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Condutor multado em R$ 2,70 por atraso de 1 minuto em trem processa empresa no Japão


Funcionário entrou na Justiça para contestar acusação de transtornos na operação ferroviária; ele argumenta que trem estava vazio e que não houve inconvenientes para passageiros. Tecno Lógica: Japão inicia testes do trem-bala mais veloz do mundo
Um condutor de trem japonês está processando a empresa da qual é funcionário por ter tido um desconto de 56 ienes (cerca de R$ 2,70) em seu salário após um breve atraso no sistema ferroviário do país, famoso pela pontualidade.
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A empresa ferroviária JR West multou o homem depois de uma confusão da qual ele foi culpado e que causou um atraso de um minuto na operação de trens, em junho de 2020. Ele então entrou na Justiça para contestar a acusação e pede indenização de 2,2 milhões de ienes (cerca de R$ 105 mil) pelos transtornos causados.
Passageiros ao lado de trem-bala no Japão; sistema ferroviário do país é conhecido por sua pontualidade
Getty Images/Via BBC
De acordo com o site de notícias japonês Soranews24, o homem não identificado deveria conduzir um trem vazio para a estação de Okayama, no sul do país, mas foi à plataforma errada na hora de substituir o motorista a quem renderia.
Quando ele percebeu o erro e correu para a plataforma correta, a troca entre os dois motoristas foi atrasada em dois minutos, levando a um atraso de um minuto na partida do trem e a outro atraso de um minuto no estacionamento do trem em um depósito.
O funcionário defende que estes imprevistos não causaram nenhum transtorno ou interrupção significativa para o sistema ou seus passageiros, já que o trem estava vazio.
A JR West havia multado inicialmente o funcionário em 85 ienes (R$ 4,10), mas depois concordou em uma redução para 56 ienes depois que o condutor levou o caso a um órgão trabalhista de Okayama.
Atraso ocorreu na troca de motoristas no ano passado
Getty Images/Via BBC
A companhia justifica a necessidade de cobrança de alguma multa por seu princípio de “sem trabalho, sem pagamento” — ou seja, argumenta que deve punir o funcionário como faria no caso de um atraso na chegada ao local de trabalho ou de uma ausência inexplicada.
O condutor contestou a cobrança no Tribunal Distrital de Okayama em março, onde agora está pedindo indenização.
O sistema ferroviário do Japão é conhecido por sua confiabilidade. Em 2017, uma empresa do ramo divulgou um pedido de desculpas por um de seus trens ter partido de uma estação 20 segundos antes do previsto.
Lá, se um trem atrasar mais de cinco minutos, os passageiros recebem um certificado que podem usar como justificativa para chegar mais tarde no trabalho.
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Fonte: G1 Mundo

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No leste da Alemanha, onde a incidência de Covid-19 é o dobro da média nacional, não vacinados reclamam de restrições


Incidência de Covid-19 em Bautzen, na Saxônia, é mais que o dobro da média do país. Mesmo assim, parte da população não vê com bons olhos novas regras. Céticos da vacina protestam contra o que chamam de “tirania”. Alemanha registra recorde de casos de Covid em uma semana
A incidência de casos de Covid-19 por 100 mil habitantes nos últimos 7 dias na cidade de Bautzen, no estado da Saxônia, é de 648. A cifra é mais que o dobro da média nacional alemã. As unidades de terapia intensiva (UTIs) da cidade, localizada no leste da Alemanha, estão tão cheias que cirurgias já estão sendo adiadas.
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O governo da Saxônia está agora implementando novas medidas. Entre outras coisas, desde o início desta semana, restaurantes e museus só podem permitir a entrada de vacinados ou pessoas recuperadas de Covid-19. É o chamado regulamento 2G (em alemão, as palavras “vacinados” [Geimpfte] e “recuperados” [Genesene] começam com a letra G). Um teste negativo não basta mais.
Há divergências nas ruas de Bautzen. A maioria acha as medidas corretas, considerando as estatísticas atuais. Alguns também dizem, no entanto, que a regra 2G é uma forma indireta de se implementar uma obrigatoriedade da vacina. “Para mim, isso é uma chantagem vinda de cima, simples assim”, diz uma jovem. Ela mantém sua decisão de não se vacinar. “É o meu corpo, e eu decido.”
Prejuízos na gastronomia
Ramona Hoerold está preocupada por outros motivos. Ela é dona do café Enjoy há 11 anos. Ela diz que o lockdown do ano passado prejudicou bastante os negócios. E agora começa tudo de novo. O primeiro cancelamento veio pela manhã. Um batismo, com 32 pessoas. Devido à regra 2G, alguns dos hóspedes, que não foram vacinados, não podem mais entrar no restaurante. Ela espera uma perda de 50% do faturamento.
“Os políticos estão arruinando os pequenos negócios de gastronomia”, diz. “Construímos uma boa empresa ao longo dos anos, que vinha funcionando bem, e eles a destroem dentro de um ano e meio.” A voz de Hoerold treme um pouco. Ela também não sabe onde tudo vai parar.
O prefeito de Bautzen, Alexander Ahrens, tem a impressão de que as medidas têm como objetivo principal aumentar a pressão sobre os não vacinados. A taxa de vacinação é particularmente baixa na Saxônia. Em torno de 57% estão completamente imunizados, cifra que está cerca de 10 pontos percentuais abaixo da média nacional.
E são precisamente os não vacinados que acabam na unidade de terapia intensiva com particular frequência. De acordo com uma pesquisa da emissora estatal MDR, dois terços dos pacientes em unidades de terapia intensiva nos estados alemães da Saxônia, Turíngia e Saxônia-Anhalt não foram vacinados.
Imagem de Frankfurt, na Alemanha, em 3 de novembro de 2021
Michael Probst/AP
O prefeito acredita que apenas mais vacinação pode acabar com a pandemia. Mas ele duvida que as novas restrições incentivem mais pessoas a se vacinarem. “Essa pressão é bastante contraproducente, especialmente em relação a pessoas inseguras”, diz. Em vez disso, ele acredita ser preciso pensar em como restaurar a confiança nas instituições estatais.
Barulho dos céticos da vacina
As noite na praça central de Bautzen mostra que Ahrens ainda tem muito trabalho de convencimento pela frente. Toda segunda-feira, críticos da vacinação do movimento Querdenken (“pensamento lateral”) se reúnem no local. São cerca de 500 pessoas, um grupo bastante pequeno em comparação com a população total da cidade.
Mas eles são particularmente barulhentos. Os manifestantes, incluindo muitos pais com crianças, andam pela cidade portando velas, gritando slogans contra a vacina e se veem como os últimos resistentes contra uma política que um deputado do partido de ultradireita AfD Karsten Hilse chamou em um discurso naquela noite de “tirania”. “Essa é uma medida fascista, é a exclusão de camadas inteiras da população”, afirmou.
Médicos e enfermeiras cuidam de paciente com Covid 19 em UTI do Hospital Universitário de Leipzig, na Alemanha, em 8 de novembro de 2021
Waltraud Grubitzsch/dpa via AP
Ainda que os organizadores afirmem querer contribuir para um diálogo pacífico com quem pensa diferente, nenhum dos participantes quis falar com a reportagem da DW, que consideram ser da “imprensa mentirosa”.
A população de Bautzen só quer que a pandemia acabe. Todos concordam com isso. Mas quando se trata de se encontrar um modo de como isso pode ser alcançado, a cidade está dividida. O inverno do coronavírus está apenas começando na Alemanha.
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Fonte: G1 Mundo

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Vídeo: bordel da Áustria oferece ’30 minutos com a senhorita que o cliente escolher’ a quem aceitar ser vacinado

Promoção acontece às segundas-feiras de novembro. No primeiro dia, 149 pessoas foram vacinadas. Bordel em Viena oferece entrada gratuita e vacina para clientes
O Fun Palast, um bordel da cidade de Viena, na Áustria, está oferecendo aos clientes entrada gratuita e uma sessão de 30 minutos com “a senhorita que escolherem” se eles aceitarem tomar uma vacina contra a Covid-19 dentro da clínica que foi montada dentro do local.
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O estabelecimento oferece essa promoção durante quatro horas às segundas-feiras do mês de novembro.
Na primeira segunda-feira, 149 pessoas foram vacinadas.
O gerente do Fun Palast afirmou que ele estava vendo as estatísticas e soube que a circulação do vírus cai significativamente quando a vacinação atinge cerca de 75% da população, e que a Áustria tem cerca de 65% de vacinados.
“Eu percebi que muitos homens, especificamente homens imigrantes, se recusam a se vacinar ou nem mesmo sabem que podem ser vacinados, e esse é o nosso público, então decidimos montar um local de vacinação aqui mesmo”, disse ele.
Na Áustria, pessoas não vacinadas são proibidas de entrar em restaurantes, hotéis, salões de cabeleireiros e eventos com grande público.
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Fonte: G1 Mundo

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Frederik Willem de Klerk, prêmio Nobel da Paz de 1993, morre aos 85 anos na África do Sul


Político foi presidente do país entre 1989 e 1994, recebeu o Nobel por sua participação no fim do apartheid e também foi vice-presidente de Nelson Mandela entre 1994 e 1996. Os ex-presidentes sul-africanos Nelson Mandela e FW de Klerk conversam em evento na Cidade do Cabo, na África do Sul, em 17 de março de 2006
Mike Hutchings/Reuters
Frederik Willem de Klerk, ex-presidente da África do Sul que ganhou o prêmio Nobel da Paz em 1993 por sua participação no fim do apartheid, morreu nesta quinta-feira (11) aos 85 anos.
A FW de Klerk Foundation disse em um comunicado que o ex-presidente morreu na Cidade do Cabo, “em sua casa em Fresnaye no início desta manhã após sua luta contra o câncer de mesotelioma”.
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O político sul-africano governou o país entre 1989 e 1994 e foi o responsável por libertar Mandela e outros prisioneiros políticos.
Último presidente branco da África do Sul, FW de Klerk ganhou o Nobel da Paz junto com Mandela e também foi seu vice-presidente entre 1994 e 1996.
Mandela e o então presidente sul-africano, Frederik Willem de Klerk, recebem o prêmio Nobel da Paz em 1993
NTB/AP
O apartheid
O apartheid foi uma política de segregação racial do estado que vigorou entre 1948 a 1993 na África do Sul (apartheid significa “separação” na língua africâner, que é derivada do holandês).
O ex-presidente sul-africano FW De Klerk chega para assistir ao discurso do então presidente do país, Cyril Ramaphosa, no Parlamento na Cidade do Cabo, em 13 de fevereiro de 2020 na África do Sul
Brenton Geach/Pool via Reuters
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Fonte: G1 Mundo

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Brasileiros ensinam arte da capoeira a jovens carentes na República Democrática do Congo; assista

Origens da arte brasileira estão naquela região, de onde traficantes de escravos levavam pessoas para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar no Brasil do século 16. ONG Gingando Pela Paz oferece a jovens sem-teto de Goma espaço seguro, longe da violência e estupros frequentes. Brasileiros ensinam capoeira a jovens na República Democrática do Congo
O líder de gangue de rua Gloire Balume lança um chute de capoeira em seu amigo, que se abaixa e bloqueia a perna ameaçadora, antes de responder com um chute habilidoso.
A cidade de Goma, no leste da República Democrática do Congo, vive sua dose de violência, mas esta luta de rua visa algo diferente: promover a autoconfiança e a cura social.
Balume e seus amigos estão praticando capoeira, uma arte marcial brasileira sem contato que combina dança, acrobacia e música.
Balume, de 21 anos, mora nas ruas de Goma há 13 anos, desde que seus pais se separaram e seu pai morreu.
Como líder de seu grupo de amigos, que se autodenominam Gangue do Fogo, ele espera que a capoeira os ajude a realizar seus sonhos de se tornarem um grupo musical profissional.
“A capoeira é importante para mim”, diz. “Digo a mim mesmo que quando for bom na capoeira, farei algumas músicas e vídeos onde pratico, e isso vai me ajudar muito no futuro”.
As origens da capoeira estão no Reino do Congo, de onde os traficantes de escravos portugueses levavam sua carga humana para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar no Brasil no século 16.
A arte foi desenvolvida por comunidades escravas como uma forma de resistência, que poderia alimentar o empoderamento emocional e espiritual. Reconhecendo seu poder, as autoridades a baniram por várias décadas após a abolição da escravidão.
Agora, uma ONG brasileira, a Gingando Pela Paz (GPP), trouxe a capoeira de volta ao Congo, oferecendo aos jovens sem-teto um espaço seguro, longe da violência e estupros frequentes, onde eles podem viver, brincar e socializar, diz Flavio Saudade, que trabalha para a GPP.
“Essas crianças de rua são invisíveis na comunidade”, diz Saudade. “A maioria deles vive apenas no presente. A capoeira dá a eles alguém para guiá-los e os ajuda a olhar para o futuro. Dá a eles a chance de sonhar”.

Fonte: G1 Mundo

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Alemanha registra 50 mil casos diários de Covid-19, novo recorde desde início da pandemia

Chanceler Angela Merkel disse na quarta (10) que o aumento nas infecções no país, especialmente em outubro, é “dramático”. A Alemanha registrou nesta quinta-feira (11) o maior número de infecções diárias por Covid-19 desde o início da pandemia, com 50.196 novos casos em 24 horas, de acordo com o Instituto de Vigilância Sanitária Robert Koch.
É a primeira vez que o país ultrapassa 50 mil casos diários. A Alemanha vem sendo atingida por uma nova onda de contaminação e tende a pressionar hospitais.
O Instituto informou que o número de novas mortes nesta quinta foi de 235.
A chanceler Angela Merkel disse na quarta (10) que o aumento nas infecções no país, especialmente em outubro, é “dramático”.
“A pandemia volta a alastrar-se de forma espetacular”, lamentou o seu porta-voz, pedindo às autoridades regionais, competentes na gestão da saúde, que tomem novas medidas para conter a expansão.
A nova onda é atribuída à fraca taxa de vacinação da população na Alemanha, pouco menos de 67%.
Vários estados particularmente afetados, como Saxônia, Baviera e recentemente Berlim, introduziram novas restrições para pessoas não vacinadas.
Na capital, os não vacinados não terão acesso a restaurantes sem espaços a céu aberto, bares, ginásios ou cabeleireiros, nem mesmo com teste negativo.
No total, quase 4,9 milhões de pessoas foram infectadas com Covid na Alemanha desde o início da pandemia. O país tem mais de 83 milhões de habitantes.

Fonte: G1 Mundo

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Bolsonaro inicia na sexta roteiro por três países árabes em busca de investimentos, diz Itamaraty

Presidente visitará Emirados Árabes, Bahrein e Catar. Em Dubai, Bolsonaro estará na Expo 2020, um dos maiores eventos realizados desde o início da pandemia. O presidente Jair Bolsonaro embarca na próxima sexta-feira (13) para uma viagem de uma semana por Emirados Árabes Unidos (Dubai), Bahrein (Manama) e Catar (Doha), com foco na busca de investimentos dos países do Golfo Pérsico.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a previsão de agenda do presidente, que deve viajar acompanhado da primeira-dama Michelle Bolsonaro, contempla reuniões com governantes locais, encontros com empresários e visitas a feiras e exposições.
De acordo com o embaixador Kenneth Félix da Nóbrega, secretário de Negociações Bilaterais para o Oriente Médio, Europa e África do Itamaraty, a viagem do presidente será uma oportunidade para troca de ideias “em alto nível sobre o cenário pós-pandemia”, o que inclui a alta do petróleo e a transição energética.
Será a segunda viagem de Bolsonaro a países do Oriente Médio que ficam na região do golfo. Em 2019, no primeiro ano de mandato, o presidente esteve na Arábia Saudita (Riad), nos Emirados Árabes (Abu Dhabi) e no Catar (Doha).
Mais de dois anos depois, Bolsonaro retorna à região novamente em busca de ampliar a relação comercial com os países árabes, grandes produtores de petróleo e que dispõem de fundos soberanos. A intenção é captar investimentos em áreas como infraestrutura, agronegócios e defesa.
“Nós estamos muito ambiciosos com os Emirados Árabes. Queremos mais investimentos em áreas do nosso interesse, como infraestrutura, por exemplo”, afirmou a jornalistas o diretor do Departamento de Oriente Médio do Itamaraty, embaixador Sidney Leon Romeiro.
Emirados
Bolsonaro tem previsão de chegar no sábado (13) a Dubai, nos Emirados Árabes, um dos principais polos econômicos do mundo. Dubai é um dos sete emirados que integram o país, cuja capital é Abu Dhabi.
O presidente ficará em Dubai até terça-feira (16) e tem previsão de encontros com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Mohamed Bin Zayed Al Nahyan, e o emir de Dubai e primeiro-ministro dos Emirados Árabes, sheik Mohammed Bin Rashid Al Maktoum. Há possibilidade de assinatura de acordos com os Emirados Árabes.
No domingo (14), Bolsonaro deve comparecer à Dubai Air Show, uma feira de aviação civil e militar. Também há previsão de visita a uma unidade da empresa BRF.
Na segunda-feira (15), o presidente abrirá um fórum de investimentos organizado pela Apex em parceria com a CNI e com apoio da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB).
Também na segunda, Bolsonaro deve comparecer à Expo 2020, uma exposição itinerária realizada desde 1851. A segunda-feira, aniversário da Proclamação da República, será o “Dia do Brasil”.
A Expo 2020, que teve início em outubro e irá até março de 2022, é o principal evento global desde o começo da pandemia de Covid-19 no ano passado.
A mostra reúne obras arquitetônicas e inovações tecnológicas apresentadas pelos países em seus pavilhões – o pavilhão brasileiro fica no distrito da sustentabilidade do evento.
Bahrein
A comitiva presidencial deve sair de Dubai na terça-feira (16) com destino ao Bahrein.
Bolsonaro vai inaugurar a embaixada do Brasil em Manama, capital do Reino do Bahrein. O presidente deve ser recebido pelo rei Hamad Bin Isa Al Khalifa.
Catar
A previsão é seguir na quarta-feira (17) para Doha, no Catar, onde será recebido para reuniões com possível assinatura de acordos bilaterais pelo emir do país, Tamim Bin Hamad Al Thani.
No Catar, também há a possibilidade de uma visita ao estádio Lusail, que será o palco da final da Copa do Mundo do próximo ano, e de uma reunião com executivos da Fifa, entidade máxima do futebol.
Bolsonaro ainda deve participar de um jantar com empresários e iniciar na quinta-feira (18) o retorno ao Brasil.

Fonte: G1 Mundo

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Vídeo registra agressão contra mulher dentro de elevador em estação do metrô de Nova York

Polícia de Nova York procura por suspeito. Imagens de câmeras de segurança capturaram toda a agressão. A mulher, de 36 anos, recebeu vários socos e foi arrastada para fora do elevador onde foi também roubada. Homem agride mulher em elevador do metrô de Nova York
Um homem foi flagrado agredindo uma mulher dentro do elevador em uma estação do metrô de Nova York, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (10). Veja no VÍDEO acima.
Imagens de câmeras de segurança, divulgadas pela polícia de Nova York, capturaram toda a agressão que durou poucos minutos.
As autoridades americanas procuram pelo suspeito que conseguiu escapar levando US$ 50 (cerca de R$ 280) da vítima.
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No vídeo, é possível ver a mulher, de 36 anos, recebendo vários socos e sendo arrastada para fora da área de alcance das câmeras.
Ela foi atendida com ferimentos leves, hematomas e inchaços pelo corpo, segundo os policiais. O ataque acontece em um cenário de aumento de violência dentro do transporte público da cidade.
Estatísticas do Departamento de Polícia de Nova York apontam que apenas na primeira semana de novembro, o número de ocorrências subiu 80% em relação ao mesmo período de 2020.
De 1 a 7 de novembro, 47 casos de roubos, furtos e agressões foram registrados. No período anterior, foram 26 casos.

Fonte: G1 Mundo

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EUA promulgam lei que permite novas sanções contra Nicarágua


Governo americano considera o governo nicaraguense como uma ditadura. Daniel Ortega conquistou no domingo ser 4º mandato consecutivo como presidente do país. Homem passa por um outdoor de propaganda do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, no início da campanha para as eleições presidenciais, em Manágua, em setembro
Reuters/Maynor Valenzuela
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, promulgou nesta quarta-feira (10) uma lei que permite novas sanções contra o governo da Nicarágua, que Washington considera uma ditadura, e contra o qual aplicará todo o peso jurídico e diplomático disponível.
Biden sancionou a “Lei de Fortalecimento da Adesão da Nicarágua às Condições para a Reforma Eleitoral de 2021”, mais conhecida como Lei Renacer, sigla em inglês, “que impõe sanções ao governo do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega”, informou a Casa Branca, destacando que a mesma permite “restringir empréstimos bancários multilaterais e combater a corrupção do regime”.
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O Executivo agradeceu “a liderança” dos congressistas que promoveram a iniciativa, aprovada na semana passada, com amplo apoio bipartidário.
EUA ameaçam sanções contra Nicarágua, após eleição de fachada de Daniel Ortega
Ortega, no poder desde 2007, conquistou o quarto mandato consecutivo no último domingo, em um processo eleitoral envolvendo opositores presos, partidos não legalizados e dezenas de milhares de exilados.
Aumento da pressão
A Lei Renacer apresenta um arsenal de medidas para aumentar a pressão sobre Manágua. Requer o aumento, em coordenação com o Canadá, a União Europeia e os países da América Latina e do Caribe, das sanções seletivas dos Estados Unidos a pessoas envolvidas em abusos de direitos humanos e obstrução de eleições livres.
Motociclista passa diante de mural com o rosto de Daniel Ortega, presidente da Nicarágua (à esquerda), e do revolucionário César Augusto Sandino, durante as eleições gerais deste domingo (7), em Manágua
Andrés Nunes/AP Photo
Também amplia a supervisão dos empréstimos das instituições financeiras internacionais a Manágua e pede que se revise a participação da Nicarágua no acordo de livre-comércio entre Estados Unidos, América Central e República Dominicana.
A lei também inclui a Nicarágua na lista de países centro-americanos sujeitos a restrições de visto por corrupção e exige mais informações de inteligência sobre as atividades do governo russo naquele país centro-americano, incluindo relatórios sobre as vendas militares de Moscou a Manágua.
Os Estados Unidos impuseram sanções econômicas à vice-presidente da Nicarágua, Rosario Murillo, mulher de Ortega, e a três filhos do casal nos últimos anos, bem como a titulares do Banco Central, da Polícia e do Exército, e cancelaram vistos de uma centena de funcionários nicaraguenses por corrupção e abuso dos direitos humanos.

Fonte: G1 Mundo

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Denunciante do Facebook defende redes sociais em ‘escala humana’


Ex-funcionária da empresa, France Haugen, afirma que plataformas não deveriam utilizar mecanismos que alimentam desinformação e discursos de ódio. Frances Haugen, ex-gerente de produtos do Facebook
Reuters/Evelyn Hockstein
A denunciante do Facebook, Frances Haugen, defendeu nesta quarta-feira (10) perante os parlamentares franceses redes sociais “em escala humana”, sem os mecanismos de “hiperamplificação” que alimentam a desinformação e a disseminação de discursos de ódio.
“Podemos fazer com que as redes sociais voltem a uma escala humana, voltar a 2008 ou 2009, quando nosso fluxo de informações era composto de conteúdo gerado por nossos amigos” e “não falávamos em destruir a democracia”, declarou Haugen a membros das comissões de Direito e de Assuntos Econômicos.
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“O Facebook fez experiências sobre isso nos últimos anos: se sua família e amigos constituem uma grande parte do que você vê, você tem menos discursos de ódio, menos polarização, menos nudez, menos violência”, disse ela.
Haugen falou principalmente dos grandes grupos do Facebook, que podem ter milhões de membros.
Grupos de conteúdo ‘extremo’
Segundo ela, o Facebook pressiona deliberadamente os usuários a ingressarem nesses grandes grupos, pois eles permitem uma renovação infinita de conteúdo, para manter o usuário continuamente atento ao seu fluxo de notícias.
No entanto, esses grupos são comparáveis a verdadeiras “fábricas de variantes”, onde o conteúdo “mais extremo” é selecionado para ser enviado a milhões de pessoas, lamentou.
Haugen, que já esteve em vários fóruns na Europa, incluindo o Web Summit em Lisboa e no Parlamento Europeu, voltou a pedir que o Facebook seja obrigado a tornar públicos os dados de que dispõe sobre a utilização do seu serviço.
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“O Facebook nos diz que está ciente dos problemas” da hiperamplificação de conteúdos questionáveis, “mas nunca tivemos acesso aos dados que nos permitiriam avaliar o progresso que está sendo feito” para sua solução, lamentou.
O Facebook deveria ser forçado a fornecê-los “todas as semanas”, a “10.000 pares de olhos”, a pesquisadores ou cientistas algorítmicos que pudessem avaliar as coisas, comentou.
Projeto de lei francês
Ela também elogiou a disposição dos deputados franceses de fortalecer a proteção aos denunciantes em um projeto de lei.
Entre outras coisas, o texto pretende definir melhor a situação dos denunciantes, orientar suas ações, oferecer uma melhor proteção a eles e àqueles que os ajudam, além de facilitar o seu apoio financeiro e psicológico.
Quem é Frances Haugen?
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Fonte: G1 Mundo