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Morre Juarez Machado, o ‘mímico do Fantástico’: reveja vídeos de apresentações do artista no programa

Morre Juarez Machado, o ‘mímico do Fantástico’
Reprodução/TV Globo
O artista plástico e multiartista Juarez Machado, um dos nomes mais importantes da arte brasileira e pioneiro do desenho de humor na televisão, morreu nesta terça-feira (6), aos 85 anos, em Vassouras, no interior do Rio de Janeiro. Internado para tratar uma pneumonia, ele deixou uma trajetória de mais de seis décadas dedicada às artes, com reconhecimento no Brasil e no exterior.
Além da pintura, das gravuras e das ilustrações, Juarez ajudou a transformar a linguagem do humor na TV brasileira. Nos anos 1970, ganhou destaque no Fantástico com quadros em que aparecia em cena interagindo com os próprios desenhos. Com o rosto pintado de branco, misturando elementos da mímica, do teatro e da caricatura, ele dava vida às ilustrações em esquetes sem falas que se tornaram uma marca do programa.
A seguir, relembre alguns dos vídeos de mímica protagonizados por Juarez Machado no Fantástico, que ajudaram a marcar a história do programa e da televisão brasileira.
VÍDEO 1
O humor de Juarez Machado
VÍDEO 2
Juarez Machado vira turista na cidade maravilhosa
VÍDEO 3
O dia catastrófico de Juarez Machado
VÍDEO 4:
Juarez Machado enfrenta desafios loucos na viagem
LEIA TAMBÉM: Natural de Joinville (SC), Juarez Machado era considerado um dos mais bem-sucedidos artistas brasileiros
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico
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Fonte: G1 Entretenimento

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Daniel retoma projeto ‘Duas vozes’ em dezembro com a edição de dueto com Liah Soares na canção ‘Nossa Senhora’

Daniel e Liah Soares no estúdio na gravação da canção ‘Nossa Senhora’, de Roberto Carlos
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Daniel retoma o projeto fonográfico “Duas vozes”, iniciado em 2022 e interrompido em 2023 – após o lançamento de sete duetos – para que o cantor sertanejo pudesse se dedicar à promoção do álbum ao vivo “Daniel 40 anos – Celebra João Paulo & Daniel” (2023), lançado em maio daquele ano de 2023.
A retomada do projeto “Duas vozes” está programada para 4 de dezembro, data em que Daniel lançará single com o feat com Liah Soares em gravação inédita de “Nossa Senhora” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1993), uma das músicas mais inspiradas e tocantes do cancioneiro religioso de Roberto Carlos.
“Nossa Senhora” faz parte do repertório de Daniel desde que o cantor regravou a composição há 26 anos no álbum “Quando o coração se apaixona”, editado em 2000.
O dueto de Daniel com Liah Soares em “Nossa Senhora” marca o reencontro dos artistas após 14 anos, já que a cantora paraense participou da edição de 2012 do programa “The Voice Brasil”, integrando o time do astro sertanejo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Musical sobre Gonzaguinha tem vigor cênico, a ideologia firme do artista e a marca da Barca dos Corações Partidos

Cena do musical ‘Gonzaguinha É’, em cartaz na cidade do Rio de Janeiro (RJ) pela Cia. Barca dos Corações Partidos
Marcelo Rodolfo / Divulgação
♫ CRÍTICA DE MUSICAL DE TEATRO
Título: “Gonzaguinha É”
Dramaturgia: Braulio Tavares e Ana Carbatti
Direção artística: Inez Viana
Direção musical: Alfredo Del-Penho e Beto Lemos
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ É tamanha a grandeza do cancioneiro do compositor Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (22 de setembro de 1945 – 29 de abril de 1991), o Gonzaguinha, que tem-se a sensação de que a Cia. de teatro Barca dos Corações Partidos tentou encaixar o maior número possível de músicas no roteiro de “Gonzaguinha É”, ainda que algumas composições sejam ouvidas quase como citações no espetáculo em cartaz de quinta-feira a domingo no Teatro Sesc Ginástico, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Musical que abre hoje, quarta-feira, 7 de outubro, a 18ª edição da Festa Internacional de Teatro de Angra (Fita), “Gonzaguinha É” se desvia do formato tradicional do musical biográfico. Há, sim, informações sobre a vida e obra do cantor e compositor carioca, geralmente fornecidas ao espectador através de falas do próprio Gonzaguinha reproduzidas no texto assinado por Braulio Tavares com Ana Carbatti, dramaturga também no posto de diretora assistente.
Contudo, sob a direção inventiva de Inez Viana, o musical expõe a ideologia de Gonzaguinha em vez de refazer o percurso do artista de forma cronológica e convencional. E isso faz toda a diferença a favor do espetáculo porque o gênero vem dando sinais de repetição, necessitando ser oxigenado.
Com elenco que junta quatro atores pertencentes ao elenco da Barca dos Corações Partidos (Adrén Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos e Ricca Barros) com quatro atrizes convidadas para o espetáculo (Ana MaGa, Luiza Loroza, Nívea Magno e Thati Dias), o muslcal “Gonzaguinha É” é sustentado pela força do coletivo.
O canto conjunto de músicas como o samba “O que é o que é” (1982) – usado para arrematar a cena de forma contagiante, unindo vozes do palco e da plateia – e o bolero “Começaria tudo outra vez” (1976) se impõem sobre a maioria dos solos. Mas que ninguém espere números moldados para facilitar o coro da plateia. A Barca faz teatro, não karaokê.
De toda forma, há – em maior ou menor grau – brilhos individuais no canto do samba-enredo “O homem falou” (1985) por Thati Dias, na lembrança de “Pequena memória para um tempo sem memória” (1980) – espécie de réquiem de Gonzaguinha para a legião dos esquecidos na luta contra a ditadura de 1964 – na voz de Ricca Barros e no dueto em que Ana MaGa e Luiza Loroza ressignificam “Espere por mim, morena” (1976), dando sentido homoafetivo à canção meio toada que batizou álbum lançado pelo cantor há 50 anos.
Cena de ‘Gonzaguinha É’, musical em cartaz de quinta-feira a domingo no Teatro Sesc Ginástico, no Rio de Janeiro (RJ)
Marcelo Rodolfo / Divulgação
Musicalmente, sob direção de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos, o musical se permite a liberdade de mandar “Recado” (1978) na batida do funk, no canto de Luiza Loroza, mas transita basicamente entre a cadência do samba do Rio de Janeiro (RJ), cidade natal de Gonzaguinha, e a intensidade árida ou festiva da música do Nordeste, região também entranhada na obra do compositor, filho de Luiz Gonzaga (1912 – 1989), rei do baião. O roteiro musical, aliás, parte do sertão, com “Galope” (1974) composição ouvida na voz de Del-Penho.
Muito da força do espetáculo reside no D.N.A. da Barca dos Corações Partidos. O movimento de corpo dos atores é uma das marcas da companhia teatral carioca evidenciada no espetáculo idealizado e produzido por Andréa Alves. Outra é a ausência de uma banda. Os atores / cantores tocam os próprios instrumentos e, da interação do elenco com os instrumentos e com os colegas, o espetáculo extrai um vigor cênico que o redime do fato de por vezes soar longo, mesmo não sendo longo.
Sobre todas as coisas, o que impulsiona “Gonzaguinha É” acaba sendo a ideologia entranhada nas letras e no pensamento do compositor. Essa ideologia sustenta e legitima o musical.
Gonzaguinha jamais fugiu à luta, tendo enfrentado o sistema em sambas como “Comportamento geral” (1972) – abordado nas vozes de Adren Alves e Ricca Barros – e entrado pelas brechas no campo do adversário, como em outro antológico samba dos anos 1970, “Geraldinos e arquibaldos” (1975), cantado por Nívea Magno em número que expõe a expressividade do trabalho de corpo dos atores da Barca. A propósito, a direção de movimento de Denise Stutz valoriza o espetáculo. O corpo também fala em “Gonzaguinha É”.
O expressivo trabalho de corpo do elenco fica evidenciado no musical ‘Gonzaguinha É’, espetáculo da Cia. Barca dos Corações Partidos
Marcelo Rodolfo / Divulgação
As músicas também falam por si só. O melodrama conjugal da canção “Grito de alerta” (1979), ouvida em aplaudido solo de Adrén Alves, bate direto no coração do público, assim como “Explode coração” (1978), outro hit infalível confiado à voz de Adrén. A exaltação do povo brasileiro no samba “E vamos à luta” (1980), cantado por Luiza Loroza, contagia. O humanismo repisado pelo compositor em “Caminhos do coração” (1982), solo de Alfredo Del-Penho, ainda enternece. Já o samba “É” (1988), puxado por Ricca Barros, tem potencial para soar mais empolgante em cena.
Enfim, o conjunto da obra de Gonzaguinha atravessa o tempo com força pela beleza de boa parte das músicas e pelas ideias propagadas nas letras. Construída com doses precisas de afeto e luta, essa obra é a matéria-prima que dá forma ao atual espetáculo da Barca dos Corações Partidos.
Em tempos de incerteza, “Gonzaguinha É” se mostra um espetáculo necessário como esse grande compositor que saiu de cena há 35 anos para ficar na história da música popular do Brasil.
Feito por oito atores, o musical ‘Gonzaguinha É’ se nutre em cena da força do coletivo
Marcelo Rodolfo / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rodas de samba, musical, regravações… por que está todo mundo homenageando Djavan?

Djavan estreia na cidade do Rio de Janeiro (RJ) na noite de ontem, sábado, 1º de agosto, o show da turnê ‘Djavanear 50 anos – Só sucessos’
Divulgação / Produção Djavan
“Me dê as flores em vida, o carinho, a mão amiga…”
Foi com a citação de um dos versos da música “Quando eu me chamar saudade”, de Nelson Cavaquinho, que Arifan Júnior explicou o motivo da criação de uma roda de samba dedicada a tocar músicas de Djavan.
Criada no início de 2026, a “Pagodjafãs” é uma das homenagens feitas nos últimos meses ao cantor de 77 anos – 50 deles dedicados à sua carreira musical.
O cantor roda o país com uma turnê comemorativa pelas cinco décadas de sua arte.
Mas para além disso, muitos outros artistas decidiram homenageá-lo: são rodas de samba pelo Brasil, regravações em diversos gêneros musicais, shows especiais, biografias e até um musical.
Mesmo o ano sendo uma efeméride para Djavan, tantas homenagens assim tendem a acontecer em maior número quando são póstumas.
E por que, então, tanta gente decidiu entregar flores em vida para Djavan neste momento?
Para o colunista Mauro Ferreira, “as pessoas estão tendo consciência de que um ciclo está se fechando.”
“Está tendo uma passagem de bastão. Os grandes ídolos da MPB estão com, no mínimo 50 anos de carreira, quando não estão em 60. Então alguns já estão fora de cena por questões de saúde, como Milton Nascimento, outros já faleceram, como Gal Costa. E outros, como João Bosco, com 80 anos, e Djavan, com 77, estão fazendo uma revisão da obra, por mais que eles continuem em atividade.”
“Acho que isso acende um alerta. Tipo: ‘ó, esse cara está aqui, ele construiu uma obra gigantesca, ele está vivo, então vamos homenageá-los em vida’. Esse gatilho vem destas revisões que eles mesmos fazem”, conclui Mauro.
O g1 conversou com alguns destes homenageadores para entender como a arte do cantor alagoano inspirou tantos projetos nos últimos meses e saber qual é a representatividade de Dja na vida de cada um deles:
Regravações
Capa do álbum ‘Canto Djavan’, de Bruna Black, Hodari, Jonathan Ferr, Jota.Pê, Luccas Carlos e Melly
Pedro Figueiredo
Ainda em 2025, o álbum “Canto Djavan” ganhou o mundo. Jovens estrelas da música nacional, como Jota.Pê, Bruna Black, Hodari, Jonathan Ferr, Luccas Carlos e Melly, interpretaram algumas faixas do artista, e conseguiram trazer assinatura própria para as versões.
Ao g1, Jota.Pê afirmou que o motivo que o fez topar participar do projeto foi, exatamente, o próprio Djavan.
“Ele é minha maior referência, fazer qualquer coisa que referencie ele é uma honra, então ser convidado para regravar duas músicas dele, num disco repleto de grandes artistas da minha geração? Impossível de recusar.”
Jota escolheu regravar as faixas “Açai” e “Seduzir”. Para o cantor, o fato de homenagear artistas ainda em vida é algo que vem aconteceu nos últimos anos e o deixa muito feliz. “Poder valorizar nossas referências em vida é necessário, celebrá-los em vida”, diz.
Anitta e Tiee também trouxeram Dja para seus projetos recentes. Ao colocar o set com “Te Devoro / Linha do Equador / Avião / Maçã” em seu álbum “Uma Década Ao Vivo”, Tiee explicou que o artista é uma de suas “maiores referências quando o assunto é música feita com alma”.
Já Anitta escolheu traduzir para o espanhol a música “Azul” para entregar um presente para seu público latino, já que todas as outras faixas de EQUILIBRIVM II são em português. A cantora disse que “Azul” é sua faixa favorita do artista e se conecta com a vulnerabilidade, um dos temas que integram o álbum.
Roda de Samba
Roda de Samba Pagodjafãs na edição realizada em São Paulo
Reprodução/Intagram/Pagodjafãs/Shouriço
Thiaguinho já afirmou algumas vezes que Djavan “é muito pagodeiro” e interpretou algumas de suas músicas, como “Um amor puro”, no projeto Tardezinha.
Além dele, outros pagodeiros e sambistas têm homenageado o artista em diversas rodas de samba em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.
Uma delas, a Pagodjafãs, nasceu de forma despretensiosa, em janeiro, na ideia de celebrar os 77 anos do cantor.
“O encontro foi num bar que fica ali numa encruzilhada perto da Praça da Cruz Vermelha, de fãs (nós) pra outros fãs (que quisessem chegar), pra celebrar o aniversário do Dja. Conclusão: foi o caos! Pois em pleno dia de semana, a rua foi fechada por uma multidão de gente que ama Djavan”, relembra Arifan Júnior, músico e um dos criadores da roda de samba “Pagodjafãs”.
“Djavan é quase a nossa religião. É um estado de espírito. Um portal de luz, onde a gente caminha por uma estrada de música linda e emocionante. E nessa viagem de prazeres, acessamos também lugares imprevisíveis no campo da imaginação, da poesia, da construção harmônica e de várias possibilidades”, cita Arifan, explicando o motivo da homenagem.
“E pegando um gancho no trecho do samba de Nelson Cavaquinho [que aparece na abertura desta reportagem], a gente super pensou nessas flores em vida e nesse carinho ao nosso Djavan quando pensamos o nosso pagode.”
Para Arifan, Djavan merece todas as homenagens. E considera todas válidas, independentemente dos gêneros musicais nos quais sua arte é colocada.
“Desde que façam com respeito e responsabilidade. Pois são as homenagens que levam o nome do Dja ainda mais longe, faz a galera querer buscar e aprender o lado B de mestre, e promove que a obra do mestre chegue em corações ainda não habitados pelo mesmo.”
Musical
Djavan – O Musical: Vidas pra Contar chega a Salvador, nos dias 31 de outubro e 1 de novembro
Janderson Pires
Desde junho de 2025, o ator Raphael Elias roda o Brasil interpretando Djavan no espetáculo “Djavan – O Musical: Vidas pra Contar”. Idealizado por Gustavo Nunes, o espetáculo recebeu 8 indicações na 13ª edição do Prêmio Bibi Ferreira.
Ao g1, Gustavo contou que já fez outros espetáculos em homenagens a outros artistas ou bandas, como Cássia Eller e Paralamas do Sucesso.
“E, agora, o Djavan, um grande expoente da nossa cultura. Tivemos a vontade de homenageá-lo ainda em vida e vimos o quanto isso é importante. É uma grande satisfação, tanto para a gente quanto para ele, ver esse musical, que perpassa praticamente toda a vida e a obra dele, em 50 anos de carreira”, conta Gustavo.
Além de celebrar o reconhecimento do próprio homenageado com a obra, ele considera que os depoimentos do cantor foram um grande diferencial para a construção do projeto.
“Tivemos a sorte de, com ele vivo, poder contar com a contribuição dele e com suas histórias. Não dependemos apenas da pesquisa. É claro que ela foi feita, mas pudemos falar diretamente com ele e saber mais sobre sua trajetória, a partir da fonte principal de tudo.”
Mas o início não foi assim tão fácil. “No primeiro momento, ele achou estranho e não comprou muito a ideia. Mas depois entendeu a homenagem e como seria feita, gostou e embarcou no projeto.”
A direção musical do espetáculo ainda leva assinatura de João Viana, filho de Djavan. “Ter a chancela da família é fundamental.”
Antes de “Djavan – O Musical: Vidas pra Contar”, outro musical, o “Djavanear – Um tanto flor, um tanto mar”, já homenageava o cantor, ainda em 2023. Nele, Karen Julia, Leila Maria, Mattilla, Paula Santoro e Tontom Périssé traziam uma interpretação feminina do repertório do cantor.
Mais projetos especiais
Amanda Mendonça canta Djavan em show em homenagem ao cantor
Divulgação
As cantoras Amanda Mendonça e Vanessa Moreno decidiram dedicar as atuais fases de suas carreiras ao cantor.
Amanda está em turnê com um show todo voltado para o cancioneiro de Djavan. A ideia inicial era fazer um grande tributo a um artista da MPB. Como conterrânea do artista, a cantora alagoana não hesitou em escolher o artista.
“Além de ser um exímio cantor, compositor e intérprete, ele, igual a mim, fez o movimento de migrar de sua cidade natal [Maceió] em busca do sonho de viver de arte. Sendo assim, tenho muita identificação pelas histórias que suas letras e melodias contam, são uma inspiração para mim”, explica a cantora.
“Acredito que precisamos valorizar os artistas em vida. É um legado que precisa ser compartilhado com as novas gerações.”
“Quando pensei em um tributo, pensei em alguém vivo, que pudesse de alguma forma ver ou sentir minha homenagem a ele, por isso Djavan também, por sua tamanha sensibilidade e amor pela arte, para além de suas grandes obras e contribuições inigualáveis para a música popular brasileira e mundial”, completa Amanda.
A cantora só lamenta que Dja ainda não tenha assistido sua apresentação. “Ficaria muito feliz e honrada. E seria um sonho cantar ao lado dele a música ‘Alagoas’ que ele fez em homenagem a nossa terra.”
Vanessa Moreno canta nove músicas de Djavan em álbum gravado em estúdio com produção musical de Fi Maróstica
Rapha Moraes – O Filme Produções / Divulgação
Já Vanessa fez um álbum de regravações do artista depois de preparar um show dedicado às obras de Dja. “Comecei essa pesquisa de querer cantar músicas dele com quase 100 músicas. Aí fomos reduzindo, até chegar nas músicas do show, e depois, nas 9 músicas que compõem esse disco”, explica.
A cantora, que tem “Azul” como uma das primeiras músicas que aprendeu a tocar no violão ainda na adolescência, diz que, para ela, Djavan representa “criatividade e liberdade”. “Esse lugar de liberdade criativa que a música dele proporciona é muito inspirador pra mim.”
Vanessa ainda analisou o fato de muita gente fazer críticas sobre a forma de compor do artista, mas, ainda assim, ele conseguir chegar a um público tão diverso e se conectar com vários gêneros musicais.
“O rebuscamento dele está justamente na simplicidade com que ele se comunica. Em relação às letras, é muito interessante porque ele não traz a coisa pronta. Ele traz imagens pra que a gente forme o significado na cabeça da gente com as informações que a gente tem, e a partir da atmosfera que ele fornece. Isso é muito rico.”
“São melodias muito bonitas. Harmonias muito diferentes. E a rítmica muito presente nas composições dele fazem com que ele tenha uma maneira muito singular de ser música nesse planeta.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Saga de Leandro & Leonardo da roça à fama vira cinebiografia filmada a partir de novembro por Jayme Monjardim

Leandro (1961 – 1998) (à esquerda) e Leonardo têm história contada em filme de ficção
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A história de Leandro & Leonardo vai virar filme dirigido por Jayme Monjardim. A saga dos irmãos goianos, da roça à fama, será contada na cinebiografia intitulada “Leandro & Leonardo – Não aprendi dizer adeus” e roteirizada por Péricles Barros e Letícia Wierzchowski.
O início das filmagens está previsto para novembro. Na cinebiografia, Luiz José Costa (15 de agosto de 1961 – 23 de junho de 1998), o Leandro, será interpretado pelo ator Eduardo Borelli. Já Emival Eterno da Costa, o Leonardo, será visto no filme na pele do ator André Luiz Frambach.
Leandro & Leonardo – cabe lembrar – formaram uma das duplas mais famosas da história da música sertaneja, uma dupla projetada nacionalmente a partir de 1989 com a explosão da música “Entre tapas e beijos” (Nilton Lamas e Antônio Bueno, 1990) em todo o Brasil e além do circuito sertanejo.
Com sucessos massivos como “Pense em mim” (Douglas Maio, José Ribeiro e Mário Soares, 1990), a dupla Leandro & Leonardo foi uma das mais populares do Brasil nos anos 1990 e somente foi extinta com a morte precoce de Leandro, em 1998.
Outra dupla famosa na década, Zezé Di Camargo & Luciano, já teve a história contada no filme “2 filhos de Francisco” (2005), um dos maiores sucessos do cinema brasileiro no século XXI.

Fonte: G1 Entretenimento

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Eva Marie Saint, atriz de ‘Intriga Internacional’ e vencedora do Oscar, morre aos 102 anos

A atriz Eva Marie Saint anuncia prêmio na cerimônia do Oscar 2018
Lucas Jackson/Reuters
A atriz Eva Marie Saint, estrela de “Intriga Internacional e vencedora do Oscar, morreu nesta terça-feira (6) aos 102 anos.
*Reportagem em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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Compra da Warner Bros. pela Discovery cria gigante com 200 milhões de assinantes; veja os números

Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters
Com o anúncio da Paramount Skydance nesta terça-feira (6) sobre a conclusão da compra da Warner Bros. Discovery, as empresas formarão uma gigante capaz de alcançar 200 milhões de assinantes.
A fusão criará a empresa Skydance, que será dona de marcas como Warner Bros., Paramount Pictures, HBO, CNN, CBS, além dos serviços de streaming Paramount+ e HBO Max. No catálogo, há franquias como “Harry Potter” e “Game of Thrones”, “Batman”, “Missão: Impossível” e “Top Gun”.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O grupo será comandado por David Ellison, filho do bilionário Larry Ellison, cofundador da Oracle – os dois já controlam a Paramount Skydance. Ynon Kreiz, ex-CEO da Mattel, será co-CEO e responsável pelas operações da nova empresa.
O acordo avaliado em US$ 110 bilhões encerra uma das maiores disputas recentes pelo controle de ativos em Hollywood. A venda da Warner Bros. era negociada desde 2025 e envolveu a concorrência de empresas como a Netflix, que chegou a oferecer US$ 83 bilhões.
A criação da Skydance tem o potencial de redesenhar o mercado do entretenimento e do streaming em todo o mundo. O g1 preparou um infográfico que compara o tamanho das empresas e mostra como a operação pode alterar o equilíbrio de forças no setor.
Veja os números da junção entre Warner e Paramount
Arte/g1
A disputa pela Warner
Em dezembro de 2025, a Netflix anunciou um acordo de US$ 83 bilhões para comprar parte dos ativos da Warner Bros. Discovery, com foco nos negócios de estúdio e streaming, sendo US$ 72 bilhões para acionistas e o restante para o pagamento de dívidas.
Depois, a Paramount Skydance entrou na negociação com uma proposta concorrente para adquirir a empresa inteira, incluindo os canais tradicionais.
Em fevereiro de 2026, a Warner informou que a Paramount tinha aumentado a proposta para os US$ 110 bilhões, voltados a acionistas e dívidas, e se comprometido a pagar uma multa de US$ 2,8 bilhões pela desistência do acordo com a Netflix.
A Netflix teria quatro dias para apresentar uma contraproposta, mas decidiu abandonar a disputa por considerar que, com a oferta da Paramount, “o acordo deixou de ser financeiramente atraente”.
O que está em jogo
O impacto da operação vai além do valor bilionário. A Warner Bros. Discovery detém algumas das marcas mais valiosas da indústria do entretenimento, enquanto a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney.
💰 A compra pela Paramount envolve todo o grupo Warner Bros. Discovery, enquanto a oferta da Netflix excluía ativos como CNN e Discovery.
🗞️ Com a conclusão do acordo, a família Ellison, aliada do presidente americano Donald Trump, passa a controlar algumas das principais marcas do jornalismo nos EUA, como a CBS News, o programa 60 Minutes e a CNN.
📺 A Paramount também ampliará sua base de assinantes e fortalecerá sua presença em cinema, TV e plataformas digitais.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Minha Melhor Amiga’ entra para a lista dos 10 filmes brasileiros mais vistos da história

Mônica Martelli e Ingrid Guimarães em cena de ‘Minha melhor amiga’
Divulgação
“Minha Melhor Amiga” entrou para a lista dos 10 filmes brasileiros mais vistos da história, segundo dados da Rentrak.
Estrelado por Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, o filme já havia entrado para a história do cinema nacional em setembro, três semanas após sua estreia, quando entrou para a lista das 10 produções mais assistidas no Brasil em 2026.
Dirigido por Susana Garcia (“Minha mãe é uma peça 3: O filme”), o filme estreou em 3 de setembro nas salas do Brasil e já vendeu 5,27 milhões de ingressos. Com isso, o longa atualmente é o 10º filme brasileiro mais visto. Como segue em cartaz, ele ainda tem chances de subir mais algumas posições.
“Minha Melhor Amiga” conta a história de duas amigas que decidem viajar para a Europa para surpreender as filhas.
Nas salas de cinema, o longa se tornou um fenômeno social e acabou virando desculpa para reunir os amigos. (Leia resenha no g1).
Diferentes grupos de amigos têm se reunido para assistir a “Minha Melhor Amiga” nos cinemas.
Reprodução/Instagram/TikTok
Ao g1, Mônica Martelli disse que tem acompanhado de perto a reação do público. “São grupos e grupos de mulheres, mães e filhas, cinemas fechados para amigos, casais, ônibus fretados com turmas, indo assistir ao filme.”
Susana Garcia, diretora do filme e irmã de Mônica, concorda. “Mulheres de todas as idades, adolescentes, ginecologistas, psicanalistas, todas falando sobre o filme e sobre a importância dos temas que ele traz. É a força da comédia para tratar de assuntos sérios”, defendeu.
Para Ingrid, o filme se torna também um estímulo para que as mulheres voltem a olhar para as próprias amizades. “Acho que deu um sentido de urgência de celebração das amizades. As mulheres lembraram através do filme a importância da irmandade feminina”, disse.
Veja lista dos 10 filmes brasileiros mais vistos na história do país:
“Nada a Perder” – vendeu 12,1 milhões de ingressos (estreou em 03/29/2018)
“Minha Mãe é Uma Peça 3” – vendeu 11,6 milhões de ingressos (estreou em 12/26/2019)
“Os Dez Mandamentos” – vendeu 11,2 milhões de ingressos (estreou em 01/28/2016)
“Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro” – vendeu 10,8 milhões de ingressos (estreou em 10/08/2010)
“Minha mãe é uma peça 2” – vendeu 9,2 milhões de ingressos (estreou em 12/22/2016)
“Nada a Perder 2” – vendeu 6,1 milhões de ingressos (estreou em 08/15/2019)
“Ainda Estou Aqui” – vendeu 5,8 milhões de ingressos (estreou em 11/07/2024)
“Se Eu Fosse Você 2” – vendeu 5,6 milhões de ingressos (estreou em 01/02/2009)
“Minha vida em Marte” – vendeu 5,3 milhões de ingressos (estreou em 12/27/2018)
“Minha Melhor Amiga” – vendeu 5,27 milhões de ingressos (estreou em 09/03/2026)
Belo Horizonte recebe pré-estreia do filme “Minha Melhor Amiga”

Fonte: G1 Entretenimento

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Michael Douglas revela em livro romance secreto com atriz de ‘Instinto Selvagem’

Michael Douglas revela em livro romance secreto com atriz de ‘Instinto Selvagem’
Divulgação/Reprodução
O ator Michael Douglas revelou que teve um romance secreto durante as filmagens de “Instinto Selvagem” (1992). Em seu novo livro de memórias, “One Helluva Ride”, ele detalha o romance com Jeanne Tripplehorn durante as filmagens do thriller erótico.
Na época, Michael era oficialmente casado com Diandra Luker, mas já estavam separados. Segundo a revista “People”, que teve acesso ao livro, o ator explica que muitos presumiam que havia um romance entre ele e a colega de elenco Sharon Stone.
“Eles estavam tão focados em um possível relacionamento entre Sharon e eu, que não perceberam o relacionamento real que estava acontecendo entre mim e Jeanne”, escreveu Douglas no livro, explicando como os dois atores “se esforçaram muito para esconder [o relacionamento] do elenco e da equipe”.
Michael Douglas e Jeanne Tripplehorn em Instinto Selvagem
Reprodução
Durante as filmagens em São Francisco, continua o ator, ele e Tripplehorn, de 63 anos, “passaram muitas horas juntos, conversando, realmente se conhecendo, curtindo a companhia um do outro longe do set de filmagem e de tudo o mais no mundo”.
Douglas afirmou ainda que não teve “muito contato com Jeanne” após o fim das gravações, mas, ao escrever a autobiografia, entrou em contato com Tripplehorn para incluir detalhes sobre o relacionamento dos dois.
“Já faz muito tempo, mas liguei para ela e pedi sua permissão”, disse Douglas. “E ela disse que sim”. Tripplehorn é casada com o ator Leland Orser desde 2000.
No livro, Douglas relembra que Tripplehorn “não estava disposta a se envolver” com alguém ainda casado, “mas eu a assegurei de que Diandra e eu havíamos nos separado formalmente… ambos estávamos nos envolvendo com outras pessoas, vivendo vidas separadas, e sabíamos que o casamento havia acabado”.
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“Meu relacionamento com Jeanne durou até o fim da produção e depois seguimos caminhos diferentes. Mas sempre me lembrarei dela como uma atriz incrível e uma mulher verdadeiramente fantástica com quem tive a sorte de conviver.”
Em “Instinto Selvagem”, Michael Douglas interpreta o detetive Nick Curran, enquanto Sharon Stone vive Catherine Tramell, principal suspeita de um assassinato. Jeanne Tripplehorn faz o papel de Beth Garner, psicóloga da polícia e interesse amoroso de Curran.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira e Piqué vão à Justiça por regime de visitas dos filhos

Shakira lança música com supostas indiretas para Piqué
Reprodução
Shakira e Gerard Piqué compareceram nesta terça-feira (6) a um tribunal de Barcelona, na Espanha, para discutir o regime de visitas dos dois filhos que tiveram durante o relacionamento. A informação foi divulgada pela equipe jurídica da cantora.
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Segundo os representantes da artista, Shakira pediu uma redução nas viagens transatlânticas de curta duração feitas pelas crianças entre Miami, onde vivem com ela, e Barcelona, onde mora Piqué. O objetivo, de acordo com o comunicado, é preservar o bem-estar emocional, físico e acadêmico dos filhos.
A proposta é que, nos períodos de férias mais curtos, Piqué viaje até Miami para ficar com as crianças, em vez de os filhos precisarem se deslocar até a Espanha. A defesa da cantora afirma que a mudança permitiria que eles mantivessem por mais tempo a rotina escolar, social e familiar.
A equipe jurídica de Shakira ressaltou, no entanto, que o pedido não busca reduzir o tempo de convivência das crianças com o pai.
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Shakira e Piqué assumiram publicamente o relacionamento em 2011. Os dois tiveram dois filhos: Milan, nascido em 2013, e Sasha, em 2015.
Depois de mais de dez anos juntos, período em que viveram principalmente em Barcelona, o casal anunciou a separação em junho de 2022. Meses depois, os dois chegaram a um acordo sobre a guarda das crianças.
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Na sequência, Shakira deixou Barcelona e se mudou para Miami com os filhos. Pelo acordo, Piqué tem direito a passar alguns dias por mês e períodos de férias com eles.
A cantora colombiana, de 49 anos, está atualmente em Madri, onde encerra sua turnê mundial. A série de apresentações na capital espanhola começou em 18 de setembro e terá 13 shows até 12 de outubro, depois que uma nova data foi anunciada na segunda-feira.
A turnê “Las Mujeres Ya No Lloran” começou em fevereiro de 2025 e leva o nome do álbum lançado pela artista em 2024. O disco inclui a música gravada com o produtor argentino Bizarrap em que Shakira faz referências à separação de Piqué.
*Com informações da AFP.

Fonte: G1 Entretenimento