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Tocantins registra 250 colisões de veículos com postes nos primeiros seis meses de 2022


As cidades com mais acidentes deste tipo são Palmas, Araguaína, Porto Nacional, Gurupi e Paraíso do Tocantins, segundo a Energisa. Acidente aconteceu na tarde desta sexta-feira (12) em Guaraí
Energisa/Divulgação
Nos seis primeiros meses deste ano, ocorreram 250 acidentes em que motoristas colidiram com postes no Tocantins. Os dados são de levantamento feito pela Energisa, que adiantou que em julho, foram registrados pelo menos 79 acidentes com postes no estado.
O último caso aconteceu nesta sexta-feira (12). Um poste foi atingido por um veículo em Guaraí, região centro-norte do estado. De acordo com a concessionária de energia, a batida deixou mais de 50 moradores por volta das 15h. As equipes fizeram a substituição do poste.
As cidades com mais colisões deste tipo são Palmas (57), Araguaína (27), Porto Nacional (17), Gurupi (13) e Paraíso do Tocantins (10).
Apesar da quantidade, o número de acidentes registrados no primeiro semestre é menor que no mesmo período de 2021, quando 293 postes foram “atropelados” por motoristas. A redução é de 14,6% em acidentes.
Riscos e prejuízo
Casos de colisão com poste pode representar riscos para quem colidiu com a estrutura e ainda afetar o fornecimento de energia, como aconteceu nesta sexta-feira (13) em Guaraí. A depender do local do poste, pode atingir cerca de 20 mil clientes, segundo a empresa.
“A principal orientação de segurança no caso de acidente com poste é manter-se dentro do veículo, caso seja possível, e acionar o Corpo de Bombeiros e a Energisa. É importante que as pessoas que presenciarem o acidente também mantenham a distância”, reforçou a coordenadora de Saúde e Segurança da Energisa Tocantins, Luciana Teixeira.
Também há prejuízos para quem causa o acidente. A substituição dos postes pode custar de R$ 3 mil a R$ 30 mil, caso tenha transformador e outros equipamentos. A instalação pode levar de três a quatro horas.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

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Testes para varíola dos macacos: veja tira-dúvidas sobre como fazer, onde conseguir e os requisitos


Além da rede pública, iniciativa privada também se mobiliza para oferecer exames específicos, que ainda não têm o aval da Anvisa. Autorização pode abaixar custos dos testes, que não são cobertos por planos. Na foto, microbiologista segura amostra para ser testada para a varíola dos macacos no Laboratório de Saúde Pública de Utah, nos Estados Unidos, no dia 29 de julho.
Rick Bowmer/AP
O Brasil contabilizava, segundo o Ministério da Saúde, 2.415 casos confirmados de varíola dos macacos (monkeypox) até o dia 9 de agosto. A testagem para a doença ainda não é oferecida de forma ampla no país: o governo tem oito laboratórios de referência para análise das amostras. Até o dia 9, haviam sido realizados 6.986 exames diagnósticos da doença na rede pública.
Abaixo, nesta reportagem, veja os seguintes pontos sobre os testes:
Como estão sendo feitos os testes para varíola dos macacos (monkeypox) no Brasil?
Os planos de saúde são obrigados a cobrir a testagem?
Que testes existem para detectar a varíola dos macacos?
A testagem pode ser feita pelo sangue, com testes de antígenos ou de anticorpos (sorologia)?
Estou com sintomas. Como eu consigo um teste?
Se eu estiver com suspeita ou recebi um diagnóstico positivo, o que devo fazer?
O que é um caso ‘suspeito’?
O que é um caso ‘provável’?
O que é um caso ‘confirmado’?
O que é um caso ‘descartado’?
Existe subnotificação de casos da varíola dos macacos (monkeypox)?
1) Como estão sendo feitos os testes no Brasil?
Segundo o Ministério da Saúde, o diagnóstico para a varíola dos macacos é feito exclusivamente por um teste do tipo PCR seguido de sequenciamento viral de partes específicas do vírus.
Esse sequenciamento é necessário nos casos em que o teste PCR não identifica diretamente o vírus da varíola dos macacos – e sim o gênero ao qual ele pertence, o dos Orthopoxvirus (veja detalhes na pergunta 3).
Conforme informações obtidas pelo g1 junto ao Ministério da Saúde, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), os exames são realizados em todos os pacientes notificados que se enquadrarem na definição de caso suspeito (veja detalhes mais abaixo) e que tenham amostras clínicas coletadas.
A amostra é coletada com um cotonete (swab) caso as manchas estejam em vesícula (veja imagem abaixo). Quando as lesões estão em crosta, a amostra é coletada por raspagem da ferida ou por um fragmento dela.
Imagens mostrando exemplos de erupções cutâneas e lesões causadas pelo vírus da varíola dos macacos
REUTERS
Até 6 de agosto, conforme informações disponíveis no site do Ministério da Saúde, oito laboratórios de referência eram responsáveis por processar amostras e diagnosticar a varíola dos macacos no Brasil.
2) Os planos de saúde são obrigados a cobrir a testagem?
Além da rede pública, alguns laboratórios privados no país estão realizando testagens. Por ora, diferentemente dos testes rápidos para Covid-19, os planos de saúde NÃO são obrigados a cobrir os procedimentos.
Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou ao g1, como o oferecimento dos testes na rede privada ainda é “incipiente” e depende dos kits de testagem que precisam ser aprovados pela Anvisa, os testes não constam atualmente no rol de cobertura obrigatória pelas operadoras de saúde.
O g1 também entrou em contato com os principais laboratórios de análises clínicas do país, com a Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica), entidade que reúne cerca de 30 redes de medicina diagnóstica, e a Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), que representa a indústria dos importadores e distribuidores de diagnóstico.
“Cada laboratório está tendo sua velocidade, mas eu diria que apenas os maiores estão, nesse momento, com condições de fazer um teste in-house [desenvolvidos pelos próprios laboratórios]. Então fica algo restrito a poucos centros”, afirma Carlos Eduardo Gouvêa, presidente executivo da CBDL.
3) Quais testes existem para detectar a varíola dos macacos?
Existem dois tipos de teste PCR que podem ser feitos para identificar a varíola dos macacos, explica Helio Magarinos Torres Filho, diretor do laboratório Richet Medicina & Diagnóstico, no Rio de Janeiro.
O primeiro deles identifica três vírus do gênero Orthopoxvirus: o da varíola humana, varíola bovina e o da varíola dos macacos.
Na foto, microbiologista testa amostra para varíola dos macacos no Laboratório de Saúde Pública de Utah, nos Estados Unidos, em 29 de julho.
Rick Bowmer/AP
“Este teste tem sido usado em alguns lugares, levando em consideração que a varíola [humana] foi erradicada e a varíola bovina não afeta humanos, um resultado positivo tem grandes chances de ser monkeypox [varíola dos macacos], mas tem de ser confirmado com um teste específico”, esclarece Torres Filho.
Existe, ainda, uma segunda opção de teste, específico para o vírus da varíola dos macacos. Segundo o Ministério da Saúde informou ao g1, esse é o teste usado para diagnóstico da doença no sistema público.
“No começo, a gente não tinha reagentes específicos para monkeypox – tinha para orthopoxvírus. Só que os reagentes que eu tenho não diziam, no PCR, que era monkeypox. Dizia, se fosse positivo, que era [do gênero] orthopox. Então sequenciava e via se era monkeypox. Hoje em dia, a gente reagentes específicos para monkeypox, então não há necessidade de sequenciar”, explica a virologista Clarissa Damaso, chefe do Laboratório de Biologia Molecular de Vírus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Ainda não há registro comercial de testes na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) específicos para a monkeypox. Por isso, os que estão sendo usados foram desenvolvidos pelos próprios laboratórios – o que é chamado de desenvolvimento “in-house” – e não podem ser comercializados.
Até o dia 11, a Anvisa avaliava seis pedidos de registro de testes comerciais para diagnóstico da doença.
O que diz a OMS?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta que o teste para diagnosticar a varíola dos macacos seja genérico para o gênero Orthopoxvirus ou, preferencialmente, específico para o vírus da varíola dos macacos.
Depois do PCR, a entidade também orienta que seja feito o sequenciamento do vírus, para determinar a epidemiologia da doença e o grupo genético (clado) ao qual ele pertence, ou seja, sua origem.
Existem dois grupos genéticos (ou clados) conhecidos da varíola dos macacos: um é o clado dois, do oeste da África, que mata em menos de 1% dos casos; é o que está circulando no Brasil e em outros países não africanos. Já o o outro grupo genético, o clado um, vem da Bacia do Congo, na África Central, e tem uma taxa de letalidade que chega a 10% dos casos.
4) A testagem pode ser feita pelo sangue, com testes de antígenos ou de anticorpos (sorologia)?
De forma geral, não.
Segundo o Ministério da Saúde, o resultado dos testes do tipo PCR em amostras sanguíneas geralmente é inconclusivo, por causa da curta duração do vírus no sangue. Por isso, esses testes não devem ser feitos de forma rotineira.
Já os testes de antígeno e de anticorpos (sorologia) não fornecem confirmação específica para a varíola dos macacos, disse a pasta. Por isso, eles “não são recomendados para diagnóstico ou investigação de casos”, informou o ministério, acrescentando que esses testes devem ser usados apenas se os sinais clínicos da doença forem claros e objetivos.
“Dependendo da apresentação clínica, pode não haver uma viragem sorológica. A sorologia não é um bom método para diagnosticar monkeypox. O melhor é detectar o vírus nas lesões por PCR”, reforça Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). “É provável que novos exames sorológicos sejam desenvolvidos, com melhor sensibilidade”.
“Não é feito o teste sorológico, no sangue, porque não tem. Simples”, explica o infectologista Alexandre Zavascki, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
“É uma doença que, como estava restrita à África, basicamente, não tinha nenhuma pesquisa ou interesse em desenvolver técnicas diagnósticas mais simples. Certamente já estão, agora, desenvolvendo testes sorológicos. A questão [é] quando vai ficar disponível para ser usado comercialmente, clinicamente”, avalia.
A Universidade Federal de Goiás (UFG) criou um teste rápido para detectar o vírus. A cientista Gabriela Duarte, que trabalhou no desenvolvimento, explica que o teste é similar ao PCR, mas feito de forma mais rápida.
“É um teste molecular, que detecta o DNA do vírus. Similar ao PCR, que amplifica o DNA do vírus. Só que a técnica que utilizamos, chamada LAMP, faz essa amplificação mais rápida, por ser realizada em temperatura constante”, diz (veja vídeo abaixo).
UFG desenvolve teste rápido e mais barato para detectar a varíola dos macacos
Assim como o PCR, o teste desenvolvido pela universidade também funciona melhor com amostras coletadas das lesões de pele do paciente.
Duarte explica, entretanto, que o teste ainda precisa ser validado, com um grande número de amostras, para determinar a sua sensibilidade – capacidade do teste de identificar o vírus na amostra quando ele está presente – e especificidade – capacidade do teste de apontar um resultado positivo apenas para as amostras que têm o vírus procurado, ou seja, não “confundir” com outros vírus eventualmente encontrados.
Por usar insumos nacionais, o exame também é barato, mas, por enquanto, não há planos de comercialização.
“A UFG não tem intenção de escalar o teste em escala industrial. Somos um laboratório de pesquisa. Nossa função é desenvolver o teste. Estamos iniciando conversas com o setor público de saúde de Goiás”, afirma Duarte.
A virologista Clarissa Damaso, da UFRJ, vê vantagens em se criar um teste rápido para a doença.
“O teste rápido iria ajudar bastante, porque, se os próprios estados tivessem, eles já não mandariam tantos casos [para os laboratórios de referência] que acabam sendo negativos. Certamente, isso facilitaria”, avalia.
5) Estou com sintomas. Como eu consigo um teste?
No SUS, para ser testado, o paciente precisa passar por uma consulta médica.
“O acesso a teste de monkeypox ainda é bem mais restrito do que o acesso inicial, até, [ao] da Covid mesmo”, comenta Alexandre Zavascki, da UFRGS.
Depois, o caso suspeito é notificado à vigilância epidemiológica local, que vai dar as orientações para coleta das amostras.
“A testagem varia de local para local, porque os fluxos são estaduais nesse caso”, completa Bruno Ishigami, infectologista de Recife.
“Aqui em Pernambuco, o caso suspeito deve ser notificado, o município onde o paciente foi notificado vai realizar a coleta – que é um swab das lesões de pele, das lesões da mucosa – e [é] enviado para o laboratório central, que é o Lacen, o laboratório onde tem a capacidade para processar essas amostras”, explica.
“Não existe grande disponibilidade de testes, assim como hoje existem pra Covid, mas lembra o cenário de outras doenças infectocontagiosas, ou até da própria Covid no início da pandemia. As testagens ficam em locais mais restritos”, completa Ishigami.
Na rede privada, porém, como destaca a Abramed, esse exame não precisa de prescrição médica, mas é recomendado que seja indicado por um profissional de saúde após avaliação.
6) Se eu estiver com suspeita ou recebi um diagnóstico positivo, o que devo fazer?
Os especialistas ouvidos pelo g1 orientam que, em caso de suspeita de varíola dos macacos (veja detalhes mais abaixo), a pessoa já fique em isolamento até a confirmação ou descarte do caso.
Se o diagnóstico for positivo, é preciso, então, fazer o isolamento até que as lesões estejam totalmente curadas. Isso é importante porque, mesmo quando já estão com uma “casquinha”, ou seja, a crosta, elas continuam sendo infecciosas.
“O isolamento deve ser realizado por cerca de 3 semanas ou até a completa cicatrização das lesões. Isso significa que a transmissão ocorre enquanto houver lesões (o que inclui as crostas). Ainda não sabemos da viabilidade da transmissão através de fluidos sexuais após a resolução da lesão cutânea”, explica Jamal Suleiman, infectologista do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo.
“A pessoa tem que se afastar das atividades escolares e de trabalho”, completa.
“Tem que cair a casquinha, voltar de novo a pele, e daí não é mais transmissível. E isso vai de 14 a 28 dias – é um período bem longo”, completa Alexandre Zavascki, da UFRGS.
A OMS orienta as seguintes medidas para evitar a transmissão da doença em casa:
ficar em um cômodo separado;
usar um banheiro separado ou limpar após cada uso;
limpar as superfícies tocadas com frequência com água e sabão e um desinfetante doméstico e evitar varrer/aspirar: isso pode espalhar as partículas do vírus e infectar outros;
usar utensílios, toalhas, roupas de cama e eletrônicos separados;
lavar sua própria roupa, levantando roupas de cama, roupas e toalhas com cuidado e sem sacudi-los, colocar os materiais em um saco plástico antes de levá-lo à máquina e lavá-los com água quente, acima de 60°C;
abrir janelas para uma boa ventilação;
incentivar todos na casa a limparem as mãos regularmente com água e sabão ou um desinfetante para as mãos à base de álcool.
“É um isolamento diferente, porque é um isolamento de contato”, comenta Zavascki. “A princípio, o isolamento não precisa ser isolamento respiratório [como o da Covid], mas é um isolamento de contato, então tem que cuidar [do] compartilhamento de objetos no domicílio”, exemplifica.
7) O que é um caso ‘suspeito’?
Ainda segundo o Ministério da Saúde, uma pessoa é considerada um caso “suspeito” de monkeypox se, desde 15 de março de 2022, teve início súbito de:
febre;
gânglios inchados (adenomegalia);
erupção, caroços ou inchaço na pele;
lesões de pele típicas da varíola dos macacos (veja imagem abaixo).
Imagem de pessoa infectada pela varíola dos macacos
Reprodução/TV Anhanguera
8) O que é um caso ‘provável’?
O caso se torna provável para a varíola dos macacos quando, além dos critérios de um caso suspeito, a pessoa atende a um dos seguintes pontos:
teve exposição próxima e prolongada a alguém infectado sem usar proteção respiratória nos 21 dias anteriores ao início dos sintomas;
teve contato físico direto com alguém infectado – incluindo contato sexual – nos 21 dias anteriores ao início dos sintomas;
teve contato com materiais contaminados – como roupas ou roupas de cama – de alguém que é um caso provável ou confirmado de monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sintomas;
tem histórico de viagem para um país onde a monkeypox é endêmica ou com casos confirmados da doença nos 21 dias anteriores ao início dos sintomas;
ainda não tem confirmação laboratorial.
9) O que é um caso ‘confirmado’?
O caso de monkeypox passa a ser confirmado quando a pessoa com suspeita da doença tem uma confirmação laboratorial – em teste do tipo PCR – de que está infectada.
10) O que é um caso ‘descartado’?
O Ministério da Saúde classifica como caso “descartado” um caso suspeito que:
não atende ao critério de confirmação para a varíola dos macacos (não tem uma confirmação laboratorial do vírus);
ou que tenha o diagnóstico – clínico ou laboratorial – confirmado para outra doença.
11) Existe subnotificação de casos da varíola dos macacos (monkeypox)?
Para a virologista Clarissa Damaso, da UFRJ, é possível haver subnotificação de casos da doença no Brasil, por vários fatores: um deles é que os sintomas da doença têm aparecido de forma diferente – e por vezes mais branda – da vista no continente africano, o que leva a algumas consequências.
“Sempre que tem casos brandos de qualquer infecção, há subnotificação. Isso aí é claro. Se você está com uma lesãozinha, acha que é uma espinha, você não vai procurar um médico por causa daquilo, não está se sentindo mal, e pode ser um caso de monkeypox que passe subnotificado”, lembra.
“Toda vez que a gente tem manifestações clínicas tanto atípicas quanto mais brandas, há um aumento de subnotificação. Eu não sei qual o tamanho da subnotificação, mas toda subnotificação, de qualquer infecção, é ruim, porque a única maneira de a gente conter uma infecção é saber onde estão os casos – ainda mais uma infecção com uma transmissão dessa, que é por contato, onde a pessoa tem que permanecer em isolamento”, acrescenta Damaso.
A virologista também acredita que é difícil determinar se essa eventual subnotificação é maior ou menor do que a vista nos casos de Covid, por exemplo.
“Eu acho que não dá muito para comparar Covid com monkeypox. São vírus completamente diferentes, de transmissão completamente diferente, manifestação clínica também”, diz.

Fonte: G1 Tocantins

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Paraíso faz Dia ‘D’ de vacinação antirrábica neste sábado (13) e abre oito postinhos para imunizar cães e gatos; veja locais


Animais que tenham a partir de 3 meses podem ser imunizados. Pontos ficam abertos até às 17h; confira. Cães e gatos podem ser vacinados em Paraíso do Tocantins
Davi Andrade Melo/Prefeitura de Paraíso do Tocantins
A Prefeitura de Paraíso do Tocantins realiza neste sábado (13) o dia ‘D’ de vacinação antirrábica. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, oito Unidades Básicas de Saúde estão abertas para a imunização de cães e gatos. Os pontos ficam abertos até às 17h.
Podem ser vacinados cães e gatos com mais de três meses de vida. Conforme a prefeitura, a cidade tem aproximadamente 8 mil animais para serem imunizados. Para garantir a vacina basta levar o animal em um dos postinhos abertos. Os locais são os seguintes:
Unidade Básica de Saúde Araci Aires Parente- SESPE
Unidade Básica de Saúde Enfermeira Deca- Milena
Unidade Básica de Saúde Gentil Costa- Leste
Unidade Básica de Saúde Clovis Carneiro Campos- Vila Regina
Unidade Básica de Saúde Ursulino Costa- Oeste
Unidade Básica de Saúde Moarcir da Paixão- Santa Clara
Unidade Básica de Saúde Juceneuza Lobo Alencar- Su
Academia de Saúde do setor Jardim Paulista
A Campanha de Vacinação começou no dia 8 de agosto e a previsão é que o encerramento aconteça no dia 23 de setembro.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é assassinado a tiros em bar na região sul de Palmas

Crime aconteceu no Jardim Aureny III. Um homem foi assassinado na madrugada deste sábado (13) em um bar da região sul de Palmas. Segundo a Polícia Militar (PM), a vítima foi atingida por vários tiros. O suspeito fugiu.
O crime aconteceu no Jardim Aureny III por volta de 00h50 e após os disparos testemunhas chamaram a polícia. Quando os militares chegaram encontraram a vítima com perfurações. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas apenas constatou o óbito.
Segundo informações de testemunhas à PM, o suspeito atirou cinco vezes. Ele fugiu e não tinha sido preso até a última atualização desta reportagem. A perícia foi realizada e o corpo da vítima foi levado ao Instituto Médico Legal (IML).
O caso é investigado pela Polícia Civil.
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Fonte: G1 Tocantins

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Saúde Municipal investiga 187 casos suspeitos de dengue registrados em uma semana


Neste ano, Palmas já registrou 9.619 casos da doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Limpeza de quintais pode evitar criadouros do Aedes aegypti
Raíza Milhomem/Prefeitura de Palmas
O monitoramento das arboviroses na capital identificou que em uma semana, 187 pessoas estavam com suspeita de dengue. Os dados são de 31 de julho a 6 de agosto. Neste ano, Palmas já registrou 9.619 casos da doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
Além da dengue, na mesma semana foram identificados 57 suspeitas de chikungunya e 14 de zika. Não há casos suspeitos de febre amarela. Os dados tiveram redução, já que entre 24 e 30 de julho, a capital teve 204 casos suspeitos de dengue, 87 de chikungunya e sete de zika.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), em 2022 além das confirmações de dengue, 1.937 pessoas tiveram chikungunya e uma foi confirmada para zika.
Para que os casos continuem reduzindo, a Semus reforça que a população acabe com os locais com água parada em suas casas e no entorno, para que o mosquito não se prolifere.
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Cuidados contra o Aedes
Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
Mantenha lixeiras tampadas;
Deixe os tanques utilizados para armazenar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água.
Trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
Mantenha ralos fechados e desentupidos;
Lave com escova os potes de comida e de água dos animais, no mínimo uma vez por semana;
Retire a água acumulada em lajes;
Dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em vasos sanitários pouco usados e mantenha a tampa sempre fechada;
Evite acumular entulho, pois podem se tornar criadouros do mosquito.
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Fonte: G1 Tocantins

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Representante do TO no Miss Brasil Plus Size fala sobre amor próprio e sonho de desfilar na SPFW: ‘Quero ser notada’


Jennifer Azevedo, de 36 anos, se prepara para participar do concurso no mês de setembro, em Maceió. Em entrevista, ela fala sobre comentários ofensivos, representatividade e amor próprio: ‘Eu sempre me amei’. Jennifer representa o Tocantins no Miss Brasil Plus Size 2022
Glauber Matos/Divulgação
Jennifer Azevedo, tem 36 anos, é moradora de Palmas e esbanja amor próprio. É ela quem vai representar o Tocantins no concurso Miss Brasil Plus Size 2022, entre 12 e 16 de setembro, em Maceió. Em entrevista ao g1, a influenciadora falou sobre a aceitação, representatividade, comentários ofensivos e o sonho de desfilar na São Paulo Fashion Week: ‘Quero ser notada’.
Linda, confiante e agora, com uma faixa e uma coroa de miss na cabeça. O sorriso não cabe no rosto. É que o sonho de infância da influenciadora finalmente está ganhando forma.
“Eu falo que o sonho de miss é um sonho de menina. Toda menina sonha, é um sonho de princesa, a coroa, o vestido, a faixa. Sempre amei fotografar, desfilar. Aos 7 anos, fiz meu primeiro curso de modelo. Era bailarina quando menor, tudo isso envolve esse sonho”.
Miss Tocantins Plus Size 2022
Glauber Matos/Divulgação
Para alguns, é mais um concurso de beleza. Já Jennifer encara como uma grande oportunidade de representar e influenciar milhares de mulheres Brasil afora.
“Esse concurso vai ser diferente. É o miss com mulheres que valem a pena conhecer, que tem histórias para contar, que vão ajudar na vida de outras pessoas. Eu já sinto o peso de representar o meu estado e de ser a representante de uma causa maior”.
A moradora de Palmas conta que se surpreendeu quando foi convidada pela organização para participar do concurso. Durante os dias do evento, as candidatas terão que mostrar toda a beleza, simpatia e habilidade nos desfiles com traje típico, roupas de banho e de gala. Além disso, as candidatas participarão de entrevistas ao vivo, ensaios fotográficos e workshops.
“Estamos tendo mentorias semanais com orientações sobre passarela e postura. Também tenho estudado mais sobre as minhas causas, conversado com outras mulheres e cuidado mais da minha beleza”, disse sorrindo.
Jennifer Azevedo tem 36 anos e mora em Palmas
Glauber Matos/Divulgação
Faltando um mês para o início do evento, a ansiedade toma conta da Miss Plus Size Tocantins. Dias atrás, ela se produziu para tirar as fotos oficiais e já sentiu o peso da coroa.
“Eu fui fazer as fotos oficiais e a ansiedade estava a mil. Na hora que eu coloquei a coroa, foi um peso. Eu falei: ‘Meu Deus, não tem como voltar atrás, agora é foguete, é só para frente’. Foi uma sensação de responsabilidade grande, a ansiedade está batendo na porta”.
Amor próprio
Ao contrário de muitas mulheres, Jennifer não precisou passar pelo processo de aceitação. Ela lembra que desde muito nova aprendeu a amar o seu jeito e as próprias curvas.
“Toda mulher gorda tem um olhar da sociedade virado para ela. Eu sempre tive um ponto positivo porque eu sempre me amei. É surreal, é fora da realidade, as pessoas que convivem comigo sabem que nunca deixei de usar biquíni por conta do meu corpo, nunca deixei de usar roupa, nunca deixei de ir para algum lugar, eu nunca tive isso”.
Apesar da autoestima elevada e do amor próprio, a miss confessa que eram comuns comentários ofensivos direcionados a ela.
“Eu sempre ouvia comentários, como: ‘Quem é fulana? Aquela gorda?’ Algumas pessoas falavam para o meu esposo, quando namorávamos: ‘Como você namora com uma menina gorda?’. Mas graças a Deus isso nunca me afetou, sempre tive apoio da família, minha mãe sempre me colocou para cima, para cantar, para dançar, para participar, sempre falava que eu era linda. Essa base é importante”.
Jennifer Azevedo lembra comentários ofensivos, mas diz que sempre se amou
Glauber Matos/Divulgação
Jennifer nasceu em Anápolis (GO) e já morou no Pará e em Minas Gerais. Há 14 anos se mudou para o Tocantins. Trabalhou em lojas de roupas, até que pediu demissão e resolveu trilhar o seu próprio caminho. Atualmente, investe na carreira de modelo e influenciadora digital.
Recentemente, participou da campanha de uma loja em Palmas e o projeto abriu portas. Ela passou a fazer parcerias com outras empresas. Nas redes sociais busca contribuir com informações sobre as tendências no mundo da moda.
“Já tem alguns anos que o mercado plus tem crescido grandemente e isso nos ajuda. Quando as mulheres se aceitam, empresários começam a entender que precisam fabricar roupas ideais para essas mulheres. Nós gostamos de moda, queremos usar cores, não apenas o preto. Queremos viver essa moda atual, isso fez com que o mercado desse uma acelerada”.
A esperança é que concursos como esse valorizem as modelos plus size. O sonho de Jennifer é brilhar ainda mais e, quem sabe, espalhar beleza, autoestima e amor em desfiles nacionais.
“Já pensou em me ver desfilando na São Paulo Fashion Week? Temos que jogar longe, é uma oportunidade, o mercado está aí, eu quero ser notada porque se eu for notada, o estado do Tocantins vai ser olhado e eu vou levar mais meninas comigo”, finalizou.
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Fonte: G1 Tocantins

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Escola de Palmas recebe ação de vacinação contra Covid-19 e paralisia infantil neste sábado (13)


Equipes da Secretaria Municipal de Saúde estarão na Escola Estadual Professora Elizângela Glória Cardoso das 8h às 12h. Também haverá imunização contra outras doenças para atualização do cartão de vacina. Em Palmas, vacinação contra a Covid-19 está disponível para a população acima de 12 anos
Raiza Milhomem/Prefeitura de Palmas
Mais uma ação de vacinação será realizada em Palmas para imunizar a população contra a Covid-19 e poliomielite e outras doenças. Neste sábado (13), as equipes da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) estarão na Escola Estadual Professora Elizângela Glória Cardoso, na localizada na ACSU-SO 40 (Quadra 401 Sul), das 8h às 12h.
De acordo com a Semus, podem iniciar o ciclo vacinal ou receber os reforços alunos, pais professores, equipe administrativa e moradores das quadras da região. A imunização faz parte de um dia de atividades oferecidas pela Escola, que também vai incluir doses para atualização do cartão de vacinação.
Para receber as proteções, o cidadão deve comparecer ao local com documentos pessoais (RG, CPF), cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e cartão de vacina.
Em Palmas, estão disponíveis a primeira e a segunda dose contra a Covid-19 para população de 3 a 11 anos. A terceira dose é para a população de 12 a 39 anos e a quarta para as pessoas acima de 40 anos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Bebê de oito dias é salvo por bombeiros após se engasgar durante a amamentação


Criança ficou sem fôlego e os pais não sabiam como agir. Por sorte, dois alunos do curso de formação dos bombeiros que moram no mesmo condomínio, em Palmas, ajudaram o casal. Bombeiros que fazem curso de formação salvaram o bebê em Palmas
Bombeiros/Divulgação
Era para ser mais um momento calmo de amamentação, mas em questão de segundos a moradora de Palmas Érica Martins Lima Paz e o marido, o advogado André Jesus, perceberam que o filho estava engasgado. Se não fosse a ação rápida de dois alunos do Curso de Formação de Praças do Corpo de Bombeiros, a criança de apenas oito dias não teria sobrevivido.
O caso aconteceu por volta das 22h50 de quarta-feira (10). A criança começou a perder o fôlego e no desespero de não saber como agir, o casal só conseguiu lembrar que os vizinhos de condomínio eram bombeiros e poderiam salvar a criança.
“É algo que acontece muito rápido. É um desespero enorme. Você está amamentando e a criança fica sem respirar, fica roxa”, relatou Érica. “Mas graças a Deus os bombeiros estavam aqui do lado e salvaram a vida do nosso filho. Somos gratos a eles”, completou a mãe.
Os ‘anjos da guarda’ da criança são os bombeiros Victor Bringel de Sousa, de 22 anos, que é de Goiás, e Rafael Umbuzeiro Santos, de 25 anos, da Bahia. Eles moram no mesmo condomínio que o casal, na Arso 43 (407 Sul), e se dividiram nas tarefas de atender o bebê e ainda acalmar os pais, que estavam desesperados.
Conforme a corporação, eles fizeram manobras aprendidas durante o curso de formação para desengasgo da criança. “Continuei até que o bebê colocasse o leite para fora. Isso me tranquilizou, pois vi que o trabalho estava dando certo”, disse o Rafael Umbuzeiro. “É muito gratificante saber que a gente pode ajudar as pessoas”, disse Bringel. Os dois bombeiros foram aprovados no último concurso, que ocorreu em 2021.
Manobras de salvamento
Segundo a comandante operacional do Corpo de Bombeiros, tenente-coronel Andreya de Fátima Bueno, entre os métodos para salvar bebês que se engasgam está virar a criança de bruços e dar cinco tapinhas nas costas, virar novamente de frente e fazer cinco compressões torácicas até ele chorar ou tossir. Se isso acontecer, significa que as vias respiratórias foram desobstruídas.
Além das manobras de salvamento, é importante que o Corpo de Bombeiros também seja acionado para fazer as orientações imediatas.
De acordo com os bombeiros, de janeiro a julho deste ano, ocorreram 35 casos de salvamento de crianças que se engasgaram no estado. O maior número ocorreu na capital, com 11 chamadas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Araguaína faz campanha contra raiva e pretende imunizar 29 mil cães e gatos


Ação começa em casas das áreas rurais e bairros mais afastados do centro da cidade. Saiba como garantir a imunização dos animais que tenham a partir de três meses de vida. Prefeitura de Araguaína começou campanha de vacinação da raiva
Marcos Sandes/Prefeitura de Araguaína
A Prefeitura de Araguaína iniciou uma ação de vacinação contra a raiva. Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), cães e gatos que tenham a partir de três meses de vida podem ser imunizados de forma gratuita. A meta é vacinar, até o final da campanha, mais de 29 mil animais na cidade.
A primeira etapa acontece na área rural e nos bairros mais afastados do centro da cidade. A prefeitura informou que os agentes de combate a endemias estão identificados com uniforme e percorrerão as ruas visitando casas que têm cães ou gatos para receberem a vacinação antirrábica.
A prefeitura orienta que os moradores recebam os profissionais e colaborem com a imunização. “A população sempre nos recebe bem, a adesão é muito boa, a gente espera que as pessoas colaborem, abrindo as portas das residências, segurando seus pets para serem imunizados contra a raiva, protegendo sua família dessa zoonose tão perigosa”, disse a veterinária Luciana Coelho Gomes.
Além da imunização nos bairros, o CCZ também está atendendo a população de segunda à sexta-feira com dois postos fixos na cidade. Os locais e horários de atendimento são:
Unidade do CCZ, na Avenida Verdes Mares nº 21, Parque dos Sonhos – de 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h
Centro de Castração Municipal, na Avenida Santa Terezinha, Setor Santa Terezinha – de 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h
A raiva é uma zoontransmitida do animal para o ser humano. Ela afeta o sistema nervoso central e mata em quase 100% dos casos, tanto as pessoas quanto os animais. A raiva é transmitida por um vírus e leva ao óbito após curta evolução.
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Fonte: G1 Tocantins

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Casal é preso ao ser flagrado com tabletes de maconha e pedras de crack em Araguaína


Polícia diz que o homem de 28 anos e a mulher, de 21, já eram investigados. Entorpecentes pesavam mais de 2 kg. Drogas foram encontradas com casal em Araguaína
Divulgação/Polícia Civil
Um casal foi preso em Araguaína, na região norte do Tocantins, por suspeita de tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, o homem de 28 anos e a mulher, de 21, já eram investigados. Com eles foram encontrados tabletes de maconha e pedras de crack
A prisão aconteceu nesta quinta-feira (11) durante uma ação da 2ª Divisão de Repressão a Narcóticos (Denarc). Os agentes foram ao endereço do casal, no setor Lago Azul III e após buscas no interior da residência os policiais encontraram os entorpecentes.
Ao todo foram localizadas duas barras grandes de maconha, além de porções da mesma droga e várias pedras de crack. As drogas pesavam mais de 2 kg. Também foram apreendidos 10 cartões bancários, materiais usados para embalar os entorpecentes e dinheiro.
A mulher e o homem foram detidos e conduzidos à Central de Atendimento da Polícia Civil, onde foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Logo depois o casal foi entregue a presídios diferentes, onde permanecem à disposição da Justiça.
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Fonte: G1 Tocantins