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Proposta de homenagem a Bolsonaro gera polêmica na Itália


Presidente pode receber título de cidadão honorário de vilarejo italiano onde nasceu seu bisavô. Mas políticos locais, religiosos e ativistas condenam honraria. Pequena cidade no norte da Itália tem proposta de homenagear o presidente Jair Bolsonaro. Um bisavô de Bolsonaro é natural de lá
Evaristo de Sá/AFP; Blue Velvet/Italian Wikipedia
A câmara de vereadores de uma pequena cidade no norte da Itália deverá votar nesta segunda-feira (25) uma proposta para conceder o título de cidadão honorário ao presidente brasileiro, Jair Bolsonaro.
A homenagem, porém, gerou polêmica e declarações de indignação por parte de políticos locais, ativistas e até grupos religiosos, num momento em que o líder brasileiro é acusado de crimes contra a humanidade e outros delitos pela CPI da Pandemia no Senado.
A ideia de conceder o título a Bolsonaro partiu de Alessandra Buoso, prefeita de Anguillara Veneta, um pequeno município de apenas 4 mil habitantes localizado na região do Vêneto. A cidade a 80 km de Veneza é terra natal de um bisavô do presidente.
Buoso defendeu que a homenagem não tem motivação política. “Pensei nas pessoas do meu país que migraram para o Brasil e construíram uma vida até chegar à Presidência, levando o nome de Anguillara Veneta para o mundo”, disse a prefeita em entrevista à agência de notícias italiana Ansa na semana passada.
Questionada sobre os crimes imputados a Bolsonaro pela CPI da Pandemia, a política italiana justificou que não estava ciente das acusações. O relatório final da comissão no Senado brasileiro foi apresentado na última quarta-feira, mesmo dia em que Buoso assinou a proposta.
“Não posso entrar na política brasileira. Infelizmente, o momento não foi favorável, até ontem (quarta-feira) eu não sabia [das acusações]”, afirmou. A convocação para que a câmara de vereadores vote a proposta nesta segunda, contudo, segue mantida.
Reação da classe política local
A homenagem provocou indignação em parte da classe política local. A parlamentar Vanessa Camani, integrante da assembleia legislativa regional do Vêneto, lançou uma campanha nas redes sociais contra o título de cidadão a Bolsonaro.
“Não à cidadania a um racista, misógino e negacionista”, afirma ela, que é membro da direção nacional do Partido Democrático (PD), de centro-esquerda.
“Faz arrepiar a proposta da prefeita de Anguillara Veneta de conferir a cidadania honorária a Bolsonaro, conhecido pelos elogios à ditadura militar, pelo desprezo e ofensas a mulheres e homossexuais, pelas ameaças de prisão aos adversários políticos, ou pelas grotescas acusações contra ONGs pelos incêndios que devastaram a Amazônia”, escreveu a deputada no Facebook na semana passada.
Na postagem, Camani também condena a “obscena gestão da emergência da Covid-19, que colocou Bolsonaro entre os protagonistas do negacionismo mundial”. “Por favor nos explique, prefeita de Anguillara, por qual desses motivos Bolsonaro merece ser cidadão honorário?”, ironiza.
Em entrevista à imprensa local, a parlamentar afirmou ainda que o líder brasileiro “atrasou o início da campanha de vacinação por meses, promoveu tratamentos sem eficácia comprovada, como a hidroxicloroquina, e mais de uma vez minimizou o perigo do vírus, que tem causado estragos especialmente entre as populações indígenas”.
Neste domingo (24), Camani publicou uma foto em que aparece ao lado de outros membros do Partido Democrático nas ruas de Anguillara Veneta, onde estiveram, segundo ela, para “reiterar nosso não à cidadania honorária a Bolsonaro”.
O secretário regional do Partido Democrático, Alessandro Bisato, também se pronunciou sobre a proposta da prefeitura. “Tal como aquele soldado japonês na ilha do Pacífico, sem saber do fim das hostilidades, a administração do município na área de Pádua não entende o declínio do populismo”, declarou o político, citado pelo jornal “Il Fatto Quotidiano”.
“Pior, pressiona pelo reconhecimento público de um político alérgico à democracia e aos direitos civis, um negacionista da Covid-19 e antivacina. Graças à política de Bolsonaro, os brasileiros hoje estão mais pobres, menos seguros e nas garras da Covid”, concluiu.
Religiosos e ativistas também condenam
A homenagem à nomeação também foi alvo de críticas de grupos religiosos e ativistas antibolsonaristas na Itália. Em carta à prefeita de Anguillara Veneta, padres missionários italianos baseados no Brasil se dizem “ofendidos, entristecidos e desconcertados”.
“Como cidadãos italianos que trabalham no Brasil há anos a serviço do povo brasileiro e da Igreja Católica brasileira (somos missionários, religiosos e ‘Fidei Donum’), nos sentimos profundamente entristecidos e desconcertados. Nós nos perguntamos sobre quais méritos? Como um homem que durante anos, e continuamente, desonra seu país pode receber honra na Itália?”, diz o texto.
“Jair Bolsonaro é um presidente que está massacrando a vida do povo, especialmente dos mais pobres; ele criou uma política anti-Covid (e ainda continua a fazê-lo) que produziu milhares de mortes, promove a destruição e vende as terras da Amazônia. Como pode um presidente que colabora com a destruição da Floresta Amazônica receber honras em uma nação que luta pela preservação do planeta?”, continua a carta.
Os padres seguem pedindo, então, que a cidade italiana não conceda o título. “Estamos profundamente ofendidos e exigimos a revogação desta honra. Não a Bolsonaro e sua política violenta e genocida!”
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Fonte: G1 Mundo

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Conheça a linguagem secreta das seitas – e como ela penetrou em áreas inesperadas do nosso cotidiano


Como os cultos atraem e retêm fiéis? Com uma linguagem que se infiltrou em atividades que vão desde negócios a fitness. Uma das ferramentas mais poderosas das seitas é a palavra
Getty Images/BBC
Para quem está do lado de fora e observa seu comportamento e crescimento, a pergunta costuma vir à cabeça: como as seitas, afinal, promovem suas ideologias para conseguir atrair seguidores e depois convencer quem as questiona a ficar no grupo?
Outra pergunta, menos comum, revela ainda mais sobre a eficácia dessa comunicação: quanto das suas estratégias acaba sendo incorporado por outras áreas da nossa vida cotidiana?
Uma das ferramentas mais poderosas das seitas é a palavra, e elas a utilizam de uma maneira tão sedutora que o formato penetrou, de forma inesperada, em muitas atividades comuns, do mundo dos negócios à indústria de saúde e bem-estar.
Como sabemos, entretanto, a palavra depende do contexto.
“Seita”, especialmente, é um exemplo vivo disso. A palavra começou sendo um termo para dar nome a comunidades de membros que compartilham ideologias ou crenças que os diferenciavam de outros grupos maiores, talvez novas ou pouco ortodoxas, mas não necessariamente nefastas.
Somente em meados do século 20 essa palavra começou a ganhar sua reputação mais obscura. O surgimento de tantas religiões alternativas assustou os conservadores, e as seitas foram associadas a charlatões, hereges e pecadores.
Em primeiro lugar, uma seita precisa converter a pessoa. E isso é alcançado fazendo com que ela se sinta especial e compreendida
Getty Images/BBC
Mais tarde, com os assassinatos cometidos pelo grupo liderado por Charles Manson em 1969, na Califórnia (EUA), e o massacre de Jonestown, na Guiana, em 1978, “seita” passou a representar uma ameaça social e a provocar medo.
Para diferenciar certas minorias de doutrinas religiosas ou ideológicas concretas e evitar sua perseguição, na década de 1980 surgiu o conceito de “novos movimentos religiosos” e, por outro lado, o das chamadas “seitas destrutivas”.
Palavras-chave
Embora a linguagem utilizada pelas seitas seja a chave para atrair novos integrantes, ela não é suficiente para “lavar o cérebro” de uma pessoa para que se ela se junte ao grupo, esclarece a especialista em idiomas Amanda Montell, autora do livro Cultish: The Language of Fanatism (Como num culto: a Linguagem do Fanatismo).
O termo “lavagem cerebral”, explica ela, é apenas uma metáfora, não um fenômeno real ou comprovável. Não se pode convencer alguém de que ela deve acreditar numa coisa sem que a pessoa tenha ao menos um pouco de vontade.
Mas, uma vez que essa vontade existe, a linguagem torna-se um ponto chave, disse a especialista à série da Radio 4 da BBC “Word of Mouth”.
“É necessária uma linguagem para obscurecer as verdades, para construir a solidariedade, para plantar uma ideologia, para dividir as pessoas em ‘nós’ e ‘eles’, para plantar a filosofia de que ‘os fins justificam os meios’ e para fazer todo o necessário para ganhar e manter o poder.”
Sentir-se especial
Em primeiro lugar, uma seita precisa converter a pessoa. E isso é alcançado fazendo com que ela se sinta especial e compreendida.
Muitos estudiosos desse fenômeno usam o termo “bombardeio de amor” para descrever o processo de preencher alguém com atenção personalizada e elogios, de maneira que o objeto dessa atenção sinta-se notado.
O objetivo dessa atenção pode estar buscando há muito tempo respostas para seus problemas, para os problemas do mundo, e é então convencido de que se unir à seita lhe dará acesso a essas preciosas soluções.
Outro método de “conversão, condicionamento e coerção” é o uso de uma “linguagem de código inclusivo”, afirma Montell.
“Um líder da seita introduz lentamente essas palavras carregadas de muita emoção e uma terminologia especial que separa os que estão dentro desse grupo dos que estão fora”, explica.
Além disso, eles podem usar um glossário de carimbos “nós, eles”, “para animar os que estão dentro do grupo e criticar os que estão fora dele”.
Termos carregados e cooptados
Em 1978, 918 pessoas morreram num assentamento na Guiana (país da América do Sul que faz fronteira com os estados brasileiros de Roraima e Pará). A tragédia ficou conhecida como o “Massacre de Jonestown”.
A mídia descreveu os acontecimentos como um suicídio coletivo, em que os participantes beberam cianeto intencionalmente, para acabar com a própria vida.
A verdade foi que o líder da seita, Jim Jones, não deu a seus seguidores nenhuma alternativa: eles estavam rodeados de guardas armados. Se não ingerissem eles mesmos o veneno, a substância seria injetada em seus corpos, ou os seguranças atirariam.
Jones utilizou termos e metáforas carregados para convencer as pessoas a seguir sua orientação. Um dos termos que ele usava repetidamente foi “suicídio revolucionário”.
O dia do massacre marcou o “suicídio revolucionário” como uma declaração política contra os “governantes ocultos” – termo de Jones para descrever uma estrutura de poder, algo que hoje em dia muitos descrevem como “Estado profundo”.
O termo “suicídio revolucionário” Jones havia incorporado do movimento radical afro-americano Panteras Negras.
“Isso é o que fazem muitos líderes de seitas”, diz Montell. “Eles dotam a linguagem de ideologias que eles respeitam.” Jim Jones tomou emprestado muitos desses termos políticos para indicar que sua ideologia era politicamente radical.
De forma parecida, a cientologia – movimento surgido nos anos 1950 nos Estados Unidos – adotou palavras científicas como “engrama” (um registro duradouro de percepções sensoriais deixado nas células humanas) e lhes deu novos significados específicos em seu sistema de práticas e crenças religiosas.
Eufemismos para a morte
Marshall Herff Applewhite, cujo grupo dos anos 1990 era um culto inspirado em ficção científica e na crença em vida alienígena, chamado Heaven’s Gate (Portal do Céu), tinha um repertório linguístico diferente.
Segundo a especialista, Applewhite usava “largas cadeias de fala espacial esotérica e uma sintaxe derivada do latim para fazer com que seu pequeno grupo de seguidores pseudo-intelectuais se sentissem como uma elite”.
Da mesma forma que Jim Jones, ele utilizava eufemismos para a morte – a seita de Applewhite também terminou tragicamente, em suicídio coletivo -, mas com uma combinação dos estilos de linguagem de ficção científica e do Antigo Testamento.
Com esse discurso, ele dizia coisas do tipo: seus seguidores tinha que “superar suas vibrações genéticas como uma forma de sair de seus veículos para que seus espíritos pudessem ressurgir a bordo de uma nave espacial e encontrar o próximo nível evolutivo, acima do humano”.
Ele se referia a nossos corpo como “contêineres” que podiam ser descartados para uma existência superior.
“Nos anos 1990, quando muitos recorriam à tecnologia digital em busca de respostas às perguntas mais antigas do mundo, essa linguagem realmente causava uma identificação, pelo menos para certas pessoas”, disse Montell.
Clichês contra o raciocínio
Mas o líder de uma seita não é capaz de ser um “gênio iluminado” 24 horas por dia, sete dias por semana, então precisa rapidamente conseguir eliminar o pensamento independente e os questionamentos.
Uma das formas com que eles fazem isso é por meio de “clichês que colocam um fim ao pensamento”. O termo, cunhado no início da década de 1960 pelo psicólogo Robert Jay Lifton, “descreve como uma expressão comum que é memorizada e repetida facilmente e tem como objetivo acabar com o questionamento ou o pensamento ou análise independente”, observa Montell.
O líder do grupo NXVIM, um “grupo metafísico de superação pessoal” da Nova Era, por exemplo, dizia coisas como “não se deixe governar pelo medo” para descartar qualquer preocupação válida sobre o que estava acontecendo. Também minava questionamentos descrevendo-os como “crenças limitantes”.
“Esse tipo de expressão é realmente convincente porque lida com a dissonância cognitiva, ou ao menos alivia essa discórdia incômoda que você sente quando tem duas ideias conflitantes em sua mente ao mesmo tempo.”
Esse estilo de expressão comum manifesta-se em nossa vida cotidiana, afirma Montell, em forma de frases como “tudo está como Deus planejou” ou “tudo acontece por um motivo”.
1978: Dentro do Templo do Povo em Jonestown, Guiana, após o suicídio coletivo de mais de 900 americanos por cianeto
Getty Images/BBC
Nas grandes empresas
Em sua investigação, Montell detectou um tipo de linguagem de seita em corporações tão grandes quanto a Amazon.
A companhia tem sua própria versão dos Dez Mandamentos que chama de “Princípios de Liderança” – e que os novos funcionários devem memorizar. Eles incluem trivialidades como “Pense grande” e “Seja firme”.
“No mercado transitório e muito cético de hoje, onde existe tão pouca lealdade à marca, as empresas necessitam daquilo que se chamam ideologias organizacionais”, diz a especialista.
Essas são ideologias que implicam que os consumidores e empregados não apenas se inscrevem para um trabalho, um produto ou um serviço, mas sim para obter uma identidade.
À medida que nos mudamos cada vez mais dos lugares tradicionais de comunidade e conexão com as igrejas, “buscamos marcas e empresas, quase para desempenhar um papel espiritual e religioso em nossas vidas”, explica.
Marshall Herff Applewhite, fundador e co-líder do Heaven’s Gate, falando a seguidores na TV
Getty Images/BBC
No mundo fitness
Um lugar moderno e secular que pode cumprir um propósito espiritual é a academia de ginástica.
“Aspirar e inspirar”, “inspiramos intenção e expiramos expectativa” e “mude seu corpo, comece sua jornada” são apenas alguns dos fragmentos da declaração escrita na parede de qualquer sucursal da empresa de fitness SoulCycle, visível logo na entrada.
Vários estudiosos mostraram que, quando lhes perguntam como e onde satisfazem sua espiritualidade, os jovens respondem que é nos ambientes onde fazem exercícios físicos.
Faz sentido, quando se considera o quanto amamos o progresso, a produtividade e sermos atraentes, diz Montell. “A superação pessoal é nossa religião suprema.”
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Fonte: G1 Mundo

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Ed Sheeran anuncia ter testado positivo para Covid-19


Cantor publicou nas redes sociais que está se isolando e seguindo as diretrizes do governo. Ed Sheeran durante show no Allianz Parque, em São Paulo
Celso Tavares/G1
O astro pop britânico Ed Sheeran no domingo (24) que testou positivo para Covid-19 e que fará entrevistas e apresentações em sua casa enquanto se isola.
Sheeran deu a notícia nas redes sociais dias antes do lançamento de seu novo álbum de estúdio, que se chamará “=”, que se pronuncia “Equals”, em 29 de outubro.
“Uma nota rápida para lhe dizer que, infelizmente, testei positivo para Covid, então agora estou me isolando e seguindo as diretrizes do governo”, escreveu Sheeran no Instagram.
“Isso significa que agora não posso assumir nenhum compromisso pessoalmente por enquanto, então farei o máximo de entrevistas/apresentações planejadas em minha casa. Peço desculpas a qualquer um que eu tenha decepcionado.”
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Apresentações
Sheeran tinha acabado de ser anunciado como convidado musical no programa da NBC “Saturday Night Live” em 6 de novembro.
Os representantes não disseram imediatamente quais apresentações ele está cancelando e quais fará em casa. O site oficial de Sheeran não lista apresentações antes de abril.
O cantor fez um show em 17 de outubro em Londres durante a cerimônia de entrega dos prêmios Earthshot pelo clima, organizados pelo príncipe William.
O cantor fez uma pausa após o nascimento da filha, no verão de 2020.
O Reino Unido, um dos países europeus mais castigados pela pandemia, com cerca de 140.000 mortos, registra atualmente uma das maiores taxas de contágio do mundo.
Ed Sheeran lança disco de parcerias; G1 ouviu
Embora haja menos internações e óbitos do que nas ondas anteriores, especialistas advertem que estão em aumento e alguns pedem o retorno de certas restrições, como o uso de máscaras em ambientes fechados. O governo por enquanto tem se negado a fazê-lo.

Fonte: G1 Mundo

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Ovelhas invadem o centro da capital da Espanha


Rebanho marca tradicional festividade que celebra a pecuária e remonta as antigas rotas dos pastores. Ovelhas invadem o centro da capital espanhola neste domingo, 24 de outubro de 2021
Reprodução/Reuters
Ovelhas invadiram o centro da capital da Espanha neste domingo (24).
A passagem do rebanho marca uma tradicional festividade em Madri que celebra a pecuária no país ibérico e remonta as antigas rotas dos pastores.
Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Mundo

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Polícia alemã impede patrulha de extrema-direita na fronteira


Munidas de cassetetes e outras armas, mais de 50 pessoas faziam patrulha na fronteira com a Polônia para impedir entrada de migrantes na Alemanha. Partido nanico de extrema-direita convocou “caminhadas” vigilantes. “Contra antigos e novos nazistas!”, diz faixa em ato contrário às patrulhas de extrema direita em Guben
Michele Tantussi/Reuters
A polícia alemã informou neste domingo (24) que interrompeu a atuação de mais de 50 vigilantes de extrema-direita – armados com spray de pimenta, cassetetes e outras armas – que patrulhavam ao longo da fronteira com a Polônia para impedir a entrada de migrantes na Alemanha.
O grupo atendia a um chamado do partido alemão de extrema direita Der Dritte Weg (a terceira via, em tradução literal), que havia pedido a seus membros que fizessem “caminhadas na fronteira” para impedir travessias ilegais de refugiados – muitos do Iraque e da Síria – perto da cidade alemã de Guben, na fronteira com a Polônia.
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O partido nanico, particularmente ativo nos estados do Leste alemão, é monitorado por serviços de segurança e suspeito de ter ligações com grupos neonazistas.
A polícia apreendeu as armas dos mais de 50 suspeitos – incluindo um facão e uma baioneta – e os fez deixar a regiões de Guben entre a noite de sábado e as primeiras horas deste domingo, informou um porta-voz. Eles foram proibidos de chegar perto da área fronteiriça. Muitos deles eram locais, enquanto alguns vinham de outras partes da Alemanha, incluindo Baviera e Berlim.
Segundo a polícia, o maior grupo, totalizando cerca de 30 pessoas, foi encontrado perto do vilarejo de Gross Gastrose, ao sul de Guben.
Protesto contra a patrulha
No sábado, dezenas de pessoas fizeram uma vigília em Guben – onde Alemanha e Polônia são separadas pelo rio Neisse – para expressar oposição às patrulhas de extrema direita.
“Não queremos deixar a região para os neonazistas”, diz um comunicado dos organizadores. “Queremos enviar um sinal de que o refúgio é e continua sendo um direito humano.”
O prefeito de Guben, Fred Mahro, do partido União Democrata Cristã (CDU) da chanceler federal Angela Merkel, afirmou rejeitar qualquer forma de vigilantismo.
Controle reforçado na fronteira
A Alemanha implantou 800 policiais extras na fronteira com a Polônia para controlar o fluxo de migrantes que tentam entrar no país. “Centenas de oficiais estão trabalhando lá dia e noite. Se necessário, estou preparado para reforçá-los ainda mais”, disse o ministro do Interior alemão, Horst Seehofer, ao jornal “Bild am Sonntag”.
Seehofer informou que a Alemanha já registrou cerca de 6.162 entradas não autorizadas a partir de Belarus e da Polônia neste ano.
Na semana passada, o ministro havia afirmado que a Alemanha não pretende fechar a fronteira com a Polônia, mas neste domingo sugeriu que o país pode ter que considerar a reintrodução de controles fronteiriços.
“Se a situação na fronteira entre a Alemanha e a Polônia não melhorar, também precisaremos considerar se esse passo precisa ser tomado em coordenação com a Polônia e o estado [alemão] de Brandemburgo. Essa decisão caberá ao próximo governo”, afirmou Seehofer.
Tanto a Alemanha quanto a Polônia fazem parte da zona de livre circulação de Schengen. Por isso, normalmente não há controle sobre os indivíduos que cruzam a fronteira entre os dois países. Controles temporários podem ser instaurados, contudo, em caso de ameaça.
Belarus sob sanções
Migrantes têm entrado na União Europeia (UE) vindo de Belarus por meio da Polônia, com países da UE acusando o governo bielorrusso de enviar refugiados em um esforço para pressionar o bloco.
O líder de Belarus, Alexander Lukashenko, conhecido como o último ditador da Europa, afirmou que seu país não vai mais impedir que migrantes usem seu território como trânsito para entrar na UE.
Belarus está sob sanções de Bruxelas por sua repressão violenta às manifestações anti-Lukashenko no ano passado, após eleições consideradas fraudulentas terem dado mais um mandato ao longevo presidente, que comanda o país há mais de um quarto de século.
A UE também condena um incidente ocorrido em maio, quando autoridades bielorrussas desviaram um voo da companhia aérea irlandesa Ryanair para prender um jornalista dissidente a bordo.

Fonte: G1 Mundo

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Americanos devoram uma bandeja cheia de caranguejo em competição na Flórida; veja vídeo

O vencedor, conseguiu comer 25 patas de carangueijo em apenas 14 minutos e 29 segundos. Participantes de concurso devoram o Stone Crab, famoso caranguejo da Flórida, nos EUA
Moradores do estado da Flórida, nos Estados Unidos, se reuniram no sábado (13) para encarar o desafio de devorar uma bandeja cheia de patas de caranguejo (veja no vídeo acima).
O vencedor, Juan Mallen, de 55 anos, conseguiu comer todas as 25 patas de caranguejo de pedra – uma iguaria local – em apenas 14 minutos e 29 segundos.
Esta foi a décima edição do concurso que acontece anualmente neste estado americano. A festa atrai centenas de turistas ao Mercado de Peixes de Marathon, a 140 quilômetros de Miami.
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Todo o campeonato é bastante organizado e há duas fases de eliminatórias antes da grande final. Quem passa pelo desafio, recebe o título de “grande quebrador” – por causa da casca dura do bicho.
Mallen garantiu o tricampeonato e foi o mais rápido a limpar e comer essa grande quantidade de caranguejo – sem desperdiçar nada.
Os caranguejos-pedra são considerados um recurso renovável devido à sua capacidade de regenerar as patas que são arrancadas. Na Flórida, a temporada de pesca deste animal vai de outubro a maio.
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Fonte: G1 Mundo

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Falsificadores de certificados de vacinação são presos na Alemanha


Documento era vendido por 350 euros em site ilegais na internet. Polícia estima que ao menos 500 certificados tenham sido fraudados. Apesar das prisões, autoridades temem que problema esteja longe de ser resolvido. Pessoa mostra o código QR do passaporte sanitário antes do início da partida de futebol no Estádio Roazhon Park em Rennes, noroeste da França, em 8 de agosto de 2021.
JEAN-FRANCOIS MONIER / AFP
A polícia alemã anunciou no sábado (23) que deteve duas pessoas, em Munique, que fraudavam códigos QR para passaportes digitais de vacinação contra a covid-19 e os vendiam na internet.
Uma delas é funcionário de uma farmácia na Baviera e utilizava a própria estrutura do estabelecimento para gerar códigos QR que comprovavam a imunização de pessoas que nunca receberam a vacina. A outra pessoa detida era cúmplice.
Na Alemanha, as farmácias podem emitir os certificados de vacinação contra o coronavírus. No país, a entrada em vários locais, como restaurantes e eventos culturais e esportivos, só é permitida com a comprovação de vacinação ou recuperação da doença ou mediante a apresentação de testes negativos de coronavírus – que agora não são mais gratuitos.
As duas pessoas foram presas na sexta-feira, em uma operação em que também encontrou dinheiro e criptomoedas no valor de quase 100.000 euros.
Certificado falso custava 350 euros
Os fraudadores ofereciam, desde meados de agosto, os códigos falsos em um fórum de crimes cibernéticos na Internet, conforme anunciou o Escritório Central de Combate à Fraude e Corrupção no Sistema de Saúde (ZKG, na sigla em alemão) da Baviera.
Para obter um certificado de vacinação falso, era preciso desembolsar cerca de 350 euros. Só em outubro, a polícia estima que os falsificadores tenham emitido mais de 500 certificados de vacinação.
“Depende de você se deseja ser vacinado contra o coronavírus. Mas se você decidir contra a vacinação, tem que mantê-la”, enfatizou o secretário do Interior da Baviera, Joachim Herrmann.
“Essas pessoas colocam em jogo a vida de outras devido aos incalculáveis riscos de infecção. Tem que enfrentar grandes penalidades na Justiça”, acrescentou.
Ainda não foi possível identificar os compradores e não está claro se os certificados de vacinação falsificados poderão ser excluídos ou invalidados.
Problema longe do fim
As prisões são vistas como extremamente importantes pela polícia, mas dificilmente resolverão o problema, já que as autoridades da Baviera vêm registrando cada vez mais fraudes.
“Presumimos que cada vez mais cartões de vacinação falsificados estão em circulação”, disse Herrmann.
Em outubro, a polícia bávara registrou 440 casos relacionados à falsificação de passaportes de vacinação, certificados de imunização ou rótulos de vacinas. No início de setembro, eram apenas 110 casos.
Na sexta-feira, após uma conferência, governadores pediram ao governo federal que examine o mais brevemente possível como esse tipo de falsificação pode ser punida de forma consistente e apropriada.
Europa fecha cerco a não vacinados
Com índices de vacinação quase estagnados, muitos países da Europa estão cada vez mais fechando o cerco aos não vacinados. A Áustria anunciou na sexta-feira que, se a ocupação de leitos de UTI atingir nível crítico, vai exigir lockdown aos não vacinados.
A prefeitura de Moscou já proibiu que maiores e 60 anos não vacinados saiam de casa.
Na Itália, desde 15 de outubro, todos os trabalhadores (cerca de 23 milhões de pessoas) precisam apresentar um passe sanitário para acessar os locais de trabalho. Os trabalhadores devem comprovar que se vacinaram contra a covid-19, se recuperaram da doença ou apresentar testes negativos, que são gratuitos apenas para quem não pode se imunizar por motivos de saúde.
Quem não apresentar o documento e precisar se ausentar devido à doença não receberá pagamento nos dias em que estiver afastado.

Fonte: G1 Mundo

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Talibã anuncia programa para distribuir trigo e combater a fome no Afeganistão em troca de trabalho


Medida pretende empregar cerca de 40 mil pessoas. Apenas homens poderão trabalhar em troca do alimento em um programa com a duração prevista de dois meses. Integrantes do Talibã, armados, perto de zoo em Cabul, Afeganistão, nesta sexta (17)
Bulent Kilic/AFP
Lideranças do regime talibã anunciaram neste domingo (24) a criação de um programa de ajuda para distribuir trigo e combater a fome no Afeganistão.
A medida pretende empregar cerca de 40 mil pessoas, mas apenas homens poderão trabalhar em troca do alimento por um tempo definido de dois meses.
“Este é um passo importante na luta contra o desemprego”, disse em um pronunciamento o porta-voz do Talibã, Zabihullah Mujahid.
Segundo o representante do governo local, os participantes do programa terão que “trabalhar duro” em troca do alimento básico.
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O programa prevê a entrega de 11,6 mil toneladas de trigo distribuídas na capital Cabul e 55 mil em outras cidades importantes do país como Herat, Jalalabad e Kandahar.
O esquema de alimentação por trabalho do Talibã não vai remunerar com dinheiro os trabalhadores, segundo reportagem da emissora estatal turca TRT News.
Entre os trabalhos, apurou o canal, estão a escavação de canais de água e de terraços de captação de neve nas colinas para combater a seca.

Fonte: G1 Mundo

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Tirar fotos com explosões? Conheça a inusitada atração turística do Japão


Empresário inaugurou turismo de experiência com explosão na montanha Iwafune, em Tochigi, para ajudar a revitalizar a economia regional. Lily Noriko participou do turismo com explosão para fazer a foto de divulgação de seu trabalho como tradutora simultânea
LILY NORIKO / CORTESIA
A oportunidade de tirar uma foto diante de uma explosão como as dos filmes de ação vem atraindo turistas a uma montanha do Japão.
A atração é uma aposta do empresário Hikaru Sayama, de 37 anos, que inaugurou o “turismo de experiência com explosão” na montanha Iwafune, em Tochigi, a cerca de 100 km de Tóquio.
O local é considerado uma espécie de santuário dos tokusatsu, filmes ou séries live-action (com atores reais) com efeitos especiais.
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Na atração oferecida por Sayama, o prato principal é a explosão. As pessoas escolhem a vestimenta e as poses para tirar fotos ou gravar vídeos enquanto ocorre o estrondo.
Este é um tipo de cena muito comum em seriados como Kamen Rider (exibido no Brasil em canal aberto nos anos 1990 e recentemente pelos serviços de streaming) e as séries Super Sentai (populares na Europa e nos Estados Unidos).
Para o público, os motivos do interesse por esse tipo de turismo são diversos. Alguns são fãs saudosos, e outros querem apenas ter uma imagem em que apareçam como heróis.
No caso de Sayama, o objetivo é outro: ele diz que deseja ajudar a revitalizar a economia regional. A iniciativa atende aos anseios do governo japonês, que acaba de retomar seu programa de incentivo ao turismo doméstico, após a paralisação quase total do setor durante o auge da pandemia de covid-19.
Os turistas posam para fotos enquanto grandes e pequenas explosões acontecem ao fundo
Cortesia
A província de Tochigi fica a cerca de 100 km ao norte de Tóquio, não é banhada pelo mar e, apesar de oferecer várias atrações turísticas, quase sempre aparece nas últimas colocações no ranking nacional das 47 províncias com mais atrativos.
Sayama está confiante no sucesso do projeto, que começou com dois eventos, em junho e em julho, e tiveram boa repercussão nas redes sociais e na mídia local. Novos eventos estão programados para 30 de outubro e 4 de dezembro.
Segundo Sayama, o local também é usado para gravação de filmes e seriados com cenas de explosão, por isso a frequência do “turismo de explosão” é limitada. A intenção do empresário é oferecer a atração uma vez por mês.
Nos eventos anteriores, foram realizados seis padrões de explosões, com cores e tamanhos diferentes.
Cada dia de evento tem três sessões: das 9h30 às 11h30, 12h às 14h, e das 14h30 às 16h30. A empresa aceita até dez grupos (cada um com no máximo três adultos e duas crianças) por sessão, com preço de 35 mil ienes por grupo (cerca de R$ 1,7 mil), com direito a três explosões.
A empresa não aluga roupas nem equipamentos. Os grupos devem se posicionar nos pontos indicados e se encarregar de montar seus próprios tripé e as câmeras.
As explosões são produzidas por profissionais de televisão e cinema. 
“Em muitas cenas de explosão se usa computação gráfica. A experiência que oferecemos é real”, diz Sayama. 
A tradutora Lily Noriko, de Tóquio, participou do evento anterior, pensando em produzir uma imagem impactante para divulgar seu trabalho.
Vestida de terninho, ela permaneceu concentrada na tela de seu notebook enquanto a chama amarela da explosão ganhava espaço na foto.
“O barulho não me assustou, mas a onda de calor que veio por trás foi incrível!”, relata.
O objetivo do passeio, para muitos, é incorporar o papel de herói
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Noriko pensou na cena para transmitir a mensagem de que é capaz de trabalhar em qualquer situação e circunstância.
“Mesmo enquanto estiver ocorrendo uma explosão, serei capaz de continuar executando o serviço de tradução simultânea”, exalta.
A foto foi para as redes sociais e recebeu muitos comentários positivos.
“Meus amigos estrangeiros viram e amaram.”
Assim como a cultura pop japonesa tem o seu nicho, Noriko acredita que essa experiência inusitada da explosão em um lugar simbólico para fãs de tokusatsu poderá convencer turistas de outras regiões a se deslocarem até Tochigi.
As pessoas escolhem como desejam aparecer na gravação e na foto, e podem ser heróis de sua história.
Família Ajiki: diversas emoções numa mesma foto
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“Garantimos a explosão e a fumaça colorida”, completa Sayama.
De acordo com a pesquisa Tendências e Políticas para o Turismo 2020, realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o turismo em geral contribuiu diretamente em média para 4,4% do PIB, 6,9% do emprego e 21,5% das exportações de serviços nos países da OCDE.
No Japão, o turismo doméstico é um importante impulsionador da economia.
Segundo o Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão, do total de de 27,9 trilhões de ienes de consumo registrado no mercado turístico japonês em 2019, quase 80% foram de turistas locais, sendo 17,2 milhões de ienes em viagens com pernoite e 4,8 trilhões de ienes em viagem de um dia.
Ajiki Shunsuke viajou 100km, de Miyagi a Tochigi, para ter a experiência de uma explosão
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Esses números ajudam a explicar os motivos para o governo implantar o programa de estímulo ao turismo doméstico Go To Travel em plena pandemia, fornecendo subsídio de até 50% para cobrir gastos com acomodação.
Do total do orçamento inicial de 2,7 trilhões de ienes (cerca de US$ 24 bilhões), pouco mais da metade havia sido aplicada até a suspensão temporária da campanha, em dezembro de 2020.
Com a situação pandêmica sob controle — diante da redução de casos de infecção e a imunização completa de quase 70% da população, o ministro da pasta de Turismo, Tetsuo Saito, tratou logo de desengavetar o programa, retomando a campanha em caráter experimental com apenas 38 rotas turísticas.
Cenário inusitado: crianças fazem pose vestidas para o ritual japonês que marca as idades de 3, 5 e 7 anos
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Após ajustes, ele pretende incluir mais opções a partir de novembro.
Todos querem atrair os holofotes para si. O turismo de experiência com explosão agradou Shunsuke Ajiki, 36, que decidiu oferecer a mesma atração mês em Tome (Miyagi), associando o evento à fama da cidade como a terra natal de Shotaro Ishinomori, o criador da série Kamen Rider.
“Eu cresci vendo o seriado. Assim como eu, os fãs vão adorar poder experimentar essa sensação de estar no meio de uma explosão, como nossos heróis”, diz.
Ajiki levou a esposa e os dois filhos pequenos, de 5 e 3 anos, para compartilharem a emoção durante o evento-teste realizado na montanha Iwafune.
Ele usou hakama (um tipo de vestimenta tradicional japonesa) e as crianças foram de quimono para comemorar o Shichi-Go-San (ritual dos 3, 5 e 7 anos de idade).
Com o estrondo, a caçula começou a chorar durante a foto, e Ajiki diz que teve seu momento de pai-herói: “sair das chamas com o filho ao colo também é uma grande emoção.”

Fonte: G1 Mundo

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Concurso canino de fantasias em Nova York mostra o espírito do Halloween; veja vídeo

Centenas de cachorros e seus donos vestiram fantasias que vão do Homem-Aranha ao Papa e desfilaram diante de milhares de espectadores. Concurso canino de fantasias em Nova York mostra o espírito do Halloween
Um concurso de fantasias para cachorros em Nova York antecipou o clima do Halloween na capital financeira dos Estados Unidos.
A tradicional celebração americana acontece em 31 de outubro, mas neste domingo, foram os doguinhos que aproveitaram as “travessuras” na cidade.
Centenas de cachorros e seus donos vestiram fantasias que vão do Homem-Aranha ao Papa e desfilaram diante de milhares de espectadores (veja no vídeo acima).
Mas não é só nos EUA que os pets aproveitaram o clima de Dia das Bruxas para sair com as mais diferentes fantasias de casa.
Mais cedo nesta semana, em Lima, capital do Peru, uma associação organizou um concurso de fantasias de “Dogoween” (veja no vídeo abaixo).
E não faltou criatividade entre os latinos. Teve de tudo, até mesmo uma imitação da boneca do Batatinha Frita 1, 2, 3, da série coreana “Round 6”.
‘Dogoween’: Concurso de fantasia tem cachorros como personagens de ‘Round 6’ e mais

Fonte: G1 Mundo