Até o momento, país já registrou mais de 4.702.657 casos de coronavírus, segundo balanço do governo. Covas abertas em um cemitério de Córdoba, Argentina, para receber as vítimas da pandemia. Foto de 11 de julho de 2021
Agustin Marcarian/Reuters
A Argentina atingiu nesta quarta-feira (14) a triste marca dos 100 mil mortos por complicações da Covid-19 no país, segundo o balanço oficial do governo.
Apenas nas últimas 24 horas, foram registrados 614 óbitos. Desde o início da pandemia foram 100.250 vidas perdidas – o que faz do país ser um dos mais atingidos pela doença na região.
A média de casos diários está caindo em relação ao pico do mês passado, e a ocupação de leitos de UTI está diminuindo, mas ainda passa de 60% nacionalmente.
Mais de 4,7 milhões de argentinos já foram diagnosticados com a infecção causada pelo coronavírus.
Vacinação
A Argentina, um país de cerca de 45 milhões de habitantes, já administrou mais de 25 milhões de vacinas – 45% da população – mas só 5 milhões já receberam as duas doses.
No país sul-americano são usados três imunizantes diferentes, e todos eles são aplicados em um regime de duas doses, como a maioria dos usados Brasil: Sputnik V, AstraZeneca e Sinopharm.
A distribuição de vacinas está despertando a esperança de que o país conseguirá controlar a pandemia, mas a variante delta preocupa.
Ainda que as vacinas sejam eficazes contra essa cepa do vírus, as duas doses são essenciais para conferir a proteção necessária.
Fonte: G1 Mundo