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Papa diz que semear ódio é o caminho para Terceira Guerra Mundial Comente

O papa Francisco afirmou nesta terça-feira (23) que “semear ódio, violência e divisões é um caminho de destruição” e de preparo para a Terceira Guerra Mundial.

“Hoje existe a Terceira Guerra Mundial em pedaços. Olhem para os locais dos conflitos: falta de humanidade, agressão, ódio entre culturas e tribos, também uma deformação da religião, este é o caminho do suicídio, semear ódio. É um preparar a Terceira Guerra Mundial que está em andamento aos pedaços e acredito não exagerar nisto. Diga isto aos jovens!”, disse o papa.

O pontífice participou do encontro realizado em Roma para a apresentação do livro “Francisco – A sabedoria do tempo”, um projeto editorial do padre Antonio Spadaro, diretor da revista dos jesuítas “La Civiltà Cattolica”.

O livro reúne lições de vida de mulheres e homens de diversas partes do mundo, entre eles do diretor de cinema Martin Scorsese, que esteve no evento de hoje. Scorsese, cujo filme mais recente, “Silêncio”, fala sobre um missionário jesuíta no Japão, contou a história de um bairro de Nova York onde existe muita pobreza e perguntou como a humanidade pode reagir à crueldade.

Francisco disse que para evitar que o mundo experimente a crueldade é importante ensinar que os jovens devem ter empatia e mostrar a eles que a maldade “é o caminho errado”.

Durante a apresentação, o pontífice se referiu em várias ocasiões ao ódio e à violência e alertou para o crescimento do populismo.

“É importante que os jovens saibam como nasce o populismo. Penso em Hitler no século passado, que havia prometido o desenvolvimento da Alemanha. Sabemos como começam os populismos: semeando o ódio. Não se pode viver semeando ódio”, disse ele.

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STJ suspende condenação de candidato barrado, e PCdoB pode tirar vaga de DEM na Câmara

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou ontem (segunda, 22) a suspensão dos efeitos da condenação de Isaac Carvalho (PCdoB), acusado de irregularidades em fatos relativos a 2010, quando era prefeito de Juazeiro (BA). Isaac se candidatou a deputado federal nas eleições deste ano e teve votação suficiente para se eleger, mas sua candidatura foi rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), a pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) do estado. Assim, os votos do comunista não foram validados.

Com a decisão do ministro Joel Ilan Paciornik, da 5ª Turma da Corte, a inelegibilidade de Isaac fica suspensa até que o STJ julgue o recurso do político, e os votos que teve podem ser computados. O ex-prefeito teve mais de 100 mil votos no primeiro turno da eleição, em 7 de outubro.

Caso tenha os votos computados, o ex-prefeito pode tirar a vaga de Leur Lomanto Jr. (DEM), que foi eleito nas sobras do cálculo do quociente eleitoral. Isaac levará a ação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e aguardará a decisão da Corte. O Ministério Público ainda pode recorrer da decisão do STJ.

“Eu não cometi nenhum dano ao erário. Foi uma batalha árdua, mas vencemos. Eu sou muito grato a quem vê em mim um legítimo representante dos seus anseios e vou lutar todos os dias para honrar cada voto que recebi”, disse Isaac ao receber a notícia.

O político foi condenado em maio de 2016, pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), à pena de um ano, 11 meses e dez dias de detenção em regime aberto. O TJ-BA também determinou, como pena acessória, a inabilitação para ocupar cargo público por cinco anos.

Na decisão, Paciornik diz que Isaac poderia ter “cerceado seu direito político ao exercício do cargo de deputado federal, para o qual foi eleito no último pleito eleitoral”, devido aos efeitos de sua condenação pelo TJ-BA. “Daí o perigo de dano a justificar a providência ora tomada”, afirmou o ministro.

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A partir desta terça, eleitor só pode ser preso em três casos especiais 5

Nenhum eleitor pode ser preso ou detido a partir desta terça-feira (23) até 48 horas após o término da votação do segundo turno, no próximo domingo (28). A proibição de prisão cinco dias antes da eleição é determinada pelo Código Eleitoral (Lei 4737/1965), que permite a detenção nos casos de flagrante delito, sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no domingo da eleição constituem crimes arregimentar outros eleitores, realizar propaganda de boca de urna, usar alto-falante ou amplificador de som, promover comício ou carreata e divulgar qualquer tipo de propaganda de partido político ou candidato.

A publicação ou o impulsionamento de conteúdos na internet também são proibidos, podendo apenas ser mantidos em funcionamento as aplicações e conteúdos publicados antes do dia da votação, conforme resolução do TSE (23551/2017).

Os praticantes destes crimes podem ser punidos com detenção de seis meses a um ano, ou pena alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período. O autor do crime também pode ter que pagar multa que varia de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50.

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Doria e França evitam ataques, e bronca de mediador cala plateia em debate 4

A cinco dias do segundo turno, João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB), candidatos ao governo de São Paulo, baixaram o tom de acusações e decidiram se pautar em propostas durante o debate promovido pelo UOL, pela Folha de S. Paulo e pelo SBT, na noite desta terça-feira (23). Até então, o tom da campanha dos dois candidatos havia sido ácido, principalmente no primeiro encontro, promovido pela Band, quando os dois tiveram ríspidas discussões e a plateia se manifestava a todo instante.

Nesta terça, Doria evitou colar a imagem do adversário ao PT, enquanto França não associou o ex-prefeito como uma pessoa que teria traído o ex-governador Geraldo Alckmin. Uma atitude mais contundente do apresentador, o jornalista Carlos Nascimento, também contribuiu para um clima mais ameno.

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Ainda no início do debate, Nascimento deu uma bronca firme na plateia, que só voltou a se manifestar nas considerações finais, no último bloco. A bronca do início foi determinante para que o debate evitasse o clima de arquibancada na plateia, com os correligionários de ambos os candidatos.

“Eu acho que eu falei, todo mundo ouviu o que eu falei, não foi? Não está prevista a manifestação da plateia, eu gostaria de pedir que parem por aí. Ou a gente vai ter que ser mal-educado como vocês estão sendo. Nós não vamos admitir, manifestação da plateia não está no script do programa”, afirmou o jornalista.

Novas estratégias?

Doria alterou abruptamente seu discurso. Antes, a estratégia do tucano era aproveitar a onda anti-petista do pleito presidencial e grudar o nome de França ao PT e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Desta vez, não aconteceu. Doria não citou nenhuma vez o PT. Apenas reiterou o apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas recentes de intenção de voto à Presidência.

“Eu tenho a segurança de que vamos ter hoje um debate altivo, propositivo, sem ataques e valorizando as propostas dos dois candidatos, cada um tem os seus modelos, as suas propostas. E eu tenho certeza, Márcio, que hoje vamos conseguir fazer um debate mais altivo, mais tranquilo e mais sereno”, afirmou o candidato, no início.

França não verbalizou, mas aceitou a proposta de Doria. Como se houvesse um acordo de cavalheiros velado, os candidatos não se atacaram. Diferentemente do que vinha fazendo, o atual governador não afirmou que o tucano traiu o presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin e evitou duras críticas, de forma ríspida, ao partido.

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Avó é presa suspeita de estuprar netos e filmar abusos no DF Comente

Uma mulher de 53 anos foi presa em flagrante na última sexta-feira (20) em Ceilândia, no Distrito Federal, suspeita de ter abusado sexualmente de seus quatro netos e armazenado pornografia infantil. Seguindo uma denúncia feita pela mãe das crianças, a Polícia Civil encontrou vídeos dos abusos no celular da avó, que teriam sido gravados pela dona do aparelho.

As três meninas mais novas têm um, dois e quatro anos, e o mais velho é um menino de seis anos. De acordo com policiais da 19ª DP de Ceilândia, onde foi registrado o caso, a avó cometeu diversos abusos contra os netos. “Em 25 anos de polícia, eu nunca havia me deparado com cenas tão chocantes”, disse o delegado Fernando Fernandes.

Os abusos teriam começado há cerca de dois meses, quando a mãe das crianças arrumou um emprego e deixou a avó tomando conta dos quatro durante o dia. Porém, segundo a polícia, o menino e a menina mais velha passaram a se comportar de modo “erotizado”, o que despertou a desconfiança da mãe.

Ao ver o filho acariciar suas partes íntimas, ela questionou o garoto, que respondeu que havia aprendido aquilo “com a vovó”. Na semana passada, a mãe decidiu investigar a suspeita e encontrou fotos e vídeos dos abusos e acionou a Polícia Civil.

A avó foi presa em flagrante por estupro de vulnerável e por possuir pornografia infantil e levada à Penitenciária Feminina (Colmeia). Se a autoria dos crimes forem comprovadas, ela pode pegar até 60 anos de prisão.

A Polícia também investiga se a suspeita compartilhou os vídeos e se ela estaria envolvida em alguma rede nacional ou internacional de pedofilia. “A princípio, trabalhamos com a hipótese de abuso familiar. Não há qualquer evidência de que ela teria estuprado outras crianças, mas alertamos a população para denunciar ao 197 se tiver qualquer informação”, informou o delegado.

Filha também se diz vítima

Hoje com 17 anos, a filha mais nova da suspeita disse à Polícia Civil que também foi vítima de abusos por parte da mãe. A adolescente afirmou que, na infância, teria visto a mãe observando ou filmando ela tomando banho em “diversas oportunidades”.

Segundo o delegado, logo depois de fazer a denúncia, a jovem “se retraiu, ficou nervosa e parou de falar”, mas deve ser ouvida novamente em breve pelos investigadores.

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BRASIL SLIDE

Ibope: Bolsonaro tem 57% dos votos válidos no 2º turno; Haddad, 43% Comente

A cinco dias do segundo turno da eleição presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) tem 57% dos votos válidos, contra 43% para Fernando Haddad (PT), aponta pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (23). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na pesquisa anterior do Ibope, divulgada no dia 15, Bolsonaro tinha 59% e Haddad, 41%.

Os votos válidos são aqueles usados pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado da eleição. São os votos dados diretamente em um dos candidatos, descontados os brancos e nulos.

No primeiro turno, Bolsonaro teve 46,03% dos votos válidos (quase 50 milhões de votos). Haddad ficou com 29,28% (cerca de 30 milhões de votos).

Na intenção de voto total, o Ibope diz que Bolsonaro tem 50% e Haddad, 37%. Brancos e nulos somam 10%. Os entrevistados que não souberam ou não responderam são 3%.

Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 52% e Haddad, 37%. Brancos e nulos eram 9%, e os que não souberam ou não responderam somavam 2%.

A pesquisa Ibope foi feita entre os dias 22 e 23 de outubro com 3.010 entrevistados em todo o Brasil. O levantamento foi contratado pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e a TV Globo, e registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-07272/2018.

O intervalo de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Ibope, isso significa que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
Rejeição e potencial de voto

A pesquisa Ibope também mediu a rejeição e o potencial de voto em Bolsonaro e Haddad em uma pergunta sobre a opinião dos entrevistados em relação aos candidatos, com cinco opções de resposta.

Veja os números:

Fernando Haddad

31% com certeza votariam nele para presidente
12% poderiam votar nele
41% não votariam nele de jeito nenhum
14% não o conhecem o suficiente para opinar
2% não souberam ou não responderam

Jair Bolsonaro

37% disseram que com certeza votariam nele para presidente
11% responderam que poderiam votar nele
40% disseram que não votariam nele de jeito nenhum
11% falaram que não o conhecem o suficiente para opinar
2% não souberam ou não responderam.

Na pesquisa do dia 15, a rejeição de Haddad era de 47% e a de Bolsonaro, 35%.

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TOCANTINS

Diretórios metropolitanos de quatro partidos manifestam apoio a Jair Bolsonaro

O presidente estadual do Partido Social Liberal (PSL), Antônio Jorge, recebeu na manhã desta terça-feira, 23, a visita de cinco presidentes metropolitanos de outras siglas que manifestaram apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro, sendo eles: Gilvan Lino (DC), Aguinaldo Gordim (PRTB), Vandir Teófilo (PRB), Ricardo Abalém (PTB). Também fizeram parte da comitiva o vice-presidente estadual do PTB, Albuquerque Cordeiro, o secretário-geral petebista, Edson de Deus; e o ex-presidente regional do PSDB Ernani Siqueira.

Os partidos se colocaram à disposição para colaborar nas ações desta reta final de campanha e na fiscalização das eleições que ocorrem no domingo, 28. “É hora de o Brasil dar um basta na corrupção, e Bolsonaro é o único com capacidade de fazer esse enfrentamento”, garantiu Antônio Jorge.

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Rede no TO garante que Márlon será candidato a prefeito de Palmas em 2020

Dirigentes da Rede Sustentabilidade no Tocantins afirmam que as movimentações do partido neste pós-eleições dependem dos rumos que serão definidos pela direção nacional. Contudo, garantem que o projeto do ex-juiz e advogado Márlon Reis continuará.

O grupo não tem dúvida de que Márlon, com certeza, será candidato a prefeito de Palmas em 2020.

O ex-juiz mudou seu domicílio para Palmas em agosto de 2017 e disputou as eleições de governador na suplementar e nas ordinárias de 2018.

Sem ultrapassar a cláusula de barreira, a Rede pode se fundir outras siglas.

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SLIDE TOCANTINS

Irajá reserva gabinete de Vicentinho; por Siqueira, Gomes prefere próximo ao plenário

O senador eleito Irajá Abreu (PSD) já reservou para ele o gabinete do Senado utilizado atualmente por Vicentinho Alves (PR), que não foi reeleito. O outro senador eleito pelo Tocantins no dia 7, Eduardo Gomes (SD) não quis saber do gabinete de Ataídes Oliveira (PSDB), que também não renovou o mandato.

Gomes usou seu conhecimento para conseguir um gabinete próximo ao plenário. A aliados, ele explicou que o objetivo foi facilitar o acesso de seu primeiro suplente, Siqueira Campos (SD), às votações.

O senador eleito do SD quer que seja Siqueira que tome posse do mandato no dia 1º de fevereiro. Mas depende do restabelecimento da saúde do ex-governador, que segue internado em São Paulo, onde passou por cirurgia no dia 7 de setembro.

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SLIDE TOCANTINS

Justiça Federal determina demarcação de terras indígenas Avá-Canoeiro em até um ano

A Justiça Federal determinou que, no prazo de um ano, a Funai conclua a demarcação da terra indígena Taego Ãwa, onde vive o grupo da etnia Avá-Canoeiro do Rio Araguaia. O Incra deverá tomar as medidas necessárias para reassentar os “não índios”, beneficiados por projeto de assentamento do próprio instituto. A decisão liminar, proferida nesta segunda-feira, 22, é do juiz federal Eduardo Ribeiro, titular da Vara Única da Subseção Judiciária de Gurupi.

A Ação Civil Pública (ACP) foi ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) que alega a demora “excessiva e injustificável” por parte do Governo Federal na demarcação das terras. Em 2012, foi finalizado um relatório que identificou e delimitou a Terra Indígena Taego Ãwa e “passados mais de seis anos, até o presente momento, não foi concluída a demarcação”.

Ainda conforme o MPF, parte da área declarada como terra indígena está sobreposta ao Assentamento Caracol I e II, de propriedade do INCRA. O juiz federal Eduardo Ribeiro explicou que o perigo da demora na demarcação é claro, por questões históricas, já que os Avá-Canoeiros do Rio Araguaia, se “encontram privados de suas terras tradicionais e alojados em terras de seus inimigos históricos – os Javaés. Não podem eles plantar, caçar, pescar nem praticar suas tradições culturais, fato que já causou mortes por inanição entre índios desta etnia”.

Deslocamento para saque de recurso proveniente de indenização

Em sentença proferida em outra ACP, a Justiça Federal condenou a União ao pagamento da quantia de quatro mil salários mínimos a título de indenização por danos morais coletivos ao grupo indígena. Mas, segundo o MPF, os indígenas não conseguem sacar o dinheiro, já que a Coordenação da FUNAI em Gurupi não possui veículos “para fazer a logística e o deslocamento dos indígenas para o recebimento do valor fixado na ACP”.

Com base nos fatos, o juiz federal Eduardo Ribeiro determinou que a UNIÃO pague R$ 150,00 por pessoa, para que os próprios indígenas se responsabilizem pelo deslocamento até a agência de Formoso do Araguaia (TO). O pagamento dever teve ter início no prazo de 15 dias, sob pena de aplicação de multa diária de R$ 1.000,00, a ser revertida em favor grupo Indígena Avá-Canoeiro. “O caráter alimentar que se depreende de tal verba, nos termos em que foi decidido por este juízo, torna inadmissível qualquer atraso no pagamento da referida quantia”, concluiu o Magistrado.