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Governo da Etiópia perde controle de cidade a 400 km da capital para rebeldes


País vive uma guerra civil há cerca de um ano. Rebeldes da região do Tigray conquistaram uma cidade que fica em uma província vizinha. Homens que abandonaram região de conflito em Tigray, na Etiópia, se reúnem diante de TV para acompanhar as notícias no campo de refugiados de Umm Rakouba em Qadarif, leste do Sudão
Nariman El-Mofty/AP
As forças militares do governo da Etiópia, que estão em uma guerra civil com a Frente de Libertação do Povo do Tigray (TPLF), retiraram-se neste sábado (30) de Dessie, uma cidade estratégica na região de Amhara, que faz fronteira com Tigray.
Houve combates e cortes de energia na cidade.
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Caso essa informação se confirme, a queda da cidade para a Frente de Libertação do Povo do Tigray (TPLF) seria um grande golpe para o governo federal. A guerra entre o governo e os rebeldes já dura cerca de um ano.
Os combatentes da TPLF entraram na cidade, e os soldados da Força de Defesa Nacional da Etiópia não apareceram, afirmou um morador que se identificou apenas como Mohammed.
Nem os rebeldes nem o governo se manifestaram imediatamente sobre a situação em Dessie.
Acesso restrito
Grande parte do norte da Etiópia está com as comunicações bloqueadas, enquanto o acesso de jornalistas é restrito, dificultando a verificação de forma independente das informações no local do conflito.
Dessie, que fica na região de Amhara, vizinha de Tigray, está localizada cerca de 400 quilômetros ao norte da capital da Etiópia, Adis Abeba.
Os residentes haviam relatado anteriormente um forte aumento da concentração militar na área, enquanto os civis que fugiram de cidades próximas afetadas pelo conflito mais ao norte se aglomeraram em Dessie para se refugiar.
Em 20 de outubro, a TPLF alegou que os rebeldes estavam “dentro do alcance da artilharia” de Dessie, e o presidente regional de Amhara, Yilkal Kefale, pediu no dia seguinte aos amharas armados que fossem para a cidade para defendê-la.
Origem do conflito
O conflito começou em novembro passado, quando o primeiro-ministro Abiy Ahmed enviou tropas para a região do Tigray e a operação se transformou em uma guerra prolongada, marcada por massacres, estupros em massa e uma ameaça iminente de fome.
O primeiro-ministro, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2019, afirmou que a operação foi uma resposta aos ataques pela TPLF a acampamentos do Exército.
A TPLF era o partido governante regional que dominou a política nacional por três décadas antes de Abiy assumir o cargo.
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Fonte: G1 Mundo

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‘Petrobras é um problema’, diz o presidente Jair Bolsonaro em conversa com líder da Turquia

Presidente do Brasil conversou durante alguns momentos com Recep Erdogan, da Turquia. Em conversa com líder da Turquia, Bolsonaro diz que Petrobras é um problema
O presidente Jair Bolsonaro, que está em Roma neste sábado (30) para o encontro dos líderes do G20, o grupo das 20 maiores economias do mundo, conversou com o presidente Recep Erdogan, da Turquia, e afirmou que a Petrobras “é um problema”, reclamou da cobertura da imprensa e mentiu a respeito de seus índices de aprovação e da política para formação do seu ministério.
Foi uma conversa rápida, registrada pelo jornalista Jamil Chade, do portal UOL.
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Na rodinha da conversa, Bolsonaro mentiu ao dizer que a economia do Brasil está voltando forte, ignorando o crescimento da inflação e do desemprego, além da alta do dólar, no preço da gasolina e da queda do PIB. E voltou a criticar a imprensa: “A mídia, como sempre, está no atacando, estamos resistindo bem”.
“Não é fácil ser chefe de estado em qualquer lugar do mundo”, completou o presidente do Brasil.
Ao ser perguntando sobre as eleições, Bolsonaro afirmou que tem grande apoio popular, ao contrário do que dizem as pesquisas, que mostram altos índices de desaprovação ao governo.
“Tenho um apoio popular muito grande, temos uma boa equipe de ministros, não aceitei indicação de ninguém”, afirmou ele. Isso também não é verdade, pois houve acordos com os partidos do Centrão em muitas ministérios
Bolsonaro disse também que a Petrobras é um problema: “Petrobras é um problema. Mas estamos quebrando monopólios, com uma reação muito grande. Há pouco tempo era uma empresa de partido político. Mudamos isso”.
Bolsonaro participa do primeiro encontro do G20 neste sábado (20)
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Fonte: G1 Mundo

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Veja vídeo de festa de Halloween na Alemanha

Evento no ‘castelo de Frankenstein’ acontece no sul da Alemanha há 40 anos. No ano passado, a festa foi cancelada por causa da pandemia de Covid-19. Alemanha tem encontro de monstros no Halloween
Perto de Frankfurt, na Alemanha, também há um evento ligado ao Halloween, a data dos monstros que é tradicional nos Estados Unidos. A festa aconteceu na sexta-feira (29).
Há cerca de 40 anos comemora-se o festival Frankenstein de Halloween no sul da Alemanha.
Pessoas se fantasiam de vampiros e zumbis para participar. No ano passado, por causa da pandemia o evento foi cancelado pela primeira vez em sua história.
Petra Kaemmerer, porta-voz do festival Frankenstein de Halloween, disse que a decisão de organizar o evento anual com mais de 40 anos novamente em 2021 não foi fácil. Apesar das décadas de sucesso, “também recebemos mensagens de ódio”.
Ainda assim, ela acrescentou, “não podemos nos trancar para sempre. Temos que nos divertir e precisamos de outras pessoas ao nosso redor”.
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Fonte: G1 Mundo

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Como a Suíça derrotou uso descontrolado de heroína facilitando acesso à droga nos anos 1990


País europeu decidiu testar uma abordagem radical e controversa — que incluía oferecer heroína pura e salas de consumo seguro para dependentes. Na década de 1990, a Suíça decidiu combater uma das piores epidemias de drogas da Europa testando uma política radical e controversa — que incluía oferecer heroína pura e salas de consumo para dependentes. A nova estratégia reduziu drasticamente o número de overdoses, de infecções por HIV, vírus causador da Aids, e de novos usuários.
Em entrevista ao jornalista Zak Brophy, do programa de rádio Witness da BBC, o médico suíço Andre Seidenberg, que trabalhou com dependentes químicos por décadas, e a ex-presidente Ruth Dreifuss, que fez campanha pela mudança na política pública do país, contam como a Suíça derrotou o uso descontrolado de heroína facilitando acesso à droga nos anos 1990.
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“Eu experimentei quase todas as drogas, meus amigos tiveram problemas sérios com droga. Felizmente eu escapei… Comecei a estudar medicina e meus pacientes, às vezes, acabavam sendo velhos amigos.” A declaração é do médico Andre Seidenberg, hoje aposentado, que trabalhou ajudando usuários de drogas na Suíça desde os anos 1970.
Naquela época, o país vivia uma grande epidemia de heroína. O governo respondia com repressão policial e tratamentos focados apenas na abstinência. Mas a estratégia não estava funcionando. A situação ficou tão fora de controle que, no final dos anos 1980, alguns governos locais decidiram tolerar o consumo de drogas em determinados espaços públicos, como parques, numa tentativa de recuperar algum tipo de controle.
Estes lugares ficaram conhecidos needle parks (parques das agulhas, em tradução literal) — e o Platzspitz Park, em Zurique, era um dos mais famosos.
“Primeiro eram algumas centenas, depois alguns milhares todos os dias, se drogando, vagando por ali, traficando todo tipo droga. Tornou-se uma cena realmente horrível, com muito HIV, e pessoas morrendo lá mesmo. Elas morriam no parque ou nas proximidades, em qualquer esquina. Era uma desgraça”, conta o médico.
Seidenberg fazia parte da crescente comunidade de profissionais de saúde da linha de frente que desafiava a política oficial. Eles começaram a oferecer aos dependentes acesso a abrigos e serviços médicos, além de agulhas esterilizadas. Esta última iniciativa foi particularmente vital quando o HIV, vírus causador da Aids, começou a se espalhar na década de 1980.
No final dos anos 1980 e início dos anos 1990, a Suíça tinha a maior taxa de infecção por HIV na Europa Ocidental, em parte devido ao compartilhamento de seringas para injetar drogas. Este era o lado sombrio de uma das sociedades mais ricas do mundo — mergulhada em uma crise que aparentemente não fazia distinção de classes.
“No needle park, você podia encontrar qualquer tipo de pessoa, gente rica e pobre, pessoas completamente desesperadas e quase morrendo ou morrendo de fato. E você também via pessoas ricas e saudáveis, ​​que trabalhavam em um banco durante o dia, mas compravam heroína.”
Para Seidenberg, estava claro que a política vigente não estava funcionando. “O filho de um amigo meu morreu de overdose depois de dois anos de luta para se tornar abstinente”, lembra. “Então esta é minha experiência pessoal, realmente falhamos, falhamos no tratamento, falhamos na prevenção. E estávamos impotentes diante dos danos produzidos pelo consumo.”
Quando a ex-presidente da Suíça Ruth Dreifuss se tornou ministra da Saúde no início da década de 1990, as vozes de reformistas como Seidenberg estavam chamando cada vez mais a atenção dos formuladores de políticas públicas. E ela própria apoiou a nova abordagem.
“Estava claro que eu, como ministra federal da saúde e responsável pela implementação da lei de entorpecentes, tinha que facilitar a inovação na prática”, diz ela em entrevista ao programa Witness da BBC. “Aqueles que tinham realmente uma forte conexão com a população diziam que tínhamos que experimentar novas maneiras. Não era possível continuar como fazíamos no passado.”
Em 1991, o governo suíço elaborou então uma nova política nacional, que combinava uma linha dura em relação à criminalidade e uma abordagem de saúde pública para os dependentes — ficou conhecida como “estratégia dos quatro pilares”.
Um dos pilares era a aplicação da lei. Mas os outros três — prevenção, redução de danos e tratamento — se baseavam em tratar os usuários de drogas de forma mais humana. No entanto, a Suíça é uma federação altamente descentralizada, na qual as decisões são frequentemente tomadas por meio de referendos. Cada região ou cidade teve então que ser convencida a experimentar algumas das novas ideias de política pública.
“Fui atuante em toda essa campanha, indo de norte a sul, leste a oeste, no meu país para explicar por que estávamos fazendo isso, quais eram os resultados e a responsabilidade da população em superar a estigmatização dos usuários de drogas e considerar aqueles que são dependentes como pessoas com uma doença que precisa ser cuidada”, lembra Dreifuss.
Um dos elementos mais controversos do plano era testar o que ficou conhecido como tratamento assistido com heroína (HAT, na sigla em inglês). Consistia em oferecer aos dependentes heroína pura sob prescrição médica, a ser injetada com segurança em clínicas especializadas. Desta forma, eles parariam de comprar drogas contaminadas no mercado clandestino.
A primeira clínica do tipo foi inaugurada na Suíça em 1994. Os pacientes precisavam preencher critérios rigorosos, como não ter respondido a outros tratamentos. Além da terapia, eles também recebiam ajuda com emprego e moradia.
O programa HAT foi concebido como uma investigação científica, e os resultados preliminares pareciam promissores. Mas a oposição permaneceu forte em algumas partes da Suíça. Os críticos da proposta afirmavam que receitar heroína para os viciados poderia influenciar os jovens, além de prejudicar os próprios dependentes químicos.
Com o tempo, no entanto, os dados começaram a ser mostrar conclusivos. Graças aos testes do tratamento assistido com heroína e a outros programas — como a ampliação do uso de metadona (usada na desintoxicação de heroína) —, o número de overdoses fatais no país caiu pela metade entre 1991 e 2010. Ao mesmo tempo, as infecções por HIV foram reduzidas em 65%, e a quantidade de novos usuários de heroína caiu 80%.
“De certa forma, é algo para se orgulhar quando você consegue algo depois de vários anos de luta e trabalho”, diz Seidenberg. “Mas o principal é que as pessoas voltaram a ter saúde, começaram a pensar em normalizar suas vidas e conseguiram – pelo menos mais da metade conseguiu – realmente uma vida normal. E as pessoas não estavam morrendo”, avalia.
Mas o teste final do projeto foi político. Em 2008, a Suíça realizou um referendo nacional, em que 68% da população votou pela incorporação permanente da política dos quatro pilares à lei federal.Foi uma longa jornada de construção de consenso político, mas para a ex-presidente Ruth Dreifuss valeu a pena. “A experiência mais positiva que um líder político pode ter é dizer que ajudou a salvar vidas. E foi este o caso.”

Fonte: G1 Mundo

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Dois raros leões brancos nascem em reserva na Espanha; veja vídeo

Animal não é considerado uma espécie diferente; os pais dos leões têm pelo de cor mais escura. Dois raros filhotes de leão branco nasceram em uma reserva animal no sul da Espanha
Dois leões brancos, um tipo raro de animal, nasceram no dia 24 de outubro em uma reserva para animais no sul da Espanha. Os animais, um de cada sexo, foram transferidos para uma sala especial na sexta-feira (29) para controlar sua alimentação.
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Os leões não são albinos. Eles têm alguns genes raros de uma região da África do Sul. Os país deles não são da mesma cor.
Eles não são reconhecidos como diferentes, portanto não há uma proteção legal para leões brancos. Estima-se que há menos de 13 leões brancos fora de cativeiro no mundo.
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Fonte: G1 Mundo

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Rainha Elizabeth II está ‘em muito boa forma’, diz primeiro-ministro britânico no G20


“Falei com Sua Majestade e ela está em muito boa forma”, declarou o chefe do governo britânico em entrevista ao canal britânico Channel 4, sobre o estado de saúde da soberana de 95 anos. A rainha Elizabeth II, da Grã-Bretanha, acena após participar de sessão no Parlamento Galês, em Cardiff, no País de Gales, em 14 de outubro de 2021
Jacob King/Pool via AFP
A rainha Elizabeth II, colocada em repouso por pelo menos mais duas semanas por seus médicos, está “em muito boa forma”, garantiu neste sábado (30) seu primeiro-ministro, Boris Johnson, já em Roma para participar do encontro do G20.
“Falei com Sua Majestade e ela está em muito boa forma”, declarou o chefe do governo britânico em entrevista ao canal britânico Channel 4, sobre o estado de saúde da soberana de 95 anos. “Ela só precisa seguir os conselhos de seus médicos e descansar um pouco”, continuou Johnson. “Acredito que todo o país envia seus votos a ela”.
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A rainha, que passou uma noite no hospital na semana passada para se submeter a “exames preliminares”, nos termos do Palácio de Buckingham, precisou cancelar sua viagem à COP26 sobre o clima em Glasgow, na Escócia, poucos dias depois de desistir de um deslocamento à Irlanda do Norte.
A soberana deverá renunciar a qualquer viagem oficial por pelo menos mais duas semanas, segundo anunciou o Palácio de Buckingham na sexta-feira à noite. Ela, porém, poderá continuar a realizar “tarefas leves”, incluindo audiências por videoconferência.
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A rainha foi recomendada a descansar em 20 de outubro, um dia após uma recepção no Castelo de Windsor, onde apareceu conversando com seu primeiro-ministro Boris Johnson e o empresário americano Bill Gates.
Sua última aparição pública foi na quinta-feira, quando entregou, por videoconferência, a medalha de ouro da poesia ao poeta inglês David Constantine. Um vídeo de 24 segundos transmitido pelo Palácio a mostrou sorrindo, conversando por meio de telas com o poeta.
Elizabeth II, cujo marido, o príncipe Philip, faleceu em abril passado aos 99 anos, foi vista recentemente andando com o apoio de uma bengala, algo que não acontecia desde 2004.

Fonte: G1 Mundo

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Entenda o que é o G20


Grupo foi criado na década de 1990, mas encontro de líderes dos países só começou a ocorrer em 2008. Juntas, as nações do G20 representam cerca de 80% da economia global. Líderes do G20 aguardam para posar para foto do grupo em Roma, em 30 de outubro de 2021
Ludovic Marin// AFP
O Grupo dos 20 é, na verdade, uma organização dos ministros da Economia e presidentes dos Banco Centrais de 19 países e da União Europeia.
Líderes mundiais chegam a Roma para primeira reunião presencial do G20 na pandemia
Mudança climática, Covid-19 e impostos são temas de encontro de líderes do G20
Os membros são os seguintes países:
África do Sul
Alemanha
Arábia Saudita
Argentina
Austrália
Brasil
Canadá
China
Coreia do Sul
Estados Unidos
França
Índia
Indonésia
Itália
Japão
México
Reino Unido
Rússia
Turquia
Esses países representam cerca de 80% de toda a economia global.
Na segunda metade dos anos 1990 houve uma série de crises econômicas e, em 1999, o G20 foi criado. A ideia era reunir os líderes para discutir os desafios econômicos, políticos e de saúde.
Naquele momento, falava-se muito em globalização e na importância de uma certa proximidade para poder resolver problemas. O G20 é, na verdade, uma criação do G7, o grupo de países democráticos e industrializados.
Encontro de líderes
O primeiro encontro dos líderes dos países aconteceu em 2008. A cada ano um dos 19 países organiza o evento.
Depois de dois dias de encontros, o grupo publica um comunicado (os países não têm obrigação de incluir as conclusões desse texto final em sua legislação). Além disso, os encontros bilaterais são uma parte importante dos eventos.
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Mudança climática, Covid-19 e impostos são temas de encontro de líderes do G20


Os presidentes da China e da Rússia não foram ao encontro em Roma. Líderes de países do G20 em foto de 30 de outubro de 2021; Jair Bolsonaro é o antepenúltimo, da esquerda para a direita, na primeira fileira
Yara Nardi/Reuters
Os líderes dos 20 países que têm as maiores economias do mundo começaram uma reunião de dois dias em Roma, na Itália, neste sábado (30).
Os grandes temas desse encontro devem ser impostos, Covid-19 e aquecimento global.
A expectativa é que haja discussões sobre mudanças climáticas, mas nesta reunião não deve haver um compromisso significativo para controlar o aquecimento global.
Já há um rascunho do documento que os países devem assinar, e por esse texto há indicações de que os líderes se comprometeram com pequenos incrementos em metas de redução de emissões de gases que causam o efeito estufa.
O primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, cumprimentou os líderes dos outros países e todos posaram para uma foto.
Os presidentes da China e da Rússia não foram presencialmente, o que diminuiu as esperanças de um grande progresso na diplomacia climática antes da próxima cúpula da COP26, em Glasgow, que é vista como vital para enfrentar a ameaça do aumento das temperaturas.
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França vive boom econômico pós-pandemia e tem 400 mil empregos sobrando no mercado


Sobram vagas de recepcionista, garçom, cozinheiro, pedreiro, cuidador, caminhoneiro ou trabalhador agrícola. Foto sem data de rua de Paris
François Grunberg/Ville de Paris
A economia francesa voltou a crescer de forma surpreendente com o controle da epidemia de Covid-19, +3% no terceiro trimestre deste ano – um aumento do PIB em três meses que não se via há 50 anos –, e superior ao da Alemanha (+1,8%). Esse aquecimento acaba exacerbando um problema que já existia antes de 2019: um número considerável de empregos que não encontram interessados.
Atualmente, existem cerca de 400 mil vagas de trabalho não preenchidas em todo o país. Alguns setores sofrem mais que outros. A pandemia abriu os horizontes para outras oportunidades e mudou a percepção sobre o trabalho – os cargos presenciais a 100% ou com horários difíceis têm tido menos candidatos. 
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Sobram vagas de recepcionista, garçom, cozinheiro, pedreiro, cuidador, caminhoneiro ou trabalhador agrícola. Os hospitais também atravessam uma crise gravíssima, com falta de enfermeiros. Há carência de médicos e veterinários em várias regiões. Pequenas e médias empresas, além das start-ups do setor de tecnologia, não encontram no mercado os perfis que procuram. 
Os baixos salários em algumas atividades são apenas uma parte da equação mal resolvida. Esta semana, um estudo de um organismo (Apec) que acompanha a evolução do mercado de trabalho de pessoas com ensino superior mostrou que existe um boom na oferta de empregos nas áreas de saúde e social (45% de vagas adicionais em relação a 2019), na indústria farmacêutica (+39%) e no setor varejista (+31%), mas faltam candidatos. Algumas profissões levam tempo para formar, como um médico. Porém, em outras, as razões do desencontro entre vaga e candidato são complexas. 
Os empregadores apontam uma defasagem, uma inadequação entre a formação do candidato e o que ele deve executar no cargo, ou seja, um problema atualização profissional. A demanda por melhores salários tem aumentado, mas não é o único entrave. As empresas insistem no perfil de pessoas com cinco a dez anos de experiência, mas essas já estão empregadas. Por outro lado, os recém-formados continuam com dificuldade de quebrar a barreira do primeiro emprego por falta de experiência. Ao menos 83% dos franceses que chegaram a postos sêniores dizem estar satisfeitos com seus empregos atuais e não pensam em mudar. 
Crise nos hospitais por falta de enfermagemEm dois anos, desde outubro de 2019, 20% dos leitos da rede pública hospitalar foram fechados por falta de paramédicos. A carência de enfermeiras e auxiliares de enfermagem é particularmente preocupante. A sobrecarga de trabalho durante a pandemia foi a gota d’água num setor que já enfrentava problemas de absenteísmo, por questões relacionadas com a organização dos horários e do estresse cotidiano, além dos salários baixos. 
Na urgência, o governo reajustou os salários no ano passado, mas a medida não foi suficiente para melhorar a atratividade da profissão. O salário de base de uma enfermeira em início de carreira no sistema público subiu para € 2.026 líquidos, cerca de R$ 14.500. Com isso, a França passou a ocupar o 18° lugar num ranking de 29 países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), ganhando oito posições. Mas a hemorragia não parou. As enfermeiras têm dado preferência ao trabalho liberal, em consultório, em escolas ou empresas. Muitas simplesmente mudaram de profissão. 
Os sindicatos da categoria dizem que as enfermeiras recém-formadas abandonam a carreira em cinco anos, em média. Elas preferem ir trabalhar em Luxemburgo ou na Suíça, onde o salário inicial é o dobro do pago na França. A obrigação vacinal da Covid-19 só piorou uma crise que começou há 15 anos, quando houve uma ampla reforma dos hospitais.
Remédio de cavalo
O ministro da Saúde, Olivier Verán, reconheceu esta semana que a situação está complicada nos hospitais e pediu tempo para refletir sobre possíveis soluções. Isso no momento em que a epidemia dá sinais de retomada em várias regiões.
O presidente da Federação de Estabelecimentos Hospitalares, Frédéric Valletoux, disse que a saúde pública está precisando de “remédio de cavalo” e reajuste de salário não será suficiente. Ele defende uma cota mínima de profissionais por especialidade nos hospitais e menos burocracia, ou seja, uma reforma ampla.
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Você viu? CPI nas mãos de Aras, adeus a Gilberto Braga, Maurício Souza demitido e susto de halloween que virou abraço


Uma seleção de reportagens publicadas no g1 com as notícias de 25 de outubro a 30 de outubro. Relatório da CPI da Covid entregue a Augusto Aras, procurador-geral da República. Nova alta no preço dos combustíveis. O pagamento do Auxílio Brasil. Adeus a Gilberto Braga. A demissão de Maurício Souza do Minas Tênis. Nova cara do Facebook. O motorista de ônibus questionado por ser gay e dirigir. Line-up do Lollapalooza. Ataque de fofura em susto de Halloween. 
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CPI nas mãos de Aras
Para Augusto Aras, procurador-geral da República, a CPI da Covid “já produziu resultados”. “Temos denúncias, ações penais, autoridades afastadas e muitas investigações em andamento. […] Poderemos avançar na apuração em relação a autoridades com prerrogativa do foro nos tribunais superiores”, disse ele em uma rede social.
A declaração foi dada após ele ter recebido, de um grupo de senadores, o relatório final aprovado da Comissão. O relatório também foi entregue ao Tribunal de Contas da União e ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, mas não ao presidente da Câmara, Arthur Lira, que disse ser “inaceitável” haver no documento o indiciamento de deputados federais. O texto final aprovado nesta semana pediu 80 indiciamentos e incluiu novos nomes, como o do governador do Amazonas, Wilson Lima — na semana passada, eram 68 pedidos.
Na avaliação da senadora Simone Tebet (MDB), “a resposta do procurador foi muito firme”. O relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), disse que, durante o encontro com Aras, o procurador afirmou ter “consciência do dever de fazer”.
E agora? Como de praxe nesse tipo de caso, a PGR já determinou a abertura de uma apuração preliminar para analisar os dados.
➡️ Acusados: saiba quem teve o indiciamento pedido 
VALDO CRUZ: Pedido de indiciamento de deputados por CPI gera clima de guerra entre Câmara e Senado
Offline
Por falar em Bolsonaro… O canal do presidente no YouTube foi suspenso por uma semana após a publicação de um vídeo com mentiras sobre a relação entre vacina da Covid e Aids. Ou seja, agora não é possível publicar nada nem fazer live. O mesmo conteúdo, retirado do ar pela plataforma, também foi removido da conta do presidente no Facebook — no Twitter, o vídeo foi sinalizado como mentiroso.
Facebook e YouTube tiram do ar live em que Bolsonaro associa vacinas contra Covid à Aids
E ainda: o presidente bem que tentou derrubar a restrição da plataforma e replicou uma nova live no canal do filho Carlos Bolsonaro, mas o conteúdo também foi derrubado pelo YouTube. Caso cometa 3 infrações no prazo de 90 dias, o chefe do executivo pode perder seu canal.
Auxílio Brasil
O Ministério da Cidadania confirmou para novembro o depósito do Auxílio Brasil com reajuste de 20% em relação ao Bolsa Família, que será extinto. Mas a promessa do valor mínimo de R$ 400, segundo o governo, vai ficar para dezembro. Clique aqui para ver como ficam os pagamentos do benefício nos próximos dois meses.
E mais: compare o Bolsa Família com o que se sabe sobre o Auxílio Brasil
Gasolina nas alturas
Parecia brincadeira, e muita gente correu para o Google para saber se é verdade… Mas o novo aumento dos combustíveis já é oficial. Com a alta anunciada pela Petrobras, o preço médio de venda da gasolina às distribuidoras passou de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro – crescimento de 7,04%. Já o diesel foi de R$ 3,06 por litro para R$ 3,34 – aumento de 9,15%. O crescimento só não foi maior que a busca pela palavra “gasolina” na internet, que triplicou em 24 horas após o anúncio de mudança no preço.
❓ PREÇO ESTRATOSFÉRICO: Até quando o combustível vai subir?
💰 Especialista dá dicas para economizar combustível após novo aumento da gasolina
Petrobras reverte prejuízo e tem lucro de R$ 31,1 bilhões no terceiro trimestre
Nos postos, houve alta pela 4ª semana seguida, chegando a R$ 7,88 no Sul
Aluguel também deve subir 🏡
E não é só o combustível que está mais caro. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), aquele que serve de base para ajustes no aluguel, subiu 0,64% em outubro, com alta acumulada de 21,73% em 12 meses e 16,74% ao longo deste ano.
Susto em casa
A apresentadora Ana Maria Braga sofreu uma queda em casa e precisou ser internada. Ela escorregou na cozinha e bateu a cabeça. Passado o susto, ela já teve alta e voltou a apresentar o programa na Globo.
Ana Maria Braga
Reprodução
Vai ter Lolla 🎸🎼🎤🎧
Foo Fighters, Strokes, Miley Cyrus, A$AP Rocky, Martin Garrix, Pabllo Vittar e Emicida são as principais atrações do Lollapalooza 2022. Após três adiamentos por conta da pandemia, o festival já tem todos os shows confirmados para 25, 26 e 27 de março de 2022. Veja o lineup completo aqui.
Saiba onde comprar e como trocar ingressos para o festival
Beijo grego
A cena de um beijo grego em “Verdades Secretas 2” viralizou nas redes sociais. A prática sexual consiste em lamber ou beijar o ânus ou a região anal do parceiro ou da parceira. O nome se popularizou porque a prática surgiu na Grécia Antiga. Leia cinco pontos sobre beijo grego.
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De cara nova
“Acredito que faremos uma transição e as pessoas deixarão de nos ver como uma empresa principalmente de mídia social para uma empresa do metaverso”. Foi assim que Mark Zuckerberg, dono do Facebook, desenhou o futuro da sua empresa, que agora passará a se chamar “Meta”. A afirmação, feita em junho durante uma entrevista para o site especializado em tecnologia “The Verge”, já começou a ser colocada em prática. Além da mudança de identidade, a rede social divulgou recentemente um investimento de US$ 50 milhões para construir o tal metaverso (entenda o que é aqui).
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Tragédia no cinema
O diretor assistente do longa-metragem “Rust”, Dave Halls, disse em depoimento à polícia que não fez a inspeção completa da arma que entregou a Alec Baldwin antes de ele atirar na diretora da fotografia do filme, publicou o jornal “The New York Times”. Halls contou no depoimento que a armeira do filme, Hannah Gutierrez-Reed, entregou a arma aberta para que ele a inspecionasse, mas ele não checou todos os cartuchos.
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Morte em parque de diversões
Era pra ser só uma noite de fortes emoções, mas acabou em desespero e tragédia. William Ribeiro de Oliveira, de 29 anos, morreu num parque de diversões em Itu, no interior de São Paulo, depois de retirar a grade que prende o banco e ficar em pé, enquanto o brinquedo estava ligado, no ar. Ele acabou caindo e foi esmagado pela estrutura. “O brinquedo deu duas voltas e comecei a ouvir as pessoas gritando, mas não sabia que era meu irmão que tinha caído”, contou Gabriel Ribeiro de Oliveira, irmão da vítima. Outras cinco pessoas ficaram feridas. A polícia vai investigar se houve falha do equipamento.
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Boato
Apoiadores de Glaidson Acácio dos Santos, preso pela Polícia Federal em agosto e acusado de crime contra o sistema financeiro e organização criminosa, comemoraram com (muita) festa o boato de que o “faraó dos bitcoins” seria solto, como mostra o vídeo abaixo… Mas era só um boato falso. Por 2 votos a 1, a 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) indeferiu o habeas corpus a favor do dono da G.A.S. Consultoria e Tecnologia e de Felipe Silva Novais e Michael de Souza Magno, acusados de fazerem parte do esquema ilegal de investimentos em criptomoeadas.
Clientes festejam suposta soltura do ‘Faraó dos Bitcoins’, que na verdade foi negada
Maurício Souza
🏐 🤾‍♂️ Foi após pressão de patrocinadores cobrando “medidas cabíveis” que o Minas Tênis anunciou a rescisão do contrato com Maurício Souza — em uma rede social, o jogador de vôlei havia feito comentário de teor homofóbico sobre o anúncio da CD Comics de que o Super Homem será bissexual. Antes, a pedido do ex-clube, o atleta chegou a pedir desculpas “a quem se sentiu ofendido” e disse que “seguirá defendendo o que acredita”. 
Minas rescinde contrato com o jogador Maurício Souza, após comentário homofóbico
E depois de ser demitido… Maurício voltou às redes sociais, desta vez publicando uma imagem do Super Homem beijando a Mulher Maravilha. O jogador também defendeu o Minas Tênis e afirmou que a “culpa é da turma da lacração”. 
⚽🌈 Enquanto isso, na Austrália… Josh Cavallo, jogador de futebol do Adelaide United, divulgou vídeo para contar publicamente que é gay (clique aqui para assistir). “Tenho lutado contra a minha sexualidade há mais de seis anos, e estou contente por poder colocar um fim nisso. Tudo o que quero fazer é jogar futebol e ser tratado com igualdade”, disse ele. 
Pai de Ayrton Senna
Milton da Silva, pai do tricampeão mundial de Fórmula Um, Ayrton Senna, morreu aos 94 anos, em São Paulo. O anúncio foi feito em uma rede social oficial do ex-piloto. Miltão, como era carinhosamente apelidado, foi um grande incentivador da carreira do filho, morto em 1994.
Homenagem do perfil de Airton Senna nas redes sociais a Milton da Silva, pai do piloto.
Reprodução/Instagram
Adeus a Gilberto Braga
“Se você analisar ‘Vale Tudo’, você fará analogias com qualquer tempo desse país. Então você vai percebendo na obra dele essa grandeza e esse poder de observação que ele sempre teve.”
As palavras acima são do ator Tony Ramos e o “ele” é Gilberto Braga, autor de icônicas novelas — como “Vale Tudo” (1988) e Paraíso Tropical (2007). Gilberto Braga morreu aos 75 anos em decorrência de uma infecção generalizada. Filho de um escrivão de polícia e de uma dona de casa, estudou letras, deu aulas de francês e chegou a ser crítico de teatro. A paixão pelo cinema o levou para a televisão; queria ser diretor.
Relembre algumas das novelas mais marcantes da carreira de Gilberto Braga
“Eu acho escrever penoso, eu sofro, me sinto julgado, sou muito exigente, não posso dizer… Há muitos escritores assim, sento, vou escrever: ‘Que bom vou escrever’. Não. ‘Que bom’, para mim, é ir à praia”, contou o autor ao Memória Globo.
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Ataque sim…
Mas só de fofura! Korbyn tem apenas 4 anos e era a estrela de um ensaio de fotos vestido de cowboy para celebrar o Halloween. Sabendo que viria uma travessura do pai, a mãe filmava a criança, alegre e sorridente. De repente, ao fundo vai surgindo o pai, vestido de Michael Myers – o grande vilão da franquia de filmes “Halloween” – com uma faca (de mentira, claro) na mão. O intuito era dar um susto de brincadeirinha no pequeno Korbyn, mas a inocência do menino, que esticou os bracinhos, pedindo um abraço, surpreendeu.
Halloween: Pai tenta assustar filho, mas é surpreendido com um abraço
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‘Mona, tem troco?’
De forma velada, mas ainda assim preconceituosa, o motorista de ônibus Leandro Miranda ouviu de uma passageira a dúvida sobre como ele dirigia sendo gay. Há nove anos no posto, Leandro levou na brincadeira e reagiu com deboche. “[Dirijo] Dando pinta: ‘vou armar a seta, vou parar, hein’, ‘mona, tem troco?’”. Todo o ônibus riu, e o relato em vídeo feito pelo próprio Leandro viralizou nas redes sociais.
Motorista de ônibus diz que foi questionado por passageiro por ser gay
Mesmo com o sucesso do vídeo, Leandro diz que alguns passageiros ainda duvidam de que ele seja gay e motorista de ônibus. Ele segue lidando com bom humor. Para esse problema, contou ao g1, a solução vai ser pedir para a empresa de ônibus fazer um crachá que tenha escrito “motorista gay”.
Na hora do sim
Cuidar, sim; amar, sim; respeitar, sim; ser submissa… Não, isso não. A noiva Inaiã Dias estava fazendo os votos de casamento quando negou repetir um dos “mandamentos” ditos pelo cerimonialista, em um buffet de São Paulo. Todo mundo riu e, claro, aplaudiu.
Noiva viraliza na internet ao se recusar a fazer voto de submissão no casamento
“Depois da celebração, o cerimonialista explicou que ele quis dizer que a submissão era uma caminhada junto um com o outro. Eu entendi o ponto de vista dele, mas não concordei inteiramente. Acho que de fato precisa ter respeito, amor e parceria, mas os tempos são outros e certas palavras estão fora do tempo”, disse ela, em lua-de-mel em Trancoso (BA), ao g1.
Mas, que fique bem claro: todos levaram numa boa, a festa transcorreu com muito sucesso e Inaiã reforçou que não guarda mágoa nenhuma.
Mentira
A Polícia Civil prendeu 19 estudantes de medicina suspeitos de entrarem no curso com históricos escolares falsos no processo de transferência externa para a Universidade de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Foram 17 presos em Goianésia, um em Formosa e um em Barreiras, na Bahia.
Um vídeo mostra o momento em que uma policial anuncia a prisão dos alunos na sala de aula. Veja abaixo:
Alunos são presos suspeitos de fraudar entrada em curso de medicina
Tentativa de aborto
A jovem que estava grávida de 27 semanas e morreu após tentar abortar aplicando injeções na barriga reclamou ao namorado de dores horas após o procedimento (relembre o caso aqui). Os dois tinham comprado um chamado “kit aborto” pela internet por R$ 1.400. O caso foi registrado na terça-feira (26), em Votorantim (SP). Kevin Willians, de 22 anos, foi preso em flagrante, mas será investigado em liberdade. Ana Carolina Pereira Pinto, de 20 anos, morava com os pais, que não sabiam da gestação, descoberta pelo casal havia cerca de um mês. A defesa de Kevin disse que ele colabora com a investigação e que vai se pronunciar em momento oportuno.
Jovem morreu após usar medicação para abortar aos 7 meses de gravidez em Votorantim; namorado foi preso
Reprodução/Facebook
De princesa a plebeia
A princesa Mako, sobrinha do imperador Naruhito, do Japão, deixou oficialmente de pertencer à família real ao casar com o plebeu Kei Komuro. Sem nenhuma cerimônia especial ou pompa, a união foi definida apenas pela assinatura do registro oficial do casamento. Além de confirmar que os dois se tornam marido e mulher legalmente, o documento definiu o desligamento de Mako da família imperial.
Princesa Mako desafia lei japonesa e se casa com plebeu

Fonte: G1 Mundo