a ação que desocupou as chácaras às margens do Lago de Palmas:
O que determinou a Justiça Federal sobre as chácaras no lago de Lajeado?
A decisão judicial, assinada pela juíza federal Caroline Baccedo e mantida pelo TRF-1, determinou a reintegração de posse da área em favor da Investco. Além de desocupar os terrenos, a ordem fixou a demolição total de todas as construções e benfeitorias existentes no local.
Os posseiros haviam sido notificados em março de 2026 para deixar os imóveis voluntariamente. Como o prazo não foi cumprido, a Justiça autorizou o corte do fornecimento de energia elétrica no dia 13 de agosto e a desocupação forçada a partir do dia 18 de agosto.
Construções foram derrubadas com o uso de maquinário
Reprodução/Tv Anhanguera
Onde as propriedades desocupadas estão localizadas?
As cerca de 50 chácaras afetadas ficavam situadas às margens do reservatório da Usina de Lajeado, na altura dos quilômetros 36 e 37 da rodovia TO-010, na zona rural de Palmas. A Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães fica no Rio Tocantins, entre os municípios de Miracema do Tocantins e Lajeado, a cerca de 60 quilômetros da capital tocantinense.
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Por que a concessionária Investco solicitou a reintegração de posse?
A Investco informou que adquiriu a titularidade da área no ano 2000, antes do enchimento do reservatório da usina, ocorrido entre 2001 e 2002. A concessionária argumenta que a faixa de terra integra a concessão federal da usina e constitui patrimônio da União destinado à preservação ambiental.
Segundo a empresa, ocupações irregulares no trecho foram identificadas a partir de 2013, o que motivou a abertura imediata da ação de reintegração. A Investco declarou ainda que não participou nem reconheceu contratos de compra e venda firmados entre terceiros e os posseiros.
Desde quando a disputa judicial estava em andamento?
O impasse jurídico entre os moradores e a concessionária se arrastava na Justiça Federal desde 2014. Ao longo de mais de uma década, o processo passou por recursos e contestações judiciais. A decisão favorável à concessionária foi reiterada em julho de 2026 pelo TRF-1, que manteve a ordem para a retirada dos ocupantes e a demolição dos imóveis construídos na área de concessão.
Como foi realizada a ação de desocupação e demolição?
A desocupação forçada foi executada no dia 18 de agosto de 2026 por oficiais de Justiça, com apoio operacional da Polícia Militar e da Polícia Federal. Máquinas pesadas foram utilizadas para derrubar as estruturas das casas, pousadas e áreas de lazer construídas nas margens do lago.
Cinco dias antes da entrada das máquinas, em 13 de agosto, os serviços de energia elétrica da região foram desligados por ordem judicial para viabilizar a desocupação das propriedades.
O que alegam os donos das chácaras atingidas pela decisão?
Moradores e donos de imóveis relataram surpresa e prejuízos financeiros com a reintegração de posse. Muitos declararam que compraram os terrenos de boa-fé, com contratos que indicavam a inexistência de processos ou pendências judiciais sobre os lotes. Entre os afetados, há relatos de pessoas que investiram economias na construção de pousadas ou casas para a aposentadoria e o convívio familiar.
O que acontecerá com a área após a retirada das construções?
De acordo com a Investco, a área desocupada será destinada à recomposição e recuperação ambiental, conforme estabelecem a legislação ambiental e os termos do contrato de concessão do reservatório da usina.
A concessionária destacou também que a ação foi restrita a esse trecho específico de ocupação irregular e não reflete uma medida generalizada ao longo de todas as margens do lago da Usina de Lajeado.
Ação cumpre determinação da Justiça Federal a pedido da concessionária Investco
Reprodução/Redes sociais
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Fonte: G1 Tocantins

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IFTO prorroga prazo de inscrição para cursos do Ensino Médio Integrados ao Ensino Técnico


IFTO lança extravestibular com 45 vagas para cursos técnicos e de graduação
Divulgação/IFTO
O Instituto Federal do Tocantins (IFTO) prorrogou até o dia 28 de agosto o prazo de inscrição para o processo seletivo dos cursos do Ensino Médio Integrados ao Ensino Técnico. Ao todo, são oferecidas 1.705 vagas gratuitas, distribuídas em 17 opções de cursos em 11 unidades do estado.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do Portal do Candidato. Quem ainda não possui cadastro na plataforma deve preencher os dados pessoais solicitados. A taxa de inscrição custa R$ 20,00 e pode ser paga até 31 de agosto.
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Embora haja cobrança da taxa de inscrição do processo seletivo, todos os cursos do IFTO são 100% gratuitos, sem cobrança de mensalidades.
As provas serão aplicadas no dia 27 de setembro, simultaneamente nos 11 municípios onde há oferta de vagas. As informações detalhadas sobre locais e horários de prova estarão disponíveis a partir de 21 de setembro, no endereço eletrônico seja.ifto.edu.br/20271.
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As oportunidades estão divididas entre 11 municípios: Araguaína, Araguatins, Colinas do Tocantins, Dianópolis, Formoso do Araguaia, Gurupi, Lagoa da Confusão, Palmas, Paraíso do Tocantins, Pedro Afonso e Porto Nacional.
A lista completa de cursos técnicos integrados ao ensino médio ofertados nesta edição inclui:
Administração
Agricultura
Agroindústria
Agrimensura
Agronegócio
Agropecuária
Biotecnologia
Controle Ambiental
Edificações
Eletrotécnica
Hospedagem
Informática
Informática para Internet
Mecatrônica
Planejamento e Controle da Produção
Redes de Computadores
Teatro
Metade do total de vagas (50%) é reservada para estudantes que cursaram integralmente o ensino fundamental (do 1º ao 9º ano) em escola pública e para candidatos contemplados por ações afirmativas.
O sistema de vagas reservadas conta com 8 modalidades divididas entre critérios com exigência de renda (LB) e sem exigência de renda (LI), cobrindo os seguintes perfis:
EP: estudantes de escola pública;
PPI: autodeclarados pretos, pardos ou indígenas;
Q: quilombolas;
PCD: pessoas com deficiência.
Além disso, as ações afirmativas contemplam públicos específicos do Tocantins, sem necessidade de comprovação de renda: Egressos do Instituto de Menores do Tocantins (antigo Instituto São José); Afrodescendentes residentes em comunidades quilombolas; Assentados da reforma agrária; Indígenas; Pessoas com deficiência.
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Fonte: G1 Tocantins

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Henrique e Juliano relevam que começaram na música como cover de Mamonas Assassinas; VÍDEO


Henrique & Juliano revelam detalhes do início da dupla em entrevista gravada em 2013
Os irmãos Henrique & Juliano tiveram uma nova repercussão após o resgate de um vídeo gravado no início da projeção nacional da Dupla. Os cantores concederam uma entrevista ao apresentador Emílio Paganin para o programa “Em Evidência”, no YouTube, em março de 2013, onde revelaram histórias curiosas, incluindo uma primeira experiência musical como cover da banda Mamonas Assassinas.
Na época da entrevista Henrique tinha 23 anos e Juliano 21. A dupla relembrou a infância no interior do Tocantins e as primeiras tentativas de entrar no meio artístico.
“A gente canta desde criança… Tentava, né? Tinha um grupinho lá na nossa cidade, lá no interior do Tocantins, que era Mamonas Assassinas Cover. E foi ali que a gente começou meio a querer puxar pra esse lado de artista mesmo”, revelou Henrique durante a entrevista.
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Eles cotaram que estavam com uma rotina cada vez mais corrida entre apresentações, trabalho e viagens. Com isso, os irmãos decidiram conversar abertamente com os pais para apostar tudo na música após ficarem em segundo lugar em um festival de música no ensino médio:
“A gente falou assim: ‘Ah, quer saber? Vamos trocar o estudo pelo estúdio e vamos para a estrada!’. Graças a Deus tá dando certo”, contou Henrique.
Na época do registro, Henrique e Juliano ainda não haviam gravado seu primeiro DVD
Reprodução/Canal de Emilio Paganin
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Outro momento descontraído envolve a trajetória acadêmica de Henrique. Questionado sobre sua formação universitária, o cantor admitiu de forma bem-humorada que nem sequer chegou a concluir o curso devido a uma distração nova na faculdade.
“Nem cheguei a formar, cara. O pessoal da faculdade colocou uma mesa de sinuca lá, sabe? E aí eu entrava para a aula e já saía antes do intervalo”, brincou o sertanejo.
Na época da publicação, a dupla promovia a música “Vem Novinha”, e se preparava para gravar o primeiro grande DVD da carreira em Palmas, com o sucesso “Mistura Louca”, com o apoio dos padrinhos artísticos, a dupla João Neto & Frederico.
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Fonte: G1 Tocantins

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Investigados pela terceirização das UPAs de Palmas têm pedido de liberdade negado


Investigados no caso das UPAs de Palmas têm pedido de habeas corpus negado
O Tribunal de Justiça negou os pedidos de habeas corpus de Dhieine Caminski, Andres Vicente da Costa e Cláudia Fernanda Cândido da Silva. Os três são investigados por um suposto esquema de corrupção envolvendo o contrato de terceirização das UPAs de Palmas.
A decisão foi de uma Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Tocantins, nesta quarta-feira (20). Venceu o voto divergente do desembargador Luizilmar dos Santos Pires. Ele entendeu que os três investigados devem permanecer na prisão e foi acompanhado de mais dois desembargadores.
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Os três discordaram do voto do desembargador relator, Márcio Barcelos, que havia votado pela liberdade dos três investigados. O julgamento terminou com três votos a dois pela manutenção das prisões.
Dhieine Caminski era secretária de saúde durante a terceirização das UPAs. Andres Vicente era superintendente de Atenção à Saúde e a empresária Cláudia Fernanda Cândido era apontada como lobista do esquema.
As duas mulheres estão numa cela no alojamento do comando-geral da Polícia Militar aqui na região central de Palmas. Andres Vicente está numa cela do presídio aqui da capital.
Os advogados de Dhieine Caminski e Cláudia Fernanda Cândido informaram que não foram notificados de qualquer decisão. O g1 pediu posicionamento de Andres Vicente, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Dhieine Caminski; Andreis Vicente da Costa e a empresária Cláudia Fernanda Cândido
Colagem/Divulgação
Entenda
Os três são investigados pela Polícia Civil e estão presos desde junho. Eles são apontados como os principais suspeitos terem organizado um suposto esquema para a terceirização das UPAs de Palmas pelo no valor de R$ 139 milhões.
O inquérito da Polícia Civil foi concluído no dia 20 de junho. Ao todo, dez pessoas foram indiciadas. Elas respondem por crimes como desvio de dinheiro público, corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
No dia 27 de junho, eles foram denunciados e viraram réus em ação penal.
Contrato suspenso pelo TCE
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o contrato após identificar indícios de irregularidades e por não ver vantagem econômica para a cidade. O órgão deu 60 dias para que a Prefeitura de Palmas reassuma a gestão das UPAs, garantindo que o atendimento aos moradores não seja interrompido.
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Fonte: G1 Tocantins

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Entenda a demolição de chácaras às margens do lago de usina no TO após decisão da Justiça


Processo de desocupação de áreas de chácaras começou nesta terça-feira (18), em Palmas
A desocupação de chácaras às margens do lago da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado) chamou a atenção para a história de moradores que acabaram perdendo tudo após décadas vivendo no local. A disputa judicial que levou às demolições começou ainda em 2014.
Entre os moradores que tiveram construções demolidas está o aposentado Aloízio Mota, de 85 anos. Ele investiu cerca de R$ 500 mil na construção de uma pousada e viu tudo ir ao chão. “É um sonho de final de carreira assim, meio pesadelo. Não acordei ainda direito”, afirmou.
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A usina está situada no Rio Tocantins, no estado do Tocantins, entre os municípios de Miracema e Lajeado, a 60 km da capital, Palmas. O enchimento do lago do reservatório aconteceu entre 2001 e 2002.
Na época da construção da usina, a Investco, concessionária responsável pela implantação e operação da UHE Lajeado, adquiriu áreas que seriam afetadas pelo surgimento do lago. Segundo a empresa, mais de 4 mil propriedades foram adquiridas ou desapropriadas entre o início do empreendimento, em 1998, e 2013.
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Desocupação determinada pela Justiça
A ordem para desocupação de cerca de 50 chácaras saiu em março deste ano, após mais de uma década de disputa judicial. Os posseiros afetados por essa decisão ficavam na altura dos quilômetros 36 e 37 da rodovia TO-010.
Em julho, a reintegração de posse foi mantida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília. “A gente não tem nem noção o que que o que vai acontecer de agora para frente. E não é só eu, não. Tem gente aqui pior que pior que eu muito aqui, ó. Tem coitado de velhinho aí, né? Que que não tem onde se encostar”, lamentou o aposentado Ogacir Bozoli.
Morador viu casa sendo demolida em chácara no TO
Reprodução/ TV Anhanguera
A Investco informou ao g1 que adquiriu essa área em 2000, antes da formação do reservatório. Segundo a empresa, a ocupação irregular teve início em 2013, quando adotou imediatamente as medidas necessárias para a preservação da área, com o ingresso de uma ação de reintegração de posse.
“A empresa esclarece que não participou nem reconheceu eventuais negociações realizadas entre os ocupantes e terceiros, uma vez que se trata de área de propriedade da União. A Investco cumpre com seu dever legal de preservar. Concluída a ação, o local será destinado à recomposição ambiental, conforme previsto na legislação”, afirmou em nota.
A Investco afirma que o caso não representa uma “situação generalizada nas margens do reservatório” e que a empresa atua exclusivamente na defesa de áreas de propriedade da União.
Pousada demolida
Pousada que estava sendo construída foi demolida
Reprodução/TV Anhanguera
Aloízio Mota, por outro lado, afirma que comprou o terreno de boa-fé. Segundo ele, o contrato de compra e venda tinha cláusulas que garantiam não haver processos ou pendências relacionados à área. No entanto, pouco tempo após a compra, foi surpreendido pela visita de um oficial de Justiça, que informou sobre a ordem de desocupação e demolição.
“Eu estava construindo, reformando tudo. Construí cinco suítes. Toda a parte elétrica nova, móveis novos que não deu nem para instalar, estava tudo dentro da sacola plástica para colocar nas camas. Fiz uma piscina nova, com hidromassagem. Eu estava cuidando daquilo lá com todo o carinho, mas a vida é assim”, lamentou.
Diante do prejuízo, o aposentado disse que agora planeja conversar com os demais moradores afetados para avaliar as medidas cabíveis e tentar buscar uma indenização.
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Fonte: G1 Tocantins

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TV Anhanguera define regras para cobertura dos candidatos ao governo do TO e ao Senado


Plano de cobertura foi apresentado durante reunião presencial
Divulgação
A TV Anhanguera apresentou nesta quinta-feira (20) o plano de cobertura jornalística para as eleições estaduais de 2026 no Tocantins. As regras foram apresentadas pelo chefe de redação, Adriano Fonseca, na sede da Rede Anhanguera, em Palmas, durante reunião com os representantes dos candidatos ao governo do Tocantins e ao Senado.
A cobertura busca proporcionar aos eleitores uma oportunidade de conhecer melhor as propostas, os planos de governo e as soluções que os candidatos sugerem para o Tocantins
“Nosso compromisso é com o eleitor. Por isso, estabelecemos critérios claros e transparentes, que valem para todas as candidaturas. Queremos uma cobertura equilibrada, com espaço para propostas e informação de qualidade, para que o eleitor tenha condições de fazer a própria escolha”, informou Adriano Fonseca.
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Cobertura das atividades de campanha
O Bom Dia Tocantins (BDT) publicará diariamente a agenda, em arte, com os compromissos de campanha de todos os candidatos ao governo, independentemente da posição nas pesquisas.
No Jornal Anhanguera – 2ª Edição e no BDT do dia seguinte, serão exibidas as atividades de campanha realizadas pelos candidatos ao governo. A cobertura será organizada com base no resultado da última pesquisa do Instituto Quaest, contratada e divulgada pela TV Anhanguera.
Três vezes por semana (segunda, quarta e sexta), um espaço de 1 minuto e 20 segundos, será destinado aos candidatos que pontuarem 15% ou mais.
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Durante os outros dois dias da semana (terça e quinta), em um espaço de 1 minuto, a cobertura será direcionada para os candidatos que pontuarem 14% ou menos na última pesquisa Quaest divulgada pela emissora.
Os candidatos a governo, que pontuarem igual ou menor que 5% terão 45 segundos, uma vez por semana. E os demais candidatos, que pontuarem 1% ou menos, terão cobertura a cada duas semanas, de 30 segundos.
Para os candidatos ao Senado, o BDT vai exibir respostas gravadas, de 40 segundos, sobre propostas de campanha e assuntos de interesse aos eleitores. A frequência também será definida pelo desempenho na pesquisa.
10% ou mais: toda semana
De 5% a 9%: a cada 2 semanas
De 1% a 4% ou sem pontuar: a cada 4 semanas.
Entrevistas individuais candidatos
As entrevistas individuais com os candidatos ao cargo de governador serão realizadas ao vivo, no Jornal Anhanguera – 1ª Edição, a partir de 14 de setembro, na sede da TV Anhanguera. A duração será de 30 minutos. Participarão os candidatos com 5% ou mais na última pesquisa Quaest divulgada pela emissora, que estiverem entre os 5 primeiros colocados.
Caso o número de candidatos com 5% ou mais na última pesquisa Quaest, seja maior do que 5, havendo empate entre eles, os critérios de desempate para determinar os cinco participantes serão: o percentual de intenção de voto na pesquisa espontânea em referência e o número de parlamentares na Câmara dos Deputados.
Para os demais candidatos ao governo que não ficarem entre os 5 primeiros, será realizada entrevista gravada de dois minutos, que será exibida no Jornal Anhanguera – 1ª Edição.
As entrevistas individuais com os candidatos ao cargo de senador serão realizadas ao vivo, no BDT, a partir de 14 de setembro. A duração será de 15 minutos. Participarão os candidatos com 5% ou mais na última pesquisa Quaest divulgada pela emissora.
Candidatos que pontuarem entre 5% e 3%, vão participar de entrevistas gravadas que serão exibidas no BDT de 21 de setembro. Para os demais candidatos com menos de 3%, as entrevistas gravadas serão exibidas no BDT de 22 de setembro.
A ordem das entrevistas foi definida em sorteio durante a reunião. Todos os presentes assinaram o documento concordando com as regras apresentadas pela emissora.
Reunião presencial apresentou plano de cobertura
Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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Jovem de 19 anos foi assassinada em rua de Palmas após comprar celular furtado, diz polícia


Suspeito de matar jovem de 19 anos é preso pela Polícia Civil
Divulgação/SPP-TO
Um homem de 36 anos foi preso suspeito de atirar e matar Manoela Miranda Lisboa, de 19 anos, no meio de uma rua. O caso aconteceu em junho deste ano na região sul de Palmas. Segundo a Polícia Civil, o suspeito e a vítima haviam se desentendido por causa de um celular furtado que Manoela havia comprado por R$ 100.
O suspeito foi preso na manhã desta quinta-feira (20). A foto do momento da prisão foi divulgada e borrada pela polícia. O nome do homem não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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O crime aconteceu no dia 20 de junho. O corpo da jovem foi encontrado no meio da rua com marcas de tiros. Investigações apontaram que o celular comprado por Manoela teria sido furtado do suspeito e revendido por uma terceira pessoa.
Jovem de 19 anos é encontrada morta com marcas de tiros em Palmas
Reprodução TV Anhanguera/Jornal Sou de Palmas
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O homem descobriu a localização do aparelho e teria exigido a devolução. Ao ter o pedido negado, ele passou a discutir com a vítima e foi agredido com uma garrafada. O suspeito deixou o local, mas voltou e atirou na jovem.
A polícia informou que as investigações da 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa continuam para definir a dinâmica completa do crime e a eventual participação de outras pessoas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Casa encontrada no fundo do Lago de Palmas está na região da antiga Vila Canela; conheça história do povoado


Retroescavadeira e outras estruturas estão no fundo do lago
A Vila Canela foi uma comunidade ribeirinha iniciada no século 18 localizada nas margens do rio Tocantins, locaque, atualmente, está sob o lago da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães. Em 2001, com o enchimento do reservatório, quase 200 famílias precisaram deixar a região.
Uma casa antiga que seria da comunidade foi encontrada submersa no Lago de Palmas em junho deste ano, por um pescador esportivo. A descoberta foi feita enquanto ele mapeava e explorava as águas em mergulho livre. A estrutura se encontra entre 9 e 10 metros de profundidade.
O g1 conversou com o mestre em Geografia, professor e pesquisador de história regional, Júnio Batista do Nascimento, para entender mais sobre a história das famílias da comunidade. Ele explica que o nome da vila teve origem a partir da observação de vacas “caneludas” que existiam na região.
“A partir de 1960 com a construção da estrada ligando [a vila] a Porto Nacional, extinguiu-se a navegação e passaram a transportar as mercadorias no lombo de animais. A comunidade tinha uma dinâmica própria, com uma economia baseada na agricultura familiar e na pesca”, conta Júnio.
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Casas da antiga Vila Canela, publicada em edição de jornal impresso de 2000
Divulgação/O Jornal
Com a criação de Palmas, em 1989, o Canela passou a pertencer à capital tocantinense, como um distrito. De acordo com o pesquisador, a religiosidade e a paixão pelo esporte marcam a história da comunidade.
“A festa do Divino, que existia desde 1940, o Barracão de Palha, que foi sede das primeiras reuniões que decidiram a implantação de Palmas, e a paixão pelo esporte, em especial o futebol, que originou o time Sociedade Esportiva Canela que, em 1997, fez surgir o Palmas Futebol e Regatas”, afirma.
Mudança de endereço
A construção da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães, popularmente conhecida como Usina de Lajeado, começou em 1998. Júnio Batista explica que as obras foram iniciadas em um período em que o país precisava de investimentos no setor energético e vivia uma crise devido à escassez de chuvas e à sobrecarga do sistema elétrico brasileiro.
A obra foi construída em 39 meses com recursos privados, e contou com 11 mil trabalhadores. O lago atingiu 630 km², com 170 km de extensão. As famílias do Canela foram atingidas diretamente, e precisaram mudar de endereço e encontrar um novo ritmo de vida.
“Tiveram que deixar suas casas, suas terras, o rio, as ligações afetivas com o lugar e foram compulsoriamente remanejadas para a Arne 64 (508 Norte) e o Setor Santa Bárbara”, conta o pesquisador.
A Vila Canela tinha antigas sedes de fazenda, currais, casas, ruínas, estradas e objetos que foram deixados para trás, porque o processo de enchimento do lago foi feito em apenas 6 meses.
“Do início de maio a dezembro de 2001, muitas coisas, como antigas sedes de fazenda, currais, ruínas, estradas e objetos acabaram ficando submersos”, explica.
Ruínas de casa é descoberta submersa no Lago de Palmas
Divulgação/Luiz Carlos Marques de Queiroz
Além do Canela, o professor e pesquisador conta que outras 24 regiões, incluindo Luzimangues, córrego do Prata, São Francisco de Assis, Mariana, Boa Sorte e Flor da Serra, precisaram ser reassentadas. No total, 1.526 famílias, que mantinham relação econômica de sobrevivência com o rio, foram atingidas.
A Arne 64 foi projetada para ser conhecida como a “Vila Nova Canela”. Segundo Júnio, foram construídos uma igreja, escola, posto de saúde e a quadra poliesportiva no local. Todos os empreendimentos que existiam na antiga Canela.
Lago de Palmas, no Tocantins
Adilvan Nogueira/Governo do Tocantins
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Fonte: G1 Tocantins

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‘Deus não abandona’, diz mãe que subiu escadaria de joelhos com filha no colo para agradecer


Gesto é uma demonstração de gratidão e pagamento de promessa
De joelhos, Graziele Aguiar subiu as escadarias do Santuário Senhor do Bonfim para agradecer pela saúde da filha de 6 anos. A menina foi diagnosticada com um tumor cerebral e precisou passar por cirurgia. Para a mãe, a saúde da filha é um milagre de Deus.
“É um momento único. Eu subi ali anestesiada porque já tinha andado 23 km, mas a fé nos move e nos fortalece. Foi um momento de fé, emoção e gratidão estar com a minha filha no colo curada, em ter a certeza de que Deus não abandona os seus”, contou.
No vídeo, Graziele sobe degrau por degrau ajoelhada, com a filha no colo. A gravação foi publicada nas redes sociais no último domingo (15), durante romaria do Senhor do Bonfim, que acontece em Natividade.
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A peregrinação acontece todos os anos entre os dias 6 e 17 de agosto. Com três séculos de tradição, a romaria alcança fiéis de todos os lugares e idades que buscam agradecer ou pedir bênçãos. Por isso, desde o ano passado, o dia 15 de agosto, quando é comemorado o Dia do Senhor do Bonfim, é feriado estadual.
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Mãe subiu escadas segurando a filha
Reprodução/Redes Sociais
Mãe orou pela saúde da filha
Em dezembro de 2025, Clara, de 6 anos, começou a sentir fortes dores na cabeça e a mãe decidiu levá-la ao hospital. Inicialmente, os médicos diziam que se tratava de uma virose. Como as dores continuaram, Graziele decidiu procurar um neurocirurgião.
Após a ressonância, a família descobriu que Clara tinha um tumor grande na cabeça. O diagnóstico indicou que se tratava de um tumor maligno (câncer), mas, após a cirurgia de remoção, os médicos identificaram que o tumor era benigno.
A menina recebeu alta no dia 26 de fevereiro e atualmente passa por reabilitação por causa de pequenas sequelas, como dificuldade para andar e falar.
Clara Aguiar, de 6 anos, com a mãe, Graziele Aguiar
Divulgação/Graziele Aguiar
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Fonte: G1 Tocantins