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Quem é Naomi Osaka, ativista e estrela do tênis com direito a série na Netflix a boneca Barbie


Filha de imigrantes, Naomi acendeu a pira dos Jogos de Tóquio nesta sexta. Ela foi a primeira japonesa a conquistar um Grand Slam de tênis. Naomi Osaka acende a pira olímpica em Tóquio
REUTERS/Mike Blake
A tenista japonesa Naomi Osaka, de 23 anos, é uma das atletas mais populares das Olimpíadas de Tóquio e do mundo do esporte. E não é para menos: primeira japonesa a conquistar um Grand Slam de tênis, Naomi tem usado a fama para levantar questões socais, como desigualdade racial e saúde mental.
Filha de imigrantes – sua mãe é japonesa e o pai é haitiano -, Naomi nasceu no Japão, mas migrou para os Estados Unidos aos 3 anos, onde vive até hoje.
Apesar disso, ela escolheu representar seu país de origem durante os Jogos de Tóquio. Nesta sexta-feira (23), ela acendeu a pira olímpica e se tornou a primeira tenista a protagonizar o simbólico ato da cerimônia de abertura.
Durante o torneio US Open de 2020, onde foi ouro, Naomi usou diferentes máscaras com os nomes de vítimas de racismo nos Estados Unidos.
No último torneio de Roland Garros, ela decidiu não participar das coletivas de imprensa para evitar estresse, segundo a tenista. Criticada e acusada de estrelismo, ela informou que passava por problemas com sua saúde mental e, para se resguardar, optou por não participar mais do torneio. No comunicado divulgado em suas redes sociais, ela pediu “empatia”.
Além de ativista dentre e fora das quadras, Naomi também é pop: somente em julho, ela foi capa da revista Vogue Hong Kong, lançou um documentário na Netflix e ganhou até uma boneca Barbie.
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Pioneira no tênis
Naomi Osaka caminha para acender a tocha olímpica durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão
Stefan Wermuth/Reuters
Vencedora de quatro títulos de Grand Slam – quando se tornou a primeira japonesa a conquistar um Grand Slam de tênis ela tinha apenas 20 anos -, Naomi é e atual tenista número 2 do mundo.
No ano passado, ela venceu o Laureus na categoria mais importante, Esportista de 2020. O prêmio é considerado o Oscar do esporte.
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Fonte: G1 Mundo

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Ginastas alemãs marcam posição com uniformes que cobrem todo corpo em Tóquio


As atletas usaram uma roupa que combina collants e leggings que se estende aos tornozelos nos treinos em Tóquio. Elas podem escolher vesti-los novamente quando as competições começarem. Imagem publicada por Elisabeth Seitz em um perfil em uma rede social
Reprodução/Elisabeth Seitz
Ginastas da equipe feminina da Alemanha decidirão se usarão uniformes que cobrem o corpo inteiro na classificatória de domingo nas Olimpíadas de Tóquio, após serem elogiadas por vesti-los no passado em uma posição contra a sexualização do esporte que praticam.
A equipe alemã usou macacões fúcsia –uma combinação entre collants e leggings que se estende aos tornozelos– nos treinos em Tóquio na quinta-feira (22) e disse que podem escolher vesti-los novamente quando as competições começarem.
Ginastas brasileiros participam do treino de pódio
“Queremos mostrar que todas as mulheres, qualquer uma, devem decidir o que usar”, disse Elisabeth Seitz, que competirá pela terceira vez nos Jogos.
Nos últimos anos, o esporte tem sido abalado por casos generalizados de abusos sexuais e físicos, incluindo nos Estados Unidos, o que gerou reflexão e a introdução de novos protocolos de segurança para proteger atletas.
A equipe alemã usou o uniforme de corpo inteiro no Campeonato Europeu em abril, uma medida que foi muito elogiada por outras ginastas.
“Isso não significa que não queremos mais usar o collant normal”, disse Seitz, de 27 anos. “É uma decisão tomada dia a dia, com base no que sentimos e no que queremos. No dia da competição, decidiremos o que vestir.”
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Fonte: G1 Mundo

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Haiti realiza funeral do presidente assassinado Jovenel Moise


Viúva que foi ferida durante operação de bando armado para matar Moise está presente na cerimônia cercada de forte esquema de segurança. Morte trouxe à tona diferenças regionais do país. Soldados guardam o caixão de Jovenel Moise, presidente assassinado do Haiti, durante o funeral oficial iniciado nesta sexta-feira (23)
AFP/Valerie Baeriswyl
O funeral nacional do presidente assassinado do Haiti, Jovenel Moise, começou nesta sexta-feira (23) na cidade de Cap Haitien, com uma cerimônia sob forte esquema de segurança.
A cidade do Departamento Norte do Haiti estava relativamente calma pela manhã, após um dia tenso na quinta-feira. A polícia foi colocada nas ruas.
Moise, morto em 7 de julho por um comando armado em sua casa na capital, Porto Príncipe, era natural da região vizinha ao seu local de sepultamento, também no norte.
Seu caixão, coberto pela bandeira nacional e pela faixa presidencial, foi exposto em uma esplanada adornada com flores, e é guardado por soldados das Forças Armadas do Haiti.
Representantes de delegações estrangeiras, corpos diplomáticos e membros do governo se revezavam para apresentar suas condolências.
A viúva do presidente, gravemente ferida no ataque noturno, estava presente, com um braço na tipoia, após ter sido tratada em um hospital na Flórida, no sul dos Estados Unidos.
Familiares e amigos oferecem condolências à primeira-dama Martine Moise e seus filhos durante a cerimônia católica de vigília fúnebre do presidente Jovenel Moise em Cap-Haitien, em 22 de julho de 2021
Valerie Baeriswyl / AFP
Até o momento, mais de 20 pessoas foram presas pelo ataque, a maioria colombianos, e a polícia afirma que o plano foi organizado por haitianos com ligações fora do país e ambições políticas. Porém, o caso continua obscuro, com muitas perguntas sem resposta.
O Haiti é atormentado pela insegurança e pelas gangues, um flagelo que foi agravado durante a presidência de Moise.
Sua morte reacendeu tensões históricas entre o norte do Haiti e o oeste, onde fica a capital, Porto Príncipe. Entre outros fatores, existe um antigo antagonismo entre os negros descendentes de escravos do norte e os mestiços, também chamados mulatos, do sul e do oeste.
Os moradores do norte lembram que Moise é o quinto chefe de Estado daquela região a ser assassinado no oeste, depois de Jean-Jacques Dessalines, Cincinnatus Leconte, Vilbrun Guillaume Sam e Sylvain Salnave.
Alguns chegaram a erguer barricadas nas estradas que levam a Cabo Haitiano para impedir que as pessoas da capital comparecessem ao funeral.
Médico Ariel Henry, de 71 anos, toma posse como primeiro-ministro do Haiti
Por enquanto, o país não tem um parlamento funcional e poucos senadores eleitos. O governo interino instalado nesta semana não tem presidente.
Moise governou o país, o mais pobre das Américas, por decreto depois que as eleições legislativas de 2018 foram adiadas devido a várias disputas.
Além das eleições presidenciais, legislativas e locais, o Haiti tinha marcado para setembro um referendo constitucional, que já foi adiado duas vezes devido à pandemia do coronavírus.

Fonte: G1 Mundo

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Tóquio 2020 x Rio 2016: veja as diferenças na cerimônia de abertura


Os Jogos Olímpicos de Tóquio começam oficialmente nesta sexta (23) após adiamento de um ano por causa da pandemia de Covid-19. Veja as diferenças em relação à olimpíada do Rio em 2016. Vista externa do Estádio Olímpico de Tóquio e do Maracanã durante queima de fogos nas cerimônias de abertura de Tóquio 2020 e Rio 2016
Kim Kyung-Hoon/Reuters; Pilar Olivares/Reuters
Fotos mostram as diferenças durante o hasteamento da bandeira do país sede na abertura dos Jogos Olímpicos do Rio 2016 e de Tóquio 2020
Antonio Bronic/Reuters; Phil Noble/Reuters
Arquibancada – Por causa da pandemia de Covid-19, que adiou os Jogos Olímpicos de Tóquio para 2021, a cerimônia de abertura foi realizada sem público
Stefan Wermuth/Reuters; Martin Bureau/AFP
Vista geral do Estádio Olímpico de Tóquio e do Maracanã durante as cerimônias de abertura de Tóquio 2020 e Rio 2016
Pawel Kopczynki/Reuters; Fabrizio Bensch/Reuters
Fotos mostram a entrada da delegação brasileira durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e Tóquio 2020
Juan Mabromata/AFP; Martin Bureau/AFP
Pita Taufatofua, o ‘besuntado de Tonga’, durante a entrada da delegação do país nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e Tóquio 2020
Matt Slocum/AP; Mike Blake/Reuters

Fonte: G1 Mundo

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Cuba nega ‘repressão contra o povo’ e critica sanções americanas


Ministro de Relações Exteriores de Cuba negou que manifestantes tenham sido presos em seu país. Carros revirados em Havana após protestos contra o governo de Cuba, no domingo (11).
YAMIL LAGE / AFP
O governo de Cuba classificou as sanções anunciadas na quinta-feira (22) por Washington contra seu ministro da Defesa como caluniosas.
O regime também negou que tenha havido na ilha “um ato de repressão contra o povo” durante os protestos do último dia 11.
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Os Estados Unidos impuseram sanções ao ministro cubano Álvaro López Miera e a uma unidade policial contra motins pela repressão às manifestações populares recentes na ilha.
O ministro de Relações Exteriores cubano, Bruno Rodríguez, afirmou que não houve em Cuba “um ato de repressão contra o povo, como não houve nenhuma explosão social”.
“As sanções são irrelevantes, porque me consta que esse ministro não possui contas em bancos americanos e nunca me disse que estava interessado em fazer turismo em Miami, mas são relevantes a partir da implicação política agressiva”, declarou o ministro em entrevista coletiva.
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Milhares de cubanos saíram às ruas de mais de 40 cidades de Cuba em 11 e 12 de julho para protestar, entre outras coisas, contra a situação ruim da economia e pelo fim da ditadura na ilha.
O país vive uma crise econômica e também enfrenta o aumento de infecções e mortes por Covid-19.
Número oficial de presos não é revelado
As manifestações foram consideradas “pacíficas” pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA, que, ao condenar “a repressão estatal e o uso da força”, relatou pelo menos uma morte e 151 pessoas presas ou com paradeiro desconhecido. A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, pediu a libertação urgente de todos os detidos.
O ministro não quis informar o número de detidos durante as manifestações, mas afirmou que a maioria foi libertada e que não há nenhum menor de idade preso. Também assinalou que, em todos os casos, foi respeitado o devido processo, com a assistência de advogados.
“Foram divulgadas listas de desaparecidos, declaro aqui que elas são absolutamente falsas e nego que haja um caso sequer”, enfatizou Rodríguez. Houve denúncias publicadas nas redes sociais de detidos e pessoas não localizadas.
O presidente americano, Joe Biden, ou funcionários do seu governo “não têm absolutamente nenhuma autoridade moral para pedir que sejam libertadas pessoas presas em Cuba”, disse ele.
Pouco antes, Rodríguez havia publicado em uma rede social que os EUA “deveriam aplicar a si próprios a Lei Global Magnitsky, pelos atos de repressão cotidianos e brutalidade policial, que custaram 1.021 vidas em 2020”.
A Lei Magnitsky permite que os EUA sancionem estrangeiros suspeitos de violações graves dos direitos humanos ou corrupção em larga escala, e foi citada pelo Tesouro americano para justificar as sanções.
Além de López Miera, o Tesouro anunciou que bloqueou os interesses e propriedades da Brigada Especial Nacional do Ministério do Interior de Cuba. Segundo a instituição, as sanções correspondem a supostos abusos dos direitos humanos ocorridos durante as manifestações recentes na ilha.
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Fonte: G1 Mundo

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Xi Jinping é o 1º presidente da China a visitar o Tibete em 31 anos


Durante a presidência de Xi Jinping, a China ampliou sua influência na América Latina
Getty Images via BBC
Xi Jinping está há dois dias em visita oficial à região do Tibete, a primeira de um presidente chinês em 31 anos, informou a agência de notícias chinesa Xinhua nesta sexta-feira (23).
A viagem coincide com o 70º aniversário da invasão do Tibete pelas tropas comunistas, data que é considerada pelo governo chinês como uma “libertação pacífica”.
Devido à delicada situação política do Tibete, apenas um presidente foi à região desde a criação da República Popular da China, em 1949: Jiang Zemin, em julho de 1990.
Xi Jinping chegou na quarta-feira (21) à cidade de Nyingchi, no sudeste da região autônoma. Ele já havia estado no Tibete em julho de 2011, mas como vice-presidente.
Segundo imagens divulgadas pela televisão nacional, Xi desceu do avião presidencial cumprimentando uma multidão vestida com trajes tradicionais que agitava bandeiras chinesas.
O presidente teve “uma calorosa recepção por parte de funcionários locais de alto escalão e das massas populares de todos os grupos étnicos”, afirmou a emissora de televisão estatal CCTV.
Segundo nota oficial divulgada sobre a visita, o presidente pediu o reforço da “unidade nacional” e do “patriotismo” no Tibete.
“É primordial fortalecer as interações e os intercâmbios entre os diferentes grupos étnicos”, disse o presidente, citado pela CCTV.
Xi Jinping também convocou a população a “defender o território nacional”, em um contexto de tensões fronteiriças com a vizinha Índia, mais de um ano depois de confrontos entre estas duas potências asiáticas.
Xi foi de trem para Lhasa, a capital tibetana, na quinta-feira, e visitou o Potala, o palácio do Dalai Lama, líder espiritual dos tibetanos que vive exilado na Índia desde 1959.
De acordo com o movimento pró-tibetano Campanha Internacional pelo Tibete, os habitantes de Lhasa disseram que sofreram “controles incomuns em seus movimentos” antes da visita. Também foram mencionados bloqueios de estradas e aumento da vigilância policial.
Desde os distúrbios antichineses de 2008, Pequim investiu milhões de dólares no Tibete, na esperança de conter a influência do Dalai Lama. Apesar disso, a insatisfação não desapareceu e acontecem imolações esporádicas de monges budistas leais ao Dalai Lama.
bys/bar/sbr/lb/erl/tjc/tt

Fonte: G1 Mundo

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Zâmbia antes do Brasil? Entenda a lógica da ordem de entrada das delegações olímpicas em Tóquio


Com algumas exceções, como a Grécia e o Japão, a ordem de entrada é determinada pelo alfabeto do país sede. Bruninho e Ketleyn representando o Brasil
André Durão
A delegação do Brasil foi a 152ª a desfilar na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio, de um total de 205 países. Por que a Zâmbia desfilou antes do Brasil?
Abertura das Olimpíadas de Tóquio acontece nesta sexta-feira (23)
A sequência de entrada segue a lógica do alfabeto do país sede —no caso, o Japão.
No Japão, há uma forma de reproduzir em forma escrita as sílabas fonéticas chamada hiragana. O ordenamento começa com as vogais e depois as consoantes. Há uma ordem entre as consoantes, que segue com k, g, s, z, t, d, n, h, b, p, m, y, r, w.
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Há algumas exceções na ordem das delegações, no entanto.
A primeira delegação a marchar é a da Grécia. Isso sempre acontece. A Grécia da Antiguidade inventou os Jogos Olímpicos e, na era contemporânea, os primeiros jogos aconteceram lá.
Neste ano, os segundos no estádio são os refugiados, que disputam pelo time “Comitê Olímpico Internacional”.
O Japão foi o último —a tradição é que o país sede sempre fecha o desfile das delegações.
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Fonte: G1 Mundo

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Você está vendo a abertura das Olimpíadas de Tóquio? Responda o quiz

Teste seus conhecimentos sobre a cerimônia de abertura dos Jogos de Tóquio 2020. Você está vendo a abertura das Olimpíadas de Tóquio 2020?

Fonte: G1 Mundo

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Cuidado com os filhos contará para aposentadoria das mães na Argentina

Criação de cada filho contará como até três anos de serviço para os 30 que são exigidos para poder se aposentar. Argentina: cuidar dos filhos vai contar para aposentadoria das mães
O governo da Argentina decidiu reconhecer a dedicação das mães. O cuidado com os filhos vai contar como tempo de serviço na hora em que a mulher pedir aposentadoria.
A medida vai beneficiar de forma imediata ao redor de 155 mil mulheres mães com idades entre 60 e 64 anos, ou seja, já na faixa etária para se aposentar, mas que não têm os 30 anos de contribuição exigidos por lei.
Em agosto, todas as mães argentinas vão poder contar como tempo de serviço para a previdência a dedicação materna seguindo alguns critérios. Veja abaixo:
será incluído um ano de contribuição para cada filho
serão incluídos dois anos de contribuição para cada filho adotado
serão incluídos três anos de contribuição para cada filho com deficiência
Além disso, as mães que recebem algum tipo de benefício de assistência social, como o equivalente ao Bolsa Família, poderão acrescentar mais 2 anos por filho.
A ideia do governo é reconhecer o cuidado que as mães tiveram dedicando tempo aos seus filhos e, em muitos casos, tiveram de interromperam a trajetória da carreira por causa disso.

Fonte: G1 Mundo

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Deslizamentos de terra deixam 76 mortos após chuvas na Índia


Dezenas de pessoas estão desaparecidas no estado de Maharashtra, no oeste da Índia. Chuvas intensas também bloquearam várias estradas e fizeram o rio Vashishti transbordar. Equipes de resgate procuram por sobreviventes após desabamento de uma casa devido a um deslizamento de terra em meio a fortes chuvas em Mumbai, na Índia, em 18 de julho de 2021
Niharika Kulkarni/Reuters
Ao menos 76 pessoas morreram e dezenas estão desaparecidas após deslizamentos de terra causados por chuvas torrenciais das monções no estado de Maharashtra, no oeste da Índia.
A magnitude dos danos dificulta os trabalhos de resgate. Os deslizamentos bloquearam várias estradas, inclusive a rodovia entre Mumbai, a capital de Maharashtra, e Goa.
As 24 horas ininterruptas de intensas chuvas também fizeram o rio Vashishti transbordar. Alguns bairros da cidade de Chiplun, a cerca de 250 km de Mumbai, estão sob 3,5 metros de água.
O desabamento de prédios é “comum” na Índia durante as monções, que acontecem entre junho a setembro, quando estruturas frágeis e em mau estado de conservação cedem após dias seguidos de chuvas.

Fonte: G1 Mundo