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Criança morre ao cair da janela de hotel na Inglaterra dias após chegar ao país como refugiada do Afeganistão


Incidente foi registrado pela polícia de Sheffield, no norte da Inglaterra. Segundo a imprensa britânica, ela estava em um hotel destinado a receber afegãos que colaboraram com o Reino Unido durante a guerra. Hotel OYO Sheffield Metropolitan Hotel em foto de arquivo
Divulgação
Um menino refugiado afegão recém-chegado ao Reino Unido com sua família caiu da janela de um hotel em Sheffield, norte da Inglaterra, e morreu, segundo a polícia local nesta quinta-feira (19).
A polícia de Yorkshire do Sul recebeu o aviso da queda mortal do menino de cinco anos na quarta-feira e hoje foi confirmado que ele havia acabado de chegar com sua família do Afeganistão.
Segundo a imprensa britânica, o hotel recebe refugiados afegãos que trabalharam para o Reino Unido.
A BBC informou que o menino caiu do nono andar do hotel.
Um intérprete afegão de 35 anos que também está no hotel explicou ao jornal The Sun que acompanhou a mãe e seu filho ao hospital. A mãe “me explicou que o menino estava perto da janela e que olhava para baixo” antes do acidente.
Enver Solomon, responsável do Refugee Council, uma organização não-governamental de ajuda aos refugiados, classificou o acidente como “uma terrível tragédia para uma família que viveu dramas e sofrimentos para chegar ao Reino Unido”.

Fonte: G1 Mundo

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Talibã declara Emirado Islâmico do Afeganistão; países aceleram retirada de cidadãos


Nome é o mesmo adotado no país quando o grupo extremista assumiu o poder pela primeira vez, em 1996. EUA acusam Talibã de impedirem civis afegãos de chegar a aeroporto; voos já começam a chegar na Europa com primeiros cidadãos a conseguirem deixar o país. O que está escrito na bandeira talibã?
O Talibã declarou nesta quinta-feira (19) que o Afeganistão passou a ser o Emirado Islâmico do Afeganistão, mesmo nome adotado no país quando o grupo extremista assumiu o poder pela primeira vez, em 1996.
A declaração foi anunciada em um post do porta-voz do Talibã, Zabihullah Mujahid, o mesmo que na terça-feira concedeu uma entrevista coletiva, na qual afirmou que grupo teria atitudes mais moderadas desta vez.
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Nesta quinta, porém, Waheedullah Hashimi, um dos principais comandantes do Talibã, afirmou que as leis no país devem ser semelhantes às que existiam da outra vez que o grupo extremista esteve no poder. Ele afirmou que não há possibilidade de o país adotar a democracia como sistema para escolher os líderes. O Afeganistão provavelmente será governado por um conselho que vai observar a sharia, a lei islâmica.
“Não haverá nada como um sistema democrático porque isso não tem nenhuma base no nosso país, nós não vamos discutir qual será o tipo de sistema político que vamos aplicar no Afeganistão porque isso é claro: a lei é sharia, e é isso”, afirmou Hashimi.
Combatentes do Talibã patrulham as ruas em Cabul, capital do Afeganistão, em 19 de agosto
Rahmat Gul/AP
Também nesta quinta-feira, Dia da Independência do Afeganistão, o grupo reagiu com violência aos primeiros sinais de resistência à sua tomada de poder.
VÍDEO: Protesto reprimido pelo Talibã termina com mortes, em Jalalabad
Houve manifestações na capital Cabul, segundo o jornal “The New York Times”, nas cidades de Jalalabad e Asadabad e no distrito da província de Paktia, segundo a agência de notícias Reuters, e relatos de mortes em Asadabad e tiros em Cabul, onde a manifestação foi dispersada com violência pelo Talibã.
Retirada de estrangeiros
Enquanto isso, países relatam dificuldades para concluir a retirada de seus diplomatas e seus colaboradores afegãos, ainda que o Talibã tenha garantido que a segurança deles estaria garantida.
Os Estados Unidos acusaram o grupo de manter postos de controle ao redor do aeroporto internacional de Cabul para barrar a saída de afegãos, o que os talibãs negam.
Civis afegãos se preparam para embarcar em avião para deixar o país no Aeroporto Internacional Hamid Karzai, em Cabul, na quarta-feira (18)
Staff Sgt. Victor Mancilla/U.S. Marine Corps via AP
Doze pessoas já morreram dentro e ao redor do aeroporto internacional Hamid Karzai desde domingo, autoridades do Talibã e da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) disseram à Reuters nesta quinta-feira.
O governo dos EUA enviou 6 mil militares para garantir a segurança no aeroporto de Cabul e retirar os 30 mil americanos e civis afegãos que trabalharam para Washington e temem por suas vidas. Até o momento, foram retirados pouco mais de 5 mil (3.200 essencialmente funcionários americanos, 2 mil refugiados afegãos).
A Alemanha, que deve repatriar até 10 mil pessoas, incluindo mais de 2,5 mil afegãos, retirou 500 pessoas, incluindo 202 afegãos, e aprovou o envio de 600 soldados a Cabul para ajudar na saída do maior número possível de pessoas até 30 de setembro, no mais tardar.
Pais entregam crianças para militares na esperança de uma vida longe do Talibã
Também na Europa, o primeiro avião militar da Espanha procedente de Cabul com 50 espanhóis e colaboradores afegãos pousou nesta quinta-feira na base militar de Torrejón de Ardoz, ao nordeste de Madri.
As 7 imagens mais marcantes da tomada do Afeganistão pelo Talibã
A Espanha também aceitou ajudar a retirar do Afeganistão cerca de 400 funcionários locais da União Europeia e outros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e transportá-los para a Europa. Os cidadãos afegãos serão enviados para vários países europeus.
A ponte aérea francesa, via Emirados, prossegue com a chegada prevista nesta quinta-feira de um novo voo com 120 pessoas, essencialmente afegãos. Um primeiro contingente deles chegou na quarta-feira a Paris. A França deve retirar milhares de pessoas do Afeganistão, mas não forneceu um número preciso.
Afegãos preenchem seus dados em requisições para deixar o país em frente às embaixadas do Reino Unido e Canadá, em Cabul, na quinta-feira (19)
Wakil Kohsar/AFP
O Reino Unido já retirou 306 britânicos e 2.052 afegãos do país agora controlado pelo Talibã.
A Turquia repatriou 324 cidadãos na segunda-feira e organiza o retorno de mais de 200 de Cabul.
Outros voos partiram nos últimos dias para Holanda, Polônia (um segundo avião retorna nesta quinta ao país), Dinamarca, Noruega, República Tcheca, Hungria e Bulgária. Quinze romenos não conseguiram chegar ao aeroporto de Cabul e o avião enviado por seu país retornou com apenas uma pessoa, de acordo com a agência France Presse.
Vídeos: Histórias e relatos sobre o caos no Afeganistão
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Fonte: G1 Mundo

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Brasil tem mais de 57 mil pessoas reconhecidas como refugiadas, aponta relatório do Conare


O número de pedidos de refúgio em 2020 foi 65% menor em relação ao ano anterior. Segundo a Agência da ONU para Refugiados, o motivo da queda não pode ser dissociado do contexto de maiores restrições à circulação de pessoas causado pela pandemia de Covid-19. Venezuelanos da etnia warao recebem informações sobre a pandemia a partir de outros imigrantes e de voluntários de organizações
Alan Azevedo/Acnur
O número de pessoas reconhecidas como refugiadas no Brasil era de 57.099 no final de 2020. O dado foi revelado na 6ª edição do relatório “Refúgio em Números”, realizado pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão vinculado ao Ministério da Justiça.
A lei nº 9.474/1997 diz que podem ser reconhecidas como refugiadas no Brasil as pessoas que se encontram fora de seu país de origem devido a temores de perseguição relacionados à questões de raça, religião, nacionalidade, pertencimento a um grupo social específico ou opinião política.
Entre 2011 e 2020, foram 265.729 pedidos no país, de acordo com levantamento realizado pelo Observatório das Migrações Internacionais, órgão do Ministério da Justiça, a partir de dados da Polícia Federal.
Além disso, aqueles que deixarem seu país de nacionalidade devido à grave e generalizada violação de direitos humanos também poderão ter a condição reconhecida.
No último ano, o Brasil recebeu 28.899 solicitações de reconhecimento da condição de refugiado, sendo 17.385 de venezuelanos, 6.613 de haitianos, 1.3347 de cubanos, além de outras nacionalidades. Foram aprovadas 26.577.
Já em 2019, foram 82.552 pedidos, o maior número em um ano desde o início da série histórica, uma diferença de 65% em relação a 2020. Foram reconhecidas 21.577 requisições.
A queda pode ser explicada pela pandemia. Segundo o relatório, “não há como dissociar a variação negativa observada entre os anos de 2019 e 2020 do contexto de maiores restrições à circulação de pessoas e controle de fronteiras, a partir do mês de março de 2020, quando medidas de restrições à entrada de estrangeiros no país foram tomadas”.
Nesta quinta-feira (19), é celebrado o Dia Mundial do Trabalhador Humanitário, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), que possui no Brasil uma área ligada à ajuda humanitária, a Agência ONU para Refugiados (ACNUR).
A missão da agência é proteger os refugiados e promover soluções duradouras para seus problemas. “Meu trabalho é instituir uma cultura humanitária e divulgar os princípios humanitários, que nem sempre são conhecidos. [No Brasil], há muita tradição da assistências às pessoas pobres, mas no mundo humanitário é diferente”, explicou Oscar Piñeiro, chefe de escritório da Acnur em Boa Vista, capital do estado de Roraima.
Oscar Piñeiro é chefe de escritório da Acnur em Boa Vista
Divulgação/Acnur
Trabalhador humanitário de conflitos e pós-conflitos há cerca de 20 anos, Piñeiro já atuou, além do Brasil, no México, nos Estados Unidos, Palestina, em Bangladesh, no Iraque, no Equador, na Colômbia e no Sudão.
Sua vocação em ajudar os outros tem história. O avô e o tio-avô foram perseguidos politicamente na Espanha. A avó dava comida aos fugitivos da Guerra Civil Espanhola. “É uma tradição da nossa família. Eu mamei essas histórias quando era garoto, era muito natural continuar apoiando nesse sentido”, apontou ele.
Trabalhar com as pessoas afetadas [pelo refúgio] é a razão pela qual trabalho nisso. É restabelecer a dignidade. Muitas vezes, ouvia relatos de mulheres que estavam protegendo seus filhos para não caírem no conflito armado. Se meus filhos nascerem nesses países, pode acontecer também. Acho que é uma benção poder ajudar essas pessoas, tratar de proteger sua dignidade”, afirmou Oscar.
Números do refúgio no Brasil
Artista plástico venezuelano Carlos Enrique Diaz Acuna expõe em shopping de Boa Vista (RR) quadros que retratam jornada de refugiados e migrantes até o Brasil
ACNUR/Allana Ferreira
Nacionalidades com maior nº de pessoas refugiadas reconhecidas no Brasil entre 2011 e 2020
Venezuelanos (46.412)
Sírios (3.594)
Congoleses (1.050)
Libaneses (375)
Paquistaneses (313)
Nacionalidades que mais solicitaram reconhecimento da condição de refugiado no Brasil entre 2011 e 2020
Venezuelanos (153.050)
Haitianos (38.686)
Cubanos (11.550)
Chineses (5.437)
Angolanos (5.247)
Nacionalidades que mais solicitaram a condição de refugiado em 2020
Venezuelanos (60,2%)
Haitianos (22,9%)
Cubanos (4,7%)
Chineses (2%)
Angolanos (1,2%)
Nº de refugiados reconhecidos no Brasil até 2020
2020 (26.577)
2019 (21.241)
2018 (940)
2017 (539)
2016 (883)
2015 (1.011)
2014 (1.858)
2013 (535)
2012 (165)
2011 (86)
2010 e anos anteriores (3.264)
* Com supervisão de Cíntia Acayaba

Fonte: G1 Mundo

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Itamaraty avalia conceder visto humanitário e facilitar entrada e permanência de afegãos no Brasil


Medida seria parecida ao que já ocorre com sírios e haitianos. Empreendedor que escolheu morar em São Paulo conta a dificuldade para obter visto para a família sair do Afeganistão. Desde que o Talibã assumiu Cabul, ele diz que não sai de casa e que ninguém se sente seguro. Afegão que vivia no Brasil vai ao país natal buscar a família e fica preso em meio ao caos
O Ministério das Relações Exteriores afirmou ao G1 que avalia conceder vistos humanitários para afegãos depois que o Talibã assumiu o poder no país.
Segundo a pasta, em coordenação com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os vistos humanitários seriam “em termos semelhantes aos concedidos a haitianos e sírios”.
Ainda não há, no entanto, detalhes de como seria o processo ou a duração da medida. No caso dos sírios, numa tentativa de agilizar a emissão do visto, houve uma simplificação no processo de concessão, com isenção de taxas e autorização de residência temporária no Brasil por dois anos.
O pedido de visto humanitário, diferentemente do de refúgio, tem de ser feito fora do Brasil, em alguma autoridade consular. No caso do Afeganistão, a mais próxima é a Embaixada de Islamabad, no Paquistão.
O ministério afirma que acompanha “com preocupação” a evolução da situação atual no Afeganistão, depois que o grupo extremista Talibã retomou o poder e ocupou a capital Cabul, e que a Embaixada do Brasil em Islamabad está “à disposição para prestar informações a estrangeiros que tencionem ingressar ao território brasileiro, bem como para expedir eventuais documentos e vistos necessários para a viagem, à luz do ordenamento jurídico existente”.
E é exatamente este o caminho que pretende seguir o empreendedor afegão Masood Habibi, de 29 anos, que morou em São Paulo até maio e, desde então, está em Cabul tentando vir para o Brasil com a família.
Masood teve os pedidos de visto para seus parentes negados, segundo a Embaixada, por conta da pandemia. Agora, com a chegada do Talibã, está sem poder sair de casa desde domingo (15).
Masood Habibi, a esposa e o filho durante passeio em Cabul, capital do Afeganistão, antes da chegada dos talibãs
Arquivo Pessoal
Afegãos no Brasil: veja outros relatos sobre a ofensiva talibã
“Minha mãe e irmã estão muito preocupadas com as mulheres ”
“Desejo paz, não importa quem fique no governo”
“Eles costumavam forçar as pessoas para praticar a religião”
“Com certeza vou entrar em contato com a embaixada para tentar novamente um visto, ou não sei como trazê-los [a mulher, o filho, o irmão e uma cunhada]. Mas primeiro precisamos sair do Afeganistão, tudo está fechado por enquanto, não temos um plano ainda, estou esperando por uma oportunidade”, afirma.
Sobre os vistos já negados à família de Masood, o Itamaraty informou que não “cabe comentar casos específicos de assistência consular”.
VÍDEOS: Talibã avança no Afeganistão

Fonte: G1 Mundo

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Ministro de Relações Exteriores da China diz que mundo deveria apoiar o Afeganistão, em vez de pressionar o país

A China não reconhece o Taliban oficialmente como novo governo, mas no mês passado o ministro das Relações Exteriores recebeu o mulá Baradar, chefe do escritório político do grupo. Afeganistão: pais passam crianças por muro de aeroporto para fugir do país
O mundo deveria guiar e apoiar o Afeganistão durante sua transição de governo, em vez de pressioná-lo ainda mais, disse o conselheiro de Estado e ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, nesta quinta-feira (19), em uma conversa telefônica com o seu homólogo britânico, Dominic Raab.
A situação no Afeganistão, onde o Taliban retomou o poder 20 anos depois de ser deposto por uma invasão liderada pelos Estados Unidos, continua instável e incerta, disse Wang, segundo citações da chancelaria chinesa.
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“A comunidade internacional deveria incentivá-lo e guiá-lo em uma direção positiva, ao invés de aplicar mais pressão”, o que seria propício para estabilizar a situação, acrescentou Wang, de acordo com o comunicado do ministério sobre o telefonema.
A China não reconhece o Taliban oficialmente como novo governo, mas no mês passado Wang recebeu o mulá Baradar, chefe do escritório político do grupo, em Tianjin e disse que espera que o Taliban desempenhe um papel importante no processo de paz e de reconstrução do Afeganistão.
Na conversa com Raab, Wang também disse que a comunidade internacional não deveria usar o Afeganistão como um campo de batalha geopolítico, mas respeitar sua independência e a vontade de seu povo, disse a chancelaria.
A China objeta continuamente a críticas estrangeiras ao seu próprio sistema e normalmente rejeita pressão internacional sobre outros países, que vê como interferência.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Fonte: G1 Mundo

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Conheça a bandeira do Talibã

Fonte: G1 Mundo

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Globo recebe duas indicações para o Emmy Internacional de Jornalismo 2021

Cobertura da pandemia pela Globo e produção do Fantástico e do Profissão Repórter sobre a rotina de hospital para salvar pacientes com Covid-19 concorrem ao prêmio. Globo tem indicação nas duas categorias pelo 7º ano consecutivo; é o 15º ano com ao menos uma indicação. Globo é indicada ao Emmy Internacional em duas categorias
A Globo foi indicada nesta quinta-feira (19) para as duas categorias do prêmio Emmy Internacional de Jornalismo 2021, considerado o Oscar da TV. Este é o sétimo ano consecutivo que a emissora recebe indicação tanto para a categoria “Notícias” quanto para “Atualidades”, e o 15º ano com ao menos uma indicação.
Na categoria “Notícia”, o ‘Jornal Nacional’ foi indicado pela cobertura da pandemia de coronavírus. Reportagens que mostraram hospitais lotados, pacientes em busca de tratamento, os brasileiros que tiveram suas vidas interrompidas pela doença e a luta de famílias para conseguir enterrar seus parentes. A Globo concorre com representantes do Reino Unido, do Catar e da Rússia. (veja vídeo ao final da reportagem)
Já uma reportagem da equipe do ‘Profissão Repórter’, exibida no ‘Fantástico’, concorre na categoria “Atualidade” com indicados do Quênia, da Holanda e do Reino Unido. A reportagem de Caco Barcellos e Danielle Zampollo mostra a dura rotina de médicos no combate à pandemia, com imagens emocionantes e dramáticas gravadas pelos próprios profissionais do Hospital Geral de Vila Penteado, em São Paulo, entre o fim de maio e o início de junho. UTIs lotadas, decisões difíceis, estresse físico e mental. Diante de tudo isso, a luta incansável por cada paciente. (veja vídeo ao final da reportagem)
Os vencedores serão anunciados em uma cerimônia online em 28 de setembro.
Globo nos Emmys
Em 2011, o Jornal Nacional ganhou a estatueta, pela cobertura da retomada do conjunto de favelas do Alemão pelas forças de segurança do Rio de Janeiro.
Além desse prêmio, a Globo já recebeu outros 17 troféus do Emmy.
O primeiro foi o de “Personalidade Mundial da Televisão”, recebido por Roberto Marinho, em 1976, prêmio que receberia novamente em 1983. Seu filho, Roberto Irineu Marinho recebeu a estatueta em 2014, na mesma categoria.
Em 1981, ganhou com o musical ‘A Arca de Noé’ e em, 1982, com ‘Morte e Vida Severina’. A Globo foi premiada oito vezes por “Melhor Novela”, com ‘Caminho das Índias’ (2009), ‘Laços de Sangue’, coprodução com a SIC, exibida em Portugal (2011), ‘O Astro’ (2012), ‘Lado a Lado’ (2013), ‘Joia Rara’ (2014), ‘Império’ (2015), ‘Verdades Secretas’ (2016) e Órfãos da Terra (2020).
‘A Mulher Invisível’ (2012) e ‘Doce de Mãe’ (2015) venceram na categoria ‘Melhor Comedia’. Fernanda Montenegro recebeu o prêmio em 2013 como ‘Melhor Atriz’ por seu papel em ‘Doce de Mãe’. A Globo também recebeu o prêmio de melhor série no Emmy Internacional Kids 2018, com ‘Malhação: Viva a Diferença’.
Veja os vídeos:
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Aumento de internações por covid deixa hospitais em Manaus à beira de um novo colapso
Categoria Atualidade
Imagens mostram a luta de uma equipe para salvar pacientes em estado grave com Covid-19

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Fonte: G1 Mundo

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Regulador antimonopólio dos EUA apresenta nova queixa contra o Facebook


Autoridades acusam a rede social de abusar de sua posição dominante para desbancar a concorrência. Primeira queixa, no entanto, havia sido rejeitada pela Justiça. Logo do Facebook.
REUTERS/Dado Ruvic
A Comissão Federal de Comércio (FTC), autoridade encarregada de regulamentar a livre concorrência nos Estados Unidos, apresentou uma nova queixa contra o Facebook nesta quinta-feira (19) após ter a primeira acusação negada.
No final de junho, o juiz federal de Washington encarregado do caso, James Boasberg, atendeu ao pedido do Facebook para anular o processo, mas deu prazo para a FTC apresentar novos elementos para o caso.
O Facebook disse que está revisando a nova queixa e irá se pronunciar em breve.
A ação judicial contra o Facebook foi iniciada em dezembro de 2020 em um tribunal federal por parte da FTC e de promotores de 48 estados e territórios americanos.
As autoridades acusam a rede social de abusar de sua posição dominante para desbancar a concorrência e exigir, entre outras coisas, a ruptura com suas filiais Instagram e WhatsApp.
A acusação
A FTC alegou que o Facebook mantém seu domínio nas redes sociais por meio de uma conduta anticompetitiva praticada há muitos anos que resultou em “lucros exorbitantes”.
Foram citadas como partes dessa estratégia as compras dos então rivais em ascensão Instagram e WhatsApp pela companhia – em negócios bilionários fechados em 2012 e 2014, respectivamente. A comissão considera a possibilidade de que as compras tenham de ser desfeitas.
A FTC apontou que as práticas do Facebook resultaram em “lucros exorbitantes” e destacou que, em 2019, a companhia gerou US$ 70 bilhões em receitas e mais de US$ 18,5 bilhões em ganhos.
Na decisão de junho, o juiz escreveu que “a queixa da FTC não diz quase nada de concreto sobre a questão-chave de quanto poder o Facebook realmente tinha e ainda tem”.
“É quase como se a agência esperasse que o tribunal simplesmente acenasse com o senso comum de que o Facebook é um monopólio”, completou.
Vídeos de tecnologia no G1

Fonte: G1 Mundo

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Afegão morto ao cair de avião é jogador da seleção de base, diz agência

De acordo com uma agência de notícias do país, o jogador Zaki Anwari caiu do avião na segunda-feira. VÍDEO: Pessoa cai de avião ao tentar fugir no Afeganistão
Um jogador de futebol do Afeganistão foi quem caiu de um avião norte-americano na segunda-feira (16), de acordo com informações desta quinta-feira (19) da agência de notícias afegã Ariana.
Uma multidão de pessoas que tentava fugir do Afeganistão lotou o aeroporto desde que Talibã assumiu o poder no país no domingo. Algumas das pessoas que estavam na pista tentaram se agarrar à fuselagem do avião quando a aeronave já estava em movimento.
De acordo com a agência Ariana, o jogador, Zaki Anwari, que chegou a ser da seleção de base do país, caiu de um Boeing C-17 da Força Aérea dos EUA, e a morte foi confirmada pelo Diretório Geral para os Esportes.
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Vídeo mostra pessoa caindo de avião decolando do Afeganistão, diz agência
Ainda não se sabe quantas pessoas caíram —há um vídeo que mostra a queda de uma pessoa.
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SANDRA COHEN: O patrimônio cultural do Afeganistão novamente à mercê da selvageria talibã
VÍDEO: Menina tenta pular muro de aeroporto em Cabul
Essa pessoa caiu depois de se pendurar na parte externa de um avião que decolou do aeroporto internacional de Cabul, no Afeganistão, nesta segunda-feira (16), informou a agência de notícias Associated Press (AP).
O aeroporto ainda está sob controle do exército norte-americano. Os voos civis e militares chegaram a ser suspensos, mas foram retomados.
Doze mortos até o momento
Doze pessoas já morreram dentro e ao redor do aeroporto internacional Hamid Karzai desde domingo (15), autoridades do Talibã e da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) disseram à Reuters nesta quinta-feira (19).
Nesta quinta-feira, os Estados Unidos acusaram o Talibã de manter postos de controle ao redor do aeroporto internacional de Cabul e impedir a saída de afegãos que desejam abandonar o país. O governo americano pediu uma passagem livre no local.
Uma autoridade do Talibã afirmou à agência de notícias Reuters que o grupo está “cumprindo sua palavra” e “facilitando a passagem de saída segura não apenas para estrangeiros, mas também para afegãos”.
As mortes foram causadas por tiros e durante tumultos, segundo o talibã que não quis se identificar. Ele pediu às pessoas que ainda estão amontoadas em frente ao aeroporto a voltar para casa caso não tenham o direito legal de viajar. “Não queremos machucar ninguém”.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Fonte: G1 Mundo

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Polícia do Capitólio dos EUA investiga ameaça de bomba

Suspeita é que explosivos tenham sido colocados em caminhão perto da Biblioteca do Congresso americano, na capital Washington. Área foi isolada. A Polícia do Capitólio dos Estados Unidos está investigando uma ameaça de bomba perto da Biblioteca do Congresso americano nesta quinta-feira (19).

Fonte: G1 Mundo