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É #FAKE que Shakira visitou Minas Gerais após show em Copacabana; cena foi gerada por IA


Shakira não foi a Minas Gerais após show
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Circula nas redes sociais uma foto supostamente mostrando um passeio da cantora Shakira em Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais, depois do show de sábado (2) em Copacabana, no Rio. É #FAKE.
Selo Fake (Horizontal)
g1
🔴Como é o post?
Publicado em 3 de maio no X, onde já acumulou 87,5 mil visualizações, o post exibe uma foto da cantora Shakira em frente à igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, em Ouro Preto, Minas Gerais.
Veja a legenda: “A cantora Shakira está descansando em terras mineiras depois do show no RJ. Lavras Novas”.
Mas não é verdade. Ferramentas de detecção de nteligência artificial apontaram que o recurso foi usado para criar a foto de Shakira em Minas Gerais. Além disso, a organização do Todo Mundo no Rio informou que a cantora colombiana deixou o Brasil logo depois do show (leia mais abaixo).
No sábado (2), Shakira se apresentou na Praia de Copacana, para a terceira edição do evento “Todo Mundo no Rio”. Segundo a prefeitura, 2 milhões de pessoas compareceram ao show.
⚠️ Por que é #FAKE?
Por WhatsApp, a organização do evento Todo Mundo no Rio desmentiu que a cantora esteja passeando por Minas Gerais. Veja a resposta: “É fake. Shakira saiu do Brasil no início da manhã do domingo (3), após o show”.
O Fato ou Fake submeteu a imagem falsa ao Hive Moderation, que detecta a presença. Resultado: 99,9% de probabilidade do conteúdo ter sido gerado por IA (do agente “gptimage”) (veja imagem do diagnóstico abaixo).
Diagnóstico do Hive Moderation
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Dois elementos visuais na imagem falsa, que não correspondem à realidade, podem ser destacados:
Na imagem falsa, uma rua de paralelepípedo dá acesso diretamente à escadaria e porta da Igreja de Lavras Novas, com uma cruz de pedra aparecendo muito próxima à frente do templo. Na realidade, porém, o acesso à igreja é feito por um caminho estreito, cercado por grama em ambos os lados e protegido por uma mureta. A cruz existe, mas está mais afastada.
Shakira está com quatro dedos na mão direita na foto falsa. A cantora tem cinco dedos em ambas as mãos.
Shakira não foi a Minas Gerais após show
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Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Beyoncé é tão ausente dos holofotes e o que a aparição no Met Gala significa?


A cantora Beyoncé no Met Gala 2026
AFP
Beyoncé foi uma das anfitriãs do Met Gala 2026 nesta segunda (4) e, mais do que o look, a sua mera aparição já foi o principal acontecimento da noite.
Isso porque a cantora adotou uma postura de crescente discrição na última década, limitando suas aparições e entrevistas a momentos estratégicos.
Pode parecer uma postura “óbvia” para uma celebridade deste porte, mas não é. Beyoncé segue o modelo de nomes como Prince e Sade, mas conseguir se manter privada e no topo da indústria na era das redes sociais é dificílimo. Não à toa, hoje, ela é a mais notória artista pop a prezar por esse nível de privacidade.
Por exemplo, Taylor Swift costuma marcar presença em vários eventos de música; Madonna alterna entre privacidade e publicidade, mas quando precisa promover um trabalho, faz aparições do Coachella ao Met Gala. Já Beyoncé, mesmo em época de divulgação de seus álbuns, ainda tem aparições escassas.
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Por que a cantora adotou essa estratégia e por que resolveu aparecer no Met Gala em 2026? Entenda:
Como (e por que) Beyoncé ficou tão privada
Destiny’s Child
Divulgação
Beyoncé ficou famosa ainda muito jovem. Ela é conhecida desde os anos 90 graças ao Destiny’s Child, um dos mais influentes grupos femininos da música pop.
Esse sucesso seguiu (e cresceu) à medida que ela se lançou como cantora solo, a partir do disco “Dangerously In Love” (2003). Desde o início de sua carreira até meados de 2011, Beyoncé era empresariada pelo seu próprio pai, Matthew Knowles.
Dá para relacionar bem os dois fatores: depois que Beyoncé rompeu com o pai, ela passou a ter controle total sobre sua própria imagem e condução de carreira. Foi a partir daí que Beyoncé começou a se afastar significativamente dos holofotes, apostando em projetos mais “experimentais” e até surpresas.
Essa ausência também coincide com o nascimento da primeira filha dela, Blue Ivy, em 2012. A partir do momento em que virou mãe, a artista passou a proteger cada vez mais a sua própria vida pessoal.
Beyoncé participa de campanha de Kamala Harris, no Texas, em 25 de outubro de 2024
REUTERS/Kevin Lamarque
Vale dizer que Beyoncé é da geração de Britney Spears, artista que notoriamente sofreu com o escrutínio da mídia.
“É muito fácil se perder rapidamente nessa indústria. Ela suga sua energia e brilho, e depois te cospe fora. Já vi isso inúmeras vezes, não só com celebridades, mas também com produtores, diretores, executivos, etc”, disse a cantora em entrevista à revista “Harper’s Bazaar” em 2021.
“Ao longo da minha carreira, tenho me esforçado para estabelecer limites entre minha persona no palco e minha vida pessoal (…). Queria que o foco fosse na minha música, porque se minha arte não for forte ou significativa o suficiente para manter as pessoas interessadas e inspiradas, então estou no ramo errado. Minha música, meus filmes, minha arte, minha mensagem — isso deveria ser o suficiente.”
Estratégia de marketing e controle de imagem
Além de ser uma forma de proteger a própria vida pessoal, Beyoncé adotou a escassez como uma estratégia de marketing. Nos últimos anos, ela não só reduziu as aparições públicas, como até seus álbuns desde 2022 vieram sem videoclipes. Na verdade, com Beyoncé, todo lançamento é uma espécie de charada.
Como ela aparece e fala pouco, tudo que ela faz vira notícia. Vimos isso com a confirmação da cantora no Met Gala, o que aconteceu pela primeira vez em dez anos. Na hora em que Beyoncé chegou ao tapete, não houve outra notícia no mundinho do entretenimento.
Só uma artista do tamanho dela conseguiria fazer isso sem perder público ao longo do caminho: Beyoncé trabalhou incansavelmente por décadas, com várias entrevistas e aparições no início de sua carreira. Hoje, o status dela a garante atenção sempre, independentemente de quanto tempo ficou sumida.
Beyoncé no tapete do Met Gala 2026
Evan Agostini/Invision/AP
Vale dizer que a privacidade também é uma forma de se blindar de críticas: mesmo quando é capa de uma revista, por exemplo, ela costuma responder entrevistas por e-mail (ou seja, nem dá para saber se é ela).
Ao limitar as entrevistas e reduzir o contato com a imprensa, Beyoncé não responde a perguntas que podem ser incômodas. Nos últimos anos, escapou de escândalos envolvendo sua família e imagem.
Em uma era de muita polarização — e em que o público espera posicionamentos de grandes artistas —, ela foge de assuntos espinhosos. Em compensação, fica distante de seu público também.
Entenda motivos para divas pop controlarem discursos e evitarem imprensa – e suas consequências
Aparição pode significar ‘nova era’?
Em suma, tudo com Beyoncé é um mistério. Mas ao que tudo indica, a cantora está prestes a lançar um novo álbum. Em 2022, ela anunciou que vinha aí um projeto de três atos: já temos os discos “Renaissance” e o “Cowboy Carter”, lançados em 2022 e 2024, respectivamente. A lógica é que o próximo venha neste ano, em 2026.
Já que tudo é calculado, esse novo momento seria um sinal de que o novo álbum vem por aí. Afinal, Beyoncé não aparecia no Met Gala há 10 anos… por que agora, se não para gerar burburinho em torno de um futuro lançamento?
Nessa linha, a “Vogue” americana publicou que a aparição dela no Met Gala encerrou oficialmente a era “Cowboy Carter”. Além disso, há especulações de que o próximo disco será de rock, o que combina com o visual de esqueleto que Beyoncé usou nesta segunda (4).
Mas claro, em se tratando dela, só será oficial quando rolar algum post no Instagram. A gente fica no aguardo.
Beyoncé recebe Grammy e se torna maior vencedora da história do prêmio
KEVIN WINTER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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Guto Graça Mello produziu primeiro disco da Xuxa e foi chefe de Cazuza e Lulu Santos em gravadora


Guto Graça Mello produziu disco ‘Xou da Xuxa’ (1986), que vendeu mais de 3 milhões de cópias.
Divulgação
O produtor musical e compositor Guto Graça Mello morreu nesta terça-feira (5), no Rio de Janeiro, aos 78 anos.
A causa da morte, segundo familiares, foi uma parada cardiorrespiratória.
Nome central na construção da identidade sonora da TV Globo e da gravadora Som Livre, Guto foi o responsável por sucessos que marcaram gerações, desde a abertura do “Fantástico” até a consolidação de fenômenos populares como o “Xou da Xuxa”.
O fenômeno ‘Xou da Xuxa’
Vídeos em alta no g1
Um de seus maiores marcos comerciais ocorreu em 1986, quando recebeu a missão de produzir o álbum de estreia de Xuxa na Som Livre.
Na época, o produtor chegou a relatar ao então presidente da gravadora, João Araújo, que a apresentadora “não era cantora”.
A resposta de Araújo foi direta: “Se vira”. “Fui apresentado a ela e pedi para cantar. Percebi que ela não conseguia dar uma única nota. Contei para o João e ele disse: ‘Inventa um disco'”, relembrou Guto em entrevistas.
Disco ‘Xou da Xuxa’ foi lançado em 1986
Divulgação
Apesar da resistência inicial de alguns compositores, Guto mobilizou nomes renomados para o projeto.
O disco trouxe parcerias de Rita Lee e Roberto de Carvalho (em “Peter Pan”), Frejat e Guto Goffi (“Garoto Problema”) e versões de Ronaldo Bastos para clássicos de Stevie Wonder (“Miragem Viagem”).
Para completar o repertório, o produtor também recorreu a improvisos que se tornaram clássicos: o hit “Quem Qué Pão”, por exemplo, foi criado por uma assessora de imprensa da gravadora como uma brincadeira para os filhos.
O álbum, que imortalizou hinos como “Doce Mel (Bom Estar com Você)”, acabou vendendo mais de 2,6 milhões de cópias.
Bastidores da Globo e descoberta de talentos
Guto Graça Mello assumiu a direção musical da Globo no início dos anos 1980, após uma temporada de estudos na Universidade de Berkeley, na Califórnia, incentivada por Boni.
Guto Graça Mello
Renato Velasco
Na emissora, ele coordenou trilhas de novelas históricas como “Gabriela”, “Pai Herói” e “Pecado Capital” — esta última teve o tema de abertura composto por Paulinho da Viola em apenas um dia, a pedido do produtor.
Na Som Livre, Guto também atuou como um caça-talentos silencioso. Entre seus assistentes na gravadora estavam jovens que viriam a ser pilares do rock brasileiro: Cazuza, que trabalhava na assessoria de imprensa, e Lulu Santos, responsável por ouvir fitas cassete de novos artistas.
Legado no cinema e na música
Com quase 400 álbuns produzidos ao longo da carreira, Guto não se limitou à televisão. No cinema, assinou a trilha de mais de 30 longas-metragens, incluindo “Cazuza – O Tempo Não Para”, “Se Eu Fosse Você” e “Nosso Lar”.
Nos anos 1990, trabalhou com grandes nomes da MPB, como Maria Bethânia e Roberto Carlos.
Guto Graça Mello deixa um legado de inovação na produção fonográfica brasileira, tendo sido um dos primeiros a entender a música não apenas como arte, mas como parte fundamental da narrativa audiovisual e do mercado de massa no Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Guto Graça criou a trilha sonora do Fantástico e outras músicas que marcaram a TV Globo; relembre


VÍDEO: Veja versão especial da música tema do Show da Vida na voz de Anitta
Guto Graça Mello foi um dos grandes nomes da música na televisão brasileira, responsável por transformar trilhas sonoras de novelas em verdadeiros fenômenos de público e mercado — entre elas, a icônica trilha do programa Fantástico, na TV Globo.
O produtor e diretor musical morreu nesta terça-feira (5), no Rio de Janeiro, aos 78 anos.
Ele estava internado no Hospital Barra D’or, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, há mais de um mês. A causa da morte, segundo familiares, foi uma parada cardiorrespiratória. Ele deixa viúva a atriz Silvia Massari, duas filhas e dois enteados.
A composição original de “Fantástico” é de 1973, e também teve Boni como letrista. Em 2023, nos 50 anos da canção, a cantora Anitta foi convidada para gravar uma versão especial da música tema (veja no vídeo acima).
Memória Globo: veja entrevista de Guto Graça Mello
Em 2020, Graça Mellor relembrou bastidores das trihas de novelas
Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, Graça Mello produziu mais de 500 discos, entre eles muitos sucessos da MPB, como discos de Rita Lee, Roberto Carlos, Maria Bethânia e o primeiro disco da Xuxa.
Além disso, Guto Graça é autor de diversos sucessos que embalaram as produções da Globo. Na década de 1970, escreveu as trilhas de novelas como ‘Gabriela’, ‘Saramandaia’, ‘Sinal de Alerta’, ‘Pai Herói’ e dos seriados ‘Ciranda Cirandinha’ e ‘Malu Mulher’. Para “Gabriela”, encomendou a abertura a Dorival Caymmi e apostou em “Alegre Menina”, musicada por Djavan a partir de um poema de Jorge Amado.
Um dos momentos mais marcantes da carreira foi a produção da trilha sonora de Pecado Capital (1975). Inicialmente feita por Nelson Motta, a trilha foi rejeitada por não combinar com o contexto da novela, ambientada no subúrbio carioca. Chamado às pressas pela Globo poucos dias antes da estreia, Graça Mello assumiu o trabalho e precisou criar toda a trilha em apenas três dias.
Guto Graça Mello deixou a Globo e a Som Livre em 1989, mas seguiu atuando na música, produzindo discos, trilhas e jingles. Nos últimos anos, dizia acompanhar novelas como espectador atento — especialmente às trilhas, área que ajudou a revolucionar.
Guto Graça Mello
Renato Velasco/Memória Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Guto Graça Mello, diretor musical e produtor, morre no Rio aos 78 anos


Guto Graça Mello produziu trilhas de novelas e trabalhou na parte de produção musical da Globo de 1972 a 1989
Renato Velasco_Memória Globo
O produtor e diretor musical Augusto César Graça Mello, mais conhecido como Guto Graça Mello, morreu nesta terça-feira (5), no Rio de Janeiro, aos 78 anos.
O carioca, nascido em 29 de abril de 1948, estava internado no Hospital Barra D’or, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, há mais de um mês. A causa da morte, segundo familiares, foi uma parada cardiorrespiratória. Ele deixa viúva a atriz Silvia Massari, duas filhas e dois enteados.
Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, Graça Mello produziu mais de 500 discos, entre eles muitos sucessos da MPB, como discos de Rita Lee, Roberto Carlos, Maria Bethânia e o primeiro disco da Xuxa.
Também se tornou um dos principais nomes da música na televisão brasileira, responsável por transformar trilhas sonoras de novelas em fenômenos de público e mercado.
Memória Globo: veja entrevista de Guto Graça Mello
Em 2020, Graça Mellor relembrou bastidores das trihas de novelas
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Nascido em uma família de artistas — filho dos atores Stella Graça Mello e Octávio Graça Mello —, Guto cresceu em meio ao ambiente cultural.
Chegou a iniciar o curso de arquitetura na UFRJ, mas abandonou a graduação para se dedicar à música. Estudou violão, passou pela escola ProArte e, ainda nos anos 1960, começou a compor.
Em parceria com Mariozinho Rocha, escreveu canções gravadas por nomes como Elis Regina e Nara Leão.
Antes de se firmar na TV, viveu no exterior e integrou o grupo Vox Populi, chegando a se apresentar no México.
De volta ao Brasil, iniciou a trajetória na Globo em 1972, como produtor musical do programa “Viva Marília”, comandado por Marília Pêra.
No ano seguinte, assinou sua primeira trilha de novela, “Cavalo de Aço”, ao lado de Nelson Motta — trabalho que ele próprio classificaria mais tarde como um começo difícil.
Guto Graça Mello e Daniel Filho nos bastidores de ‘Mulher 80’; eles trabalharam juntos em muitas novelas e programas
Acervo Grupo Globo
A partir daí, construiu uma carreira decisiva para a identidade sonora das novelas. Foi responsável por trilhas de sucessos como “Gabriela”, “Pecado Capital”, “Saramandaia” e “Estúpido Cupido”, sempre buscando alinhar a música ao universo dramático das histórias.
Para “Gabriela”, encomendou a abertura a Dorival Caymmi e apostou em “Alegre Menina”, musicada por Djavan a partir de um poema de Jorge Amado.
Gabriela – 1ª versão (1975): Abertura
Trilha de última hora em ‘Pecado Capital’
Um dos episódios mais marcantes da carreira foi a produção da trilha de “Pecado Capital”, em 1975.
Chamado às pressas dias antes da estreia, Guto montou praticamente todo o repertório em três dias e encomendou a música de abertura a Paulinho da Viola, que compôs “Dinheiro na mão é vendaval” em poucas horas.
Pecado Capital – 1ª versão (1975): Abertura
Paralelamente ao trabalho na TV, teve papel central na Som Livre, onde chegou a gerente geral. Ali, ajudou a estruturar o mercado de trilhas sonoras e a lançar artistas, usando a força das novelas para impulsionar carreiras. Entre os nomes que passaram pela gravadora estão Cazuza e Lulu Santos, então no início da trajetória.
Ao longo da carreira, produziu mais de 500 discos — incluindo trabalhos de Rita Lee, Roberto Carlos e Maria Bethânia — e esteve à frente do primeiro álbum de Xuxa Meneghel, que vendeu milhões de cópias. Também assinou trilhas de mais de 30 filmes e compôs o tema de abertura do “Fantástico”.
Perfeccionista, ele costumava dizer que seu maior desafio era manter a qualidade artística mesmo diante das demandas comerciais. Ao mesmo tempo, reconhecia o papel estratégico das novelas na difusão da música brasileira. “O meu barato era fazer o casting e usar a estrutura da Globo para explodir artistas”, afirmou em entrevista.
Guto Graça Mello deixou a Globo e a Som Livre em 1989, mas seguiu atuando na música, produzindo discos, trilhas e jingles. Nos últimos anos, dizia acompanhar novelas como espectador atento — especialmente às trilhas, área que ajudou a revolucionar.
“Eu tenho dado muita sorte na vida”, resumiu certa vez. A trajetória mostra que, além de sorte, ele teve papel fundamental na construção da relação entre dramaturgia e música no Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Monique Moura, esposa de João Bosco, dupla de Vinícius, estava em prédio próximo ao atingido por avião em MG


Monique Moura, ao lado de João Bosco, Audrei Franco e Vinícius. Nas redes, ela mostra acidente de avião.
Reprodução/Instagram
Monique Moura, esposa do cantor sertanejo João Bosco, dupla de Vinícius, revelou que estava em um prédio próximo ao que foi atingido por um avião, no bairro Silveira, na Região Nordeste de Belo Horizonte, nesta segunda-feira (4).
O voo do monomotor durou apenas 3 minutos e percorreu uma distância de cerca de 3,7 km até perder altitude e atingir o edifício. Três pessoas morreram e duas ficaram feridas.
“Eu tô em choque até agora, arrepiando o tempo todo e em oração para que todo mundo esteja com vida. O Samu já chegou. Antes do primeiro vídeo, estava cheio de gente e agora já evacuou todo perímetro”, disse Monique em uma vídeo em suas redes sociais.
“Deu pra perceber que aqui é uma região de muito prédio e que ele tentou cair em uma área de estacionamento, e ainda atingiu o prédio. Mas eu acho que essa área é de elevador, escada, não é ainda apartamento”, seguiu ela, que ainda fez um breve texto no post, antes de saber das mortes no acidente.
“Até difícil falar de livramento enquanto não sabemos mesmo o que aconteceu com as vidas envolvidas. Mas Deus que cuidou, viu?”.
Entenda o caso
Subiu para três o número de mortos no acidente com monomotor em Belo Horizonte
O voo do monomotor que bateu em um prédio do bairro Silveira, na Região Nordeste de Belo Horizonte, nesta segunda-feira (4), durou apenas 3 minutos e percorreu uma distância de cerca de 3,7 km até perder altitude e atingir o edifício. Três pessoas morreram e duas estavam estáveis, no hospital, horas após o acidente.
Imagens registradas pelo Globocop (veja acima) mostraram o momento em que a aeronave perdeu altitude e colidiu contra o edifício. Após a decolagem do Aeroporto da Pampulha, o piloto chegou a declarar emergência à torre de controle.
A aeronave transportava cinco pessoas — quatro empresários do ramo de tecnologia e o piloto —, e seguiria para São Paulo.
Quem são as vítimas do acidente
Fotos mostram empresário Fernando Moreira Souto, piloto Wellington Oliveira Pereira e empresário Leonardo Berganholi, vítimas de acidente aéreo em BH
Reprodução/TV Globo
O piloto Wellington Oliveira, de 34 anos, e o empresário Fernando Souto Moreira, de 36 anos, morreram no local. O também empresário Leonardo Berganholi, de 50 anos, foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas após a internação.
O filho de Leonardo, Arthur Berganholi, de 25 anos, e Hemerson Cleiton Almeida, de 53 anos, passaram por cirurgia e permanecem estáveis.
O avião havia saído de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, com seis pessoas a bordo. Ao pousar no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, duas pessoas desembarcaram e uma outra, Hemerson, embarcou.
Em seguida, a aeronave voltou a decolar com cinco pessoas, com destino a São Paulo. O grupo era sócio da empresa Uaitag, que atua no setor de tecnologia e cartões.

Fonte: G1 Entretenimento

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Seis dedos, compromisso com a piada e máscara… O que significa o look de Katy Perry no Met Gala 2026


A cantora Katy Perry
Reuters
Katy Perry retornou ao Met Gala após quatro anos. Sua última aparição no evento beneficente do Metropolitan Museum of Art foi em 2022.
Mas em 2025, algumas imagens criadas por inteligência artificial “garantiram” que a cantora esteve no evento, com um look preto formado por uma saia longa brilhante e um blazer em alfaiataria risca de giz cheio de recortes.
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Na ocasião, Katy precisou ir até as redes sociais para explicar que não esteve no local. Ela até estava nos Estados Unidos, mas cerca de dois mil quilômetros de distância.
“Não consegui ir ao MET, estou na turnê ‘The Lifetimes’ (nos vemos amanhã em Houston pessoalmente. P.S.: Este ano eu estava com a minha mãe, então ela está a salvo dos robôs, mas estou rezando por todos vocês”, escreveu a cantora.
Mas Katy não esqueceu da história. E resolveu brincar e explorar a situação em seu look todo branco personalizado da Stella McCartney. A produção em cetim italiano contava com uma luva de seis dedos, fazendo referência a um erro comum em imagens geradas por IA.
Ela ainda usou uma máscara prateada produzida Miodrag Guberinic, que segundo o comunicado enviado à imprensa para explicar o traje, foi “projetada para ser um reflexo literal e simbólico que convida o observador a considerar que sua percepção dos outros pode espelhar seu próprio mundo interior e, inversamente, mascarar a verdade”.
Antes de abrir a máscara mostrando seu rosto, Perry ainda levantou uma carta onde estava escrito “Commitment to the Bit” (Compromisso com a piada). E ainda mostrou a carta de tarô do Mago, que simboliza a capacidade de usar talentos e recursos para mudanças.
O look ainda contava com um detalhe: a cauda do vestido tinha alguns pedaços queimados, fazendo possível referência a “Watch It Burn”, uma das músicas registradas pela artista no ano passado e que podem ser lançadas em breve.
A cantora Katy Perry
Reuters
Katy Perry no MET 2026
Angela Weiss / AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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Dolly Parton cancela residência em Las Vegas para cuidados médicos


Dolly Parton durante show em Nashville, nos Estados Unidos, em 2015
Wade Payne/Invision/AP
A estrela americana do country Dolly Parton voltou a cancelar uma série de shows previstos em Las Vegas devido a preocupações com sua saúde.
Parton, de 80 anos, anunciou nesta segunda-feira (4) em seu Instagram que, embora os tratamentos estejam funcionando, ainda não está pronta para subir ao palco.
“A boa notícia é que estou respondendo bem aos remédios e aos tratamentos, e estou melhorando a cada dia”, disse a intérprete de “Jolene” em um vídeo em sua conta.
A má notícia, acrescentou, é que “vai levar um tempinho até que eu esteja pronta para o nível de apresentação em cena, porque alguns dos remédios e dos tratamentos me deixam um pouco atordoada”.
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“E claro que eu não posso ficar tonta carregando banjos, guitarras e tudo o mais de salto alto, e vocês sabem que eu vou usá-los”, acrescentou a lenda do country americano.
“Sem mencionar todos esses figurinos pesados com pedrarias, meu cabelão e minha grande personalidade”, brincou.
Parton disse que seus sistemas imunológico e digestivo “tiveram muito trabalho nos últimos três anos”, mas que os médicos lhe garantiram que todos os seus problemas são tratáveis.
A intérprete de “9 to 5” havia cancelado em setembro de 2025 a residência por problemas de saúde, e uma série de shows foi remarcada para este ano.
O anúncio desencadeou especulações e um comunicado de sua irmã, a ponto de a cantora vir a público em outubro declarar: “Ainda não estou morta”.
Parton, que ficou viúva há um ano, agradeceu aos fãs pelo apoio e disse que continua ativa em alguns projetos, como um museu e um hotel que espera inaugurar no fim deste ano em Nashville, Tennessee.

Fonte: G1 Entretenimento

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Madonna, Kylie Jenner… veja looks do Met Gala que fizeram referência a obras de arte


Madonna chega ao Met Gala nesta segunda (4).
Evan Agostini/Invision/AP
No Met Gala desta segunda (4), o código de vestimenta era “Fashion is Art” (moda é arte). Por isso, muitos convidados usaram roupas que aludiam a grandes obras de arte. Veja abaixo as principais referências:
Veja os looks do Met Gala
Por que Bad Bunny se transformou em um octogenário para o Met Gala 2026?
Madonna: Leonora Carrington
Entusiasta de obras surrealistas latino-americanas, Madonna voltou a fazer referência à pintora Leonora Carrington (a cantora já tinha brincado com obras de Leonora no clipe de “Bedtime Story”).
O look assinado por Saint Laurent fez alusão ao quadro “A Tentação de Santo Antônio”.
Madonna usou Saint Laurent em referência a ‘A Tentação de Santo Antônio’, de Leonora Carrington
Reprodução/AP
Angela Bassett: Laura Wheeler Waring
Angela Bassett usou um look de Prabal Gurung. O vestido era uma alusão ao quadro “Girl in Pink Dress” de Laura Wheeler Waring, renomada artista da chamada “Renascença do Harlem”. A obra faz parte do acervo do Met.
Angela Bassett foi de Prabal Gurung, fazendo alusão ao quadro ‘Girl in Pink Dress’ de Laura Wheeler Waring
Reprodução/AP
Kylie Jenner: Vênus de Milo
Kylie Jenner usou um look Schiaparelli que lembrava a famosa escultura Vênus de Milo. A autoria da obra é atribuída a Alexandre de Antioquia.
Kylie Jenner usa Schiaparelli e faz referência a ‘Vênus de Milo’, de Alexandros de Antioquia
Reprodução /AP
Gracie Abrams: Gustav Klimt
Com um look Chanel, a cantora Gracie Abrams fez alusão às obras de Klimt, principalmente o quadro “Retrato de Adele Bloch-Bauer”.
Gracie Abrams, de Chanel, fez referência a ‘Retrato de Adele Blochbauer’, de Klimt
Reprodução/AP
Hunter Schafer: Gustav Klimt
De Prada, a atriz Hunter Schafer usou um look com referência à obra “Mada Primavesi”, de Gustav Klimt. A obra está exposta no Met.
Hunter Schafer veste Prada e referencia ‘Mada Primavesi’, de Gustav Klimt
Reprodução/AP
Claire Foy: Retrato de Madame X
A atriz Claire Foy usou um vestido Erdem inspirado na pintura “Retrato de Madame X” de John Singer Sargent.
Detalhe para a alça caída no look de Foy: a pintura de Sargent causou um escândalo imenso em sua primeira versão, que mostrava um decote amplo e a alça caída do vestido. Era uma obra considerada “sensual demais”.
Sargent acabou ajustando a pintura para colocar a alça do vestido na “posição correta”, mas não conseguiu reverter o escândalo.
Claire Foy usa Erdem em look inspirado pela obra “Retrato de Madame X”
Reprodução/AP

Fonte: G1 Entretenimento

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Nascida há 80 anos, Beth Carvalho permanece na memória nacional como sólida referência do samba carioca


Beth Carvalho (1946 – 2019) faria 80 anos hoje, terça-feira, 5 de maio
Reprodução / Capa do álbum ‘De pé no chão’ (1978)
♫ ANÁLISE
♬ Nascida em 5 de maio de 1946, Beth Carvalho festejaria hoje 80 anos. Hoje é dia de festa porque, morta em 30 de abril de 2019, há sete anos, a cantora carioca permanece na memória nacional como sólida referência feminina no universo do samba do Rio de Janeiro (RJ).
Desde o começo dos anos 1970, década em que abraçou definitivamente o gênero após início titubeante na era dos festivais em conversão efetivada em 1971, Elizabeth Santos Leal de Carvalho se tornou nome respeitado nas rodas cariocas, nas quadras das escola de samba e em qualquer meio em que o assunto seja o samba.
O respeito somente cresceu com o tempo. Diferentemente de Alcione e de Clara Nunes (1942 – 1983), cantoras contemporâneas de Beth que foram além do samba nas respectivas discografias, Beth Carvalho permaneceu extremamente fiel ao gênero, ao qual deu expressiva contribuição, tendo sido o veículo para a propagação da nova forma de tocar samba, inventada pela geração Fundo de Quintal com as entradas nas rodas de instrumentos como o banjo e o tantã. Essa estética foi revelada pela cantora no álbum “De pé no chão” (1978), título revolucionário da discografia do samba.
Em discografia que se conservou coerente e sem concessões até o último álbum, um registro ao vivo de show editado em 2014, Beth Carvalho soube harmonizar o samba dessa nova geração – formada por bambas como Almir Guineto (1946 – 2017), Arlindo Cruz (1958 – 20025), Jorge Aragão e Zeca Pagodinho, este revelado pela cantora no álbum “Suor no rosto”, de 1983 – com as tradições dos bambas da Velha Guarda.
Ainda que tenha sido apaixonada Mangueirense, Beth foi a cantora que mais deu voz em disco às composições dos veteranos da escola de samba Portela. Também contribuiu para a popularização das obras de Cartola (1908 – 1980) e Nelson Cavaquinho (1911 – 1986).
A partir dos anos 1990, década em que o mercado fonográfico foi regido pela massificação de gêneros como a axé music e o pagode romântico, Beth Carvalho nunca mais teria vendagens tão expressivas e emplacaria tantos sucessos como na fase da RCA, como na fase da RCA, gravadora na qual a cantora fez álbuns antológicos como “No pagode” (1979), “Sentimento brasileiro” (1980), “Na fonte” (1981), “Coração feliz” (1984) e “Beth” (1986).
Contudo, de acordo com a maré, Beth seguiu firme e forte, escorada no prestígio inabalável, cantando as novidades possíveis em discos ao vivo e em projetos temáticos, tendências do mercado a partir dos anos 1990. O legado de Beth Carvalho já está dimensionado em livros e filmes.
Hoje, dia dos 80 anos da Madrinha do samba, o cantor Leo Russo lança o single “Obrigado, Beth Carvalho”, samba inédito, composto pelo artista em 2013, após a cantora participar do primeiro álbum de Russo.
O sentimento de gratidão de Leo Russo parece ser o mesmo de toda a comunidade do samba. Beth Carvalho cantou samba com verdade, com alma e com real admiração pelos frutos daqueles nobres quintais cariocas. Tinha amor genuíno pelo gênero. É por isso que continua sendo uma voz perene do samba. Hoje, quando faria 80 anos, ou daqui a 20 anos, quando o Brasil festejará o centenário da artista, Beth Carvalho é e será referência inabalável quando o assunto é samba.
Beth Carvalho construiu discografia referencial a partir de 1971, ano em que abraçou definitivamente o samba
Reprodução / Capa do álbum ‘Mundo melhor’ (1976)

Fonte: G1 Entretenimento