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VÍDEO: Italo Ferreira leva o ouro no surfe nas Olimpíadas de Tóquio


Potiguar é campeão olímpico ao derrotar o japonês Kanoa Igarashi na final do surfe masculino. Título veio com um triunfo por 15.14 a 6.60 com direito a prancha quebrada no início da final. Potiguar é campeão olímpico ao derrotar o japonês Kanoa Igarashi na final do surfe masculino. Título veio com um triunfo por 15.14 a 6.60 com direito a prancha quebrada no início da final.

Fonte: G1 Mundo

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Olimpíada de Tóquio: como o sexismo se reflete no controle dos uniformes das atletas


Caso da seleção norueguesa de handebol, multada no campeonato europeu por se recusar a usar biquíni, reacendeu debate sobre problema antigo. Uniformes dos times masculino e feminino de handebol de praia são bem diferentes
Niclas Dovsjö/Norwegian Handball Federation
“Vamos continuar a lutar, juntos, para mudar as regras de vestuário, para que os atletas possam jogar com as roupas com as quais se sentem confortáveis.”
Essa foi a declaração dada pela Federação Norueguesa de Handebol depois que a equipe feminina da modalidade de praia de seu país foi multada em 1,5 mil euros (cerca de R$ 9,2 mil) ao se recusar a usar biquíni no campeonato europeu.
Um dia antes, uma atleta paralímpica que participava do campeonato inglês de atletismo ouviu de um funcionário da competição que suas roupas eram “curtas demais e mostravam muito”.
Só que o escrutínio ao qual as atletas (e mulheres em geral) são submetidas por causa do que vestem não é novidade.
Relembre, a seguir, alguns dos incidentes que acabaram virando notícia — e sua repercussão.
Equipe de handebol de praia multada por não usar biquíni
Equipe feminina de handebol de praia da Noruega
Reprodução/Twitter
Esse foi o caso mais recente, de julho deste ano. As jogadoras da equipe norueguesa de handebol de praia se queixaram do biquíni usado como uniforme oficial, argumentando que ele restringia os movimentos das atletas, era desconfortável e as hiperssexualizava.
Assim, elas optaram por usar shorts na disputa contra a Espanha pela medalha de bronze do campeonato europeu.
Antes da partida, a Noruega entrou em contato com a Federação Internacional de Handebol e pediu permissão para que suas jogadoras usassem uma alternativa ao biquíni.
O pedido não apenas foi recusado — a federação avisou ao país que a mudança configurava uma violação às regras da competição e, assim, era passível de punição. Assim, quando o time optou por usar shorts durante o jogo, foi multado no equivalente a 150 euros por jogadora.
A Federação Europeia de Handebol aplicou a punição sob a justificativa de que a decisão da Noruega não estava “de acordo com as regras sobre uso de uniformes para os atletas definidas pela Federação Internacional de Handebol para o handebol de praia”.
A reação
Debate sobre código de vestimenta das atletas é tema de debate há muito tempo
Getty Images via BBC
O episódio gerou uma forte reação contrária.
Muitas pessoas questionaram o fato de os jogadores dos times masculinos poderem usar regatas largas e compridas e shorts que vão até próximo ao joelho, quando o mesmo direito é negado às mulheres.
“O mais importante é ter uniformes com os quais os atletas se sintam confortáveis”, argumentou o chefe da Federação de Handebol da Noruega, Kåre Geir Lio, que apoiou as jogadoras e afirmou que a organização arcaria com a multa.
“Em 2021, isso nem deveria ser um problema”, comentou o presidente da Federação Norueguesa de Vôlei, Eirik Sordahl.
Em um tuíte, o ministro da Cultura e do Esporte do país, Abid Raja, afirmou: “É completamente ridículo — uma mudança de atitude é necessária na comunidade esportiva internacional machista e conservadora”.
Em meio à polêmica, a cantora americana Pink se ofereceu inclusive para pagar a multa.
Há muitos anos as atletas reclamam dessa assimetria nos esportes de praia e dizem considerar o biquíni humilhante e pouco prático, do ponto de vista da performance esportiva.
“Todo esporte precisa de regras. O problema é quando temos um conjunto de regras só para mulheres”, disse à BBC a jornalista esportiva Renata Mendonça.
“Isso é sexismo na sua forma mais cristalina. Infelizmente, o sexismo no esporte é ainda muito recorrente e é um dos fatores que explica porque tantas atletas brilhantes abandonam suas modalidades”, afirma a criadora de conteúdo digital e ex-advogada Tova Leigh.
“A questão não é o short. A questão é que mesmo em 2021 as mulheres ainda tendo que ouvir o que podem ou não podem vestir, porque os corpos das mulheres ainda são vistos como objeto para o proveito dos homens, algo sobre o que se tem direito de comentar, de exigir e de decidir”, completa.
“As mulheres no esporte muitas vezes não são levadas a sério, são tratadas como ‘colírio’ [por conta de sua aparência], e não como as atletas profissionais que são”, acrescenta Leigh, que costuma se manifestar nas redes sociais sobre o escrutínio sexista a que os corpos das mulheres são submetidos.
“Não há justificativa razoável para o biquíni. O esporte não vai mudar em nenhum aspecto caso as jogadoras possam jogar de bermuda — se algo mudar, será o fato de que elas vão se sentir mais confortáveis”, concorda Mendonça.
A jornalista é cofundadora da plataforma digital Dibradoras, que visa aumentar a visibilidade das mulheres no esporte dando-lhes a exposição que, segundo ela merecem mas muitas vezes não lhes é dada nas mídias convencionais.
“As competições esportivas foram concebidas para homens — esse tipo de incidente deixa isso claro. Em 2021, os dirigentes de organizações esportivas, geralmente homens brancos, ainda veem as atletas como um adorno, que estão ali apenas para agradar aos homens. Caberia às mulheres decidir qual é o melhor traje para elas. Mas, como são poucas as mulheres em posição de comando nas organizações esportivas, as vozes das atletas não são ouvidas”, afirma.
Outro lado da mesma moeda
Atleta paratleta britânica Olivia Breen ouviu que deveria usar um short ‘mais apropriado’ durante uma competição de atletismo do campeonato inglês
Reprodução/Twitter
O problema enfrentado pela seleção norueguesa não é um caso isolado.
Um dia antes do anúncio da multa, a paratleta britânica Olivia Breen ficou “sem palavras” quando ouviu que deveria usar um short “mais apropriado” durante uma competição de atletismo do campeonato inglês.
O comentário veio de um funcionário do evento, que disse que a parte de baixo do uniforme, semelhante a um biquíni, era “muito curto e mostrava demais”.
A velocista e saltadora, que deve competir na Paraolimpíada de Tóquio em agosto, diz que sua intenção ao compartilhar a experiência era tentar impedir que isso acontecesse a outras pessoas.
Breen descreve sua roupa como a “parte de baixo de um biquíni de cintura alta”.
“Queremos ser o mais leve possível quando estamos competindo, ao mesmo tempo em que nos sentimos confortáveis”, disse ela à BBC. “Eu uso isso há nove anos, nunca tive um problema.”
“Esses dois exemplos podem parecer contraditórios, mas são simplesmente os dois lados da mesma moeda”, pontua Leigh.
“Os corpos das mulheres são tratados e vistos como ‘o problema’. Nossos corpos ou são ‘inadequados’ ou não são ‘entretenimento suficiente’.”
Competindo de hijab
Partida entre a egípcia Doaa Elghobashy e a alemã Kira Walkenhorst na Olimpíada de 2016 gerou mais comentários sobre as vestimentas das atletas do que sobre o jogo em si
Reuters
Essa mesma questão emergiu em 2016, quando uma imagem da Olimpíada do Rio passou a ser amplamente compartilhada e comentada.
Uma foto de duas jogadoras de vôlei de praia, uma do Egito e outra da Alemanha, virou assunto não por causa de suas habilidades esportivas, mas por causa de seus uniformes.
Em alguns jornais, a foto foi usada para ilustrar um aparente “conflito cultural” — leitura que foi enfaticamente refutada por aqueles que argumentavam o contrário, o “poder unificador do esporte”.
A egípcia Doaa Elghobashy foi a primeira jogadora olímpica de vôlei de praia a usar um hijab. Na época, ela comentou: “Uso o hijab há 10 anos… E isso não me afasta das coisas que adoro fazer, e o vôlei de praia é uma delas”.
VEJA TAMBÉM: Usando véu e calça, egípcias estreiam e entram para história olímpica do país
Para muitos, a proporção tomada por uma simples foto chamou atenção para um problema antigo.
“Não importa de que cultura você vem, os corpos das mulheres e a forma como esses corpos são vestidos ainda são vistos como propriedade pública — ou, mais precisamente, propriedade do patriarcado”, escreveu a jornalista britânica Hannah Smith na época.
“Não importa o que você vista para praticar esportes como mulher, você sempre será julgada pelos homens que estão assistindo.”
O macacão de Serena Williams
De volta às quadras depois de retornar de licença-maternidade, a estrela do tênis Serena Williams dedicou seu uniforme no torneio de Roland Garros em 2018 a “todas as mães que tiveram uma gravidez difícil”.
A atleta americana, que foi 23 vezes campeã do Grand Slam, disse que o “macacão” que vestiu na ocasião a fez se sentir uma “rainha de Wakanda”, em referência ao filme Pantera Negra.
Williams descobriria depois, contudo, que não poderia mais usar a roupa na competição. Em entrevista à revista Tennis, o presidente da Federação Francesa de Tênis, Bernard Giudicelli, disse que “é preciso respeitar o jogo e o lugar”. “Acho que às vezes vamos longe demais”, afirmou.
A tenista afirmou que o macacão a ajudou a lidar com problemas de coagulação sanguínea que enfrentava na época e que quase lhe custaram a vida ao dar à luz.
Segundo a atleta, ela chegou a conversar com Giudicelli, explicou que a decisão pelo uniforme diferente “não era grande coisa”. “Se eles sabem que algo é por motivo de saúde, então não há como não aceitarem.”
Marcando posição na Olimpíada de Tóquio
As ginastas alemãs usaram macacões de corpo inteiro na etapa de qualificação da Olimpíada de Tóquio em um posicionamento contra a sexualização da modalidade.
Algumas já tinham usado uniformes semelhantes no campeonato europeu no início deste ano. Na época, a ginasta Sarah Voss afirmou que ela e as colegas queriam fazer com que as jovens se sentissem seguras no esporte.
Os collants são bem diferentes daqueles tradicionalmente usados na ginástica. Até então, as únicas atletas que optavam por cobrir totalmente as pernas o faziam por motivos religiosos.
A equipe alemã usou os macacões de corpo inteiro também durante os treinos na semana passada.
“Queríamos mostrar que toda mulher, todo mundo, deve decidir o que vestir”, disse a ginasta Elisabeth Seitz.
A touca de natação e questão racial
A fabricante de toucas de natação Soul Cap, cujos produtos são desenhados para cabelos com dreadlocks, afros, tramas, extensões de cabelo, tranças, cabelos grossos e encaracolados, tem enfrentado resistência no mundo do esporte — mas a maré pode estar mudando.
As toucas da marca foram proibidas nos Jogos Olímpicos de Tóquio, mas, após a repercussão negativa do episódio, a decisão pode ser reconsiderada para outras competições internacionais.
A Federação Internacional de Natação (Fina) decidiu proibir as toucas sob o argumento de que elas não seguiriam “o formato natural da cabeça”. O comentário gerou uma avalanche de críticas de nadadores, e muitos ressaltaram que a medida poderia inclusive desencorajar atletas negros de participar do esporte.
Após a reação, a Fina afirma estar “revendo a situação”.
É improvável que histórias sobre atletas criticadas pelo que vestem não apareçam nas manchetes no futuro
Mas, para Leigh, o fato de chamar atenção para esses casos é importante. “Temos que mostrar às meninas, desde a mais tenra idade, que o esporte é lugar de mulher”.

Fonte: G1 Mundo

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Sede das Olimpíadas, Tóquio atinge maior número de casos novos de Covid-19 em um só dia


Capital do Japão está em estado de emergência. Segundo agência, autoridades pedem atenção aos hospitais para possível aumento nas internações. Pessoas passam em frente aos anéis olímpicos em Tóquio, no Japão, no domingo (25)
Eugene Hoshiko/AP Photo
Sede dos Jogos Olímpicos, Tóquio registrou nesta terça-feira (27) o maior número de casos de coronavírus em um só dia desde o início da pandemia: foram 2.848 diagnósticos de Covid-19, contra 2.520 registrados em 7 de janeiro, o recorde anterior.
Não há como confirmar que a tendência de alta nos novos casos esteja relacionada às Olimpíadas na capital do Japão — embora mais de 150 pessoas ligadas ao evento tenham contraído o vírus, apesar dos rigorosíssimos protocolos de segurança dos Jogos, que incluem disputas sem público.
Porém, de acordo com a agência Reuters, a situação é preocupante porque autoridades falam em maior procura por atendimento hospitalar, inclusive com pedidos para que hospitais aumentem suas capacidades de atendimento.
O Japão tem conseguido evitar uma explosão no número de mortes, como visto em outros países. A média móvel de novas vítimas da Covid na capital japonesa estava em 1 óbito por dia na segunda-feira. Tóquio tem quase 14 milhões de moradores.
Entretanto, as autoridades sanitárias estão preocupadas com o avanço da variante delta, mais transmissível, e com a lenta vacinação no país sede dos Jogos Olímpicos.
Covid nas Olimpíadas
Pessoas passam em frente aos aros olímpicos instalados na ponte Nippon Bashi em Tóquio, no Japão, nesta quinta (15)
Hiro Komae/AP Photo
Relatório diário divulgado nesta terça pelo comitê organizador local mostra que 153 pessoas ligadas aos Jogos Olímpicos de Tóquio contraíram o coronavírus desde o início do monitoramento, em 1º de julho. Desses, 79 vivem no Japão e 74 são estrangeiros.
Há 19 atletas ou treinadores entre os infectados, inclusive a dupla da República Tcheca no vôlei de praia masculino, que acabou perdendo de WO um dos jogos que disputaria por causa do teste positivo em um dos atletas.
Dias antes da abertura, o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, elogiou os protocolos rígidos adotados nos Jogos, mas ressaltou que “não existe risco zero”. Veja no VÍDEO abaixo.
Diretor da OMS destaca agilidade em identificar casos de Covid para sucesso das Olimpíadas

Fonte: G1 Mundo

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O Assunto #503: A pandemia dos não-vacinados


Depois de um 2020 trágico, os Estados Unidos entraram em rota de superação do coronavírus graças, sobretudo, ao maior estoque de doses de vacina do planeta. Assim imunizaram quase metade da população, mas a partir daí a campanha começou a ratear, e a variante delta, a ganhar terreno. Hoje, casos, hospitalizações e óbitos estão de novo em alta no país. Você pode ouvir O Assunto no G1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou no sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio.
Depois de um 2020 trágico, os Estados Unidos entraram em rota de superação do coronavírus graças, sobretudo, ao maior estoque de doses de vacina do planeta. Assim imunizaram quase metade da população, mas a partir daí a campanha começou a ratear, e a variante delta, a ganhar terreno. Hoje, casos, hospitalizações e óbitos estão de novo em alta no país. E governadores e prefeitos de diversas localidades se inclinam por duas medidas que prometem gerar resistências: restabelecer o uso obrigatório de máscaras e exigir imunização de servidores públicos. Neste episódio, o correspondente da Globo Tiago Eltz descreve a disparidade de cobertura vacinal entre os Estados americanos e o papel do movimento antivacina na construção dessa realidade ameaçadora. Participa também a epidemiologista Fátima Marinho, da organização Vital Strategies. Ela resgata as origens do movimento, apontando onde mais ele é forte no mundo. E, para mostrar o contraste, analisa dois casos de imunização homogênea e com bons resultados na América do Sul: Chile e Uruguai.
O que você precisa saber:
Especialista da Casa Branca fala em ‘direção errada’ na pandemia e diz considerar volta do uso de máscara por vacinados
Religioso que zombava de vacinas nas redes morre por Covid-19 nos EUA
França vai exigir certificado para ir a restaurantes e vai impor vacinação a profissionais de saúde
EUA mantêm restrições a viajantes vindos do Brasil, União Europeia e Reino Unido por conta da variante delta
SANDRA COHEN: Uruguai vislumbra o horizonte sem Covid

O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Giovanni Reginato. Neste episódio colaboraram também: Gabriel de Campos, Ana Flávia Paula e Victor Paz. Apresentação: Renata Lo Prete.

Comunicação/Globo
O que são podcasts?
Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.
Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…
Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

Fonte: G1 Mundo

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Geração Rayssa: as meninas que se inspiram na fadinha do skate


Medalha histórica nas Olimpíadas de Tóquio inspira meninas skatistas ao redor do Brasil a ‘voarem alto’. Fadinha: conheça a trajetória de Rayssa Leal, a sensação brasileira no skate
A medalha de prata de Rayssa Leal nas Olimpíadas de Tóquio brilhou nos olhos das meninas skatistas pelo Brasil. Em 2015, quando a garotinha de 6 anos viralizou vestida de fada em cima de um skate pelas ruas de Imperatriz (MA), sua mensagem já era potente: garotinhas como ela podiam realizar o que quisessem. Seis anos depois, o legado da mais jovem medalhista das Olimpíadas em 85 anos pavimenta os caminhos para uma geração de atletas possíveis. Assim como a Fadinha, elas esperam voar alto. O G1 as ouviu.
Veja, abaixo, relatos de garotas skatistas que se inspiram em Rayssa Leal.
“Quero andar igual a ela”
Luana Poli, 12 anos, Campo Grande
Luana
Guilherme Poli/Arquivo Pessoal
Luana Poli, de 12 anos, se apaixonou pelo skate há um ano e meio. Autodidata, ela pratica suas manobras em Campo Grande e Bonito, MS. Contando com o apoio da família, ela viu o sonho de disputar as Olimpíadas como algo possível após acompanhar Rayssa Leal ‘voando’ nas pistas de Tóquio.
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Conheça a trajetória da sensação brasileira no skate
“Parece que foi grande o negócio”, brincou atleta em entrevista
“O estilo dela é muito top”
Nicolle Campos, 6 anos, João Pessoa
Inspirada por Rayssa Leal, pilota de motocross de 6 anos começa a praticar skate
Aos seis anos de idade, a paraibana Nicolle Campos já participou e três campeonatos de motocross e foi segundo e terceiro lugar na categoria mini motos. Ela também pratica kart e compartilha sua rotina nos esportes radicais em um perfil de mais de 24 mil seguidores administrado pela mãe, Fabiana Nascimento. Mas agora um skate velho em sua casa e as manobras da ‘Fadinha’ têm roubado a atenção de Nicolle. Segundo a mãe da menina, em todos os torneios que participou até agora, a piloto é a mais nova e a única menina a competir.
“Vão ter muitas quedas, mas é preciso acreditar”
Carol Bandeira, 17 anos, Teresina
Skatistas piauienses se inspiram em medalhista olímpica brasileira de 13 anos
Essa foi a mensagem que ficou com Carol Bandeira, 17 anos, quando viu a medalhista de prata roubar os holofotes nas Olimpíadas. A skatista do Piauí tinha 14 anos quando teve seu primeiro contato com a modalidade. Na primeira vez em que viu uma competição, em 2017, ficou maravilhada pela presença de meninas no esporte. Ela diz que tem muita vontade de se destacar no esporte, mas falta apoio para viagens e equipamentos. Além de Rayssa Leal, uma de suas grandes referências é a skatista piauiense Isa Corleone, que aprendeu skate assistindo tutoriais do esporte pela internet.
“Manobras brabas”
Sofia Godoy, 12 anos, Porto Alegre
Sofia Godoy se inspira na medalhista Rayssa Leal para se profissionalizar no skate
A chegada do skate aos Jogos Olímpicos e a medalha da brasileira Rayssa Leal permitiram que a skatista Sofia Godoy, da Região Metropolitana de Porto Alegre, sonhasse com sua vez nas Olimpíadas. “Ela é uma inspiração pra mim e pra outras garotas também. Eu tô treinando muito pra isso e tenho certeza que vou conseguir meus objetivos”, resumiu, em entrevista ao G1.
“Somos capazes de fazer qualquer coisa.”
Luana Vicente, 16 anos, Santos.
Skatista amadora Luana Vicente de Araújo Gonçalves, de 16 anos, estava na Praça Palmares
Thiago D’Almeida/G1
A campeã paulista de skate Luana Vicente, de 16 anos, treina suas manobras na Praça Palmares, em Santos. O local já foi frequentado pelo brasileiro Kelvin Hoefler e o cantor Chorão. Mas apesar das inspirações, a conquista de Rayssa tem um significado especial para a Luana: “É maravilhoso para gente e deixou o skate feminino mais poderoso ainda. Mostra que somos capazes de fazer qualquer coisa”, comenta.
Prata no skate, Rayssa Leal inspira meninas em praça frequentada por Chorão e Kelvin
“Me chamavam de Fadinha, mas eu disse que esse era o nome da Rayssa e que o meu era Francesinha do Skate.”
Lívia Botella, 8 anos, Macapá
Francesinha do skate se inspira em Rayssa Leal, prata da Tókyo 2020: ‘fiquei viciada nela’
Já a pequena Lívia Botella, de 8 anos, confessa que é “viciada” em Rayssa Leal. Ela teve seu primeiro contato com o esporte em 2020 e, desde então, é a sensação da Praça do Skate em Macapá. Fã da medalhista, Lívia já chegou a ser comparada com a “Fadinha”, mas já inventou o seu próprio apelido: “Francesinha do skate”, uma referência à sua dupla nacionalidade. Filha de mãe brasileira e pai francês, a menina sonha em um dia conhecer a skatista que a inspirou a se jogar no esporte.
VÍDEOS: Fadinha Rayssa Leal nas Olimpíadas

Fonte: G1 Mundo

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Beatrix von Storch: quem é a líder da extrema-direita alemã que se reuniu com Bolsonaro


Parlamentar é neta de ministro de Hitler e expoente do partido conservador nacionalista AfD. Ela já chamou imigrantes de ‘horda de estupradores’ e defendeu que polícia abrisse fogo contra mulheres e crianças que tentassem entrar no país. Beatrix von Storch e o marido em encontro com Bolsonaro no Palácio do Planalto
Arquivo pessoal/BBC
“Ao contrário do que diz a imprensa, ele é humilde, amável e bem humorado no trato pessoal.” A descrição sobre o presidente Jair Bolsonaro foi feita pela líder da extrema direita alemã Beatrix Von Storch.
Em suas redes sociais, ela publicou na segunda-feira (26) fotos nas quais aparece abraçada ou em reunião com um sorridente Bolsonaro.
Neta do ministro das Finanças de Adolf Hitler, Lutz Graf Schwerin von Krosigk, ela é uma das principais expoentes do polêmico partido nacionalista-conservador Alternativa para a Alemanha (AfD, na sigla em alemão).
E esteve no Brasil nos últimos dias, segundo ela mesma, “para conquistar aliados para o AfD”.
“Para enfrentar com êxito a esquerda, os conservadores também precisam se conectar melhor internacionalmente. O Brasil é uma potência emergente e, além dos Estados Unidos e da Rússia, pode ser um parceiro estratégico global que nos permita construir o futuro juntos”, disse von Storch.
Em Brasília, a deputada alemã se encontrou com a presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) e com o também deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), considerado o articulador internacional do pai com figuras da direita global, como o ex-estrategista de Donald Trump, Steve Bannon.
Em resposta à visita de von Storch a Bia Kicis, o Museu do Holocausto afirmou que “é evidente a preocupação e a inquietude que esta aproximação entre tal figura parlamentar brasileira e Beatrix von Storch representam para os esforços de construção de uma memória coletiva do Holocausto no Brasil e para nossa própria democracia”.
Bolsonaro tenta estreitar relações com Israel e chegou a prometer a transferência da embaixada brasileira para Jerusalém — um ato que os países árabes considerariam como afronta —, algo que jamais cumpriu.
O que pensa von Storch?
Eduardo Bolsonaro em jantar com o ex-estrategista de Trump Steve Bannon, o conservador britânico Nigel Farage e a âncora da Fox News Laura Ingraham, em 2020
Arquivo pessoal/BBC
Crítica do atual presidente americano, Joe Biden, e apoiadora de Trump, Von Storch já foi integrante do Parlamento europeu e, atualmente, ocupa uma cadeira no Congresso alemão.
Em sua trajetória política, ela se envolveu em episódios mundialmente rumorosos — alguns dos quais lhe renderam investigação por possível violação da lei contra crimes de ódio da Alemanha.
Em dezembro de 2017, sua conta na rede Twitter chegou a ser suspensa depois que ela questionou a decisão do Departamento de Polícia da cidade alemã de Colônia de postar saudações de fim de ano também em árabe.
“O que diabos há de errado com este país? Por que a página oficial da polícia tuíta em árabe? Eles estão tentando pacificar as hordas de homens bárbaros, muçulmanos e estupradores?”, escreveu a parlamentar.
Em 2016, ela defendeu que a polícia alemã abrisse fogo contra imigrantes, incluindo mulheres e crianças, que tentassem entrar ilegalmente na Alemanha, algo que a chanceler Angela Merkel classificou como “absurdo”.
Descendente do grão-ducado de Oldenburg, que mais tarde comporia a Alemanha, Von Storch é opositora do casamento homoafetivo e contrária à existência do bloco da União Europeia. Ela já advogou, em entrevista à BBC, em 2018, que seria um ato patriótico dos alemães ter mais bebês dada a baixa natalidade na nação.
“A Alemanha não é o único país com problemas demográficos na Europa. Se os outros países quiserem levar um, dois, quatro milhões de imigrantes ilegais africanos para os seus países para resolver o problema demográfico, façam isso. Nós não queremos. Nós não achamos que isso resolve nosso problema. Isso está nos causando problemas”, afirmou a parlamentar alemã.
Para quais planos von Storch e o AfD precisam do Brasil como aliado?
Além de se reunir com o presidente brasileiro, von Storch esteve com os deputados Eduardo Bolsonaro e Bia Kicis
Arquivo pessoal/BBC
Apesar de ter tido alta hospitalar poucos dias antes de receber von Storch no Planalto, o presidente Bolsonaro devotou à deputada alemã cerca de uma hora, tempo suficiente para que, nas palavras da líder política, ele a impressionasse “com sua compreensão clara dos problemas da Europa e dos desafios políticos do nosso tempo”.
Em seu post, nas redes sociais, ela é mais clara sobre quais assuntos seriam esses. Em primeiro lugar, von Storch tem se mostrado uma crítica do processo alemão de substituição das formas de produção de energia elétrica mais poluentes, como a nuclear e a fóssil, para alternativas mais limpas, um esforço da atual gestão germânica para cumprir as metas de cortes nas emissões de CO² do país. Ela também costuma caracterizar ONGs que militam por causas ambientais, como o Greenpeace, como criminosas.
Sob pressão dos Estados Unidos para se comprometer com metas ambiciosas de redução do desmatamento, o governo brasileiro não apresentou até agora um plano para conter o problema — que assumiu ritmo acelerado na gestão atual.
Bolsonaro já disse que havia uma indústria de multas ambientais e que essas mesmas ONGs contra qual von Storch se manifesta “criam narrativas” para disputar o controle sobre o destino da floresta brasileira.
Von Storch mencionou ainda ter falado com o mandatário brasileiro sobre como movimentos sociais, tais quais Black Lives Matter ou Antifas, formam “redes internacionais para colocar os conservadores contra a parede”.
Nisso, von Storch ecoa Trump, o maior aliado internacional de Bolsonaro até ser apeado da Casa Branca em janeiro de 2021 e que chegou a criminalizar movimentos por direitos civis negros e antifascistas.
Von Storch afirmou ainda compartilhar com Bolsonaro a oposição ao Pacto Global de Migração, um instrumento internacional lançado pela Organização das Nações Unidas e aprovado por 150 países em 2018 para facilitar processos de migração regular e garantir documentos e atendimento humanitário a migrantes irregulares.
Em 2019, o Brasil, que foi um dos signatários, deixou o pacto. O ex-chanceler brasileiro Ernesto Araújo afirmou que ele era “um instrumento inadequado para lidar com o problema (da imigração)”. “A imigração não deve ser tratada como questão global, mas sim de acordo com a realidade e a soberania de cada país”, disse Araújo.
A migração é um tema fundamental para a AfD já que catapultou eleitoralmente a legenda. O partido surgiu em 2013 e ficou de fora da representação no Parlamento alemão em sua primeira eleição, porque não chegou aos 5% de votação nacional necessária para compor o Legislativo.
E embora não tenha surgido como defensor de pautas da extrema-direita, a agremiação rapidamente adotou bandeiras contra a migração e o Islã, capturando um mal-estar na sociedade alemã, que passou a receber um grande influxo de marroquinos, argelinos, tunisianos, entre outros, a partir de 2015, em meio às agitações populares da Primavera Árabe.
Hoje, o AfD é a maior força de oposição no Parlamento alemão, com 86 cadeiras. O partido também construiu seu sucesso desafiando tabus e flertando com o racismo.
Alexander Gauland, co-presidente do AfD, já foi criticado por declarar que os alemães deveriam ter “orgulho” de seus soldados em ambas as guerras mundiais.
Embora as unidades SS, ramo militar do partido nazista alemão, fossem notórias pelas atrocidades alemãs na Segunda Guerra Mundial, as forças armadas regulares também cometeram muitos crimes de guerra.
Frauke Petry, outra das expoentes do partido, já tentou reabilitar o uso do termo da era nazista Völkisch, derivada da palavra alemã para povo e sequestrada pelo regime hitlerista para designar aqueles que eles viam como pertencentes à raça ariana.
Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Fonte: G1 Mundo

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VÍDEOS: Fadinha Rayssa Leal nas Olimpíadas

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Chefe do WhatsApp diz que software de espionagem Pegasus usou brecha no app para atacar autoridades

Em entrevista ao jornal britânico ‘Guardian’, Will Cathcart disse que pessoas em posições importantes de governos estavam entre as 1.400 usuários do aplicativo de mensagens que foram alvos do malware do NSO Group e pediu criação de um órgão responsabilização internacional. Will Cathcart, chefe do WhatsApp, disse em entrevista ao jornal britânico “Guardian” no último sábado (24) que autoridades de governos aliados dos Estados Unidos estavam entre as 1.400 pessoas que foram alvo do software de espionagem Pegasus, criado pela empresa israelense NSO Group.
O vírus utilizou uma vulnerabilidade no recebimento de chamadas do aplicativo entre abril e maio de 2019 – a falha em questão foi corrigida no mesmo ano.
A vítima não precisaria sequer atender a ligação para que o ataque fosse concluído, de acordo com apresentações feitas por representantes da empresa israelense obtidas pelo jornal “Financial Times” em 2019.
SAIBA MAIS: Macron, da França, outros dois presidentes e três primeiros-ministros podem ter sido espionados
Jornalistas, políticos e ativistas são alvos de espionagem de programa que invade celulares
A revelação foi feita após reportagens indicarem que jornalistas, grupos de ativistas e políticos de oposição de 50 países podem ter tido seus smartphones invadidos por um programa espião.
Software é vendido a governos
O NSO Group afirma que o Pegasus é vendido apenas para agências governamentais que são aprovadas por Israel e que é usado somente para perseguir terroristas e grandes criminosos. Além disso, a empresa diz que não tem acesso aos dados de seus clientes.
A Forbidden Stories, uma organização sem fins lucrativos de Paris, e da Anistia Internacional, conseguiram uma lista de 50 mil números que podem ter sido invadidos pelo vírus da empresa israelense NSO Group, que é vendido para governos.
A presença de um telefone não significa que alguém foi alvo ou teve o celular invadido, de acordo com o consórcio de jornais que divulgou a história. Porém, o Laboratório de Segurança da Anistia Internacional examinou 67 smartphones que havia suspeita de ataques e identificou 23 ataques bem-sucedidos e 14 sinais de tentativas de ataque.
Cathcart disse haver paralelos entre o ataque contra os usuários do WhatsApp em 2019 e as reportagens que indicam que inúmeras pessoas foram alvo do programa.
Ele acredita que o número de 50 mil telefones não seja exagerado, já que 1.400 pessoas foram alvo de uma vulnerabilidade do WhatsApp em um período de duas semanas em 2019.
“Isso nos mostra que durante um longo período de tempo, durante um período de vários anos, o número de pessoas sendo atacadas é muito alto”, disse ele ao Guardian.
Quando o WhatsApp diz que acredita que seus usuários foram “alvo”, isso significa que a empresa tem provas de que um servidor NSO tentou instalar o malware no celular de um usuário.
Ele também disse que governos deveriam criar um sistema de responsabilização para empresas que criam malwares.
“O NSO Group alega que um grande número de governos está comprando seu software, ou seja, mesmo que seu uso seja mais controlado, esses governos estão financiando isso. Será que eles devem parar? Deveria haver uma discussão sobre quais governos estavam pagando por este software?”, disse Cathcart.
O Facebook, dono do WhatsApp, entrou na Justiça em 2019 contra o NSO Group alegando que seus termos de serviço foram violados.
A empresa israelense afirmou na ocasião que não atua diretamente na aplicação de suas tecnologias e que somente os fornece aos seus clientes, que operam o produto.
Isso foi contestado pelo Facebook, que diz ter evidências de que a criadora do software de espionagem também auxiliou em sua operação.
Ao “Guardian”, um porta-voz do NSO Group disse que a companhia “faz o melhor para ajudar a criar um mundo mais seguro”.
“O senhor Cathcart tem outras alternativas que permitem às autoridades policiais e agências de inteligência detectar e prevenir legalmente atos maliciosos de pedófilos, terroristas e criminosos usando plataformas de criptografia de ponta a ponta? Se sim, ficaríamos felizes em saber”, completou.
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Fonte: G1 Mundo

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VÍDEO mostra o resgate de mãe e bebê atropelados nos EUA


Motorista foi detido e estava bêbado quando atingiu uma barbearia. Mãe e filha foram levadas para o hospital com ferimentos, mas não correm risco de vida. VÍDEO mostra o resgate de mãe e bebê atropelados nos EUA
Uma bebê e sua mãe foram resgatadas nos Estados Unidos após um motorista perder o controle, avançar sobre as duas e invadir uma barbearia em Yonkers, município localizado a cerca de 30km ao norte da cidade de Nova York (veja no vídeo acima).
O incidente ocorreu na sexta-feira (23), por volta das 8h30 da manhã. Imagens de câmeras de segurança mostram o motorista fazendo uma curva em alta velocidade antes de se chocar contra um veículo estacionado e arrastar mãe e filha que atravessavam a rua pela vidraça de uma barbearia.
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Reprodução/Dpto. de Polícia de Yonkers
Agentes do Departamento de Polícia de Yonkers que faziam uma ronda pela região disseram em um comunicado ter escutado a batida e por isso teriam conseguido chegar ao local do acidente em poucos minutos, antes mesmo de alguém chamar pelo serviço de emergência.
Com a ajuda de pessoas que passavam pela região, eles conseguiram erguer o carro e tirar a mãe e filha de baixo da lataria. As duas foram levadas ao hospital com ferimentos – a mãe quebrou uma perna e a bebê teve traumatismo craniano –, mas elas não correm risco de vida.
O motorista, identificado como David Poncurak, de 46 anos, e morador da cidade, foi detido em flagrante sob a acusação de conduzir embriagado. No veículo foram encontradas garrafas de bebidas alcoólicas vazias e ele foi submetido a testes para medir o nível de álcool no sangue.

Fonte: G1 Mundo

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Tóquio se prepara para a passagem do tufão Nepartak; Olimpíadas mudam horários de competições


Finais do surfe foram adiantadas por conta da mudança no tempo. A organização dos jogos decidiu adiar as provas de remo e tiro com arco por conta da tempestade que poderá trazer ventos de até 100km/h. Equipe de remo dos EUA treina no mar de Tóquio em 18 de julho de 2021
Jae C. Hong/AP/Arquivo
A capital do Japão se prepara, nesta segunda-feira (26), para a passagem do tufão Nepartak, previsto para tocar o país na próxima terça (27), segundo o serviço meteorológico japonês.
A organização das Olimpíadas de Tóquio já anunciou uma série de mudanças nos horários das competições por conta da tempestade que poderá trazer ventos de até 100km/h.
As finais do surfe foram adiantadas para evitar a mudança no tempo. Já as provas do remo e tiro com arco precisaram ser adiadas para depois da passagem do tufão.
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Rota do tufão Nepartak, no Japão
Arte/G1
A trajetória prevista para o Nepartak parece evitar a cidade de Tóquio, sede da maior parte dos jogos. No entanto, alterações nas ondas e marés poderia afetar a realização de alguns esportes.
Fortes rajadas de vento são esperadas na terça, portanto as condições podem ser impraticáveis para o remo, por exemplo, disse a organização olímpica.
Toda a região da capital está sob alerta amarelo para tempestades, o mais baixo na escala japonesa. A temporada de tufões no Japão geralmente começa em maio e termina em outubro.
VÍDEOS: Furacões, tufões e tempestades

Fonte: G1 Mundo