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Suspeitos de envolvimento na explosão de mesquita no Paquistão são detidos pela polícia


Atentado suicida matou mais de 100 pessoas nesta segunda-feira (30). Local era frequentado por policiais. Imagem do exterior da mesquita que explodiu no Paquistão em 30 de janeiro de 2023
Fayaz Aziz/REUTERS
A polícia, que investiga um atentado suicida que matou mais de 100 pessoas em uma mesquita no Paquistão, disse nesta terça-feira (31) que várias pessoas foram presas e não pode descartar a possibilidade de que o homem-bomba tenha tido ajuda interna para escapar das verificações de segurança.
O atentado foi o mais mortífero em uma década a atingir Peshawar, uma cidade rebelde do noroeste perto da fronteira afegã, e todos os mortos, exceto três, eram policiais, tornando-o o mais significativo para as forças de segurança do Paquistão na história recente.
O homem-bomba explodiu na segunda-feira enquanto centenas de fiéis se reuniam para as orações do meio-dia em uma mesquita construída especificamente para a polícia e suas famílias que vivem em uma área altamente fortificada.
Homem olha para mesquita que foi alvo de atentado suicida em 30 de janeiro de 2023
Fayaz Aziz/REUTERS
“Encontramos algumas pistas excelentes e, com base nessas pistas, fizemos algumas prisões importantes”, disse o chefe da polícia de Peshawar, Ijaz Khan, à Reuters.
Os investigadores, que incluem agentes antiterroristas e de inteligência, estão se concentrando em como o agressor conseguiu violar os postos de controle militar e policial que levam ao distrito de Police Lines, um acampamento independente no centro da cidade que abriga policiais de escalão inferior e suas famílias.
O ministro da Defesa, Khawaja Asif, disse que o homem-bomba estava na primeira fila da sala de orações quando atacou. Os restos mortais do agressor foram recuperados, disse o chefe de polícia da província, Moazzam Jah Ansari, à Reuters.
“Acreditamos que os atacantes não são um grupo organizado”, acrescentou.

Fonte: G1 Mundo

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Reino Unido faz maior greve geral em décadas

Professores, funcionários públicos e dos serviços de transporte público param nesta quarta-feira (1º). Eles pedem aumento de salário compatível com crescimento do custo de vida no país.

Fonte: G1 Mundo

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Cápsula radioativa que caiu de caminhão na Austrália é encontrada


O recipiente, do tamanho de uma ervilha, contém Césio-137, que emite grandes quantidades de radiação. Austrália Ocidental estava sob alerta. Integrantes das equipes de busca pela cápsula com Césio-137 perdida na Austrália examinam níveis de radiação, em 27 de janeiro de 2023. de radiação, em
Departamento de Serviços de Emergências da Austrália via AP
Autoridades da Austrália encontraram nesta quarta-feira (1º) a cápsula radioativa perdida há seis dias e que colocou parte do país sob alerta por radiação.
A cápsula, do tamanho de uma ervilha, caiu de um caminhão durante o transporte em uma rodovia. Membros das equipes que participaram das buscas disseram que a tarefa seria como encontrar uma agulha no palheiro.
Veja detalhes da busca:
A cápsula foi encontrada ao sul da cidade de Newman, cidade do estado da Austrália Ocidental, no oeste do país;
O objeto foi detectado por um veículo das equipes de busca;
Um equipamento que capta a radiação emitida pela cápsula disparou;
Os integrantes da equipe desceram então de veículo e encontraram a cápsula ao lado da estrada.
“Este é um resultado extraordinário… eles literalmente encontraram a agulha no palheiro”, disse o ministro dos Serviços de Emergência, Stephen Dawson.
A cápsula contém Césio-137, substância que emite quantidades perigosas de radiação – é o equivalente a receber dez raios X em uma hora.
Entre os efeitos ao corpo humano, estão queimaduras na pele e câncer, em caso de exposição prolongada.
As equipes de busca passaram seis dias vasculhando toda a extensão da rodovia. Especialistas também suspeitavam que a cápsula poderia ter se alojado dentro de algum pneu de carros que passaram por lá.
O presidente-executivo da gigante mineradora Rio Tinto Iron Ore, Simon Trott, responsável pela cápsula, pediu desculpas pelo incidente, mas o governo abriu uma investigação para apurar as falhas na segurança do transporte.

Fonte: G1 Mundo

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Oito foguetes são disparados contra base militar turca no Iraque

Não há registros de mortes no ataque até o momento. Atacantes não identificados dispararam oito foguetes contra uma base militar turca no norte do Iraque nesta quarta-feira (01), dois dos quais caíram dentro da instalação, disse o Grupo de Contraterrorismo, uma organização de segurança na região curda autônoma do Iraque.
Uma fonte da segurança turca disse à Reuters que o ataque não causou danos e não houve vítimas na base, sem entrar em mais detalhes.
No entanto, outra fonte da segurança do Iraque que não quis ser identificada disse que um empreiteiro iraquiano na base foi ferido.
Até o momento, nenhum grupo reivindicou a responsabilidade pelo ataque na base de Zilkan, que abriga tropas turcas na província de Ninevah, no norte do Iraque.
A Turquia realiza operações no Iraque há décadas contra o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que tem bases na região. Este é considerado um grupo terrorista pela Turquia, Estados Unidos e União Europeia.
O grupo lançou uma insurgência no sudeste da Turquia em 1984, na qual mais de 40.000 pessoas foram mortas.

Fonte: G1 Mundo

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Quão realistas são os planos da Rússia de reforma militar?


Kremlin anunciou que vai reforçar o exército nacional com 350 mil homens. Mas de onde virão os novos soldados e, em vista das sanções internacionais, como Moscou pretende financiar a ampliação? Soldados do exército russo participam de um evento marcando o 80º aniversário da quebra do cerco nazista de Leningrado, (agora São Petersburgo) durante a Segunda Guerra Mundial, no monumento dos Heróis Defensores de Leningrado, em São Petersburgo, Rússia, quarta-feira, janeiro 18 de 2023.
AP Photo/Dmitri Lovetsky
A Rússia quer ampliar seu exército em mais 350 mil soldados, para 1,5 milhão de homens. Como justificativa, o ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu, disse recentemente que a “segurança militar do Estado” e os “novos objetos” (como descreve as áreas da Ucrânia anexadas ilegalmente pela Rússia), mas também a segurança de “instalações críticas” no país, só estariam garantidos “se forem reforçados os componentes estruturais mais importantes das Forças Armadas”.
A reforma iniciada em 2022 deverá ser concluída em 2026. Ela incluiria a restauração dos antigos bairros militares de Moscou e São Petersburgo, e a criação de novas tropas nas áreas sob ocupação russa na Ucrânia, assim como 12 novas divisões móveis.
Reforço na Carélia
Além disso, será formado um novo corpo militar na Carélia, com três divisões de fuzileiros motorizados como parte das forças terrestres e duas divisões de paraquedistas. Essa região russa faz fronteira com a Finlândia, que, como a Suécia, se candidatou a ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte.
“A tropa na Carélia é uma resposta à expansão da Otan”, diz o especialista militar israelo-ucraniano David Sharp. Segundo ele, a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia mostrou que, numericamente, o exército russo não é capaz de cumprir sua missão e ocupar o país vizinho.
Além de aumentar o as tropas, Moscou também quer mudar sua organização.
“A reforma visa agilizar a transição de brigadas para divisões, dando mais autonomia às unidades. As mudanças visam objetivos de longo prazo e menos para corrigir a situação atual no front”, diz o especialista.
Caça aos novos soldados
No entanto, o ponto mais importante da reforma anunciada − o aumento do exército em 350 mil homens − levanta questões entre os observadores. De onde virão os soldados para as novas unidades?
Na Rússia, hoje, todos os homens entre 18 e 27 anos devem prestar o serviço militar obrigatório. Cerca de 270 mil recrutas são convocados anualmente, na primavera ou no outono, para um ano de treinamento. Até agora, porém, muitos deles conseguiam escapar do recrutamento por estarem frequentando a universidade ou por meio de suborno.
A idade de convocação deve ser elevada dos atuais 18 a 27 anos para 21 a 30 anos.
“Isso faz parte da reforma. Os recrutas de 18 anos ainda são ‘crianças’ e dificilmente aptos a lutar, enquanto os de 27 a 30 anos são fisicamente mais fortes e já têm treinamento útil ao Exército”, explica David Sharp.
Ele acredita que, no futuro, serão convocados significativamente mais recrutas.
Numa primeira etapa, no segundo trimestre de 2023, no entanto, apenas a idade máxima será aumentada para 30 anos. O limite inferior deve ser elevado numa data posterior, não especificada. Isso expandiria para quase 2 milhões o número de homens sujeitos ao alistamento.
O presidente russo, Vladimir Putin, ao centro, fala enquanto o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, à esquerda, e o chefe do Estado-Maior, general Valery Gerasimov, participam de uma reunião com oficiais militares de alto escalão em Moscou, Rússia, quarta-feira, 21 de dezembro de 2022.
Sergey Fadeichev, Sputnik, Kremlin Pool Photo via AP
Ameaças de mobilização geral
Enquanto isso, prosseguem as discussões sobre mais mobilizações, sobretudo desde que, recentemente, o Kremlin confirmou ainda ser válido o decreto presidencial de setembro de 2022, ordenando “mobilização parcial” em conexão com a guerra contra a Ucrânia.
“Se falarmos sobre o curso desta guerra, a reforma anunciada só pode ser implementada com mobilização adicional. Para elevar o exército a 1,5 milhão de homens, devem ser convocados centenas de milhares. O número de soldados é o único trunfo que a Rússia ainda tem”, diz Sharp.
O especialista ucraniano Andriy Ryschenko, ex-vice-chefe do Estado-Maior da Marinha de seu país, não acredita que mais mobilizações vão ajudar a Rússia. O Estado-Maior russo ainda estaria ocupado distribuindo os recrutas da primeira leva de recrutamento, e “os novos simplesmente ficam sentados sem fazer nada”.
Ryschenko acrescenta que até agora o Kremlin tem tentado, sem sucesso, compensar as perdas na guerra com a última mobilização, e a reforma também não trará nada no curto prazo: “Desde o início da guerra, a Rússia sofreu perdas muito pesadas, que pretende compensar. Mas novos soldados só devem chegar ao front antes do próximo inverno [dezembro a março].”
O mistério do financiamento
O aumento planejado do contingente russo é o segundo durante a guerra contra a Ucrânia. Em agosto de 2022, o presidente Vladimir Putin aumentou a força máxima em 140 mil homens. Juntamente com os 350 mil adicionais agora previstos, isso significaria quase meio milhão de novos soldados a serem equipados com armas e uniformes, implicando um enorme ônus para o orçamento nacional.
A queda das receitas de petróleo e gás, dificulta o financiamento de tudo isso.
“Essa reforma requer muitos recursos, não apenas dinheiro e pessoal. São necessários equipamentos e infraestrutura para esses 350 mil homens. Além disso, é preciso treinar especialistas para orientar os recrutas”, destaca David Sharp.
Ele não descarta que muitas da unidades recém-criadas só existam no papel ou não recebam equipamentos militares, e “a reforma parece irreal numa parte significativa do que promete”.
Segundo Ryschenko, custa cerca de 80 mil dólares equipar um soldado com tudo do que ele precisa. Diante dos custos elevados e da quebra do orçamento estatal, ele duvida que a reforma possa ser concretizada, e ressalta que a Rússia também depende de componentes estrangeiros para equipamentos militares. Além disso, tal medida não é popular entre o povo.
“Em última análise, muitos russos não estão dispostos a ir para a guerra”, conclui Ryschenko.

Fonte: G1 Mundo

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Em meio a uma forte turbulência econômica, Paquistão oferece risco de calote


País do sul da Ásia precisa de ajuda do FMI Bandeira do Paquistão
Freepik
A turbulência econômica do Paquistão, desde a maior desvalorização de sua moeda na história até uma série de cortes emergenciais de gastos, oferece o sinal mais claro de que a nação com armas nucleares enfrenta o risco de um calote, a menos que receba apoio maciço.
Levado ao limite pelas enchentes devastadoras do ano passado, o país do sul da Ásia tem reservas de apenas US$ 3,7 bilhões restantes – ou apenas o suficiente para três semanas de importações essenciais, enquanto as disputadas eleições estão marcadas para novembro.
O Paquistão precisa desesperadamente que o Fundo Monetário Internacional (FMI) libere uma parcela atrasada de US$ 1,1 bilhão, deixando outro US$ 1,4 bilhão restantes em um programa de resgate paralisado, com previsão para término em junho.
Embora uma missão de emergência do FMI tenha chegado ao Paquistão, não há garantias de saneamento das dívidas, em meio a um número crescente de dores de cabeça após a suspensão de desembolsos em novembro, que chegou a US$ 7 bilhões após as enchentes.
Uma desvalorização de 15% na rupia paquistanesa e um aumento na semana passada nos preços dos combustíveis podem ajudar a eliminar alguns obstáculos importantes, principalmente porque as medidas fiscais são aparentemente iminentes.
No entanto, a pressão está aumentando, pois o programa de resgate não pode ser estendido além de junho e as eleições se aproximam.
“Se eles não conseguirem esses fundos (do FMI), o risco de inadimplência aumenta materialmente”, disse Kathryn Exum, codiretora de pesquisa soberana do fundo especialista em dívidas em dificuldades Gramercy, que espera mais uma “redefinição do perfil” da dívida do que um “write-off” (termo em inglês para cancelamento das dívidas).
O ex-ministro das Finanças do Paquistão, Miftah Ismail, que negociou com sucesso uma extensão do programa do ano passado antes de ser demitido em meio ao tumulto político, também acha que o FMI é a única opção lógica.
“Se o FMI não entrar, estamos olhando para um calote”, disse Ismail, acrescentando que outro pacote de apoio, o 24º do país, seria necessário. “Não consigo imaginar o Paquistão não participando de um programa consecutivo do FMI.”
O principal adversário eleitoral do primeiro-ministro Shehbaz Sharif é o ex-astro do críquete Imran Khan, que foi afastado do cargo em abril passado, mas mantém a popularidade. Cada um culpa o outro pela crise, embora as finanças estejam tensas há muito tempo.
O primeiro-ministro paquistanês deposto Imran Khan durante comício com apoiadores em Lahore, capital do Paquistão
Mohsin Raza/Reuters
Com a relação dívida/PIB do Paquistão em uma zona de perigo de 70%, e entre 40% e 50% das receitas do governo destinadas ao pagamento de juros este ano, apenas Sri Lanka, Gana e Nigéria, atingidos pela inadimplência, estão em pior situação.
“Existe apenas um problema de endividamento de longo prazo”, disse Jeff Grills, chefe de dívida de mercados emergentes da Aegon Asset Management, que detinha títulos do Paquistão até as enchentes.
“É mais uma questão de quando eles precisam se reestruturar do que se (eles precisam se resstruturar).”
A maioria dos títulos do Paquistão ainda está sendo negociada por menos da metade de seu valor de face.
Tempos difíceis
Tal reestruturação dos títulos do Paquistão representaria seu primeiro calote internacional desde 1999, de acordo com o Banco do Canadá-Bank of England Sovereign Default Database.
Com apenas US$ 8,6 bilhões em tais títulos, em comparação com os US$ 30 bilhões que o Paquistão deve à China, Ismail disse que Islamabad (capital do país) pode estar melhor “apenas indo para os países que devemos muito, ou para as instituições que devemos muito, e tentando obter mais alguns empréstimos de longo prazo.”
Sharif está otimista de que o FMI retomará os desembolsos. “Um acordo com o FMI, se Deus quiser, será feito”, disse ele em evento na semana passada em Islamabad. “Em breve estaremos fora dos tempos difíceis.”
Promessas de financiamento multilaterais e bilaterais para os esforços de reconstrução do Paquistão após as enchentes também dependem do sinal verde do FMI.
Mas mesmo os analistas domésticos acreditam que o governo vai achar as coisas difíceis, já que o FMI provavelmente exigirá um aperto de cinto significativo que certamente será impopular entre os eleitores que já enfrentam décadas de inflação alta e menos perspectivas de emprego.
Funcionários do FMI estão ansiosos para apoiar os países mais pobres e o Paquistão promete ser um parceiro crucial para o Ocidente, mas o pagamento fica mais complicado quando um programa está próximo do fim e um novo governo pode entrar e tentar romper um acordo.
Se os desembolsos não chegarem até junho, pode haver um intervalo de seis meses antes que o novo governo assuma o cargo, durante o qual o Paquistão ficará sem fundos, levando efetivamente sua população de 220 milhões ao limite.
A falta de reservas tornará muito difícil se manter à tona.
Apenas US$ 500 milhões em juros ou pagamentos de ‘cupons’ devem ser pagos sobre os títulos internacionais do Paquistão neste ano, mas o chefe do banco central disse que US$ 3 bilhões são necessários para atender aos pagamentos gerais da dívida externa.
O momento político também é crítico. Depois que o mandato do governo terminar em agosto, um governo interino especial assumirá o cargo por até 90 dias para garantir eleições livres e justas.
No entanto, o governo interino não tem poderes para assinar um pacto com o FMI, levantando a questão de saber se o governo e a oposição podem cooperar em uma promessa conjunta de impor quaisquer demandas do FMI a fim de evitar um calote.
“Se algo acontecer com o desembolso e depois as eleições atrapalharem, eles podem ter um problema”, acrescentou Kathryn Exum.

Fonte: G1 Mundo

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Urso tira centenas de ‘selfies’ em parque nos EUA; veja FOTOS


Câmera com sensor de movimento registrou mais de 400 cliques do animal em uma única noite. Urso flagrado por câmera com sensor de movimento em Boulder, nos EUA, janeiro de 2023.
City of Boulder Open Space & Mountain Parks
Um urso foi flagrado tirando centenas de “selfies” em meio a árvores em Boulder, no Colorado, Estados Unidos, disseram as autoridades responsáveis pelo Espaço Aberto e Parques de Montanha da cidade na segunda-feira (23).
(Veja mais fotos abaixo)
Os registros foram feitos por uma câmera com sensor de movimento em uma das florestas da região. O animal ficou tão próximo da lente do equipamento que parecia estar tirando fotos de si mesmo.
“Recentemente, um urso descobriu uma câmera de vida selvagem que usamos para monitorar a vida selvagem no espaço aberto de Boulder. Das 580 fotos capturadas, cerca de 400 foram ‘selfies’ de ursos”, afirmaram as autoridades nas redes sociais.
Phillip Yates, porta-voz do Espaço Aberto e Parques de Montanha de Boulder, disse à NBC que o urso parece ter despertado um interesse especial pela câmera — e isso rendeu centenas de fotos. “Essas fotos nos fizeram rir e pensamos que também fariam a outros”, disse ele.
Urso flagrado por câmera com sensor de movimento em Boulder, nos EUA, janeiro de 2023.
City of Boulder Open Space & Mountain Parks
Urso flagrado por câmera com sensor de movimento em Boulder, nos EUA, janeiro de 2023.
City of Boulder Open Space & Mountain Parks
Urso flagrado por câmera com sensor de movimento em Boulder, nos EUA, janeiro de 2023.
City of Boulder Open Space & Mountain Parks
Urso flagrado por câmera com sensor de movimento em Boulder, nos EUA, janeiro de 2023.
City of Boulder Open Space & Mountain Parks
Urso flagrado por câmera com sensor de movimento em Boulder, nos EUA, janeiro de 2023.
City of Boulder Open Space & Mountain Parks
Urso flagrado por câmera com sensor de movimento em Boulder, nos EUA, janeiro de 2023.
City of Boulder Open Space & Mountain Parks
Urso flagrado por câmera com sensor de movimento em Boulder, nos EUA, janeiro de 2023.
City of Boulder Open Space & Mountain Parks
Urso flagrado por câmera com sensor de movimento em Boulder, nos EUA, janeiro de 2023.
City of Boulder Open Space & Mountain Parks

Fonte: G1 Mundo

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Blogueira que comprou e comeu tubarão-branco é multada em R$ 94 mil na China

Legislação chinesa proíbe compra, venda e consumo de animais selvagens desde 2020. Blogueira come tubarão-branco e é multada na China
A blogueira Jin Moumou, conhecida como Tizi, foi multada após postar um vídeo em que aparece comprando, cozinhando e comendo um tubarão-branco, segundo um comunicado publicado no sábado (28) pelo Departamento de Administração e Supervisão de Mercado do Distrito de Nanchong, na China.
As investigações das autoridades revelaram que Jin comprou o tubarão-branco pelo site Taobao em abril de 2022, pagando 7.700 yuans (cerca de R$ 5.260) pelo animal. O vídeo, no entanto, foi postado apenas em julho nas plataformas Kuaishou e Douyin — e viralizou.
“Pode parecer cruel, mas sua carne é realmente muito macia”, afirma a blogueira no vídeo.
Especialistas da Academia Chinesa de Ciências Pesqueiras compraram outro tubarão-branco do mesmo vendedor utilizado por Jin e realizaram testes de DNA no animal. A análise comprovou que os tecidos examinados eram de fato da espécie indicada.
De acordo com as autoridades, a atitude de Jin violou a Lei de Proteção de Animais Selvagens da República Popular da China, o que acarretou em uma multa no valor de 125 mil yuans (R$ 94 mil).
O tubarão-branco é atualmente classificado como uma espécie vulnerável pela organização World Wildlife Fund. Em fevereiro de 2020, a China impôs a proibição total da compra, venda e consumo de animais selvagens.

Fonte: G1 Mundo

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EUA prende quatro homens suspeitos de terem participado de assassinato de presidente do Haiti em 2021


Nos meses seguintes ao assassinato, a polícia dos EUA chegou a prender três suspeitos importantes. Portanto, agora, sete indivíduos estão agora presos nos EUA por terem tido alguma participação no assassinato. Sobe para 17 o número de presos suspeitos pelo assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moise
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse nesta terça-feira (31) que apresentou acusações criminais contra mais quatro homens por suposta ligação com o assassinato do presidente haitiano Jovenel Moise.
Moise foi assassinado na residência presidencial do Haiti em julho de 2021. Desde sua morte, o Haiti teve dificuldades para se organizar politicamente, e, na prática, grupos criminosos passaram a atuar como a autoridade de regiões do país.
Nos meses seguintes ao assassinato, a polícia dos EUA chegou a prender três suspeitos importantes. Portanto, agora, sete indivíduos estão agora presos nos EUA por terem tido alguma participação no assassinato.
Os quatro homens acusados ​​na terça-feira vão ser processados na Flórida. Eles foram detidos no Haiti, disse o Departamento de Justiça dos EUA em um comunicado.
Uma pessoa segura foto do presidente assassinado do Haiti Jovenel Moise durante seu funeral em Cap-Haitien em 23 de julho
REUTERS/Ricardo Arduengo
Os acusados ​​desta terça-feira incluem dois cidadãos haitiano-americanos (James Solages e Joseph Vincent), e um colombiano alemão Alejandro Rivera Garcia.
Os três homens foram acusados ​​de conspirar para cometer assassinato ou sequestro fora dos EUA e podem pegar prisão perpétua se forem condenados.
Um quarto homem, o cidadão haitiano-americano Christian Sanon, foi acusado de conspirar para contrabandear mercadorias dos EUA e fazer com que as informações de exportação não fossem arquivadas, disse o departamento. Ele pode ser preso por até 20 anos.

Fonte: G1 Mundo

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Um dia após ‘tombo’, indiano volta ao grupo dos 10 mais ricos do mundo


O indiano Gautam Adani teve um aumento de US$ 33,8 bilhões em sua fortuna no último ano, desbancando Bill Gates e entrando no top 3 homens mais ricos do mundo. No entanto, problemas com seu grupo empresarial o fizeram perder bilhões de dólares. Quem é o bilionário Gautam Adani
Foi apenas um dia fora da lista dos dez mais ricos do mundo. Gautam Adani, homem mais rico da Ásia e quem mais enriqueceu em 2022, caiu para 11º lugar no ranking de bilionários da Bloomberg na segunda-feira – e recuperou uma posição nesta terça (31).
A ‘escalada’ de Adani, no entanto, se deve menos aos próprios ganhos (US$ 99,6 milhões em relação à véspera), e mais à perda do mexicano Carlos Slim: o dono da America Movil perdeu US$ 1,2 bilhão em apenas um dia, fazendo sua fortuna ficar ligeiramente menor que a do indiano.
Na segunda-feira, Adani perdeu US$ 8,21 bilhões – cerca de R$ 42 bilhões – em um único dia e caiu para a 11ª posição do ranking da Bloomberg.
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ENTENDA: Quem é Gautam Adani e de onde vem sua fortuna
RANKING: Confira quem foram as pessoas que ficaram mais ricas em 2022
Atualmente, a fortuna do fundador do Adani Group (conglomerado de sete empresas que vão de operações portuárias na Índia a minas de carvão na Austrália) é estimada em US$ 84,5 bilhões. Apesar do alto valor, há poucos meses, em setembro de 2022, essa fortuna era de US$ 150 bilhões.
A queda mais acentuada da fortuna do bilionário, entretanto, é recente. De acordo com o ranking da Bloomberg, em 23 de janeiro Adani ainda possuía cerca de US$ 120 bilhões.
Veja as fortunas dos dez mais ricos do mundo, segundo ranking da Bloomberg:
Bernard Arnault: US$ 191 bilhões
Elon Musk: US$ 164 bilhões
Jeff Bezos: US$ 126 bilhões
Bill Gates: US$ 112 bilhões
Warren Buffett: US$ 109 bilhões
Larry Ellison: US$ 101 bilhões
Larry Page: US$ 91,5 bilhões
Steve Ballmer: US$ 88,6 bilhões
Sergey Brin: US$ 87,8 bilhões
Gautam Adani: US$ 84,5 bilhões
Gautam Adani, homem mais rico da Ásia em 2022
Reprodução Twitter
Por que Gautam Adani perdeu dinheiro?
A forte baixa do patrimônio do magnata indiano é decorrente do derretimento das ações de seu grupo empresarial nas bolsas de valores.
Na semana passada, a empresa de investimentos Hindenburg Research afirmou que o grupo desenvolveu um “sistema de fraude na contabilidade durante décadas”, manipulando os lucros “para manter a aparência de boa saúde financeira e de solvência” de todas as suas filiais de capital aberto listadas em bolsa.
Uma das principais subsidiárias do grupo, a Adani Enterprises, despencou cerca de 15% na bolsa de Nova York desde então.
Depois do relatório da Hindenburg apontando supostas fraudes nas empresas de Adani, o grupo rebateu as acusações e disse que elas foram “mal-intencionadas” – o que ainda não foi suficiente para reverter a queda no preço dos papéis das subsidiárias da empresa ou amenizar a baixa na fortuna do bilionário indiano.

Fonte: G1 Mundo