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Na expectativa pela Copa do Mundo, Borja fala sobre evolução no Palmeiras: “Hoje tenho apoio de todos”

Miguel Borja está com a cabeça na Copa do Mundo. Mas a boa fase com a camisa do Palmeiras ainda é assunto. Em entrevista para a imprensa de seu país, o colombiano, que ainda na luta por uma vaga definitiva entre os 23 atletas que serão escolhidos pelo técnico Jose Pekerman, recordou da chegada ao futebol brasileiro e comentou sobre a evolução no Verdão.

– Eles (Palmeiras) vinham de ser campeões do Brasileirão com o Gabriel Jesus, que se movimentava pela frente, e eu sou um (camisa) 9 muito nove. Isso custa. O técnico (Cuca) foi campeão, podia fazer mudanças e buscar a opção de me colocar, mas eu o respeitei. Ele vinha de ganhar. Foi isso o que ocorreu no ano passado – afirmou Borja, em entrevista ao site Futbol Red.

– Era coisa mais dos torcedores, que falavam que tinha chegado o cara que resolveria os problemas, mas eu preciso dos outros dez, dos que sabem com a bola. No Atlético Nacional, eu precisava do Macnelly (Torres), do Guerra, de todos que poderiam me dar assistências para marcar. Desde o primeiro jogo, o professor Reinaldo (Rueda) demonstrou que confiava em mim, me deixou desde o primeiro dia os 90 minutos e eu pude responder. Quando cheguei (ao Palmeiras), não encontrei esse respaldo, mas hoje é diferente, tenho apoio de todos – completo.

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Alisson tem o gol no DNA desde o bisavô; a família nunca foi ao ataque

A série de reportagens do Tino Marcos com os jogadores da seleção traz nesta segunda-feira (21) a história de um goleiro.

Feitas com muito amor. Ela, a chuteira que naqueles velhos tempos surgia das mãos do tio Paulo. E ela, dez anos depois: a fofura que surgiu da união de Alisson e Natália.

Essa história começa em Novo Hamburgo, a menos de 50 quilômetros de Porto Alegre.

“Uma cidade de sapateiros, podemos dizer assim, de muitas fábricas de calçado”, conta Alisson.

A profissão do pai era fazer moldes de calçados. O tio concebia as chuteiras.

“Por muitos anos ali, quando a gente jogava na categoria de base, ele que fazia nossa chuteira. Chuteirinha de couro, mas era muito boa, muito confortável, diga-se de passagem”.

É uma família rara, não só porque faz chuteiras nem porque faz jogador de futebol, mas jogadores de futebol, mais exatamente…

“Goleiro”, diz Alisson.

“Goleiros”, corrige a mãe Magali.

“Tem o DNA de goleiro, acho”, afirma José, o pai.

A família Becker nunca foi ao ataque.

“Só se defende”, ri Magali.
outros perfis

Fred, o menino sonhador, sobreviveu ao pesadelo da acusação de doping
Ainda na barriga da mãe, Marquinhos já frequentava o Corinthians
Sóbrio e ponderado, Fernandinho abraça a chance de fazer um novo fim
Geromel, o ‘Agostinho Carrara’ da Seleção, é um craque da pipa
Era para ser Mateus, mas, no cartório, o pai bateu o martelo: Neymar Jr.

O bisavô, goleiro do time da cidade, nos anos 40; a mãe jogou handebol, goleira também, e o pai, nas peladas. Desde cedo, ele ensinou aos filhos o que um goleiro precisa ter.

“Na minha opinião, o goleiro tem que ser meio maluco. Ele não pode ter medo”, ensina seu José.

São 54 anos e as mãos ainda firmes. É frequentador assíduo das peladas de fim de semana. Seu Zé. Para ele ser feliz, bastam um par de luvas e um par de filhos com luvas.

Cinco anos de diferença.

“Alisson, desde pequeno, sempre queria fazer aquilo que eu fazia. Aonde eu ia, ele queria estar”, diz Muriel.

“Tracei os mesmos caminhos, era como se ele tivesse na minha frente, tivesse deixado uma linha, um rastro e eu fui seguindo aquele caminho ali”, diz Alisson.

Muriel, goleiro da base do Internacional e da Seleção Brasileira. Alisson, idem, idem. Muriel já era titular do time de cima do Inter, quando o caçula se tornou reserva dele, e começaram a disputar posição.

“Os dois estavam em alto nível assim e goleiro só joga um”, afirma Muriel.

“A gente sempre falou para eles ficarem focados, que tudo ia terminar bem”, lembra a mãe Magali.

“Isso acabou aproximando eles mais ainda”, conta o pai, seu Zé.

“Eu entrei no momento de lesão dele, foi uma infelicidade dele”, diz Alisson.

Não saiu mais.

“Lógico que fiquei muito triste pela lesão dele, mas quando eu comecei a jogar, ele ficou feliz pelo meu momento”.

Rapidamente, Alisson virou destaque e, aos 23 anos, o Inter o vendeu para a Roma. A despedida seria no campeonato gaúcho de 2016. No estádio do clube, quase um templo para ele.

“Foram longos 12 anos ali dentro, mais da metade da minha vida eu passei dentro do Beira-Rio”, lembra Alisson.

Deu tudo certo.

“Foi depois de um título, ele sendo capitão, erguendo o troféu, muito emocionante”, rememora Muriel.

E ainda não era tudo. Dizem que goleiro é a posição mais solitária do futebol. Mas se esquecem da baliza, a companheira de sempre a ser defendida. No último dia do Alisson no Beira-Rio, o estádio do Internacional, ele e ela precisavam de alguns minutos a sós. A festa do título já tinha terminado.

“Quando a gente viu, a gente sentiu falta dele”, diz Magali.

“Vieram falar que o Alisson estava lá no campo”, completa Muriel.

Os filhos de Muriel que avisaram.

“Vó, o dindo tá lá na goleira chorando. Nossa, aquilo apertou o coração. Ele ficou um tempo pensando, conversando, chorou bastante”, lembra a mãe Magali.

“Depois, meu irmão veio junto. As crianças vieram junto também, a Duda e o Francesco. Foi um momento que eu levo no meu coração, vou levar pra sempre”, diz Alisson.

Levou para Roma o desejo de repetir o sucesso daquele início de carreira. Mas foi surpreendido com a reserva em quase todos os jogos na primeira temporada. Mesmo assim, foi mantido por Tite como titular da Seleção.

E, em 2018, como titular absoluto da Roma, tornou-se um dos goleiros mais elogiados da Europa. Tem a felicidade de ter como treinador de goleiros na seleção o ídolo da infância, também gaúcho e formado no Inter.

“Com certeza, é a cobertura do bolo. É muito mais fácil pra mim poder depositar minha confiança e acreditar no que ele fala, ele sendo o Taffarel”.

O filho caçula da família de goleiros já conquistou um título fora dos campos: o mais bonito do colégio.

“Ele, nos seus 14, 15 anos teve a escolha do garoto da escola, ele foi escolhido. Ele fez um book, foi chamado para algumas fotos”, conta Magali.

O tio Paulo, o fabricante das chuteiras artesanais. Desde aqueles tempos até hoje, marido de Natália, pai de Helena, Alisson é grato à vida, à família, às origens

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CBF não vê “privilégio” e defende importância de Tite no Jornal Nacional

Após divulgar a lista dos 23 convocados para a Copa do Mundo na última segunda-feira (14) e conceder quase uma hora de coletiva aos mais de 200 jornalistas presentes à sede da CBF, Tite foi aos estúdios da TV Globo para uma entrevista ao vivo no Jornal Nacional. A participação colocou em xeque o discurso do treinador, repetido ao UOL Esporte, de não diferenciar veículos e rechaçar qualquer privilégio durante a cobertura pré e durante o Mundial.

Questionado, o estafe da seleção buscou esclarecer o ponto. Segundo as pessoas da confederação, tal situação, combinada desde dezembro de 2017, não configura um privilégio. Entre os argumentos, as pessoas próximas defenderam a importância do telejornal para se comunicar com o público geral que começa a se interessar pela equipe às vésperas da Copa – lembrando entrevistas de Felipão e Parreira em Mundiais passados. Por decisão pessoal, Tite não concedia entrevistas exclusivas desde o início de março. O treinador ainda reforçou que seguirá sem atender qualquer demanda específica de um veículo até o fim do torneio na Rússia. (Por Pedro Ivo Almeida)
City se afasta de Fred e conversa com Jorginho

Definido como alvo do Manchester City desde o começo do ano, o meia brasileiro Fred deixou de ser prioridade para reforçar a equipe de Pep Guardiola. Segundo emissários envolvidos nas conversas, a equipe inglesa trata como prioridade a conclusão de outro jogador da posição, o ítalo-brasileiro Jorginho, do Napoli. Encontros recentes aconteceram na Espanha.

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Excluídos de Tite: Rafinha irritou ao cobrar e Arthur foi elogiado para Pep

Escolhidos os 23 jogadores de Tite para a Copa do Mundo, fica a decepção para muitos que também trabalharam por uma oportunidade e, de alguma maneira ou em algum momento, estiveram perto da seleção brasileira. A reportagem do UOL Esporte, que acompanhou todas as convocações do treinador, uniu histórias e justificativas sobre alguns desses excluídos da lista decisiva.
Neto: Postura e treinos quase o colocaram à frente de Cássio

O bom desempenho em atividades em Berlim e Moscou em março fizeram Tite ter uma conversa direta com o goleiro, que foi perguntado de maneira franca se aceitaria ser o terceiro da posição na Copa. O diálogo se seguiu com uma concordância do treinador sobre a dificuldade desse posto, afinal as chances de atuar são ínfimas. A postura de Neto nesse papo agradou bastante, mas prevaleceu, ao fim, a confiança em Cássio.
Vanderlei: Ele é um arrependimento de Tite

A autocrítica do treinador é que uma oportunidade, ao menos, deveria ter sido dada ao goleiro do Santos em 2017 para que ele atuasse na seleção. Outros jogadores foram testados na posição e perderam espaço, como Weverton e Muralha. Por outro lado, quando o clamor nacional pelo santista cresceu, a comissão avaliava que Cássio era o favorito e Neto deveria ser observado. Não deu tempo para Vanderlei.
Rafinha: Uma entrevista pesou negativamente

A despeito de todas as avaliações técnicas e partidas acompanhadas in loco por Tite e seus auxiliares, o lateral do Bayern de Munique gerou reações negativas na comissão por uma entrevista concedida em dezembro ao Esporte Interativo. Em uma determinada resposta, Rafinha disse que merecia a seleção e que quem o acompanhasse de perto chegaria a essa conclusão. Para as pessoas próximas ao treinador, faltou reconhecimento ao esforço do estafe na observação dos atletas. Tite optou por Fagner e Danilo.
Fabinho: A intensidade foi um fator

Jamais chamado pelo treinador, mesmo quando o Monaco alcançou a semifinal da Liga dos Campeões, Fabinho foi avaliado em algumas ocasiões e a conclusão da comissão de Tite é que ele não conseguia atuar com a mesma intensidade por 90 minutos. A possibilidade de convoca-lo como lateral foi descartada, já que ele há cerca de dois anos se fixou na França como meio-campista.

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Após maratona “quase perfeita”, Palmeiras revê torcida em meio a incômodo

O Palmeiras tinha tudo para ter uma recepção festiva e tranquila no jogo desta quarta-feira (16) contra o Junior Barranquilla, pela Libertadores, no Allianz Parque. Após uma maratona de quatro jogos fora, o time conseguiu três ótimos resultados, mas o revés no clássico para o Corinthians, que fechou a série como visitante, significa que o clima no reencontro com a torcida alviverde terá traços de insatisfação.

Grande parte dos palmeirenses se irritou com a terceira derrota para o Corinthians na temporada. Alguns torcedores, em minoria, foram mais longe: um grupo hostilizou o ônibus da equipe na volta ao CT, e a principal organizada do clube chegou a pedir a demissão do técnico Roger Machado. Internamente, essa possibilidade está fora de cogitação, e o trabalho do treinador é bem avaliado.

Por outro lado, a derrota no dérbi transforma um jogo que valia pouca coisa em uma oportunidade para o Palmeiras reverter o incômodo da torcida e fechar com chave de ouro a participação na fase de grupos da Libertadores. Uma vitória simples dá ao time de Roger a melhor campanha do torneio e a vantagem de decidir todos os mata-matas em casa até uma eventual final.

No mesmo horário, a partir das 21h45, o Boca Juniors enfrenta o Alianza Lima em La Bombonera e precisa que o Palmeiras ao menos empate com o Junior para ter chances de ultrapassar a equipe colombiana e se classificar. A necessidade de resposta do time alviverde, portanto, pode acabar sendo indiretamente benéfica para os argentinos.

O ótimo desempenho do Palmeiras na competição continental, aliás, é uma mostra do peso que o clássico com o Corinthians tem tomado nas avaliações do torcedor. Além de estar com a primeira posição de seu grupo já garantida, o clube vive um bom início de Brasileirão e saiu na frente do América-MG nas oitavas de final da Copa do Brasil, vencendo em Belo Horizonte por 2 a 1.

Para tentar virar a página do dérbi, o Palmeiras deve colocar em campo uma equipe mista diante do Junior. Como de costume, Roger não abriu a escalação e nem o treino de véspera, mas a tendência é que alguns titulares sejam preservados.
A maratona fora de casa do Palmeiras:

03/05 – Alianza Lima 1 x 3 Palmeiras (Libertadores)
06/05 – Atlético-PR 1 x 3 Palmeiras (Brasileiro)
09/05 – América-MG 1 x 2 Palmeiras (Copa do Brasil)
13/05 – Corinthians 1 x 0 Palmeiras (Brasileiro)

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Brasil chega à convocação sem “unanimidade de fora” que pressione Tite

É bem provável que Tite seja questionado por nomes que tenham ficado fora da lista que será divulgada nesta segunda-feira para a Copa do Mundo da Rússia de 2018. Nenhum deles, no entanto, terá o peso suficiente para pressionar de verdade o comandante como aconteceu, recentemente, com Felipão e Dunga às vésperas de um Mundial.

– Confira a tabela completa e o calendário de jogos
– Simule os classificados e o mata-mata do Mundial
– DOC: a Rússia Gay que não pode sair do armário

O comandante chegou a declarar que gostaria de alguém que bagunçasse o seu planejamento, mas nenhum atleta conseguiu desenvolver o futebol atraente o suficiente para gerar clamor popular. Vinícius Junior, tratado como o próximo craque do país, por exemplo, não chegou nem perto de se candidatar.

O exemplo mais recente de estrelas que pressionaram o comandante é o de Neymar e Paulo Henrique Ganso em 2010. Mais entrosados do que nunca no Santos, os dois dominaram o noticiário, as mesas de bar, as arquibancadas e até peças publicitárias. Em todas as coletivas antes da ida à África do Sul, Dunga precisava responder sobre a chance de ambos irem à África do Sul.

A lista foi divulgada sem o nome dos garotos da Vila. Baseado na sua campanha perfeita até então, com título da Copa América, da Copa das Confederações e o primeiro lugar das Eliminatórias, o treinador bancou a ausência da dupla, mas foi duramente criticado tão logo o time caiu para a Holanda nas quartas de final. No dia da convocação, Dunga chegou a se indispor com um repórter que insistiu no questionamento sobre Neymar.

Voltando um pouco mais no tempo, Felipão correu o mesmo risco, mas conseguiu calar os críticos ao trazer o pentacampeonato do Japão para o Brasil. Em 2002, Romário chegou a chorar em coletiva de imprensa, ganhou espaço nos noticiários mais nobres, como o Jornal Nacional, mas não conseguiu sua vaga.

O comandante apostou em Ronaldo e, inclusive, usou a pressão nacional pela entrada do Baixinho como combustível para seu grupo. O até então improvável renascimento do Fenômeno se concretizou, Rivaldo viveu dias inspirados e Marcos fechou o gol. Assim, eles garantiram a conquista e colocaram o treinador no posto de dono da razão.

Em 2014, em sua segunda Copa do Mundo à frente do Brasil, Scolari tentou repetir a fórmula do sucesso. Com o título da Copa das Confederações garantido e a torcida ao seu lado, ignorou o clamor dos especialistas em futebol por Miranda. O zagueiro, no entanto, nem de perto pressionou o comando como os exemplos citados acima.

Tite correu o risco de ser bastante pressionado por um nome em apenas um momento: Vanderlei, do Santos. O goleiro, no entanto, deixou de ter atuações impressionantes e ainda viu Cássio brilhar no Corinthians. Pedro Geromel, outro que foi bastante falado, mas também não geraria a mesma repercussão de Romário e Neymar, deve ser convocado.

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Roma consegue virada histórica, elimina Barcelona e vai à semi da Champions 85

O improvável aconteceu. Derrotada no jogo de ida por 4 a 1, no Camp Nou, a Roma precisava de uma virada histórica diante do invicto Barcelona nesta terça-feira (9) para seguir na Liga dos Campeões. E, milagrosamente, conseguiu. Em alta intensidade desde o apito inicial e empurrado por um Estádio Olímpico lotado, a equipe italiana bateu os catalães por 3 a 0 e teve a raça premiada com a classificação às semifinais da Liga dos Campeões.

Dzeko abriu o placar no início do primeiro e, na etapa final, conseguiu uma penalidade para De Rossi ampliar. A nove minutos para o fim do duelo, o zagueiro Manolas escorou escanteio e marcou o gol da classificação.

Por aquelas ironias do destino, o resultado heroico da Roma aconteceu exatos 11 anos depois de um dos maiores vexames da equipe na Liga dos Campeões: a derrota por 7 a 1 para o Manchester United, na Inglaterra, em 10 de abril de 2007.

A Roma conhecerá o adversário por um lugar na decisão do torneio europeu nesta sexta-feira, em sorteio organizado pela Uefa.

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Rússia veta Brasil com banco completo e limita margem de testes de Tite

A organização do amistoso entre Brasil e Rússia, marcado para sexta-feira (23) em Moscou, não permitiu que Tite colocasse todos seus jogadores no banco de reservas na partida. O treinador convocou 25 jogadores para enfrentar russos e alemães, mas poderá relacionar 23 e decidirá nas próximas horas quais serão os dois cortados que não estarão disponíveis para a partida. Ele ainda tem dúvidas sobre a lista final para a Copa do Mundo.

Um dos jogadores cortados deverá ser um zagueiro, já que há cinco convocados nesta relação. Thiago Silva e Miranda serão titulares, o que fará com que somente dois deles entre Marquinhos, Geromel e Rodrigo Caio estejam no banco. O outro cortado deverá ser entre meias e atacantes que estão no grupo – Willian José, Talisca e Taison são os mais cotados.

Segundo o estabelecido, Tite poderá fazer até seis substituições no jogo. Apesar da natural indefinição sobre nomes para a Copa do Mundo, o treinador dificilmente fará tantas mudanças no confronto. Ele entende que os treinamentos realizados – foram quatro nesta semana – são tão fundamentais quanto os jogos para tirar dúvidas sobre convocados.

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Scarpa tem recurso negado no TST e segue vinculado ao Fluminense Comente

Gustavo Scarpa sofreu nova derrota na Justiça nesta quinta-feira. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou recurso apresentado pela defesa do jogador e o manteve vinculado ao Fluminense. Como consequência, o contrato do meia com o Palmeiras continua inválido e ele não pode sequer treinar no clube. A informação foi publicada inicialmente pelo “Globo Esporte” e posteriormente confirmada pelo UOL Esporte.

Na quinta-feira da semana passada, o Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-RJ) derrubou a liminar que liberava Scarpa de seu contrato com o Fluminense. Os advogados do jogador solicitaram a anulação deste julgamento, mas o ministro responsável pelo caso, Lelio Bentes Corrêa, considerou que não houve motivos para tal.

O caso segue em trâmite na 70ª Vara do Trabalho do TRT e tem audiência marcada para 14 de abril. Como o Fluminense não nega que atrasou pagamentos para o jogador, a defesa dele acredita em vitória nesta data. De qualquer forma, ainda avalia possíveis estratégias para voltar a liberá-lo de seu vínculo com o clube carioca até lá.

A briga judicial entre Gustavo Scarpa e Fluminense começou em dezembro do ano passado, quando o jogador entrou na Justiça cobrando mais de R$ 9 milhões do clube. O valor se refere a salários, férias e 13º atrasados, além de parcelas não recolhidas do FGTS.

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Tocantinense é campeão mundial de 100m costas no México

Ítalo Pereira, 22, é o novo campeão mundial dos 100m nado costas da classe S7. O título foi conquistado na Piscina Francisco Márquez, na Cidade do México, na tarde (no Brasil) desta terça-feira (05), quarto dia de Campeonato Mundial.

O Brasil foi duas vezes ao pódio na sessão da manhã desta terça-feira. Além de Ítalo, o paulista Ruan Souza foi campeão nos 100m peito (SB9). A equipe nacional, composta por 17 nadadores, já acumula dez ouros e ocupa o quarto lugar no quadro de medalhas, atrás de Estados Unidos e Itália, que tem 11 ouros cada, mas os americanos têm três pratas a mais do que os europeus. Os chineses lideram com 17 ouros.

O atleta de Porto Nacional, Tocantins, radicado em Goiânia, completa no México uma sequência de três anos consecutivos medalhando nas grandes competições internacionais nesta prova. No Mundial de Glasgow 2015 ele fora bronze nesta prova, resultado idêntico aos que obteve nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016.

Ítalo completou a distância em 1min13s77. A prata foi para o argentino Matias de Andrade (1min15s39) e o bronze com o croata Ante Rada (1min18s10).

“Mais um passo importante na nossa preparação para Tóquio. Foco total em 2020, nadar em 1min13s na Cidade do México, com altitude [2.250 metros acima do nível do mar], foi bom, estou feliz”, comemorou o nadador.

A segunda sessão da natação retorna às 22h de Brasília, com transmissão pela página do CPB no Facebook (www.facebook.com/ComiteParalímpico).

Confira, abaixo, a programação da terça-feira na Piscina Olímpica Francisco Márquez, na cidade do México:

22h12 – Talisson Glock – 100m costas S6 – final
22h36 – Patrícia Santos: 50m peito SB3 – final direta
22h51 – Daniel Dias: 50m livre S5 – final
22h55 – Joana Neves: 50m livre S5 – final
23h10 – Felipe Caltran: 200m livre S14 – final direta
23h16 – Beatriz Carneiro: 200m livre S14 – final direta
23h57 – Thomaz Matera: 50m livre S12 – final