Categorias
MUNDO

Mais de 8.000 migrantes são resgatados no Mediterrâneo em 48 horas

Os resgates tiveram a participação de navios da Guarda Costeira, da Marinha militar da agência europeia de fronteiras e de várias ONGs.

Mais de 8.000 migrantes foram resgatados nas últimas 48 horas no Mediterrâneo, perto da costa da Líbia, quase 5.000 delas apenas na segunda-feira (26), informou um porta-voz da Guarda Costeira italiana.

“Na segunda-feira, socorremos quase 5.000 pessoas que estavam em quatro embarcações grandes, uma pequena e em 18 botes”, disse o porta-voz da Guarda Costeira.

Os resgates tiveram a participação de vários navios da Guarda Costeira, da Marinha militar do dispositivo europeu Frontex, a agência europeia de fronteiras, assim como de várias ONGs.

De acordo com o ministério do Interior italiano, no decorrer do ano mais de 73.300 migrantes chegaram ao país, um aumento de 14% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A Agência da ONU para os Refugiados (Acnur) calcula em 2.005 o número de pessoas que morreram ou desapareceram em tentativas de atravessar o Mediterrâneo em 2017.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/mais-de-8000-migrantes-sao-resgatados-no-mediterraneo-em-48-horas.ghtml

Categorias
MUNDO

‘Só me falta um bigode’: a espanhola que diz ser filha de Dalí e conseguiu exumação de corpo do pintor

Espanhola diz que expoente do surrealismo teria tido um caso com sua mãe nos anos 1950.

Um juiz de Madri ordenou que o corpo do pintor surrealista espanhol Salvador Dalí seja exumado para um teste de paternidade.

Uma mulher espanhola, nascida em 1956, diz que sua mãe, uma empregada doméstica, teve um caso com o pintor em 1955.

Dalí morreu na Espanha em 1989, aos 85 anos. O juiz afirmou que não havia mais resíduos biológicos ou objetos pessoais do artista que pudessem ser usados em um teste.

A Fundação Dalí, que administra o patrimônio do artista, diz que vai apelar da decisão.

O pintor foi enterrado num teatro e museu que ele mesmo projetou, em sua cidade natal, Figueres, na região da Catalunha.

‘Falta um bigode’

Maria Pilar Abel Martínez, que nasceu em Girona e ganha a vida lendo tarô, entrou com a alegação de paternidade pela primeira vez em 2015.

Ela diz que sua mãe, Antonia, trabalhou para uma família que passava temporadas em Cadaqués, próximo ao local onde o pintor tinha uma casa.

Antonia deixou o emprego em 1955, mudou-se para uma cidade diferente e casou-se com outro homem.

No entanto, Martínez diz que sua mãe afirmou diversas vezes que Salvador Dalí era seu pai, muitas vezes na frente de outras pessoas.

Ela também ressalta o que diz ser sua semelhança física com o artista. “Só me falta um bigode”, disse ao jornal espanhol El Mundo.

Na época do suposto envolvimento com Antonia, Dalí era casado com sua musa Elena Ivanovna Diakonova, conhecida como Gala. O casal não teve filhos.

A decisão judicial também menciona que Martínez chegou a fazer dois testes de paternidade em 2007, mas que nunca recebeu os resultados.

Ela entrou com uma ação contra o Estado espanhol, para o qual Dalí deixou seu patrimônio.

Se for confirmado o parentesco, ela poderia usar o sobrenome do pintor e ter direito a parte do que ele deixou – mas a imprensa espanhola diz que ela precisaria de outra ação legal para consegui-lo.

O advogado de Martínez afirmou que ainda não há data para a exumação do corpo de Dalí, mas que ela pode acontecer a partir do mês de julho.

Mas, em um comunicado, a Fundação Dalí afirmou que vai apelar da decisão “nos próximos dias”.

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/so-me-falta-um-bigode-a-espanhola-que-diz-ser-filha-de-dali-e-conseguiu-exumacao-de-corpo-do-pintor.ghtml

Categorias
MUNDO

Coreia do Norte compara Donald Trump a Hitler

Em um editorial da agência estatal KCNA, o slogan ‘America First’ (América em Primeiro Lugar) de Trump é visto como uma forma de ‘nazismo do século XXI’.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em imagem de arquivo (Foto: AP Photo/Evan Vucci)Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em imagem de arquivo (Foto: AP Photo/Evan Vucci)

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em imagem de arquivo (Foto: AP Photo/Evan Vucci)

A Coreia do Norte comparou o presidente americano, Donald Trump, ao líder nazista Adolf Hitler, em um editorial da agência estatal KCNA.

A política do presidente americano é uma forma de “nazismo do século XXI”, afirma o editorial de KCNA ao criticar o slogan “America First” (América em Primeiro Lugar) de Trump.

“O princípio América em primeiro lugar defende a dominação mundial por meios militares, como foi o caso com o conceito de ocupação mundial de Hitler”, escreveu a agência norte-coreana.

Trump segue “a política ditatorial de Hitler” para dividir os outros em duas categorias, “amigos e inimigos”, para justificar a “supressão” dos últimos, completa.

A Coreia do Norte tem o hábito de ofender os seus inimigos. Na semana passada, Pyongyang chamou Trump de “psicopata” em um contexto de tensão pela morte do estudante americano Otto Warmbier, repatriado em estado de coma aos Estados Unidos depois de passar alguns anos detido em uma prisão norte-coreana.

Em 2014, a agência KCNA chamou o então presidente americano Barack Obama de “bastardo de sangue mestiço” com “aparência de macaco”.

Antes, a Coreia do Norte comparou a ex-presidente sul-coreana Park Geun-Hye com uma “prostituta”.

Categorias
ESPORTE

Emocionado, Galvão homenageia Serginho: “É um herói brasileiro”

Para narrador, ídolo do vôlei bicampeão olímpico com quatro finais não é só esportista vitorioso: “É o exemplo que a gente imagina que um esportista seja para os jovens”

Por SporTV.comRio de Janeiro

A presença no “Bem, Amigos!” do líbero Serginho para falar do sonho de encerrar a carreira no Corinthians/Guarulhos, de suas conquistas e até sobre o futuro do vôlei brasileiro, acabou emocionando Galvão Bueno. O narrador elogiou não só a trajetória vitoriosa do atleta nas quadras – foram duas medalhas de ouro (2004 e 2016) e duas de prata (2008 e 2012) em quatro finais olímpicas seguidas, um recorde -, mas também sua postura como homem, servindo de exemplo para os jovens e futuras gerações de atletas.

Ele é muito mais que um ídolo, pelo que nós vimos. Pela essência. Pela história, pelo reconhecimento da origem.”

Galvão Bueno, sobre Serginho

– Serginho é um herói brasileiro. Ele é muito mais que um ídolo, pelo que nós vimos. Pela essência. Pela história, pelo reconhecimento da origem. Coisa bonita ele dizer que queria construir uma casa para a mãe mas queria guardar e preservar para sempre a casinha de dois cômodos onde a família inteira morava e onde tudo começou. Gente, isso é exemplo para tanta gente… Ando tão revoltado com tudo o que anda acontecendo… Você é um exemplo, cara. Você não é um esportista que venceu. Você não é um esportista que conquistou medalhas. Você não é um esportista que simplesmente entrou para a história. Você é o exemplo que a gente imagina que um esportista seja para os jovens.

Galvão lembrou ao outro convidado na noite desta segunda, o atacante Lucas, do PSG, a importância de se ter uma postura impecável. Depois, olhou para Serginho, que tinha no pescoço as quatro medalhas olímpicas, e continuou a homenagem.

Serginho com as quatro medalhas olímpicas (Foto: Reprodução SporTV)Com as quatro medalhas olímpicas penduradas ao peito, Serginho ouve elogios de Galvão (Foto: Reprodução SporTV)

– Você sabe disso (apontando para o atacante Lucas)… Você deve ter a noção exata de quantos e quantos meninos que sonham ser o Lucas. Então por isso é importante o comportamento, tudo o que se faz ao lado do caminho que se trilha como um vitorioso do esporte. Você (Serginho) fica tão bem com essas medalhas penduradas, todas elas. Talvez você não tenha a noção exata de quanto você fica bem – disse o narrador.

Você (Serginho) fica tão bem com essas medalhas penduradas, todas elas. Talvez você não tenha a noção exata do quanto você fica bem.”

Galvão Bueno, para Serginho

Também emocionado, Serginho fez questão de lembrar dos amigos que atuaram ao seu lado nas conquistas e homenageou também as gerações anteriores do vôlei brasileiro. Seja a que conquistou o primeiro ouro, em Barcelona (1992), seja a que abriu caminho para todas, a geração de prata de 1984, em Los Angeles.

– Estas medalhas estão aqui no meu peito agora, mas tem muita gente que me ajudou e tem as glórias também. A geração de 2004 (ouro, em Atenas), a geração 2008, 2012 (prata, em Pequim e Londres). E os nossos eternos ídolos da primeira geração, que conquistou o primeiro ouro, em Barcelona. Maurício, Marcelo Negrão. E Montanaro, William, Xandó (a geração de prata, em 1984). Esses caras são referência. Graças a esses caras o voleibol está aonde está hoje.

http://sportv.globo.com/site/programas/bem-amigos/noticia/2017/06/emocionado-galvao-homenageia-serginho-e-um-heroi-brasileiro.html#canal-sportv

Categorias
ESPORTE

Com números, Jair Ventura defende jogadores na derrota: “Foram valentes”

Apesar da decepção com o resultado e de considerar justa a vitória do Avaí, técnico do Botafogo afirma que equipe teve 67% da posse de bola e finalizou 29 vezes ao gol

Por SporTV.comRio de Janeiro

Com a surpreendente vitória do Avaí sobre o Botafogo por 2 a 0, na noite desta segunda, no Estádio Nilton Santos, caiu uma invencibilidade de quatro jogos do Alvinegro e foi embora, por enquanto, o sonho de um salto para o 3º lugar no Brasileirão. Depois da partida, o técnico Jair Ventura participou do “Bem, Amigos” e, apesar de decepcionado com o resultado, fez questão de elogiar o desempenho de sua equipe, que pressionou a partida por um bom tempo e encontrou pela frente um paredão chamado Douglas Friedrich, goleiro que, em sua estreia no campeonato, segurou a pressão com defesas milagrosas no 2º tempo.

Jair fez questão de citar números expressivos na partida para mostrar que a equipe alvinegra foi incansável na luta pelos três pontos. E mostrou profundo respeito pela equipe do Avaí, que com a vitória saiu da lanterna do Brasileirão, passando o Atlético-GO e ocupando agora o 19º lugar.

– Eu sempre falei, me perguntaram se era obrigação a gente vencer a equipe do Avaí. Acho uma falta de respeito com os profissionais que lá estão. São profissionais que trabalham tanto ou igual à gente e que buscam sempre o seu melhor.  Lógico que quando você olha duas equipes na tabela e vê essa diferença, você acha que a equipe de casa tem obrigação. Mas já vencemos muitas equipes jogando fora, isso faz parte do futebol. Agora, é complicado o resultado, é muito ruim, você perde de 2 a 0 dentro de casa. Mas se você olhar o jogo, passar o VT agora, você vai ver 29 finalizações do Botafogo, 67 por cento de posse de bola. Como é que eu posso reclamar dos meus atletas, que foram valentes,.lutaram até o final, finalizaram 29 vezes, mas não conseguiram o resultado?

Jair Ventura Botafogo x Avaí (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)Jai diz que não pode reclamar da derrota porque time finalizou 29 vezes a gol (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

O treinador alvinegro lembrou também a prematura saída de Montillo na partida, com apenas sete minutos, com dores na panturrilha direita. Enfrentando uma série de problemas físicos desde que chegou ao clube, o meia justamente voltava a começar uma partida como titular depois de quase quatro meses parado, desde o início de abril, na época do Campeonato Carioca. E o técnico considerou, pelos números, que fez a opção correta ao lançar o atacante Guilherme.

– Eu tenho uma coisa na minha vida,. na minha carreira, que eu quero. É sempre falar de futebol de uma maneira aberta, verdadeira. Eles (o Avaí) foram efetivos e mereceram a vitória, mas o Botafogo em nenhum momento deixou de lutar a criar oportunidades. Sempre falo nas minhas coletivas que não fico preso a um único sistema. A gente tem diversas maneiras de jogar. Eu perdi o Montillo com cinco minutos de jogo. Assim que eu tomei o gol eu perdi o Montillo. Foi simultâneo. Eu faço o quê? Boto mais um volante ou boto o time numa situação mais para frente? Ali é decisão do treinador. e eu acho que a decisão, apesar de o resultado ter sido ruim, foi acertada. Porque não seria acertada, na minha humilde concepção de futebol, se nós não tivéssemos criado nenhuma oportunidade. Mas uma equipe que cria 29 oportunidade e tem 67% de posse de bola, eu acho que não foi por conta do sistema que a equipe do Botafogo não venceu.

Categorias
ESPORTE

Termômetro olímpico: seleção de handebol mantém hegemonia no continente

1
Mais um título

A seleção brasileira feminina de handebol conquistou o Campeonato Pan-Americano da modalidade pela décima vez. No domingo, o time bateu na final a Argentina, que jogava em casa, por 38 a 20, e garantiu a vaga para o Campeonato Mundial, que será em dezembro.
2
América do Sul verde-amarela

O Brasil terminou o Campeonato Sul-Americano de atletismo na primeira posição no quadro de medalhas, com 17 ouros, 12 pratas e sete bronzes. Os destaques ficaram por conta de Andressa Morais, que quebrou o recorde sul-americano dos lançamento do disco, Darlan Romani, que fez 21m02 no arremesso do peso para se manter entre os melhores do mundo, e Núbia Soares, que venceu a vice-campeã olímpica no salto triplo.
3
Bruno Fratus leva ouro

A seleção brasileira disputou, no fim de semana, o Trofeo Sette Colli de natação, em Roma, na Itália. O destaque ficou por conta de Bruno Fratus, que venceu os 50m livre, e ainda ficou com a prata nos 100m livre. O torneio foi preparatório para o Mundial, que será em julho, na Hungria.
4
Repeteco

Assim como na semana passada, o Brasil levou dois títulos no tênis. Marcelo Melo, ao lado do polonês Lucasz Kubot, foi campeão do ATP de Halle, na Alemanha, enquanto Bruno Soares, com Jamie Murray, levantou o troféu no ATP de Queen´s, em Londres.
5
Medalha em Portugal

Viviane Jungblut conquistou a medalha de prata na etapa de Setúbal, Portugal, da Copa do Mundo de águas abertas, última grande competição antes do Campeonato Mundial, mês que vem, na Hungria. É a primeira medalha da carreira dela neste evento.
6
A medalha ainda não veio…

O Campeonato Mundial de taekwondo está sendo disputado nesta semana, em Maju, na Coreia. Até o momento, o país não levou nenhuma medalha, com o principal resultado conquistado por Adriano Alves, que venceu três lutas, mas fechou em quinto lugar.
7
Quase medalha

Marcus D´Almeida conseguiu um grande resultado na etapa dos EUA da Copa do Mundo. Ele ficou na quarta posição em um evento que contou com diversos medalhistas olímpicos e mais de 100 atletas. Outro brasileiro, Marcelo Costa, também foi bem, terminando em quinto.
8
Altos e baixos

No ano de estreia na classe 49er, Robert Scheidt, que veleja ao lado de Gabriel Borges, segue com resultados razoáveis. Na semana de vela de Kiel, a dupla começou muito bem, chegou a ficar em segundo lugar na classificação no início, mas acabou indo mal nas últimas regatas e despencou na classificação, terminando fora do top 10.
9
Bronze no skate

Carlos Ribeiro levou o bronze na etapa de Monique do Circuito Mundial de street, seu melhor resultado na carreira. Kevin Hoefler terminou em quinto.
10
Ana Sátila em oitavo

Ana Sátila, que esteve nas duas últimas Olimpíadas, foi o destaque brasileiro na etapa da Alemanha da Copa do Mundo, terminando em oitavo lugar na prova do C1. No K1 acabou eliminada na semifinal. Já Pedro Henrique, sexto colocado na Rio 2016, não avançou para a semifinal.No c1 masculino, Felipe Borges foi nono
11
Título no ciclismo

Principal atleta do Brasil no ciclismo Mountain Bike, Raiza Goulão venceu, no fim de semana, o Campeonato Superprestigio de Mountain Bike, disputado em Moralzarzal, na Espanha.
12
Fora da elite

Apesar da boa campanha na etapa do Circuito Mundial de rugby, com duas vitórias, a seleção brasileira feminina da modalidade acabou não conseguindo se assegurar na elite para o ano que vem. Com o resultado na última etapa, 11ª posição, o time não conseguiu passar a Espanha no ranking mundial, e não é mais uma equipe fixa nas principais competições para a próxima temporada.
Categorias
Uncategorized

Lucas critica administração do São Paulo e mostra confiança em Ceni

Jogador do Paris Saint-Germain diz que elenco do Tricolor tem qualidade, não culpa o técnico pela campanha ruim no Brasileirão e acredita na volta por cima ainda em 2017

Por SporTV.comSão Paulo

Revelado pelo São Paulo, Lucas deixou no final de 2012 após a conquista do título da Copa Sul-Americana para defender o Paris Saint-Germain. Mesmo longe, ele não deixa de acompanhar o Tricolor. Em entrevista ao “Bem, Amigos!” desta segunda-feira, o camisa 7 do PSG isentou o técnico Rogério Ceni e os jogadores da culpa pela campanha ruim no Campeonato Brasileiro.

Para o jogador, nos últimos anos o clube do Morumbi tem sofrido com uma crise administrativa. Ele mostrou confiança para o trabalho de Ceni, elogiou a qualidade do elenco e disse que torce para o Tricolor dar a volta por cima ainda nesta temporada.

– O momento do São Paulo é muito delicado e já tem um tempo, né? Acho que passa por uma crise na administração. Nos últimos anos a administração do clube está complicada. Não acredito que a culpa seja do Rogério (Ceni) e do time. Acho que o elenco é bom e o time é bom. Mas eu acho que tem se perdido nas contratações e vendas. Mas é um momento complicado que vários clubes já atravessaram ou atravessam também. O futebol brasileiro é muito irregular nessa questão. O lado financeiro também é difícil, mas eu acredito que o São Paulo vai dar a volta por cima. Eu acredito no trabalho do Rogério também. Eu continuo acompanhando e torcendo de longe também. Isso é o futebol.

Lucas Moura, jogador do Paris Saint-Germain (Foto: Reprodução SporTV)Lucas acredita na volta por cima do São Paulo dentro do Campeonato Brasileiro (Foto: Reprodução SporTV)

Eliminado da Copa do Brasil e da Sul-Americana, o São Paulo disputa apenas o Campeonato Brasileiro até o fim da temporada. Com 11 pontos, o time comandado por Rogério Ceni está na 16ª posição da competição. No próximo domingo, às 16h, o Tricolor enfrenta o Flamengo, terceiro colocado, na Arena do Urubu.

Categorias
ESPORTE

Ricciardo e Bottas falam da proeza de vencerem após ficarem entre os últimos

Australiano vencedor chegou a ser 17º após pitstop não planejado no início da prova. Bottas caiu para o último lugar após incidente na largada, mas terminou o GP do Azerbaijão em segundo

Ricciardo e Bottas falam da proeza de vencerem após ficarem entre os últimosRicciardo e Bottas falam da proeza de vencerem após ficarem entre os últimos

Antes da largada, vá lá, Daniel Ricciardo, da RBR, apostaria umas três fichas das dez que possuía em si mesmo como vencedor do GP do Azerbaijão, disputado neste domingo no Circuito de Baku. Largaria em décimo e seu carro, o modelo RB13-Tag Heuer (Renault) era mais lento que o W08 Hybrid do pole position, Lewis Hamilton, e da Ferrari SF70H do líder do mundial, Sebastian Vettel, quinto no grid. Essa história vai mudar completamente. Aguarde só.

Já Valtteri Bottas, da Mercedes, segundo no grid, apostaria, como disse ao GloboEsporte.com, nove das fichas em si mesmo. “Tenho de começar uma corrida acreditando que vou ganhar, ainda mais com um carro como o meu e largando na primeira fila.”

Mas se fosse possível a Ricciardo rever sua aposta, depois de somente cinco voltas, tiraria as fichas de si e colocaria em Hamilton e Vettel. Olha o que disse após da corrida: “Se já achava que minhas chances eram pequenas, após fazer um pit stop não programado na quinta-volta, para tirar do meu sistema de freios pequenos pedaços dos carros que se acidentaram, aí então não via mesmo possibilidade de vitória. Caí para 17º”.

Com Bottas a reversão de expectativa foi ainda mais dramática. Na freada da curva 2, depois da largada, Kimi Raikkonen, da Ferrari, terceiro no grid, tentou ultrapassá-lo para assumir o segundo lugar. Bottas se posicionou por dentro e começaram a curva lado a lado. Ao passar sobre a zebra interna, Bottas foi catapultado para fora, na direção da Ferrari de Raikkonen. O choque foi inevitável. Mais: o modelo SF70H da Ferrari tocou também com o lado direito no muro. Mesmo assim Raikkonen seguiu na corrida, aparentemente sem dano maior.

Replay da largada do GP do Azerbaijão

Replay da largada do GP do Azerbaijão

Uma volta atrás

Já Bottas precisou percorrer devagar a maior parte do 6.003 metros do Circuito de Baku com furo no pneu. Ele perdeu muito tempo. Quando deixou os boxes, o carros estavam abrindo a terceira volta, ou seja, perdeu uma volta.

Voltando à história das apostas. Das nove fichas que colocou em si, Bottas possivelmente tiraria a maioria para destiná-las a seu companheiro de Mercedes, Hamilton, líder e com um dos dois carros mais rápido na pista. O outro era a Ferrari de Sebastian Vettel, segundo colocado, àquela altura, e Raikkonen, quinto.

Bottas já vai para os boxes para trocar frente do carro

Bottas já vai para os boxes para trocar frente do carro

Pois, acredite, se Ricciardo e Bottas tivessem reduzido a aposta que fizeram em si próprios, baseados na sua experiência em como as corridas se desenvolvem na F1, teriam se arrependido. Profundamente. Como talvez em nenhuma outra temporada da história da F1, a lógica parece não servir muito de referência para projetarmos o que vem pela frente este ano.

Assim, no frigir dos ovos, ao final da 51ª volta, o que sugeria muito pouco provável acabou acontecendo. Ricciardo, o mesmo que largou em décimo, por ter batido na classificação, e feito um pit stop extra no começo da prova, para tirar detritos retidos entre as pastilhas e os discos de freio, venceu a oitava etapa do campeonato. E Bottas, que estava não apenas em último, mas com uma volta atrás de todos, recebeu a bandeirada na segunda colocação.

Vale ou não a pena puxarmos o fio do novelo para desatar o nó, tentar entender a proeza de ambos, favorecidos, claro, pelas circunstâncias únicas da corrida quase única deste domingo, com todos os ingredientes de um grande espetáculo?

A saber: velocidades próximas dos 350 km/h, guerra de vácuo como nenhuma outra pista proporciona, acidentes, entre pilotos de equipes distintas e companheiros, intrigas, acusações, punição, demonstração de competência extrema, determinação, coragem, dentre outros predicados que poderíamos atribuir à segunda edição do GP do Azerbaijão.

Até o fim! Ricciardo vence, mas Bottas rouba a cena ultrapassando na linha de chegada

Até o fim! Ricciardo vence, mas Bottas rouba a cena ultrapassando na linha de chegada

Especialista em ganhar provas confusas

“Corrida maluca”, assim a definiu Ricciardo. “Tive muita sorte, o problema de Lewis com o protetor da cabeça (teve de regressar aos boxes na 31ª volta, quando era líder, para fixá-lo), a punição a Sebastian (10 segundos de stop and go por deliberadamente jogar sua Ferrari contra a Mercedes de Hamilton, na 19ª volta, com o safety car na pista, quando era segundo). Nas poucas vitórias que obtive (cinco), a maioria foi em corridas malucas como essa.”

Foram elas, sempre com RBR: Canadá, Hungria e Bélgica, em 2014, Malásia, no ano passado, e Azerbaijão, neste domingo.

Nico Rosberg faz o shoey no pódio do GP da Malásia e Daniel Ricciardo celebra (Foto: Reuters)Nico Rosberg faz o shoey no pódio do GP da Malásia e Daniel Ricciardo celebra (Foto: Reuters)

Nico Rosberg faz o shoey no pódio do GP da Malásia e Daniel Ricciardo celebra (Foto: Reuters)

Só sorte também não garante nada a ninguém na F1. “Quando soube dos problemas de Lewis e Sebastian comecei a acreditar ser possível vencer, mas teria de fazer tudo bem certo. Eu me mantive superfocado em cada curva, fazer cada volta com perfeição e tirando o máximo do carro, do motor, dos freios.”

Como mencionou, Ricciardo era o 17º na sexta volta. Contou com as dificuldades dos concorrentes, sim, a exemplo das de Hamilton e Vettel, e teve ainda as de Sérgio Perez e Esteban Ocon, da Force India, que colidiram, na relargada da 20ª volta. Todos estavam na sua frente, bem como o companheiro, Max Verstappen, na décima volta, quarto, pouco antes de abandonar, na 13ª volta, com problemas na unidade motriz.

Ultrapassagens espetaculares

A “sorte” de Ricciardo de fato existiu, como também houve demonstração de grande habilidade, demonstrada na espetacular ultrapassagem sobre Felipe Massa, Williams, e Nico Hulkenberg, Renault, na 23ª volta, na freada da curva 1, na relargada, para assumir a terceira posição, a que o permitiu ser líder quando Hamilton e Vettel pararam.

“Sim, essas ultrapassagens foram fundamentais, mas fiz outras na corrida.” Foram as sobre Fernando Alonso, da McLaren, Carlos Sainz Júnior, STR, e Marcus Ericsson, Sauber, na nona volta, para assumir o 11º lugar, e a sobre Kevin Magnussen, Haas, 15ª volta, a fim de ser nono.

Relargada no Azerbaijão e Felipe Massa volta mal para a prova

Relargada no Azerbaijão e Felipe Massa volta mal para a prova

Max é tido, com fundamentadas razões, como um supertalento da nova geração de pilotos. E como lembrou Ricciardo, “atravessa um momento de as coisas não se encaixarem para ele”. Abandonou as duas últimas etapas, no Canadá e no Azerbaijão, enquanto ele chegou no pódio nas duas. Ricciardo foi terceiro em Montreal e venceu neste domingo.

Dessa forma, ultrapassou Raikkonen na classificação do mundial, ao assumir o quarto lugar, com 92 pontos, diante de 73 do finlandês. Com os problemas de confiabilidade da unidade motriz Renault, em especial no seu carro, Max segue em sexto, com 45, menos da metade dos pontos de Ricciardo.

RBR, daqui para a frente bem melhor

O GloboEsporte.com perguntou a Ricciardo se agora, com a sensível melhora do chassi da sua escuderia, sendo desenvolvido por ninguém menos de Adrian Newey, e da unidade motriz Renault na versão de Baku, com mudanças no gerenciamento eletrônico, ele e Max têm condições de se inserir dentre os primeiros, como num certo sentido aconteceu no fim de semana. A começar pela próxima etapa, nona do calendário, o GP da Áustria, no circuito da RBR, Red Bull Ring, dia 9.

“Aqui andamos para a frente, nossa velocidade nas retas foi boa e eu nas relargadas ganhei várias posições. Havia diferentes unidades motrizes na minha frente e se não as ultrapassei estive no mesmo nível. Os pequenos upgrades (atualizações) introduzidos aqui ajudaram. Acredito que o problema de Max pode ter sido causado por detritos da pista que acabaram por superaquecer seu carro. Como falei, estamos no caminho certo e nossa meta é nos tornarmos mais e mais fortes”, respondeu Ricciardo.

 Daniel Ricciardo durante o GP do Azerbaijão (Foto: REUTERS/David Mdzinarishvili) Daniel Ricciardo durante o GP do Azerbaijão (Foto: REUTERS/David Mdzinarishvili)

Daniel Ricciardo durante o GP do Azerbaijão (Foto: REUTERS/David Mdzinarishvili)

Esse sempre simpático australiano, que não se deixou contaminar pela obrigação de ser sisudo da F1, pode não ter o supertalento de Max, mas é também um grande piloto, veloz e regular, não tem altos e baixos. É por essa razão que seu nome já começa a circular no paddock como sério candidato a ocupar a vaga de Raikkonen na Ferrari em 2018. Isso se Vettel, o líder do grupo, concordar. Levando em consideração que o alemão perdeu feio a disputa com Ricciardo na RBR, em 2014, o primeiro da era híbrida, é pouco provável que Vettel concorde.

O GloboEsporte.com também fez perguntas a Bottas, a exemplo de se estava ansioso, na 12ª volta, quando o primeiro safety car foi acionado, para a retirada da STR de Daniil Kvyat. O finlandês estava uma volta atrás de todos. Nesses casos, depois de a pista ser limpa, a direção de prova autoriza os retardatários, com uma volta a menos, ultrapassar o safety car para entrar na mesma volta de todos.

Safety cars salvadores da pátria

“Sim, eu cobrei bastante a equipe nessa hora. A autorização não vinha. E quando não havia obstáculos mais na pista e pude ultrapassar já era tarde, não consegui chegar no pelotão da corrida”, disse Bottas. Atrasado, mas pelo menos já estava na mesma volta de todos.

“O que me ajudou de fato a crescer na classificação e chegar no pódio foi o segundo safety car. Com ele, eu encostei nos que estavam na prova bem na minha frente. Agora cada ultrapassagem que fazia valia muito, valia posição”, contou ao GloboEsporte.com. Como Ricciardo, foi sendo favorecido pelo abandono ou problema dos concorrentes na sua frente mas, ao mesmo tempo, ia passando quem aparecesse.

A 14 voltas da bandeirada, na 37ª volta, o piloto da Mercedes já era o quinto, atrás de Ricciardo, líder, Lance Stroll, Williams, segundo, e Ocon, terceiro, e Magnussen, quarto. Bottas ultrapassa o dinamarquês, nessa volta, e fica em quarto, ganha também a posição de Ocon, na seguinte, e já está no pódio, terceiro.

Entre ele e Stroll a 14 voltas da bandeirada havia 14s501 de diferença. O ritmo do finlandês foi de tirar o fôlego, se aproximando na média de um segundo por volta do adversário. A projeção indicava que entraria na última reta podendo usar o DRS para tentar a ultrapassagem no canadense, por estar a um segundo ou menos dele, e receber a bandeirada em segundo.

Pois na última volta Bottas estabelece a sua melhor na prova, terceira no geral, 1min43s925, e de fato pega o vácuo da Williams FW40-Mercedes de Stroll. Como são 2.200 metros de aceleração plena, da realidade um pouco menos, por a linha de chegada ser antes da freada para a curva 1, Bottas alinhou sua Mercedes W08 Hybrid com a traseira da Williams e a poucos metros da linha da bandeirada, mais rápido, ajudado pelo vácuo, desviou para a direita para ultrapassar e cruzar 105 milésimos na frente do agora promissor Stroll.

Now that’s what you call a photo finish!!!

There was just 0.105s between @ValtteriBottas and Lance Stroll at the 🏁!

📸 x Wilhelm

O finlandês dá detalhes da empreitada, sobre como atropelou nas 14 voltas finais. “Quando eu recebei a mensagem de que Lewis teve de parar para fixar o protetor de cabeça, a informação que ficou comigo era de que o problema atingira Sebastian e não Lewis. Por isso me surpreendi ao saber que Lewis estava atrás de mim. A equipe me passou a diferença para Lance, depois de eu passar Ocon, e se fizesse tudo absolutamente certo o segundo lugar era algo possível”, disse. Seu talento, não do tipo que aparece muito, o levou a essa grande conquista.

Ricciardo e Bottas vão para a pista, agora, com os demais 18 pilotos da F1, no primeiro treino livre do GP da Áustria, dia 7, em Spielberg. Quantas fichas Ricciardo e Bottas vão apostar em si próprios desta vez? Será que os ensinamentos de Baku os educou de alguma forma? Bottas falou sobre isso: “A experiência de hoje mostrou que nunca devemos desistir, nunca sabemos o que vai acontecer numa corrida. O que temos sempre de fazer é manter a cabeça baixa e seguir o tempo todo dando tudo de si”.

Resultado final - GP do Azerbaijão (Foto: Reprodução/Twitter)Resultado final - GP do Azerbaijão (Foto: Reprodução/Twitter)

Resultado final – GP do Azerbaijão (Foto: Reprodução/Twitter)

Categorias
BRASIL

Após pai ser preso, mãe também é detida por suspeita de agredir bebê de seis meses em Ponta Grossa

Bebê foi internado com fraturas no crânio e sinais de mordidas e pode ter sequelas, de acordo com os médicos.

 Bebê de seis meses foi internado com várias fraturas no crânio (Foto: Reprodução/RPC) Bebê de seis meses foi internado com várias fraturas no crânio (Foto: Reprodução/RPC)

Bebê de seis meses foi internado com várias fraturas no crânio (Foto: Reprodução/RPC)

A mãe suspeita de agressão contra o filho de seis meses, em Ponta Grossa, na Região dos Campos Gerais do Paraná, foi presa na noite de segunda-feira (27). Ela já tinha prestado depoimento, mas tinha sido liberada pela polícia. A mulher foi encaminhada para o 13º Distrito Policial.

A criança foi internada no dia 15 de junho com fraturas no crânio e sinais de mordidas. Nesta segunda, o Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais informou que ele “apresentou piora do quadro neurológico, tendo entrado em Estado de Mal Convulsivo, sendo necessário que fosse sedado, entubado e mantido sob ventilação artificial”.

Ainda conforme o hospital, o menino “será mantido em sedação, até que nova avaliação permita que seja iniciado protocolo de retirada de coma induzido. Deste modo, o paciente ficará na UTI Pediátrica sob cuidado das equipes de Pediatria e de Neurocirurgia ainda por tempo indefinido”.

Segundo o diretor técnico do hospital, Gilberto Baroni, o menino pode ficar com sequelas por conta dos ferimentos. “Ele pode ficar com déficit visual, com déficit auditivo e com déficit cognitivo”, explica.

Segundo a Polícia Civil, o pai alegou em seu depoimento que todas as fraturas e a marca de mordida no corpo do bebê são decorrentes do uso da cadeirinha usada no carro e que o equipamento não tem estofamento.

Quer saber mais notícias da região? Acesse o G1 Campos Gerais e Sul.

http://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/apos-pai-ser-preso-mae-tambem-e-detida-por-suspeita-de-agredir-bebe-de-seis-meses-em-ponta-grossa.ghtml

Categorias
BRASIL

SIMONE EXPLICA SOCO PARA SALVAR SIMARIA DE ‘CARA MALUCO, QUE ‘COMEÇOU A SUFOCAR ELA

Simone defende irmã Simaria em show
Simone defende irmã Simaria em show Foto: Reprodução/YouTube

Ainda abalada com a invasão de um fã que entrou no palco de um show na Bahia e machucou sua irmã, a sertaneja Simone explicou aos seguidores por que usou força para ajudar a conter o homem. Segundo a cantora, o agressor estava “muito maluco” quando agarrou Simaria e começou a sufocá-la, no domingo. Ao ver a cena, a artista não pensou duas vezes antes de socorrer a dupla.

— o momento que a gente estava cantando, vocês já viram o vídeo, subiu um cara muito maluco e agarrou a Simaria. No que ele agarrou, derrubou ela no chão e começou a sufocar ela. E quando eu vi aquela situação saiu meu lado de artista e entrou o lado de irmã. Se for preciso, dou a vida pela minha irmã (…) Fiquei desesperada e aí fui para cima mesmo (…) Não dá para continuar sendo artista e deixar ver alguém da sua família sendo machucado ou apanhando — contou Simone, em publicação na ferramenta Stories do Instagram.

Logo depois do susto, as duas interromperam o show para conversar com a plateia sobre a invasão do palco, o machucado de Simaria e a reação de Simone. A cantora logo se mostrou preocupada de que a dupla fosse criticada por ter socado um fã. “Vocês vão me perdoar, mas na hora que eu vi o cara derrubar a minha irmã no chão eu meti a porrada mesmo”, disse Simone depois que os seguranças levaram o invasor.

Nas redes, no entanto, o sentimento da maioria foi de empatia: fãs elogiaram a iniciativa de defesa, lamentaram que a cantora tenha se machucado e criticaram o homem que invadiu o palco e tocou na cantora sem consentimento e forma agressiva.

— Espero que vocês me entendam, quero agradecer ao carinho do povo de Amargosa, agradecer aos fãs de todo Brasil, às mensagens. Os fãs que já chegaram perto de mim sabem a pessoa que eu sou, o quão carinhosa eu sou, mas no momento que você vê alguém que você ama sendo machucado, não tem como você ficar tranquilo — frisou Simone.

Imagens que circularam pela internet mostraram o susto. O vídeo abaixo, gravado da plateia, mostra que o homem, de camisa branca, entra pelo lado esquerdo do palco e agarra Simaria, mas é logo contido por seguranças (para ver, avance o cronômetro para 1min20s).

https://extra.globo.com/famosos/simone-explica-soco-para-salvar-simaria-de-cara-maluco-que-comecou-sufocar-ela-21523665.html