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Caso Henry, injúria racial, noiva insubmissa e Coração Cachorro: os vídeo mais vistos da semana


Veja as imagens que repercutiram entre 25 e 29 de outubro. Veja as imagens que repercutiram entre 25 e 29 de outubro.

Fonte: G1 Mundo

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Reino Unido resgata dezenas de pessoas LGBT do Afeganistão após avanço do Talibã


Governo britânico diz que 29 chegaram nesta sexta (29), e mais afegãos LGBT devem chegar nos próximos dias ao país. Bandeira LGBT
Pixabay
Dezenas de afegãos LGBT chegaram ao Reino Unido desde a tomada de Cabul pelo Talibã, informou o governo britânico nesta sexta-feira (29). O Afeganistão, país que já era bastante opressor a essas pessoas, tornou-se um lugar ainda mais perigoso depois que os extremistas islâmicos tomaram o controle.
O ministério das Relações Exteriores organizou essas operações de resgate em parceria com grupos de direitos das pessoas LGBT. Nesta sexta, chegaram ao Reino Unido 29 afegãos, e há expectativa de que mais ainda cheguem em solo britânico nos próximos dias, informou a agência Reuters.
Centenas de pessoas se reúnem, algumas segurando documentos, perto de um posto de controle em volta do Aeroporto Internacional Hamid Karzai, em Cabul, capital do Afeganistão, em 26 de agosto de 2021
Wali Sabawoon/AP
O Talibã tomou o controle do Afeganistão em agosto, quando cenas de pessoas desesperadas para deixar o país chamaram a atenção do mundo.
Afeganistão: entenda os riscos para as mulheres sob o regime talibã
A maior preocupação das autoridades internacionais é com os direitos das mulheres, da população LGBTQIA+ e de não muçulmanos, uma vez que o grupo é conhecido por adotar uma versão fundamentalista do Islã e chegar ao extremo de executar quem não seguir a lei islâmica.
Recentemente, o assassinato de uma jogadora de vôlei da seleção afegã júnior pelo regime Talibã gerou revolta na comunidade esportiva internacional — o esporte feminino não é autorizado pelos extremistas.

Fonte: G1 Mundo

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Tonga registra o 1º caso de Covid-19 no país desde o início da pandemia


Fechamento rígido das fronteiras evitou por 18 meses que o coronavírus entrasse em território tonganês. Homem infectado, que é um passageiro da Nova Zelândia, está em quarentena. Palácio Real de Tonga, em Nuku’alofa
By Uhooep – Own work, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=74534094
Tonga, um país-arquipélago no Oceano Pacífico, registrou nesta sexta-feira (29) o primeiro caso de Covid-19 desde o começo da pandemia, que foi oficialmente declarada em março de 2020. De acordo com autoridades locais, o coronavírus chegou por lá em um viajante da Nova Zelândia.
O primeiro-ministro de Tonga, Pohiva Tu’i’onetoa, disse que o passageiro chegou da cidade neozelandesa de Christchurch na quarta-feira e está isolado em um hotel. Na segunda, o governo tonganês vai anunciar se há planos para um lockdown ou outra medida.
Uma medida como essa mesmo apenas com um caso confirmado teria precedente na Oceania: com apenas um caso de Covid em agosto, a Nova Zelândia chegou a decretar um lockdown.
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Assim como outros pequenos países da Oceania, Tonga conseguiu se manter completamente livre do vírus por quase 18 meses com medidas rígidas como a interrupção total do turismo. O fato de serem pequenos arquipélagos ajuda a ter maior controle, mas, por outro lado, caso houvesse um surto de Covid-19, o sistema de saúde dessas nações dificilmente daria conta.
Por exemplo, Fiji conseguiu ficar livre da crise sanitária até abril, quando um surto atribuído à variante delta, mais contagiosa, matou 673 pessoas.
Entenda como surgem as variantes dos vírus e por que a Delta preocupa na pandemia de Covid
A vacinação ainda caminha lentamente em Tonga, com pouco mais de 30% da população completamente vacinada contra a Covid-19 segundo dados do Our World In Data.
Há a preocupação agora com o recente aumento de casos na Austrália e na Nova Zelândia, dois países que controlaram bem o vírus no início da pandemia mas que agora viveram surtos de Covid-19. Ambos os países respondem pela maioria das chegadas e partidas nas ilhas da Oceania, o que preocupa as autoridades sanitárias.

Fonte: G1 Mundo

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Ex-mensageiro da Al-Qaeda preso em Guantánamo denuncia ter sofrido tortura e abuso sexual por parte de interrogadores americanos


Majid Khan fez relato no tribunal em que está sendo julgado por crimes de guerra. ‘Quanto mais eu cooperava e contava a eles, mais era torturado’, disse. Majid Khan em foto de 2009
Reuters/Center for Constitutional Rights/Handout via Reuters
Um prisioneiro de Guantánamo que passou pelo brutal programa de interrogatório do governo dos EUA após os ataques de 11 de setembro o descreveu abertamente pela primeira vez nesta quinta-feira (28), relatando que ficou apavorado e chegou a ter alucinações com os métodos que a CIA por muito tempo buscou manter em segredo.
Majid Khan é ex-morador dos subúrbios de Baltimore, nos EUA, e se tornou mensageiro da Al-Qaeda. Ele disse no tribunal onde é julgado por crimes de guerra que foi submetido a dias de abusos dolorosos nas instalações clandestinas da CIA enquanto seus interrogadores tentavam arrancar informações dele.
Foi a primeira vez que qualquer um dos chamados “presos de alto valor” mantidos na base dos EUA em Cuba pôde testemunhar sobre o que os EUA chamaram eufemisticamente de “interrogatório intensificado”, mas foi amplamente considerado tortura.
Khan falou sobre ficar suspenso nu em uma viga do teto por longos períodos, ensopado repetidamente com água gelada para mantê-lo acordado por dias. Ele descreveu que sua cabeça foi mergulhada na água a ponto de quase se afogar e em seguida teve água derramada em seu nariz e boca quando os interrogadores o deixavam subir para respirar. Ele foi espancado, recebeu enemas forçados, disse ter sido abusado sexualmente e passou fome em prisões no exterior, cujas localizações não foram divulgadas.
“Eu implorava que parassem e jurava que vão sabia de nada”, disse ele. “Se eu tivesse informação para dar, teria dado, mas não tinha nada”.
Khan leu um comunicado de 39 páginas na audiência que ocorreu na base dos EUA em Cuba.
Um painel de militares pode condenar Khan a 25 a 40 anos de prisão, mas ele ficará detido muito menos por causa de sua ampla cooperação com as autoridades dos EUA.
A prisão de Guantánamo, na ilha de Cuba
AP
Sob um acordo judicial, sobre o qual os jurados não foram informados, a sentença de Khan pelo júri será reduzida para não mais de 11 anos. Isso significa que ele deve ser libertado no início do ano que vem, reassentado em um terceiro país, ainda desconhecido, porque não pode retornar ao Paquistão, país do qual tem cidadania.
Parte do tratamento de Khan já foi detalhado em um relatório do Comitê de Inteligência do Senado, divulgado em 2014, que acusou a CIA de infligir dor e sofrimento a prisioneiros da Al- Qaeda muito além de seus limites legais e enganar os americanos com narrativas de interrogatórios úteis não comprovados por seus próprios registros.
Ex-presidiário de Guantánamo e outro estrangeiro são impedidos de entrar no Brasil pelo RS
Khan concordou com essa avaliação. “Quanto mais eu cooperava e contava a eles, mais era torturado”, disse ele.
Ele passou cerca de três anos em prisões clandestinas da CIA antes de ser levado para Guantánamo em setembro de 2006. Ele disse que nunca viu a luz do dia nesses lugares clandestinos e não teve contato com ninguém além de guardas e interrogadores desde sua captura até seu sexto ano no centro de detenção da base em Cuba.
Khan, de 41 anos, admitiu ter sido um mensageiro da Al-Qaeda e ter participado do planejamento de várias ações que nunca foram executadas. Ele se confessou culpado em fevereiro de 2012 de acusações que incluem conspiração, assassinato e apoio material ao terrorismo em um acordo que reduziu sua sentença em troca de cooperação com as autoridades em outras investigações, incluindo um processo contra cinco homens acusados de planejar e fornecer apoio logístico para os ataques de 11 de setembro.
Cidadão do Paquistão que nasceu na Arábia Saudita, Khan mudou para os EUA com sua família na década de 1990 e eles receberam asilo. Ele se formou no colégio nos subúrbios de Baltimore e trabalhou em tecnologia na área de Washington em um escritório onde pôde ver a fumaça saindo do Pentágono em 11 de setembro de 2001.
Ele diz que se voltou para a ideologia radical após a morte, no início daquele ano, de sua mãe, a quem ele descreveu como a pessoa mais importante de sua vida.
Khan se desculpou por suas ações e disse que assume total responsabilidade. Ele disse que agora só quer se reunir com sua esposa e a filha que nasceu enquanto ele estava em cativeiro. Ele disse que perdoou seus captores e seus torturadores.
Foto de 19 de janeiro de 2012 mostra dois detidos de Guantánamo acorrentados ao chão durante intervalo de recreação no Bloco A do Campo Seis da prisão, em Cuba
Jim Watson/AFP
“Também tentei compensar as coisas ruins que fiz”, disse ele. “É por isso que me declarei culpado e cooperei com o governo dos EUA”
Khan é o primeiro dos detidos de “alto valor”, aqueles que passaram pelo programa de interrogatório, a ser condenado e sentenciado nos tribunais militares mantidos na base.
Os cinco homens acusados pelos ataques de 11 de setembro incluem Khalid Shaikh Mohammad, que se autodenominou o arquiteto das ações. Esse caso ainda está em fase de pré-julgamento e um juiz disse que não terá início antes do ano que vem.
Os EUA mantêm 39 homens presos na Baía de Guantánamo.

Fonte: G1 Mundo

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Rainha Elizabeth II é aconselhada por médicos a descansar por mais duas semanas


A monarca passou uma noite no hospital na semana passada depois de ser submetida a avaliações preliminares. Mesmo com a recomendação, ele deve participar de cerimônia em 14 de novembro. Rainha Elizabeth II participa de reunião por videoconferência com o embaixador da Coreia do Sul em Londres na terça-feira (26)
Victoria Jones/Pool via Reuters
A rainha Elizabeth II, do Reino Unido, foi aconselhada por seus médicos a descansar por ao menos mais duas semanas, durante as quais a monarca de 95 anos deve evitar visitas oficiais e só fazer atividades leves, informou o Palácio de Buckingham, nesta sexta-feira (29).
Ainda assim, a rainha, que é a monarca mais velha e há mais tempo no trono, está determinada a comparecer à cerimônia anual do Domingo da Lembrança, informou o palácio. A data homenageia os mortos de guerra do Reino Unido em 14 de novembro.
Elizabeth passou uma noite no hospital na semana passada depois de ser submetida a avaliações preliminares devido a um incômodo não especificado, mas sem relação com a Covid-19.
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A monarca já havia desistido de discursar pessoalmente a líderes mundiais na semana que vem na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), em Glasgow (veja o VÍDEO abaixo).
Por orientação médica, rainha Elizabeth II não participará da COP26
‘Precaução sensata’
Uma fonte palaciana disse que ela continua bem disposta e que gravou uma mensagem de vídeo para os delegados na tarde desta sexta-feira.
Um descanso adicional para a rainha foi uma “precaução sensata”, acrescentou uma fonte do palácio.
A rainha pareceu estar bem humorada ao participar de uma cerimônia virtual de concessão de uma medalha de poesia divulgada pelo palácio na quinta-feira. Ela também foi vista saudando embaixadores estrangeiros por videoconferência.

Fonte: G1 Mundo

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Porto Rico lidera a vacinação contra a Covid-19 nos EUA


Território americano no Caribe vacinou 73% de sua população contra a Covid-19; a média no país é de 66%. Mulher é vacinada contra a Covid-19 de Porto Rico em foto de outubro de 2021
Ricardo Arduengo/AFP
Porto Rico, território americano no Caribe, lidera a vacinação contra a Covid-19 nos Estados Unidos. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), 73% da população da ilha já recebeu a proteção completa até esta sexta-feira (29). A média dos Estados é de 57%.
A alta taxa de vacinação deste território não-incorporado contrasta com sua aparente vulnerabilidade para a pandemia. A nação caribenha enfrenta constantes quedas no abastecimento de luz e a falta de médicos e enfermeiros nos poucos centros de saúde quatro anos após o devastador Furacão Maria.
Porto Rico é uma ilha do Caribe que os EUA tomaram da Espanha em 1898. Em 1952, Washington lhe conferiu o status de “Estado livre associado”, o que dá alguns direitos para seus habitantes, como a cidadania americana e a liberdade de movimento no território norte-americano.
Os porto-riquenhos, no entanto, não podem votar em eleições presidenciais, a menos que residam no continente, e são representados no Congresso por apenas um comissário sem direito a voto.
A cerca de 150 quilômetros da República Dominicana, Porto Rico é considerado um território não incorporado dos EUA, a pouco mais de The U.S. territory responded with some of the strictest pandemic measures in the country, including nonessential-business closures, stay-at-home orders and mask mandates.
Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Mundo

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Menina corta fita de inauguração antes da hora na Turquia e irrita presidente Erdogan; veja VÍDEO


Mesmo o com o pedido do presidente turco para que ela esperasse, a garotinha ainda cortou a fita mais uma vez durante a inauguração de um parque em Ancara. Menina rouba a cena em inauguração na Turquia
Uma cena inusitada — e fofa — chamou a atenção do evento que inaugurou um parque em Ancara, capital da Turquia nesta quinta-feira (28). Uma menina cortou antes da hora a fita que marcaria a inauguração do local, deixando o presidente Recep Tayyip Erdogan visivelmente irritado. Assista ao VÍDEO acima.
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Depois que ela cortou a fita, os funcionários correram para colocar outra fita e ainda tentaram tirar a tesoura da mão da menininha. Erdogan ainda tentou pedir que a garota esperasse quando fosse a hora. Mas não teve jeito e ela cortou de novo.
“Eu cortei!”, disse a menina. “Ah, não, por que a pressa?”, respondeu Erdogan.
Momento em que menina corta fita de inauguração de um parque em Ancara, capital da Turquia, diante do presidente Recep Tayyip Erdogan
Turkish Presidency Pool via Reuters
Com isso, sobrou só um pedaço muito pequeno para Erdogan cortar e declarar o parque simbolicamente inaugurado.
Não é a primeira vez que isso acontece com Erdogan. Em setembro, em outro evento, um menino cortou a fita antes da hora — e também deixou o presidente turco visivelmente irritado.

Fonte: G1 Mundo

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Novos surtos de Covid levam China a adiar casamentos e cancelar centenas de voos


Restrições têm objetivo de impedir grande epidemia antes dos Jogos de Inverno, marcados para 2022. Profissional de saúde com traje de proteção coleta amostra de uma moradora de Lanzhou para um teste de Covid-19 no distrito de Chengguan, na província de Gansu, em 20 de outubro de 2021 na China
cnsphoto via Reuters
As autoridades da China cancelaram centenas de voos e pediram a seus cidadãos que adiassem casamentos e realizassem funerais mais curtos depois de endurecer, nesta sexta-feira (29), as medidas de contenção para impedir novos focos de Covid-19 antes do início dos Jogos de Inverno.
O número de casos continua muito mais baixo do que na maioria dos países, com 48 novas infecções notificadas nesta sexta-feira. Ainda assim, o governo chinês – que já aplicou mais de 2 bilhões de doses da vacina – prefere não correr riscos.
O país mais populoso do mundo reduziu ao mínimo o número de casos de coronavírus desde o início da pandemia, graças às medidas de tolerância zero adotadas pelo governo. Entre elas, o fechamento de fronteiras, confinamentos seletivos e longos períodos de quarentena.
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Agora, a China está enfrentando novos surtos em várias regiões que recebem muitos turistas. Este quadro levou as autoridades a ordenarem que milhões de cidadãos fiquem em casa, restrinjam suas viagens entre as províncias e se submetam a testes de detecção de coronavírus.
As autoridades, porém, preferem não arriscar e impuseram um confinamento a dezenas de milhares de pessoas em Pequim, capital do país e cidade que sediará os Jogos Olímpicos em fevereiro, após a detecção de alguns casos de coronavírus.
Os residentes devem “adiar casamentos, realizar funerais curtos, não organizar banquetes e reduzir reuniões desnecessárias”, declarou nesta sexta Pang Xinghuo, vice-diretor do centro de controle de doenças, em entrevista coletiva.
Além disso, os locais turísticos limitarão sua capacidade, enquanto o recém-inaugurado complexo da Universal Studios entrará em “estado de emergência para prevenção epidemiológica”, segundo anunciou o vice-diretor do Gabinete de Informação, Xu Hejian.
Segundo a plataforma chinesa Feichangzhun, metade dos voos dos dois principais aeroportos da capital foi cancelada hoje.
Na frente aos centros médicos da capital, longas filas se formavam, com pessoas à espera de cumprir os rígidos controles anticovid-19 implementados pelas autoridades sanitárias chinesas.
Tu Anling, uma cientista da computação de 24 anos, disse à AFP que precisava de um teste para poder viajar de trem para Nanjing, cidade localizada a cerca de 1.000 quilômetros ao sul da capital.
“Inicialmente, combinei de encontrar meus amigos aqui (em Pequim), mas o recente surto fez com que muitos deles dissessem que não viriam mais”, contou Tu Anling.
Muitas regiões estão exigindo que os passageiros apresentem um teste negativo antes de entrar, sobretudo, no caso daqueles que se deslocam de cidades onde houve registro recente de infecções.

Fonte: G1 Mundo

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Biden se encontra com Macron e diz que EUA foram atrapalhados ao substituir a França em negócio com a Austrália


Biden afirmou que tinha a impressão de que os franceses sabiam que os americanos trabalhavam para serem contratados pela Austrália. Joe Biden e Emmanuel Macron no Vaticano, em 29 de outubro de 2021
Kevin Lamarque/Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o da França, Emmanuel Macron, se encontraram nesta sexta-feira (29) pela primeira vez desde que os EUA “roubaram” um contrato para fornecer submarinos para a Austrália dos franceses.
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Biden disse que os americanos foram atrapalhados ao lidar com a situação. “Não foi algo feito com muita graciosidade”, afirmou ele ao francês.
O presidente dos EUA afirmou que tinha a impressão de que a França tinha sido informada que os EUA estavam tentando “roubar” o cliente dela.
“Temos que olhar para o futuro”, disse Macron, ao receber o presidente Biden com sorriso e apertos de mãos na residência Villa Bonaparte.
O presidente francês elogiou para Biden as “decisões concretas” tomadas que “geram um processo de confiança” entre França e Estados Unidos.
O caso surgiu quando o presidente dos Estados Unidos anunciou uma nova aliança na região Indo-Pacífica com Austrália e Reino Unido, que prejudicou um megacontrato de submarinos entre Paris e Canberra. As autoridades francesas denunciaram uma “facada” e uma “quebra de confiança”.
França e Estados Unidos querem virar a página da crise franco-americana sobre submarinos australianos que abalou inclusive as relações entre Estados Unidos e a União Europeia.
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Fonte: G1 Mundo

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Na França, Didier Raoult, o ‘Dr. Cloroquina’, se envolve em nova polêmica


Equipes de um hospital de Marselha teriam testado um tratamento contra tuberculose com uma combinação de quatro medicamentos cuja eficácia conjunta nunca havia sido avaliada. Didier Raoult em imagem de agosto de 2020
Christophe Simon / AFP
O polêmico diretor do Hospital Universitário (IHU) de Marselha, Didier Raoult, conhecido como Dr. Cloroquina, está mais uma vez em evidência. O site investigativo francês Mediapart revela que o professor Raoult teria conduzido experimentos sem seguir protocolos de pesquisa em pacientes com tuberculose. O hospital desmentiu os ensaios clínicos, mas a Justiça anunciou na quinta-feira (28) que dará seguimento ao caso, após uma ação legal da agência de medicamentos.
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Em um vídeo que ele mesmo postou, Didier Raoult nega qualquer pesquisa sobre tuberculose. Após as denúncias do Mediapart, a Assistência Pública dos Hospitais de Marselha (AP-HP) lançou uma investigação interna. Ao mesmo tempo, essas acusações preocupam as associações de pacientes. 
Em 22 de outubro, o site de notícias Mediapart afirmou que o Hospital de Marselha vinha realizando “um experimento ‘selvagem’ contra a tuberculose” desde 2017, um experimento que teria causado graves complicações em vários pacientes, incluindo um menor.
De acordo com Mediapart, que cita vários funcionários do Hospital em condição de anonimato, além de relatórios de internação, as equipes do IHU testaram uma combinação de quatro medicamentos cuja eficácia conjunta nunca havia sido avaliada contra esta doença infecciosa.
Diante da “gravidade e da extensão potencial dos fatos denunciados”, a AP-HM, da qual depende o IHU, lançou uma investigação no mesmo dia.
Na quarta-feira (27), ela confirmou que “alguns” dos pacientes tratados para tuberculose com a combinação de antibióticos citada tinham “complicações renais” e “pelo menos uma das quais exigia cirurgia”.
A AP-HM especificou que havia efetivamente recebido um “protocolo de pesquisa sobre esta combinação de antibióticos” em agosto de 2019, mas que este havia sido retirado um mês depois “diante das ressalvas expressas da Agência Nacional de Segurança de Medicamentos (ANSM)”, responsável, na França, por autorizar pesquisas envolvendo seres humanos.
No entanto, “na ausência de um ensaio aberto e apesar das reservas expressas pela agência de medicamentos, o Hospital Universitário de Marselha continuou a fornecer esses tratamentos”, disse o porta-voz da AP-HM.
Raoult nega
Para a tuberculose sensível, o IHU apresentou dois projetos de pesquisa “para encurtar o tratamento”, mas “não o aplicamos logo que tivemos o parecer da ANSM”, disse Didier Raoult na quinta-feira (28) à noite no canal de televisão por assinatura C8.
Assim, para o professor Raoult, que reservou a sua reação a este canal privado, “não houve testes, apenas opções terapêuticas por parte dos médicos”.
A ANSM disse, na véspera, que havia encomendado uma fiscalização no IHU: “De acordo com as nossas investigações iniciais, consideramos que certos estudos deviam ter sido realizados de acordo com a legislação que rege a pesquisa em seres humanos (…). Isso não é admissível”.
A Agência informou à Promotoria de Marselha, que não abriu uma investigação em seguida, mas fez uma “primeira avaliação”.
Na segunda-feira, Didier Raoult afastou as acusações contra sua equipe, estimando no Twitter que “as últimas ‘revelações’ são uma tempestade em um copo d’água”.
Na quinta-feira, o chefe do pólo de doenças infecciosas e tropicais do IHU, Prof. Philippe Brouqui, por sua vez garantiu que os tratamentos utilizados no IHU “são todos com fármacos anti-tuberculose reconhecidos”.
Ele afirma que, entre 2017 e 2021, o IHU teve um grupo de 17 pacientes com tuberculose resistente ou com fatores de risco para resistência, e desse grupo tratado com uma combinação de antibióticos, “apenas um morreu de câncer terminal”.
Ao mesmo tempo, “dos 96 doentes tratados com os tratamentos convencionais anti-tuberculose (…) ocorreram 13 mortes”, defende o professor Brouqui, que também se diz “feliz” com a abertura de inquérito para apurar também “quem encaminhou” os prontuários dos pacientes para a imprensa.
O IHU e Raoult tiveram uma grande cobertura da mídia no início da pandemia de Covid-19, defendendo a hidroxicloroquina como tratamento, apesar da falta de efeito comprovado.
Didier Raoult, aposentado como professor universitário e médico hospitalar, deve deixar a chefia do IHU até final de junho de 2022.
De acordo com a OMS, cerca de 1,5 milhão de pessoas morreram em 2020 de tuberculose, a segunda doença infecciosa mais letal do mundo, depois da Covid-19.
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Fonte: G1 Mundo