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Marina Lima é atravessada pela perda do irmão Antonio Cicero em ‘Ópera Grunkie’, álbum para a tribo da artista


Aos 70 anos, Marina Lima lança o 22º álbum da discografia, ‘Ópera Grunkie’
André Hawk / Divulgação / Montagem g1
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Ópera Grunkie
Artista: Marina Lima
Cotação: ★ ★ 1/2
♬ Faixa de atmosfera festiva, criada sobre base eletrônica de reggaeton e clima de música ambiente, “Olívia” deu a pista certeira de “Ópera Grunkie”, 18º álbum de estúdio de Marina Lima e o 22º álbum no cômputo geral da discografia dessa artista que entrou em cena em 1978. A melodia rala de “Olívia” dá o tom fragmentado do álbum lançado hoje, 24 de março, pela cantora, compositora e instrumentista de 70 anos.
Ouvida de forma isolada, “Olívia” exalou certo charme que não se sustenta ao longo das 11 faixas do álbum. “Ópera Grunkie” apresenta a mais irregular safra de músicas inéditas de Marina Lima, compositora relevante que abriu alas no pop brasileiro ao longo dos anos 1980 em parceria com o irmão poeta Antonio Cicero (1945 – 2024).
Individualmente, quase todas as canções de “Ópera Grunkie” se revelam aquém do histórico da artista, embora haja lampejos da inspiração da compositora em “Só que não” – parceria de Marina com Adriana Calcanhotto (coautora da letra) e Giovanni Bizzotto – e em “Um dia na vida”, colaboração da artista com Ana Frango Elétrico, parceira e convidada de Marina na música.
Se “Um dia na vida” é faixa valorizada pelo arranjo vocal de Ana Frango Elétrico, hábil na harmonização do próprio canto agudo com a voz rouca de Marina, “Só que não” surge envolta em tom quase solene, operístico, potencializado pelas cordas programadas e arranjadas por Edu Martins.
Como coprodutores de “Ópera Grunkie”, Arthur Kunz e Edu Martins são nomes fundamentais do álbum gravado de setembro a dezembro de 2025 com produção musical orquestrada pela própria Marina Lima.
Capa do álbum ‘Ópera Grunkie’, de Marina Lima
Colagem de Natália Lage e arte final de Maria Valiante
No conjunto da obra, o álbum resulta mais interessante do que as canções em si porque flagra Marina Lima em ebulição, sem ligar o piloto automático. Em essência, “Ópera Grunkie” é disco para a tribo de Marina, artista desde sempre antenada com as novas tendências e famílias.
Aberto com desnecessária regravação de “Partiu” (Marina Lima, 2015) e estruturado em três atos que pouco dialogam entre si, o álbum está impregnado de diálogos, ruídos, fragmentos e samples de vozes, como exemplifica a faixa “Collab Grunkie” (Eraldo Palmero, Laura Diaz, Marina Lima e Renato Gonçalves).
O primeiro ato é atravessado pelo luto enfrentado por Marina com a morte de Antonio Cicero, que optou por sair de cena na Suíça, há dois anos, em procedimento de morte assistida.
“Grief-stricken / Under thunderous skies you approach / And then, deliberately, pretend not to see them crying”, canta Marina em “Grief-stricken” (Antonio Patriota), dando voz a versos que podem ser traduzidos como “Aflito, enlutado, / Sob céus trovejantes você se aproxima / E então, deliberadamente, finge não vê-los chorar”.
Na sequência, “Perda” (Arthur Kunz e Felipe Pinheiro de Souza) encadeia vozes e poemas de Antonio Cicero sobre arranjo concebido por Marina com Arthur Kunz (piano, bateria e percussão). E vem então “Meu poeta”, música (pouco inspirada) em que Marina, impregnada da nostalgia da modernidade da parceria com o irmão, celebra Cicero em versos como “Dosamos curvas e setas com nossas feições / Partimos como foguete rumo aos corações”.
Alocado no segundo ato, “Samba pra diversidade” (Marina Lima) soa mais sedutor, deslizando macio, embalado pelas percussões de Dominique Vieira (congas, surdo, guiro, repique, bacurinha e efeitos) e pelo coro que entra no último minuto da faixa, alinhando as vozes de Renata Cavalcanti, Lídice Xavier, Kessya Fernandes, Renata Young, Renato Gonçalves, François Dufraise, Vicky Xavier e Cao Albuquerque.
Quase ao fim de “Ópera Grunkie”, Marina se junta a Adriana Calcanhotto para trazer à tona “Chega pra mim” (Marina Lima e Márcio Tinoco, 2015), música que jazia esquecida em EP de Leila Pinheiro. O violoncelo de Daniel Silva e os violinos de Daniel Albuquerque e Thiago Teixeira dão revestimento levemente erudito à faixa em sintonia com “Finale (Brahma Chopin)”, tema de Marina Lima e Arthur Kunz que encerra efetivamente o álbum na recorrente atmosfera eletrônica.
No resumo da “Ópera Grunkie”, o álbum soa – no todo – melhor do que as canções em si porque mostra uma artista tentando dar um passo à frente, sem clonar fórmulas de sucessos anteriores, mas não a ponto de cativar além da tribo que celebra tudo o que Marina Lima faz sem senso crítico.
Marina Lima canta sobre a partida de Antonio Cicero (1945 – 2024) na música ‘Meu poeta’, uma das 11 faixas do álbum ‘Ópera Grunkie’
André Hawk / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é quem em ‘O Testamento’? Entenda a disputa pela herança de Anita Harley


Primas de Anita Harley comentam repercussão de ‘O Testamento’. Veja entrevista
A série “O Testamento: O Segredo de Anita Harley” narra a história de um grande imbróglio jurídico brasileiro: o destino da fortuna de Anita Louise Regina Harley, uma das principais herdeiras da rede varejista Casas Pernambucanas.
A empresária, que vive em coma há mais de seis anos, deixou um patrimônio estimado em R$ 2 bilhões.
Desde então, o testamento dela passou a ser o centro de uma guerra que opõe parentes distantes, supostas companheiras e um homem que busca reconhecimento como filho socioafetivo.
Parte da sinopse oficial do Globoplay define bem o tom desse embate: “Uma disputa explosiva por amor, poder e herança expõe versões inconciliáveis de uma vida que ela já não pode mais defender”.
Abaixo, o g1 explica o papel de cada peça nesse tabuleiro.
Anita Harley
Ex-diretora e uma das principais acionistas das Casas Pernambucanas. Na série, Anita é descrita como uma mulher rigorosa, discreta e extremamente focada nos negócios.
Anita Harley
Globoplay
Desde que assumiu o posto ocupado por sua mãe, Anita enfrentou resistências internas e contestações de parentes que perduram até hoje.
Desde que entrou em estado vegetativo persistente, em 2016, a vida de Anita tornou-se o centro de um novo capítulo judicial.
Cristine Rodrigues
Cristine Rodrigues aparece como ex‑funcionária e assessora direta de Anita por décadas.
Cristine Rodrigues
Reprodução
Na narrativa da série, ela afirma possuir uma procuração lavrada em cartório que a designa como responsável por decidir sobre a saúde e os bens de Anita, tornando‑se um dos pilares do lado tradicional da família.
Sônia Soares (Suzuki)
É apresentada como funcionária que vivia na mansão de Anita e que afirma ter sido sua companheira de longa data.
Sônia Soares (conhecida como Suzuki), em série ‘O Testamento’
Reprodução: redes sociais
Na série, sua defesa sustenta que a relação ia além da amizade, configurando uma entidade familiar que lhe daria direitos sucessórios sobre o patrimônio.
Arthur Miceli
Arthur Miceli é filho biológico de Cristine, mas ocupa papel central na disputa como quem busca reconhecimento como filho socioafetivo de Anita Harley.
Artur Miceli, em série ‘O Testamento’
Reprodução: redes sociais
O reconhecimento dessa relação poderia torná‑lo herdeiro direto da fortuna, o que iria interferir na ordem sucessória tradicional e colocaria em xeque outros interesses.
Daniel Silvestri
Daniel Silvestri é apresentado na série, primeiro, como advogado de Sônia Soares, conhecida como Suzuki.
Daniel Silvestri
Foto: Divulgação
Ele se torna central na disputa pela herança quando consegue chegar à presidência das Casas Pernambucanas.
Na narrativa da série, Daniel aparece como um “estranho no ninho”, alguém de fora da família que assume protagonismo, representando o lado de Suzuki e de Arthur, seu filho.

Irmãs Lundgren
Primas de segundo grau de Anita Harley (a quem elas chamam de tia), Andréa e Juliana Lundgren não fazem parte da disputa direta pelo patrimônio, mas possuem papel estratégico como acionistas da varejista.
Juliana e Andréa Lundgren, na série ‘O Testamento’
Reprodução: Globoplay
‘Tia Helena odiava Suzuki’: Primas de Anita Harley falam sobre repercussão de ‘O Testamento’.
As irmãs recebem parte dos lucros da companhia e formam a principal base de apoio familiar a Cristine.
Na série, elas se posicionam abertamente contra as pretensões de Arthur Miceli (que busca o reconhecimento como filho socioafetivo) e contra o grupo liderado por Daniel Silvestri e Suzuki.
Karen Harley
É irmã por parte de pai de Anita, representando o ramo tradicional da família proprietária das Casas Pernambucanas e trazendo a visão da “família legítima”.
Karen Harley
Foto: Divulgação
‘O Testamento’: por que história de Anita Harley, das Pernambucanas, tem chamado tanta atenção?

Fonte: G1 Entretenimento

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Alan Ritchson, Simone Mendes, Rihanna e mais famosos que brigaram, reclamaram ou denunciaram vizinhos


Alan Ritchson, de ‘Velozes e Furiosos’
Divulgação
Conhecido por “Velozes e Furiosos” e “Reacher”, o ator Alan Ritchson foi é acusado de agredir um vizinho no Tennessee, nos Estados Unidos, segundo informações do TMZ. A confusão teria começado após uma reclamação sobre o barulho da moto do ator.
De acordo com o site, a discussão começou no sábado (21), quando Ronnie Taylor, vizinho de Ritchson, reclamou que o ator estaria andando em velocidade excessiva pelas ruas do condomínio.
Mas Alan Ritchson não é o único famoso a se envolver em discussões com seus vizinhos. Simone Mendes, Rihanna, Fiuk e Kelly Key também já tiveram brigas com moradores próximos.
Relembre os casos:
Kelly Key
Kelly Key denuncia vizinho por invasão a casas e ameaças
Montagem/g1
Em março de 2026, a cantora e empresária Kelly Key e o seu marido, Mico Freitas, denunciaram nas redes sociais que um vizinho da filha do casal, que mora em um condomínio na Freguesia, Zona Sudoeste do Rio, já invadiu casas e ameaçou moradores. O comportamento dele com mulheres também tem preocupado, segundo o casal.
“Ele já entrou na casa da vizinha da frente durante a madrugada, já tentou agredir o meu pai com uma barra de ferro, gente, e foi levado à delegacia inúmeras vezes, assim como foi internado inúmeras vezes”, disse a cantora.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo a denúncia, o médico Alexandro Silveira desenvolveu um comportamento imprevisível após misturar remédios psiquiátricos com bebidas alcóolicas. Além disso, o homem teria desenvolvido um comportamento obsessivo com a filha deles.
Simone Mendes
Simone Mendes e o cachorro Jack, que vive fugindo no condomínio é já gerou brica com os vizinhos.
Reprodução/Youtube
Em junho de 2025, a cantora Simone Mendes trocou farpas com o deputado federal Fábio Teruel (MDB) por causa de um cão. Depois da terceira fuga do cachorro Jack da cantora, em setembro de 2024, véspera do 1° turno das eleições municipais, Fábio Teruel resolveu dar uma bronca na internet em Simone Mendes e no marido dela, Kaká Diniz, por causa das constantes fugas do cachorrinho da raça Border Collie.
A resposta ao vídeo de Teruel foi dada pelo empresário Kaká Diniz, que também publicou vídeo nas redes sociais ironizando o vizinho parlamentar. Simone Mendes, que desde a pandemia mostra nas redes sociais as estripulias de Jack na casa e as coisas que o cão destrói, também resolveu ironizar o deputado. “Você não pode sair na rua sem conversar com a sua mãe, porque as pessoas tão querendo ‘coisar comigo’. Você não pode escapulir. Não quero te manter amarrado, mas, se abre a porta e você escapole, eu levo a culpa. Ajuda a reputação da sua mãe, meu filho…”.
A briga entre as famílias acabou sendo o ponto de partida para revelar que o parlamentar direcionou mais de R$ 2,2 milhões em emendas parlamentares para recapear um condomínio de luxo em Barueri, na Grande São Paulo.
Fiuk
Fiuk no terceiro dia de Lollapalooza 2023
Celso Tavares/g1
Em outubro de 2025, Fiuk usou as redes sociais para reclamar de seus vizinhos. O cantor afirmou que precisou instalar uma cerca em frente à garagem de sua casa para tentar evitar invasões, já que, segundo o artista, vizinhos e fãs estariam ultrapassando os limites da propriedade.
Fiuk disse que as pessoas estavam usando espaço reservado para os carros para brincar, jogar bola e passear com cachorros sem coleira.
“Já estão invadindo por aqui, agindo ‘na brincadeira’, jogando bola na garagem, tocando no meu carro, soltando cães grandes sem coleira e vindo buscar, famílias se juntando e gritando meu nome. É uma loucura, e isso não é correto! Adoro vocês, mas a segurança já está avisada”, disse.
Márcio Garcia
Márcio Garcia surgiu para o público como modelo. Logo migrou para as artes dramáticas e, aos poucos, expandiu os seus horizontes. Ele também é apresentador e diretor de cinema. Aos 44 anos, pais de quatro filhos, arrasa corações.
Divulgação/ TV Globo
Em 2021, Márcio Garcia foi processado por um vizinho por causa de uma obra. Segundo o denunciante, o ator e apresentador dobrou a altura de um dos muros que dividia a propriedade, passando de 3m para 6m.
De acordo com o vizinho de Márcio, a obra teria atrapalhado a ventilação, aumentando a sensação térmica do local, além de impedir a incidência de raios solares.
James Franco
James Franco perde destaque em revista após denúncias de assédio
globonews
Em 2013, vizinhos do ator e diretor James Franco fizeram uma denúncia para o Curbed, site americano de imóveis e design urbanos, com uma reclamação contra o ator.
Os vizinhos estavam descontentes com o grande fluxo constante de pessoas entrando e saindo da casa do astro. Ainda segundo eles, ranco estaria usando o espaço de forma ilegal, com uma produtora clandestina gigantesca.
“Grandes caminhões brancos de produção e vários outros veículos bloqueiam nossa entrada de garagem e a usam como área de carga e descarga, além de bloquearem nossa rua com tanta frequência que começamos a acionar a fiscalização de estacionamento para multá-los”, alegavam os vizinhos.
Rihanna
Rihanna.
Vianney Le Caer/Invision/AP
Rihanna foi processada por um vizinho em 2009. Na época, Christian Moeller alegava que a cantora fazia uso indevido de sua propriedade. Isso porque, para chegar até a casa da cantora, os carros precisavam passar por uma parte do terreno de Christian. Inicialmente, ele teria liberado a passagem. Mas o espaço começou a ser ultrapassado e, os carros, sendo estacionados no gramado vizinho.
Maria Gadú
Cantora Maria Gadú está em turnê para o quarto album da carreira
Loiro Cunha/Divulgação
Em 2013, os vizinhos de Maria Gadú estariam organizando um abaixo-assinado para retirá-la do apartamento em que morava. Os condôminos estavam incomodados com as constantes festas da cantora.
Ao tomar conhecimento do documento, a cantora afirmou que nunca havia recebido nenhuma reclamação sobre o barulho no apartamento ou notificação oficial.
“É um momento feliz e produtivo da carreira, mas soube que vizinhos da Urca querem fazer abaixo-assinado por conta de ‘barulho’. Sou uma cidadã de bem, pago meus impostos, minhas contas e respeito o próximo, não sou diferente de ninguém. Quem me conhece sabe como sou simples e acessível, não sou de fazer arruaça, minha música não pede o alto volume para ser ouvida ou assimilada, nem por mim nem por meus amigos ou meus vizinhos”, afirmou a cantora em uma nota oficial.
“Faço coro com aqueles que queiram manter a ordem do lugar, mas não posso concordar com a imagem que tentam aqui me imprimir, de quem promove algazarra ou que seja necessário ter pessoas se dando ao trabalho de promover um abaixo-assinado. Vou reparar mais nesse assunto sonoro, mas assim como quem quer que tenha levantado essa questão, também quero paz e a boa vizinhança”, finalizou Gadú.
Justin Bieber
Justin Bieber no Grammy 2022
Angela Weiss/AFP
Justin Bieber já foi parar na justiça por causa de seus vizinhos. Em 2013, o astro pop canadense arremessou ovos na casa de um deles.
O caso ficou bem conhecido. E o cantor chegou a pagar uma indenização de US$ 80 mil por danos causados, além de cumprir dois anos em liberdade condicional após se declarar culpado.
No processo, o vizinho alegava que Bieber aterrorizou a família com festas barulhentas, cuspiu no rosto de um dos membro, fez uso de drogas e dirigia de forma agressiva pelo concomínio.
O caso foi resolvido por completo entre as partes em 2018. Nenhum detalhe foi divulgado sobre os termos do acordo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Luísa Sonza foi vaiada no Lollapalooza e o que essa reação pode dizer sobre a carreira dela?


Lolla 2026: Sabrina Carpenter ‘algema’ Luisa Sonza antes de cantar ‘Juno’
No show de Sabrina Carpenter no Lollapalooza, nesta sexta (20), Luísa Sonza foi a “Juno girl”, personagem que é “presa” pela cantora americana por ser “gostosa demais”.
A brasileira apareceu no telão para o público do Lolla, interagiu com Sabrina e até comemorou mais tarde nas redes sociais. Mas quem estava presente percebeu que Luísa foi bastante vaiada.
O que causou essa reação em um show de pop que, na teoria, incluiria alguns fãs de Sonza? É uma pergunta difícil de responder, mas tem a ver com o momento de carreira, as polêmicas e o posicionamento de imagem da cantora gaúcha de 27 anos.
Escândalo… e suas consequências
Nos últimos anos, Luísa protagonizou manchetes sobre música, vida pessoal e declarações públicas. Se um dia ela fugiu disso, hoje parece preferir ser o assunto, mesmo que por mal.
Para além de tretas envolvendo a separação de Whindersson, a primeira grande polêmica que afetou a relação de Luísa com os fãs foi a acusação de racismo, surgida em 2020.
A princípio, ela negou veementemente, dizendo que “jamais faria isso”, que não era de sua índole. Anos depois, pediu desculpas e firmou um acordo. Isso tem alguns anos e o caso foi resolvido judicialmente, mas até hoje volta à tona nas redes sociais.
Mas o desgaste mesmo veio a partir da fase seguinte, do disco “Escândalo Íntimo”. Foi quando Luísa fez do escândalo um conceito e uma estratégia que segue até hoje em sua carreira.
Luísa Sonza usou fantasia com chifres no carnaval de 2024, uma referência à traição do ex-namorado, Chico Moedas
Reprodução/Instagram
Desde 2023, a cantora não foge da exposição – muito pelo contrário, a procura. Fez um clipe polêmico rebolando em uma cama banhada de morango (ou sangue?), transformou a traição que sofreu em assunto nacional e rentável e por aí vai. Basicamente, entrou de cabeça no “falem bem, falem mal, mas falem de mim”.
Mas ao mesmo tempo em que abraçou o escândalo, Luísa sempre se levou muito a sério e nunca foi de ficar quieta ao ouvir críticas. Publicamente, ela já revidou jornalistas e até os próprios fãs que reclamavam do seu trabalho.
“Vou lá virar de cabeça para baixo para fazer uma coreografia e ainda assim vocês são capazes de reclamar (…). Vocês estão com uma cabeça desse tamaninho, lidando com uma artista com uma cabeça enorme, com um cérebro enorme. Então não dá. Não vou ter paciência para vocês”, disse em um vídeo publicado neste ano.
Tudo isso gera buzz, e os números provam que é eficaz. Hoje, Luísa é uma das cantoras mais famosas do Brasil, com reconhecimento nacional e internacional. A participação no show de Sabrina é mais uma prova disso.
Mas virar notícia por tópicos além da música tem seu preço. Quando ela escolhe expor assuntos pessoais ou fazer vídeos polêmicos, o público passa a opinar não só sobre as músicas, mas sobre a pessoa Luísa Sonza. E é claro que a postura de buscar engajamento e ser combativa com as críticas não agrada todo mundo.
O fato de ser muito famosa também complica: tudo que Luísa fala, faz ou deixa de fazer é uma grande notícia. Com o tempo, a superexposição transformou o “ranço” de alguns em rejeição de muitos.
O que essa reação diz sobre a carreira dela?
Luísa Sonza se apresenta no The Town 2025
Fábio Tito/g1
Apesar de Luísa ser uma artista pop loirinha que sensualiza, assim como Sabrina, o público dela não é necessariamente aquele da sexta-feira de Lolla. Ou seja, na prática, não é que ela não tenha fãs ou parou de fazer sucesso.
Na verdade, ela vem promovendo o disco “Brutal Paraíso”, que será lançado em 7 de abril. “Telefone”, o primeiro single, estreou entre as 20 músicas mais ouvidas no Spotify Brasil.
Mas bom sinal não foi. Se Luísa foi vaiada só por aparecer no telão, não é só que o trabalho dela desagrada alguns: a própria imagem dela gera rejeição. Isso é uma questão difícil de resolver para uma artista desse porte – principalmente alguém que está prestes a lançar álbum e aparecer ainda mais na mídia.
A curto prazo, o álbum deve fazer sucesso e Luísa segue sendo uma das maiores artistas pop do Brasil. Mas as vaias acendem um alerta amarelo para a equipe dela: quando a recepção negativa sai da internet e respinga na vida real, é hora de cuidar pra não virar uma crise.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gilberto Gil, Igor Kannário, Paul McCartney: relembre artistas que foram presos por porte de drogas


João Gordo
Nando Machado / Divulgação
O cantor João Gordo, vocalista da banda Ratos de Porão, foi detido com pequenas porções de haxixe e maconha ao tentar embarcar no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Grande BH, no último domingo (22).
Após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e passar por todos os procedimentos legais, o cantor foi liberado.
“Não aconteceu porra nenhuma. Fui preso com um grama de maconha. Os gambé [policial militar] foram até gente fina comigo, mas maior prejuízo perder voo, cansado”, contou João Gordo em vídeo publicado nas redes sociais.
A história da música está repleta de história de artistas que enfrentaram problemas com a polícia e com a Justiça por andarem com drogas por aí. O g1 relembrou alguns casos. Confira abaixo:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Gilberto Gil
Em 1976, Gilberto Gil foi preso em Florianópolis com uma porção de maconha encontrada em seu quarto de hotel.
“Não sou viciado, não gosto dessa ideia de vício. Realmente uso maconha”, disse, segundo reportagem do jornal O Estado de São Paulo.
Ainda de acordo com Estadão, Gal Costa, Maria Bethânia e Caetano Veloso também estavam no hotel e tiveram seus quartos revistados por policiais.
Gilberto Gil
Divulgação
Gil, que estava na capital de Santa Catarina para um show, foi liberado para se apresentar, mas acabou preso novamente assim que deixou o palco.
O cantor se declarou culpado e a defesa conseguiu que sua prisão fosse substituída por internação para tratamento de dependência.
A Justiça acatou o pedido e, ainda de acordo com reportagens da época, Gil cumpriu parte da pena no Rio de Janeiro, visitando o Sanatório Botafogo para tratamMento ambulatorial.
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‘Maior prejuízo foi perder o voo’, diz João Gordo após ser detido com maconha em aeroporto de BH
Quem é João Gordo, vocalista do Ratos de Porão, detido com maconha em aeroporto
O cantor britânico Paul McCartney afirmou que o sucesso Yesterday surgiu enquanto ele despertava certa manhã
Ricardo Rubio/Europa Press via Getty Images
Paul McCartney
Em 1980, o eterno Beatle Paul McCartney ficou nove dias preso em Tóquio, Japão, após policiais encontraram maconha na sua bagagem.
O cantor foi deportado logo após a prisão de mais de uma semana e precisou cancelar sua turnê pelo país asiático.
Hudson, da dupla Edson e Hudson
Em 2013, Udson Cadorini Silva, da dupla Edson & Hudson, foi detido em Limeira (SP) com uma porção de maconha em casa, além de duas armas e munição de usa restrito do Exército.
A ação foi feita após uma denúncia anônima feita à Polícia Militar, que também encontrou uma carabina calibre .38 e uma bereta calibre .22.
“Apresentei todas as documentações na delegacia para provar. Eu não tenho armas para atirar em pessoas. Apenas sou colecionador”, disse o cantor.
Bruno Mars em foto promocional para o disco ‘The Romantic’
Divulgação
Bruno Mars
Bruno Mars foi preso por posse de 2,6 gramas de cocaína em 2010, durante passagem por Las Vegas, nos EUA. A prisão foi feita dentro do Hard Rock Hotel & Casino
O cantor se declarou culpado às autoridades locais e foi condenado a pagar uma multa de US$ 2 mil e participar de 200 horas de serviços comunitários.
Dois anos depois, o caso foi arquivado pois Mars apresentou bom comportamento e cumpriu com o que havia sido determinado pelas autoridades.
Igor Kannario chega para saída no Campo Grande
Elias Dantas/Ag. Haack
Igor Kannário
Em 2015, Igor Kannário dormiu uma noite na cadeia após ser preso em flagrante com uma porção de maconha.
Kannário foi detido com João Pedro, que naquela época integrava a banda do músico.
Eles afirmaram que a maconha seria usada para consumo próprio. Os dois disseram também que a droga foi entregue a eles por um fã do cantor, cujo nome não foi informado.
MC Guimê
Filipe Nevares / Divulgação
MC Guimê
Em 2019, MC Guimê foi detido na zona leste de São Paulo por posse de droga. O cantor assinou um termo circunstanciado e foi liberado.
Segundo a Polícia Militar, um cigarro de maconha artesanal foi encontrado no bolso do MC. Um amigo de Guimê também foi detido com duas porções da droga e um dichavador.
Anos antes, de 2016, o funkeiro também foi detido por porte de maconha enquanto se dirigia para um show em Nova Lima (MG).
“Não acredite em tudo que lê e que se ouve por aí. Até papagaio fala! Deixa eles [sic] falar enquanto nós estamos festejando”, comentou nas suas redes após a detenção.
A cantora Amy Winehouse no videoclipe de ‘Tears Dry On Their Own’
(Reprodução/YouTube)
Amy Winehouse
Durante passagem pela Noruega, a cantora britânica Amy Winehouse (1983-2011) foi presa com uma pequena porção de maconha.
Amy foi detida junto com seu marido, Blake Fielder-Civil e um outro homem, que não teve sua identidade revelada. Reportagem do jornal The Guardian indicou que ela pagou uma multa de 349 libras e foi posta em liberdade.
Arnaldo Antunes marca encerramento do Juá Literária com o show “Novo Mundo”
Crédito: Anamauê
Arnaldo Antunes e Tony Bellotto
Em 1985, Arnaldo Antunes foi detido junto com seu parceiro da banda Titãs, Tony Bellotto, por posse de drogas.
Segundo reportagem do jornal O Globo, Tony foi detido com heroína dentro de um taxi. O guitarrista disse aos policiais que a droga seria de Arnaldo e a polícia foi até a residência do cantor e compositor, que entregou o restante da droga.
Tony pagou fiança após uma noite preso, enquanto Arnaldo ficou 26 dias detido sob a acusação de tráfico.
Ambos foram condenados, mas cumpriram penas em regime aberto.
O rapper Orochi
Miguel Folco/g1
Orochi
Em 2022, o rapper Orochi foi detido com quatro comprimidos de ecstasy, 22 gramas de haxixe e 10 gramas de maconha.
Orochi estava acompanhado de mais duas mulheres e um homem. Todos foram levados para 78ª DP (Fonseca). No local, os quatro foram liberados após a assinatura do termo circunstanciado de porte de entorpecentes para consumo próprio.
Em 2019, Orochi também foi detido por porte de drogas e desacato a autoridades, de acordo com a Polícia Rodoviária. O caso foi na RJ-106, na altura de São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio.
Segundo a Polícia Rodoviária, o cantor estava dentro de um carro, e ao ser abordado, a equipe encontrou uma bucha de maconha.

Fonte: G1 Entretenimento

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Deftones é eleito melhor show do Lollapalooza Brasil 2026, segundo leitores do g1


Deftones no Lollapalooza 2026
Multishow
O show Deftones foi o melhor do Lollapalooza 2026, segundo o público que votou na enquete do g1. A banda teve 28,82% dos votos. O top 3 ficou com KATSEYE na segunda posição (20,63%) e Chappell Roan na terceira colocação (9,5%).
RANKING DO G1: Os melhores e os piores shows…
CRÍTICA: Leia o review sobre show do Deftones
VEJA O RANKING (clique nas atrações e leia as críticas do g1):
Deftones: 28,82%
KATSEYE: 20,63%
Chappell Roan: 9,5%
Lorde: 9%
Sabrina Carpenter: 5,26%
Tyler, The Creator: 4,65%
Marina: 4,35%
Addison Era: 3,24%
Edson Gomes: 3,03%
Turnstile: 2,83%
RIIZE: 1,82%
Lewis Capaldi: 1,52%
Cypress Hill: 1,31%
Skrillex: 1,11%
Djo: 0,91%
Doechii: 0,81%
Blood Orange: 0,4%
Lollapalooza 2026: Deftones toca Change (in the house of flies)

Fonte: G1 Entretenimento

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Galã nos anos 1990 e vítima de acidente trágico: quem foi Gerson Brenner, ator que morreu aos 66 anos


Gerson Brenner recebe a visita do ator Tony Ramos
Arquivo pessoal
Morreu nesta segunda-feira (23) o ator Gerson Brenner, aos 66 anos. A informação foi confirmada por sua esposa, Marta Brenner.
Gerson se destacou em novelas da TV Globo a partir dos anos 1990. Ele ficou famoso pelos papéis cômicos, quase sempre interpretando personagens fortões de bom humor e bom coração.
Um dos seus papéis mais marcantes foi na novela “Rainha da Sucata” (1990), quando interpretou Gerson Giovanni, um instrutor de paraquedismo e filho mais velho de Armênia (Aracy Balabanian). O personagem era um homem atlético e galã, que se envolvia em diversas tramas amorosas. Sua atuação carismática e a presença de cena conquistaram o público.
Outro papel importante foi o de Giovanni Barbieri na novela “Perigosas Peruas” (1992). Giovanni era um policial fortão, grosso, ignorante e trapalhão, que disputava o amor de Joana (Fabiana Scaranzi) com um colega.
Descendente de italianos, ele era bem-humorado e não perdia a piada, trazendo um toque de comédia à trama.
Na novela “Corpo Dourado” (1998), viveu Jorginho, um fazendeiro ingênuo que disputava o amor da protagonista Selena (Cristiana Oliveira) com o empresário Arturzinho (Marcos Winter). Jorginho era mais um personagem divertido, que acabou formando um casal com Alicinha (Danielle Winits) no final da trama. A interpretação trouxe leveza à novela, consolidando ainda mais sua carreira.
Acidente trágico
Em 17 de agosto de 1998, Brenner sofreu um grave acidente durante uma tentativa de assalto na Rodovia Presidente Dutra, enquanto viajava de São Paulo ao Rio de Janeiro para gravar o último capítulo da novela “Corpo Dourado”. Pedras foram colocadas na pista por assaltantes e estouraram dois pneus de seu carro.
Na troca dos pneus, dois homens tentaram assaltá-lo. Gérson reagiu e foi baleado na cabeça. A bala atravessou o hemisfério esquerdo do cérebro, causando danos significativos às áreas responsáveis pela locomoção e fala.
Como resultado, Gerson ficou com sequelas permanentes, incluindo dificuldades de fala e mobilidade, e passou a usar cadeira de rodas. Desde então, ele tem enfrentado uma longa jornada de recuperação, com o apoio constante de sua família e profissionais de saúde.
Após o acidente, o ator se envolveu em causas sociais, especialmente aquelas relacionadas à reabilitação de pessoas com deficiência. Sua experiência pessoal o motivou a apoiar iniciativas que buscam melhorar a qualidade de vida de pessoas que enfrentam desafios semelhantes aos dele.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gerson Brenner, ator de ‘Rainha da Sucata’, morre aos 66 anos


Montagem antes e depois Gerson Brenner
Reprodução
Morreu nesta segunda-feira (23), aos 66 anos, o ator Gerson Brenner, em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado no Hospital São Luiz, no Itaim, em São Paulo. A morte foi confirmada pela esposa, Marta Brenner.
Conhecido por seus papéis como galã na TV Globo, ele enfrentava, há décadas, as sequelas de um tiro sofrido durante uma tentativa de assalto em 1998, o que o manteve afastado da vida pública.
“Ele tinha muito amor pela TV Globo. Não assistia nenhum outro canal. A vida dele era a televisão”, disse a esposa.
Segundo a família, as informações sobre velório e sepultamento devem ser divulgadas posteriormente.
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Carreira
Gerson Brenner se destacou na televisão durante os anos 90, em novelas da TV Globo. Ele ficou famoso pelos papéis cômicos, quase sempre interpretando personagens fortões de bom humor e bom coração.
Em “Rainha da Sucata” (1990), interpretou um de seus papéis mais marcantes, como Gerson Giovanni, um instrutor de paraquedismo e filho mais velho de Armênia (Aracy Balabanian). Sua atuação carismática e a presença de cena conquistaram o público.
Outro papel de destaque foi o de Giovanni Barbieri na novela “Perigosas Peruas” (1992). Na trama, ele era um policial fortão, grosso, ignorante e trapalhão, que disputava o amor de Joana (Fabiana Scaranzi) com um colega.
Na novela “Corpo Dourado” (1998), viveu Jorginho, um fazendeiro ingênuo que disputava o amor da protagonista Selena (Cristiana Oliveira) com o empresário Arturzinho (Marcos Winter). Jorginho era mais um personagem divertido, que acabou formando um casal com Alicinha (Danielle Winits) no final da trama.

Fonte: G1 Entretenimento

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Linda Ramalho canta Pitty e Dudu Falcão em álbum ao vivo sem se afastar das ‘eternas ondas’ do pai, Zé Ramalho


Linda Ramalho lança o primeiro registro audiovisual de show na sexta-feira, 27 de março
Mike Bleak / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Filha de Zé Ramalho, a cantora e compositora carioca Linda Ramalho ainda não conseguiu se dissociar da obra do pai para delinear a própria identidade autoral desde que entrou em cena em 2018. Embora tenha apresentado três canções da própria lavra nas quatro faixas do EP “Adrenalina” (2023), a artista dedicou o primeiro álbum, “Linda Ramalho canta Zé Ramalho” (2023), inteiramente ao cancioneiro do compositor.
No primeiro registro audiovisual de show, “Linda Ramalho ao vivo”, a cantora continua surfando nas eternas ondas do pai.
Programado para sexta-feira, 27 de março, em edição dos selos Avohai Music e Discobertas, o álbum ao vivo de Linda traz 12 composições de Zé entre as 24 músicas distribuídas em 21 faixas captadas em show fechado de atmosfera íntima e energia roqueira, apresentado por Linda no fim de 2025 no estúdio Eco Som, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), para plateia de amigos e fãs da artista.
Fora da obra paterna, Linda canta três músicas de Pitty – “Equalize” (2003), “Anacrônico” (2005) e “Memórias” (2005) – em roteiro que também abarca composições autorais da artista como “Adrenalina”, “Confia”, “Same Bad”, “Quem é Quem?” e “Buracos”, esta acoplada a música de Zé Ramalho, “Voa voa” (1978), lançada pelo autor no primeiro álbum solo.
O repertório também inclui “Coisas que eu sei”, canção de Dudu Falcão lançada na voz da cantora Danni Carlos em 2007 e já rebobinada por Linda em registro de estúdio apresentado em single editado em setembro de 2025.
No show eternizado no álbum “Linda Ramalho ao vivo”, a cantora divide o palco com trio de bateria (Caco Braga), baixo (Diogo Lopes) e guitarra (João Fessih).
Capa do álbum ‘Linda Ramalho ao vivo’
Mike Bleak / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Bill Cosby perde processo por violência sexual e deve pagar US$ 19 milhões em indenização


Bill Cosby
Matt Slocum/AP
O ator Bill Cosby foi considerado culpado por um júri civil, nesta segunda-feira (23), por drogar e agredir sexualmente uma funcionária de um restaurante na Califórnia, nos Estados Unidos, em 1972.
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Por decisão do júri, Cosby terá que pagar US$ 19,25 milhões — cerca de R$ 103 milhões — em indenização para a ex-garçonete Donna Motsinger. Segundo a defesa do ator, a decisão ocorre em um momento em que ele enfrenta dificuldades financeiras.
No processo, Donna afirmou que tinha 30 anos quando as agressões ocorreram. Segundo ela, o ator a drogou com comprimidos que a deixou incapacitada. Cosby não testemunhou no julgamento, mas a advogada dele afirmou que eles vão recorrer.
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Após o término do julgamento, Donna comemorou.
“Foram 54 anos para se obter justiça, e sei que não é suficiente para as outras mulheres, mas espero que isso as ajude um pouco”, disse ela ao jornal The New York Times.
Apesar da decisão pela indenização, Bill Cosby não foi responsabilizado criminalmente pelo ato. Isso porque o julgamento ocorreu na esfera civil, que trata da reparação de danos — geralmente por meio de compensação financeira — e não prevê penas como prisão, ao contrário da esfera criminal, que julga crimes e pode levar à condenação penal.
Outras mulheres já entraram com ações contra Cosby. E o ator já foi condenado uma vez por violência sexual em 2021. Ele chegou a cumprir parte da pena em uma prisão no estado da Filadélfia, mas a condenação foi anulada após um acordo com o promotor.
Bill Cosby sai algemado após ser condenado por agressões sexuais nesta terça-feira (25)
Mark Makela/Pool Photo via AP

Fonte: G1 Entretenimento