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Após baixa procura, Gurupi faz nova ampliação e vacina moradores de 30 anos ou mais contra a Covid-19


Vacinas são aplicadas na Escola Municipal Antônio Lino e Escola Municipal Lenival Correia. É necessário estar com documentos pessoais, comprovante de residência em Gurupi e cartões do SUS e de vacina. Vacina contra o coronavírus é aplicada em Gurupi
Lino Vargas/Prefeitura de Gurupi
Os moradores de Gurupi que tenham 30 anos ou mais já podem ser vacinados contra o coronavírus em Gurupi, na região sul do estado. A ampliação relâmpago de faixa etária foi divulgada nesta quinta-feira (5) um dia após a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informar que as pessoas com mais de 32 anos fariam parte do novo público alvo. (Veja o vídeo abaixo)
As doses do imunizante são aplicadas na Escola Municipal Antônio Lino, na saída para Peixe, e na Escola Municipal Lenival Correia, no setor Alto da Boa Vista. O horário de vacinação nas duas unidades é das 8h às 17h, ou enquanto durarem as doses.
Segundo a Prefeitura, a ampliação ocorreu porque a procura pela vacinação no início da manhã foi menor que o esperado. Por volta de 10h as vacinas já estavam disponíveis para moradores de 30 anos.
“Quem não se vacinou e está nessa faixa etária de 30 [anos] para cima, que compareçam nas nossas escolas. A vacina hoje aplicada é a Pfizer”, disse o secretário de saúde de Gurupi, Marcus Macolino.
Gurupi passa a vacinar pessoas com mais de 30 anos; veja os locais de aplicação
Para ser vacinado é necessário apresentar o comprovante de residência em Gurupi, documentos pessoais, além da carteira de vacina e cartão do SUS.
O contador Marcos Leandro comemorou ao receber a primeira dose do imunizante. “A expectativa estava muita. Eu tive problema, na hora que começou a Covid eu meio que surtei de medo da doença então tem mais de um ano que estou na expectativa de pela vacina. Foi uma emoção”.
2ª dose
As pessoas que já receberam a primeira dose do imunizante e precisam da segunda aplicação devem procurar a Policlínica ou a Unidade Básica de Saúde (UBS) Sol Nascente na data indicada no cartão de vacina.
O intervalo entre a primeira e segunda dose é de 28 dias para quem tomou a Coronavac. Já para quem recebeu a AstraZeneca, a segunda dose deve ser administrada com 60 dias. Os moradores vacinados com a Pfizer precisam esperar 90 dias para serem totalmente imunizados.
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Fonte: G1 Tocantins

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Carreta fica atravessada no meio da BR-153 após tombamento


Segundo a PRF, motorista teria descansado apenas duas horas na noite anterior e pode ter dormido ao volante. Acidente aconteceu próximo de Crixás, na região central do estado. Caminhão tombou no meio de rodovia
PRF/Divulgação
Uma carreta ficou atravessada no meio da BR-153 próximo de Crixás, na região central do estado, depois que o motorista perdeu o controle do veículo e tombou. O acidente aconteceu por volta das 5h20 da manhã desta quinta-feira (5).
A Polícia Rodoviária Federal esteve no local fazendo o controle do trânsito, que estava sendo realizado pelo terreno às margens da rodovia até a liberação da pista, por volta das 11h. Apesar disso uma longa fila de veículos se formou nos dois sentidos da BR.
A PRF informou que ao analisar o disco tacógrafo, dispositivo utilizado para monitorar o tempo de uso de um caminhão, foi verificado que constava o registro de apenas 2 horas de descanso do motorista.
Por isso existe a suspeita de que o sono tenha contribuído para o acidente. A perícia esteve no local e apenas o laudo vai confirmar o que realmente aconteceu. O motorista não teve ferimentos graves.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mães que ficaram desempregadas na pandemia contam que deixam de comer para alimentar os filhos: ‘O importante é ele’


Situação sanitária tem deixado muitas famílias em situação de insegurança alimentar. Só em Palmas foram 13 mil demissões entre janeiro e maio desse ano. Famílias que convivem com a pobreza e a fome sobrevivem apenas de doações
Lorena Lopes e Ludmila Daiane são duas mulheres que não se conhecem e moram em regiões diferentes de Palmas, mas compartilham uma dura realidade: estão desempregadas e vivendo por meio de doações. Essa situação da população mais vulnerável tem se agravado durante a pandemia e deixado muitas famílias em situação de insegurança alimentar.
A Ludmila Daiane Tavares tem 20 anos e é mãe de três filhos. Por causa da situação financeira os dois mais velhos estão vivendo com parentes e ela só está conseguindo ficar com a bebê de 8 meses.
Ela e o marido se mudaram de Porto Nacional para Palmas há três meses em busca de uma vida melhor. Ela diz que o marido está doente e estão vivendo de favor em dois cômodos no Aureny II. Na casa dela tem faltado quase tudo, até o que comer, e o maior desejo e voltar a trabalhar.
“Tem vez que a gente não tem nem arroz para comer, principalmente o leite para a neném. A primeira vez que a gente tá passando um momento assim tão apertado, a gente passava, mas não era tanto assim. Apertou mais com essa pandemia”, lamentou.
Do outro lado da cidade vive a Lorena Lopes, de 22 anos. Ela também está em situação difícil desde que o salão onde trabalhava fechou por causa da pandemia. Desempregada, ela é mãe solteira de um bebê de nove meses.
“Tem dia que aperta muito que eu deixo de comer para dar para ele. Vou indo a vida, o que é importante é ele. Qualquer serviço que aparecer hoje eu aceito porque não está nada fácil”, disse.
Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, mostram que entre janeiro e maio deste ano foram gerados 13 mil postos de emprego em Palmas, enquanto 9,9 mil pessoas foram demitidas. O saldo é de 3,1 mil novas vagas, mas isso não foi suficiente para suprir a demanda, segundo os especialistas.
Ludmila Daiane está desempregada e vivendo de favor
Reprodução/TV Anhanguera
“Nós estamos em uma cidade que está em constante crescimento, é uma das capitais do país que mais cresce. No Tocantins nós temos 52,7% dos empregados há mais de cinco meses. Infelizmente, no que tange emprego e renda, a crise sanitária acaba atingindo ainda mais aqueles públicos que são mais vulneráveis”, disse a socióloga Juliana Abrão Castilho.
“A pandemia de coronavírus só aumentou muitos problemas que estamos passando no Brasil. Um desses problemas está relacionado com a pobreza e a insegurança alimentar”, disse o sociólogo Ygor Leite.
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Fonte: G1 Tocantins

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Relatório do Tribunal de Contas aponta superfaturamento de até 4.541% na compra de remédios em Palmas


Medicamento que custava em média R$ 0,12, cada unidade, foi comprado por R$ 5,57. Relatório ainda é preliminar, mas estima um possível prejuízo de R$ 500 mil aos cofres públicos. TCE identifica superfaturação em compra de medicamentos pela Prefeitura de Palmas
Uma inspeção realizada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontou que a Prefeitura de Palmas pode ter comprado medicamentos, sem licitação, com sobrepreço de até 4.541%. Este é o caso de um antipsicótico chamado risperidona, cujo preço médio unitário era de R$ 0,12, mas foi adquirido por R$ 5,57.
A Prefeitura de Palmas disse, em nota, que ainda não foi notificada sobre o relatório do TCE e que encaminhará resposta ao órgão de fiscalização. (Veja a resposta completa no fim da reportagem)
Outro exemplo de compra com sobrepreço foi do medicamento haloperidol, sedativo e antipsicótico, que tem custo médio de R$ 0,18 na tabela do Banco de Preço de Saúde (BPS), mas foi comprado por R$ 4,86. Uma diferença de 2.600%.
A inspeção foi realizada por auditores do Tribunal de Contas em contratos feitos pela Prefeitura de Palmas entre março de 2020 e março de 2021, sem licitação. O relatório da análise ainda é preliminar.
Tabela dos preços analisados pelo TCE
Reprodução
Em média, a contratação dos medicamentos feita pela prefeitura ficou 1.433% acima da tabela do Banco de Preço de Saúde (BPS), que serve como parâmetro no processo de compra dos órgãos públicos.
Essa análise levou em conta dez tipos de medicamentos e apontou que o possível prejuízo aos cofres públicos pode passar de R$ 500 mil.
A Associação Contas Abertas explica que as prefeituras até podem comprar medicamentos sem licitação e acima do preço de mercado durante a pandemia, mas isso precisa ser detalhado de forma clara ao cidadão.
“É preciso que o processo seja absolutamente transparente e colocado em um sítio especial, acessado por qualquer cidadão. Inclusive, neste sítio é preciso que conste o nome da empresa contratada, os valores totais da aquisição, os valores unitários da aquisição, o número do processo e também uma justificativa para aquisição desses produtos em preços superiores aos encontrados no mercado”, explicou o secretário da associação, Gil Castelo Branco.
Cartela de medicamentos em farmácia de Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
O advogado Felipe Buarin explicou que embora a lei reduza a burocracia para comprar remédios, as prefeituras devem manter o cuidado com o gasto excessivo do dinheiro público. “São situações que exigem maior transparência do gestor público, ele precisa primar pelo princípio da publicidade, precisa demonstrar o que realmente está fazendo por conta de se atingir uma meta de abastecer a população […], mas também precisa ter essa transparência para demonstrar que não está fazendo nada de errado, seguindo o rito legal, emergencial e não tem finalidade de se enriquecer ilicitamente”, explicou.
Se for comprovado o superfaturamento, no parecer final do TCE, os gestores podem responder por improbidade administrativa.
O que diz a prefeitura
A prefeitura de Palmas disse, em nota, que ainda não foi notificada sobre o relatório do TCE e que encaminhará resposta ao órgão de defesa. O município informou ainda que a compra dos medicamentos foi prestada à controladoria Geral da União detalhando a utilização dos recursos federais.
No documento encaminhado à CGU, a prefeitura diz que informou sobre a compra dos insumos e medicamentos utilizados no enfrentamento da Covid-19 e que tudo ocorreu devido ao momento de emergência.
Segundo o município, os valores pagos condizem com os preços praticados devido a grande procura pelos medicamentos. Por fim, afirmou que diante do cenário pandêmico, a prefeitura fez uso dos dispositivos legais que eram permitidos de forma a garantir medicamento e insumos nas unidades da capital.
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Fonte: G1 Tocantins

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Estado tem mais sete mortes e 490 novos casos de Covid


A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que o Tocantins passou a acumular 211.858 casos confirmados e 3.548 óbitos, desde o início da pandemia. Tocantins tem 253 pessoas hospitalizadas com Covid-19
Esequias Araújo/Governo do Tocantins
O Tocantins registrou 490 novos casos de coronavírus nesta quinta-feira (5). Conforme o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), 57 diagnósticos são das últimas 24 horas. Também foram confirmadas mais sete mortes por Covid-19. Com a atualização, o estado passou a acumular 211.858 infectados e 3.548 óbitos desde o início da pandemia.
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Os pacientes que não resistiram tinham entre 38 e 82 anos. As vítimas são:
Homem, de 44 anos, morador de Peixe. Comorbidades: não relatada. Óbito em 16/04/21 no Hospital Regional de Gurupi.
Homem, de 57 anos, morador de Gurupi. Comorbidades: não relatada. Óbito em 04/04/21 no Hospital Regional de Gurupi.
Mulher, de 64 anos, moradora de Gurupi. Comorbidades: não relatada. Óbito em 18/05/21 no Hospital Regional de Gurupi.
Homem, de 71 anos, morador de Gurupi. Comorbidades: não relatada. Óbito em 15/04/21 no Hospital Regional de Gurupi.
Homem, de 82 anos, morador de Filadélfia. Comorbidades: doença cardíaca crônica. Óbito em 31/07/21 no Hospital Municipal de Araguaína.
Mulher, de 38 anos, moradora de Gurupi. Comorbidades: não relatada. Óbito em 31/07/21 no próprio domicilio.
Homem, de 82 anos, morador de Colinas do Tocantins. Comorbidades: não relatada. Óbito em 01/08/21 no Hospital Dom Orione.
Novos diagnósticos
Palmas teve 108 novos casos de Covid. A capital é a mais afetada pela doença com 48.537 casos positivos e 604 mortes.
Já Araguaína registrou 65 casos e passou a somar 35.881 infectados e 500 óbitos.
Todos os 139 municípios do Tocantins têm casos confirmados da doença. Veja abaixo as 10 cidades mais afetadas pelo coronavírus. A lista completa pode ser conferida no site sobre coronavírus da Secretaria Estadual de Saúde.
Segundo a SES, do total de casos, 199.404 pacientes se recuperaram e 8.906 pessoas estão com o vírus ativo, com acompanhamento e isolamento. Ao todo, 253 pessoas estão hospitalizadas por causa da doença, sendo que 114 fazem tratamento em leitos de UTI públicos e 47 em unidades de terapia intensiva privadas. Os demais estão em leitos clínicos.
Segundo o Integra Saúde, não há nenhum paciente aguardando por leitos clínicos e de UTI. A última atualização foi feita na tarde desta quarta-feira (4). Acompanhe os dados aqui.
Vacinação contra a Covid-19
Os dados do Vacinômetro, portal do Governo que monitora a imunização no Tocantins, mostram que o estado recebeu 1.146.410 doses de vacinas do Ministério da Saúde, sendo que 1.001.525 foram distribuídas aos municípios e 879.678 foram aplicadas.

São 639.659 aplicações referentes à primeira dose, 212.191 da segunda dose da vacina e 27.828 da dose única. Os dados foram atualizados na manhã desta quinta-feira.
Ocupação de leitos de UTI nos hospitais
Veja a ocupação dos hospitais. A última atualização foi feita na tarde desta quarta-feira (4).
Hospital Estadual de Combate à Covid-19 – 90% de ocupação
Hospital Municipal de Campanha de Araguaína – 90% de ocupação
Hospital Geral de Palmas UTI Covid – 47% de ocupação
Hospital Geral de Gurupi – 45% de ocupação
Hospital Regional de Augustinópolis – 40% de ocupação
Hospital Regional de Porto Nacional – 50% de ocupação
Hospital Regional de Araguaína – 88% de ocupação
Hospital Regional de Gurupi – 86% de ocupação
Veja como está a ocupação dos leitos particulares contratados pelo estado:
Hospital Oswaldo Cruz – 100% de ocupação
Hospital Dom Orione em Araguaína – 80% de ocupação
Hospital Santa Thereza – 0% de ocupação
Instituto Sinai Araguaína – 45% de ocupação
Os dados de estatística hospitalar de todas as unidades podem ser conferidos no portal Integra Saúde.
Cidades mais afetadas pela pandemia
Palmas – 48.537 casos e 604 mortes
Araguaína – 35.881 casos e 500 mortes
Gurupi –14.170 casos e 261 mortes
Porto Nacional – 9.497 casos e 196 mortes
Paraíso do Tocantins – 7.866 casos e 173 mortes
Colinas do Tocantins – 7.690 casos e 149 mortes
Guaraí – 3.302 casos e 77 mortes
Formoso do Araguaia – 3.021 casos e 60 mortes
Araguatins – 2.460 casos e 65 mortes
Miranorte – 2.434 casos e 56 mortes
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Fonte: G1 Tocantins

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Jovem é preso após desembarcar em rodoviária com droga na mochila


Rapaz, de 27 anos, é suspeito de transportar droga em uma van que saiu de Palmas com destino a Natividade. Abordagem foi feita após denúncia. Rapaz é preso após desembarcar em rodoviária de Natividade com tablete de maconha na mochila
Divulgação/Polícia Militar
Um jovem, de 27 anos, foi preso em flagrante por suspeita de tráfico de drogas, nesta quarta-feira (4). Ele foi abordado na rodoviária de Natividade, região sudeste do Tocantins, no momento em que desembarcava de uma van, que tinha saído de Palmas.
Policiais militares fizeram a abordagem após receber a informação de que um morador da zona rural do município estaria transportando drogas, em um van do transporte público.
Após a denúncia, os policiais foram até a rodoviária e encontraram o homem carregando uma mochila, com uma barra de maconha.
O rapaz foi levado para a Delegacia Civil de Natividade, onde foi preso. Os policiais apreenderam a tablete de 450 gramas, um aparelho celular e dinheiro.
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Fonte: G1 Tocantins

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Ciclistas fazem campanha e arrecadam roupas para indígenas que perderam tudo após incêndio em aldeia


Queimada atingiu quatro casas, na Ilha do Bananal, no último domingo (1º). Lideranças querem que governo contrate brigadistas indígenas para atuar contra os incêndios florestais. Indígenas cobram a presença de brigadistas nas aldeias para ajudar no combate a incêndios
Ciclistas que fazem a travessia da Ilha do Bananal estão fazendo uma campanha para arrecadar roupas e utensílios a indígenas que perderam tudo, após um incêndio no último domingo (1º). O fogo se espalhou rapidamente e destruiu quatro casas na aldeia Fontoura. Famílias perderam colchões, roupas de cama e outros utensílios domésticos.
“Quem tiver, procure a gente no @pedaisetrilhas. Estamos recolhendo para mandar para esse pessoal. Qualquer coisa que você tiver, vai ser de suma importância”, disse o voluntário Júnior Parriul
Nesse período de seca, os registros de queimadas nas terras indígenas aumentam. Por causa disso, os povos têm cobrado a presença de brigadistas nas áreas.
Lideranças se reuniram, nesta terça-feira (3), em Palmas, para cobrar um apoio com a presença de brigadistas nos territórios.
“Desde 2016, 2017, a gente começou uma luta para formar um grupo de brigadistas para trabalhar dentro do nosso território. Esse ano, o Ibama deu esse curso para nós, conseguimos formar um grupo de 13 brigadistas Krahô-Canela e nós viemos buscar apoio de contratação para esses brigadistas atuarem, tanto nas terras indígenas, quanto no entorno que têm ribeirinhos, assentados”, afirmou o presidente da associação etnia Krahô Wagner Krahô-Canela.
Apesar da cobrança, o governo estadual já informou que não é possível fazer a contratação dos indígenas. “Podemos ajudar de outra forma, com projetos de desenvolvimento, com assistência técnica rural de outras maneiras e isso a gente vai entrar em contato com eles posteriormente”, disse a diretora de gestão ambiental do estado, Marli Santos.
O Conselho Missionário Indigenista afirma que já enviou equipamentos para algumas comunidades, com a intenção de ajudar nos combates. “Foram entregues 60 bombas costais para comunidades indígenas, abafadores e outros materiais para que eles possam lá na sua comunidade defender o território e apagar os incêndios. O Ibama também faz o seu trabalho de formação”, disse a coordenadora CIMI de Goiás e Tocantins, Elaine Martins.
Casas foram destruídas por incêndio em aldeia na Ilha do Bananal
Reprodução
Incêndio
Segundo Eliana Karajá, liderança indígena que pertence a aldeia Santa Isabel, o fogo foi ateado em uma casa após um crime de violência contra a mulher. O filho da vítima teria presenciado as agressões. “Soubemos que o filho viu o pai bater na mãe e, para tentar defender, tocou fogo na casa. Com o vento forte, o fogo se espalhou para mais três casas”, contou.
A mulher agredida foi levada por uma equipe médica ao hospital de São Félix do Araguaia, no Mato Grosso, com um ferimento no olho.
Eliana Karajá conta que as quatro famílias que tiveram as casas atingidas precisam de ajuda. “Estamos tentando levantar alguma ajuda. Arrecadar cobertores, colchões, vasilhas, utensílios domésticos. Estamos tentando ajudar essa mulher e as outras famílias que perderam tudo”.
A liderança afirma que casos de agressões são frequentes. “A violência esta dentro das aldeias e estamos fazendo grito de socorro o tempo inteiro. A gente não vê interesse público para proteger as mulheres indígenas. A nossa vida não importa”, desabafou a mulher, que afirmou que fará um boletim de ocorrência.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mesmo após sete meses de campanha, Tocantins não conseguiu completar vacinação de indígenas contra Covid


Este foi o primeiro público-alvo contemplado pelo plano estadual de vacinação. Até o momento foram vacinados 64% dos indígenas. Apenas 64% dos indígenas no TO foram imunizados; número fica abaixo do esperado
Após quase sete meses do início da vacinação no Tocantins apenas 64% dos indígenas foram vacinados contra o coronavírus. As primeiras vacinas contra a Covid-19 chegaram ao Tocantins no dia 18 de janeiro e nesse mesmo dia começou a vacinação deste público, mas ainda assim o estado não conseguiu completar a imunização.
O plano estadual da vacinação contra o coronavírus previa imunizar quase 7.500 indígenas, mas até agora, segundo o portal Integra da Secretaria de Estado Saúde (SES), menos de 5 mil receberam a primeira dose e 3.946 a segunda.
A SES afirma que um dos principais motivos para esse número baixo de aplicações é que muitos indígenas não foram se vacinar. A orientação é que os municípios, responsáveis pelas aplicações, façam a busca ativa desse público.
Indígena recebendo dose de imunizante
Reprodução/TV Anhanguera
Ir até as aldeias conscientizar sobre a vacinação e aplicar as doses foi a principal estratégia de Formoso do Araguaia, que tem 562 indígenas vivendo em aldeias. O município vacinou 88% do público com primeira dose e falta vacinar 63 pessoas.
“A equipe vai mais de uma vez na mesma aldeia para orientar, esclarecer sobre a vacinação e com o passar do tempo eles vão criando confiança de vacinar, vendo que é importante”, contou a coordenadora de imunização de Formoso do Araguaia, Laylla Pereira Machado.
As doses continuam à disposição dos povos indígenas. Segundo a SES, o Ministério da Saúde não permite que as vacinas sejam repassadas para outros públicos. Até porque mesmo entre os indígenas, algumas pessoas não puderam tomar a vacina antes, como é o caso das grávidas. A Kamilla Smikadi Xerente, por exemplo, foi se imunizar assim que a filha nasceu.
“Eu já tomei a primeira e a segunda dose da vacina CoronaVac no mês de maio. Acredito que é muito importante todos nós, tanto povos indígenas quanto não indígenas, tomarmos essa vacina”, disse.
O Estevam Krahô-kanela também tomou as duas doses e sabe bem a importância da vacinação. “Eu mesmo tive coronavírus, mas foi mais fraco porque se não fosse a vacina a gente talvez teria até morrido mesmo”, afirmou.
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Fonte: G1 Tocantins

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Ossada humana é encontrada em matagal na região sul de Palmas

Esqueleto foi localizado no setor Santa Fé IV. Restos foram recolhidos pelo IML e vítima ainda não foi identificada. Um esqueleto humano foi encontrado em um matagal no setor Santa Fé IV, na região sul de Palmas. A Polícia Militar informou que foi chamada por um morador da região, que relatou ter encontrado um crânio no interior da mata.
Os militares entraram no matagal e encontraram os restos humanos no chão, ainda envolvidos em roupas. Nenhuma identificação da vítima foi achada no local.
A Polícia Científica foi chamada e realizou a perícia. Depois, o corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal de Palmas. O delegado de homicídios da capital esteve no local e iniciou os trabalhos de investigação.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mais 28 mil doses da CoronaVac e Pfizer chegam para reforçar vacinação no TO


Imunizantes serão usados para aplicação das 1ª e 2ª doses. Vacinômetro aponta que estado já recebeu 1.146.410 unidades de vacinas. Mais de 28 mil doses contra a Covid chegam ao Tocantins nesta quinta-feira (5)
Mariana Ferreira/Governo do Tocantins
Mais 28.720 doses chegaram ao Tocantins na madrugada desta quinta-feira (5). Segundo o governo do estado, desse total, 10 mil são da CoronaVac e 18.720 correspondem ao imunizante Pfizer.
As doses da CoronaVac serão utilizadas para aplicação da D1 e D2. A intenção do governo é encerrar o esquema vacinal dos grupos prioritários. Já o imunizante Pfizer será utilizado para a 1ª dose.
Segundo o vacinômetro, o Tocantins recebeu até agora 1.146.410 doses, sendo que 1.001.525 já foram distribuídas aos municípios. Mais de 14% da população já está imunizada com duas doses ou com dose única da Janssen.
“Estamos avançando na imunização. Já distribuímos uma grande quantidade de doses nesta quarta-feira, e agora, estamos prontos para receber mais doses e, após o trâmite de conferência e separação, distribuir aos municípios tocantinenses”, disse a Superintendente de Vigilância em Saúde da Pasta, Perciliana Bezerra.
Nesta quarta-feira, o Estado começou a distribuir 110.621 vacinas para todos os 139 municípios. As doses foram recebidas no final da semana passada e no último domingo (1º). Palmas, Araguaína e Gurupi, as três maiores cidades do Tocantins, recebem 26.422, 16.649 e 6.277 imunizantes respectivamente.
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Fonte: G1 Tocantins