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Já Florianópolis marcou 6,4ºC. Geada rendeu até ‘boneco’ em São Joaquim.

Geada cobri carro em São Joaquim (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)Geada cobri carro em São Joaquim (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)

Geada cobri carro em São Joaquim (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)

A semana começa com tempo firme em boa parte de Santa Catarina. O centro da massa de ar frio está se afastando para o mar, mas mesmo assim a segunda-feira (3) começou com frio abaixo dos 10°C em todas as regiões do estado.

A menor temperatura foi registrada em Rio Rufino, com -1,9°C. Criciúma fez 4,6ºC e Florianópolis, 6,4ºC. Já Chapecó amanheceu com 7ºC e Blumenau com 9,4ºC.

Fotógrafo batizou obra de Fotógrafo batizou obra de

Fotógrafo batizou obra de “Geanildo, o bonequinho das geadas” (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)

“O ar frio também ajuda a manter o sol aparecendo em todas as regiões ao longo do dia, mas como o ar frio está se afastando para o oceano, ele acaba jogando umidade do mar para o continente. Essa condição faz com que as cidades entre a Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte tenham uma segunda-feira de sol, mas com uma maior variação de nuvens que até podem provocar um chuvisco de forma isolada”, diz a técnica em meteorologia Bianca Souza.

As temperaturas da tarde ficam entre 19 e 21°C em boa parte das cidades. Na Serra não deve passar dos 16°C.

Confira a previsão do tempo para Santa Catarina

Confira a previsão do tempo para Santa Catarina

Mínimas

  • -1,9°C Rio Rufino
  • -0,1°C Bom Jardim da Serra)
  • 0,6°C Urupema
  • 1°C São Joaquim
  • 1,6°C Frei Rogério
  • 1,6°C Urubici
  • 2,7°C Ituporanga
  • 3,1°C Rancho Queimado

Geada deixou parte da vegetação branca na Serra de SC (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)Geada deixou parte da vegetação branca na Serra de SC (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)

Geada deixou parte da vegetação branca na Serra de SC (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)

Terça-feira

A terça-feira (4) segue sem muitas mudanças no tempo. Cidades entre Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte terão um dia de muitas nuvens intercalando aberturas de sol, com chance de chuva fraca. Nas demais regiões o sol aparece entre nuvens, com tempo seco.

São Joaquim marcou 1ºC nesta segunda-feira (3) (Foto: Wagner Urbano/Divulgação)São Joaquim marcou 1ºC nesta segunda-feira (3) (Foto: Wagner Urbano/Divulgação)

São Joaquim marcou 1ºC nesta segunda-feira (3) (Foto: Wagner Urbano/Divulgação)

Pinho congelou com as temperaturas baixas na Serra (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)Pinho congelou com as temperaturas baixas na Serra (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)

Pinho congelou com as temperaturas baixas na Serra (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)

Segunda-feira começou com frio intenso em SC (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)Segunda-feira começou com frio intenso em SC (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)

Segunda-feira começou com frio intenso em SC (Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online)

Serra teve registro de geada nesta segunda-feira (Foto: Wagner Urbano/Divulgação)Serra teve registro de geada nesta segunda-feira (Foto: Wagner Urbano/Divulgação)

Serra teve registro de geada nesta segunda-feira (Foto: Wagner Urbano/Divulgação)

http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/semana-comeca-com-temperaturas-baixas-e-tempo-seco-em-sc.ghtml

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Caixa antecipa pagamento do último lote do FGTS inativo

Prevista inicialmente para começar no dia 14, a quinta fase foi antecipada para o próximo sábado, dia 8.

Caixa Econômica Federal decidiu antecipar o pagamento do último lote das contas inativas do FGTS para quem nasceu em dezembro. Prevista inicialmente para começar no dia 14, a quinta fase foi antecipada para o próximo sábado, dia 8. A informação foi antecipada com exclusividade pelo Bom Dia Brasil nesta segunda-feira (3).

Assim, em vez de apenas 18 dias para conseguir sacar o dinheiro, os beneficiários nascidos em dezembro terão 24 dias para fazer os saques. Para quem nasceu em outro período e ainda não fez o saque o prazo limite é 31 de julho.

Se o beneficiário não retirar o dinheiro até o prazo final, o valor voltará para a conta do FGTS e ele só conseguirá sacá-lo se estiver enquadrado nas hipóteses que permitem o saque do FGTS, como trabalhadores ou dependentes portadores do vírus HIV; pessoas em tratamento contra o câncer; doentes em estágio terminal em razão de doença grave, ou se ficar pelo menos 3 anos sem receber depósito de empregadores no Fundo de Garantia.

Tem direito a fazer os saques das contas inativas o trabalhador que pediu demissão ou foi demitido por justa causa até 31 de dezembro de 2015. O trabalhador não pode sacar o FGTS de uma conta ativa, ou seja, que ainda receba depósitos pelo empregador atual.

Para atender aos trabalhadores que querem fazer o saque das contas inativas, 2.015 agências da Caixa abrirão no sábado (8), entre 9h e 15h – clique aqui para ver a lista de agências.

Calendário das contas inativas do FGTS (Foto: Editoria de Arte/G1)Calendário das contas inativas do FGTS (Foto: Editoria de Arte/G1)

Calendário das contas inativas do FGTS (Foto: Editoria de Arte/G1)

Canais de pagamento e documentação

Segundo a Caixa, valores nas contas inativas de até R$ 1.500 podem ser sacados no autoatendimento, somente com a senha do Cidadão. Para valores até R$ 3.000, o saque pode ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha no autoatendimento, lotéricas e correspondentes Caixa. Acima de R$ 3.000, os saques devem ser feitos nas agências.

Para facilidade no atendimento, os trabalhadores devem sempre ter em mãos o documento de identificação e Carteira de Trabalho, ou outro documento que comprove a rescisão de seu contrato. Para valores acima R$ 10 mil, é obrigatória a apresentação de tais documentos.

Canais de atendimento

Caixa criou o site exclusivo para as contas inativas (www.caixa.gov.br/contasinativas), na qual o trabalhador pode visualizar o saldo, a data do saque e os canais disponíveis para realização do pagamento.

Outra opção de atendimento é o Serviço de Atendimento ao Cliente pelo 0800 726 2017, em que é possível saber se a conta vinculada está apta para recebimento do valor disponível para saque, além de informações sobre os canais de pagamento.

Para realizar a consulta do saldo no 0800 ou no site, o trabalhador deve informar seu número de CPF ou PIS/PASEP (NIS) – veja como localizar o número do seu PIS ou NIS pela internet.

Já foram realizados mais de 48 milhões de atendimentos pelo 0800 e cerca de 2 milhões de atendimentos realizados por operadores no telesserviço, segundo a Caixa.

Balanço

A Caixa Econômica Federal pagou, até o dia 21 de junho, cerca de R$ 37 bilhões para trabalhadores nascidos entre janeiro e novembro. O número de trabalhadores que já sacaram os recursos superou 22,1 milhões e representa 79,7% das 27,7 milhões de pessoas nascidas no período de janeiro a novembro.

O valor pago representa 84,8% do total de recursos (R$ 43,6 bilhões) disponíveis. O número de trabalhadores que sacaram até o último balanço equivale a 72% do total de 30,2 milhões beneficiados pelo saque das contas inativas do FGTS.

http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/caixa-antecipa-pagamento-do-ultimo-lote-do-fgts-inativo.ghtml

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‘O crack era meu grande amor’, diz filha de médico que manteve vício por 30 anos

Andréia Mello Fernandes perdeu a guarda dos filhos, emagreceu e até se prostituiu por causa do vício. Em 2010, passou por uma desintoxicação e hoje ela se diz livre das drogas.

Após anos de consumo de crack, Andréia Mello Fernandes vive em casa simples com filhos e o marido

Após anos de consumo de crack, Andréia Mello Fernandes vive em casa simples com filhos e o marido

O crack a afastou dos filhos, fez perder peso e até a se prostituir. Para manter o vício, Andréia Mello Fernandes conta que agia sem limites. Vendeu uma casa por míseros R$ 200, traficou drogas, derrubou três árvores de uma propriedade invadida e chegou a retirar, no meio da noite, uma camiseta de um time de futebol do corpo do filho. Tudo para conseguir dinheiro e comprar mais pedras.

“A pedra era meu grande amor, era tudo para mim. Eu não queria mais nada. Eu só queria fumar, fumar e fumar. Não importasse o que eu tivesse que fazer para conseguir a pedra. Não tinha limite”.

Hoje, com 49 anos, ela se diz “limpa”, livre das drogas. Em 2010, passou por uma desintoxicação de 45 dias em um hospital psiquiátrico e, logo depois, foi para uma comunidade terapêutica em Porto Alegre. Só deixou o lugar em maio de 2011, após nove meses.

De lá para cá, já teve três recaídas. A primeira ocorreu três meses após a saída da comunidade terapêutica, e a última, há um ano e meio.

“As recaídas fazem parte da doença”, entende. “Só que a recaída é tão diferente de quando a gente estava no uso, eu não consegui fazer as mesmas coisas naquela época, entendeu? É como se não fosse eu. Como se fosse a primeira vez que eu estivesse usando drogas.”

Filha de um médico e criada em família de classe média alta, Andréia vive hoje numa casa simples com o marido e os filhos. Sentada no sofá da residência, ela descreve o que sentia ao consumir o crack.

“A gente acha que não tem limite. Tudo que tu pensa no momento em que está usando a pedra tu quer fazer. É uma euforia. Eu penso: ‘eu consigo ir daqui até o Centro caminhando e eu vou!’ Não importa se vai te cansar. E tu perde a vergonha.”

“Eu já cheguei a ficar 15 dias sem dormir. Eu via até espíritos na rua. Foi horrível! A minha filha de 16 anos me perguntou se eu já tinha ido no inferno. Eu fui no inferno e voltei.”

Filhos

Andréia usava até os filhos para conseguir dinheiro e comprar drogas. “Eu saía no inverno, na chuva, no frio e pegava um deles, o André Luís principalmente, que tem 8 anos, e saía pedindo nas portas, pedindo para uma medicação, passagem de ônibus”. Outras pessoas davam dinheiro por “pena” dela e das crianças, que todo gasto com drogas.

Mesmo afundada no vício, Andréia diz que temia perder a guarda dos seis dos sete filhos – o mais novo nasceu após o tratamento. “Eu vivia me escondendo, me escondia da polícia, passava a Kombi do Conselho Tutelar e eu me escondia, porque eu tinha medo de perder meus filhos, porque eles estavam sempre comigo.”

Família voltou a conviver após processo de desintoxição de Andréia (Foto: Joyce Heurich/G1 RS)Família voltou a conviver após processo de desintoxição de Andréia (Foto: Joyce Heurich/G1 RS)

Família voltou a conviver após processo de desintoxição de Andréia (Foto: Joyce Heurich/G1 RS)

Durante um período, a família viveu em imóveis abandonados. Primeiro numa casa na beira da praia de Ipanema, na Zona Sul de Porto Alegre. Anos depois, eles foram para um sítio na Zona Sul, também invadido por eles. Foi ali que Andréia perdeu a guarda das crianças.

No local, o consumo de drogas e as brigas eram cada vez mais frequentes. E o próprio marido fez uma denúncia.

Em um dia, quatro crianças foram retiradas da residência pelo Conselho Tutelar. Passados quatro dias, outros dois também foram levados. As crianças ficaram sob a guarda do pai de Andréia e, em seguida, permaneceram em um abrigo. E só voltaram a conviver com a mãe após a desintoxicação, três anos depois.

Antes do crack, drogas inalantes, maconha e cocaína

Andréia teve o primeiro contato com drogas de forma precoce, na adolescência. Na época, vivia dividida entre a casas do pai e da mãe, separados. Dois mundos, diferenciados por ela por uma única palavra: liberdade.

“Fui criada em família de classe média alta. Na época que eu era adolescente, queria ter liberdade. Sempre fui uma pessoa muito presa pela mãe, e aí eu conheci as drogas com 13 anos”, explica. “Quando eu ia para meu pai, tinha muita liberdade. Tinha muitos ‘amigos’, e aí a gente usava.”

O consumo começou com benzina, um líquido inalante. “Não achei que aquilo ia nos fazer mal. Na verdade, era uma porta de entrada, era um ilícito, um desenrolar para uma dependência química”, diz. Depois partiu para o loló, experimentou lança-perfume e maconha. Aos 18 anos, decidiu parar, retomando aos 21 anos, com cocaína.

Andréia consumiu drogas por quase 30 anos (Foto: Joyce Heurich/G1)Andréia consumiu drogas por quase 30 anos (Foto: Joyce Heurich/G1)

Andréia consumiu drogas por quase 30 anos (Foto: Joyce Heurich/G1)

Sem saída, Andréia pediu ajuda para o pai e foi morar em Viamão. Mas, na cidade, se aproximou das drogas como nunca antes, passando a traficar com o namorado Francisco Vargas Fernandes, no Beco do Adelar, em Porto Alegre. Por três anos, negociou drogas e acabou conhecendo o crack.

Com o dinheiro da venda, Andréia ergueu uma casa. “Fizemos com muita dificuldade. Eram dois quartos, sala, cozinha e banheiro.” Mas o esforço de construir a moradia em pouco tempo se desfez pelo crack. “Eu acabei num estágio da adicção que eu vendi toda minha casa, até os fios de dentro de casa.”

A residência foi negociada por R$ 200. “Uns cento e pouco gastei com pó”, lembra. O restante, segundo ela, serviu para comprar passagens para Águas Claras, em Viamão, onde o pai dela tinha um sítio.

Dois dias depois, eles foram expulsos do local pelo pai dela e voltaram para o Beco do Adelar.

“A gente foi morar em maloca, passava necessidade, passava fome. Eu não tinha nada, nada, nada. A gente morava em uma peça de mais ou menos uns dois metros, dois por dois, onde toda minha família dormia, só uma cama de solteiro e dois colchões, eu não tinha cozinha. Eu não tinha fogão, geladeira, nada, cozinhava em cima de tijolos, fazia comida em lata de ervilha, lata de milho. E aí a gente foi cada vez mais decaindo, mais, mais e mais.”

Árvores em troca de drogas

Dali, eles seguiram para uma casa abandonada na beira da praia de Ipanema, na Zona Sul de Porto Alegre, onde ficaram três meses. Depois, invadiram o sítio, na mesma região.

“Era um lugar enorme, com três casas.” Para manter o consumo de drogas, Andréia e o marido passaram a vender objetos e até a desmanchar as residências. Como última alternativa, o casal vendeu três árvores da propriedade, que tinha dois hectares.

“O uso de drogas era tão intenso que nós já não tínhamos o que vender. Tinha uma piscina enorme dentro do sítio, e a gente só não vendeu a piscina porque não tinha como arrancar. Hoje, eu me questiono: até que ponto chega essa doença, até que ponto chega esse crack de a pessoa vender uma árvore?”

Quando os filhos foram levados do sítio pelo Conselho Tutelar, Andréia e o marido deixaram o local e se mudaram para o Jardim Urubatã, no bairro Hípica, na capital.

“Aí começaram episódios de roubo e prostituição, cada vez piores, cada vez mais brigas, mais problemas. Eu já tinha perdido as esperanças, o meu foco, a minha esperança era a pedra. Não tinha esperança em nada. Eu sempre digo que eu não vivi, eu sobrevivi só pela misericórdia de Deus.”

A situação durou cinco anos e se arrastou até 2010. Andréia se afastou da família, dos amigos e emagreceu ainda mais, chegando a pesar 49 kg.

“Muitas vezes na noite eu sentia fome. Quando não tinha droga, ou não tinha onde arranjar, eu pegava comida do lixo. Cheguei a comer pão com fezes, porque não conseguia diferenciar, depois de dias sem dormir.”

Ajuda

Um dia, após uma noite de consumo, uma vizinha ofereceu ajuda para Andréia sair da dependência. De sua casa, foi para uma comunidade terapêutica em São Leopoldo, na Região Metropolitana. Ficou três dias e voltou para as ruas. Novamente, a vizinha a ajudou e a levou para outro espaço no bairro Chapéu do Sol, na Zona Sul de Porto Alegre, onde Andréia ficou três dias.

Dali, foi para uma comunidade em Gravataí, onde ficou uma semana. “Não aguentei de novo e saí.” Andréia estava novamente nas ruas, mas após alguns dias, foi a vez dela pedir ajuda para ser internada num hospital psiquiátrico.

“O tratamento da dependência química, a recuperação, é para quem quer. Quem chegou já num ponto da drogadição a maioria das vezes pede ajuda, ninguém aguenta muito tempo. E felizmente esse tempo vai chegar.”

No hospital psiquiátrico, Andréia ganhou peso e passou a recuperar a autoestima. “Aprendi a me lavar, tomar banho de novo, escovar os dentes, fazer as unhas, a roupa limpa, a alimentação”, conta. “Me sentia feliz, me sentia bem sem o uso, eu sentia que algo estava mudando aqui e que eu estava tendo uma chance de começar de novo.”

Em seguida, foi para uma clínica em Porto Alegre, onde ficou a maior parte do tempo isolada. Durante os mais de nove meses, Andréia revela que uma das preocupações era para onde ir.

“Eu tinha a sensação que eu não tinha para onde ir. Muitas vezes de noite, quando a gente tinha reunião de espiritualidade, eu ficava me perguntando, para onde eu vou quando eu sair daqui?”

No oitavo mês de internação, Andréia começou a reinserção social com a família. E, com a ajuda da prefeitura, conseguiu alugar uma casa no Belém Novo. O local era próximo do abrigo onde estavam os filhos, que voltaram a conviver com ela.

Hoje, a casa de Andréia abriga seis dos sete filhos, além do marido dela. A residência tem dois quartos, sala e cozinha. Apesar da simplicidade, Andréia não esconde a felicidade de ter dado a volta por cima.

“Eu agradeço todos os dias, por ter uma cama, um prato de comida para comer. Hoje em dia é tão bom poder saber que tem um lugar pra voltar.”

Pedidos de internação

A história de Andréia com o crack é apenas uma entre tantas. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), mais de 12 mil pessoas foram internadas por dependência química no estado em 2016. Em 2015, eram 14.830, o que representa uma redução de 14% de um ano para o outro.

Conforme o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), em dois anos foram mais de 6,2 mil pedidos de internações compulsórias para casos psiquiátricos no estado. A maior parte, segundo o tribunal, são para dependentes químicos. Em 2016, foram mais de 3,2 mil pedidos, e em 2015, outras 3.040 solicitações – um aumento de 5% de um ano para outro.

Porto Alegre libera a lista. Em dois anos, foram 1,2 mil pedidos de internação. Já Caxias do Sul, na Serra gaúcha, foram mais 500 solicitações, enquanto em Passo Fundo foram 339 pedidos.

O juiz-corregedor Vanderlei Deolindo observou que não há “meio técnico” no sistema do tribunal para saber se os pedidos foram deferidos. “Quase totalidade das decisões é no sentido de determinar as reavaliações médicas e, consequente, as internações hospitalares ou tratamentos ambulatoriais.”

(*) Produção de Joyce Heurich

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/o-crack-era-meu-grande-amor-diz-filha-de-medico-que-manteve-vicio-por-30-anos.ghtml

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Polícia diz que há indícios de que tiro que atingiu bebê na barriga da mãe no RJ saiu de traficantes

Arthur ficou paraplégico e está com coágulo na cabeça. Mãe da criança estava grávida de 39 semanas e ia ao mercado quando foi baleada.

A Polícia Civil está investigando o caso do bebê que foi atingido por uma bala perdida dentro da barriga da mãe e diz que já tem indícios de que o tiro que atingiu a criança saiu da arma dos traficantes.

“Todos os indícios que nós temos até agora indicam que esse tiro partiu dos traficantes. Serão ouvidos os familiares, a própria vítima, para que ela nos informe o que que ela viu, se ela chegou a ver alguma coisa, e os policiais militares serão reinquiridos sobre a possibilidade de identificação dos autores dos disparos da arma de fogo”, disse a delegada da 59ª DP, Raíssa Celles.

Dois policiais militares do batalhão de Duque de Caxias foram ouvidos. Em depoimento, eles disseram que estavam saindo da Favela do Lixão quando foram atacados, e que não revidaram.

O estado de saúde de Arthur continua gravíssimo. Os médicos constataram que o tiro que atingiu o bebê o deixou paraplégico. Claudinéia dos Santos Melo estava grávida de nove meses quando foi atingida por uma bala perdida na sexta-feira (30), no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A criança nasceu após uma cesariana de emergência.

O disparo, que deixou o bebê paraplégico, também arrancou um pedaço da orelha dele e deixou um coágulo na cabeça. A principal preocupação dos médicos, agora, é com a possibilidade de infecções e hemorragias.

Bebê foi atingido por bala perdida antes de nascer na Baixada Fluminense (Foto:  Reprodução/TV Globo)Bebê foi atingido por bala perdida antes de nascer na Baixada Fluminense (Foto:  Reprodução/TV Globo)

Bebê foi atingido por bala perdida antes de nascer na Baixada Fluminense (Foto: Reprodução/TV Globo)

Claudinéia estava grávida de 39 semanas e ia ao mercado quando foi atingida na pelve na Favela do Lixão, no Centro de Duque Caxias. Ela foi socorrida para o Hospital Municipal Moacyr do Carmo. Os médicos fizeram uma cesariana de emergência e, durante a cirurgia, descobriram que o bebê também estava ferido.

O tiro atravessou o quadril da mãe e atingiu a criança – perfurou os pulmões e provocou uma lesão na coluna. O bebê passou por duas cirurgias e, depois, foi transferido para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes.

O pai do bebê passou o fim de semana entre os dois hospitais. “Observei, alisei. Pude mexer um pouquinho com ele”, disse o pai da criança.

A Polícia pede para quem tiver informações sobre os suspeitos mandar mensagem para o telefone (21) 99817-0306.

‘Milagre de Deus’

Segundo o secretário municipal de Saúde, o ginecologista José Carlos Oliveira, o neném estar vivo é um “milagre”.

“O Arthur já é um milagre de Deus. Eu estou percebendo que vai acontecer um outro milagre com esse neném. Um neném que está dentro da barriga, tomou um tiro que passou no pulmão, na medula, e esse neném não morreu, já aconteceu um milagre”, afirmou ao G1 José Carlos Oliveira, neste domingo (2).

Imagem de exame mostra lesões no organismo de bebê atingido por bala perdida na barriga da mãe (Foto: Reprodução/TV Globo)Imagem de exame mostra lesões no organismo de bebê atingido por bala perdida na barriga da mãe (Foto: Reprodução/TV Globo)

Imagem de exame mostra lesões no organismo de bebê atingido por bala perdida na barriga da mãe (Foto: Reprodução/TV Globo)

No sábado (1º) à noite, um grupo ateou fogo no contêiner que serve de base para a Polícia Militar, na comunidade do Lixão. Nas redes sociais, circulam gravações de policiais narrando o que estava acontecendo.

“Cheio de pivete aqui fechando a presidente Kennedy aqui na altura do posto Eurogás. Aí, gente, muito, muito, muitos bandidos”, diz um dos áudios.

“Elementos de fuzil aqui próximo ao conjunto aqui de prédios do PAC”, diz outro áudio.

Depois, o grupo queimou um ônibus e fechou a Linha Vermelha. A Polícia foi até o local e liberou o trânsito por volta das 20h30. Alguns motoristas pegaram esse desvio e usaram a contramão para fugir do local.

Bala perdida atinge mulher grávida e o bebê dentro da barriga  (Foto: Rede Globo)Bala perdida atinge mulher grávida e o bebê dentro da barriga  (Foto: Rede Globo)

Bala perdida atinge mulher grávida e o bebê dentro da barriga (Foto: Rede Globo)

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/policia-diz-que-ha-indicios-de-que-tiro-que-atingiu-bebe-na-barriga-da-mae-no-rj-saiu-de-traficantes.ghtml

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Veículo estava no pátio da prefeitura de Augustinópolis, no extremo norte do Tocantins. Polícia Militar suspeita que incêndio tenha sido criminoso.

Ônibus escolar ficou destruído pelo incêndio (Foto: Reprodução/Paulo Palmares)Ônibus escolar ficou destruído pelo incêndio (Foto: Reprodução/Paulo Palmares)

Ônibus escolar ficou destruído pelo incêndio (Foto: Reprodução/Paulo Palmares)

Um ônibus escolar ficou destruído após ter sido incendiado no pátio da prefeitura de Augustinópolis, no extremo norte do Tocantins. A Polícia Militar (PM) suspeita que o incêndio tenha sido criminoso. O caso aconteceu por volta da meia noite deste sábado (1º). Ninguém ficou ferido.

De acordo com as informações dos policiais, um jovem de 19 anos e um adolescente de 17 são suspeitos do crime. Eles estavam próximo do veículo quando a polícia chegou ao local. Os dois foram levados para delegacia e o caso vai ser investigado pela Polícia Civil.

G1 tentou contato com a Prefeitura da cidade, mas as ligações não foram atendidas.

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PM prende homem e mulher suspeitos de latrocínio que tentaram se passar por vítimas

A prisão foi realizada em Gurupi, no sul do Tocantins. Eles foram presos em flagrante.

A Polícia Militar prendeu um homem e uma mulher suspeitos de latrocínio, que é roubo seguido de morte. A prisão foi realizada nesta sexta-feira (30), em Gurupi, no sul do Tocantins. Os dois teriam tentado se passar por vítimas.

De acordo com a PM, a mulher que teria praticado o crime é sobrinha do esposo da vítima, mas no momento do delito ele estava fora do município.

Conforme a PM, por volta das 5h20, os policiais foram acionados para verificar um roubo em casa. Ao chegar no local, a equipe foi recebida pelos supostos suspeitos. Eles informaram que estavam na casa da vítima, quando foram surpreendidos por três homens encapuzados, que teriam entrado pelo telhado e anunciado o roubo.

Ainda de acordo com os suspeitos, todos foram amarrados e a vítima, uma mulher de 43 anos, foi agredida até morrer. O carro dela foi retirado da garagem e abandonado, mas os policiais militares conseguiram recuperar.

A perícia esteve no local e verificou que as informações transmitidas pelos suspeitos, não estavam de acordo com as cenas do crime. Eles, que estavam passando uns dias na casa da vítima, foram presos em flagrante e em seguida levados para a Delegacia de Polícia Civil.

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Confira a programação das praias do sul do Tocantins

Shows e torneio de futebol de areia fazem parte da programação. Praia da Tartaruga, em Peixe, vai receber a dupla sertaneja Zé Ricardo e Thiago.

Confira as opções de praias e programação de shows no sul do Tocantins

Confira as opções de praias e programação de shows no sul do Tocantins

Com a chegada das férias e da temporada de praia no Tocantins, os frequantadores e turistas procuram bons lugares para se divertir. No sul do estado, as praias nos municípios de Peixe e Formoso do Araguaia são uma das principais atrações e contam com programações especiais para público de todas as idades. (Veja o vídeo)

Neste sábado (1), em Peixe, a praia da Tartaruga, que fica no rio Tocantins, vai receber a dupla sertaneja Zé Ricardo e Thiago e banda Quebraê. No domingo (2) o show será com a banda local, Amigos do Samba.

Na praia Recanto da Ilha, que fica no rio Javaé, tem show de Vitor Poles neste sábado e no domingo será realizado um torneio de futebol de areia.

Praia de Formoso do Araguaia terá torneio de futebol de areia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Praia de Formoso do Araguaia terá torneio de futebol de areia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Praia de Formoso do Araguaia terá torneio de futebol de areia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Praia da Tartaruga, em Peixe, atrai turistas de todo o estado (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Praia da Tartaruga, em Peixe, atrai turistas de todo o estado (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Praia da Tartaruga, em Peixe, atrai turistas de todo o estado (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

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Polícia encontra 250 kg de maconha escondidos em colchões na BR-153

Motorista fugiu do local após o flagrante. Operação Férias reforça o policiamento na rodovia durante o mês de julho.

PRF encontrou quase 250 kg de maconha em colchões (Foto: PRF/divulgação)PRF encontrou quase 250 kg de maconha em colchões (Foto: PRF/divulgação)

PRF encontrou quase 250 kg de maconha em colchões (Foto: PRF/divulgação)

A Polícia Rodoviária Federal encontrou 250 quilos de maconha escondidos dentro de dois colchões para camas box na BR-153. O flagrante foi no km 660 da estrada, em Gurupi, na região sul do Tocantins. Os colchões estavam na carroceria de uma pick-up que foi parada pelos policiais durante uma fiscalização de rotina. O policiamento nas rodoviais federais esta reforçado durante o mês de julho. O motorista, de 27 anos, conseguiu fugir do local.

As drogas foram levadas para a central de flagrantes de Gurupi e devem passar por perícia para identificar o origem. A polícia fez buscas pelo condutor do carro no matagal próximo ao local da britz, mas não conseguiu localizar o suspeito. O policiamento deve seguir refrçado até o final de julho, quando terminar a temporada de praias.

Drogas estavam em colchões em uma pick up (Foto: PRF/Divulgação)Drogas estavam em colchões em uma pick up (Foto: PRF/Divulgação)

Drogas estavam em colchões em uma pick up (Foto: PRF/Divulgação)

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Trabalho foi feito para a disciplina de espanhol de um curso de administração. Professora acredita que pop latino possa ser uma boa opção para quem quer aprender o idioma.

Estudantes reproduzem clipe de hit 'Bailando' e vídeo faz sucesso nas redes sociais

Estudantes reproduzem clipe de hit ‘Bailando’ e vídeo faz sucesso nas redes sociais

Estudantes do curso técnico de administração integrado ao ensino médio do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), em Palmas, reproduziram o clipe do hit “Bailando”, sucesso na voz dos cantores Enrique Iglesias e Descember Bueno e da banda Gente de Zona. A produção original, lançada em 2014, é um fenômeno na internet com mais de 2 bilhões de visualizações. O vídeo inspirado na música também está fazendo sucesso nas redes sociais e foi gravado no centro geodésico do país, a Praça dos Girassóis. 

O vídeo é resultado de um trabalho da disciplina de espanhol, ministrada pela professora Nayana Pereira Sousa, de 29 anos.

“Eu e as turmas do 2° ano realizamos um trabalho cultural com o objetivo de conhecer alguns dos 21 países que adotam a língua espanhola como idioma oficial. No Musical Español, a proposta foi trabalhar as produções musicais que também fazem sucesso em nosso país. Durante o bimestre, duas músicas foram selecionadas para desenvolver os estudos de verbos com tempos básicos para uma conversação simples e prática.”

Segundo a professora, a música é um instrumento que permite complementar o ensino da língua de maneira envolvente. “Com a música trabalhamos as quatro habilidades: ouvir, falar, ler e escrever. Sempre que é possível, insiro-a em algum dos conteúdos. Trabalhos como esse permitem que os alunos vivenciem o idioma.”

Nos últimos anos hits em língua espanhola podem ser ouvidos com mais facilidade no Brasil, através de sucessos da música pop. De acordo com a professora, essas músicas podem ser um canal para o fazer os alunos interagirem durante o ensino do idioma.

“Dificilmente encontramos alguém que não goste de música. Sem dúvida esse ritmo pop latino conquistou o mundo. Os alunos gostam. Tenho o cuidado de ouvir e compreender a temática porque tem letras que não dão para trabalhar em sala. Essa análise do contexto deve ser feita rigorosamente. Às vezes o hit do momento tem uma letra de forte impacto ou influenciadora. Então, é uma boa opção para interagir com os alunos e com quem quer aprender. É um ritmo alegre e dá para praticar a audição e a pronúncia.”

A estudante Isadora Passos Pimenta Caetano, 16 anos, uma das meninas que aparecem no vídeo, concorda com a professora. “Para fazer a coreografia da música a gente precisava saber a letra, a tradução, tudo. Então, durante todo o processo a gente aprendeu palavras novas. As aulas de espanhol têm sido mais fáceis”, afirma.

Mais de 30 alunos participaram do trabalho que levou cerca de um mês para ser concluído. “A maioria da sala é de meninas. Só elas dançam [no vídeo] porque não ia ter par para todas. Então os meninos ficaram na organização, gravação, etc”, explica a estudante.

Mais do que sucesso na internet, o objetivo foi atingido na disciplina. “Todos atuaram de forma criativa e obtiveram resultados de elevada qualidade. Sem dúvidas, ideias boníssimas foram contempladas e levadas a efeito. Fiquei surpresa com tanta dedicação e qualidade”, diz a professora.

Estudantes reproduzem clipe de hit 'Bailando' e vídeo faz sucesso nas redes sociais (Foto: Reprodução)Estudantes reproduzem clipe de hit 'Bailando' e vídeo faz sucesso nas redes sociais (Foto: Reprodução)

Estudantes reproduzem clipe de hit ‘Bailando’ e vídeo faz sucesso nas redes sociais (Foto: Reprodução)

http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/estudantes-reproduzem-clipe-de-hit-bailando-e-video-faz-sucesso-nas-redes-sociais.ghtml

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SLIDE TOCANTINS

Equipe da TV Anhanguera flagrou os postos fechados no primeiro dia da temporada de praias. PM disse ainda que faz patrulhamentos nas estradas.

Postos policias estão fechados em TOs durante temporada de férias

Postos policias estão fechados em TOs durante temporada de férias

A Polícia Rodoviária Estadual confirmou que os postos de fiscalização das rodovias estaduais do Tocantins estão funcionando em esquema de ‘revezamento’. A informação foi divulgada após uma equipe da TV Anhanguera encontrar postos fechados em algumas das rodovias mais movimentadas da região norte do estado durante o primeiro fim de semana da temporada de praias no estado.

A TO-222, que liga várias cidades da região norte do Tocantins, era uma das estradas onde não havia fiscalização na tarde deste sábado (2). A situação foi registrada nas saídas de Araguaína para Araguanã e Babaçulândia. Alguns dos balneários e praias de água doce mais movimentados do estado ficam em cidades por onde a rodovia passa. Não havia nenhum policial nos locais.

A Polícia Militar, que controla a PRE, disse também que além dos revezamentos está fazendo patrulhamentos nas rodovias durante a temporada de praias. O período termina no final do mês de julho, quando as férias escolares também chegam ao fim. A Polícia Rodoviária Federal informou que intensificou a fiscalização das rodovias federais do estado.

Postos da Polícia Rodoviária Estadual estão funcionando em esquema de revezamento (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)Postos da Polícia Rodoviária Estadual estão funcionando em esquema de revezamento (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

Postos da Polícia Rodoviária Estadual estão funcionando em esquema de revezamento (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)