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Músicas e texto de Chico Buarque movem com precisão a remontagem de ‘Gota d’água’ em cena em São Paulo


A atriz Georgette Fadel interpreta Joana e dirige o espetáculo ‘Gota d’água – No tempo’ em parceria com Cristiano Tomiossi, ator que vive Jasão
Bárbara Campos / Divulgação
♫ CRÍTICA DE MUSICAL DE TEATRO
Título: Gota d’água – No tempo
Dramaturgia: Chico Buarque e Paulo Pontes
Direção: Georgette Fadel
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Em determinado momento da encenação de “Gota d’água – No tempo”, musical em cartaz até 3 de maio no Teatro Anchieta do Sesc Consolação, em São Paulo (SP), ouve-se sutil citação instrumental de “Cálice” (1973), a censurada parceria de Chico Buarque e Gilberto Gil. O comentário musical é sagaz porque, em essência, o texto de “Gota d’água” é sobre a tentativa do sistema de calar uma mulher, Joana, personagem da atriz Georgette Fadel.
Nome respeitado em palcos paulistanos, Fadel é também diretora do espetáculo codirigido e coestrelado por Cristiano Tomiossi na pele de Jasão, o homem que abandona e desespera Joana ao sucumbir ao poder capitalista representado por Creonte (José Eduardo Rennó), o mandatário da fictícia comunidade carioca Vila do Meio-Dia.
Além de sagazes, as citações instrumentais de músicas do cancioneiro de Chico Buarque – como “Atrás da porta” (parceria com Francis Hime de 1972), ilustração sonora do desespero de Joana – são pertinentes porque “Gota d’água – No tempo” se alimenta e se movimenta com as palavras precisas do compositor e dramaturgo carioca.
Chico é o autor do texto original de “Gota d’água”, escrito com o dramaturgo Paulo Pontes (1940 – 1976) com inspiração na tragédia de “Medéia”, peça do dramaturgo grego Eurípedes (480 a.C. – 406 a.C.), atribuída ao ano de 431 a.C.
Com a ação deslocada pelos autores para uma comunidade carioca dos anos 1970 e encenado originalmente em 1975, com a atriz Bibi Ferreira (1922 – 2019) na pele de Joana em montagem antológica erguida sob a direção de Gianni Ratto (1916 – 2005), o texto de “Gota d’água” atravessou bem os últimos 50 anos, sob o prisma capitalista, porque a estrutura opressiva do poder permaneceu imaculada, corroendo a sociedade e calando o povo.
Contudo, sob prisma social e feminino, o texto envelheceu mal porque uma mulher de 44 anos, como Joana, já não é considerada “acabada”, “velha” numa palavra, como no texto de 1975. Daí a sábia decisão de manter a ação situada nos anos 1970.
“Gota d’água – No tempo” é a releitura da releitura encenada em 2006, há 20 anos, pelos mesmos Cristiano Tomiossi e Georgette Fadel, com o título “Gota d’água – Breviário”, espetáculo que simbolizou ponto de virada na trajetória da atriz e diretora paulistana.
A montagem atual é crua, despojada, com uma cadeira erguida ao fundo do palco como representação do corrosivo poder capitalista. Antes mesmo do início da ação, o público é transportado para o ambiente da fictícia Vila do Meio-Dia através de roda de samba armada na beira do palco com os músicos do espetáculo, orquestrado sob a direção musical de Marco França, e boa parte do elenco.
Não há microfones em cena. Georgette Fadel sustenta o canto de músicas como “Basta um dia” e “Bem querer” – compostas por Chico Buarque para a trilha sonora original de “Gota d’água” – na voz amplificada somente pela agonia e pelo desalento da personagem a que a atriz dá vida.
Entre temas da trilha, como “Flor da idade”, ouvido em canto coletivo como numa quadrilha, e citações instrumentais de outras músicas de Chico Buarque, como o lírico tristonho samba-canção “Carolina” (1967), a palavra escrita e a palavra cantada do dramaturgo e compositor vão entranhando o espectador em uma ação arrebatadora, de intensidade crescente na medida em que o cerco se fecha para Joana, com as comadres da personagem simbolizando o coro grego com comentários por vezes ácidos que expõem o ideário do geralmente subserviente povo brasileiro.
Só que Joana não é Maria vai com as outras e desarticula o coro. Em essência, “Gota d’água – No tempo” ecoa o grito desesperado e solitário de uma mulher tragada pelo sistema que se nutre da injustiça social.
Tudo está encadeado na natureza da música e do texto de Chico Buarque, em perfeito movimento que faz do palco uma representação fidedigna da praça do povo onde tudo acaba em samba, mesmo quando Joanas, Josés e Marias são jogados aos leões quando não se calam.

Fonte: G1 Entretenimento

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Novo show com réplica de tubarão e mais artistas na empresa: os planos de MC Ryan SP antes da prisão


Bololo Restaurant, do MC Ryan SP, é alvo de operação da PF
Reprodução YouTube
Antes de ser preso pela Polícia Federal por integrar um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado cerca de R$ 1,6 bilhão, MC Ryan SP planejava mudanças importantes para sua carreira.
O artista buscava comemorar o fato de ser o artista mais ouvido do Brasil no Spotify com um show repaginado.
Isso porque, após ser flagrado agredindo a sua companheira, Ryan teve shows cancelados e teve sua agenda afetada por uma diminuição considerável de shows.
Investigação aponta pagamento R$ 400 mil por dia a MC Ryan por posts de jogos ilegais
Para 2026, ele queria investir em um espetáculo com maior duração, com, pelo menos, 1h de duração e uma estética grandiosa para os padrões do funk.
A ideia do cantor era se apresentar em casas que conseguissem dar suporte a um palco maior, levando pelo Brasil uma réplica da cabeça de um tubarão, animal que virou apelido do funkeiro.
Ele chegou a fazer uma espécie de “show teste” em Brasília (DF), segundo pessoas ouvidas pelo g1, ele estava animado com a ideia de replicar o show em casas maiores pelo Brasil.
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Novos talentos na Bololô Records
Outro ponto que Ryan pretendia investir era na revelação de novos talentos para sua produtora recém-criada, a Bololô Records.
Após o sucesso de “Posso Até Não Te Dar Flores”, que alavancou a carreira do MC Meno K e do DJ Japa NK, o funkeiro já mapeava novos nomes pelo Brasil.
Com microfone na mão, Ryan SP faz música com DJ Japa NK na Bololô Records
Fábio Tito/g1
Uma das revelações da empresa é o MC Black da Penha, cantor carioca que foi “garimpado” por Ryan nos bailes do RJ, passando a integrar o hall de artistas da Bololô Records.
O artista/empresário também buscava investir em nomes que já tinham sucessos no catálogo, mas precisavam de novidades. Era o caso de MC Luuky, cantor empresariado por Ryan e que trabalhava em um novo álbum vinculado a um projeto audiovisual.
O esquema
Operação da PF contra transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão prende MC Ryan SP e Poze do Rodo
A Polícia Federal revelou que o esquema de uma organização criminosa suspeita de lavar mais de R$ 1,6 bilhão utilizava uma estrutura complexa, com empresas, influenciadores digitais e operações financeiras sofisticadas para ocultar a origem de recursos ilícitos.
No total, foram cumpridos 33 de 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo estão entre os presos.
Os influenciadores Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, e Chrys Dias, que tem quase 15 milhões de seguidores, também foram presos na operação, além de outros produtores de conteúdo.
Como funcionava o esquema bilionário
MC Ryan SP e MC Poze do Rodo
Reprodução/Redes sociais
💰 Origem do dinheiro
Em coletiva de imprensa, o delegado Marcelo Maceira explicou que o dinheiro usado no esquema teria como origem apostas em bets ilegais, rifas digitais clandestinas e tráfico internacional de drogas.
Segundo as investigações, o esquema começava com a captação de valores por meio de plataformas de apostas não regulamentadas e rifas ilegais, que arrecadavam dinheiro de milhares de pessoas. Esses recursos eram inicialmente pulverizados em diversas contas bancárias para dificultar o rastreamento.
🔄 Rede de operadores
Depois de arrecadado, o dinheiro passava por uma rede estruturada de operadores financeiros, empresas e intermediários responsáveis por centralizar e redistribuir os valores.
A decisão judicial, obtida pela TV Globo, descreve um sistema com funções bem definidas, incluindo responsáveis por captação, armazenamento, circulação e reinserção dos recursos no sistema financeiro formal.
“Dentro desse esquema, eles usavam algumas processadoras de pagamento para circular um montante relevante de dinheiro. Através delas, conseguiram partir para as fases finais de lavagem que era a descentralização desses recursos, a utilização de laranjas para que esse dinheiro não chamasse a atenção de autoridades e ficasse mais difícil fazer o rastreio disso”, explicou o delegado.
🧩 Fragmentação e ocultação
Para esconder a origem ilícita, o grupo utilizava técnicas típicas de lavagem de dinheiro, como o fracionamento de transferências — prática conhecida como “smurfing” — além do uso de criptomoedas e movimentações entre empresas e contas de terceiros.
Também foram identificados indícios do uso de “laranjas” e da transferência de bens e empresas para familiares ou pessoas interpostas, como forma de dificultar a identificação dos verdadeiros beneficiários.
🎤 Empresas e imagem pública
Um dos pontos centrais do esquema era o uso de empresas ligadas ao setor artístico e de entretenimento para dar aparência legal ao dinheiro. Os valores ilícitos eram utilizados para custear despesas da carreira artística de alguns investigados pela PF, incluindo cachê de shows.
Influenciadores e páginas de grande alcance nas redes sociais também eram contratadas para fazer a divulgação de plataformas de apostas e rifas, contribuindo tanto para a entrada de novos recursos quanto para a legitimação das operações.
Um dos alvos da operação é, justamente, Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, conhecida pelas publicações de fofoca e entretenimento.
“Essas pessoas públicas com muitos seguidores conseguem movimentar grandes quantias sem chamar atenção dos sistemas de compliance das autoridades e dos bancos. Então, eles são muito úteis e facilmente recrutáveis por essas organizações”, afirma Maceira.
Carros apreendidos em operação da PF contra organização criminosa por lavagem de dinheiro e transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão
Divulgação/PF
🏠 Dinheiro convertido em patrimônio
Após passar por essas etapas, os influenciadores e artistas investigados acumularam patrimônios milionários por meio da compra de imóveis, veículos de luxo, joias e outros bens de alto valor. Os itens de luxo eram ostentados nas redes sociais.
Para a Polícia Federal, essa fase representa a etapa final da lavagem, quando os recursos já aparecem como aparentemente legais e podem ser utilizados sem levantar suspeitas imediatas.
As investigações continuam, e os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
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Operação
Operação da PF mira organização criminosa por lavagem de dinheiro e transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão
Divulgação/PF
Batizada de Operação Narco Fluxo, a ação é um desdobramento da Operação Narco Bet, deflagrada no ano passado.
Foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos. Policiais também encontraram armas e um colar com uma imagem do narcotraficante colombiano Pablo Escobar dentro de um mapa do estado de São Paulo.
O que dizem as defesas
Abaixo, leia a íntegra da da defesa de MC Ryan:
“A defesa técnica de MC Ryan informa, de forma respeitosa, que até o presente momento não teve acesso ao procedimento que tramita sob sigilo, razão pela qual está impossibilitada de apresentar manifestação específica sobre os fatos.
Ressalta-se, contudo, a absoluta integridade de MC Ryan, bem como a lisura de todas as suas transações financeiras. Todos os valores que transitam por suas contas possuem origem devidamente comprovada, sendo submetidos a rigoroso controle e ao regular recolhimento de tributos, o que sempre foi observado de maneira contínua e responsável.
A defesa confia plenamente que os esclarecimentos necessários serão prestados oportunamente, acreditando que, já no início da investigação, a verdade dos fatos será devidamente demonstrada.”
Abaixo, leia a íntegra da da defesa de MC Poze do Rodo:
“A Defesa de Marlon Brandon desconhece os autos ou teor do mandado de prisão. Com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário.”

Fonte: G1 Entretenimento

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GloboPop: veja como seguir o jornalismo do g1 e da Globo no novo aplicativo de vídeos


Saiba como acompanhar o jornalismo da Globo no GloboPop
O GloboPop, novo aplicativo de vídeos da Globo, traz uma forma prática e dinâmica de acompanhar o jornalismo produzido pelo g1 e por outros produtos de notícia (veja no vídeo acima).
📱 O GloboPop está disponível para download gratuito nas lojas de aplicativos para Android e iOS. Para acessar, basta fazer login com uma conta Globo.
Por exemplo, para seguir o g1, basta acessar a aba de busca no aplicativo, digitar “g1”, entrar no perfil oficial e tocar no botão de seguir. Assim, os vídeos mais relevantes passam a aparecer no seu feed.
Além disso, o GloboPop permite acompanhar de perto os bastidores da notícia. Jornalistas como William Bonner, César Tralli e Natuza Neri também estão na plataforma, compartilhando conteúdos em vídeo de forma direta e acessível.
O público também pode acompanhar conteúdos apresentados por jornalistas do g1, como Luiza Tenente, Paula Paiva, Suelen Bastos, Túlio Mello e outros.
A experiência do GloboPop é organizada por um feed personalizado e pelos chamados “palcos”, espaços temáticos que reúnem conteúdos por assunto. Assim, o usuário pode montar seu próprio feed com temas, programas e jornalistas de sua preferência.
GLOBOPOP: descubra os ‘palcos’ do g1
Globo lança aplicativo de vídeos verticais
Reprodução/GloboPop

Fonte: G1 Entretenimento

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Caso D4vd: autópsia aponta causa da morte de garota de 14 anos; cantor é acusado de assassinato


Foto do cantor D4vd exibida durante coletiva de imprensa em Los Angeles, nesta segunda-feira (20)
Frederic J. Brown/AFP
Celeste Rivas Hernandez , a jovem de 14 anos que o cantor D4vd é acusado de matar, morreu devido a ferimentos penetrantes na parte superior do corpo, de acordo com um relatório de autópsia divulgado nesta quarta-feira (22).
Sua morte foi considerada como homicídio no relatório do Gabinete do Médico Legista do Condado de Los Angeles, que teve sua divulgação bloqueada por meses.
A autópsia foi limitada por “extensas alterações post-mortem” no corpo, que estava desmembrado e em decomposição quando foi encontrado em duas sacolas no porta-malas de um Tesla estacionado em Hollywood Hills, em setembro de 2025.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O exame revelou “duas feridas penetrantes no tronco com bordas lisas que podem representar ferimentos por objeto cortante”. Uma ferida na parte superior do abdômen perfurou o fígado. Outra, no lado esquerdo do tórax, danificou suas costelas. A blusa tomara que caia que ela usava parecia estar cortada em três lugares.
Um juiz havia ordenado que o relatório fosse mantido em sigilo no final do ano passado, a pedido das autoridades policiais, mas os promotores concordaram esta semana em permitir sua divulgação.
Relembre o caso
O cantor D4vd, de 21 anos , cujo nome verdadeiro é David Burke, foi acusado do assassinato na segunda-feira (20). Ele se declarou inocente das acusações de homicídio em primeiro grau, atos libidinosos com pessoa menor de 14 anos e mutilação de cadáver.
Os advogados de Burke afirmaram que ele não causou a morte de Rivas Hernandez e que defenderão vigorosamente sua inocência.
Os pais da jovem fizeram falaram sobre o caso noite de terça-feira (21), agradecendo aos investigadores pelo trabalho e aos moradores de sua cidade natal, Lake Elsinore, na Califórnia, pelo apoio.
Celeste Rivas Hernandez, a jovem que o cantor D4vd é acusado de matar
AP
“Celeste era uma menina linda e forte que adorava cantar e dançar. Toda sexta-feira à noite era noite de cinema e passávamos momentos maravilhosos juntos”, disseram Jesus Rivas e Mercedes Martinez. “Nós a amávamos muito e ela sempre nos dizia que nos amava. Sentimos muita falta dela. Tudo o que queremos é justiça para Celeste.”
Os promotores alegam que Burke matou Rivas Hernandez porque ela ameaçou denunciar o relacionamento sexual que tiveram quando ela tinha 13 anos, e ele temia que isso arruinasse sua carreira promissora.
Uma denúncia criminal alega que ele a matou com um objeto cortante e esquartejou o corpo cerca de duas semanas depois.

Fonte: G1 Entretenimento

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Naldo Benny recebe Netinho de Paula em casa para feats em dois sucessos do grupo de pagode Negritude Junior


Netinho de Paula (à esquerda) regrava as músicas ‘Cohab City’ e ‘Parece criança’ com Naldo Benny na gravação do álbum ao vivo do artista carioca
Vinicius Coelho / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Naldo Benny recebeu Netinho de Paula na noite de ontem, 21 de abril, para a gravação da segunda edição do álbum audiovisual “Casa do Naldo”, realizada um ano após a primeira edição, de 2025.
Na gravação feita literalmente na casa do cantor carioca em Jacarepaguá, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro (RJ), Naldo se juntou a Netinho para feats em duas músicas do repertório do Negritude Junior, grupo de pagode que ganhou projeção nos anos 1990 com Netinho como vocalista.
Os duetos entre os cantores aconteceram nas músicas “Cohab City” (Netinho de Paula, 1995) e “Parece criança” (Délcio Luiz e Adalto Magalha, 1995), ambas apresentadas pelo Negritude Junior no quarto álbum de estúdio do grupo, “Gente da gente” (1995).
Além de Netinho de Paula, Naldo fez duetos na gravação ao vivo com as cantoras Gica e Wic Tavares e com os cantores Vitinho e Thiago Soares.

Fonte: G1 Entretenimento

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Darrell Sheets, do reality ‘Quem Dá Mais?’, morre aos 67 anos


Darrell Sheets morre aos 67 anos
Reprodução/Instagram
O colecionador e personalidade de TV Darrell Sheets, conhecido por sua participação no reality show “Quem Dá Mais?”, morreu aos 67 anos. A informação foi divulgada pela imprensa norte-americana.
Sheets participou de 163 episódios da atração exibida pelo canal A&E, que acompanha compradores de depósitos abandonados nos Estados Unidos.
Veja os vídeos em alta do g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo a polícia, ele morreu na quarta-feira (22), em Lake Havasu City, após um aparente disparo de arma de fogo autoinfligido na cabeça.
Em comunicado, o Departamento de Polícia local informou que agentes foram acionados durante a madrugada para atender a uma ocorrência em uma residência. No local, encontraram um homem já sem vida com sinais compatíveis com ferimento causado por arma de fogo.
Darrell Sheets morre aos 67 anos
Reprodução/Instagram
“Em 22 de abril de 2026, por volta das 2h, policiais foram acionados para uma residência após a notificação de uma pessoa morta. Ao chegarem ao local, encontraram um homem com o que parecia ser um ferimento causado por disparo de arma de fogo autoinfligido na cabeça”, diz trecho da nota.
A corporação informou ainda que a unidade de investigações criminais assumiu o caso.
Após deixar o programa, Sheets se aposentou no estado do Arizona, onde administrava uma loja de antiguidades chamada Show Me Your Junk.Em 2029, ele sofreu um ataque cardíaco.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliana Linhares ecoa o ‘canto torto’ de Belchior no segundo álbum solo – veja a capa do disco ‘Até cansar o cansaço’


Capa do álbum ‘Até cansar o cansaço’, de Juliana Linhares
Elisa Mendes com design de Vitor Bezerra
♫ NOTÍCIA
♬ Com capa que expõe Juliana Linhares em foto de Elisa Mendes, enquadrada no design de Vitor Bezerra, o segundo álbum da cantora, compositora e atriz potiguar Juliana Linhares, “Até cansar o cansaço”, chega ao mercado fonográfico digital em 8 de maio com onze faixas.
Além de inéditas músicas autorais como “Depois do breu”, parceria da artista com o irmão Rafael Barbosa, o álbum “Até cansar o cansaço” reaviva no repertório uma das composições mais emblemáticas do cancioneiro angustiado do cearense Belchior (1946 – 2017).
No encerramento do álbum, Juliana Linhares ecoa o canto torto de Belchior com a regravação de “A palo seco”, música composta pelo artista com inspiração no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto (1920 – 1999) – publicado pelo poeta pernambucano em 1959 – e apresentada na voz do cantor em single editado em 1973.
Juliana alocou “A palo seco” no fecho do álbum “Até cansar o cansaço” para reafirmar a urgência da palavra e da voz “crua e direta” como instrumentos de transformação.
Com direção artística de Marcus Preto e arranjos e produção musical do multi-instrumentista Elísio Freitas, o álbum “Até cansar o cansaço” sucede o aclamado “Nordeste ficção” na discografia solo de Juliana Linhares, artista revelada nos anos 2010 como vocalista da banda carioca Pietá.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliano Cazarré lança curso para ‘homens enfraquecidos’ e atrizes questionam: ‘Discurso que mata mulheres’


Do lado esquerdo, Juliano Cazarré em vídeo de divulgalçao de novo projeto, entitulado “O Farol e a Forja”. Do lado direito, print dos comentários.
Redes sociais
“Ele sabia que ia apanhar. E criou o evento mesmo assim”. Foi desta forma que o ator Juliano Cazarré anunciou o lançamento de seu novo projeto: o curso presencial “O Farol e a Forja”.
Descrito como o “maior encontro de homens do Brasil”, e com o lema “o mundo precisa de homens que assumam seu papel”, o evento propõe uma imersão em temas como liderança, paternidade e espiritualidade cristã.
A iniciativa marcada para os dias 24, 25 e 26 de julho, em São Paulo, no entanto, gerou reações de colegas de profissão nas redes sociais.
Atrizes como Marjorie Estiano, Claudia Abreu e Elisa Lucinda questionaram o teor do discurso do projeto, apontando que a narrativa de “enfraquecimento masculino” ignora a realidade da violência contra a mulher e reforça estruturas machistas.
Paternidade e ‘batalha espiritual’
O cronograma do curso é dividido em três pilares: o primeiro dia foca na vida profissional e legado. O segundo aborda a vida pessoal, incluindo saúde masculina e dieta.
O encerramento é dedicado à “vida interior”, com foco em masculinidade e cristianismo, vida de oração e a celebração da Santa Missa.
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Segundo a divulgação do projeto, o curso pretende ajudar o homem a entender “o que está acontecendo consigo e com os homens ao seu redor”, em uma crítica direta ao que o ator classifica como uma sociedade que desampara a figura masculina.
Reação das colegas: ‘Um discurso que mata mulheres’
Uma das reações foi a de Marjorie Estiano. Em uma postagem direta ao ator, a atriz escreveu:
“Juliano… você não criou… você só está reproduzindo um discurso que já é ampla e profundamente difundido, enraizado e que mata mulheres todos os dias”, comentou a atriz, pedindo que ele reavaliasse a iniciativa.
Print do comentário de Marjorie Estiano na postagem.
Redes sociais
Claudia Abreu também comentou na publicação, reforçando o contexto da violência de gênero no país: “Num país com recorde de feminicídios…”, escreveu.
Print do comentário da atriz Claudia Abreu na postagem.
Redes sociais
Embates ideológicos e religiosos
O tom das críticas também envolveu interpretações religiosas.
Print do comentário da atriz Elisa Lucinda na postagem.
Redes sociais
Guta Stresser endossou as palavras de Elisa Lucinda, pedindo que o nome de Cristo não fosse utilizado para justificar o que chamou de “ruindade”.
Julia Lemmertz e Betty Gofman também manifestaram incompreensão e preocupação com o impacto do curso.
Prints de comentários de atrizes como Betty Gofman e Guta Stresser na postagem.
Redes sociais
Até o momento, o ator não rebateu individualmente os comentários das atrizes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Geraldo Azevedo se desvia dos hits no álbum ao vivo em que perpetua recorte do corrente show da turnê ‘Oitentação’


Geraldo Azevedo lança o álbum ao vivo ‘Oitentação’ na sexta-feira, 24 de abril
Thiago Lemos / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Oitentação”, álbum ao vivo que Geraldo Azevedo lançará na sexta-feira, 24 de abril, poderia ser mais um greatest hits do cancioneiro do artista pernambucano como foram outros recentes registros de shows do cantor, casos dos discos “Solo contigo” (2019) e “Violivoz” (2023), este feito com Chico César.
SQN. Ao longo das dez faixas de “Oitentação”, álbum que perpetua um recorte do ainda corrente show da turnê em que Geraldo celebrou os 80 anos completados em janeiro de 2015, há somente um grande sucesso do cantor, “Bicho de sete cabeças” (Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Renato Rocha, 1979).
Há também um sucesso de Beto Guedes, “O sal da terra” (1981), canção humanista composta por Beto com letra de Ronaldo Bastos e curiosamente também abordada por Paulo Miklos no ainda inédito primeiro disco de intérprete do ex-Titã, “Coisas da vida”, previsto para 22 de maio.
No mais, entre o inédito xote autoral “Arthur e Alice” e música inédita na voz do autor (“Eu vou te amar”, parceria com Pippo Spera lançada por Elba Ramalho em 1992 no álbum “Encanto”), o cantor rebobina músicas menos conhecidas do próprio repertório, casos de “Caravelas” (Geraldo Azevedo e Carlos Fernando, 1981), “Talvez seja real” (Geraldo Azevedo e Fausto Nilo, 1985), “Lusitana do Norte” (Geraldo Azevedo e Carlos Fernando, 1986), “Só porque” (Geraldo Azevedo e Pippo Spera, 1989) e “Estou em paz” (Geraldo Azevedo e Sérgio Peres, 2024), além de “Mona ami” (Tonito e Liceu Dias Vieira, 1985), música de lavra alheia que o artista incorporou à discografia em álbum ao vivo de 1985.
Detalhe: a pegada de alguns arranjos do disco torna menos evidente a doçura que caracteriza o canto resistente de Geraldo Azevedo, que inicia nova leva de apresentações da turnê “Oitentação” na sequência imediata do lançamento do álbum homônimo em que registra parcialmente o show.
Capa do álbum ‘Oitentação’, de Geraldo Azevedo
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Obras de arte, joias e carros de luxo: o que dá para comprar com os R$ 5,7 milhões do BBB 26


De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’
A edição do Big Brother Brasil 2026 terminou com o maior prêmio da história do reality. A vencedora, Ana Paula Renault, levou R$ 5,7 milhões após conquistar 75,94% dos votos do público na final, exibida na noite desta terça-feira (21). Além do valor em dinheiro, ela também ganhou um carro zero quilômetro e um apartamento.
Com uma quantia desse tamanho, as possibilidades de investimento ou de consumo são diversas.
Para quem sonha em entrar no BBB 27 e ainda não faz ideia do que faria com o prêmio, o g1 reuniu exemplos do que é possível comprar com R$ 5,7 milhões. Veja a seguir:
Obras de arte
A obra O Mágico (2001), de Beatriz Milhazes, foi vendida por cerca de R$ 5,2 milhões em leilão
Divulgação
Do luxo a mudanças no estilo de vida, há uma lista extensa do que dá para fazer com R$ 5,7 milhões. Para quem gosta de arte, por exemplo, o valor permitiria investir em obras como a pintura original de Beatriz Milhazes, com preços que variam entre R$ 500 mil e R$ 3 milhões.
O prêmio do BBB permitiria comprar cerca de 1 a 11 obras dentro desse intervalo de valor. Uma de suas telas mais conhecidas, O Mágico (2001), foi vendida por cerca de R$ 5,2 milhões em um leilão da Sotheby’s, em Nova York — ou seja, quase todo o prêmio seria necessário para adquirir uma peça desse nível.
Já gravuras, serigrafias e trabalhos menores da artista, com preços entre R$ 50 mil e R$ 500 mil, permitiriam a compra de 11 a 114 peças.
Obras de Vik Muniz ou da dupla Os Gêmeos também aparecem na faixa de centenas de milhares de reais.
Trabalhos de Muniz, por exemplo, podem ser encontrados a partir de cerca de R$ 100 mil — o que permitiria adquirir aproximadamente 57 obras com o valor total do prêmio.
Joias e peças de grife
O anel “Panthère de Cartier”, de aproximadamente R$ 210 mil, permitiria a compra de cerca de 27 peças
Divulgação/Cartier
No segmento de joias, peças de grifes tradicionais também entram na conta. Um anel com diamantes da Cartier pode ultrapassar R$ 100 mil — o que permitira a compra de mais de 50 unidades com o valor do prêmio.
Avaliada em cerca de R$ 236 mil, a pulseira “LOVE”, com pavé de diamantes, poderia ser comprada aproximadamente 24 vezes. Já o anel “Panthère de Cartier”, que custa em torno de R$ 210 mil, permitiria a compra de cerca de 27 unidades.
No universo da moda, o prêmio poderia comprar diferentes marcas de luxo. Com o total, seria possível adquirir de 11 a 57 bolsas Birkin, da Hermès — que custam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil, ou montar cerca de 11 guarda-roupas repletos de roupas da Chanel e da Louis Vuitton, considerando um custo médio de R$ 500 mil cada.
Carros
BMW X6
Divulgação
Entre os bens de luxo duráveis, o prêmio também permitiria a compra de diferentes carros premium.
O BMW X6, na faixa de R$ 700 mil, poderia ser comprado cerca de oito vezes com o prêmio de R$ 5,7 milhões. Já o Range Rover Vogue, com valor acima de R$ 1 milhão, permitiria a compra de aproximadamente cinco unidades.
Viagens e experiências
Suíte Mansart, do The Ritz Paris, custa cerca de € 17.600 (cerca de R$ 95 mil) a diária.
Divulgação/The Ritz Paris
No campo das experiências, o valor seria suficiente para bancar uma volta ao mundo em alto padrão, passando por destinos como Maldivas, Paris, Dubai e Nova York.
Hospedagens em hotéis icônicos, como o Burj Al Arab ou o The Ritz Paris, elevam o custo de uma viagem de luxo para algo entre R$ 200 mil e R$ 500 mil — o que permitiria realizar cerca de 11 a 28 viagens nesse padrão.
Na suíte Mansart, do The Ritz Paris, por exemplo, é possível desfrutar de um espaço de 85 m², com terraço privativo, vista para a Torre Eiffel e para a Place Vendôme, além de sala de estar separada, closet e dois banheiros.
Com diárias a partir de € 17.600 (cerca de R$ 95 mil), o prêmio de R$ 5,7 milhões permitiria custear cerca de 60 noites na suíte — o equivalente a aproximadamente dois meses em um dos hotéis mais exclusivos do mundo.
Suíte Mansart, do The Ritz Paris, na França.
Divulgação/The Ritz Paris
Imóveis de alto padrão
Roda-gigante e vista para Praia Central de Balneário Camboriú
PMBC/Divulgação
Já no mercado imobiliário, o valor permitiria adquirir um imóvel de alto padrão em Balneário Camboriú, cidade que tem um dos metros quadrados mais caros do país e é conhecida pelos arranha-céus de luxo.
Com cerca de R$ 5 milhões, é possível comprar um apartamento de aproximadamente 204 m², com quatro suítes, duas a três vagas de garagem, próximo à praia e em um condomínio com piscina, academia, cinema, spa e tecnologias de automação residencial.
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Globo/Manoella Mello

Fonte: G1 Entretenimento