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20 hits em 20 anos: ‘Show das Poderosas’, a música que Anitta sabia que mudaria a vida dela


Até 2013, pouca gente sabia quem era Anitta. Até que veio uma música que já avisava o que a gente tinha que fazer: “Prepara, que agora é a hora”… de conhecer uma das maiores artistas pop do Brasil.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
No início da carreira, Larissa de Macedo Machado ficou conhecida entre os fãs da Furacão 2000 como a MC Anitta, com músicas como “Eu Vou Ficar”. Mas aquela menina, que tinha ali uns 20 anos, sonhava em ir além.
Um dia, depois de fechar com uma grande gravadora, ela compôs algumas músicas em um apartamento na Barra da Tijuca. Segundo ela mesma, em certo momento, Anitta saiu do quarto e falou com a família: “Fiz a música que vai mudar a minha vida”.
Era uma época em que os hinos das mulheres empoderadas estavam em alta. Lá fora, tinha Beyoncé cantando “Run the World” (2011). Aqui, Anitta se inspirou nessa ideia de exército de mulheres e lançou um vídeo até simples, com ela e umas dançarinas, de sutiã e shortinho, fazendo uma coreografia.
Não precisou ser um clipe caro pra provar que ela vinha com tudo. “Show das Poderosas” mostrou que Anitta não era só funkeira, mas uma artista que queria ocupar o trono do pop brasileiro, em um momento em que o rock e o sertanejo eram os estilos dominantes no país.
Ela foi estratégica. A letra não tinha nada explícito, podia tocar nas rádios e era uma música bem chiclete. Tanto que, muito antes de dancinha do TikTok, não faltou vídeo de festa de 15 anos, programa de TV… todo mundo fazendo a coreografia.
Foi um fenômeno. A música foi a 3ª mais ouvida nas rádios do Brasil naquele ano. Anitta foi a 1a brasileira a alcançar 100 milhões de visualizações com um clipe. E o resto, claro, é história.
Anitta em ‘Show das Poderosas’, de 2013
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Wannabe’, sucesso das Spice Girls, completa 30 anos em meio a rumores de reencontro


Spice Girls durante cerimônia dos Jogos Olímpicos em 2012
REUTERS/Stefan Wermuth/Arquivo
Há 30 anos, as Spice Girls invadiram a cena musical mundial com seu primeiro grande sucesso, “Wannabe”, levando a bandeira do “Girl Power” e deixando uma marca duradoura na cultura pop.
Formado em 1994, o grupo britânico lançou “Wannabe” em 26 de junho de 1996. A música rapidamente alcançou o topo das paradas no Reino Unido, nos Estados Unidos e em diversos outros países.
“Não era apenas um grupo pop passageiro”, disse à AFP Dominic Mohan, ex-diretor do jornal The Sun, que cobria música na época.
“Elas eram muito dinâmicas e também transmitiam mensagens muito fortes sobre feminismo, ‘Girl Power’ e a importância de ser você mesmo”, acrescentou.
Agora no g1
Segundo ele, “‘Wannabe’ é o tipo de música da qual você sabe, logo na primeira vez que ouve, que vai entrar para a história”.
Mohan é curador da exposição “1996: 30 Years On”, no Barbican Centre, em Londres, aberta até meados de setembro. A mostra homenageia as Spice Girls e reúne alguns de seus figurinos mais emblemáticos. Entre eles está o macacão de estampa de oncinha usado por Mel B no Brit Awards de 1997.
Ao contrário dos grupos femininos anteriores, cada integrante das Spice Girls tinha uma identidade visual marcante. Mel B (Scary Spice) era conhecida pelas estampas animais; Victoria Beckham (Posh Spice), pelos figurinos sofisticados; Emma Bunton (Baby Spice), pelos tons pastel; Mel C (Sporty Spice), pelas roupas esportivas; e Geri Halliwell (Ginger Spice), pelo minivestido com a bandeira britânica.
Hino de uma geração
Com o refrão “I’ll tell you what I want, what I really, really want” e sua mensagem sobre amizade, “Wannabe” tornou-se um hino de uma geração e acumula cerca de 1,5 bilhão de reproduções no Spotify.
O aniversário reacendeu rumores sobre um show de reunião, embora as Spice Girls não se apresentem juntas desde a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres-2012.
“É nosso trigésimo aniversário e acho que deveríamos fazer alguma coisa”, afirmou Mel B à agência britânica PA. “Todas falamos sobre isso, mas ainda nada foi confirmado.”
A influência do grupo permanece evidente. Artistas como Taylor Swift, Dua Lipa, Adele e Charli XCX citam as Spice Girls como inspiração.
“Existe uma tendência de considerar as Spice Girls como um produto pop muito açucarado”, afirmou Joel Gray, professor de mídia, arte e comunicação da Sheffield Hallam University. “Na realidade, elas tinham uma dimensão muito mais punk.”
O estilo extravagante das cantoras também as transformou em ícones para o público LGBTQIA+.
Criado e administrado por homens, entre eles o empresário Simon Fuller, o grupo sofreu um duro golpe com a saída de Geri Halliwell em 1998 e acabou se dissolvendo pouco tempo depois.
Simon Fuller acompanhado pelas integrantes das Spice Girls
Reprodução/Instagram do grupo
As integrantes seguiram carreiras solo, especialmente Victoria Beckham, que construiu uma trajetória de sucesso na moda.
As Spice Girls voltaram aos palcos em algumas ocasiões, a mais recente em 2019, mas sem a participação de Victoria.
“Não acredito que veremos uma reunião completa do grupo, mas consigo imaginar perfeitamente que elas façam algo juntas novamente”, avaliou Gray.
“O que aprendi com as Spice Girls é que nunca se deve dizer nunca”, concluiu.
Por enquanto, o grupo anunciou apenas uma camiseta comemorativa e uma edição em vinil de “Wannabe”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Beckham, Camila Cabello e ‘Cascão’: famosos aparecem na torcida pelo Brasil na Copa do Mundo


Camarote do Brasil: galã, ator, cantora e ‘Cascão’ aparecem na torcida pela Seleção
Maior campeão da história das Copas do Mundo, com cinco títulos, o Brasil costuma atrair torcedores ilustres ao redor do planeta. E nesta Copa não tem sido diferente. O Hora 1 mostrou algumas das celebridades que apareceram na torcida pela Seleção Brasileira durante o mundial (veja no vídeo acima).
David Beckham
Ex-jogador inglês David Beckham, um dos maiores ícones do futebol mundial, apareceu demonstrando apoio à Seleção Brasileira
Reprodução/TV Globo
O ex-jogador inglês David Beckham, um dos maiores ícones do futebol mundial, apareceu demonstrando apoio à Seleção Brasileira.
Matthew Broderick
Matthew Broderick na partida Brasil X Escócia
Reprodução/TV Globo
Quem também entrou na torcida pelo Brasil foi o ator Matthew Broderick, conhecido por estrelar o clássico “Curtindo a Vida Adoidado”.
Camila Cabello
Cantora Camila Cabello também entrou na torcida pela Seleção Brasileira durante o Mundial
Reprodução/TV Globo
A cantora Camila Cabello também entrou na torcida pela Seleção Brasileira durante o Mundial, inclusive, usando a camisa do Brasil.
‘Cascão’
Corte ‘cascão’ continua aparecendo entre torcedores brasileiros
Reprodução/TV Globo
E por falar em ícones da torcida, poucos símbolos são tão lembrados quanto o corte de cabelo de Ronaldo Fenômeno na campanha do pentacampeonato, em 2002. O estilo, apelidado de “Cascão”, virou símbolo do pentacampeonato e continua sendo reproduzido por torcedores brasileiros mais de duas décadas depois.
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Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogos
RESULTADOS: confira a tabela da Copa do Mundo

Fonte: G1 Entretenimento

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Andreas Kisser fala de turnê de despedida do Sepultura: ‘Tem tirado muita gente de casa’


Andreas Kisser fala de turnê de despedida do Sepultura: ‘Melhor do que imaginava’
Desde 2024, o Sepultura tem rodado o mundo com sua turnê de despedida, a “Celebrating life through death”. O grupo anunciou seu fim em dezembro de 2023 e que faria 18 meses de shows para dar tchau aos fãs.
E neste final de semana, foi a vez de a banda se despedir dos fãs portugueses. O Sepultura esteve no Rock in Rio Lisboa e fechou a segunda noite de apresentações do festival no Palco Music Valley.
Antes de subir ao palco, Andreas Kisser falou sobre o andamento da turnê.
“Sensacional. Nós planejamos isso durante muito tempo para a gente curtir, para a gente celebrar. É um momento muito especial da nossa história. Talvez a nossa melhor tour, passando por lugares que a gente nunca foi antes”, afirmou Andreas.
“E estamos muito feliz de estar aqui em Portugal, no Rock in Rio, para fazer essa despedida aqui com os fãs português que são importantes na nossa história, sem dúvida. Sempre fomos muito bem recebidos, independente da formação, que a gente teve várias mudanças, mas a gente sempre teve momentos muito especiais aqui.”
O músico ainda falou sobre a surpresa de ver muitos fãs no público da turnê europeia que estão assistindo ao show da banda pela primeira vez.
“E não pela idade, mas porque, por um motivo ou outro, acompanha a carreira da banda, mas nunca teve a oportunidade de ver ao vivo. Então, acho que essa despedida tem tirado muita gente de casa, o que é bom.”
Andreas ainda comentou que, mesmo após mais de 40 anos de estrada, segue aprendendo algo com a banda.
“A gente aprende todo dia. Eu acho que fazer uma turnê assim não é fácil. Acho que primeiro pela decisão tomada. Foram muitos anos de preparo, dois anos antes do anúncio, de falar com todo mundo, com família, com a banda, com managers e tudo mais, para ter certeza de que esse era o caminho mesmo.”
“E assim foi feito. A gente não tá com clima nenhum triste, nem melancólico.”
Andreas ainda destacou que, mesmo em clima de despedida, eles seguem levando novidades para os palcos.
O quarteto Sepultura
Stephanie Veronezzi / Divulgação
“Estamos tocando três músicas do EP novo, celebrando o momento atual da banda e não só se espelhando no passado. Fazendo o que a gente tá fazendo hoje com o Greyson Nekrutman [baterista] na banda, que trouxe as ideias, a vibe dele para banda e foi muito importante a gente ter feito isso antes de a gente acabar. Muito melhor do que a gente imaginava que poderia ser.”
E será que, com a turnê rolando tão bem, bateu o sentimento de arrependimento em algum momento pela decisão sobre o fim da banda?
“Não. Porque tudo é em consequência do que a gente anunciou e trabalhou para fazer. Não adianta agora a gente falar: ‘Ah, tá legal, eu vou continuar’. Porque a gente estaria se enganando também. A gente tá muito tranquilo em relação a isso.”
“Arrependimento zero, porque a gente combinou, planejou, trabalhou muito duro para que pudesse acontecer dessa forma.”
Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, durante entrevista no programa g1 Ouviu, no estúdio do g1 em São Paulo
Fábio Tito/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Supergirl’: Atriz Milly Alcock fala sobre responsabilidade de ser heroína dos quadrinhos no cinema


“Supergirl é a personagem mais próxima de mim mesma”, diz Milly Alcock
“Supergirl” chega aos cinemas nesta quinta-feira (25), um ano depois de “Superman” e tem como principal objetivo consolidar o DCU, o universo cinematográfico da DC Comics (de personagens como o Homem de Aço e Batman), chefiado por James Gunn e Peter Safran. A heroína, interpretada por Milly Alcock, chegou a aparecer rapidamente no filme do herói. Mas dessa vez (como o próprio título já sugere), há uma inversão de papéis.
Enquanto Superman (novamente vivido por David Corenswet) é um coadjuvante, Kara, sua prima irônica e debochada (papel de Alcock) é a estrela principal do novo longa e todos os refletores estão voltados para ela, o que aumenta bastante sua responsabilidade em conquistar o público, especialmente os fãs de quadrinhos.
Em entrevista ao g1, Alcock, que se destacou na primeira temporada de “A Casa do Dragão”, série da HBO, brinca sobre o que tinha em comum com a heroína: “Tudo!”, diz a atriz rindo, para logo em seguida falar o que ela tinha de diferente com a personagem.
“Eu não tenho poderes, eu fico com a pior parte. Sou uma garota de um Sol vermelho”, afirma Milly, em relação ao fato de que Kara não tem superpoderes quando está em planetas em que o Sol não é amarelo como o do nosso sistema solar.
Peter Safron, Milly Alcock, Ana Nogueira e Craig Gillespie estiveram no Rio para divulgar ‘Supergirl’
Divulgação
Em tom um pouco mais sério, a australiana diz que interpretar Kara foi um processo catártico para ela e que a personagem é a que mais se aproximou dela mesma, em termos de personalidade. “Há algo realmente bonito nela de ser essa heroína meio bagunçada. Isso me deu uma certa coragem de sentir que eu posso me salvar um pouco, sabe?”, afirma Alcock.
Ela também fala sobre a responsabilidade de estrelar seu primeiro blockbuster com apenas 26 anos de idade e admite que prefere viver um dia de cada vez nesse momento de sua carreira.
Questionada sobre como ela se sente vendo seu rosto em toda a campanha de lançamento do filme, Milly é irônica: “Estou muito cansada de ver minha cara. E eu faço isso pelo resto da minha vida. Vocês só a estão vendo há cerca de um mês”, declara a atriz.
Mesmo assim, ela diz que está pronta para esse desafio, de fazer tanto sucesso quanto o Superman: “É uma honra e um privilégio e tem sido uma experiência de aprendizado”.
Introdução para o mundo dos super-heróis
Assim como Milly Alcock, o diretor Craig Gillespie não conhecia nada do universo dos super-heróis quando aceitou dirigir “Supergirl”. Mas o cineasta, também australiano como a estrela de seu novo longa, já tinha experiência ao lidar com protagonistas femininas fortes como “Eu, Tonya” (2017) e “Cruella” (2021).
E isso o ajudou a assumir seu novo projeto, que pode ser visto como parte de uma trilogia de filmes.
“Definitivamente, há um tema em comum com pessoas excluídas, tentando se encontrar e sendo incompreendidas, de uma certa forma”, diz o diretor ao g1.
Para Gillespie, o roteiro de “Supergirl” foi o que mais o motivou a assumir a direção do longa.
“Eu queria entrar no mundo dos super-heróis, mas precisava encontrar algo que tivesse tanto caráter, substância e coração nessa personagem. E estava muito animado para receber esse roteiro.”
Além do roteiro, Gillespie diz que um dos maiores prazeres em fazer “Supergirl” foi trabalhar com Milly Alcock. “Foi um presente enorme saber que Milly iria interpretar esse papel. Ela superou minhas expectativas. Eu sabia que ela seria brilhante. Mas quando ela chegou ao set e a vimos explorar a personagem, experimentar coisas e trazer sua personalidade… É como se eu não pudesse estar mais animado de ir ao set todo dia”, elogia o diretor a atriz, que ficou meio envergonhada.
Milly Alcock em cena de ‘Supergirl’
Divulgação
Entre deusas e titãs
O roteiro de “Supergirl”, que Gillepsie elogiou, é assinado por Ana Nogueira. A americana se baseou na graphic novel “Supergirl: Mulher do Amanhã”, escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, para escrever o roteiro. Atriz de séries de TV como “Diários de um Vampiro” e “Lista Negra”, ela contou ao g1 como foi essa transição da atuação para a escrita.
“Aconteceu muito rápido. Eu fui para uma escola de teatro e, enquanto atuava, aprendi muito sobre história, diálogo e enredo. Tudo enquanto atuava, que é a melhor educação que você pode ter na escrita. Pra mim, tudo começa do mesmo lugar, que é o personagem, de onde ele vem e do que precisa”, afirma Nogueira.
A escritora disse que chegou a “Supergirl” quando resolveu apresentar seu roteiro a James Gunn, após ter contatos com Peter Safran e Chantal Nong Vo, uma das produtoras do filme. Ela declarou que o CEO do DCU a deixou livre para escrever o que achasse melhor no roteiro e não fez grandes interferências no texto.
Milly Alcock e Matthias Schoenaerts em cena de ‘Supergirl’
Parisa Taghizadeh/Warner Bros. Pictures
“James, realmente, me deixou à vontade. Eu só disse a ele o que eu faria com a história. A partir daí, ele e eu nos demos bem. Claro que ele me deu alguns toques importantes, mas senti que ele confiava em mim com a minha história”, diz Nogueira.
Além de “Supergirl”, Ana Nogueira também é responsável pelos roteiros dos novos filmes da Mulher-Maravilha e dos Jovens Titãs. Embora não pudesse dar mais detalhes sobre esses dois projetos, ela disse que está entusiasmada. “Eu amo esses personagens. Eu adoro o tom das histórias dos Jovens Titãs. É muito divertido e irreverente. E por isso estou bastante animada”, declarou.
Uma das grandes mudanças em “Supergirl” em relação à graphic novel que inspirou o filme foi a inclusão do personagem Lobo, interpretado por Jason Momoa. Questionada sobre como foi inserir o anti-herói da DC Comics no longa, Ana Nogueira admitiu que foi algo intimidador.
Jason Momoa em cena de ‘Supergirl’
Divulgação
“Ele (Lobo) é tão icônico e eu tinha um pouco de medo de ser a pessoa que pôs o Lobo na tela. Mas aí, quando descobri como ele poderia ser integrado na história, percebi que não conseguiria imaginá-la sem ele”, afirmou a roteirista.
No final da entrevista, Ana Nogueira disse que, embora americana, torceria pelo Brasil na Copa do Mundo, que está acontecendo em seu país (além de México e Canadá). Ela é filha de um brasileiro e declarou que sua torcida é por causa da influência de seu pai. “Ele me ensinou bem”, concluiu.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anna Ratto canta Tribalistas no fecho de ciclo de tributos a Arnaldo Antunes


Capa do single ‘Passe em casa’, de Anna Ratto
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Anna Ratto passou os últimos cinco anos às voltas com o cancioneiro de Arnaldo Antunes. Após dois álbuns com músicas do compositor paulista, “Contato imediato – Anna Ratto visita Arnaldo Antunes” (2021) e “Vison negro” (2025), a cantora carioca fecha o ciclo de tributos fonográficos ao artista com o single “Passe em casa”.
Programado para 2 de julho, o single “Passe em casa” apresenta duas versões da gravação inédita da canção lançada pelos Tribalistas em 2002, há 24 anos, no primeiro álbum do trio formado por Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte.
Os três artistas assinam a música “Passe em casa” em parceria com Margareth Menezes. Mote de clipe dirigido e editado por Pedro Colombo, a gravação de Anna Ratto foi feita no estúdio carioca Nas Nuvens com produção musical dividida entre Alexandre Kassin e Liminha.
A canção “Passe em casa” já fazia parte do roteiro dos shows apresentados pela cantora com os repertórios dos dois álbuns dedicados ao cancioneiro de Arnaldo Antunes, mas até então inexistia um registro fonográfico oficial da música na voz da artista.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rod Stewart, atores de Bebê Rena e Outlander: famosos torcem pela Escócia nas redes


Atores Sam Heughan e Richard Gadd e Rod Stewart declaram torcida para a Escócia.
Rogener Pavinski/g1, Ed Miller/Starz Entertainment/Reuters, Divulgação
A partida entre a seleção brasileira e a escocesa nesta quarta-feira (24) agitou as redes sociais com memes e torcida. Veja alguns famosos que declaram apoio a Escócia no jogo de hoje.
Rod Stewart
Rod Stewart, aos 78 anos, faz turnê pelo Brasil, começando por Ribeirão Preto
Rogener Pavinski/g1
O cantor e compositor Rod Stewart, apesar de ter nascido em Londres, na Inglaterra, declarou torcida para a Escócia no jogo contra o Brasil que acontece nesta quarta-feira (24). No Instagram, ele publicou um stories com uma foto antiga ao lado do pai, que era escocês.
“Pai estará olhando por nós e pela nossa Tartan Army hoje à noite. Sem Escócia, sem festa”, escreveu o cantor.
Publicação de Rod Stewart com o pai. Brasil vs Escócia.
Reprodução
🔎 Tartan Army é o apelido dos torcedores da seleção escocesa de futebol.
Sam Heughan
o ator escocês Sam Heughan, da série ‘Outlander’
Ethan Miller/Getty Images/AFP
O ator Sam Heughan, conhecido pelo papel de Jamie Fraser em Outlander, é escocês e manifestou sua torceida pelo país natal nas redes. Heughan repostou uma foto caracterizado de Jamie Fraser com a legenda, “Tartan Army, levantem-se!”.
Publicação de Sam Heughan em torcida pela Escócia.
Reprodução
Richard Gadd
Richard Gadd recebe o Emmy 2024 como melhor roteiro em minissérie por ‘Bebê Rena’
Mario Anzuoni/Reuters
Outro escocês famoso que declarou torcida nas redes é o ator e comediante Richard Gadd, famoso pela série “Bebê Rena”. Em algumas publicações nas redes sociais, ele falou com o público brasileiro e mostrou que está assistindo a partida no Lincoln Hard Rock Stadium, em Miami, nos Estados Unidos.
“Último jogo da fase de grupos, amo meus seguidores brasileiros… mas vamos lá, Escócia!”
Richard Gadd apoia a Escócia nas redes sociais.
Reprodução
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Quando são os próximos jogos do Brasil?
Confira a seguir quando o Brasil joga:
Se terminar a fase de grupos na liderança da chave, o Brasil enfrentará nos 16 avos de final o segundo colocado do Grupo F, formado por Holanda, Japão, Tunísia e Suécia, que deve ocorrrer no dia 29 de junho (segunda-feira), às 14h.
Caso termine em segundo, a seleção brasileira enfrentará o primeiro colocado do grupo F, também no dia 29 de junho (segunda-feira), às 22h.

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz escocesa que fez Nebulosa da Marvel fica presa no trânsito, sai correndo, chega ao jogo e vê Brasil vencer Escócia


Atriz escocesa, Karen Gillan, quase perdeu o jogo entre Brasil e Escócia pela Copa do Mundo de 2026.
Reprodução/Instagram
A atriz escocesa Karen Gillan, que interpretou a personagem Nebulosa nos filmes da Marvel, quase perdeu a partida entre Escócia e Brasil pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Gillan ficou presa no trânsito de Miami, teve que descer do carro e correr até o estádio.
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A partida estava programada para começar às 18h de Miami (19h de Brasília), porém, um forte congestionamento atingiu a região do Hard Rock Stadium.
A atriz gravou uma série de stories em seu Instagram registrando sua corrida para chegar a tempo do jogo. Nos vídeos publicados, ela corre entre os carros e filma outros torcedores — brasileiros e escoceses — na mesma situação.
No fim, Gillan chegou a tempo de assistir à partida.

Fonte: G1 Entretenimento

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Virginia comemora gols de Vini Jr. e vaia lance anulado pelo VAR


Virginia comemorou gols de Vini Jr. pelo Brasil
Reprodução/Instagram
A influenciadora Virginia Fonseca comemorou os gols de Vini Jr. no primeiro tempo contra a Escócia nesta quarta-feira (24) em partida da Copa do Mundo. Porém, um dos três lances foi anulado pelo árbitro.
No stories do Instagram, ela publicou um vídeo comemorando o primeiro gol marcado pelo camisa 7 da seleção. “Gol! É papo de estourar uma tampa, não vai ter jeito”, escreveu.
Depois, Virginia publicou outro vídeo comemorando o segundo do atacante brasileiro. No entanto, o lance foi anulado pelo árbitro após o VAR indicar uma falta de Vini Jr. A influenciadora vaiou a decisão de campo.
Brasil vence a Escócia pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.
REUTERS/Paul Childs
O atleta e a influenciadora tiveram um relacionamento de seis meses que chegou ao fim no dia 15 de maio.
Virginia e Vini assumiram o relacionamento no dia 28 de outubro de 2025, após meses de rumores sobre um romance entre os dois. Entre polêmicas envolvendo prints, presentes caros e declarações de amor públicas, a relação durou cerca de sete meses.
No Dia dos Namorados, a influenciadora publicou uma foto com um buquê de flores enorme nas redes sociais e seu ex-namorado comentou com um coração.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Esposas e namoradas de jogadores da seleção brasileira postam looks para jogo contra Escócia; FOTOS


Karoline Lima, companheira de Léo Pereira, e Ana Lídia, esposa de Bruna Guimarães
Reprodução/Instagram
O Brasil encerra sua participação na primeira fase da Copa do Mundo nesta quarta-feira (24) contra Escócia. O jogo acontece em Miami, nos EUA, às 19h.
Antes da bola rolar, as espoas e namoradas dos atletas da seleção (também conhecidas como WAGs) publicaram no Instagram fotos dos looks para acompanhar a partida.
Para quem acompanha esportes, o termo “WAGs” talvez soe familiar. A sigla, em inglês, significa wives and girlfriends (“esposas e namoradas”, em português) e é usada para se referir às companheiras de atletas profissionais.
O termo surgiu no Reino Unido e começou a circular em 2002, após aparecer em uma reportagem do “Sunday Telegraph” sobre um apelido dado às mulheres dos jogadores da seleção inglesa por um hotel em Dubai. Mas foi na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, que a expressão se popularizou de vez.
Confira fotos dos looks:
Karoline Lima, companheira de Léo Pereira
Reprodução/Instagram
Ana Lídia, esposa de Bruna Guimarães
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento