Juliette e Kaíque no Lajedo de Pai Mateus, na Paraíba
Gabriel Diniz/Reprodução
Os três vestidos usados pela cantora e influenciadora paraibana Juliette Freire em seu casamento com o atleta de crossfit Kaíque Cerveny foram criados pela estilista paraibana Rebeca Nepomuceno. Um deles tem peças em crochê feitas pela avó da artista.
A festa de casamento acontece nesta quinta-feira (29), no Instituto Ricardo Brennand, em Recife. A cerimônia foi realizada em 30 de setembro, no Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras, na Paraíba.
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Juliette escolheu três vestidos feitos por Rebeca Nepomuceno, que ganhou destaque no mercado brasileiro de vestidos de noiva, assinando criações para casamentos de famosos como Alok e Maju Trindade. O primeiro para o filme de pré-casamento, o segundo para a cerimônia no Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras, e o terceiro para a festa desta quinta-feira (29).
Os três vestidos
Juliette e Kaíque no filme de pré-casamento, gravado na Paraíba
Gabriel Diniz/Reprodução
A estilista paraibana detalhou as três criações. O primeiro vestido, usado no filme, nasceu de um modelo já existente na linha prêt-à-porter da marca. Sua parte superior reproduz a peça que Rebeca usou em seu próprio casamento civil, no ano passado, inspirada no vestido de noiva de sua avó.
Para Juliette, o modelo ganhou uma nova versão, mais ousada e divertida, com uma saia curta desenvolvida nas mesmas rendas. A proposta foi criar um look que dialogasse com a moto e as botas usadas em cena.
Para a cerimônia no Lajedo de Pai Mateus, o ponto de partida foram as toalhas de crochê feitas pela avó de Juliette ao longo da vida. Juliette entregou as peças ao ateliê com o desejo de transformá-las em seu vestido de noiva. O desafio foi desenvolver uma modelagem que respeitasse as características do material, já que o crochê pronto pode se desfazer quando cortado.
A construção foi realizada por meio da moulage, acomodando os crochês sobre uma base tomara que caia, ajustada ao corpo. A composição ganhou uma cauda longa, incorporando as peças e suas franjas, além de intervenções em chiffon de seda para trazer leveza e movimento.
Para completar, o ateliê desenvolveu uma peça de cabeça que reinterpretava o véu, com personalidade própria e uma atmosfera mística em sintonia com o cenário do Lajedo de Pai Mateus.
Juliette e Kaíque na cerimônia de casamento em Cabaceiras
Gabriel Diniz/Reprodução
O terceiro vestido foi criado para Juliette usar na festa após uma segunda cerimônia. Para esse momento de celebração, a proposta foi explorar uma expressão mais leve e livre do ateliê, com uma modelagem desconstruída e uma combinação ousada de materiais. Este último não teve fotos divulgadas até a última atualização desta notícia.
Sobre uma base de cetim de seda pura, o vestido recebeu um bordado de pérolas de água doce, incluindo pérolas barrocas, além de madrepérolas.
Quem é Rebeca Nepomuceno
Rebeca Nepomuceno construiu uma carreira a partir de João Pessoa, onde começou a desenvolver suas criações ainda jovem. Nascida na Paraíba, ela ingressou na faculdade de Design de Moda aos 17 anos e, desde a infância, tinha o sonho de se tornar estilista. A mãe, dona de uma marca de roupas, foi uma de suas principais inspirações.
Logo após concluir a graduação, Rebeca criou um vestido para uma amiga, em um dos primeiros trabalhos que marcaram o início de sua trajetória profissional. A repercussão de uma de suas criações nas redes sociais abriu caminho para que ela começasse a atender clientes em um espaço improvisado na parte superior da loja da mãe, em João Pessoa.
Agora no g1
Aos 19 anos, a estilista decidiu seguir uma direção diferente daquela predominante no mercado de noivas da época. Ela optou por não trabalhar com renda nos vestidos, uma escolha alinhada à sua preferência por uma estética menos romântica e que ajudou a estabelecer a identidade de suas criações.
Aos 22 anos, Rebeca fechou o ateliê e se mudou para a Austrália para estudar negócios de moda. A previsão era permanecer no país por um ano e meio, mas a experiência durou três anos e influenciou sua visão sobre a profissão e o desenvolvimento de sua marca. Ao retornar para o Brasil, a estilista começou a alcançar clientes de outros países, especialmente após a criação de um vestido para a influenciadora Renata Mines, que mora na Austrália, em 2021.
A partir desse trabalho, Rebeca ampliou sua visibilidade e passou a atender clientes de países como Japão e Itália. Entre as personalidades que vestiram estão a influenciadora Maju Trindade, Vitória Fiore, Carol Cola e Romana Novais, esposa do DJ Alok.
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Gabriel Diniz/Reprodução
Os três vestidos usados pela cantora e influenciadora paraibana Juliette Freire em seu casamento com o atleta de crossfit Kaíque Cerveny foram criados pela estilista paraibana Rebeca Nepomuceno. Um deles tem peças em crochê feitas pela avó da artista.
A festa de casamento acontece nesta quinta-feira (29), no Instituto Ricardo Brennand, em Recife. A cerimônia foi realizada em 30 de setembro, no Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras, na Paraíba.
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Juliette escolheu três vestidos feitos por Rebeca Nepomuceno, que ganhou destaque no mercado brasileiro de vestidos de noiva, assinando criações para casamentos de famosos como Alok e Maju Trindade. O primeiro para o filme de pré-casamento, o segundo para a cerimônia no Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras, e o terceiro para a festa desta quinta-feira (29).
Os três vestidos
Juliette e Kaíque no filme de pré-casamento, gravado na Paraíba
Gabriel Diniz/Reprodução
A estilista paraibana detalhou as três criações. O primeiro vestido, usado no filme, nasceu de um modelo já existente na linha prêt-à-porter da marca. Sua parte superior reproduz a peça que Rebeca usou em seu próprio casamento civil, no ano passado, inspirada no vestido de noiva de sua avó.
Para Juliette, o modelo ganhou uma nova versão, mais ousada e divertida, com uma saia curta desenvolvida nas mesmas rendas. A proposta foi criar um look que dialogasse com a moto e as botas usadas em cena.
Para a cerimônia no Lajedo de Pai Mateus, o ponto de partida foram as toalhas de crochê feitas pela avó de Juliette ao longo da vida. Juliette entregou as peças ao ateliê com o desejo de transformá-las em seu vestido de noiva. O desafio foi desenvolver uma modelagem que respeitasse as características do material, já que o crochê pronto pode se desfazer quando cortado.
A construção foi realizada por meio da moulage, acomodando os crochês sobre uma base tomara que caia, ajustada ao corpo. A composição ganhou uma cauda longa, incorporando as peças e suas franjas, além de intervenções em chiffon de seda para trazer leveza e movimento.
Para completar, o ateliê desenvolveu uma peça de cabeça que reinterpretava o véu, com personalidade própria e uma atmosfera mística em sintonia com o cenário do Lajedo de Pai Mateus.
Juliette e Kaíque na cerimônia de casamento em Cabaceiras
Gabriel Diniz/Reprodução
O terceiro vestido foi criado para Juliette usar na festa após uma segunda cerimônia. Para esse momento de celebração, a proposta foi explorar uma expressão mais leve e livre do ateliê, com uma modelagem desconstruída e uma combinação ousada de materiais. Este último não teve fotos divulgadas até a última atualização desta notícia.
Sobre uma base de cetim de seda pura, o vestido recebeu um bordado de pérolas de água doce, incluindo pérolas barrocas, além de madrepérolas.
Quem é Rebeca Nepomuceno
Rebeca Nepomuceno construiu uma carreira a partir de João Pessoa, onde começou a desenvolver suas criações ainda jovem. Nascida na Paraíba, ela ingressou na faculdade de Design de Moda aos 17 anos e, desde a infância, tinha o sonho de se tornar estilista. A mãe, dona de uma marca de roupas, foi uma de suas principais inspirações.
Logo após concluir a graduação, Rebeca criou um vestido para uma amiga, em um dos primeiros trabalhos que marcaram o início de sua trajetória profissional. A repercussão de uma de suas criações nas redes sociais abriu caminho para que ela começasse a atender clientes em um espaço improvisado na parte superior da loja da mãe, em João Pessoa.
Agora no g1
Aos 19 anos, a estilista decidiu seguir uma direção diferente daquela predominante no mercado de noivas da época. Ela optou por não trabalhar com renda nos vestidos, uma escolha alinhada à sua preferência por uma estética menos romântica e que ajudou a estabelecer a identidade de suas criações.
Aos 22 anos, Rebeca fechou o ateliê e se mudou para a Austrália para estudar negócios de moda. A previsão era permanecer no país por um ano e meio, mas a experiência durou três anos e influenciou sua visão sobre a profissão e o desenvolvimento de sua marca. Ao retornar para o Brasil, a estilista começou a alcançar clientes de outros países, especialmente após a criação de um vestido para a influenciadora Renata Mines, que mora na Austrália, em 2021.
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Fonte: G1 Entretenimento