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Peça teatral amapaense vai narrar acontecimentos 19 anos depois do último livro de Harry Potter

Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral ‘Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado’ será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá
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Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá.
Intitulado “Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois”, a peça do grupo “O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá” segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro.
De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado.
“Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade”, ressaltou.
O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração.
Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível.
História
A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula.
Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele “lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence”, diz um texto sobre a peça.
Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família.
Serviço
“Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois”
Datas: 16 e 17 de agosto
Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro)
Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível
Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping – Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F – Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 – Centro)
Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812
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Fonte: G1 Brasil

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Levantamento do G1 mostra variação de preço nas opções de transporte em Divinópolis; confira

Valores dos meios disponíveis na cidade variam de R$ 4,05 a R$ 15. Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais
TV Integração/Reprodução
Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata?
O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade.
Ônibus
Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte.
Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas.
Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços:
Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis
Táxis e Mototáxis
Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados.
A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira.
Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15
Reprodução/TV Integração
Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação.
O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado.
Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida.
Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado.
Mototáxi também apresenta variação no preço
Reprodução/Tv Integração
Aplicativos
A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone.
Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7.
A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi.
A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo.
Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas.
No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários.
Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos – uma média de dois habitantes por veículo.

Fonte: G1 Brasil

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Show de humor em Macapá leva histórias de ribeirinhos da Amazônia para o teatro

Dupla Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara apresentam ‘Agora é que são Eles’, na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras. Lançamento de livros também marcam visita dos humoristas ao AP. Epaminondas Gustavo (com a bandeira) e Adilson Alcântara no show ‘Agora é que são Eles’
Divulgação
Histórias engraçadas de ribeirinhos que vivem no interior do Pará inspiraram o repertório de “Agora é que são Eles”, novo show de humor da dupla paraense Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara. A apresentação do espetáculo acontece na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras, em Macapá.
Com o sotaque típico da região, o personagem Epaminondas Gustavo, interpretado pelo ator Cláudio Rendeiro, conta aventuras, reclamações, desavenças, conselhos e fatos de comunidades que vivem às margens de rios. A apresentação teatral é acompanhada por canções de Alcântara.
Além de ator, Rendeiro é juiz do Tribunal de Justiça do Pará. Ele caracterizou o protagonista do show de humor como um morador de São Caetano de Odivelas, cidade natal do magistrado, com linguajar “caboco” e cheio de expressões.
Alcântara é um artista paraense com 25 anos de carreira como cantor, compositor, humorista e produtor cultural. Ele é o responsável por equilibrar o humor com a paródia, que também faz parte da vida dos ribeirinhos, e conta as piadas com ritmo e acompanhado por um violão.
A dupla fez uma apresentação em Macapá em maio, lotou o teatro e quer repetir a experiência na capital.
Espetáculo leva histórias hilárias da região ribeirinha do Pará
Divulgação
Livros e palestra
Um dia antes da apresentação no Teatro das Bacabeiras, os humoristas vão fazer o lançamento dos livros “Sátira de um Ribeirinho”, que traz crônicas e histórias no olhar de Cláudio Rendeiro, e “Lírica Ribeirinhas e Outras Margens”, com o lado poético do artista.
O lançamento dos livros é gratuito acontece após uma palestra-show voltada para alunos do curso de direito, no auditório do Sebrae em Macapá.
Serviços
Palestra-show para estudantes de direito
Data: 2 de agosto (quinta-feira)
Hora: 19h
Local: Auditório do Sebrae (Av. Ernestino Borges, 740 – Laguinho)
Entrada: R$ 20
Lançamento dos livros
Data: 2 de agosto (quinta-feira)
Hora: 20h30
Local: Auditório do Sebrae
Entrada: franca
Show de humor ‘Agora é que são Eles’
Data: 3 de agosto (sexta-feira)
Hora: 20h
Local: Teatro das Bacabeiras
Ingresso: R$ 30
Informações: (96) 98139-9346
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Fonte: G1 Brasil

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Sem dinheiro, venezuelanos acampam às margens de rodovia na fronteira do Brasil: ‘aqui pelo menos temos comida’

Cidade de Pacaraima, em Roraima, tem abrigo público, mas ele é só para índios venezuelanos. Sem ter para onde ir, famílias inteiras estão vivendo às margens da BR-174, que liga os dois países. Angélia Aguilera, 18, e o filho de 2 anos ao lado da barraca em que estão vivendo há cerca de 1 mês; ‘Na rua é muito frio’
Inaê Brandão/G1 RR
Venezuelanos estão vivendo em acampamentos improvisados em Pacaraima, no Norte de Roraima, na fronteira do Brasil. Um deles fica às margens da BR-174, rodovia que liga o país a Venezuela, e tem pelo menos 30 famílias.
Conforme a prefeitura, a cidade tem uma média de 1,5 mil imigrantes em situação de rua – o equivalente a 22% da população local, que é de cerca de 15 mil habitantes. O município possui um abrigo público, mas ele é exclusivo para imigrantes indígenas.
Procurada, a Força Tarefa Logística Humanitária, criada pelo Governo Federal para lidar com a imigração, informou que está em implantação um novo abrigo para não-índios na fronteira. Chamado de BV8, ele terá capacidade para 500 pessoas.
No acampamento às margens da rodovia, famílias inteiras estão morando em barracas de camping e estruturas improvisadas com lonas, madeiras e até papelões.
As estruturas são cobertas por plástico para proteger da chuva, comum neste período do ano. Na madrugada, a temperatura chega aos 16º C.
A jovem Angélia Aguilera, de 18 anos, está no Brasil há um mês. Ela, o marido e o filho Elieser, de um ano, vivem nas ruas de Pacaraima desde então.
“Aqui na rua é muito frio. Nunca imaginei que ia passar por isso”, lamentou Angélia.
A família saiu de Maturin, a 785 Km de Pacaraima, e conta a mesma história que outros milhares de venezuelanos que buscam refúgio no Brasil.
“Vim porque na Venezuela não tem trabalho, comida e remédio. Não tem nada”, disse Angélia, acrescentando que no país a família se alimentava apenas de mandioca e sardinha.
O esposo trabalhava em uma empresa multinacional, mas o salário – corroído pela inflação diária de 2,8% – perdeu o poder de compra. Por isso, ele largou o trabalho há dois meses e a família resolveu tentar a vida no Brasil, onde busca trabalho.
“A vida aqui está um pouco difícil porque não conseguimos dinheiro. Meu marido vende café na rua e não dá para quase nada. Mas dá para comer, sobreviver. Pelo menos temos comida”, disse.
O objetivo da família é chegar até Manaus.
Luiz Sereño, 20, colocou bandeiras do Brasil na barraca improvisada: ‘é uma homenagem ao país que me acolheu’
Inaê Brandão/G1 RR
O jovem Luiz Sereño, de 20 anos, também se mudou para o Brasil fugindo da crise econômica e política da Venezuela.
Na barraca improvisada onde mora, o jovem colocou duas bandeiras do Brasil e disse que elas são uma homenagem ao país que o acolheu.
“A bandeira representa a união. O Brasil nos recebeu como irmãos e sou grato”, afirmou.
Em Pacaraima, Luiz trabalha lavando carros. O dinheiro que consegue manda para a filha de três anos que ficou na terra natal.
“A Venezuela tem muitos recursos naturais, mas já estamos cansados de passar fome. Tenho uma filha e chorava quando via ela comendo só manga”.
Na rua, os imigrantes cozinham em latas de tintas e, muitas vezes, dependem de doações de moradores para se alimentar.
Sem lugar para se higienizar, aqueles que não possuem entre R$ 1 e R$ 4 para pagar um estabelecimento comercial para usarem o banheiro ficam sem banho e precisam fazer as necessidades em uma região de mata, na outra margem da rodovia.
Imigrantes fazem comida em fogões improvisados
Inaê Brandão/G1 RR
Crise migratória
Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações.
Nos últimos 18 meses, 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima (RR), mas destes, 31,5 mil, voltaram para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres.
O Exército Brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia.
Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados.
Atualmente o estado conta com dez abrigos públicos, totalizando cerca de 4,6 mil pessoas, seis deles abertos só neste ano. Mesmo assim, ainda há venezuelanos em situação de rua em 10 dos 15 municípios do estado.
Além disso, 820 imigrantes já foram levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Igarassu (PE) e Conde (PB) no chamado processo de interiorização, que consiste em distribuir venezuelanos recém-chegados a Roraima para outros estados do país.
Acampamento foi montado às margens da BR-174
Inaê Brandão/G1 RR
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Fonte: G1 Brasil

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Barracas de apoio aos romeiros começam a funcionar nesta sexta na BR-365 em Patos de Minas

Nos pontos de atendimento serão oferecidos alimentação, camas, escalda-pés, massagens e atendimento médico 24h até o dia 13 de agosto.
Reprodução/TV Integração
Os pontos de apoios aos romeiros começam a funcionar a partir desta sexta-feira (27) às margens da BR-365, km 439, após o trevo de Santa de Patos, em Patos de Minas. Serão oferecidos sanitários, camas, água e refeições durante 24h até o dia 13 de agosto.
As Delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Patos de Minas e Uberlândia, realizarão a “Operação Romaria”, e a partir do dia 27 de julho haverá grupos dedicados à fiscalização de trânsito e do radar móvel na BR-365.
Os romeiros terão direito a alimentação completa com café, leite, suco, pão e frutas, almoço, atendimento de saúde, além de escalda-pés, massagem e chuveiros.
O Dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é celebrado no dia 15 de agosto e os fiéis católicos saem a pé até a cidade de Romaria como forma de agradecer ou cumprir alguma promessa.

Fonte: G1 Brasil

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Quilo do Pirarucu é vendido em Rondônia por R$ 9,36 no valor médio

Banana nanica, bezerro de corte e alface convencional também foram cotados. Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor. Veja quanto custa o preço do quilo do pirarucu em várias cidades
Toni Mendes/ TG
A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de julho, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.
Confira abaixo a lista de alguns itens:
Peixe Pirarucu (quilo)
Preço médio: R$ 9,36
Porto Velho: R$ 11,00
Guajará-Mirim: R$ 10,00
Ariquemes: cotação não informada
Jaru: R$ 8,00
Rolim de Moura: R$ 7,40
Machadinho D’Oeste: R$ 10,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 9,00
Ji-Paraná: R$ 11,00
Colorado do Oeste: R$ 8,50
São Miguel do Guaporé: cotação não informada
Costa Marques: cotação não informada
Cacoal: cotação não informada
Vilhena: cotação não informada
Pimenta Bueno: cotação não informada
Banana Nanica/ Nanicão (quilo)
Preço médio: R$ 1,88
Porto Velho: R$ 2,00
Guajará-Mirim: R$ 1,80
Ariquemes: R$ 2,00
Jaru: R$ 2,00
Rolim de Moura: R$ 1,30
Machadinho D’Oeste: R$ 2,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00
Ji-Paraná: R$ 2,00
Colorado do Oeste: R$ 2,00
São Miguel do Guaporé: 2,00
Costa Marques: 1,50
Cacoal: R$ Cotação não divulgada
Vilhena: R$ Cotação não divulgada
Pimenta Bueno: R$ 2,00
Bezerro de corte (cabeça)
Preço médio: R$ 960,71
Porto Velho: R$ 950,00
Guajará-Mirim: R$ 900,00
Ariquemes: R$ 950,00
Jaru: R$ 1.000,00
Rolim de Moura: R$ 1.100
Machadinho D’Oeste: R$ 1.000,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 1.000,00
Ji-Paraná: R$ 950,00
Colorado do Oeste: R$ 1.000,00
São Miguel do Guaporé: 720,00
Costa Marques: R$ 900,00
Cacoal: R$ 980,00
Vilhena: R$ 1.000,00
Pimenta Bueno: R$ 1.000,00
Alface convencional (maço)
Preço médio: R$ 1,80
Porto Velho: R$ 1,50
Guajará-Mirim: R$ 2,00
Ariquemes: R$ 2,00
Jaru: R$ 1,50
Rolim de Moura: R$ 1,50
Machadinho D’Oeste: R$ 2,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00
Ji-Paraná: R$ 1,00
Colorado do Oeste: R$ 2,00
São Miguel do Guaporé: 2,00
Costa Marques: R$ 2,00
Cacoal: R$ 2,00
Vilhena: R$ 1,65
Pimenta Bueno: R$ 2,00

Fonte: G1 Brasil

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Confira as vagas de emprego do Sine em Macapá para o dia 24 de julho

Há oportunidades para auxiliar de vidraceiro, pescador, passadeiro, forneiro, técnico em laboratório e topógrafo. Número de vagas é de acordo com as empresas cadastradas. São ofertadas duas vagas para técnico em laboratório no Sine Macapá
Divulgação/FVS
O Sistema Nacional de Empregos no Amapá (Sine/AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência.
Os interessados podem procurar o Sine/AP, localizado n Rua General Rondon, nº 2350, na praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas em Macapá e Santana. Outras informações e oferta de vagas são pelo número (96) 4009-9702.
Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado).
Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas:
Auxiliar de vidraceiro – 1 vaga
Forneiro – 1 vaga
Gerente de fibra óptica – 1 vaga
Pescador especializado (PEP) – 1
Pescador profissional (POP) – 1 vaga
Passadeiro – 1 vaga
Motorista de pesca – 1 vaga
Técnico em laboratório – 2 vagas
Técnico em refrigeração – 1 vaga
Técnico em edificações – 1 vaga
Topógrafo – 1 vaga

Fonte: G1 Brasil

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Com surto na região Norte, campanha contra o sarampo no AP começa em agosto

Vacinação voltada para o público infantil acontece no período de 6 a 31 de agosto. Mais de 140 mil doses foram enviadas ao estado que tem a meta de imunizar 95% do público-alvo. Vacinação contra sarampo e poliomielite acontece entre 6 a 31 de agosto
Carlos Alberto Jr/G1
A ocorrência de centenas de casos confirmados de sarampo no país, reativou o alerta em torno da doença, que desde 2014 não era registrada no Brasil. Diante disso, o Ministério da Saúde vai retomar uma campanha específica de vacinação contra o sarampo e a poliomielite, entre os dias 6 e 31 de agosto. O Amapá deve receber mais de 140 mil doses da vacina, dessas, 70 mil serão encaminhadas para Macapá.
No Amapá, a população está receosa devido ao surto da doença na região Norte. Pais e mães estão indo as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) para imunizar seus filhos. Uma dessas mães é a arte-educadora Márcia Galvão, que levou a pequena Ana Letícia para manter o calendário de vacinas da filha em dia.
“É muito importante se imunizar, principalmente contra o sarampo. Toda mãe fica preocupada quando uma doença como esse volta com tanta força. Mesmo sabendo que não teve nenhum caso aqui [no Amapá] a gente tem que se prevenir”, disse.
Márcia Galvão levou a filha Ana Letícia para uma UBS se imunizar contra o sarampo
Carlos Alberto Jr/G1
Em tempos de redes sociais e disseminação de informações desencontradas em grupos de conversas, uma das principais dúvidas acerca da enfermidade se refere a um boato que fala da “necessidade de atualização da vacina”.
O Ministério da Saúde esclarece que quem já foi vacinado não precisa se preocupar, pois a imunização não possui prazo de validade. Quem não sabe se tomou a vacina deve aplicá-la, visto que não há prejuízo para a saúde do indivíduo caso ele receba uma nova dose.
A vacina contra o sarampo está disponível na rede pública em qualquer época do ano. A mais comum é a Tríplice Viral, que protege ainda contra rubéola e caxumba. A Tetra Viral fornece proteção adicional contra a varicela. São indicadas duas doses em um intervalo de um a dois meses. Em crianças, o intervalo deve ser um pouco maior, sendo a primeira dose entre os primeiros 12 e 15 meses de vida.
De acordo com a coordenadora de imunização de Macapá, Jorsette Cantuária, a meta é vacinar ao menos 95% das crianças de um ano até menos de cinco anos de idade. Mais de 140 mil doses de vacinas foram enviadas para o Amapá. Não será realizada uma campanha de vacinação contra sarampo voltada para adultos.
“A campanha é voltada para crianças dentro da faixa etária estabelecida, independentemente de já terem sido ou não vacinadas contra essas doenças. Não há uma campanha de vacinação específica para os adultos. Mas eles devem ser vacinados conforme a rotina do calendário nacional de vacinação, mantendo atualizada sua caderneta vacinal”, finalizou.
Coordenadora de imunização Jorsette Cantuária
Carlos Alberto Jr/G1
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Fonte: G1 Brasil

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Polícia Civil de Juiz de Fora recebe denúncia de mais uma empresa que teve contêineres desviados

Duas firmas são de São Paulo e uma de Belo Horizonte. Até agora, mais de 40 equipamentos foram localizados, mas a investigação segue em andamento. A 2ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora identificou mais uma vítima da quadrilha de estelionatários que desviou e revendeu contêineres para empresários na Zona da Mata.
A terceira empresa, de São Paulo, enviou representantes à cidade com informações sobre os bens extraviados delas. Conforme a Polícia Civil, por causa da numeração que identifica cada um, foi possível notar que mais 22 foram localizados na sexta-feira (20), nas mesmas empresas.
O G1 entrou em contato com a Braga Container, em Matias Barbosa, e com a Vila Container, em Juiz de Fora, solicitando posicionamento sobre o caso e aguarda retorno.
Ainda não foi descartado que mais contêineres extraviados e revendidos estejam na região. De acordo com a transportadora, foram 56 desviados das empresas proprietárias.
Em Juiz de Fora, o caso de receptação culposa, quando as vítimas adquirem o produto, mas deveriam desconfiar de origem ilícita, segue em apuração. Quando o procedimento for finalizado, será encaminhado para as delegacias de Belo Horizonte e São Paulo, onde o golpe foi aplicado e é investigado o caso de estelionato.
Até agora, a investigação aponta que o golpe foi aplicado por integrantes de uma quadrilha. Eles teriam clonado uma empresa que trabalha com exportações, usando inclusive o cadastro dela.
Já foram identificadas como vítimas uma empresa de Belo Horizonte e duas de São Paulo, que trabalham como intermediárias entre as grandes firmas exportadoras e os armadores, viabilizando os contêineres para o transporte de produtos variados para o exterior. Um contêiner novo é avaliado em US$ 5 mil e o prejuízo estimado pelas três empresas chega a R$ 1 milhão.
Conforme informações da Polícia Civil ao G1, o rastreamento indicou que 16 dos contêineres localizados em Minas Gerais estavam bloqueados e, mesmo assim, foram retirados do cais. A Polícia Civil segue apurando a participação da empresa localizada em Campos Elísios, Duque de Caxias, onde os contêineres foram entregues. As informações apontam que os supostos empresários estavam cientes e ajudaram no golpe.
Os empresários em Juiz de Fora e em Matias Barbosa não apresentaram nota fiscal da aquisição dos contêineres por R$ 8 mil. Além de responder por receptação culposa, eles também terão de prestar contas às receitas Estadual e Federal, que serão informadas da investigação por ofício da Polícia Civil.
Os 43 contêineres permaneceram nas empresas onde foram localizados, como depositários fiéis, até que sejam devolvidos aos legítimos donos.

Fonte: G1 Brasil

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Justiça determina o afastamento de Sydnei Pereira da Prefeitura de Anajatuba

Na decisão, o juiz afirma que há ‘risco sério e concreto’ do prefeito incinerar documentos públicos que comprovem atos de corrupção. O caso já foi destaque no Bom Dia Brasil. Sydnei Pereira, prefeito de Anajatuba
Reprodução/TV Mirante
A Justiça determinou o afastamento do atual prefeito Sydnei Pereira (PCdoB) em Anajatuba, a 137 km de São Luís. Ele é suspeito em diversos processos por desvios de dinheiro público que são alvos de investigações federais.
Na decisão, o juiz Bruno Chaves de Oliveira afirma que há evidências de simulação, favorecimento e até mesmo a falta de formalidade legal em contratos da prefeitura.
O juiz cita ainda um relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que aponta superfaturamento de itens que estavam em contratos, mas não foram entregues para a prefeitura. O relatório indica também:
Pesquisa de preços fictícia
Falta de notas fiscais
Abastecimento de veículos que não estavam autorizados a prestarem serviço na área da saúde
Combustível com preços superiores aos de mercado
Aquisição de combustível sem comprovar a sua destinação
Contratação de empresas fornecedoras sem a necessária qualificação técnica
Alteração da quantidade de veículos de transporte de pacientes (24 veículos supostamente foram utilizados para o transporte de pacientes para São Luís/MA, porém os pacientes só eram transportados em uma Van)
Ausência de indicação da placa dos veículos supostamente abastecidos
Motocicletas abastecidas com quantidade de litros acima da capacidade do tanque
Notas fiscais sem a placa do veículo abastecido e sem assinatura do condutor
Utilização de posto de combustível não contratado para o abastecimento da frota municipal
Atestado de capacidade técnica com fortes indícios de conteúdo falso
Pagamento indevido a fornecedor por materiais de construção não comprovadamente entregues ou efetivamente utilizados em ações de saúde
Contratação de empresas sem capacidade operacional
Contratos simulados de locação de veículos
Despesas de manutenção dos veículos por conta de seus proprietários
Ausência de identificação do beneficiário final das despesas
Em outro momento, o magistrado explica a principal motivação para o afastamento do atual prefeito.
Segundo Bruno Chaves, há ‘risco sério e concreto’ de que Sydnei Pereira e sua gestão ainda possam, nesses últimos dias do seu mandato, destruir o que ainda restou nos arquivos públicos do município, como documentos dos procedimentos licitatórios e contratações que fazem parte das investigações contra ele.
Em 2018, o Ministério Público do Maranhão já havia pedido o afastamento do prefeito de Anajatuba. Na época, o promotor Carlos Augusto Soares afirmou:
“Há um número muito grande de notícias de irregularidades sendo investigados. O que se observa é que o gestor está utilizando de artifícios para impedir a elucidação desses casos e o afastamento dele é necessário”, declarou Carlos Augusto Soares, Promotor de Justiça de Anajatuba.
Investigações federais sobre supostos desvios de dinheiro público em Anajatuba são destaque no Bom Dia Brasil
Sidney Pereira e Helder Aragão
Em 2015, Sidney Pereira denunciou por corrupção o então prefeito do qual ele era vice, Helder Aragão. O prefeito foi afastado e ele assumiu a Prefeitura. Sydnei foi reeleito em 2016 e passou a enfrentar denúncias até da Câmara Municipal, onde um vereador do mesmo partido chegou a entrar com oito representações em órgãos de fiscalização. O caso foi destaque no Bom Dia Brasil.
“O que mais me deixa triste é que o gestor atual anda fazendo as mesmas coisas que o outro estava fazendo”, contou Lauro Sousa, vereador do PCdoB.
Nas eleições de 2020, Helder Aragão venceu e vai assumir a prefeitura a partir de janeiro de 2021.
Mesmo sendo do mesmo partido, o vereador Lauro Sousa já entrou com oito representações contra o prefeito de Anajatuba
Reprodução/TV Mirante
Investigações
Constam nas investigações, o fechamento de escolas por falta de dinheiro e milhões de reais gastos em licitações suspeitas. No campo da educação, a Prefeitura de Anajatuba cortou o transporte escolar em alguns povoados por causa da situação das estradas.
Condições de estradas em Anajatuba fizeram a Prefeitura cortar o transporte escolas em povoados
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A atual gestão também chegou a fechar 21 escolas, de acordo com o Sindicato dos Professores. Antes haviam 55 escolas na cidade. Em 2018, a prefeitura justificou o fechamento pela falta de recurso para manter os professores.
Buraco em parede ao lado do quadro negro em escola de Anajatuba
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Malharia ‘ Maria dos Milagres’
Os contratos com uma malharia de São Luís também são alvo de investigação. Entre 2016 e 2017, a malharia Maria dos Milagres Sousa Moreira Aquinho vendeu R$ 410 mil à Prefeitura de Anajatuba em artigos esportivos e brinquedos. Só em 2017 foram R$ 321 mil pagos à malharia, segundo o Tribunal de Contas do Estado.
No ano passado foram pagos R$ 321mil à malharia ‘Maria dos Milagres’, segundo o TCE, em artigos esportivos e brinquedos..
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Entre os itens vendidos estão bolas, chuteiras, redes de vôlei, 30 pares de rede oficial de campo de futebol. Mas o principal campo da cidade não tinha trave e estava coberto pelo mato. Nos povoados do interior as pessoas disseram que nunca viram artigos de esporte.
Em nota, a malharia ‘Maria dos Milagres’ disse que participou da licitação com seriedade e responsabilidade e que está à disposição da Justiça para prestar qualquer esclarecimento.
Brunopel
Outros pagamentos que chamaram a atenção foram os recebidos pela autopeças Brunopel, que recebeu R$ 455 mil com vendas de peças para carros de Anajatuba em 2016. Em 2017, a autopeças também recebeu R$ 8,4 milhões do município de Anajatuba em peças e locação de veículos. Na cidade, órgãos públicos como o Conselho Tutelar reclamavam que não tinham carro pra trabalhar.
“A gente solicita às vezes o apoio da polícia quando é emergência e quando não a gente está esperando a solução para continuar com o nosso trabalho”, contou Telmo Lopes, coordenador-geral do Conselho Tutelar da cidade de Anajatuba.
Autopeças Brunopel recebeu R$ 8,4 milhões de Anajatuba em peças e locação de veículos, segundo o TCE
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Entre os sócios da Brunopel está uma mulher descrita como Rosalina Pereira Silva, que é ex-mulher de um doador de campanha de Sydnei Pereira chamado Cosme Pereira de Souza, que doou R$ 2.500 na campanha. Ela foi procurada pela reportagem, mas não se conseguiu contato.
Cosme também é tio da então secretária de administração do município, Pollyana Lisboa. Ela negou ligações da família dela com o prefeito.
“Não temos nenhuma ligação com o Prefeito, a não ser a empresa que concorreu, ganhou e nem faz parte mais da Prefeitura”, disse a secretária de administração de Anajatuba, Pollyana Lisboa.
Cosme Pereira também era dono de um carro de luxo avaliado em mais de 120 mil reais, que o prefeito da cidade usava no dia-a-dia. O prefeito diz que o carro que ele usava era alugado e Cosme Pereira não foi encontrado.
“Ele tinha o contrato de locação de veículo. Então ele me alugou esse carro para o gabinete. Aí quando ele perdeu o contrato, a empresa que ganhou o contrato comprou o carro dele e permaneceu o aluguel. Ele continua sendo alugado o carro”, respondeu o prefeito Sydnei Pereira.
Apesar do que consta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Sydnei Pereira negou que Cosme tenha sido doador de campanha e diz que contratou a sobrinha de Cosme como secretária por causa da competência dela.
“Essa menina eu conheci ela na empresa dele com relação ao processo que eles tinham com a gente de fornecimento e ela se mostrou, à epoca, muito eficiente”, afirmou o Prefeito.
Consulta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) indica que um homem chamado Cosme Pereira foi doador de campanha de Sydnei Pereira
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O prefeito diz ainda que não pagou os oito milhões à autopeças em 2017, apesar dos valores constarem na prestação de contas do município, junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) como pagos.
“Não tem nem como uma prefeitura no porte de Anajatuba pagar nem a metade disso aí”, afirmou o prefeito.
Procurador Jairo Cavalcanti explicou que é considerado pagamento quando um documento chega ao TCE e há comprovação de transferência bancária, como um dos exemplos.
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Entretanto, o procurador de contas do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Jairo Cavalcanti, explicou como funcionam a comprovação de pagamentos e diz que o valor foi realmente pago.
“Quando o documento chega aqui sendo comprovado que houve transferência bancária…. um recibo ou um cheque em favor do credor… nós consideramos que esse valor foi efetivamente pago”, asseverou o procurador.
Uso do dinheiro público é alvo de investigações federais na Prefeitura de Anajatuba, no Maranhão