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Esquiador completa impressionante circuito de corrida por montanhas e cavernas; veja vídeo

Markus Eder planejou corrida desde 2015 e esquiou dos picos suiços de Zermatt ao fundo do vale. Atleta participou do esqui estilo livre nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, em Sochi. Esquiador completa circuito de corrida por montanhas e cavernas na Suíça
O esquiador Markus Eder completou “a corrida definitiva” esquiando dos picos suíços de Zermatt ao fundo do vale através de cavernas de gelo, fendas e castelos.
O italiano relatou que planejava a corrida desde 2015.
O percurso o levou da neve profunda ao parque de neve da estação de esqui Klausberg, na Itália, com manobras e grandes quedas ao longo do caminho.
Eder participou do esqui estilo livre nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, em Sochi, quando ficou em 15º lugar.

Fonte: G1 Mundo

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Por que Garibaldo, da Vila Sésamo, está no centro de uma polêmica antivacina nos EUA?


Personagem infantil fez uma postagem de incentivo à vacinação contra a Covid-19 no fim de semana, mas foi criticado por políticos conservadores e negacionistas. Garibaldo em foto sem data
Reprodução/Twitter/BigBird
Garibaldo, o pássaro amarelo do programa “Vila Sésamo”, se tornou o centro de uma polêmica antivacina nos Estados Unidos após fazer uma postagem, no sábado (6), incentivando a vacinação contra a Covid-19.
“Eu recebi a vacina contra a Covid-19 hoje! Minha asa está um pouco dolorida, mas ela vai deixar meu corpo extra protegido para me deixar, e deixar os outros, com saúde”, escreveu o personagem.
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O que parecia uma inocente campanha de conscientização, acabou tomando outro rumo. O governador do Texas, Ted Cruz, criticou o que chamou de “propaganda de governo para crianças”.
‘Propaganda de governo para crianças’, diz post do governador texano
Reprodução/Twitter
O republicano recebeu o apoio de outras personalidades conservadoras dos EUA e de pessoas contrárias à vacinação – que parece estar estagnada no país com 58,4% da sua população protegida.
No Texas, mais de 4,2 milhões de pessoas foram diagnosticadas com a doença e ao menos 72 mil morreram por complicações da Covid-19, segundo balanço da Universidade Johns Hopkins.
Senadora pelo estado do Arizona, Wendy Rogers escreveu em sua rede social que Garibaldo era comunista por apoiar a vacinação.
“Garibaldo é um comunista”, escreveu a senadora republicana.
‘Garibaldo é um comunista’, escreveu a senadora republicana.
Reprodução/Twitter
O Arizona acumulou mais de 1,1 milhão de infecções e uma contagem de mortos que passou dos 21 mil, segundo a Universidade Johns Hopkins.
Desde o início da pandemia, os produtores da Vila Sésamo usaram seus personagens da TV para ensinar crianças e famílias americanas sobre os riscos da Covid-19 e como se proteger.
Liz Wheeler, comentarista política conservadora, também respondeu ao personagem de ficção que não levaria sua filha pra receber a vacina contra o coronavírus.
A vacina da Pfizer/BioNTech foi aprovada nos EUA para a vacinação de crianças a partir dos 5 anos após a recomendação da agência sanitária americana.
Garibaldo, que na ficção tem seis anos, pôde tomar a vacina, já Elmo, o famoso fantoche vermelho, ainda vai ter que esperar pois tem três anos.
Garibaldo e Elmo em foto sem data
Reprodução/Twitter/Big Bird
O uso de personagens infantis e da cultura pop para o incentivo de vacinas não é algo incomum e não é exclusivo das vacinas contra a Covid-19.
Em 1972, nos EUA, o próprio Garibaldo foi protagonista de uma campanha federal, durante a gestão do presidente republicano Richard Nixon, para incentivar a vacinação de estudantes.
Já em 1970, R2D2 e C-3PO protagonizaram um anúncio que perguntava aos “pais da Terra” se eles já haviam imunizado suas crianças.
R2D2 e C-3PO: ‘Pais da Terra: haviam imunizaram suas crianças?’
Reprodução/Redes Sociais
Mas o pássaro amarelo recebeu bastante apoio por sua decisão de se vacinar. Até mesmo Oscar, o rabugento da Vila Sésamo disse que a vacina “não vai te deixar mal”, talvez “só com o braço dolorido”.
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Até mesmo o presidente americano Joe Biden elogiou Garibaldo e disse que ao se vacinar, ele deixa toda a vila segura.
‘Muito bem, Garibaldo’, disse Biden. ‘Vacinar-se é a melhor maneira de manter sua vila segura’
Reprodução/Twitter
A vacinação nos EUA é gratuita e está disponível para todos os cidadãos a partir dos 5 anos de idade. O governo americano vem tentado encontrar formas de incentivar a vacinação.
A Casa Branca anunciou nesta quinta-feira (4) que vai passar a exigir das empresas com mais 100 funcionários que garantam a imunização de seus empregados nos Estados Unidos.
Os funcionários que não estejam imunizados vão ter de ser testados pelo menos uma vez por semana e também usar máscara no local de trabalho, segundo o governo do presidente Biden.

Fonte: G1 Mundo

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Venezuela começa a imunizar crianças de 2 anos contra Covid com vacina cubana


Imunizante Soberana 2 começou a ser aplicado nesta segunda-feira (8) em crianças cujos sistemas imunológicos estão comprometidos, segundo vice-presidente Delcy Rodríguez. Cuba diz que suas três vacinas têm eficácia maior do que 90%, mas resultados ainda não foram revisados por pares. Vacina cubana Soberana 2 começou a ser aplicada em crianças venezuelanas
Reprodução/Twitter/Instituto Finlay
A Venezuela começou a vacinar crianças de idades entre 2 e 11 anos contra a Covid-19 com a vacina cubana Soberana 2, anunciou a vice-presidente Delcy Rodríguez nesta segunda-feira (8). 
Cuba, uma aliada próxima do governo de Nicolás Maduro, diz que suas vacinas Abdala, Soberana 2 e Soberana Plus têm eficácia maior do que 90%. 
Embora autoridades cubanas digam que os resultados iniciais sejam semelhantes aos de outras vacinas que reduzem significativamente a transmissão, quadros graves da doença e mortes, especialistas reclamam que os resultados ainda não foram revisados por pares. 
“Na Venezuela, o uso da vacina Soberana 2, a vacina cubana, já foi autorizado para vacinar crianças entre 2 e 11 de idade”, disse Rodríguez em um pronunciamento ao vivo no canal estatal de televisão. 
A partir de uma escola na região oeste de Caracas, Rodríguez acrescentou que profissionais de saúde haviam iniciado a vacinação de crianças cujos sistemas imunológicos estão comprometidos. 
Há aproximadamente 3,5 milhões de crianças entre 2 e 11 anos de idade na Venezuela, de acordo com o ministro da Saúde, Carlos Alvarado, que acompanhou Rodríguez na transmissão. 
A Venezuela registrou 413.135 infecções e 4.965 mortes por conta da pandemia de coronavírus. 
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Fonte: G1 Mundo

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A nova onda de fome que ameaça Coreia do Norte com chegada do inverno


Líder norte-coreano Kim Jong-un comparou situação atual à terrível fome dos anos 1990. Líder norte-coreano Kim Jong-un comparou situação atual à terrível fome dos anos 1990
Getty Images/BBC
Os alertas são severos e vêm tanto de dentro quanto de fora da Coreia do Norte. Desertores que vivem na vizinha Coreia do Sul disseram à BBC que suas famílias no Norte estão passando fome. Com a aproximação do inverno, existe a preocupação de que os mais vulneráveis ​​morram de inanição.
“Problemas como mais crianças órfãs nas ruas e morte por fome são continuamente relatados”, disse Lee Sang Yong, editor-chefe do site de notícias Daily NK, que tem fontes na Coreia do Norte.
“As classes mais baixas da Coreia do Norte estão sofrendo cada vez mais”, já que a escassez de alimentos é pior do que o esperado, disse Lee.
Colheita deste ano na Coreia do Norte é crucial
BBC
Obter informações sobre a Coreia do Norte está cada vez mais difícil. A fronteira permanece fechada desde janeiro do ano passado para evitar a propagação da Covid-19 vinda da China. Até mesmo enviar mensagens do país para familiares e amigos que desertaram para a Coreia do Sul envolve um grande risco.
Qualquer pessoa flagrada com um telefone celular não autorizado pode ser enviada a um campo de trabalho forçado. Mesmo assim, alguns ainda tentam enviar cartas ou correio de voz por mensagem para seus entes queridos e para publicações em Seul.
Por meio dessas fontes, algumas das quais não podemos revelar a identidade por motivos de segurança, tentamos construir uma imagem do que está acontecendo na Coreia do Norte.
Obter informações sobre Coreia do Norte está cada vez mais difícil
BBC
‘Cada grão de arroz’
A Coreia do Norte sempre lutou contra a escassez de alimentos, mas a pandemia piorou essa situação. O líder norte-coreano, Kim Jong-un, comparou a situação atual com o pior desastre do país na década de 1990, conhecido como a “Marcha Árdua”, onde centenas de milhares de pessoas morreram de fome.
Por ora, a situação não parece tão ruim — ainda. Existem alguns sinais de esperança. A Coreia do Norte parece estar se preparando para reabrir a fronteira com a China, mas não está claro quanto comércio e ajuda serão necessários para reparar os danos econômicos já causados ​​ao país empobrecido.
A colheita deste ano é crucial. As safras do ano passado foram parcialmente destruídas por uma série de tufões. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que o país carece de pelo menos dois a três meses de suprimento de alimentos.
Para garantir que este ano seja o mais bem-sucedido possível, dezenas de milhares de pessoas foram enviadas aos campos para ajudar na colheita de arroz e milho, incluindo o Exército.
Kim Jong-un também ordenou que todos os suprimentos de arroz do país sejam garantidos e que todos os que comem devem ajudar na colheita.
Coreia do Norte sempre lutou contra escassez de alimentos
Getty Images/BBC
“Um plano foi traçado para minimizar as perdas no processo de colheita”, diz Lee, do Daily NK.
“O governo enfatizou que punições severas serão impostas se descobrirem indícios de roubo ou fraude. Foi criada uma atmosfera de medo”.
Líder norte-coreano Kim Jong-un parece disposto a reconhecer abertamente gravidade da situação
BBC
Na semana passada, segundo informou o Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul (NIS) em uma audiência parlamentar a portas fechadas, Kim disse que se sentia “pisando em gelo fino devido à situação econômica”, de acordo com legisladores presentes no encontro.
O NIS também disse que a falta de remédios e suprimentos essenciais acelerou a disseminação de doenças infecciosas, como a febre tifoide.
Essa preocupação crescente foi ampliada pela imprensa estatal, que destacou as medidas que estão sendo tomadas para evitar danos às safras e divulgou cartazes de propaganda enfatizando os esforços para trabalhar na produção de alimentos.
Agricultura moderna
A Coreia do Norte está enfrentando dois problemas principais com seu abastecimento de alimentos.
O primeiro são os métodos de cultivo. Pyongyang pode ter investido em nova tecnologia militar e mísseis, mas carece do maquinário moderno necessário para uma colheita rápida e bem-sucedida, de acordo com especialistas.
Choi Yongho, do Instituto de Economia Rural da Coreia, disse à BBC que “a presença insuficiente de equipamentos agrícolas resulta em baixa produtividade de alimentos”.
Conseguimos ver isso por nós mesmos.
De um mirante recém-inaugurado na ponta oeste da Coreia do Sul, com os prósperos arranha-céus de Seul como pano de fundo, a reportagem da BBC teve uma boa visão do rio Han na Coreia do Norte. Parece tão perto — e ainda assim tão longe.
Ouvi uma jovem de binóculos comentar com sua mãe que os norte-coreanos eram “muito parecidos com elas”.
“Eles são como nós”, disse ela.
Os agricultores, dezenas deles, estavam ocupados criando fardos de arroz e carregando-os nas costas em direção a um trator bastante degradado.
De um novo ponto de observação na ponta oeste da Coreia do Sul, pessoas podem ter uma boa visão do Norte
BBC
Um fazendeiro sul-coreano em Paju, perto da zona desmilitarizada que separa os dois países, disse que levou uma hora para colher a produção de seus campos de arroz com uma máquina. Se tivesse feito isso manualmente, como é feito no Norte, levaria uma semana, diz.
Altamente vulnerável
Mas, junto com a falta de tecnologia e suprimentos agrícolas, a Coreia do Norte enfrenta um problema de muito mais longo prazo para garantir seu suprimento de alimentos.
O país foi listado pelas agências de inteligência dos EUA como uma das 11 nações mais vulneráveis ​​aos efeitos do aquecimento global, e a área limitada que possui para plantar pode ser a mais atingida.
“As flutuações na produção de arroz e milho se tornarão mais frequentes ​​ao longo da costa ocidental, que é o celeiro histórico da Coreia do Norte”, diz Catherine Dill, do Conselho de Riscos Estratégicos — uma das autoras de um relatório recente sobre ‘Crises Convergentes na Coreia do Norte’ .
Isso pode explicar por que Pyongyang enviou seu embaixador do Reino Unido para a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática em Glasgow.
“A Coreia do Norte é particularmente vulnerável a desastres naturais. Inundações, chuvas de monções e tufões afetam o país todos os anos, o que impacta diretamente a produção e indiretamente causa problemas de pragas”, diz Choi.
Coreia do Norte é particularmente vulnerável a desastres naturais
BBC
O relatório ‘Converging Crises’ indica que isso vai piorar muito nos próximos anos e que a produção de arroz, em particular, será afetada por secas e inundações.
“Tempestades mais intensas já parecem estar afetando a Coreia do Norte, há exemplos realmente proeminentes disso nas temporadas de tufão de 2020 e 2021. E em termos de aumento do nível do mar, as áreas costeiras estarão cada vez mais em risco”, diz Dill.
Embora Pyongyang raramente se envolva com o mundo exterior, muitas vezes abre uma exceção para as mudanças climáticas e o meio ambiente.
A Coreia do Norte trabalhou com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) em 2003 e 2012, e também é signatária de tratados internacionais, incluindo o Protocolo de Quioto e o Acordo de Paris.
Um dos motivos para esse engajamento nas mudanças climáticas pode ser seu impacto na produção de alimentos do país.
O relatório do Pnuma de 2012 observou que a temperatura média na Coreia do Norte aumentou 1,9°C entre 1918 e 2000, uma das taxas de aquecimento mais rápidas da Ásia.
De acordo com um relatório do Fundo Verde para o Clima de 2019, as temperaturas médias anuais na Coreia do Norte devem aumentar ainda mais até 2050, entre em 2,8 e 4,7°C.
Nesse contexto, a Coreia do Sul observa uma oportunidade de que os países atuem juntos em um problema que afeta os dois.
A Ministra do Meio Ambiente de Seul, Han Jeoung-ae, disse à BBC na semana passada que esperava encontrar seu homólogo em Glasgow para falar sobre a colaboração intercoreana na mudança climática, mas isso não aconteceu.
Se a delegação norte-coreana estiver ouvindo os discursos na Escócia, saberá que mesmo quando o medo associado à pandemia diminuir e o comércio com a China for retomado, com as mercadorias fluindo novamente pela fronteira, o país enfrentará uma crise crescente que vai afetar profundamente uma população já vulnerável.
E o país não poderá superar isso sozinho.
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Fonte: G1 Mundo

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Satélites mostram modelos em tamanho real de navios militares dos EUA montados no deserto da China


Instituto militar americano aponta que militares chineses podem usar réplicas de embarcações dos EUA para treinamento, enquanto cresce a tensão no Mar da China Meridional. Governo chinês nega. Imagem de satélite mostra o que parece uma réplica de um navio americano construído no meio do deserto da China
Maxar Technologies via AP
Imagens de satélite obtidas no domingo (7) por agências de notícias mostram o que seriam modelos em escala real de navios de guerra dos Estados Unidos construídos no meio do deserto da China. Embora não haja nenhuma informação oficial sobre o porquê dessas construções, acredita-se que elas sirvam como alvos para treinamentos militares chineses.
Pelas imagens, é possível ver que ao menos um dos modelos replica um porta-aviões e um outro, um destróier. Um dos alvos foi visto montado em trilhos usados para transportá-lo. Entre as estruturas em escala natural, havia algumas mais sofisticadas, parecendo ser instrumentos de navegação, de acordo com o Instituto Naval dos Estados Unidos (USNI, na sigla em inglês).
Estrutura plana que serviria para fazer treinamentos militares na China, montada no meio do deserto em Xinjiang
Maxar Technologies via AP
Centrados em enormes porta-aviões, os comandos navais de batalha dos EUA estão entre as armas mais poderosas do arsenal americano. Um deles se encontra estacionado no Pacífico, onde observa áreas-chave como Taiwan e o Mar do Sul da China — onde existe em curso uma disputa nas águas territoriais chinesas.
Do outro lado da disputa regional, a China vem desenvolvendo mísseis para combate naval há alguns anos. Essa corrida armamentista inclui projéteis capazes de destruir porta-aviões.
EUA observam
Imagem de satélite mostra terminal ferroviário onde estariam sendo construídas as réplicas dos navios americanos na China
Maxar Technologies via AP
As imagens chamaram a atenção das autoridades militares dos EUA. O Instituto Naval dos Estados Unidos diz que esses modelos foram construído há mais de dois anos — o do porta-aviões, diz um relatório, entre março e abril de 2019.
“Passou por várias reconstruções e foi quase completamente desmontado em dezembro de 2019. Mas o local voltou a ser usado no final de setembro deste ano, e a estrutura estava praticamente concluída no início de outubro”, completou.
O instituto americano também diz que, segundo a empresa de Inteligência AllSource Analysis, a área já foi usada para testes de mísseis balísticos no passado.
Ao ser questionado sobre as imagens, o porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Wang Wenbin, disse na segunda-feira não estar a par da situação.
Pequim está avançando em um grande projeto de modernização de seu arsenal, de acordo com um relatório do Pentágono divulgado na semana passada, com muitas de suas armas projetadas para ajudar a neutralizar os principais navios americanos em caso de um conflito regional.
Tensão nos mares
MAPA – Mar da China Meridional
g1
O Exército chinês mobilizou alguns de seus mísseis em exercícios, o que, segundo depoimento dado há meses no Congresso pelo almirante da Marinha americana Philip Davidson, é “uma mensagem inequívoca para o público regional e global”.
Os Estados Unidos fazem, regularmente, operações no Mar do Sul da China e ao redor de Taiwan, o que irrita Pequim.
A China reivindica a soberania de quase toda essa área marítima e considera Taiwan como uma parte de seu território a ser retomada, um dia, se necessário à força.

Fonte: G1 Mundo

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Migrantes em Belarus tentam entrar na Polônia, que coloca polícia para barrar a fronteira; entenda a crise migratória


Grupo de migrantes de países do Oriente Médio tenta forçar a passagem para o território polonês e, assim, entrar na União Europeia. Rígida quanto à migração, a Polônia acusa o regime de Alexander Lukashenko de usar os solicitantes do refúgio como arma política. Migrantes do Oriente Médio em Belarus tentam abrir passagem na cerca que os separa da Polônia, nesta segunda-feira (8)
Leonid Shcheglov/BelTA via AP
Milhares de migrantes de países do Oriente Médio estão retidos em Belarus enquanto tentam entrar na União Europeia pela Polônia — que, por sua vez, vai fechar postos de fronteira nesta terça (9) e já posicionou forças de segurança para impedir a entrada dos estrangeiros.
De um lado, a Polônia e outros países da União Europeia dizem crise migratória está sendo usada por Belarus para pressionar o bloco, que impôs sanções ao regime de Alexander Lukashenko após o atual presidente se manter no poder com uma eleição cercada de denúncias de fraude e com repressão a dissidentes.
Entenda nova crise migratória na fronteira entre Belarus e Polônia
Do outro lado, a Polônia adota uma política extremamente rígida de migração e não quer acolher os solicitantes de refúgio: os policiais inclusive estão na fronteira com Belarus justamente para impedir a entrada dessas pessoas.
Assim, aumenta a preocupação com a escalada da violência na fronteira. Migrantes usaram toras de madeira para tentar abrir passagem nas cercas que impedem a entrada na Polônia. Alguns jogaram objetos nos policiais poloneses, que revidaram.
Entenda nesta reportagem os seguintes pontos sobre a crise migratória no Leste Europeu:
Quanto são os migrantes e de onde eles vêm?
Qual a situação na fronteira, neste momento?
Por que o governo de Belarus é acusado de instrumentalizar a crise?
Como a Polônia responde ao fluxo migratório?
Por que a crise pode desestabilizar a União Europeia?
Quantos são os migrantes e de onde eles vêm?
Migrantes do Oriente Médio, incluindo crianças, permanecem nesta segunda (8) em Belarus enquanto tentam entrar na Polônia pela fronteira
Leonid Shcheglov/BelTA via AP
Não há um número exato de migrantes tentando entrar na Polônia. O governo polonês estima entre 3 mil e 4 mil pessoas na fronteira com Belarus, mas esse total pode aumentar porque há cerca de 10 mil estrangeiros em território bielorrusso que ainda devem tentar cruzar a fronteira.
Esses migrantes vieram, na maioria, de países do Oriente Médio que ainda enfrentam grave crise humanitária, como a Síria e o Iraque. Eles tentam entrar a pé na União Europeia, que adota uma política de distribuição dos solicitantes de refúgio entre os países integrantes — política até hoje contestada entre os governos; alguns consideram que recebem imigrantes demais.
Pai segura filho nos braços na fronteira de Belarus com a Polônia nesta segunda-feira (8): ele integra grupo de migrantes que tenta entrar na União Europeia
Leonid Shcheglov/BelTA via AP
Para chegar à União Europeia, o grupo precisa passar por países do Leste Europeu que não integram o bloco. É o caso de Belarus, que faz fronteira com a Polônia, a Letônia e a Lituânia, todos estados-membro da UE.
Embora a crise migratória já tenha se estendido para Letônia e Lituânia, a maioria dos migrantes tenta passar para o território polonês porque é lá que eles conseguiriam ser enviados com mais facilidade a outros países do bloco, especialmente a Alemanha.
Qual a situação na fronteira entre Belarus e Polônia?
Forças de segurança da Polônia intensificam patrulha na fronteira com Belarus nesta segunda (8) para evitar passagem de migrantes do Oriente Médio
Leonid Shcheglov/BelTA via AP
Bastante tensa. Nesta segunda-feira (8), o governo polonês anunciou o fechamento dos postos fronteiriços a partir do dia seguinte. Além disso, a Polônia colocou 12 mil policiais e militares na fronteira para barrar a entrada dos migrantes.
Mesmo separados fisicamente entre os dois países — há uma cerca em grande parte da fronteira — houve confronto entre os migrantes e as forças de segurança polonesas. Um grupo tentou abrir a passagem cortando a barreira ou mesmo empurrando com toras de madeiras. Policiais revidaram com gás de pimenta, o que ainda abre um problema jurídico porque os migrantes não estão em território polonês.
Mulheres migrantes de países do Oriente Médio fazem fogueira para enfrentar o frio enquanto tentam passar de Belarus para a Polônia nesta segunda (8)
Leonid Shcheglov/BelTA via AP
Preocupa também a situação humanitária dos migrantes, uma vez que muitas crianças integram a caravana. Além da fome e dos abusos a que estão sujeitos, faz muito frio na região nesta época do ano, com temperaturas abaixo de zero.
Em estado de emergência, a Polônia impediu a entrada de jornalistas e de agências independente que costumam fazer o auxílio a refugiados e migrantes. Com isso, não maiores dados precisos sobre a situação na fronteira com Belarus.
Por que o governo de Belarus é acusado de instrumentalizar a crise?
Alexander Lukashenko, presidente de Belarus, em foto de 26 de abril
Sergei Sheleg/BelTA Pool Photo via AP, File
Porque o governo bielorrusso não impediu que a caravana de migrantes cruzasse o país rumo à Polônia, e as autoridades polonesas acusam o regime de Alexander Lukashenko de usar os solicitantes de refúgio como arma política para que a União Europeia retire as sanções contra Belarus.
Essas sanções foram impostas depois que o regime de Lukashenko se tornou ainda mais repressivo, com a vitória em eleições cercadas de acusações de fraude e repressão a dissidentes.
O estopim para que a União Europeia tomasse medidas mais duras foi a ordem do governo de Belarus em desviar para a capital bielorrussa um voo que seguia da Grécia à Lituânia — ambas integrantes da UE — para que um opositor fosse preso (relembre no VÍDEO abaixo).
Belarus é acusada de sequestrar voo para prender opositor
Mesmo bastante dividida do restante da União Europeia em diversos temas, a Polônia apoiou as sanções — até porque há uma grande comunidade bielorrussa que procurou refúgio ou asilo em solo polonês para escapar da repressão de Lukashenko.
Assim, a Polônia acusa Belarus de usar até militares para apoiar os migrantes do Oriente Médio que seguem rumo à fronteira. Em nota, as forças de segurança polonesas disseram que o regime bielorrusso tenta com essa pressão migratória fazer um ataque “coordenado e híbrido” contra o país.
Como a Polônia responde ao fluxo migratório?
Policiais e militares poloneses fazem barreira na fronteira da Polônia com Belarus nesta segunda (8) para evitar entrada de migrantes do Oriente Médio
Leonid Shcheglov/BelTA via AP
A Polônia é bastante refratária à entrada de migrantes, especialmente do Oriente Médio, e costuma se opor às medidas da União Europeia para facilitar os pedidos de refúgio entre os países integrantes. Até por isso, o governo polonês mantém as fronteiras com os países que não fazem parte da UE altamente vigiadas.
Assim, mesmo diante de uma horda de milhares de imigrantes, alguns passando fome e frio, a Polônia colocou a polícia para barrar a entrada e não pretende acolher estrangeiros dessa caravana. O primeiro-ministro Mateusz Morawiecki manteve o posicionamento:
“A fronteira do Estado Polonês não é só uma linha no mapa: é algo sagrado construído pelo sangue de gerações de poloneses”, escreveu no Facebook.
Por que a crise pode desestabilizar a União Europeia?
Helicóptero militar da Polônia vigia grupo de migrantes que tenta entrar no país por meio da fronteira com Belarus nesta segunda (8)
Leonid Shcheglov/BelTA via AP
Porque a Polônia já vem em crise com o bloco há anos por diversos motivos, e novas exigências dos outros países integrantes sobre aceitar os solicitantes de refúgio poderiam colocar sob ainda mais tensão as relações do governo com a União Europeia.
No mês passado, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ameaçou impor sanções sobre a Polônia porque o Tribunal Constitucional alinhado com o governo conservador nacionalista polonês rejeitou a primazia das regras do bloco europeu sobre a legislação nacional.
Agora, com a crise migratória, a União Europeia disse esperar que a Polônia aceita ajuda da agênciado bloco destinada à migração: a Frontex. Isso colocaria o país em consonância com outros integrantes do bloco mais abertos em receber solicitantes de refúgio e outros migrantes.
O problema é que a Polônia sob o governo conservador e nacionalista do partido PiS se recusa a participar do programa e rejeita a distribuição dos migrantes entre os países da UE — o que levaria os poloneses a aumentarem o número de migrantes no país.
A própria União Europeia reconhece que o momento é delicado. Adalbert Jahnz, porta-voz da Comissão Europeia, acusa Belarus de tentar desestabilizar o bloco.
“É a continuidade desesperada do regime Lukashenko em usar as pessoas como peças para desestabilizar a União Europeia e, claro, os nossos valores”, disse Jahnz.

Fonte: G1 Mundo

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Gripe aviária se espalha na Polônia atingindo granjas com cerca de 650 mil aves


País é o maior produtor de aves da União Europeia. Doença tem avançado rapidamente na Europa, aumentando a preocupação na indústria avícola Japão sacrificou quase 300 mil frangos para conter a gripe aviária no final de 2020
Reuters
A Polônia relatou vários focos de gripe aviária H5N1 altamente patogênica em fazendas avícolas com grupos de quase 650.000 aves, disse a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) nesta segunda-feira (8).
A Polônia é o maior produtor de aves da União Europeia.
Cinco surtos, dos quais quatro em fazendas de engorda de perus e um em uma granja de frangos de corte, foram encontrados na parte oriental do país, enquanto outro foi descoberto em uma granja de perus e gansos na parte ocidental do país, disse a OIE, citando um relatório das autoridades da Polônia.
A gripe aviária, que se espalha mais frequentemente por aves selvagens migratórias, tem avançado rapidamente na Europa, aumentando a preocupação na indústria avícola depois que surtos anteriores levaram ao abate de dezenas de milhões de aves e restrições ao comércio internacional.
Mutação, variante, cepa e linhagem: entenda o que significam os termos ligados à evolução do vírus
Na sexta-feira, o governo francês colocou todo o país em alerta máximo para a gripe aviária, estendendo a exigência de manter todos os grupos de aves nas áreas internas.
Isso aconteceu depois que as autoridades da Holanda no mês passado também ordenaram que fazendas comerciais mantivessem todos as criações nas áreas internas, depois que a gripe aviária foi relatada em uma fazenda.
Enquanto isso, no Reino Unido, um surto de gripe aviária altamente patogênica H5 foi relatado em uma pequena unidade avícola no centro da Inglaterra na segunda-feira. O Reino Unido declarou na semana passada uma Zona de Prevenção da Gripe Aviária em todo o país, ordenando que granjas e criadores de aves reforcem as medidas de biossegurança.
Assista vídeo do mundo dos agronegócios:

Fonte: G1 Mundo

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Incêndio em escola mata 24 crianças no Níger

Segundo governo local, outros 80 alunos ficaram gravemente queimados. Um incêndio numa escola da cidade de Maradi, no sul do Níger, atingiu três salas de aula, matando ao menos 24 crianças. Outros 80 meninos e meninas ficaram gravemente queimados. A escola era construída de madeira e palha.
O incêndio começou na tarde de segunda-feira, pelo horário local, disse o governador Chaibou Aboubacar à agência de notícias alemã DPA. A causa do incêndio ainda não foi esclarecida. Fotos da cena do acidente foram compartilhadas no Twitter.
De acordo com as Nações Unidas, o Níger, com cerca de 25 milhões de habitantes, é um dos países mais pobres do mundo e tem uma das menores taxas de alfabetização da África.
Devido a um pequeno orçamento para a educação, não há escolas suficientes no país; muitos edifícios escolares são feitos de madeira, palha ou chapas de metal. Em algumas áreas rurais, as aulas acontecem à sombra das árvores.
Um incidente semelhante ocorreu em uma escola em um subúrbio da capital, Niamey, em abril. Naquela ocasião, 20 crianças morreram.

Fonte: G1 Mundo

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Nos EUA, regiões republicanas têm mais mortes por Covid-19 do que as democratas, aponta levantamento


Índices de vacinação explicam diferenças, que têm aumentado nos últimos cinco meses e em outubro foram maiores do que nunca, segundo ‘NY Times’. Em condados onde Trump teve muito mais votos em 2020, número de mortes foi em média três vezes maior do que onde Joe Biden obteve vitória expressiva. O presidente dos EUA, o democrata Joe Biden, tomou a dose de reforço da vacina contra a Covid em 27 de setembro
Kevin Lamarque/Reuters
Com o aumento da taxa de vacinação nos Estados Unidos, as diferenças nos índices de mortes provocadas pela Covid-19 nos estados predominantemente republicanos ou democratas se tornaram mais acentuadas do que nunca, segundo levantamento publicado pelo jornal “New York Times” nesta segunda-feira (8).
Isso aconteceria porque nas regiões controladas pelos republicanos há uma tendência maior a uma população mais conservadora, com mais resistência ao uso de máscaras e outras medidas de prevenção, e especialmente com mais pessoas recusando as vacinas.
Já nos redutos de eleitores democratas o número de pessoas dispostas a se vacinar é maior, e isso se refletiu nos dados do último mês, de acordo com os dados apontados pelo jornal.
Nesse período, a lacuna cresceu mais do que em qualquer outro ponto anterior da pandemia, embora a diferença venha crescendo já há cinco meses consecutivos.
Em outubro, a cada 100 mil residentes em condados onde Donald Trump teve muito mais votos na eleição presidencial de 2020 (60% ou mais), 25 pessoas morreram de Covid. Em comparação, nos condados em que Joe Biden venceu expressivamente, foram 7,8 mortes, ou três vezes menos.
O então vice-presidente dos Estados Unidos, o republicano Mike Pence, recebeu no dia 18 de dezembro de 2020 a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Donald Trump foi vacinado, mas não divulgou imagens
Saul Loeb/AFP
Segundo David Leonhardt, autor do artigo, embora algumas pessoas tentem desqualificar a justificativa, atribuindo a maior mortalidade nesses locais a fatores como clima ou faixa etária, isso não explicaria porque a diferença começou a se acentuar justamente após a intensificação da vacinação.
Especialmente no ano passado, quando ainda não havia vacinas disponíveis, as taxas de óbito eram equilibradas, sem que fosse possível apontar um padrão predominante de acordo com algum partido político.
Outro ponto a ressaltar a favor da vacina como ponto de influência, lembra o “NY Times”, é que apenas 10% dos democratas adultos ainda não fizeram uso do imunizante, em comparação a quase 40% dos adultos que se identificam como republicanos.
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Fonte: G1 Mundo

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Inglaterra passa a aceitar entrada de brasileiros vacinados com Coronavac sem passar por quarentena


Quem tiver duas doses de uma vacina contra a Covid-19 precisará apenas apresentar teste negativo para a doença, além do comprovante de vacinação. Antes, viajantes com esta vacina não eram considerados completamente imunizados e tinham que cumprir com isolamento de 10 dias. Passageiros no aeroporto de Heathrow, em Londres.
REUTERS/Toby Melville
A Inglaterra anunciou nesta segunda-feira (8) que viajantes que receberem as vacinas Sinovac (Coronavac), Sinopharm e Covaxin não precisarão mais cumprir com dez dias de quarentena.
Anteriormente, o país não reconhecia os imunizados com estas vacinas como “completamente protegidos” e por isso tinham que respeitar um isolamento ao desembarcar.
No mês passado, o Brasil saiu da “lista vermelha” para a Covid-19. Com a medida, a quarentena obrigatória em hotéis do governo no território inglês deixou de ser obrigatória.
Viajantes brasileiros apenas apresentar um teste negativo para a doença, além do comprovante de vacinação com pelo menos duas semanas desde a última dose.
Os vacinados no Brasil serão reconhecidos como qualquer indivíduo britânico vacinado dentro do reino, contanto que tenham sido vacinados com os imunizantes abaixo:
Oxford/AstraZeneca
Pfizer/BioNTech
Moderna
Janssen
Sinovac (conhecida no Brasil como Coronavac)
Sinopharm Beijing
Coxavin
O que muda?
Com a saída do Brasil da “lista vermelha”, a Inglaterra reabre o seu território para viajantes comuns. Antes, apenas cidadãos britânicos, ou estrangeiros residentes, podiam passar – com restrições.
Todo os viajantes maiores de 11 anos ainda são obrigados a fazer um teste de Covid-19 nas 72 horas anteriores ao embarque.
Não é mais obrigatório reservar um dos hotéis autorizados pelo governo britânico para ficar dez dias em quarentena.
No entanto, ainda será necessário preencher o formulário “Passenger Locator”, para acompanhamento do viajante em caso de infecção.
A decisão, no entanto, vale apenas para a Inglaterra. Outros países que integram o Reino Unido têm autonomia para decidir sobre seus visitantes. A Escócia, País de Gales e a Irlanda do Norte mantêm o Brasil em sua “lista vermelha”.
Centro de testes para o diagnóstico do coronavírus em Southampton, na Inglaterra
Andrew Matthews/AP
Como comprovar a vacinação?
Quem se vacinou no Brasil poderá comprovar a vacinação com o certificado nacional emitido pelo Ministério da Saúde em inglês como em espanhol. É preciso que apareçam as seguintes informações de maneira clara:
nome e sobrenome do viajante
data de nascimento
marca e fabricante da vacina
data de vacinação de cada uma das doses
país ou território em que a vacina foi aplicada
LEIA TAMBÉM: Passaporte da vacinação: como obter certificado que comprova imunização contra Covid
Além disso, também é necessário:
fazer teste para Covid no 2º dia após a chegada
preencher o formulário “Passenger Locator”
E se não estiver 100% vacinado?
Viajantes que receberam apenas uma dose de vacina – ou duas doses de vacinas que não aparecem na lista – não são considerados “totalmente vacinados” pelo governo inglês e devem seguir regras diferentes:
apresentar teste de Covid feito 72h antes
fazer dois testes (a 2 e 8 dias) após a chegada
preencher o formulário “Passenger Locator”
autoisolamento em casa ou outro lugar por 10 dias

Fonte: G1 Mundo