Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Operação investiga grupo suspeito de fornecer armas a facções criminosas e movimentar R$ 4 milhões com empresas de fachada


Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no TO realiza operação contra esquema de tráfico de armas
Divulgação/SSP-TO
Mandados de busca e apreensão são cumpridos na manhã desta quinta-feira (20) contra um grupo suspeito de furtar e vender armas de fogo a facções criminosas. A ação acontece em três cidades do Tocantins e no Maranhão. Conforme a Polícia Federal, o grupo também é suspeito de movimentar R$ 4 milhões usando empresas de fachada.
A Operação Arsenal, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins, cumpriu 15 mandados nas cidades de Palmas, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins e Imperatriz (MA) e contou a atuação de 120 policiais.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
A PF informou que as investigações contra o grupo iniciaram após um caso de furto de armas de fogo e coletes balísticos de uma empresa de segurança privada na capital tocantinese. Conforme a Secretaria de Segurança Pública, os suspeitos teriam neutralizado o sistema de energia e monitorado o estabelecimento antes do crime.
Segundo a polícia, as armas teriam sido distribuídas para criminosos de diferentes estados brasileiros. Também há indícios de que, em dois meses, o grupo teria movimentado R$ 4 milhões usando contas de empresas de fachada e de terceiros.
Os suspeitos podem responder pelos crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores e promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa armada. As penas podem chegar a 22 anos de prisão.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Aposentado fica desolado ao ver pousada ser demolida às margens de lago no TO: ‘Sentimento de impotente’


Processo de desocupação de áreas de chácaras começou nesta terça-feira (18), em Palmas
O aposentado Aloízio Mota, de 85 anos, contou ao g1 que se sentiu “impotente” ao ver a pousada ser destruída. A construção foi demolida após uma decisão da Justiça Federal. Pelo menos 50 chácaras foram afetadas às margens do reservatório da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado), em Palmas. A desocupação forçada teve o apoio das polícias Militar e Federal, em cumprimento à determinação judicial, na última terça-feira (18).
“O sentimento é de estar indefeso, de estar impotente de fazer qualquer coisa”, desabafou o aposentado. Ele não morava no local. Aloízio possui outros imóveis em Palmas.
A disputa judicial envolvendo os proprietários de cerca de 50 chácaras e a Investco, concessionária da Usina Hidrelétrica de Lajeado, se arrastava desde 2014. A empresa moveu a ação de reintegração de posse alegando que se trata de uma área de preservação vinculada à concessão federal da usina, nos quilômetros 36 e 37 da rodovia TO-010, onde as chácaras estão localizadas.
A Investco informou que adquiriu a área no ano 2000, antes mesmo da formação do lago, e que as ocupações irregulares começaram em 2013, o que motivou o ingresso imediato da ação de reintegração de posse. (Leia nota detalhando o caso abaixo).
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
Aloízio Mota contou, em entrevista, que comprou o terreno de boa-fé. Segundo ele, o contrato de compra e venda tinha cláusulas que garantiam não haver processos ou pendências relacionados à área. No entanto, pouco tempo após a compra, foi surpreendido pela visita de um oficial de Justiça, que informou sobre a ordem de desocupação e demolição.
Construções foram derrubadas com o uso de maquinário
Reprodução/TV Anhanguera
LEIA TAMBÉM:
Chácaras às margens do lago de Lajeado começam a ser demolidas após decisão da Justiça
Aposentado investe R$ 500 mil em pousada e vê sonho ser demolido às margens do lago de usina no TO
Moradores terão que deixar chácaras em área da Usina de Lajeado; Justiça dá prazo de 15 dias
O aposentado contou que teve um prejuízo de mais de meio milhão de reais. Segundo ele, a propriedade havia sido comprada recentemente, em janeiro deste ano, e passava por uma grande reforma para receber os filhos e netos.
“Eu estava construindo, reformando tudo. Construí cinco suítes. Toda a parte elétrica nova, móveis novos que não deu nem para instalar, estava tudo dentro da sacola plástica para colocar nas camas. Fiz uma piscina nova, com hidromassagem. Eu estava cuidando daquilo lá com todo o carinho, mas a vida é assim”, lamentou.
Diante do prejuízo, o aposentado disse que agora planeja conversar com os demais moradores afetados para avaliar as medidas cabíveis e tentar buscar uma indenização.
A desocupação
A decisão favorável à desocupação foi assinada pela juíza federal Caroline Baccedo e confirmada em julho deste ano pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília. Os ocupantes das áreas em disputa foram notificados em março para deixarem a área e realizarem as demolições por conta própria.
Como os prazos se esgotaram, a Justiça determinou o corte do fornecimento de energia elétrica na região no dia 13 de agosto, culminando na desocupação forçada e início das demolições com maquinário pesado no dia 18 de agosto, com apoio das polícias Militar e Federal.
Nota da Investco na íntegra
A Investco informa que adquiriu a área em 2000, antes da formação do reservatório da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães. A ocupação irregular teve início em 2013 e, a empresa adotou de forma imediata as ações necessárias para preservação da área com o ingresso da ação de reintegração de posse. Após mais de uma década de tramitação e sucessivos recursos, a medida realizada no local ocorreu em cumprimento à decisão judicial.
A empresa esclarece que não participou nem reconheceu eventuais negociações realizadas entre os ocupantes e terceiros, uma vez que se trata de área de propriedade da União a qual a Investco cumpre com seu dever legal de preservar. Concluída a ação, o local será destinado à recomposição ambiental conforme previsto na legislação.
A Investco reforça ainda que o caso não representa uma situação generalizada nas margens do reservatório e que a empresa atua exclusivamente na defesa de áreas de propriedade da União, a qual como concessionária de serviço público tem o dever legal de preservar e zelar, sempre em conformidade com a legislação e as decisões judiciais emanadas pelas autoridades competentes.
Pelo menos 50 chácaras foram afetadas por ordem de reintegração de posse no TO
Reprodução/ TV Anhanguera
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

‘Nunca desisti dele’, diz mulher de ex-detento que deixou família para cursar Medicina a 2 mil km de casa


Wallace da Costa e a esposa, Patrícia Franco
Patrícia Franco/Arquivo pessoal
Após anos de uma rotina dividida entre a sala de aula na Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT) e a saudade da família em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, o estudante Wallace William da Costa, de 47 anos, iniciou nesta semana uma etapa que vai além do aprendizado prático: a retomada do convívio diário com a esposa e as quatro filhas.
Ex-detento que reconstruiu sua história através da educação, ele conseguiu autorização para realizar parte do internato na cidade mineira, encerrando a distância de 2.200 quilômetros que a família enfrentou nos últimos anos.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp
A mudança representa a oportunidade de voltar a viver em casa após anos entre Minas Gerais e Tocantins.
“A princípio, estão liberados três meses. São duas matérias e ainda estão para liberar outras duas”, explicou.
🔎 O internato é a etapa final do curso de Medicina, quando os estudantes passam a atuar diretamente nos serviços de saúde, sempre com supervisão. Parte dessa formação pode ser realizada em outra instituição por meio de mobilidade acadêmica, conforme as regras das universidades envolvidas.
Ex-detento inicia internato após cursar Medicina a mais de 2 mil km de casa
O peso da distância para a família
Enquanto Wallace enfrentava o ambiente acadêmico em Araguaína, onde relata ainda sofrer preconceito por ser ex-detento, a rotina doméstica ficava com a esposa, Patrícia Franco.
Casada com Wallace há 20 anos, ela conta que a ausência do marido era um desafio diário na criação das filhas, que têm entre 10 e 16 anos.
“É muito difícil ficar com quatro crianças e seu marido a 2.500 km longe de você. Está sendo muito bom ele aqui. É a certeza que todo o nosso sacrifício tem valido a pena”, disse ao g1.
Para Patrícia, embora o tempo de permanência de Wallace em Juiz de Fora ainda dependa de trâmites universitários, o momento é de celebração.
“Eu nunca desisti dele, tenho muito orgulho da trajetória do meu marido e do pai que ele é. Vamos aproveitar esse pouco tempo que está sendo precioso. É um sonho realizado. Ele merece ter conseguido isso”, finalizou.
O contato à distância
Desde o início da graduação na UFNT, em 2023, o contato físico com a família ficou restrito aos períodos de férias escolares.
No dia a dia, a tecnologia era a ponte para amenizar a saudade, mas não eliminava a preocupação com a rotina familiar.
A situação tornava-se mais delicada devido às necessidades especiais de uma de suas filhas, que tem o Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível três de suporte.
Agora, próximo de concluir o curso, comemora a possibilidade de passar mais tempo ao lado delas.
“Ficar longe da família é difícil demais. Com essa chance de fazer a etapa prática em Juiz de Fora, pelo menos nesse período, já me ajuda muito”.
Wallace William da Costa volta para Juiz de Fora para iniciar a etapa prática do curso
Arquivo Pessoal
Do cárcere à faculdade
Wallace concluiu o ensino médio na penitenciária e, depois, foi aprovado para o curso de Medicina
Reprodução/TV Integração
O caminho de Wallace até a universidade começou muito antes de vestir o jaleco. Aos 18 anos, ele foi preso e cumpriu quatro anos de pena em regime fechado.
Durante o período em que esteve preso na Penitenciária José Edson Cavalieri, em Juiz de Fora, decidiu concluir o ensino médio.
“Quando me vi privado da liberdade, percebi que precisava escolher entre continuar naquela vida ou mudar. Foi quando tive um estalo e decidi concluir o segundo grau dentro da penitenciária, por meio de um processo supletivo”, afirmou.
Após deixar o sistema prisional, continuou os estudos. Ele se formou em enfermagem, passou em concursos públicos e, anos depois, retomou o sonho de cursar Medicina.
Em 2025, foi aprovado em um concurso público para o cargo de médico em Minas Gerais. Agora, espera concluir o curso para assumir a função pública.
“Eu sou uma prova viva de que é preciso lutar pelos sonhos. Sempre vai haver esperança, desde que a pessoa queira. Sempre há uma nova forma de ver a vida”, finalizou.
Após cumprir pena por tráfico de drogas, homem passa para cursar Medicina
LEIA TAMBÉM:
Ex-detento conclui estudos na prisão e agora cursa medicina: ‘Uma nova forma de ver a vida’
Detento transforma aprendizado adquirido no presídio em confecção própria
VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Criança morre em acidente entre caminhões na TO-010


O acidente envolveu dois caminhões
Reprodução/Tv Anhanguera
Um acidente de trânsito registrado nesta quarta-feira (19), envolvendo dois caminhões na rodovia TO-010, entre Filadélfia e Palmeirante, na região norte do estado, deixou uma pessoa morta e outra ferida.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
Segundo o Corpo de Bombeiros, um caminhão bateu na traseira de outro veículo de carga e deixou uma criança morta. A vítima ficou presa às ferragens e precisou do auxílio da corporação para ser retirada. O pai da criança, que também estava no veículo, ficou ferido e foi atendido no local.
O g1 procurou a Secretaria de Segurança Pública (SSP), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
LEIA TAMBÉM
Fazenda de R$ 20 milhões é bloqueada pela Justiça em investigação sobre estelionato e fraude em licitações
Caso Gustavo: Justiça nega liberdade à madrasta investigada pela morte de criança com marcas de violência
Servidor público sai para trabalhar e tem portão de casa furtado, diz polícia
Agora no g1
O Instituto Médico Legal (IML) recolheu o corpo no local. Após a realização do exame de necropsia, o corpo será liberado aos familiares.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Caso Gustavo: Justiça nega liberdade à madrasta investigada pela morte de criança com marcas de violência


Prisão de madrasta de Gustavo Veloso é mantida
Um pedido de liberdade e de prisão domiciliar apresentado pela defesa de Kathellen Moreira da Silva, madrasta do menino Gustavo Veloso Feitosa, foi negado pela 1ª Vara Criminal de Palmas. A mulher está presa preventivamente sob suspeita de omissão na tortura do enteado, de 3 anos, encontrado morto na casa do pai, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa, no início do mês, em Palmas.
A mãe do menino viva uma disputa judicial com Igor Veloso. Gustavo foi encontrado morto no dia 3 de agosto, na casa do pai. Igor Gustavo Veloso de Sousa e a madrasta, Kathellen Moreira da Silva, são investigados pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura. Segundo documento ao qual o g1 teve acesso, a morte ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”.
Com a decisão judicial, a investigada continuará recolhida na Unidade Prisional Feminina de Palmas. O companheiro também segue detido na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP). A decisão é de segunda-feira (17) e foi assinada pelo juiz Cledson José Dias Nunes.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
Na decisão à qual o g1 teve acesso, a defesa de Kathellen pediu a revogação da prisão preventiva ou a conversão para prisão domiciliar. Os advogados alegaram que ela é mãe de uma bebê de 5 meses, que está em fase de amamentação e passa por investigação cardiológica. A defesa também argumentou que a investigada não tem antecedentes criminais e não teria participado das agressões físicas.
Ao rejeitar o pedido, o juiz Cledson José Dias Nunes destacou que o Código de Processo Penal (CPP) prevê restrições à concessão de prisão domiciliar em casos de crimes cometidos com violência ou grave ameaça e quando a medida não atende às circunstâncias previstas em lei.
Após a decisão da Justiça, a defesa não respondeu às tentativas de contato da reportagem da TV Anhanguera. (Leia abaixo a nota anterior enviada pela defesa).
Igor Gustavo Veloso de Souza e Kathellen Moreira foram presos em Palmas
Divulgação/Instagram Delegado Eduardo Meneses
O magistrado ressaltou que o crime de omissão atribui à investigada responsabilidade pelo resultado da violência brutal que causou a morte da criança.
A decisão também informa que a Justiça avaliou a situação da filha bebê da investigada e entendeu que a criança já recebia alimentação mista antes da prisão. O juiz destacou que, atualmente, a filha de Kathellen está sob os cuidados da avó materna, sem evidências de riscos concretos à saúde.
LEIA TAMBÉM:
Escola onde Gustavo Veloso estudava faz ato em memória da criança encontrada morta na casa do pai
Caso Gustavo: polícia investiga se pai matou filho de 3 anos para atingir a mãe; entenda o que é violência vicária
Caso Gustavo: mãe teve gravidez marcada por conflitos com pai suspeito de matar criança, diz delegado
Violência vicária
A Polícia Civil apura a possibilidade de o crime ser enquadrado como violência vicária. O termo é usado para definir situações em que a violência contra uma pessoa é utilizada como instrumento para causar sofrimento a outra, como quando um filho é vítima de violência com o objetivo de atingir a mãe.
🔍 A violência vicária passou a ser reconhecida expressamente na legislação brasileira em 9 de abril de 2026, com a sanção da Lei nº 15.383/2026, que alterou a Lei Maria da Penha. O termo se refere à violência praticada contra pessoas próximas à mulher, como filhos, com o objetivo de causar sofrimento, puni-la ou controlá-la.
Segundo a advogada criminalista Cristiane Mezzaroba, esse tipo de violência ocorre quando a criança deixa de ser vista como indivíduo e passa a ser utilizada como meio de vingança ou punição contra a mulher. A estratégia costuma estar associada a históricos de violência doméstica, controle e ameaças contra a vítima.
“É como se fosse, de uma forma, culpá-la para que carregue pelo resto da vida essa dor e essa culpa de que determinada pessoa morreu por ela”, explicou.
Histórico de ameaças e conflitos
A defesa da mãe de Gustavo afirma que o caso não pode ser analisado de forma isolada e sustenta que existe um histórico de violência doméstica registrado desde 2023. A investigação também apura relatos de ameaças anteriores feitas pelo pai da criança contra a ex-companheira.
Conforme a Polícia Civil, os pais do menino não viviam juntos e travavam disputas judiciais relacionadas à guarda e à pensão. A mãe relatou que já havia procurado autoridades e denunciado ameaças recebidas quando Gustavo ainda era bebê.
Relembre o caso
A morte de Gustavo provocou grande comoção em Palmas e mobilizou uma força-tarefa da Polícia Civil. O caso veio à tona na segunda-feira (3), após o pai informar que o filho teria morrido por afogamento. A versão, porém, começou a ser questionada logo nas primeiras análises periciais e acabou descartada pelos exames do IML.
Durante as investigações, a mãe apresentou vídeos, fotografias e outros registros que, segundo a polícia, mostram um histórico de agressões. O delegado Eduardo Menezes afirmou que há imagens da criança retornando das visitas ao pai com lesões e também gravações em que o menino aparece “nitidamente dopado”, segundo a avaliação da investigação.
A Polícia Civil informou que Gustavo voltava das visitas com arranhões, hematomas e outros ferimentos desde 2024. A mãe afirmou em depoimento que registrava os machucados e cobrava explicações do ex-companheiro, que atribuía as lesões a quedas e acidentes comuns da infância.
Outro elemento analisado pelos investigadores é um vídeo gravado antes da morte do menino. Nas imagens, Gustavo aparece chorando e se recusando a ir para a casa do pai. Segundo o relato da mãe à polícia, o filho demonstrava medo ao ouvir a voz de Igor e dizia que era agredido por ele.
O diretor do IML classificou o nível de violência encontrado como incomum e ressaltou que os primeiros exames não identificaram qualquer indício de afogamento.
Íntegra da nota da defesa de Igor Gustavo
A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa esclarece que, assim que tomou conhecimento do pedido de prisão preventiva, colocou-se imediatamente à disposição da autoridade policial, informando que Igor se entregaria voluntariamente caso a medida fosse decretada.
Após a expedição do mandado, a defesa manteve contato com a autoridade policial e ficou ajustado que Igor se entregaria na própria residência onde se encontrava. Ele permaneceu no local e aguardou a chegada da equipe policial, submetendo-se voluntariamente ao cumprimento da ordem judicial, sem qualquer tentativa de fuga ou resistência.
Portanto, embora a prisão tenha sido formalmente cumprida em uma residência, não se tratou de localização ou captura realizada após buscas policiais, mas de entrega voluntária previamente acordada com a autoridade responsável, mantendo a postura de colaboração adotada desde o início das investigações.
Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso.
Íntegra da nota da defesa de Kathellen Moreira
A defesa de Kathellen Moreira da Silva recebeu com profundo estarrecimento a decisão que decretou sua prisão preventiva.
Causa especial preocupação o fato de não constar da decisão qualquer consideração sobre uma circunstância pessoal de extrema relevância: Kathellen é mãe e amamenta uma bebê de apenas cinco meses de idade. A maternidade está comprovada pela certidão de nascimento, e a lactação pelos próprios registros realizados nas dependências da unidade policial.
Pelos documentos conhecidos até o momento, essa realidade não foi devidamente submetida à apreciação do Juízo quando do pedido de decretação da prisão preventiva. A custódia simultânea de Kathellen e do pai da bebê resultou na separação abrupta da criança de ambos os genitores, circunstância que deveria ter sido necessariamente ponderada antes da adoção da medida mais gravosa.
A defesa também esclarece que Kathellen se apresentou espontaneamente para o cumprimento da ordem judicial.
Diante desse cenário, a defesa adotará as medidas judiciais cabíveis para requerer a substituição da prisão preventiva por cautelares menos gravosas ou, subsidiariamente, por prisão domiciliar, compatibilizando a regularidade da investigação com a proteção dos direitos e das necessidades da bebê lactente.
A defesa confia que, com a análise individualizada dos fatos e dos documentos apresentados, a situação será revista pelo Poder Judiciário, mantendo-se o respeito à investigação, à presunção de inocência e, sobretudo, à proteção integral da criança.
Gustavo Veloso Feitosa de 3 anos foi encontrado morto em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Fazenda de R$ 20 milhões é bloqueada pela Justiça em investigação sobre estelionato e fraude em licitações


Grupo é suspeito de aplicar golpe de R$ 9 milhões e gastar dinheiro com bens de luxo
O desdobramento da Operação Dolos, que integra a Operação Renorcrim, foi deflagrado nesta quarta-feira (19) pela Polícia Civil do Tocantins e resultou no bloqueio judicial de uma fazenda avaliada em R$ 20 milhões, no Pará. O imóvel estaria registrado em nome de uma pessoa que seria utilizada como “laranja”.
A ação é um avanço nas investigações sobre a atuação de um grupo suspeito de estelionato qualificado e lavagem de dinheiro. Segundo a polícia, o esquema teria causado um prejuízo de aproximadamente R$ 9 milhões a um empresário do setor farmacêutico do Paraná. A primeira fase da operação foi realizada em junho, quando foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão contra os investigados no Tocantins, Goiás e Pará.
Como os nomes dos investigados não foram divulgados na época, o g1 não localizou as respectivas defesas.
LEIA TAMBÉM
União é condenada a pagar R$ 500 mil de indenização após homem que ficou sete anos preso ser absolvido
Aposentado investe R$ 500 mil em pousada e vê sonho ser demolido às margens do lago de usina no TO
Mãe sobe escadaria de santuário de joelhos após filha se recuperar de tumor cerebral: ‘Fé nos move e fortalece’
Ação foi realizada pela Polícia Civil do Tocantins
Divulgação/PCTO
Nesta nova etapa, a polícia também apura uma possível atuação do grupo em licitações realizadas em cidades do Tocantins. Para avançar nas investigações, os policiais aguardam informações do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que permitam verificar a regularidade dos procedimentos e a efetiva execução dos serviços contratados.
A operação desta quarta-feira foi realizada pela 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ª DEIC – Palmas), que integra a Operação Renorcrim, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), as diligências continuam para identificar outros possíveis bens adquiridos com recursos provenientes do esquema investigado.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

De R$ 0 a R$ 12,3 milhões: veja o patrimônio dos candidatos ao Senado no TO declarado ao TSE


Veja prazos do calendário eleitoral de 2026
Os candidatos ao Senado nas Eleições 2026 declararam patrimônios que variam de R$ 0 a R$ 12,3 milhões. Entre os 13 candidatos com dados apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Gaguim (União) foi quem declarou o maior valor, enquanto Apóstolo Flávio Braga (DC) informou à Justiça Eleitoral que não tem bens a declarar.
As informações patrimoniais estão disponíveis nos registros de candidatura e correspondem aos bens declarados pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral. Entre os itens informados estão imóveis, veículos, participações em empresas, investimentos, créditos decorrentes de empréstimos e propriedades rurais.
Plenário do Senado Federal
Ton Molina/Agência Senado
LEIA MAIS
Veja quem são os candidatos a governador no Tocantins em 2026
Veja quem são os candidatos a senador no Tocantins em 2026
Alexandre Guimarães (MDB)
Alexandre Guimarães é deputado federal
Reprodução/Câmara dos Deputados
O valor total declarado por Alexandre à Justiça Eleitoral soma R$ 2,6 milhões. Grande parte do patrimônio declarado pelo candidato é composta por fazendas e veículos.
O patrimônio declarado pelo candidato teve um aumento de 15,16% em relação às últimas eleições, em 2022, quando foi eleito deputado estadual e declarou ter R$ 2.323.785,51 em bens.
Apóstolo Flávio Braga (DC)
Apóstolo Flávio Braga é candidato ao Senado pelo Tocantins
Arquivo Pessoal
O Apóstolo Flávio Braga, do Democracia Cristã, declarou à Justiça Eleitoral, no registro de candidatura, que não possui bens.
Carlos Gaguim (UNIÃO)
Carlos Henrique Amorim, deputado federal pelo Tocantins
Reprodução/Câmara dos Deputados
O candidato do União Brasil ao Senado, Carlos Henrique Amorim, o Gaguim, declarou R$ 12,3 milhões em bens. O bem de maior valor é uma empresa no valor de R$ 6.589.500,00, cujo ramo de atividade não foi informado. Também foram declarados imóveis rurais, veículos e um bem identificado como Champs Elysses, no valor de R$ 500 mil.
A declaração apresentada nestas eleições apresenta uma redução de 17,75% em relação à 2022, quando o candidato concorreu ao cargo de deputado federal e declarou ter um patrimônio de R$ 14.970.961,00.
Coronel Nilton Santos (NOVO)
Coronel Nilton Santos é candidato ao Senado pelo Tocantins
Divulgação/Partido NOVO
O candidato do Novo ao Senado, Nilton Santos, declarou R$ 2 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Segundo a declaração, o valor é referente a um terreno.
Eduardo Gomes (PL)
Eduardo Gomes é senador pelo Tocantins
Waldemir Barreto/Agência Senado
O candidato do PL ao Senado, Eduardo Gomes, declarou R$ 800 mil em bens à Justiça Eleitoral. Foram declarados dois lotes. Não há indicação da localização dos imóveis.
Na eleições de 2018, quando disputou uma vaga ao Senado e foi eleito, Eduardo Gomes não havia declarado bens à Justiça Eleitoral.
Eli Borges (REPUBLICANOS)
Eli Borges é deputado federal pelo Tocantins
Reprodução/Câmara dos Desputados
O candidato do Republicanos ao Senado, Eli Borges, declarou R$ 2,9 milhões em bens à Justiça Eleitoral. O maior bem é uma fazenda, avaliada em R$ 1,3 milhão. O candidato informou possuir R$ 1,5 milhão em créditos decorrentes de empréstimos concedidos a pessoas físicas.
O patrimônio do candidato teve uma redução de 17,03% em comparação com as eleições de 2022, quando ele foi eleito para o cargo de deputado federal e declarou ter um patrimônio de R$ 3.572.680,44.
Fábio Ribeiro (REDE)
Fábio Ribeiro é candidato ao senado pelo REDE
Arquivo Pessoal/Fábio Ribeiro
O candidato da Rede Sustentabilidade ao Senado, Fábio Ribeiro, declarou R$ 1,1 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Ao todo, foram declaradas duas participações em empresas: uma no valor de R$ 20 mil em uma empresa de empreendimentos imobiliários, e outra no valor de R$ 1.100.000,00 em um frigorífico.
O patrimônio declarado apresenta uma queda de 47,54% em relação à ultima eleição que ele disputou, em 2014, quando apresentou um patrimônio de R$ 2.135.000,00 à Justiça Eleitoral.
Hélio Rodrigues (DEMOCRATA)
Helio Rodrigues é candidato a Senado pelo Democrata
Reprodução/Democrata
O candidato do Democrata ao Senado, Hélio Rodrigues, declarou R$ 300 mil em bens à Justiça Eleitoral. Foram declarados dois terrenos em Araguaína, com valor de R$ 150 mil cada um.
Osvany Luz (DEMOCRATA)
Osvany Luz é candidata ao Senado pelo Democrata
Reprodução/Instagram Osvany Luz
A candidata ao Senado pelo Tocantins, Osvany Luz (Democrata), declarou R$ 296.000 de bens à Justiça Eleitoral. Foram declarados um imóvel residencial e um carro.
Osvaldo Soares (PSOL)
Professor Osvaldo Soares é candidato ao Senado pela Federação PSOL – REDE
Divulgação/PSOL
O candidato do PSOL ao Senado, Professor Osvaldo, declarou R$ 500 mil em bens à Justiça Eleitoral. Foram declarados uma chácara, dois veículos e o salário de R$ 11.600,00.
Paulo Mourão (PT)
Paulo Mourão, candidato do PT ao governo do Tocantins
Divulgação
O candidato do Partido Dos Trabalhadores ao Senado, Paulo Mourão, declarou R$ 5,3 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Os bens de maior valor apresentados são uma casa em Porto Nacional, no valor de R$ 1.201.949,15, e um apartamento em Brasília de R$ 1.260.099,52. Ele também declarou R$ 697.544,00 de depósito em conta corrente, veículos e participação em empresas.
O patrimônio declarado pelo candidato caiu 19,55% em relação às eleições de 2022, quando foi candidato ao governo do Tocantins e declarou R$ 6.686.462,39.
Ronaldo Dimas (PODEMOS)
Ronaldo Dimas é candidato ao Senado
Reprodução/Instagram Ronaldo Dimas
O candidato do Podemos ao Senado, Ronaldo Dimas, declarou R$ 4 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Os bens de maior valor apresentados são uma casa em Arguaína, no valor de R$ 1.500.000,00, e uma casa em Palmas no valor de R$ 1.200.000,00. Ele também declarou R$ R$ 550.000,00 em participações societárias, além de lotes, embarcações e veículos.
O patrimônio declarado pelo candidato cresceu 640,58% em relação às eleições de 2022, quando foi candidato ao governo do Tocantins e declarou R$ 548.208,90
Vanderlei Luxemburgo (PODEMOS)
Vanderlei Luxemburgo é candidato ao Senado pelo Tocantins
Reprodução/Instagram Vanderlei Luxemburgo
O candidato do Podemos ao Senado, Vanderlei Luxemburgo, declarou R$ 3,7 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Grande parte do patrimônio declarado pelo candidato é composta por imóveis, que somam R$ 3,3 milhões. Entre os bens informados estão três apartamentos — um deles avaliado em R$ 1,5 milhão —, uma casa, dois prédios comerciais, duas salas e quatro terrenos.
Luxemburgo também declarou dois veículos, que juntos somam R$ 388,9 mil: uma caminhonete Land Rover, avaliada em R$ 335 mil, e um Jeep Wrangler, de R$ 53,9 mil.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Apóstolo Flávio Braga, candidato ao Senado, declara não ter bens ao TSE


Veja prazos do calendário eleitoral de 2026
O candidato ao Senado pelo Tocantins, Apóstolo Flávio Braga (DC), informou à Justiça Eleitoral não ter bens a declarar.
Concorrem ao cargo 13 políticos, que apresentaram pedido de registro de candidatura ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para envio das documentações encerrou no dia 15 de agosto.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
A votação para os cargos de presidente e vice, senador, governador e vice, deputado federal e deputado estadual será no dia 4 de outubro. Caso a disputa para governador e presidente vá para o segundo turno, os eleitores voltam às urnas no dia 25 de outubro.
LEIA TAMBÉM
Veja quem são os candidatos a senador no Tocantins em 2026
Veja quem são os candidatos a governador no Tocantins em 2026
Veja quem são os candidatos a vice-governador no Tocantins em 2026
Flávio Braga é natural de Belo Horizonte e hoje mora em Araguaína, no norte do Tocantins. Ele é advogado, casado e atua como apóstolo da Igreja Árvore da Vida, em Araguaína. Na carreira política, já foi candidato a deputado estadual.
Apóstolo Flávio Braga é candidato ao Senado pelo Tocantins
Arquivo Pessoal
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

União é condenada a pagar R$ 500 mil de indenização após homem que ficou sete anos preso ser absolvido


Taguatinga fica na região sudeste do Tocantins
Reprodução/Google Street View
A Justiça Federal determinou que a União pague R$ 500 mil em indenização a um homem que ficou sete anos e cinco meses preso injustamente. Segundo a decisão, durante processo de revisão criminal foi constatado que não havia provas suficientes para manter o réu preso e houve um erro judiciário.
A decisão que estabeleceu a indenização foi determinada em acórdão da 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, na segunda-feira (17), sob relatoria do desembargador Flávio Jardim. O g1 pediu posicionamento da União e da Advocacia-Geral da União (AGU), mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
Conforme o documento, o homem havia sido preso, suspeito de envolvimento em um caso de extorsão mediante sequestro de funcionários da Caixa Econômica Federal e familiares. O crime aconteceu entre os dias 18 e 19 de maio de 2017 em Taguatinga, na região sudeste do Tocantins.
Na época, ele foi condenado a 13 anos e seis meses de prisão. O processo transitou em julgado em junho de 2021.
Agora no g1
Depois, a defesa entrou com processo de revisão criminal, apontando a imprecisão do reconhecimento fotográfico e por voz, a falta de digitais e a impossibilidade de afirmar que os telefones utilizados no crime estavam em posse do homem. Com isso, a condenação foi desconstituída com do réu absolvição por insuficiência de provas.
“Consiste no fato de que o Estado condenou definitivamente e executou pena privativa de liberdade por anos com base em estrutura probatória posteriormente reconhecida como insuficiente, imprecisa e não corroborada por elementos técnicos independentes”, afirmou o desembargador.
LEIA TAMBÉM
Chácaras às margens do lago de Lajeado começam a ser demolidas após decisão da Justiça
Aos 109 anos, idosa conquista registro de nascimento após viver mais de um século sem documento
De acordo com o desembargador, a Constituição Federal garante proteção à pessoa condenada por erro judiciário, mesmo que o juiz do caso não tenha agido com a intenção de prejudicar o réu.
Conforme a decisão, por causa da prisão, também houve o afastamento familiar, já que a filha do réu nasceu enquanto estava na cadeia. Dessa forma, a Justiça condenou a União a pagar a indenização de R$ 500 mil por danos morais.
“O valor é expressivo, como deve ser diante da gravidade da violação. Não se trata de indenização por mero constrangimento, abalo reputacional episódico ou prisão cautelar de poucos dias. Trata-se de reparação por condenação criminal definitiva que produziu encarceramento por anos e foi posteriormente desconstituída em revisão criminal”, relatou o desembargador.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Festival Gastronômico de Taquaruçu terá Marina Sena, Vanessa da Mata e Jorge Vercillo


Marina Sena, Vanessa da Mata e Jorge Vercillo
Divulgação/Instagram
Marina Sena, Vanessa da Mata e Jorge Vercillo foram confirmados como atrações musicais no Festival Gastronômico de Taquaruçu 2026. O evento acontece entre os dias 3 e 7 de setembro, e o cantor Seu Jorge abre a programação no distrito de Palmas.
O anúncio foi feito durante o lançamento oficial do festival em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (19). Veja abaixo em quais dias os artistas se apresentam.
3 de setembro: Seu Jorge
4 de setembro: Vanessa da Mata
5 de setembro: Jorge Vercillo
5 de setembro: Marina Sena
A programação conta com concurso gastronômico, programação cultural e artística. A Prefeitura de Palmas anunciou que o concurso gastronômico distribuirá R$ 156 mil em premiações entre as categorias participantes.
LEIA MAIS
Festival Gastronômico de Taquaruçu confirma 20ª edição com show de Seu Jorge; confira edital
Pescador mergulhou nove metros para localizar casa e maquinários submersos no Lago de Palmas; VÍDEO
Agora no g1
Concurso gastronômico
O festival deste ano traz como novidade a inclusão da categoria “Drinks Regionais” na competição gastronômica. Serão ofertadas 55 vagas, distribuídas entre as modalidades Circuito Gastronômico e Rota Gastronômica. As categorias foram organizadas no seguinte formato:
Pratos salgados;
Pratos doces;
Jantinhas;
Alimentação funcional;
Food trucks;
Drinks regionais.
O Circuito Gastronômico recebeu inscrições de pessoas físicas. Já a Rota Gastronômica é destinada exclusivamente a pessoas jurídicas com estabelecimento em Taquaruçu ou Taquaruçu Grande.
Segundo o edital, os pratos devem conter, obrigatoriamente, ao menos um ingrediente regional em cada criação como forma de valorização de sabores únicos e autênticos do cerrado.
Confira abaixo os valores destinados aos vencedores das principais categorias e aos ganhadores da categoria “Drinks Regionais” deste ano.
1º colocados: R$ 12 mil;
2º colocados: R$ 8 mil;
3º colocados: R$ 5 mil;
1º colocado em drinks regionais: R$ 3 mil;
2º colocado em drinks regionais: R$ 2 mil;
3º colocado em drinks regionais: R$ 1 mil.
Prato inscrito em edição anterior do Festival Gastronômico de Taquaruçu
Edu Fortes/Prefeitura de Palmas
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins