Casa Branca passou quase 20 anos enviando a mensagem de que guerra estava sendo ganha e que grupos terroristas estavam enfraquecidos, mas retirada catastrófica de tropas mostra que realidade não era bem essa. História no Afeganistão não é bem como EUA e aliados contavam
Durante os governos de três presidentes – Bush, Obama e Trump – os norte-americanos receberam a mesma mensagem da Casa Branca: os Estados Unidos e seus aliados estão vencendo a guerra no Afeganistão, o Talibã e grupos terroristas estão enfraquecidos e não são mais uma ameaça.
Por isso, ninguém entendeu como, ainda com as tropas ocidentais no país, o Talibã voltou a controlá-lo.
E agora surge ainda outra ameaça. Só se fala no Isis-K, o braço afegão do grupo terrorista Estado Islâmico, que teria mais de 3 mil combatentes espalhados pelo país e que assumiu a responsabilidade pelo ataque que matou dezenas, entre civis afegãos e militares norte-americanos no aeroporto de Cabul na quinta-feira (26).
Mas, aos poucos, fica claro que ao longo dos últimos 20 anos, o que era dito oficialmente sobre o desempenho dos EUA e seus aliados não condizia com a realidade dos soldados nos campos de batalha.
Um livro recém-lançado por um renomado jornalista do jornal “Washington Post” traz documentos ultrassecretos do Pentágono, que reforçam como informações importantes eram ocultadas.
Uma delas é que o então vice-presidente Dick Chenney quase foi atingido, e poderia ter sido morto, por um homem-bomba durante a visita que fez ao Afeganistão em 2007.
Agora, a retirada catastrófica das tropas ocidentais mostra que, com exceção da morte de Osama bin Laden (uma missão que foi bem-sucedida), a guerra estava perdida há anos e a história que foi contada ao mundo ocidental desde 2001 parece ter sido uma grande fake news.
Vídeos: Explosões no aeroporto de Cabul
Durante os governos de três presidentes – Bush, Obama e Trump – os norte-americanos receberam a mesma mensagem da Casa Branca: os Estados Unidos e seus aliados estão vencendo a guerra no Afeganistão, o Talibã e grupos terroristas estão enfraquecidos e não são mais uma ameaça.
Por isso, ninguém entendeu como, ainda com as tropas ocidentais no país, o Talibã voltou a controlá-lo.
E agora surge ainda outra ameaça. Só se fala no Isis-K, o braço afegão do grupo terrorista Estado Islâmico, que teria mais de 3 mil combatentes espalhados pelo país e que assumiu a responsabilidade pelo ataque que matou dezenas, entre civis afegãos e militares norte-americanos no aeroporto de Cabul na quinta-feira (26).
Mas, aos poucos, fica claro que ao longo dos últimos 20 anos, o que era dito oficialmente sobre o desempenho dos EUA e seus aliados não condizia com a realidade dos soldados nos campos de batalha.
Um livro recém-lançado por um renomado jornalista do jornal “Washington Post” traz documentos ultrassecretos do Pentágono, que reforçam como informações importantes eram ocultadas.
Uma delas é que o então vice-presidente Dick Chenney quase foi atingido, e poderia ter sido morto, por um homem-bomba durante a visita que fez ao Afeganistão em 2007.
Agora, a retirada catastrófica das tropas ocidentais mostra que, com exceção da morte de Osama bin Laden (uma missão que foi bem-sucedida), a guerra estava perdida há anos e a história que foi contada ao mundo ocidental desde 2001 parece ter sido uma grande fake news.
Vídeos: Explosões no aeroporto de Cabul
Fonte: G1 Mundo