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Chappell Roan quebra o silêncio em confusão com filha de Jorginho: ‘Eu não odeio crianças’


Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança
Reprodução/Instagram/Jordan Strauss/Invision/AP
A cantora Chappell Roan quebrou o silêncio e comentou a confusão em um hotel de São Paulo (SP), envolvendo a filha do jogador Jorginho, do Flamengo. Ela nega que tenha pedido para que seguranças afastassem a criança e alega não ter visto ou se incomodado com a presença.
“Eu não odeio meus fãs, eu não odeio crianças.”
Acusação de Jorginho
O jogador de futebol Jorginho, do Flamengo, criticou a cantora Chappell Roan, que se apresenta no Lollapalooza Brasil neste sábado (21), após uma confusão em um hotel de São Paulo (SP).
Segundo o atleta, a criança de 11 anos e sua esposa, Catherine Harding, estão hospedadas no mesmo hotel que a estrela do pop e, ao encontrá-la no restaurante do local, “como qualquer criança, reconheceu e ficou empolgada’.
Jorginho diz que a jovem passou pela mesa da cantora, mas não abordou a cantora e foi sentar com Catherine para tomar café. Nesse momento, um segurança teria abordado as duas de forma “extremamente agressiva”, pedindo mais respeito pela cantora.
“Sinceramente, não sei em que momento passar por uma mesa e olhar para ver se é alguém é considerado assédio […]. É triste ver esse tipo de tratamento vindo de quem deveria entender o peso que os fãs têm. Sem os seus fãs você não seria ninguém”, escreveu.
Ainda de acordo com o jogador, o segurança de Chappell afirmou que faria uma reclamação ao hotel pelo comportamento da criança enquanto ela estava “chorando à mesa”.
Ada tem 11 anos e é filha de Catherine com o ator Jude Law. Os dois tiveram um breve relacionamento em 2014. Já Jorginho e Catherine estão casados desde 2020.
Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança
reprodução/instagram
A relação de Chappell Roan com os fãs
Headliner do Lollapalooza Brasil deste sábado, Chappell era um nome relativamente desconhecido até 2024. Com um ano, a cantora já era considerada a grande revelação do pop, reunia um público gigantesco em seus shows e levava Grammys.
Apesar de estar realizando sonhos, a cantora não aceitou o sucesso incondicionalmente. Nos últimos anos, a cantora passou a impor limites nessa exposição – e tem conseguido resultado.
Com o tempo, Chappell vem “ensinando” fãs e mídia a repensar a forma que lidam com celebridades – sem se importar se é vista como “chata” por isso.
Com a ascensão brusca à fama, ela logo se impôs. “Eu não quero o que diabos você acha que tem direito sempre que vê uma celebridade. Eu não dou a mínima se você acha que é egoísmo da minha parte dizer não para uma foto ou para seu tempo ou para um abraço. Isso não é normal”, disse em vídeos nas redes sociais.
Chappell Roan fala sobre relação com fãs

Fonte: G1 Entretenimento

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Preconceito: pesquisa mostra que muitos acham que quem passou dos 50 não combina com as últimas tendências da moda


Quem passou dos 50 anos não fica bem usando os últimos lançamentos da moda – é o que aponta uma nova pesquisa da organização britânica Centre for Ageing Better (Centro para Envelhecer Melhor). A instituição acaba de lançar a terceira edição de Age Without Limits (Idade Sem Limites), sua campanha anual contra o etarismo.
Preconceito: muitos acham que quem passou dos 50 não combina com as últimas tendências da moda
Age without limits
Para dois terços dos 4 mil entrevistados, as pessoas deveriam abrir mão de seguir as tendências da moda por volta dos 56 anos. Pior: para um em cada dez participantes do levantamento, o “limite” de idade seria aos 40! No campo profissional, as notícias também não são positivas: aos 55 anos, um candidato a emprego deixaria de ser considerado “desejável”.
A pesquisa destaca atitudes idadistas em relação às habilidades tecnológicas e à qualidade da função cerebral à medida que as pessoas envelhecem, revelando que:
Tecnologia: a idade média em que os entrevistados imaginam que alguém tem dificuldade em se adaptar a novas tecnologias é aos 61 anos, embora os dados mostrem que quem passou dos 70 fica mais tempo on-line do que qualquer outra geração, exceto a Z (os nascidos entre 1995 e 2010).
Declínio cognitivo: há uma crença de que ele começa aos 63 anos. Isso é três anos antes da ocorrência do chamado “envelhecimento precoce” do cérebro e mais de 20 anos antes do envelhecimento tardio.
O levantamento apresenta ainda diferenças interessantes na probabilidade de atitudes etaristas dependendo das faixas etárias:
A faixa etária com maior probabilidade de pensar que alguém deixa de ser um candidato desejável na faixa dos 50 anos foi a compreendida entre os 45 e 54 anos (41%) – possivelmente, um reflexo do idadismo que esse próprio grupo vivencia no mercado de trabalho.
No grupo entre 45 a 54 anos, 23% acreditam que o declínio cognitivo começa aos 50 anos. Já na faixa de 55 a 64 anos, o índice cai para 13%: novamente, um possível indicador de que tais receios não se confirmam quando se chega à idade mais avançada.
“Esse é um preconceito contra o nosso eu futuro, pois todos esperamos envelhecer um dia. O idadismo restringe o trabalho, a saúde, os relacionamentos, a ambição e a confiança. Em última análise, determina quais vidas são consideradas dignas de atenção”, afirmou Carole Easton, diretora executiva do Centre for Ageing Better.
Moda pode fazer com que idosos tenham uma qualidade de vida melhor

Fonte: G1 Entretenimento

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Vídeos de leitura labial de famosos viralizam e irritam até realeza britânica; especialistas alertam sobre riscos


Vídeos virais fazem a leitura labial de famosos
Reprodução/TikTok
Imagina poder saber o que o ator Timothée Chalamet disse à namorada minutos antes de perder o Oscar, o que Ivete Sangalo susurrou com o cantor Shawn Mendes durante o Carnaval, ou até entender o que Donald Trump comentou com o magnata Jeffrey Epstein em um vídeo antigo. Todas essas “conversas de bastidores” (ou pelo menos versões delas) estão disponíveis em vídeos de leitura labial virais na internet.
“É um vislumbre de momentos não roteirizados, os intervalos entre o que é oficialmente transmitido. Essa combinação de visibilidade sem som cria uma lacuna, e o público é naturalmente atraído”, diz ao g1 a britânica Nicola Hickling, especialista em leitura labial forense (aplicada a investigações e processos judiciais).
O uso da técnica como entretenimento não é exatamente uma novidade — o Fantástico, por exemplo, estreou em 2006 o quadro “Retrato Falado” durante a final da Copa do Mundo para saber o que aconteceu antes da famosa cabeçada do Zidane—, mas vem ganhando cada vez mais espaço graças às redes sociais.
Perfis no Tiktok e Youtube que “decifram” conversas em clipes curtos de celebridades ou jogadores de futebol conquistaram milhares de seguidores, mas especialistas ouvidos pelo g1 alertam para os riscos de se fazer isso de forma amadora (entenda abaixo).
O que eles falaram? Dublador faz leitura labial de jogadores
Por trás dos virais
Com mais de 1,5 milhão de seguidores no TikTok, a norte-americana Nina Celeste, 29, produz vídeos curtos em que interpreta o que atores, políticos e atletas dizem fora dos microfones. Em conteúdos de cerca de 1 a 3 minutos, ela aparece sobreposta às imagens, dublando de forma sincronizada o que acredita que as celebridades estão dizendo.
🎬 Em um vídeo recente, com mais de 4,7 milhões de visualizações, ela faz a leitura labial de Leonardo DiCaprio durante o Oscar de 2026. Na cena, o ator aponta para alguém. A influencer interpreta: “Eu estava te olhando na hora do K-pop. Você ficou tipo ‘quem é esse K-pop?’”, seguido de risadas. Ao final, pede que os usuários comentem com quem ele estava falando, já que ela não tinha essa informação.
Ao g1, Nina contou que começou a produzir os vídeos em 2020, durante a pandemia, e rapidamente atraiu seguidores curiosos sobre o universo das celebridades. “Hoje, o TikTok virou uma espécie de reality show, talvez até mais intenso. As pessoas assistem porque é divertido e gostam de tentar adivinhar se o que eu digo está certo ou não”, afirmou.
Ao longo de mais de cinco anos produzindo esse tipo de conteúdo, ela afirma que apenas uma celebridade entrou em contato para questionar um vídeo, e que nunca enfrentou problemas judiciais. “Era um tema sensível, então preferi apagar por respeito”, disse, sem entregar o nome da pessoa.
O mesmo aconteceu com o influenciador brasileiro Gabriel Velloso, de 33 anos, que começou a produzir vídeos com falas de jogadores de futebol em 2024.
“Só tive um problema com uma pessoa anônima. Era uma torcedora do Corinthians criticando o Neymar e ela passou a receber muito ‘hate’. Percebi que os comentários estavam pesados e retirei o vídeo”, contou.
Com quase 2 milhões de seguidores, Velloso vai além da leitura labial e cria uma dublagem interpretativa, modulando a voz conforme os personagens. “A ideia é deixar a cena mais viva, não só traduzir, mas interpretar”, disse.
Ele afirma que pode passar até seis horas analisando diferentes ângulos de câmera para produzir um único vídeo.
Leitura amadora x profissional
Ao g1, Renata Christina Vieira, fonoaudióloga forense, membro do departamento de perícia fonoaudiológica da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, explicou que cerca de 50% do que é dito por alguém pode ser identificado por meio da leitura labial.
Isso acontece porque muitos sons são produzidos no fundo da boca ou têm articulações muito parecidas, tornando várias palavras visualmente indistinguíveis. Além disso, fatores técnicos influenciam diretamente no resultado, como:
qualidade da imagem,
iluminação,
ângulo do rosto,
contexto cultural e sotaque das pessoas,
velocidade da fala,
e possíveis interferências no vídeo.
Segundo a especialista, embora a leitura labial seja uma técnica que pode ser aprendida, vídeos virais que “traduzem” falas completas de forma rápida e sem contexto devem ser vistos com cautela. Isso porque uma análise profissional exige, entre outros critérios, validação e revisão por pares para garantir a compreensão adequada do que foi dito.
“A impressão que dá é que a pessoa está vendo o vídeo pela primeira vez e já sai ‘traduzindo’ com naturalidade, o que não é possível”, afirma. “Isso que eles fazem é entretenimento. Não pode ser levado em consideração como conteúdo real.”
A avaliação é compartilhada por Nicola Hickling, que atua como consultora para empresas de jornalismo e produtoras audiovisuais.
“Da minha perspectiva, há uma distinção clara entre leitura labial profissional e conteúdo criado para entretenimento. No meu trabalho, precisão e responsabilidade são centrais, especialmente quando os indivíduos envolvidos são figuras públicas e o conteúdo pode influenciar narrativas mais amplas”, afirmou ao g1.
Riscos e responsabilidades
Renata Vieira alerta que a leitura labial sem contexto pode atribuir falas incorretas, distorcer declarações e causar danos à reputação, além de esbarrar em direitos como privacidade e imagem.
“O principal responsável é quem está produzindo esse conteúdo. Os ‘tiktokers’ deveriam colocar uma mensagem dizendo que não têm confirmação do que foi dito, que é um entretenimento, para poder tirar um pouco o peso dessas palavras”, diz.
A influenciadora Nina Celeste contou ao g1 que passou a incluir um aviso de que seus vídeos “não devem ser consideradas como verdade ou fato” após passar a ser mencionada em reportagens e na internet como especialista em leitura labial.
“Não tenho formação e nem tenho nenhuma perda auditiva. Sempre quis deixar claro que é entretenimento. Então comecei a reforçar o aviso para evitar confusão, principalmente com pessoas mais jovens. É um palpite, não uma verdade absoluta”, disse.
Outros criadores, como Jackie G, que é surda e soma mais de 3 milhões de seguidores, também adotam esse tipo de alerta.
Apesar disso, a prática ainda não é comum. No Brasil, por exemplo, dois perfis conhecidos principalmente pelas dublagens esportivas na plataforma, o Gabriel Velloso e Gustavo Machado (3,7 milhões de seguidores), não incluem avisos em seus vídeos.
Questionado pelo g1, Velloso afirmou que já publicou alguns conteúdos explicando que suas interpretações não devem ser tomadas com 100% de certeza e disse que passará a incluir esse tipo de aviso. “Realmente, acho que é um erro meu não ter este alerta”, disse.
Influencers que fazem leitura labial colocam alertas para avisar que não se trata de uma dublagem 100% verdadeira
Reprodução/TikTok
Segundo as especialistas, outro risco é o recente uso da inteligência artificial para manipular vídeos, o que pode levar a “traduções” erradas.
“Sem o treinamento necessário ou a compreensão de contexto, as interpretações podem facilmente ser deturpadas ou tiradas de contexto, especialmente quando são amplamente compartilhadas nas redes sociais”, afirma Nicola.
O documentário que irritou a família real
Na última semana, uma reportagem do jornal inglês “The Guardian” revelou que representantes da família real britânica passaram a ser alertados por assessores sobre conversas em público após a repercussão do documentário do Channel 5, “Lip-Reading the Royals” (“Leitura Labial da Realeza”, em tradução livre).
“Os membros da família real estão cientes da infeliz e crescente tendência de usar leitores labiais, com diferentes graus de imprecisão, para espionar conversas que qualquer pessoa teria o direito de considerar privadas”, disse uma fonte próxima à realeza ao jornal britânico.
Nicola Hickling, que atuou como consultora na produção, destacou ao g1 que o trabalho foi conduzido em um ambiente controlado e com responsabilidade editorial.
“Meu papel é fornecer uma interpretação profissional, que os jornalistas podem então contextualizar em suas reportagens, afirmou.
Ela avalia, ainda, que famosos estão mais cuidadosos para não serem flagrados por leituras labiais.
“Ainda assim, muitas interações continuam acontecendo de forma natural e em tempo real, especialmente em ambientes informais ou de alta pressão. É nesses momentos que a leitura labial ganha relevância”, afirma.
Série britânica expôs conversas da realeza por meio da leitura labial
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Medo de tomar fecho’ e respeito à opinião sobre assédio: Fãs de Chappell Roan dizem como abordariam cantora


Fãs de Chappell Roan dizem o que fariam se encontrassem cantora
Estrela do segundo dia de Lollapalooza, Chappell Roan tem, praticamente, uma cartilha de etiquetas para seus fãs. A cantora é vista por “chata” por algumas pessoas por impor limites no assédio de fãs e mídia.
Neste sábado (21), inclusive, antes de sua apresentação no festival, a cantora foi criticada pelo jogador de futebol Jorginho, do Flamengo, que disse que sua filha de 11 anos foi abordada por seguranças da artista após ela reconhecer e se empolgar com a presença da cantora no restaurante do hotel onde estão hospedados.
“É triste ver esse tipo de tratamento vindo de quem deveria entender o peso que os fãs têm. Sem os seus fãs você não seria ninguém”, escreveu o jogador nas redes.
Antes do show de Chappell Roan, o g1 questionou alguns fãs se conseguiriam seguir todas os “ensinamentos” da cantora caso a encontrassem pelo festival ou em qualquer outro local público.
Os ‘ensinamentos’ de Chappell Roan para a relação entre fã e artista
Reprodução
Seja por receio de levar um fora da cantora ou por entender a postura da artista, a maioria garante que respeitaria os pedidos da cantora. Mesmo que a vontade fosse pedir uma foto, um abraço ou fazer alguma declaração de amor.
“Tem que respeitar a opinião do artista”, afirma Erick, de 20 anos. Se não fossem os desabafos da cantora, ele diz que “queria muito dar um abraço nela e falar o quanto eu gosto dela”.
Leia também: Escola Chappell Roan de etiqueta: como cantora ensina fãs e mídia a respeitar seus limites
“Eu respeitaria porque eu morro de medo de ‘tomar fecho’ dela. Então vou respeitar, admirar e observar de longe. Mas ela é perfeita, as músicas são ótimas”, diz Lucas. Ele ainda afirma que, sem as lições da artista, caso a encontrasse, ele iria “correr atrás dela, gritar, pedir foto, gravar vídeo. Fã gosta de ficar perto do artista”.
Ana Julia Barbosa, que veio de Rondônia especialmente para ver o show da cantora, arriscaria algo mais. “Eu tenho medo de tomar um fora. Mas eu pediria uma foto, mesmo que ela dissesse não, eu tentaria. Eu gostaria de conversar com ela um pouco, dar um abraço e falar que as músicas dela me ajudaram muito em uma época da minha vida”, afirma.
Há também quem acredite que a cantora está fazendo história no mundo das celebridades e mudando regras.
Chappell Roan no tapete vermelho do Grammy 2026
Jordan Strauss/Invision/AP
“Tem muita gente que fala que ela é chatona. Mas eu acho muito legal que finalmente colocaram um ponto nisso”, diz Stella Ciochetti
“As pessoas famosas são ensinadas que tem que aceitar o comportamento de outras pessoas que elas não conhecem. A Chapell veio e ensinou para eles que há limites. Tem que respeitar os limites de todo mundo”, completa Caio Martineli
Júlia Monteiro segue em apoio dos amigos. E de Chapell.
“As pessoas continuam sendo seres humanos, elas ainda têm a vida delas. A gente tem que respeitar isso. Não pode tratar eles como objetos. Estão simplesmente trabalhando. Ser artista é o trabalho deles.”
Os amigos Caio Martineli, Stella Ciochetti e Júlia Monteiro
Rafael Peixoto/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026 tem último dia com Tyler the Creator, Lorde e Turnstile


Tyler, The Creator apresenta ‘Sugar on my tongue’ no Grammy 2026
AP Photo/Chris Pizzello
O Lollapalooza 2026 acaba neste domingo (22), com artistas aguardados há anos e nomes que fazem sucesso na internet. Neste terceiro e último dia de festival, o line-up vai do hip-hop ao k-pop.
O Globoplay vai transmitir o Lollapalooza ao vivo.
Depois de muita espera, Tyler The Creator finalmente fará sua estreia solo no Brasil. Ele cancelou o show no Lollapalooza 2018 por “motivos pessoais”, duas semanas antes do festival, e demorou um bocado para compensar os fãs.
Agora, ele vem com os discos “Chromakopia” (2024) e “Don’t Tap the Glass” (2025), o primeiro mais pessoal e o segundo mais dançante. Mas tem um pouco para os fãs de todas as eras do Tyler: ele vai do rap agressivo de “Wolf” até as sensíveis de “Flower Boy”.
Veja programação completa do festival
Além dele, Lorde deve atrair um bom público no festival. Ela veio ao Brasil em todas as suas fases, desta vez trazendo o disco “Virgin”. O show conta com uma esteira no palco e até um mini palquinho para ficar “no meio” dos fãs. Tudo indica que ela também tem altas expectativas: ao g1, Lorde já disse que “sempre acontece algo especial” quando ela vem para cá.
Lorde para a música ‘What Was That’, de 2025
Divulgação
A banda de hardcore Turnstile integra a lista de atrações esperadas, além de Addison Rae, estrela do TikTok que se tornou uma promissora artista pop. O Riize também está no line-up, sendo o primeiro grupo de k-pop a se apresentar no Lolla Brasil.
Também é um dia de quem tem sucessos virais: é o caso de Djo (conhecido por seu trabalho como ator em “Stranger Things”), da música “End of Beginning”, e Katseye, o girl group de hits como “Gabriela”.
O palco de eletrônica conta com boas atrações, incluindo ¥0u$uk€ ¥uk1mat$u, DJ que viralizou no YouTube com um set no programa “Boiler Room”, e a sul-coreana Peggy Gou.
Veja a programação completa do Lollapalooza neste domingo (22)
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Papisa
14h45 – 15h45: Mundo Livre S/A
16h55 – 17h55: Djo
19h05 – 20h05: Turnstile
21h30 – 22h45: Tyler, The Creator
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h45 – 13h40: Papangu
14h45 – 15h45: Balu Brigada
16h55 – 17h55: Oruã
19h05 – 20h05: FBC
21h30 – 22h30: Katseye
PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Artur Menezes
14h45 – 15h45: Cidade Dormitório
16h55 – 17h55: The Warning
19h05 – 20h05: TV Girl
21h30 – 22h30: Riize
PALCO PERRY’S
12h00 – 12h45: Flávia Durante
13h00 – 13h45: Entropia
14h00 – 14h45: Analu
15h15 – 16h15: Alírio
16h30 – 17h30: Idlibra
17h45 – 18h45: Zopelar
19h00 – 20h00: RōZ
20h15 – 21h30: ¥0u$uk€ ¥uk1mat$u
21h45 – 23h15: Peggy Gou

Fonte: G1 Entretenimento

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Revelação de 2025, Katseye vem ao Lolla em meio a ‘treta’ e com uma integrante a menos; entenda


Katseye se apresentará no Lollapalooza São Paulo
Divulgação
O girlgroup Katseye, que se apresenta no Lollapalooza 2026 neste domingo (22), estava indo de vento em popa quando foi anunciado no Brasil.
O grupo foi indicado a dois Grammys (incluindo Melhor Artista Revelação) e se apresentou na premiação em fevereiro. O evento coroou um ano estelar na carreira das artistas, com hits e vídeos que tomaram conta da internet.
Mas algumas semanas após o Grammy, uma das integrantes se afastou do grupo alegando questões de saúde mental. Agora, fãs estão divididos sobre a situação e o grupo vem desfalcado em sua estreia no Brasil. Entenda o que está acontecendo com o Katseye:
Grupo surgiu já nos moldes do k-pop
O Katseye não teve aquela origem “clássica” de grupo, em que integrantes se unem por gostos similares e vontade de começar uma bandinha. Na verdade, foi um grupo idealizado por muita gente engravatada.
O grupo foi formado entre 2023 e 2024 pelo reality show “Dream Academy”, idealizado pela Hybe (megaempresa de k-pop, responsável pelo BTS) em parceria com a Geffen Records, gravadora norte-americana que lançou Olivia Rodrigo.
KATSEYE: quem é o ‘girl group global’ da empresa do BTS que está subindo nas paradas
No reality, as meninas seguiram um processo nos moldes do k-pop, passando por um árduo processo de treinamento — sendo escolhidas individualmente após uma série de “testes”.
Dessa seleção, formou-se um grupo definido como um “girl group global”, com integrantes dos EUA, Coreia do Sul, Suíça e Filipinas — mas com todo o jeitão, investimento e origem da indústria pop coreana.
Hoje, os números do Katseye esbarram nos números de headliners do Lolla: hoje, no Spotify, o Katseye tem 30 milhões de ouvintes mensais, enquanto Tyler the Creator e Lorde têm 39 mi e 29 mi, respectivamente.
A pausa de Manon
O grupo estreou oficialmente em 2024, com sucesso modesto. Logo no início, as meninas começaram a morar juntas e entraram na exaustiva rotina de artistas já ancoradas por grandes gravadoras, com lançamentos, promoções e shows.
As coisas viraram mesmo para elas em 2025, quando o Katseye se consolidou como uma das principais revelações do ano graças a hits como “Gnarly” e “Gabriela”. Ao fim do ano, já estavam concorrendo a Grammys e fazendo sucesso mundial.
Mas em fevereiro de 2026, a Hybe e a Geffen postaram um comunicado anunciando que Manon estaria se “afastando temporariamente” do grupo.
Segundo o comunicado, a decisão foi tomada para que Manon focasse “em sua saúde e bem-estar”. Ela também se pronunciou, postando um texto nas redes sociais dizendo que estava “saudável e bem”.
“Às vezes, as coisas acontecem de maneiras que não controlamos totalmente, mas confio no panorama geral. Obrigada por estarem ao meu lado”, publicou a cantora.
O grupo confirmou que seguiu com a agenda de apresentações programadas durante a ausência de Manon, embora não tenha sido estabelecido um prazo oficial para o seu retorno definitivo.
Racismo?
Manon em foto do disco ‘Beautiful Chaos’
Reprodução
O hiato foi recebido com ceticismo. Pouco tempo após o comunicado oficial, fãs compartilharam um post curtido por Manon no Instagram. O conteúdo curtido sugeria que a cantora estaria sendo vítima de racismo e negligência por parte das empresas que cuidam do Katseye — e apontava que esse é um caso comum entre integrantes negras de girlgroups.
A análise comparava a trajetória de Manon às experiências de Normani (Fifth Harmony) e Leigh-Anne Pinnock (Little Mix), que também enfrentaram desafios semelhantes em grupos femininos.
O próprio grupo já mencionou ter vivido situações de racismo. Em 2025, o KATSEYE já havia vindo a público para denunciar que, desde o lançamento oficial do projeto, as integrantes foram alvo de uma onda massiva de discurso de ódio, incluindo insultos racistas e graves ameaças de morte.
Fãs também já estranhavam algumas ausências de Manon em vídeos e aparições e chegaram a acusar as gravadoras de boicotes ou negligência. Ela não aparece no vídeo de “Gabriela”, por exemplo, que acabou se tornando o maior hit do grupo. Na época, a gravadora disse que a integrante teve uma torção no tornozelo e não pôde participar.
Ao todo, a pausa de Manon repercutiu mundialmente porque mostrou uma “baixa” em uma carreira promissora. Independentemente se Manon se afastou por racismo ou não, é fato que ser uma mulher negra nessa indústria ainda é um assunto complexo.
“A saída de Manon não é apenas uma questão interna do grupo; ela também evidencia os problemas estruturais da indústria musical, que não compreende nem apoia adequadamente a posição das mulheres negras no cenário pop”, publicou a “Elle” japonesa.
Katseye segue e pede ‘amor para Manon’
Pode parecer que está tudo um climão, mas nos shows, o Katseye segue animado e dançante como sempre. Sem Manon, o grupo já se apresentou no Lolla Chile e Argentina e agora segue para o Brasil.
Com uma integrante a menos, elas adaptaram o repertório para performances e não evitam o assunto. “Aplausos para Manon”, pedem as meninas durante os shows.
Claro, os fãs sentem falta de Manon e podem ficar divididos ao ver o grupo neste Lollapalooza. Resta aguardar para ver como é o Katseye nessa configuração, ainda que temporária. Elas se apresentam neste domingo (22), às 21h30, no palco Flying Fish.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tyler, The Creator: o que esperar do show que vai encerrar o Lollapalooza Brasil 2026


Como Tyler, The Creator resgata a dança no hip-hop em novo álbum
Tyler, The Creator será o último artista a se apresentar no palco principal do Lollapalooza Brasil 2026.
O show no domingo (22) é a segunda apresentação do rapper no Brasil. Ele veio em 2011, com o coletivo Odd Future, para o festival SWU, em Paulínia (SP). Em 2018, cancelou sua vinda para o Lollapalooza Brasil por “questões pessoais”.
Mais de uma década depois da sua “estreia” em terras brasileiras, teremos a chance de assistir a um novo Tyler. E isso é uma ótima notícia.
Com um som mais maduro e uma estética que o tornou uma espécie de ponte entre o rap e o pop norte-americano, a expectativa é de encerrarmos o Lolla com um dos melhores shows de hip-hop da atualidade.
Tyler, The Creator apresenta ‘Sugar on my tongue’ no Grammy 2026
AP Photo/Chris Pizzello
O Tyler do passado
Tyler Gregory Okonma nasceu na Califórnia (EUA) e iniciou na música como líder do coletivo Odd Future, lá no final dos anos 2000 e começo dos 2010. Seu nome artístico tem ligação com as redes sociais do início da década passada.
“Eu tinha três MySpaces. Um deles eu publicava meus desenhos e uns beats que eu fazia à época. E o nome dessa página eu coloquei Tyler, The Creator, porque não consegui pensar em outra coisa. Essa página começou a ficar popular e daí assumi esse nome artístico. Não foi nada planejado”, disse em entrevista ao programa de Jimmy Kimmel, em 2015.
De início, o som de Tyler – e do Odd Future, como um todo – era duro, tendo letras com muitos palavrões e sexo explícito.
Volta e meia o rapper estava envolvido em polêmicas: passando por uma das rimas de “Tron Cat”, que cita o estupro de uma mulher grávida, pelo videoclipe de “Yonkers”, onde ele come uma barata e, ao final, se suicida, além de uma série de ofensas sexistas direcionadas a Selena Gomez (anos depois, ele lançou “Manifesto”, música em que pede desculpas à atriz).
Por conta das composições, digamos, viscerais, alguns críticos tentavam enquadrar o som produzido por ele e outros membros do coletivo no subgênero “horror-core”, algo que sempre foi rechaçado pelo artista.
As performances extravagantes nos palcos e essa espécie de alterego sedento por chocar a sociedade marcaram essa primeira fase da carreira de Tyler. Obviamente, isso fez com que ele angariasse fãs e haters do seu trabalho, principalmente das suas letras.
Tyler, the Creator: o líder por trás do coletivo de hip-hop Odd Future Wolg Gang Kill Them All durante show no SWU em 2011
Gustavo Miller/G1
“Na verdade, eu só estou me divertindo. Sou jovem, e quando você é jovem acaba encontrando coisas que te interessam. Leio livros sobre assassinos em série, estupro e coisas assim, então minha cabeça está meio cheia disso no momento. Eu não sou um assassino em série”, disse em entrevista para a revista “SPIN”, em 2011.
“Se você leva isso a sério, ou você é velho demais ou não teve uma infância boa e leva a vida a sério demais. Algumas pessoas simplesmente ficam aí levando as coisas a sério demais.”
As mudanças do tempo
Com o passar do tempo, o som do rapper foi ficando mais sóbrio. Melodias mais sofisticadas, uma aproximação maior com o R&B e letras mais diversas e menos chocantes.
A sequência “WOLF” (2013), “Flower Boy” (2017) e “Igor” (2019), com “Cherry Bomb” (2015) perdido no meio do caminho, mostrou um Tyler como um artista muito mais completo e até mesmo dialogando com o pop, como no caso de “EARFQUAKE”, principal single de “IGOR”.
“Eu não sou quem eles [fãs] conheceram aos 20 anos. Eu nem sou quem eu era há um ano. Quando eles dizem: ‘Eu quero a versão antiga’, eu sei que é porque eles ainda estão lá. Mas eu não estou. E tudo bem, porque minha identidade não reside em uma versão de mim mesmo.”
O Tyler do presente
Clipe de “Stop Playing With Me” de Tyler, the Creator
Divulgação
Em 2024 e 2025, Tyler lançou álbuns com propostas completamente diferentes. “CHROMAKOPIA” é seu trabalho mais experimental, e “DON’T TAP THE GLASS” vai por um caminho mais despretensioso, sem grandes elaborações. “É para a galera dançar. E só”, ele explicou.
Na temporada atual de premiações, foi interessante ver como a indústria tentou encaixar os dois álbuns. Ambos concorreram ao Grammy, mas “CHROMAKOPIA” concorreu a Álbum do Ano e Melhor Álbum de Rap, enquanto “DON’T TAP THE GLASS” disputou na categoria de Melhor Álbum Alternativo.
Montagem das capas dos álbuns ‘GNX’ de Kendrick Lamar e ‘Chromakopia’ de Tyler, The Creator
Reprodução / divulgação
A vitória – a terceira de Tyler no Grammy – veio numa categoria inédita. “CHROMAKOPIA” venceu como Melhor Capa de Álbum.
Os fãs devem assistir a um show que mistura muito dos últimos dois álbuns. Levando em consideração os shows na Argentina e Chile, o cantor não desembolsou muito dinheiro para investir em um palco super produzido. Não devemos ter muita pirotecnia.
Diferentemente das últimas apresentações de rappers em grandes festivais no Brasil – caso de Travis Scott e Don Toliver no The Town –, o som de Tyler é bem mais maduro e seus shows também. O excesso de auto-tune é substituído por uma mistura de rap que dialoga com o pop atual, tem bons elementos de R&B. Quem assistir vai, provavelmente, dançar mais do que pular.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026 tem 2º dia marcado por boas vozes de Marina, Lewis Capaldi e Chappell Roan


Chappell Roan toca ‘Good Luck, Babe!’ no Lollapalooza
O segundo dia de Lollapalooza 2026 foi marcado por shows de ótimas vozes de Marina, Chappell Roan e Lewis Capaldi. A noite ainda contou com apresentações de Riize, Skrillex e Cypress Hill.
De acordo com a organização, o sábado (21) do evento contou com 85 mil pessoas presentes.
Desde o início da tarde, os fãs de Chappell Roan já lotavam o gramado do Palco Budweiser, mesmo a artista sendo a última atração. Assim, Marina e Lewis Capaldi se apresentaram diante de um mar de fãs vestidos de rosa e com superprodução de looks e maquiagem.
Veja fotos do 2º dia de festival
O segundo dia do evento também foi marcado por uma polêmica longe dos palcos, mas envolvendo uma das estrelas do dia. O jogador de futebol Jorginho, do Flamengo, criticou a cantora Chappell Roan. O atleta disse que seguranças da cantora foram abordar filha de 11 anos de forma “extremamente agressiva” após ela “reconhecer e ficar empolgada” com a artista.
Chappell é conhecida por impor limites nessa exposição – muitas vezes sendo chamada de chata por “ensinar” fãs e mídia a repensar a forma que lidam com celebridades.
O sábado também teve participação do Cacique Raoni falando sobre a importância da Amazônia. A presença do líder indígena foi recebida com forte comoção, e ele foi ovacionado pela plateia do festival.
Veja abaixo um resumo de tudo o que rolou neste sábado (21) no Lollapalooza:
Chappell Roan
Chappell Roan no segundo dia de Lollapalooza 2026
Globo
Na despedida de sua “The Visions of Damsels & Other Dangerous Things Tour”, Chappell provou que é uma performer indicada para multidões. A cantora americana de 28 anos é 100% capaz de comandar uma plateia de 85 mil pessoas, como neste sábado (21). Faz isso sem esforço, rimando teatralidade com naturalidade.
Só assistindo ao vivo para entender como uma artista pode emular um líder de banda de glam metal dos anos 80 e não fazer disso uma paródia barata.
É exagero dizer que Chappell canta metal para crianças e jovens adultos? Provavelmente, mas não deixa de ter certo sentido. Uma certeza prevalece: ela é uma cantora pop que parece ter uns 10 anos de carreira e discografia extensa. Leia mais sobre o show de Chappell Roan.
Riize
RIIZE no segundo dia de Lollapalooza 2026
Guilherme Lucio da Rocha/g1
O Lollapalooza Brasil teve seu primeiro show de k-pop com a banda RIIZE. Mas poucas pessoas estiveram na plateia do Palco Flying Fish para acompanhar a apresentação. Marcado para começar às 21h30, mesmo horário da atração principal do dia, Chappell Roan, estrela do Palco Budweiser, a performance do sexteto sul-coreano foi marcada por uma apresentação bem construída, com uma banda impecável, dança e flow encaixados, aliando uma mistura estética do pop e do rap.
O grupo é “novato”, tendo debutado em 2023. O sexteto é formado por Wonbin, Anton, Shotaro, Sungchan, Eunseok e Sohee. Seu primeiro álbum completo, “ODYSSEY”, foi lançado em maio de 2025.
Durante o show, o sexteto gastou todo seu parco vocabulário em português. “Oi”, “Muito prazer”, “Galera linda” e “Estão se divertindo bastante” foram algumas das frases repetidas pelos integrantes. Adaptada para um festival, a apresentação teve momentos claros de aceleração. Faixas como “Show Me Love” e “Love 119” ficaram só no refrão. Leia mais sobre o show de Riize.
Skrillex
Skrillex toca Where Are Ü Now no Lollapalooza
Ícone do dubstep, Skrillex é pioneiro de uma sonoridade mais agressiva. Ele já foi considerado “barulhento demais” para fãs do Lolla, festival que começou no indie rock. Mas os tempos mudaram e ele também. O DJ ficou mais polido e mainstream com o tempo, enquanto o público também o alcançou. Hoje, ele cabe bem no festival, reunindo uma multidão que inclui até fãs de pop.
Neste sábado, o DJ chegou bem equipado com luzes e muitos efeitos pirotécnicos. De modo geral, raramente desacelerou o beat, mantendo um ritmo frenético até o fim. Entre faixas próprias como “Push” e “Move Ting”, ele fez um aceno ao Brasil, incluindo “Puta que Pariu”, música com MC Dricka. A apresentação ainda teve direito aofunk, reggae e Whitney Houston. Leia mais sobre o show de Skrillex.
Lewis Capaldi
Lewis Capaldi canta Someone You Loved no Lollapalooza
Lewis Capaldi já passou por maus bocados, mas seu show no Lollapalooza neste sábado (21) foi prova de que ele está bem. O cantor transformou seu repertório de baladas confessionais em uma apresentação que uniu bom humor e potência vocal.
Com som bem equalizado e arranjos minimalistas, o que se ouviu foi um bom show de pós-britpop emocionado e romântico. O escocês de 29 anos passou pelo Autódromo de Interlagos, em São Paulo, em mais um show da turnê que começou após uma pausa de dois anos. Ele precisou interromper a carreira em junho de 2023 para tratar a síndrome de Tourette. Leia mais sobre o show de Lewis Capaldi.
Cypress Hill
Cypress Hill se apresenta no Lollapalooza Brasil 2026
Fabio Tito/g1
Cypress Hill iniciou os shows noturnos do Lollapalooza Brasil neste sábado (21) com uma apresentação que mistura o melhor do hip-hop com rock — ou raprockandrollpsicodeliahardcoregga, como diriam seus irmãos brasileiros do Planet Hemp.
O quarteto formado por B-Real, Sen Dog, Eric Bobo e DJ Lord subiu ao palco com pouca gente na plateia — boa parte do público presente no Lolla já estava posicionado para a atração principal do dia, Chappell Roan. Com o passar do tempo, a plateia cresceu, o show encorpou e ganhou muito em energia. Leia mais sobre o show de Cypress Hill.
Marina
Marina se apresenta no Lollapalooza 2026
Fabio Tito/g1
Figurinha carimbada no Lollapalooza Brasil, Marina (ex-and the Diamonds) fez seu terceiro show no festival brasileiro. Foi um nítido acerto de curadoria. A artista galesa subiu no palco principal à tarde, horas antes de Chappell Roan, e foi recebida por uma multidão alegre e dançante.
O show deste Lolla privilegiou “Princess of Power”, disco atual, com a sonoridade que a consolidou. Tem o canto agudo meio operístico, os sintetizadores, o repertório dançante. Também entraram sucessos mais antigos como “Bubblegum Bitch” e “Froot”, que entusiasmaram mais a plateia. Leia mais sobre o show de Marina.
Looks de fãs inspirados em Chappell Roan marcam 2º dia do Lollapalooza Brasil

Fonte: G1 Entretenimento

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Chappell Roan faz show de metal para crianças no Lolla, após confusão em hotel com enteada de jogador


Chappell Roan toca ‘Good Luck, Babe!’ no Lollapalooza
É estranho pensar que Chappell Roan lançou só um álbum e está em sua segunda turnê. Outras de seu ramo precisaram de muito, muito mais do que isso para conseguir um show tão potente, divertido e cheio de hits.
Na despedida de sua “The Visions of Damsels & Other Dangerous Things Tour”, Chappell provou que é uma performer indicada para multidões. A cantora americana de 28 anos é 100% capaz de comandar uma plateia de 85 mil pessoas, como neste sábado (21). Faz isso sem esforço, rimando teatralidade com naturalidade.
Só assistindo ao vivo para entender como uma artista pode emular um líder de banda de glam metal dos anos 80 e não fazer disso uma paródia barata.
Chappell Roan no segundo dia de Lollapalooza 2026
Fábio Tito/g1
É exagero dizer que Chappell canta metal para crianças e jovens adultos? Provavelmente, mas não deixa de ter certo sentido. Uma certeza prevalece: ela é uma cantora pop que parece ter uns 10 anos de carreira e discografia extensa.
Tudo no show é exagerado, mas nada parece sobrar. Da presença de palco aos vocais afinados e menos genéricos do que o geral, Chappell constrói um espetáculo de figurinos, arranjos, cenários e gestos amplificados.
Não muito dada ao contato com fãs fora dos palcos (pergunte à filha de Jude Law e enteada de Jorginho), Chappell prefere usar apenas seu show para se conectar com seu público. Mas no palco ela se esquece dessas tretas, mesmo com fãs xingando o Flamengo durante uma parte do show.
Lolla 2026: Veja fotos do 2º dia
Jorginho, volante flamenguista, criticou a cantora após um desentendimento em um hotel neste sábado (21). O jogador relatou que seguranças da artista abordaram sua enteada de 11 anos de forma “extremamente agressiva” porque a criança a reconheceu no restaurante.
A única menção a algum esporte feita pela cantora foi a coreografia no estilo líder de torcida da fofinha “HOT TO GO!”. Em todo show, ela mistura certa extravagância visual, uma espontaneidade ligeiramente calculada e um verniz (bem) fininho de rock de arena.
Chappell Roan no segundo dia de Lollapalooza 2026
Fábio Tito/g1
A geração “Guitar Hero” vibrou com a cover do hino hard rock “Barracuda”, do Heart. “Pink Pony Club” e “Good Luck, Babe!”, dois de seus maiores sucessos, aparecem no fim em versão mais pesada. Ela rasteja pelo palco, sacode seus cabelos, observa o público com cara de brava. Do nada, desfila para lá e para cá como uma modelo de uma linha de lingeries góticas.
Tudo é coordenado, ensaiado como um bom show pop. O clima de fim de turnê só dá as caras quando ela ri durante uma ou outra música (“The Giver”, por exemplo). Acompanhada por uma banda correta e por vozes de apoio gravadas, ela tira o microfone de perto da boca quando o vocal não é ao vivo.
“Eu vi o show da Lady Gaga no Rio… os leques”, disse, pedindo que os fãs fizessem barulhos com seus acessórios. Depois, disse que costumava ler todos os comentários de “please come to Brazil”, agradeceu o apoio dos fãs, reclamou do calor e dedicou o show à equipe, lembrando que a turnê estava prestes a terminar. “Obrigada aos meus seguranças”, disse, no final do agradecimento.
O carinho só é devolvido a eles por meio de discursos e músicas: ela não anda perto deles, não interage diretamente, não pega objetos arremessados ou qualquer expediente do tipo.
O negócio aqui parece ser intenso, mas com limites. Chappell só é do público por uma hora e 15 minutos. E, mesmo assim, com certo distanciamento. Para a maioria, pareceu ser o suficiente.
Chappell Roan no segundo dia de Lollapalooza 2026
Fábio Tito/g1
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Em horário ingrato, RIIZE inaugura k-pop no Lollapalooza Brasil deixando boa impressão


RIIZE no segundo dia de Lollapalooza 2026
Guilherme Lucio da Rocha/g1
O Lollapalooza Brasil teve na noite deste sábado (21) seu primeiro show de k-pop com a banda RIIZE. Mas poucas pessoas estiveram na plateia do Palco Flying Fish para acompanhar a apresentação.
Marcado para começar às 21h30, mesmo horário da atração principal do dia, Chappell Roan, estrela do Palco Budweiser, a performance do sexteto sul-coreano foi marcada por uma apresentação bem construída, com uma banda impecável, dança e flow encaixados, aliando uma mistura estética do pop e do rap.
Lolla 2026: Veja fotos do 2º dia
O grupo é “novato”, tendo debutado em 2023. O sexteto é formado por Wonbin, Anton, Shotaro, Sungchan, Eunseok e Sohee. Seu primeiro álbum completo, “ODYSSEY”, foi lançado em maio de 2025.
O RIIZE é uma das principais apostas da SM Entertainment, gigante da indústria do k-pop e que também é responsável por gerenciar a carreira de grupos como o NCT e o grupo formado apenas por mulheres, o aespa. Shotaro e Sungchan, inclusive, foram integrantes do NCT antes de se juntarem ao RIIZE.
RIIZE no segundo dia de Lollapalooza 2026
Guilherme Lucio da Rocha/g1
Durante o show, o sexteto gastou todo seu parco vocabulário em português. “Oi”, “Muito prazer”, “Galera linda” e “Estão se divertindo bastante” foram algumas das frases repetidas pelos integrantes.
O momento fofo ficou por conta de Anton (que se anunciou como Antônio). Ao agradecer o carinho dos fãs brasileiros, ele foi interrompido com um coro de “parabéns para você”, em comemoração aos seus 22 anos comemorados neste sábado. Mesmo sem entender a letra, ele pescou a melodia. “Ah, vocês estão cantando parabéns para você, né?”, disse.
Adaptado para um festival, o show teve momentos claros de aceleração. Faixas como “Show Me Love” e “Love 119” ficaram só no refrão.
Parte das letras do grupo são em coreano, o que está longe de ser uma barreira intransponível. Uma parte considerável do público estava cantando tudo — ou tentando pois é difícil precisar a qualidade do coreano cantado pelos fãs.
Shotaro perguntou para o público do Lolla quem esteve no side show da banda, realizado na quinta-feira (19), no Terra SP. Quase todos os presentes levantaram a mão. Foi quase como “cantar para convertidos”. Caso não estivessem concorrendo com Chappell, o RIIZE poderia mostrar seu bom k-pop para curiosos que estivessem rodando pelo festival.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento