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Copa do Mundo 2026 terá show de intervalo com Madonna, Shakira e BTS

Madonna, Shakira e BTS serão as atrações principais do primeiro show do intervalo de uma final da Copa do Mundo da FIFA, no estádio de Nova York-Nova Jersey, em 19 de julho.
Com curadoria de Chris Martin, do Coldplay, e produção da Global Citizen, o show arrecadará fundos para o FIFA Global Citizen Education Fund, com foco em ampliar o acesso à educação de qualidade e ao futebol para crianças em todo o mundo.
O anúncio foi feito pelas redes sociais do Coldplay e da banda de K-Pop BTS.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Último filme da dupla de biografia de Bolsonaro arrecadou 33% do valor pago por Vorcaro para ‘Dark Horse’


Jim Caviezel no pôster de ‘Dark Horse’
Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel
Os R$ 61 milhões financiados por Daniel Vorcaro para a realização de “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro, são o triplo do valor arrecado em bilheterias americanas pelo último filme realizado pelo ator Jim Caviezel e o diretor Cyrus Nowrasteh.
Lançado em setembro de 2020 nos Estados Unidos, “Sequestro internacional” arrecadou pouco mais de R$ 20 milhões (US$ 4 milhões) no país, de acordo com o site Box Office Mojo. Na obra escrita e dirigida por Nowrasteh, Caviezel interpreta um homem sequestrado após viajar para o Egito.
“Dark Horse” é corroteirizado e dirigido por Nowrasteh. Nele, Caviezel interpreta o ex-presidente brasileiro, que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. Veja tudo o que se sabe sobre a cinebiografia.
Reportagem publicada pelo site Intercept Brasil nesta quarta-feira (13), o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pressionava pelos pagamentos.
Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em São Paulo, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.
Áudio de Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro; ouça
O valor arrecadado por “Sequestro internacional” pode ser considerado baixo, mas depende também do orçamento da produção, que não foi divulgado.
“Som da liberdade” (2023), último sucesso de Caviezel, arrecadou mais de R$ 1,2 bilhão (US$ 250 milhões) ao redor do mundo. Já “O tesouro de Sarah” (2025), filme mais recente do diretor, conseguiu R$ 58 milhões (US$ 11,6 milhões).
A outra parceria da dupla arrecadou ainda menos. “O Apedrejamento de Soraya M.” (2008) fez menos de R$ 6 milhões ao redor do mundo (US$ 1,1 milhão).
O que se sabe sobre Vorcaro, Flávio Bolsonaro e ‘Dark Horse’
O banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar um filme sobre Jair Bolsonaro – e as negociações envolveram contatos diretos com o filho mais velho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pressionava pelos pagamentos.
As informações foram reveladas pelo Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado por Flávio ao banqueiro em setembro de 2025.
A TV Globo confirmou com investigadores e pessoas com acesso às informações o conteúdo da reportagem e a existência do áudio.
Segundo o Intercept, Vorcaro chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção do filme “Dark Horse” entre fevereiro e maio de 2025. O dinheiro, de acordo com o site, foi transferido para um fundo nos Estados Unidos de um aliado de outro filho do ex-presidente, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
O senador foi questionado na tarde desta quarta por repórteres sobre o tema ao sair do Supremo Tribunal Federal (STF), mas apenas deixou a entrevista dizendo se tratar de “dinheiro privado”.
Mais tarde, o político divulgou um vídeo confirmando o pedido de dinheiro a Vorcaro, mas negando irregularidades. Ele afirmou ainda não ter “relações espúrias” com o banqueiro e defendeu a realização de uma CPI do Master.
Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro.
Reprodução/Evaristo SA/AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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Jim Caviezel e Cyrus Nowrasteh: quem são os artistas citados em áudio em que Flávio Bolsonaro pede dinheiro a Daniel Vorcaro


Ouça áudio enviado por Flávio Bolsonaro a Vorcaro em que ele chama banqueiro de ‘irmão’
O banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso pela Polícia Federal (PF) ajudou a financiar o filme sobre Jair Bolsonaro. As informações foram reveladas nesta quarta-feira (13) pelo portal Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado por Flávio ao banqueiro em setembro do ano passado (ouça o áudio no vídeo acima).
A TV Globo confirmou com investigadores e pessoas com acesso às informações o conteúdo da reportagem e a existência do áudio.
No áudio de Flávio, ele cita nomes envolvidos na produção do filme:
“Imagina a gente dando calote num Jim Caviezel, num Cyrus [Nowrasteh, diretor do filme], os caras pô, renomadíssimos lá no cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim. Todo efeito positivo que a gente tem certeza que vai vir com esse filme pode ter o efeito elevado a menos um aí, cara.”
Abaixo, entenda quem são:
Veja quem são os nomes citados em áudio
Jim Caviezel no pôster de ‘Dark Horse’
Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel
Jim Caviezel: ator que interpreta Jair Bolsonaro no filme.
O ator americano de 57 anos é mais conhecido por “A paixão de Cristo” (2004) e por ter participado de filmes mais conservadores nos últimos anos, como “Som da liberdade” (2023).
Cyrus Nowrasteh (citado no áudio como “Cyrus”): diretor do longa.
O ciineasta americano tem 69 anos trabalhou em filmes para a TV, como “Depois do atentado”, e para o cinema, como “O apedrejamento de Soraya M.”.
Ele já esteve envolvido em uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil ao escrever o roteiro de “Jenipapo” (1995) com a diretora Monique Gardenberg.
O que se sabe sobre o filme
“Inspirado por eventos reais, ‘Dark Horse’ segue Jair Bolsonaro, um intruso controverso que ascende de um capitão de exército desconhecido a líder populista na corrida presidencial em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar um plano mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e a alma de uma nação”, diz a sinopse oficial, segundo o site Deadline.
“Desde a sua concepção, quando Mario me trouxe a história de ‘Dark Horse’, foi pensado não como um retrato biográfico, mas como um thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque, com significância cultural não apenas no Brasil, mas em todos os países”, afirmou o diretor ao Deadline.
“A história da ascensão improvável de Jair Bolsonaro e o atentado que sofreu em 2018 serviram de base para investigar até onde sistemas estabelecidos podem ir para se preservarem — e como um político pode se tornar o receptáculo das esperanças e medos de uma nação.”
Entenda o caso
O banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar um filme sobre Jair Bolsonaro – e as negociações envolveram contatos diretos com o filho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pressionava pelos pagamentos.
Segundo o Intercept, Vorcaro chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção do filme “Dark Horse” entre fevereiro e maio de 2025. O dinheiro, de acordo com o site, foi transferido para um fundo nos Estados Unidos de um aliado de outro filho do ex-presidente, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
O senador foi questionado por repórteres sobre o tema ao sair do Supremo Tribunal Federal (STF), mas apenas deixou a entrevista dizendo se tratar de “dinheiro privado”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Valor enviado por Vorcaro para filme sobre Bolsonaro é mais que o dobro do orçamento de ‘O Agente Secreto’


‘Dark Horse’ e ‘O Agente Secreto’
Montagem/g1
O banqueiro Daniel Vorcaro destinou R$ 61 milhões para produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O envio se deu após contatos diretos com o filho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pressionava pelos pagamentos.
O valor é duas vezes maior do que o orçamento do filme “O Agente Secreto”, que recebeu R$ 28 milhões e representou o Brasil no Oscar 2026 com quatro indicações.
Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em São Paulo, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.
Áudio de Flávio Bolsonaro para Daniel Vorcaro; ouça
As informações foram reveladas nesta quarta-feira (13) pelo portal Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado por Flávio para o banqueiro em setembro de 2025.
A TV Globo confirmou com investigadores e pessoas com acesso às informações a existência do áudio e do conteúdo da reportagem.
A Ancine informou que o orçamento para filmar “O Agente Secreto” foi de R$ 28 milhões, dividido entre Brasil, França, Alemanha e Holanda.
O filme estrelado por Wagner Moura e dirigido por Kleber Mendonça Filho foi indicado ao Oscar nas categorias de melhor seleção de elenco, melhor filme internacional, melhor filme e melhor ator.
O longa também foi destaque no Festival de Cannes, tendo vencido as categorias de melhor diretor e melhor ator.
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Detalhes sobre ‘Dark Horse’
A biografia é estrelada por Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente, atualmente em prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. O ator americano de 57 anos é mais conhecido por “A paixão de Cristo” (2004) e por ter participado de filmes mais conservadores nos últimos anos, como “Som da liberdade” (2023).
Na direção está Cyrus Nowrasteh, um cineasta americano de 69 anos de filmes para a TV, como “Depois do atentado”, e para o cinema, como “O apedrejamento de Soraya M.”. Ele já esteve envolvido em uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil ao escrever o roteiro de “Jenipapo” (1995) com a diretora Minque Gardenberg.
Ele assina o roteiro de “Dark Horse” com Mark Nowrasteh, baseado em argumento escrito por Mario Frias, ator e ex-secretário da Cultura durante o governo de Bolsonaro.
O elenco ainda tem Esai Morales (“Missão: Impossível – O Acerto Final”), Lynn Collins (“The Walking Dead”), Camille Guaty (“Duster”) como Michelle Bolsonaro e Jeffrey Vincent Parise (“General Hospital”).
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Qual a trama do filme?
“Inspirado por eventos reais, ‘Dark Horse’ segue Jair Bolsonaro, um intruso controverso que ascende de um capitão de exército desconhecido a líder populista na corrida presidencial em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar um plano mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e a alma de uma nação”, diz a sinopse oficial, segundo o site Deadline.
“Desde a sua concepção, quando Mario me trouxe a história de ‘Dark Horse’, foi pensado não como um retrato biográfico, mas como um thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque, com significância cultural não apenas no Brasil, mas em todos os países”, afirmou o diretor ao Deadline.
“A história da ascensão improvável de Jair Bolsonaro e o atentado que sofreu em 2018 serviram de base para investigar até onde sistemas estabelecidos podem ir para se preservarem — e como um político pode se tornar o receptáculo das esperanças e medos de uma nação.”
Flávio Bolsonaro cobra dinheiro de Vorcaro para filme sobre o pai, diz site
Quando estreia?
Em 7 de abril, Caviezel publicou no Instagram que o filme estreia em 11 de setembro de 2026, uma sexta-feira. No Brasil, filmes normalmente estreiam às quintas.
O Deadline, no entanto, publicou em 21 de abril que não há data de lançamento, “ao contrário de algumas especulações online”, e que os cineastas ainda procuram vender o projeto.
Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro.
Reprodução/Evaristo SA/AFP

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‘Dark Horse’: o que se sabe sobre cinebiografia de Bolsonaro, para a qual Flavio Bolsonaro pediu dinheiro a Vorcaro


Jim Caviezel no pôster de ‘Dark Horse’
Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel
O banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar a cinebiografia “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro – e as negociações envolveram contatos diretos com o filho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pressionava pelos pagamentos.
As informações foram reveladas nesta quarta-feira (13) pelo portal Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado por Flávio para o banqueiro em setembro do ano passado (ouça áudio no vídeo acima).
A TV Globo confirmou com investigadores e pessoas com acesso às informações a existência do áudio e do conteúdo da reportagem.
Vorcaro está preso, como parte de uma investigação que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras.
Flávio Bolsonaro cobra dinheiro de Vorcaro para filme sobre o pai, diz site
O que se sabe sobre ‘Dark Horse’
A biografia é estrelada por Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente, atualmente em prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. O ator americano de 57 anos é mais conhecido por “A paixão de Cristo” (2004) e por ter participado de filmes mais conservadores nos últimos anos, como “Som da liberdade” (2023).
Na direção está Cyrus Nowrasteh, um cineasta americano de 69 anos de filmes para a TV, como “Depois do atentado”, e para o cinema, como “O apedrejamento de Soraya M.”. Ele já esteve envolvido em uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil ao escrever o roteiro de “Jenipapo” (1995) com a diretora Minque Gardenberg.
Ele assina o roteiro de “Dark Horse” com Mark Nowrasteh, baseado em argumento escrito por Mario Frias, ator e ex-secretário da Cultura durante o governo de Bolsonaro.
“Inspirado por eventos reais, ‘Dark Horse’ segue Jair Bolsonaro, um intruso controverso que ascende de um capitão de exército desconhecido a líder populista na corrida presidencial em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar um plano mortal de assassinato que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha por sobrevivência, verdade e a alma de uma nação”, diz a sinopse oficial, segundo o site Deadline.
O filme tem estreia prevista para 11 de setembro de 2026, segundo publicação de Jim Caviezel no Instagram. O Deadline, no entanto, afirma que não há data de lançamento e que os cineastas ainda procuram vender o projeto.
Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro.
Reprodução/Evaristo SA/AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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Justiça manda soltar MC Ryan SP da cadeia, mas impõe medidas cautelares como entrega do passaporte


MC Ryan SP
Divulgação
A Justiça Federal concedeu habeas corpus e determinou a soltura do funkeiro MC Ryan SP, preso preventivamente desde abril na investigação da Operação Narco Fluxo, que apura um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado a bets ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas.
A decisão também beneficia Diogo Santos de Almeida e impõe medidas cautelares, como a proibição de deixar o país sem autorização judicial e a entrega do passaporte (leia mais abaixo).
A decisão foi assinada nesta quarta-feira (13) pela desembargadora Louise Filgueiras, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3). A magistrada estendeu a MC Ryan SP os efeitos de outro habeas corpus já concedido pela 5ª Turma da corte a Henrique “Rato”, investigado no mesmo processo.
Segundo a investigação da Polícia Federal, o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão por meio de empresas de fachada, contas de passagem, criptomoedas e remessas ao exterior. O inquérito aponta ainda suposta ligação com exploração de apostas ilegais, rifas clandestinas e lavagem de dinheiro oriundo do tráfico internacional de drogas.
No despacho, a desembargadora afirmou que a prisão preventiva não pode ser mantida sem que haja elementos suficientes sequer para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Federal. A magistrada destacou que, até o momento, nenhum dos investigados foi formalmente denunciado e que a PF pediu mais 90 dias para concluir diligências e perícias.
“É incongruente entender que não há provas para a formação da opinio delicti e manter a prisão preventiva”, escreveu a magistrada ao citar voto anterior da 5ª Turma do TRF-3.
A decisão também afirma que a prisão cautelar não pode ser usada como instrumento para facilitar investigações e que não havia demonstração concreta de que MC Ryan SP pudesse interferir na produção de provas. Segundo o documento, os equipamentos eletrônicos e materiais necessários para a apuração já haviam sido apreendidos pela Polícia Federal.
Os desembargadores ainda apontaram excesso de prazo na investigação. O entendimento foi o de que, mesmo considerando a complexidade do caso, os prazos previstos no Código de Processo Penal para conclusão do inquérito e oferecimento de denúncia não estavam sendo respeitados.
Apesar da soltura, MC Ryan SP terá de cumprir medidas cautelares impostas pela Justiça. Entre elas estão:
Comparecer a todos os atos do processo;
Informar eventual mudança de endereço;
Comparecer mensalmente em juízo;
Não deixar a cidade onde mora por mais de cinco dias sem autorização judicial;
Não sair do país sem autorização da Justiça e entregar o passaporte, caso possua.
‘Narco Fluxo’
A Operação Narco Fluxo foi deflagrada pela Polícia Federal em abril deste ano. Na ocasião, a Justiça Federal aceitou o pedido da PF e decretou a prisão preventiva de MC Ryan SP, do funkeiro MC Poze do Rodo, do empresário Raphael Sousa Oliveira — apontado como criador da página Choquei — e de outros investigados.
Segundo a PF, o esquema funcionaria por meio da movimentação de recursos ligados a apostas ilegais, rifas digitais e lavagem de capitais. As investigações apontam o uso de empresas de fachada, “laranjas”, operações com criptoativos e remessas internacionais para ocultar a origem do dinheiro.
No documento judicial, MC Ryan SP é apontado pela Polícia Federal como “beneficiário final” da estrutura investigada. A PF afirma que empresas ligadas ao setor musical e de entretenimento teriam sido usadas para misturar receitas lícitas com recursos provenientes de apostas ilegais e rifas digitais.
A investigação também cita outros nomes apontados como integrantes da estrutura financeira do grupo, entre eles Tiago de Oliveira, Alexandre Paula de Sousa Santos, Rodrigo de Paula Morgado e Henrique Alexandre Barros Viana.
Justiça mantém prisão de funkeiros e influenciadores
A operação
A 5ª Vara da Justiça Federal em Santos, no estado de São Paulo, aceitou em 23 de abril o pedido da Polícia Federal e decretou a prisão preventiva do MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei e de outros investigados por envolvimento em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.
O pedido foi feito após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) conceder habeas corpus. Com o avanço das investigações e a análise de provas apreendidas, a PF avaliou que há elementos suficientes para a conversão das prisões temporárias em preventivas.
Após a decisão judicial, a esposa de MC Ryan SP, Giovana Roque, foi vista deixando o Centro de Detenção Provisória de Belém, na Zona Leste de São Paulo, aos prantos. O cantor segue detido no local.
🔍A prisão temporária é usada no começo das investigações, quando a polícia ainda está reunindo provas. Ela tem prazo definido, geralmente de 5 ou 30 dias, e pode ser prorrogada em alguns casos. Já a preventiva não tem um prazo fixo. Ela é determinada por um juiz quando há risco, por exemplo, de a pessoa atrapalhar as investigações, fugir ou continuar cometendo crimes.
Os alvos tinham sido presos temporariamente no último dia 15 em uma operação da Polícia Federal. Segundo a investigação, o grupo é suspeito de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão por meio de bets ilegais, rifas clandestinas, tráfico internacional de drogas, uso de empresas de fachada, “laranjas”, criptomoedas e remessas ao exterior.
A esposa do MC Ryan SP, Giovana Roque, sai aos prantos após saber que seu marido Mc Ryan continuará preso
Edu Araujo/Agnews
No habeas corpus, o ministro Messod Azulay Neto, relator do caso no STJ, considerou ilegal o decreto de prisão temporária por 30 dias. Segundo ele, a própria Polícia Federal havia solicitado prazo de apenas cinco dias, período que já havia se encerrado.
Contudo, segundo a PF, a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública diante da gravidade do caso e do volume de recursos envolvidos.
A PF também apontou risco de continuidade das atividades criminosas, além da possibilidade de interferência nas investigações, com destruição de provas ou alinhamento de versões entre os investigados.
Com a decisão judicial, 36 investigados tiveram suas prisões temporárias convertidas em prisões preventivas e 3 em prisões domiciliares. São eles:
Rodrigo de Paula Morgado: prisão preventiva. Apontado como contador e operador-chave;
Ryan Santana dos Santos: prisão preventiva. Conhecido como MC Ryan SP, apontado como líder e beneficiário final;
Tiago de Oliveira: prisão preventiva. Braço-direito e gestor financeiro de Ryan;
Alexandre Paula de Sousa Santos: prisão preventiva. Conhecido como “Belga” ou “Xandex”;
Lucas Felipe Silva Martins: prisão preventiva;
Sydney Wendemacher Junior: prisão preventiva;
Arlindma Gomes dos Santos: prisão preventiva. Vulgo “Nene Gomes”;
Raphael Sousa Oliveira: prisão preventiva. Criador da página “Choquei” e operador de mídia;
Marlon Brendon Coelho Couto da Silva: prisão preventiva;
Diogo Santos de Almeida: prisão preventiva;
Vinicius dos Reis Pitarelli: prisão preventiva;
Rodrigo Inacio de Lima Oliveira: prisão preventiva;
Luis Carlos Custodio: prisão preventiva;
Jose Ricardo dos Santos Junior: prisão preventiva;
Ellyton Rodrigues Feitosa: prisão preventiva;
Caroline Alves dos Santos: prisão preventiva;
Mateus Eduardo Magrini Santana: prisão preventiva;
Henrique Alexandre Barros Viana: prisão preventiva;
Mauro Jube de Assunção: prisão preventiva. Contador;
Chrystian Mateus Dias Ramos: prisão preventiva;
Luis Henrique Matos Maia: prisão preventiva;
Orlando Miguel da Silva: prisão preventiva;
Sun Chunyang: prisão preventiva;
Xizhangpeng Hao: prisão preventiva. Controlador da empresa Golden Cat;
Sergio Wegner de Vargas: prisão preventiva;
Thiago Barros Cabral: prisão preventiva;
Vitor Ferreira da Cruz Junior: prisão preventiva;
Yuri Camargo Francisco: prisão preventiva;
Leticia Feller Pereira: prisão preventiva;
Alex Lima da Fonseca: prisão preventiva;
Jiawei Lin: prisão preventiva;
Thadeu José Chagas Silveira: prisão preventiva;
Renan Costa da Mota: prisão preventiva;
Marcus Vinicius Rodrigues de Assis: prisão preventiva;
Guilherme Ricardo Fuhr: prisão preventiva;
Jonatas Cleiton de Almeida Santos: prisão preventiva;
Fernando de Sousa: prisão domiciliar;
Débora Vitória Paixão Ramos: prisão domiciliar;
Estefany Pereira da Silva: prisão domiciliar.
LEIA MAIS:
Familiares de MC Ryan vão à porta de presídio pedir liberdade para funkeiro após habeas corpus concedido pelo STJ
De bets ilegais a contratos com influenciadores: como funcionava esquema que levou à prisão de MCs Ryan SP e Poze do Rodo, segundo a PF
Em uma rede social, a defesa de MC Ryan SP comentou a solicitação da PF de mais tempo de prisão e disse que “causa perplexidade o caráter manifestamente extemporâneo do pedido”.
“Se presentes estivessem, desde antes, os requisitos da preventiva, por que não foi ela requerida no momento oportuno? Espera a defesa que a medida seja indeferida e a decisão do Superior Tribunal de Justiça efetivamente cumprida”, escreveu.
O MC Ryan SP, o MC Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira, dono do perfil ‘Choquei’, das Redes Sociais.
Montagem/g1/Reprodução/Redes Sociais
Em nota, o advogado Felipe Cassimiro, que faz a defesa do MC Ryan SP, disse que a decisão reconhece a “ilegalidade das prisões de MC Ryan, Diogo 305 e dos demais investigados no âmbito da Operação Narco Fluxo” e que “a consequência natural e jurídica desta decisão é a revogação da prisão, medida que decorre diretamente da própria decisão ao ser reconhecido o erro no prazo fixado para a prisão temporária”.
Já o advogado de Poze do Rodo, Fernando Henrique Cardoso Neves, afirmou que o novo pedido feito pela PF não apresenta fatos novos e criticou a condução do caso.
A defesa de Raphael Sousa Oliveira, proprietário da página Choquei, informa que vai recorrer imediatamente ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, ao Superior Tribunal de Justiça e, se necessário, ao Supremo Tribunal Federal, para restabelecer a Constituição.
O advogado criminalista Pedro Paulo de Medeiros afirma que a nova decisão repete vícios já apontados pela defesa desde a decretação da prisão temporária, especialmente pela ausência de fundamentação individualizada em relação a Raphael Sousa Oliveira, pois o juiz sequer menciona o nome dele na decisão.
Segundo a defesa, a decisão não apresenta elementos concretos e específicos que justifiquem a imposição da medida extrema em relação ao investigado.
Pedro Paulo de Medeiros sustenta que a decretação da prisão preventiva “mantém a mesma ausência de fundamentos concretos já questionada pela defesa e viola a exigência constitucional e legal de motivação das decisões que restringem a liberdade, sobretudo pela falta de individualização dos motivos atribuídos a Raphael Sousa Oliveira”.
“A defesa também argumenta que a decisão não demonstra, de forma específica, por que a prisão preventiva seria necessária no caso concreto, nem apresenta fundamentos individualizados que autorizem a custódia cautelar. Por isso, questionará imediatamente a decisão nas instâncias superiores”, afirmou o advogado, em nota.
Operação Narco Fluxo
A Operação Narco Fluxo foi resultado de uma investigação que começou muito antes dos mandados de busca e prisão.
Segundo a Polícia Federal, o ponto de partida foi a análise de arquivos armazenados no iCloud, sistema de armazenamento em nuvem da Apple, do contador Rodrigo de Paula Morgado, obtidos durante uma operação anterior, a Narco Bet, que já era derivada da Operação Narco Vela, ambas deflagradas em 2025.
O g1 reuniu o que se sabe sobre o caso até agora.
Como a investigação começou?
O que dizem as defesas?
O que foi apreendido?
Qual era o papel dos influenciadores?
Quem eram os operadores do esquema?
Qual seria o papel de MC Poze do Rodo no esquema?
Qual seria o papel de MC Ryan SP no esquema?
Por que o iCloud foi importante?
De bets ilegais a contratos com influenciadores: como funcionava esquema que levou à prisão de MCs Ryan SP e Poze do Rodo, segundo a PF
O que o iCloud armazena e como ele pode revelar a rotina do usuário
Como a investigação começou?
Da esquerda para direita, MC Ryan SP, Poze do Rodo e Rodrigo Morgado
Reprodução/YouTube e Instagram
A investigação atual nasceu de provas reunidas durante a Operação Narco Bet, de outubro de 2025, instaurada após a Narco Vela, de abril do mesmo ano. As operações apuravam lavagem de dinheiro ligada a apostas, tráfico internacional de drogas, grandes quantias em espécie, transferências bancárias e criptoativos.
Segundo a decisão judicial, o núcleo de inteligência da PF analisou arquivos do iCloud de Rodrigo de Paula Morgado, identificado como contador e operador financeiro do grupo.
A partir disso, os investigadores encontraram indícios de uma organização criminosa voltada à lavagem de capitais, com agentes responsáveis pela captação, internalização, custódia e redistribuição de dinheiro em espécie.
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Como um backup no iCloud derrubou o esquema que levou à prisão de MC Ryan SP e MC Poze do Rodo
Por que o iCloud foi importante?
Segundo investigadores, o material armazenado na nuvem permitiu cruzar extratos, comprovantes, conversas, registros societários, contratos, procurações e documentos financeiros.
Na prática, o backup do iCloud virou uma espécie de “mapa” da organização criminosa. Foi a partir dele que a PF conseguiu identificar a relação entre operadores financeiros, empresas de fachada, influenciadores e artistas. Rodrigo depositava grande confiança na segurança digital do iCloud, o que acabou permitindo à Polícia Federal mapear a organização
O próprio Rodrigo de Paula Morgado é apontado pela PF como peça-chave do grupo. Segundo a decisão, ele articulava transferências bancárias, auxiliava na proteção patrimonial de MC Ryan SP e fazia repasses em nome de terceiros, além de prestar serviços de gerenciamento financeiro, ocultação patrimonial e evasão fiscal.
A Justiça autorizou, inclusive, novas apreensões de dados armazenados em nuvem, como iCloud e Google Drive, além de celulares, HDs, notebooks e smartphones, com acesso imediato aos conteúdos durante as buscas.
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Funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo; e influencers Chrys Dias e Raphael Sousa Oliveira foram presos pela PF
Reprodução/Redes sociais
Operação da PF prende Mc Ryan SP e Poze do Rodo
Qual seria o papel de MC Ryan SP no esquema?
Segundo a decisão judicial, Ryan Santana dos Santos, nome de MC Ryan SP, foi identificado como líder e principal beneficiário econômico da engrenagem.
A PF afirma que ele usava empresas ligadas à produção musical e ao entretenimento para misturar receitas legítimas com recursos de apostas ilegais e rifas digitais.
Ainda segundo a investigação, Ryan teria montado mecanismos de blindagem patrimonial, transferindo participações societárias para familiares e terceiros, além de usar operadores financeiros para afastar o dinheiro ilícito de sua pessoa física antes de reinseri-lo na economia formal.
Segundo a PF, os recursos eram reinvestidos em imóveis, carros de luxo, joias e outros ativos de alto valor. A Justiça autorizou a apreensão de dinheiro em espécie acima de R$ 10 mil, joias, relógios, carros, motos, embarcações, aeronaves e outros itens de luxo encontrados com os investigados.
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Qual seria o papel de MC Poze do Rodo no esquema?
Segundo a decisão judicial, Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, nome de registro de MC Poze do Rodo, aparece vinculado a empresas e estruturas financeiras relacionadas à circulação de recursos oriundos de rifas digitais e apostas ilegais.
A investigação aponta que ele integrava a engrenagem financeira da organização ao lado de outros operadores e empresas usadas para captar, fragmentar e redistribuir dinheiro. Uma das empresas ligadas ao funkeiro e incluídas na lista de bloqueios judiciais é a EMPOZE – Editora, Gravadora e Prestação de Serviços Ltda.
Segundo a PF, Poze do Rodo foi preso em casa, em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, e pode responder por crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas.
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Colar com imagem de Pablo Escobar e armas foram apreendidos pela PF contra MC Ryan SP e MC Poze do Rodo
Divulgação/PF
Quem eram os operadores do esquema?
A investigação descreve uma estrutura com funções bem definidas.
Tiago de Oliveira é apontado como braço-direito de MC Ryan SP, atuando como procurador e gestor financeiro do artista. Segundo a PF, ele centralizava recursos, redistribuía dinheiro a operadores e participava de negociações imobiliárias em favor do cantor.
Alexandre Paula de Sousa Santos, conhecido como Belga ou Xandex, teria feito a ponte entre plataformas de apostas e empresas ligadas a Ryan, recebendo dinheiro de processadoras de pagamento e repassando os valores para o núcleo do grupo. A PF afirma que ele realizava centenas de transferências fracionadas, prática conhecida como “smurfing”.
Outros investigados, como Arlindma Gomes dos Santos, Lucas Felipe Silva Martins e Sydney Wendemacher Junior, aparecem como operadores logísticos, “testas de ferro” e titulares formais de bens ligados ao cantor.
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Como funcionava o esquema?
Segundo a PF, o dinheiro tinha origem em bets ilegais, rifas clandestinas, estelionato digital e tráfico internacional de drogas.
Os recursos eram pulverizados em várias contas bancárias para dificultar o rastreamento. Depois, passavam por operadores financeiros, empresas de fachada, intermediadoras de pagamento e criptomoedas.
A investigação aponta que o grupo usava técnicas típicas de lavagem de dinheiro, como fracionamento de depósitos, contas de passagem, empresas de fachada, laranjas, holdings, triangulação de receitas, criptoativos e evasão de divisas.
Segundo a Justiça, a organização operava com características de uma instituição financeira clandestina, usando mecanismos próprios de compensação, controle e registro.
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À esquerda, MC Ryan SP, apontado como líder da organização criminosa; à dir., Raphael Sousa Oliveira, dono da ‘Choquei’
Reprodução/ Redes sociais
Qual era o papel dos influenciadores?
A PF afirma que influenciadores e páginas de grande alcance eram usados para divulgar apostas, rifas e melhorar a imagem pública do grupo.
O influenciador Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, é apontado na decisão como operador de mídia da organização. Segundo a PF, ele recebia valores diretamente de Ryan, Tiago de Oliveira e José Ricardo dos Santos Junior para divulgar conteúdos favoráveis ao cantor, promover plataformas de apostas e rifas e atuar na mitigação de crises de imagem.
Já a influenciadora Chrys Dias e outros nomes ligados a marketing digital aparecem na investigação como financiadores, divulgadores ou intermediários de valores oriundos de rifas digitais.
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O que foi apreendido?
Durante a operação, a PF apreendeu carros de luxo, relógios, joias, armas, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos.
Um dos itens que mais chamou atenção foi um colar com a imagem de Pablo Escobar dentro do mapa do estado de São Paulo, encontrado na casa de MC Ryan SP.
A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores até R$ 1,63 bilhão, além do bloqueio de criptomoedas em corretoras como Foxbit, Mercado Bitcoin, Binance e Coinbase.
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O que dizem as defesas?
A defesa de MC Ryan SP afirmou que ainda não teve acesso aos autos, que correm sob sigilo, mas declarou que todas as transações financeiras do cantor são lícitas e possuem origem comprovada.
Já a defesa de MC Poze do Rodo disse desconhecer o teor do mandado de prisão e afirmou que vai se manifestar na Justiça assim que tiver acesso ao processo.
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Familiares de MC Ryan vão à porta de presídio pedir liberdade para funkeiro após habeas corpus

Fonte: G1 Entretenimento

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Intermediário que vendeu drogas a Matthew Perry é condenado à prisão


‘Rainha da Cetamina’ forneceu 51 frascos da droga a Matthew Perry; entenda
Um intermediário que ajudou a fornecer as drogas que levaram à morte do ator de “Friends” Matthew Perry foi preso na Califórnia nesta quarta-feira (13).
Erik Fleming se tornou a quarta pessoa a ser sentenciada em relação à morte da estrela canadense. Perry foi encontrado morto na banheira de hidromassagem de sua casa em Los Angeles em outubro de 2023.
Fleming, de 56 anos, foi condenado a cumprir dois anos em uma prisão federal, seguidos de mais três anos de liberdade supervisionada, após se declarar culpado de conspirar para distribuir cetamina e de distribuí-la resultando em morte.
“Havia provas contundentes de que o senhor Fleming forneceu as drogas que causaram a morte do senhor Perry”, declarou ao tribunal em Los Angeles o promotor federal adjunto Ian Yaniello.
No mês passado, Jasveen Sangha, uma mulher britânica-americana apelidada de “Rainha da Cetamina”, foi condenada a 15 anos de prisão pela morte do ator.
Sangha trabalhou com Fleming para vender 51 frascos de cetamina a Kenneth Iwamasa, assistente pessoal de Perry.
Matthew Perry morreu em 2023
Fantástico
Iwamasa administrou a substância ao ator em várias ocasiões, incluindo em 28 de outubro de 2023, quando injetou pelo menos três doses da cetamina fornecida por Sangha, o que provocou sua morte.
O assistente deve receber sua sentença ainda este mês. Dois médicos também já foram condenados.
Perry, de 54 anos, lutou abertamente durante décadas contra seus vícios.
O ator vinha tomando cetamina como parte de uma terapia supervisionada para depressão. Mas os promotores afirmam que, no fim de 2023, ele havia se tornado dependente dessa substância.
Matthew Perry, de 54 anos, foi encontrado morto na sua casa em Los Angeles em 2023, depois de anos de luta contra a depressão e a dependência.
Reprodução/BBC

Fonte: G1 Entretenimento

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Hamilton de Holanda ecoa influências de piseiro, fado, Djavan e Black Rio no álbum ‘Nova’, feito com o trio do músico


Hamilton de Holanda lança em 20 de maio o álbum ‘Nova’, gravado em trio pelo bandolinista com os músicos Salomão Soares e Thiago Big Rabello
Nando Chagas / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Um ano após “Live in NYC” (2025), álbum premiado com o Grammy Latino na categoria Melhor álbum de jazz latino / jazz, Hamilton de Holanda Trio apresenta outro álbum em 20 de maio, “Nova”.
Com 14 músicas gravadas em diferentes partes do mundo por Hamilton de Holanda (bandolim de dez cordas), Salomão Soares (teclados e Moog) e Thiago Big Rabello (bateria), o álbum “Nova” nasce com a intenção de oferecer um som sensorial. “Não precisa entender de música para gostar. Vai direto na emoção e, a cada escuta, revela algo novo. É um disco para sentir, descobrir aos poucos e guardar”, conceitua Hamilton de Holanda.
Aberto com a música “Nova alvorada”, o álbum reúne convidados de diversas latitudes em time que inclui a instrumentista britânica Anoushka Shankar (tocadora de sitar, filha de Ravi Shankar), o saxofonista Eduardo Neves, o trompetista e pianista franco-libanês Ibrahim Maalouf, o baixista cearense Michael Pipoquinha e os percussionistas Paulinho da Costa, Pedrito Martinez (músico cubano), Pretinho da Serrinha e Zélia do Prato (sambadeira do Recôncavo Baiano, homenageada na música “Forrozin de Mestra Zélia”), entre outros nomes.
Produzido por Hamilton de Holanda com Marcos Portinari, o álbum “Nova” ecoa influências e referências da música portuguesa (em “Choro fado”), do piseiro e do brega (em “Por essa eu não esperava”), da banda Black Rio (em “Som de baile”), do semba angolano – mote de “Luanda (Unidos)”, faixa gravada pelo Hamilton de Holanda Trio com o cantor africano Paulo Flores, nascido em Angola e criado em Portugal – e do groove de Djavan em “Sina” (1982), inspiração para a criação da música “Nasci”.
Outras músicas do álbum “Nova” são “Até amanhã”, “Sol da noite”, “Mono no Aware” (primeira parceria de Hamilton de Holanda com Salomão Soares), “Frio lá fora”, “Carrossel”, “Pras crianças” e “Presente para sempre”.
O álbum “Nova” chega ao mercado fonográfico em edição da gravadora Sony Music.
Capa do álbum ‘Nova’, de Hamilton de Holanda Trio
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rafa Kalimann esclarece declarações sobre Nattan e parto: ‘Não fui abandonada’


Rafa Kalimann esclarece declarações sobre Nattan e parto: ‘Não fui abandonada’
Reprodução/Instagram
Rafa Kalimann usou as redes sociais para falar sobre a repercussão do primeiro episódio do documentário “Tempo Para Amar”. Nele, a atriz e influencer fala sobre problemas de saúde mental e sentimento de solidão durante a gestação de Zuza, primeira filha de Rafa com o cantor Nattan.
Ao longo de quatro episódios, o documentário vai mostrar a vida de Rafa com seu companheiro, o cantor Nattan, a gravidez e o nascimento da filha Zuza.
Dentre as principais revelações do primeiro episódio, que estreou no sábado (9), está a insatisfação com o pai da criança, o cantor Nattan.
“Ninguém me abandonou. Nattan não me abandonou. Essa palavra não existiu no documentário. Quem assistiu ao episódio inteiro sabe muito bem disso.”
“O que eu relatei ali foram conflitos reais, muito profundos, conflitos muito íntimos, muito pessoais, com emoções difíceis de entender, como é o caso da solidão, que eu menciono bastante”, afirma Rafa.
O que Rafa Kalimann disse no episódio?
No documentário, o casal expôs uma dificuldade na relação. Ela diz que sentiu o companheiro distante, cumprindo a agenda de shows, e eles procuraram uma profissional para ajudá-los. “Ele começou a fugir de tudo que pudesse trazê-lo para cá (….). E eu só precisava dele”.
Nattan também diz que teve dificuldade em se fazer presente devido à agenda de shows. “Eu andava disperso, fui lançar um DVD, não conseguia vir pra casa”, explica. O cantor também disse que não entendia as necessidades de Rafa.
“Às vezes eu estava em casa, mas ela estava cozinhando e eu estava deitado no sofá. Ela falava: eu quero que você esteja mais perto de mim, eu ainda me sinto sozinha. E eu pensava: meu Deus, como é que ela está se sentindo sozinha se eu estou aqui com ela?”, contou o pai de Zuza.
Ele também conta que encontrou amigos ao fazer um show em Porto Alegre e aproveitou para ir a Gramado com eles.
“Quando eu sei que eu não sou uma escolha pra você, nossa família não é uma escolha, é onde me machuca (…). Eu não quero mais falar o óbvio. Tô no nono mês de gestação e, ao invés de você vir ficar comigo, você foi curtir”, diz Rafa.
“Não queria comercial de margarina”
Ao falar sobre a repercussão do documentário, Rafa declarou nas redes que a “ideia de fazer o documentário era passar essa honestidade mesmo”.
“Eu não queria um documentário comercial de margarina, que eu mostrasse uma coisa utópica, que não existe, que não tem como ser. Eu quis mostrar a realidade como ela é, com conflitos, com fragilidades, com amor, com aprendizados, com imperfeições. E existem dificuldades reais que os casais passam durante a gestação, principalmente na gestação de primeira viagem.”
Rafa Kalimann no documentário ‘Tempo Para Amar’
Reprodução/Globoplay
Veja as principais revelações do documentário de Rafa Kalimann
Outro ponto que Rafa esclareceu nas redes foi o de que teria induzido o parto de Zuza para que Nattan pudesse estar presente e, não, em agenda de shows.
“A Zuza nasceu com 41 semanas e um dia. A gente optou pela indução de parto porque estava chegando a 41 semanas e começa a ser preocupante e arriscado para o bebê. Então, a decisão da indução parte daí, por proteção a Zuza. Mas enfim, assistam o episódio todo e eu vou trazer um outro tema aqui que eu acho que é importante a gente conversar.”
Vídeos em alta no g1
Qual foi a repercussão?
Nattan foi criticado nas redes sociais após a divulgação das falas de Rafa. Ele respondeu às críticas em suas redes com um pedido para que o público veja o documentário inteiro antes de atacá-lo. “Assistam a tudo”, escreveu o cantor nos comentários de um perfil de fofocas.
A mãe de Rafa Kalimann, Genilda Fernandes, se manifestou nas redes sociais sobre o desabafo da filha no documentário. Ela reclamou de como falas feitas na internet, como as de Rafa, acabam “virando combustível para sensacionalismo e julgamentos rasos”.
“Falar mal da vida do próximo não muda a própria realidade de ninguém. Quem vive apontando erros alheios esquece de cuidar da própria caminhada. No fim, caráter, paz e respeito valem muito mais que fofoca e julgamento”, disse a mãe da atriz.
A ex-BBB também tem recebido críticas de internautas, que a acusam de se vitimizar e questionam o fato de ela ter gravado um documentário após afirmar que se afastou das redes sociais para cuidar da saúde mental.
“Eu estava aqui em casa, quieta, e eu tenho que abrir a internet e ler mensagens e insultos muito graves? De ontem para hoje eu li que não merecia estar grávida (…). Eu só espero que minha filha não pense que sou o que criaram de mim na mídia”.
Rafa Kalimann e Nattan no documentário ‘Tempo para Amar’
Reprodução/Globoplay
Em seu depoimento nas redes, Rafa afirmou que ela e Nattan estão passando por uma transformação muito grande.
“A gente lida com emoções que a gente não conhecia enquanto a gente tenta lidar com toda essa responsabilidade pela primeira vez na vida.
“E cada um da sua maneira. O Nathan não teve referência paterna, eu tenho os meus conflitos internos. Nós estamos longe de ser um casal perfeito. Nós somos como qualquer outro casal. Vocês também não são perfeitos, como qualquer outra mãe, como qualquer outro pai. Ninguém nasce sabendo. A gente se constrói no dia-a-dia e tá aí o grande desafio.”
Rafa Kalimann curte ensaio da Timbalada
Divulgação/Timbalada

Fonte: G1 Entretenimento

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Donald Gibb, de ‘O Grande Dragão Branco’, morre aos 71 anos


Morre o ator Donald Gibb, famoso pelo papel de Ray Jackson em ‘O Grande Dragão Branco’.
Divulgação
O ator Donald Gibb morreu aos 71 anos. Ele ficou conhecido por interpretar Frederick “Ogre” Palowaski, de “A Vingança dos Nerds”, além de atuar em “O Grande Dragão Branco”.
O filho de Gibb, Travis, confirmou a morte ao TMZ e disse que o ator morreu em casa, no Texas, cercado pela família, após complicações de saúde.
Nascido em Nova York em 4 de agosto de 1954, Gibb foi criado na Califórnia. Ele frequentou a Universidade do Novo México com uma bolsa de estudos para o basquete antes de se transferir para a Universidade de San Diego, onde jogou futebol americano. Seu talento atlético o levou brevemente à NFL, onde jogou pelo San Diego Chargers, até que um acidente de carro mudou seu rumo para Hollywood.
Em “O Grande Dragão Branco”, de 1988, Gibb interpreta o lutador americano exuberante Ray “Tiny” Jackson. No filme, o personagem funciona como um contraponto levemente cômico ao tenso e introspectivo Frank Dux, de Jean-Claude Van Damme, enquanto ambos participam do Kumite, um torneio clandestino de artes marciais realizado na lendária Cidade Murada de Kowloon, em Hong Kong.
O filme foi um grande sucesso e se tornou um clássico do gênero de artes marciais. Gibb foi o único ator de ‘O Grande Dragão Branco” a reprisar seu personagem na sequência de 1996.

Fonte: G1 Entretenimento