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Mineiros contam o que passaram em mina da Vale e como foi o resgate: ‘2 horas subindo escadas’


Henry Bertrand e Remi Larose deram entrevista à emissora canadense CTV News. Eles estão entre os 39 funcionários da Vale que ficaram presos após acidente no domingo (26). Dois funcionários da Vale resgatados da mina subterrânea Totten, no Canadá, após um acidente na tarde de domingo (26), contaram o que passaram no interior da mina e como foi o resgate em entrevista à emissora canadense CTV News.
“Levamos 2 horas e 15 minutos subindo as escadas, com algumas pausas ao longo do caminho porque é uma longa jornada subindo”, contou o mineiro Henry Bertrand, que explicou que estava a cerca de 560 metros de profundidade. Outros mineiros, no entanto, estavam a cerca de 940 metros da saída.
“Na primeira parte, a cada 6 metros tem uma plataforma onde podemos parar para descansar e tomar fôlego. E na segunda parte a cada 30 metros tem uma plataforma onde podemos parar. Mas na metade do caminho nós paramos no nível 380, onde há outro refúgio e havia outros resgatistas ali”, explicou. “Minhas pernas estão cansadas e meus braços estão cansados”, disse.
O que se sabe sobre o resgate
Veja fotos da mina
O resgate está sendo feito por meio de um sistema de escada de saída secundária. Não há relato de feridos e eles tiveram acesso a água e comida.
Sobre o tempo que ficaram presos, Bertrand diz que não houve desespero: “Não foi tão ruim. Eu estava com um pessoal legal, passamos o tempo fazendo piadas e conversando”.
Ele conta que compartilhou com os colegas a comida que havia levado para o almoço. Depois, a equipe de resgate levou algumas barras de cereais e chocolate. Segundo o mineiro, essa equipe fez um ótimo trabalho durante todo o resgate.
Bertrand também contou que o interior da mina é bem iluminado, bem ventilado e bastante seguro. “Claro, tem acidentes como o de hoje”, disse.
O mineiro explicou que, após o acidente, os trabalhadores foram direcionados a estações de refúgio em diferentes locais da mina, onde há água e telefone e que, ali, esperaram orientações para a saída. Ele admitiu, no entanto, que o resgate demorou mais do que o esperado. “Não achamos que seria tanto tempo”, afirmou.
Veja a localização da mina da vale
Arte g1
Outro funcionário que estava na mina, Remi Larose, conta que se manteve otimista durante a permanência no local, e que a comunicação com a superfície e o fato de poderem falar com a família ajudaram. Eles usavam uma espécie de telefone para isso.
“A gente conseguia se comunicar com pessoas em outros níveis da mina e sabia que ninguém estava machucado”, conta Larose.
Questionado se voltará às minas, ele não hesitou: “estou pronto para voltar ao trabalho assim que puder.”
Acidente em mina subterrânea da Vale deixa 39 trabalhadores presos no Canadá

Fonte: G1 Mundo

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Embaixada do Brasil no Haiti avalia como dar assistência a menores brasileiros deportados dos EUA


Itamaraty informou que foi comunicado sobre a existência dos menores por Organização Internacional para as Migrações. Pais são haitianos, mas crianças, maioria com até três anos de idade, nasceram no Brasil. Haitianos que foram deportados dos Estados Unidos chegam ao Aeroporto Internacional Toussaint Louverture, em Porto Príncipe, no Haiti, no dia 19 de setembro
AP Photo/Rodrigo Abd
O governo brasileiro avalia a melhor forma de dar assistência às trinta crianças com cidadania brasileira que foram deportadas pelos Estados Unidos para o Haiti em meio à grave crise de migração que levou cerca de 15 mil haitianos à cidade texana de Del Rio, na fronteira com o México, nos últimos dias.
Procurado pelo g1, o Itamaraty diz que foi comunicado pelo Escritório da Organização Internacional para as Migrações (OIM) no Haiti sobre a existência desses menores com passaporte brasileiro dentre os milhares de haitianos que recentemente foram deportados.
“A Embaixada do Brasil em Porto Príncipe está em contato com a OIM, com vistas a analisar a situação desses menores e de seus responsáveis legais, todos cidadãos haitianos, a fim de prestar-lhes a assistência cabível”, afirma ainda a resposta do Itamaraty.
As crianças brasileiras têm, em sua maioria, até três anos de idade e estavam acompanhadas pelos pais haitianos, com quem fizeram a jornada para sair do Brasil e atravessar as Américas do Sul e Central até chegar à divisa entre México e EUA há pouco mais de uma semana, segundo informou matéria da BBC.
Além dos 30 menores de idade brasileiros deportados, 182 crianças chilenas estão na mesma condição.
Segundo a Constituição Federal, por terem nascido em território do Brasil, mesmo que de pais estrangeiros, os filhos dos haitianos são também considerados brasileiros natos. E por isso eles detinham apenas documentação brasileira ao serem encontrados e deportados pelos americanos.
Migração
A partir de 2010, quando um terremoto devastou o Haiti e matou centenas de milhares de pessoas, o Brasil passou a ser destino de migração de haitianos.
Entre 2010 e 2018, os dados da Polícia Federal apontam que em torno de 130 mil haitianos vieram ao Brasil, onde se estabeleceram e formaram família.
O governo brasileiro criou um visto humanitário para atender às necessidades desses migrantes — mais tarde também estendido a sírios e afegãos.
Nos últimos anos, porém, a recessão brasileira e a desvalorização do câmbio, que achatou a renda remetida pelos haitianos aos familiares no país de origem, levaram muitos a migrarem para o Chile ou outros países da região.
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Fonte: G1 Mundo

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Espanha declara área do vulcão ‘zona de catástrofe’; vídeo de drone revela destruição em La Palma


Medida prevê a destinação de 10,5 milhões de euros para ‘necessidades mais urgentes’ como a habitação, compra de roupas e suprimentos aos desalojados pela erupção de Cumbre Vieja. Drone mostra destruição após erupções de vulcão em La Palma
O governo da Espanha declarou nesta terça-feira (28) que a área do vulcão em erupção na ilha de La Palma, nas Canárias, é uma “zona de catástrofe”, com isso, o país vai destinar 10,5 milhões de euros (cerca de R$ 67 milhões) para medidas urgentes de moradia e ajuda aos desalojados.
Segundo a Defesa Civil, mais de 6 mil pessoas já precisaram deixar suas casas. O vulcão de Cumbre Vieja entrou em erupção no domingo (19) e desde então deixou um rastro de destruição nesta ilha do arquipélago espanhol no meio do Oceano Atlântico.
Mais de 600 casas e comércios, além de cerca de 20km de ruas e estradas foram atingidos pela lava que escorre há dez dias em direção ao mar. Imagens feitas com um drone pela Polícia Civil espanhola revelam a destruição na ilha (veja no vídeo acima).
Lava da erupção do vulcão Cumbre Viejo flui destruindo casas na ilha de La Palma nas Canárias, na Espanha, em 21 de setembro de 2021
Emilio Morenatti/AP
O Instituto Geográfico Nacional (IGN) da Espanha voltou a emitir um alerta para novas explosões após o vulcão de Cumbre Vieja reduzir sua atividade nesta segunda-feira (27).
Segundo o órgão do governo espanhol, a nuvem de cinzas expelida pelo vulcão poderá alcançar os 7.000 metros.
“O IGN continua acompanhando a atividade e reforçou sua presença na ilha”, disse o instituto em nota.
Lava do vulcão Cumbre Vieja toma a paisagem de La Palma e gera destruição em foto de 28 de setembro de 2021
Nacho Doce/Reuters
No domingo (26), as autoridades ordenaram que moradores de Tazacorte, cidade localizada na costa oeste da ilha, não deixassem suas casas, isso por conta da possível chegada da lava do vulcão ao mar.
Especialistas alertam que o rápido resfriamento da lava com a água do oceano é preocupante, porque pode liberar gases tóxicos, carregadas de ácido clorídrico. Não há, até o momento, o registro de mortos por conta do vulcão de Cumbre Vieja.
Lava escorre de vulcão em La Palma, nas Ilhas Canárias, em foto de 27 de setembro de 2021
Jon Nazca/Reuters
Ilhas Canárias
As Canárias são um território espanhol no Oceano Atlântico, um arquipélago formado por oito ilhas. La Palma é uma delas e tem cerca de 83 mil habitantes.
Veja onde está o vulcão
Arte G1
Veja mais vídeos da destruição
Drone flagra momento em que lava de vulcão atinge piscina em La Palma, na Espanha
Igreja desaba com lava de vulcão, em La Palma
Drone registra momento em que cone de vulcão em La Palma entra em colapso
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Fonte: G1 Mundo

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Explosão suspeita deixa feridos em prédio de Gotemburgo, na Suécia


Ao menos dezesseis pessoas ficaram feridas, quatro delas em estado grave. Policial que acaba de prestar depoimento em processo contra gangues vive no local; autoridades não descartam ato criminoso relacionado a um ajuste de contas. Fumaça é vista saindo de prédio após explosão em apartamento em Annedal, no centro de Gotemburgo, na Suécia, na madrugada de terça-feira (28)
Bjorn Larsson Rosvall/TT via AP
Ao menos dezesseis pessoas ficaram feridas, quatro delas em estado grave, em uma explosão nesta terça-feira (28) em um prédio de Gotemburgo, na Suécia, anunciaram as autoridades, que não descartam que tenha sido um ato criminoso relacionado a um ajuste de contas.
Pouco antes das 5 horas (meia-noite no horário de Brasília), uma espessa fumaça branca emanava da propriedade, de acordo com imagens divulgadas pela mídia local. Ambulâncias, caminhões de bombeiros e equipes de resgate ocuparam a área.
O fogo foi controlado no início da tarde, informou o responsável das operações.
Os 16 feridos foram levados ao hospital universitário de Gotemburgo, explicou a porta-voz desse estabelecimento, Ingrid Fredriksson. Deles, três mulheres e um homem apresentavam ferimentos graves.
“É evidente que não se pode descartar um ato criminoso”, declarou o ministro do Interior, Mikael Damberg, em coletiva de imprensa oferecida junto ao primeiro-ministro Stefan Lovfen.
Segundo o jornal regional “Goteborgs Posten”, um policial que acaba de prestar depoimento em um grande processo contra gangues da cidade vive no prédio atacado.
“É claro que analisaremos essa pista”, declarou ao jornal o próprio policial, cujo nome não foi divulgado.
Fumaça é vista saindo de prédio após explosão em apartamento em Annedal, no centro de Gotemburgo, na Suécia, na madrugada de terça-feira (28)
Bjorn Larsson Rosvall/TT via AP
Lofven, criticado nos últimos anos porque seu governo não consegue conter a atuação das gangues mafiosas, não quis “especular” sobre a origem da explosão.
“Todos devem saber que a sociedade sempre é mais forte que o crime”, afirmou.
Segundo a polícia, ainda não se sabe qual foi a causa da explosão.
Procurado pela agência France Presse, o chefe das operações de resgate, John Pile, sublinhou que “uma explosão em uma zona residencial, ou uma explosão em geral, normalmente não é de origem natural” e, menos ainda, considerando-se que o edifício não está conectado ao gás natural.
Segundo fontes policiais citadas pelo “Goteborgs Posten”, talvez tenha sido instalado um dispostivo explosivo em frente a uma das portas de entrada, um modus operandi ao qual as gangues têm recorrido frequentemente nos últimos anos para seus ajustes de contas.
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Fonte: G1 Mundo

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Morre um dos líderes da guerrilha ELN após bombardeio militar na Colômbia


Exército de Libertação Nacional foi bombardeado há duas semanas. Ogli Angel Padilla Romero, também conhecido como Fabian, chega em Cali, na Colômbia em 27 de setembro
Forças armadas da Colômbia/Via AFP
Um dos comandantes do Exército de Libertação Nacional (ELN), último grupo guerrilheiro ainda ativo na Colômbia, morreu em decorrência de ferimentos de um bombardeio militar realizado há duas semanas, informou o ministro da Defesa, Diego Molano, nesta terça-feira (28).
Conhecido como “Fabián”, Ogli Ángel Padilla Romero foi encontrado ferido na selva perto do local do ataque e morreu em um hospital, explicou o ministro da Defesa, Diego Molano.
“Ele foi encontrado ferido, coberto de arbustos e de vegetação, na segunda-feira. Ele estava muito perto do local onde ocorreu a operação aérea”, disse Molano.
Ele faleceu enquanto recebia atendimento médico na cidade de Cali.
No total, sete pessoas morreram em decorrência do bombardeio.
‘Narcoterrorista neutralizado’
O presidente Iván Duque confirmou que “foi neutralizado o narcoterrorista vulgo ‘Fabián’, assassino de lideranças sociais, narcotraficante e principal comandante do ELN na Colômbia, que havia sido capturado ferido”.
“Continuamos na luta contra todas as formas de crime”, acrescentou.
As autoridades suspeitaram que o comandante estava no acampamento atacado após encontrar seus pertences em meio aos corpos de outros guerrilheiros mortos.
El Chocó é um dos redutos da guerrilha guevarista, a última ativa na Colômbia depois do acordo de paz de 2016 que desarmou as então Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
Veja abaixo um vídeo de março de 2020, quando os grupos guerrilheiros da Colômbia anunciaram um cessar-fogo por causa do coronavírus.
Grupo de guerrilha da Colômbia anuncia cessar-fogo por causa do coronavírus
Membro do Comando Central, o órgão de direção do ELN, “Fabián” liderava a chamada Frente de Guerra Ocidental, a segunda com maior expansão depois do pacto histórico.
“Era um criminoso da maior periculosidade. Foi autor de muitos assassinatos, sequestros, líder de narcotráfico” e responsável pelo deslocamento de milhares de pessoas, disse o ministro.
Também organizou ataques às forças de segurança e atos de vandalismo durante os multitudinários protestos contra o governo que abalaram o país entre abril e junho deste ano, segundo a polícia. Dezenas de pessoas morreram.
Nas últimas semanas, o governo atribuiu ao ELN vários ataques contra as forças de segurança.
Mandados de prisão
Padilla ingressou na guerrilha ainda adolescente e fez parte da ala radical da organização que recorre ao tráfico de cocaína em suas áreas de influência, assim como a sequestros, como fontes de recursos para a insurreição.
Havia um mandado de prisão pelos crimes de rebelião, sequestro e homicídio agravado pelo assassinato de uma liderança indígena contra ele.
Sua morte é o golpe militar mais importante contra o grupo rebelde desde que “Uriel”, uma das figuras mais midiáticas do ELN, foi assassinado em outubro de 2020 na mesma região.
A densa selva de Chocó é o epicentro de uma disputa territorial entre a guerrilha e o Clã do Golfo, maior gangue de narcotráfico do país, herdeira dos paramilitares.
É também um dos pontos de saída estratégicos dos carregamentos de cocaína que saem do Pacífico colombiano com destino à América Central e aos Estados Unidos. Além disso, é um enclave de garimpo ilegal de ouro, cujas receitas, segundo a Promotoria, superam as do narcotráfico.
O ELN tem cerca de 2.300 combatentes no país e uma extensa rede de apoio urbano.
De acordo com o centro de pesquisa criminal Insight Crime, a Frente de Guerra Ocidental é a segunda em importância, depois da Frente de Guerra Oriental. Esta última opera na fronteira com a Venezuela e comandada por “Pablito”.
No início de 2019, o presidente Iván Duque enterrou as negociações de paz mantidas com o ELN por seu antecessor, o Nobel da Paz Juan Manuel Santos, em decorrência de um atentado com carro-bomba contra uma academia de polícia. Nele, 22 cadetes e o agressor morreram.
Negociações com os grupos
Os guerrilheiros se organizam em uma estrutura federada, com diferentes chefes. Isso dificulta a negociação com o ELN.
Estima-se que o grupo esteja presente em 10% dos 1.100 municípios da Colômbia.
Sem diálogo estabelecido, as operações militares contra a guerrilha continuam. “Terroristas que tentam colocar a Colômbia contra a parede com essa violência e crime devem sofrer o mesmo destino”, disse Molano.
Conflito armado na Colômbia
A Colômbia está mergulhada em um conflito armado há seis décadas com mais de nove milhões de vítimas, em sua maioria deslocados.
Em algumas regiões, o ELN disputa a receita do narcotráfico com grupos dissidentes das Farc que não aceitaram o acordo de paz, embora, segundo Duque, tenham feito alianças nos últimos meses para atacar as forças públicas.
O ELN já tem quase 60 anos. Nesse período, o grupo tentou uma insurreição armada malsucedida. A Colômbia é o maior produtor de cocaína do mundo, segundo a ONU, e os Estados Unidos são o principal consumidor dessa droga.
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Fonte: G1 Mundo

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‘Trinta anos de bla bla bla’, diz Greta Thunberg sobre ação de líderes contra o aquecimento global


Cerca de 400 jovens ativistas contra as mudanças climáticas foram selecionados pela ONU para elaborar documento e fazer ‘aquecimento’ para a COP26, prevista para o início de novembro. Jovens com idades entre 15 e 29 anos foram selecionados pela Organização das Nações Unidas (ONU) e estão reunidos até a quinta-feira (30) em Milão, na Itália. O grupo, que conta com 400 representantes de mais de 200 países, pretende elaborar um documento com um posicionamento sobre a emergência climática e quais ações devem ser prioritárias.
Entre esses embaixadores da juventude, está a ativista ambiental Greta Thunberg. Nesta terça-feira (28), os jovens pediram aos líderes mundiais que “acordem” para a a crise climática.
“Isso é tudo o que ouvimos por parte dos nossos líderes: palavras. Palavras que soam bem, mas que não provocaram ação alguma. Nossas esperanças e sonhos se afogam em suas palavras de promessas vazias”, afirmou Thunberg, aplaudida pelos embaixadores da juventude.
“Não existe um planeta B, não existe um planeta bla bla bla, economia verde bla bla bla, neutralidade do carbono para 2050 bla bla bla”, acrescentou, denunciando “trinta anos de bla bla bla” dos líderes mundiais e “sua traição com as gerações atuais e futuras”.
Greta Thunberg durante evento que reúne cerca de 400 lideranças jovens contra o aquecimento global em Milão, na Itália
Miguel Medina/AFP
A declaração de Thunberg será apresentada no próximo final de semana para cinquenta ministros reunidos para o preparo da COP26, prevista para os primeiros dias de novembro em Glasgow, Escócia.
“Eu os ouço (…). Queremos ouvir suas ideias criativas e ambiciosas”, disse o presidente britânico da COP26, Alok Sharma. “No início deste mês, uma pesquisa entre os jovens revelou que mais da metade teme que a humanidade esteja condenada ao fracasso. Francamente, isso envergonha a minha geração”.
‘Sem lugar na mesa’
Os líderes, no entanto, foram criticados por “fingir” que escutam as demandas dos jovens sobre as mudanças do clima: “convidam os jovens selecionados para reuniões como esta e fingem que nos escutam”, respondeu Thunberg no palanque.
“É o momento de nossos dirigentes despertarem, chegou a hora de nossos líderes pararem de falar e começarem a agir. Já é hora de os poluidores pagarem, é a hora de cumprirem com as promessas”, disse a ativista ugandesa Vanessa Nakate, detalhando o “sofrimento” suportado na África, Ásia e no Pacífico pelos povos menos responsáveis pelo aquecimento global.
“É o momento. E não se esqueçam de ouvir aqueles que são os mais vulneráveis”, acrescentou, emocionada, diante do público que a aplaudiu de pé.
Enquanto as catástrofes climáticas continuam aumentando, os compromissos das nações ainda não estão perto de concretizar a principal meta do Acordo de Paris: limitar o aquecimento global abaixo de 2°C em relação à era pré-industrial e, caso seja possível, em 1,5°C. De acordo com um relatório muito recente da ONU, o mundo caminha para um aquecimento “catastrófico” de 2,7ºC.
“Precisamos ouvir a ciência. Devemos realizar a transição (para uma economia baixa em carbono) antes de 2030”, defendeu a peruana Valery Salas, de 24 anos, uma dos 400 delegados presentes.
Assim como nas manifestações que levaram milhões de seus colegas às ruas de todo o mundo nesses últimos anos, os jovens reunidos em Milão responderam Greta Thunberg com uma só voz: “O que queremos?” “Justiça climática” “Para quando queremos?” “Agora”.

Fonte: G1 Mundo

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VÍDEO: veja o momento em que meteoro vira bola de fogo no céu dos EUA

Fenômeno foi registrado no céu da Carolina do Norte. Meteoro cria bola luminosa no céu dos EUA
Um vídeo divulgado pela Sociedade Americana de Meteoros (AMS, na sigla em inglês) mostra o momento em que um meteoro vira uma bola de fogo no céu do estado da Carolina do Norte na última sexta-feira (24) .
De acordo com a agência espacial Nasa, o fenômeno foi visto na Carolina do Norte depois das 19h30 locais e foi um de vários avistamentos de bolas de fogo nos EUA naquela noite.
Segundo informações do site da rádio pública NPR, uma análise da agência concluiu que o meteoro “percorreu a costa da Carolina do Norte” e ficou perceptível quando estava cerca de 77 quilômetros acima do oceano em Jacksonville, onde ficou brilhando no céu enquanto se deslocava a aproximadamente 51 mil km/h.
Os meteoros normalmente entram na atmosfera da Terra a 40 mil a até 250 mil km/h. No entanto, “desaceleram rapidamente” enquanto voam pela atmosfera, de acordo com a Sociedade Americana de Meteoros. Devido ao calor, acabam queimando e se desfazendo em pedaços menores.

Fonte: G1 Mundo

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Defensoria questiona Itamaraty sobre exigências ‘ilegais’ para vistos humanitários a afegãos


Entre as exigências estão a comprovação de que a pessoa terá no Brasil hospedagem, alimentação, transporte, aulas de português e até plano de saúde e odontológico, entre outras. Membro do Talibã ameaça manifestantes em Cabul em protesto no dia 7
Reuters
A Defensoria Pública-Geral da União (DPU) questionou o Ministério das Relações Exteriores do Brasil sobre exigências que considera ilegais para conceder vistos humanitários a afegãos e afegãs que estão tentando deixar o país para fugir do Talibã.
Entre elas estão teste RT-PCR para a detecção de Covid-19 e a comprovação de que a pessoa terá hospedagem, alimentação, transporte e até plano de saúde e odontológico no Brasil e aulas de português, entre outras exigências (veja mais abaixo).
Nenhuma delas estão previstas na portaria interministerial nº 24, de 3 de setembro, que é assinada pelos ministros das Relações Exteriores, Carlos França, e da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres. Ela prevê apenas quatro exigências para o pedido do visto temporário:
Documento de viagem válido;
Formulário de solicitação de visto preenchido;
Comprovante de meio de transporte de entrada no território brasileiro;
Atestado de antecedentes criminais expedido pelo Afeganistão (caso não seja possível, a portaria exige uma declaração de ausência de antecedentes criminais em qualquer país).
A concessão de visto humanitário para afegãos foi antecipada pelo blog da Julia Duailibi. A medida foi articulada pela ministra Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha, do Superior Tribunal Militar (STM), para socorrer juízas afegãs (há cerca de 270 no país).
Desde que voltou ao poder, em 15 de agosto, o Talibã está de novo restringido o papel da mulher na sociedade, proibindo-as nas universidades e até de praticar esportes.
Também há diversas denúncias de desrespeito aos direitos humanos e até execuções em praças públicas, como ocorreu entre 1996 e 2001 (veja no vídeo abaixo). O Talibã já proibiu até coisas básicas, como músicas em locais públicos e o corte da barba de homens em barbearias.
Talibã pendura corpos de supostos sequestradores em guindastes, no Afeganistão
Nesta terça-feira (28), o jornal “Folha de S.Paulo” revelou que embaixadas brasileiras estão fazendo mais exigências do que as definidas na portaria, o que inviabilizaria o visto humanitário a quem está tentando deixar o país.
O  g1  entrou em contato com o Itamaraty e, até a última atualização desta reportagem, não havia obtido resposta.
As exigências consideradas ilegais
No site da embaixada do Brasil em Teerã (capital do Irã), uma publicação do dia 22 lista uma série de exigências que não estão previstas na portaria:
“É importante notar que aqueles interessados em pedir o visto humanitário descrito acima deverão comprovar que terão meios para viajar ao Brasil (incluindo emissão de documentos de viagem, pagamento de testes RT-PCR e o próprio bilhete aéreo) e lá se manter (hospedagem, alimentação, transporte na chegada ao país, plano de saúde e dentário, aulas de português, custos relativos a reconhecimento de diplomas, entre outros)”, diz a publicação no site.
“Sugere-se, portanto, contato prévio com instituições no Brasil que estejam oferecendo apoio a cidadãos afegãos afetados pela recente crise política no país”, conclui o texto.
A informação da embaixada brasileira no Irã é mencionada na petição da DPU contra o Itamaraty, assim como um e-mail enviado pela embaixada do Brasil em Ancara (capital da Turquia). A Defensoria também diz que um texto semelhante, que estava no site da embaixada em Islamabad (Paquistão), foi retirado do ar.
A petição traz também um e-mail recebido pela ONG Caritas Arquidiocesana de São Paulo que exigia uma “carta compromisso” da ONG, “que se responsabilizará pelos seguintes itens e despesas”:
“1- No Afeganistão ou em qualquer outro país de trânsito até a chegada ao Brasil: a) hospedagem; b) alimentação; c) transporte desde a fronteira até Islamabad ou do Afeganistão até outro destino intermediário; d) custos de teste RT – PCR, se houver; e) emolumentos necessários para aqueles que não têm passaporte válido; f) auxílio para preenchimento de formulários e serviço de tradução ou intérprete; e g) bilhete de viagem aérea até o Brasil”.
“2- No Brasil: a) custos de teste RT – PCR, para entrada no país; b) recepção no aeroporto de chegada; c) auxílio para registro na Polícia Federal e obtenção de autorização de residência e documentos de identificação; d) renda mensal, condizente ao tamanho do grupo ou família; e) hospedagem; f) alimentação; g) transporte; h) plano de saúde e dentário; i) custos relativos a reconhecimento de diplomas; j) aulas de português; e k) quaisquer outras despesas que venham a ser necessárias durante sua estada no Brasil pelo período de, pelo menos, seis meses”.
Os pedidos da Defensoria
A petição de sexta-feira (24) é assinada pelos defensores públicos federais João Freitas de Castro Chaves, coordenador do grupo de trabalho nacional para migrações, apatridia e refúgio da DPU, e Thales Arcoverde Treiger, defensor regional de direitos humanos do Rio de Janeiro.
A Defensoria Pública-Geral da União exige do Itamaraty informações sobre os fatos apresentados e sobre as exigências não previstas na portaria interministerial, além de questionar se existe alguma instrução do ministério para as embaixadas sobre os requisitos para o visto humanitário a afegãos.
A DPU também recomenda que o governo brasileiro não cobre “plano de saúde e dentário, custeio de revalidação de diplomas ou curso de português, prova de recursos financeiros para hospedagem e alimentação, carta-compromisso ou qualquer forma de patrocínio da acolhida humanitária por organizações não-governamentais” e revogue “quaisquer instruções já transmitidas nesse sentido”.
Os defensores dizem que a petição é uma forma de prevenir uma possível ação judicial e “torna inequívoca a demonstração da ciência da(s) ilicitude(s) apontada(s)”. Eles dão cinco dias úteis para uma resposta do Itamaraty — prazo que se encerra na sexta-feira (1º).
Segundo a DPU, o Ministério das Relações Exteriores não respondeu a petição até o momento.
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Fonte: G1 Mundo

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Diretor da OMS pede desculpas por abusos sexuais cometidos por funcionários na República do Congo


Abusos foram cometidos por funcionários, recrutados localmente e membros internacionais de equipes de luta contra o surto de Ebola na RDC entre 2018 e 2020, apontam os investigadores. Moradores se reúnem ao redor de funcionários do Médicos Sem Fronteiras em Goma, na República Democrática do Congo, para segunda rodada de vacinação contra o ebola em novembro de 2019.
Fiston Mahamba/Reuters
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu desculpas pelo comportamento dos funcionários da instituição que abusaram sexualmente de dezenas de pessoas na República Democrática do Congo (RDC) e prometeu punir os culpados.
“A primeira coisa que quero dizer às vítimas e sobreviventes é que sinto muito. Eu sinto muito, sinto muito pelo que foi imposto a vocês por pessoas que foram contratadas pela OMS para servir e proteger”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante uma entrevista coletiva sobre as conclusões de uma comissão de investigação independente.
Além disso, prometeu “graves consequências” para os culpados.
A comissão independente que investiga a violência e os abusos sexuais cometidos por funcionários da OMS na República Democrática do Congo encontrou “falhas estruturais” e “negligência individual” por parte da organização.
Os abusos foram cometidos por funcionários, recrutados localmente e membros internacionais de equipes de luta contra o surto de Ebola na RDC entre 2018 e 2020, dizem os investigadores, que entrevistaram dezenas de mulheres que receberam ofertas de trabalho em troca de sexo ou que foram estupradas.
Em suas observações iniciais, a comissão de inquérito – lançada em outubro de 2020 pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus – mostra um quadro desolador.
Ele destaca “a magnitude dos incidentes de exploração e abuso sexual na resposta ao 10º surto de Ebola, todos os quais contribuíram para aumentar a vulnerabilidade das vítimas, que não receberam a ajuda necessária e a assistência que exigiam essas experiências degradantes”.
“É uma leitura comovente”, disse Tedros, no início da entrevista coletiva.
O chefe da OMS para a África, Matshidiso Moeti, disse que “como chefe da OMS” pedia “desculpas pelo que essas pessoas, essas mulheres, essas meninas sofreram” e prometeu levar em consideração as recomendações da comissão.
A comissão constatou também, após a realização de dezenas de entrevistas, “a percepção de impunidade dos funcionários da instituição por parte das supostas vítimas”, assim como o fato de que diante das dezenas de vítimas que se manifestaram, houve “uma ausência total de notificação de casos” a nível institucional.
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Fonte: G1 Mundo

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Quais são as novas regras para a entrada de brasileiros na Europa?


O turista vindo do Brasil virou “persona non grata” em vários países devido à alta incidência do coronavírus e à circulação de variantes. Mas algumas nações europeias já reabriram suas fronteiras. O turista proveniente do Brasil teve sua entrada vetada em grande parte dos países do mundo devido à alta incidência do coronavírus, à vacinação lenta contra a Covid-19 e à circulação de novas variantes.
Mas a boa notícia é que alguns países da Europa já reabriram suas fronteiras para turistas vindos do Brasil que estão ou não totalmente vacinados, mesmo que eles não possuam passaporte europeu, visto ou autorização de residência de algum país da União Europeia (UE) ou do Espaço Schengen.
Novo passaporte comum eletrônico brasileiro. O documento passou a ser emitido desde a última segunda -feira (6) pela Polícia Federal e Casa da Moeda, e terá prazo de validade de 10 anos (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Espanha, Finlândia, Portugal e Suíça são algumas das nações que aceitam a entrada de turistas do Brasil totalmente vacinados. Alemanha e França também aceitam, mas fazem restrições à Coronavac.
Outros – como Reino Unido e Itália – aceitam atualmente somente a entrada de pessoas que se encaixam em certas exceções, como cidadãos do país ou de outro membro da União Europeia.
Ainda que um turista vindo do Brasil totalmente vacinado consiga desembarcar em alguma das nações que reabriram suas fronteiras, não é garantido que ele conseguirá transitar por outros países da União Europeia ou do Espaço Schengen.
Isso porque cada nação tem suas regras específicas para quem esteve nos últimos dias em um país de alto risco, como o Brasil. Se for o caso, o viajante brasileiro deverá ainda observar as regras da nação europeia onde realizará escala para chegar ao seu destino final.
Veja abaixo os requisitos de entrada em dez países europeus selecionados pela DW Brasil: Alemanha, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça.
Alemanha
A Alemanha deixou de considerar o Brasil como área de alto risco a partir de 19 de setembro. No entanto, as restrições de entrada da União Europeia ainda se aplicam quando passageiros do Brasil entram na Alemanha.
Portão de Brandenburgo, em Berlim, em 16 de abril de 2020
Christian Mang/Reuters
De acordo com o site da Embaixada da Alemanha no Brasil, as exceções às restrições de entrada se aplicam aos seguintes grupos de pessoas:
Cidadãos alemães e seus familiares do chamado “núcleo familiar” (cônjuge, filhos menores não casados, pais de filhos menores)
Cidadãos da UE e cidadãos do Liechtenstein, Suíça, Noruega e Islândia e seus familiares do chamado “núcleo familiar” (cônjuge, filhos menores não casados, pais de filhos menores)
Nacionais de países terceiros com um direito de residência de longa duração em um Estado da UE ou de Schengen e membros da sua família do chamado “núcleo familiar”
Pessoas totalmente vacinadas com um imunizante aprovado pela União Europeia. As seguintes vacinas são aceitas: Pfizer-Biontech, Janssen (Johnson&Johnson), Moderna e AstraZeneca.
O país aceita também a chamada vacinação cruzada, em que a pessoa toma a AstraZeneca na primeira dose, e a Pfizer-Biontech ou Moderna (ainda não aplicada no Brasil) na segunda dose. A imunização é considerada completa somente 14 dias depois da segunda dose ou da dose única da Janssen.
Para a entrada deve ser apresentado um certificado digital Covid da UE ou um comprovante de vacinação comparável, digital ou em papel, em idioma alemão, inglês, francês, italiano ou espanhol. A Embaixada da Alemanha lembra em seu site que a vacina Coronavac ainda não é reconhecida na Alemanha.
Pessoas que têm um motivo importante para viajar, em específico:
a) com uma razão imprescindível para a entrada
b) determinados viajantes de negócios, visitantes ou expositores de feiras e participantes de congressos; parceiros não casados em determinados casos.
Desde que tenha direito a entrar na Alemanha, mas não tenha uma vacinação com um imunizante reconhecido na Alemanha, deve apresentar uma das seguintes comprovações:
Comprovação via teste negativo: se você não for vacinado ou tiver sido vacinado com um imunizante não reconhecido na Alemanha, como por exemplo, a Coronavac, deverá apresentar, ao entrar, um teste de Covid-19 negativo. Este pode ser um teste PCR (a coleta do material deverá ter ocorrido no máximo há 72 horas) ou um teste de antígeno (coletado no máximo há 48 horas).
Menores de 12 anos estão isentos da obrigação de apresentar comprovantes. Devido à situação especial de vacinação dos jovens, as pessoas com menos de 12 anos de idade – que estejam acompanhadas por pelo menos um genitor com vacinação completa – podem entrar na Alemanha mesmo que ainda não tenham sido vacinadas. Além disso, não há mais obrigatoriedade de quarentena.
Mais informações sobre as regras de entrada na Alemanha podem ser encontradas no site da Embaixada da Alemanha no Brasil.
Espanha
Pessoas desembarcam no aeroporto de Barcelona, ​​na Espanha, em 7 de junho de 2021. Países da União Europeia estão adotando medidas para impulsionar a chegada de turistas estrangeiros antes do verão europeu.
Emilio Morenatti/AP
A partir de 24 de agosto de 2021, passageiros totalmente vacinados vindos do Brasil poderão entrar na Espanha sem necessidade de realizar quarentena. As pessoas que podem entrar na Espanha e os controles de saúde são detalhados a seguir:
VIAJANTES PERMITIDOS:
Pessoas vacinadas:
Qualquer pessoa completamente vacinada 14 dias antes da viagem pode entrar na Espanha simplesmente apresentando o certificado de vacinação correspondente. Para obter mais informações sobre o certificado de vacinação, consulte a seção CONTROLES SANITÁRIOS abaixo.
Pessoas não vacinadas (devem cumprir um dos requisitos abaixo mencionados):
As seguintes pessoas podem entrar na Espanha, mesmo que não sejam vacinadas, desde que apresentem um certificado de teste diagnóstico, como PCR em espanhol ou inglês (ver CONTROLES SANITÁRIOS abaixo):
a) Espanhóis e outros nacionais da União Europeia e do Espaço Econômico Europeu, documentado com o respectivo passaporte válido
b) Cônjuges ou parceiros com uniões estáveis de cidadãos espanhóis e nacionais da União Europeia e do Espaço Econômico Europeu que viajem ou se reúnam com o cidadão espanhol ou europeu, documentados com certidão de casamento ou união estável. Todos os certificados brasileiros devem ser apostilados em cartório, sem necessidade de tradução. Os documentos de um país da UE não precisam da apostila de Haia
c) Filhos menores de 21 anos de cidadãos espanhóis ou nacionais da União Europeia e do Espaço Econômico Europeu que viajem ou se encontrem com cidadão espanhol ou europeu, comprovados com livro de família espanhol ou certidão de nascimento e cópia do passaporte do cidadão europeu. Todos os certificados brasileiros devem ser apostilados em cartório, sem necessidade de tradução. Os documentos de um país da UE não precisam de apostila de Haia
d) Residentes ordinários em Espanha, outros países da União Europeia, Estados associados Schengen, Andorra, Mônaco, Vaticano (Santa Sé) ou San Marinho que se desloquem a esse país, comprovando-o com o correspondente cartão de residência válido
e) Os titulares de um visto de longa duração válido emitido por um Estado-Membro ou Estado Schengen Associado que se dirijam a esse país
f) Transporte pessoal, marítimo e pessoal aeronáutico necessário ao exercício das atividades de transporte aéreo devidamente credenciado
g) Pessoal diplomático e consular, de organizações internacionais, militares, da proteção civil e membros de organizações humanitárias, no exercício das suas funções. Eles devem obter uma autorização por meio de seu Consulado
h) Estudantes que realizem os seus estudos num país da União Europeia ou Estado Schengen associado e que possuam a correspondente autorização ou visto de estadia de longa duração, desde que se dirijam ao país onde estudam, e que a entrada ocorra durante o ano letivo ou nos 15 dias anteriores. Se o destino for a Espanha e a duração da estada for de até 90 dias, deve ser comprovado que os estudos são realizados em um centro de ensino autorizado na Espanha, inscrito no registro administrativo correspondente, seguindo um programa de tempo integral durante este fase e pessoalmente, o que leva à obtenção de um diploma ou certificado de estudos
i) Trabalhadores altamente qualificados cujo trabalho é necessário e não pode ser adiado ou executado à distância, incluindo participantes em eventos desportivos de alto nível que se realizem em Espanha. Essas circunstâncias devem ser justificadas por evidências documentais
j) Pessoas que viajem por motivos imperativos, humanitários ou de força maior devidamente comprovado. Devem obter uma autorização prévia com base na documentação que enviam ao Consulado
As categorias g (pessoal diplomático), i (trabalhadores altamente qualificados e atletas) e j (força maior) devem contatar a repartição consular correspondente de acordo com o local de residência pelo menos uma semana antes da viagem.
O site da Embaixada da Espanha no Brasil informa, ainda, que casais de europeus não registrados e parentes de brasileiros com autorização de residência na Espanha ainda não podem entrar na Espanha.
Conexões para países de fora do Espaço Schengen são permitidos para todos os viajantes, desde que permaneçam na área internacional do aeroporto. Já os trânsitos para outro país do Espaço Schengen só são permitidos aos vacinados ou às pessoas incluídas nas categorias acima descritas.
CONTROLES SANITÁRIOS:
Todos os passageiros que chegam à Espanha devem passar por um exame de saúde no aeroporto de entrada que incluirá, no mínimo, uma medição de temperatura, uma verificação documental e uma verificação visual de seu estado. As autoridades de saúde podem realizar um teste de antígeno. Qualquer pessoa pode ter sua entrada negada por motivos de saúde pública.
Todos os passageiros que chegam à Espanha devem preencher, antes de iniciar a viagem, um formulário de controle de saúde. Quem o faz por via aérea pode fazê-lo através deste site. Depois de preenchido, obtém-se um código QR que deverá ser apresentado, tanto no momento do embarque como na chegada à Espanha. Os passageiros em trânsito internacional estão isentos de passar pelo controle de saúde, mas também devem obter um código QR.
A partir de 24 de agosto não é mais necessário submeter-se a quarentena.
Todos os passageiros do Brasil com mais de 12 anos devem ter um dos seguintes certificados:
a) Certificado de vacinação
Os passageiros que foram vacinados com um regime completo de Pfizer, AstraZeneca (incluindo CoviShield), Johnson&Johnson (Janssen) ou Coronavac, pelo menos 14 dias antes de sua chegada à Espanha, não precisarão fornecer nenhum teste diagnóstico adicional.
No entanto, é possível que lhes possam fazer um teste de diagnóstico na chegada, se a autoridade de saúde considerar necessário. O certificado deve ser traduzido ao espanhol, inglês, francês ou alemão. Para vacinas feitas no Brasil, você deve obter o certificado digital do Ministério da Saúde do Brasil na versão em espanhol. Para vacinas feitas na Espanha ou em outro país da União Europeia, você deve obter o certificado digital COVID da UE.
b) Certificado de recuperação de covid-19
Passageiros não vacinados que tiveram a doença podem apresentar certificado de recuperação desde que tenham passado mais de 11 dias desde a realização do primeiro teste NAAT positivo. Este certificado terá validade de 180 dias a partir de então. O certificado deve ser traduzido ao espanhol, inglês, francês ou alemão.
c) Certificado de teste de diagnóstico
Os passageiros não vacinados e que não tenham tido covid-19 devem fazer um teste de diagnóstico para entrar na Espanha. Os testes admitidos serão:
Testes de amplificação de ácido nucléico (NAAT), que detectam o material genético do vírus (por exemplo, PCR, TMA, LAMP, NEAR, etc.). A amostra deve ser colhida no máximo 72 horas antes do desembarque na Espanha.
Testes de detecção rápida de antígenos (RAT), que detectam a presença de antígenos de vírus. A amostra deve ser colhida no máximo 48 horas antes do desembarque na Espanha. Os testes admitidos são os autorizados pela Comissão Europeia.
Mais detalhes sobre as regras de entrada na Espanha podem ser encontrados no site da Embaixada da Espanha no Brasil.
Finlândia
O país nórdico reabriu suas fronteiras em 26 de julho para turistas com vacinação completa, inclusive do Brasil. Já cidadãos brasileiros não vacinados podem entrar no país somente se configurarem algum dos casos de exceção.
Vista de Helsinque, capital da Finlândia; país tem um dos mais altos PIBs per capita e é o ‘mais feliz do mundo’
Ints Kalnins/Reuters
Além de turistas com vacinação completa, é permitida a entrada no país europeu de: cidadãos finlandeses e familiares do núcleo familiar (cônjuges, filhos menores, pais de filhos menores); cidadãos da União Europeia com residência na Finlândia e familiares do núcleo familiar; cidadãos de países terceiros com autorização de residência na Finlândia; estrangeiro de qualquer nacionalidade que esteja em um relacionamento com um cidadão finlandês ou estrangeiro residente na Finlândia; e estrangeiros com outras razões essenciais, incluído laços familiares.
As autoridades finlandesas reconhecem as seguintes vacinas: Pfizer-Biontech, Moderna, AstraZeneca, Janssen (Johnson&Johnson), Sinopharm, Covishield e Sinovac/Coronavac. A imunização é considerada completa somente após 14 dias da segunda dose da vacina ou da dose única da Janssen. Os turistas totalmente vacinados não precisam realizar quarentena no país europeu.
Todos os passageiros de países de alto risco que chegam à Finlândia (inclusive os vacinados) serão direcionados após o desembarque a um ponto de atendimento para a realização de um exame de saúde obrigatório.
Todos os passageiros acima de 16 anos devem apresentar um dos seguintes documentos no aeroporto de Helsinque: comprovante de vacinação completa; comprovante da primeira dose; teste PCR negativo ou antígeno realizado nas 72 horas que antecedem a entrada na Finlândia; ou laudo com diagnóstico de ovid-19 nos últimos seis meses. Os documentos listados que estiverem redigidos em português devem ser traduzidos para o inglês com tradutor juramentado.
Caso o passageiro que se configurar em um dos casos de exceção e não possuir nenhum dos documentos listados acima, as autoridades no aeroporto irão solicitar que o passageiro realize dois testes PCR na Finlândia (serviço gratuito). O primeiro teste será realizado ao chegar no aeroporto de Helsinque, e o segundo teste entre três e cinco dias após a chegada no país europeu.
Uma vez que não existem voos diretos entre Brasil e Finlândia, os passageiros deverão observar as restrições do país onde farão escala.
Mais detalhes sobre as regras de entrada na Finlândia podem ser encontrados em português e inglês no site da Embaixada da Finlândia no Brasil.
França
A França liberou a entrada de brasileiros com imunizantes reconhecidos pela Agência Europeia de Medicamentos (Biontech-Pfizer, Moderna, AstraZeneca e Janssen/Johnson&Johnson), além da Covishield e da Fiocruz, e que já tenham o esquema vacinal completo: para vacinas da Janssen, de dose única, o esquema vacinal será considerado completo apenas 28 dias após a administração do imunizante; para as outras vacinas, o período mínimo exigido é de sete dias após a segunda dose. Os viajantes vacinados não deverão cumprir quarentena ao desembarcar na França.
Pedestres caminham perto do Arco do Triunfo, embrulhado como parte de uma instalação de arte chamada “L’Arc de Triomphe, Wrapped”, concebida pelo artista falecido Christo, na avenida Champs Elysees, no dia sem carro em Paris
Benoit Tessier/Reuters
Além do comprovante de vacinação, os passageiros provenientes do Brasil devem apresentar uma declaração na qual garantem não apresentar nenhum sintoma de infecção pela covid-19 e não terem tido contato com pessoas que testaram positivo para Covid-19.
Para os vacinados com Coronavac, é possível obter o passe sanitário, que dá direito a ingressar no país, com uma terceira dose de uma vacina de mRNA. A alteração entrou em vigor no dia 23 de setembro.
Já aqueles passageiros que não foram vacinados – ou que foram imunizados com uma vacina que não seja as reconhecidas pela França, a Coronavac ou a Sinopharm – deverão apresentar às autoridades um documento que comprove um motivo importante para a viagem, bem como um teste PCR ou de antígeno com resultado negativo e realizado 48 horas antes do embarque. Os viajantes não vacinados deverão ainda fazer uma quarentena após desembarcar no território continental francês. A medida durará dez dias e será acompanhada de restrições horárias para a saída do local de isolamento (exceto em caso de trânsito em zona internacional).
Mais informações sobre as regras de entrada na França podem ser encontradas no site da Embaixada da França no Brasil.
Holanda
A Holanda alterou a classificação do Brasil a partir de 4 de setembro de “área de risco muito alto e de preocupação com variantes” para “área de muito alto risco”. Assim, passageiros provenientes do Brasil totalmente vacinados podem entrar no país europeu, mas terão que realizar uma quarentena obrigatória de dez dias, com algumas exceções.
A partir de 22 de setembro, porém, passageiros totalmente vacinados que chegarem ao país europeu vindos de “áreas de risco muito”, como o Brasil, não precisarão mais fazer a quarentena obrigatória.
A Holanda aceita as vacinas aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos e pela Organização Mundial da Saúde (OMS): Pfizer-BioNTech (Comirnaty); AstraZeneca (Vaxzevria); Serum Institute of India (Covishield); Janssen (Johnson&Johnson); Moderna (Spikevax); Sinovac; e Sinopharma BIBP.
A imunização é considerada completa após os seguintes prazos: 14 dias após a segunda dose ou 28 dias após a dose única da Janssen. O país europeu aceita o comprovante de vacinação (físico ou digital) emitido pelo Ministério da Saúde do Brasil em português.
Os passageiros (de 12 anos ou mais) que desembarcam na Holanda devem apresentar um teste negativo de covid-19. Eles têm duas opções: um teste PCR negativo realizado até 48 horas antes da partida; ou um teste rápido de antígeno negativo realizado 24 horas antes do embarque para a Holanda. Os passageiros deverão ainda ter consigo a “declaração de quarentena” e a declaração de saúde preenchidas e assinadas.
Em relação a conexões em Amsterdã, o passageiro que estiver viajando para um país que não pertence à União Europeia deve provar que tem um voo de conexão para a nação que não faz parte do Espaço Schengen; o voo de conexão deve partir dentro de 48 horas após a chegada do viajante a Amsterdã; e o viajante não deve deixar a zona de trânsito internacional do aeroporto enquanto aguarda o voo de conexão.
Se estiver viajando para um país da União Europeia ou Espaço Schengen através da Holanda, o viajante deve mostrar que tem permissão para entrar no destino final em questão. O governo holandês frisa ainda que, quem estiver viajando para outro país com conexão na Holanda precisa mostrar o resultado negativo do teste de covid-19.
Mais detalhes sobre as regras de entrada na Holanda podem ser encontrados em inglês no site do governo da Holanda.
Irlanda
O país reabriu suas fronteiras para turistas brasileiros. Os passageiros que estão totalmente vacinados contra a covid-19 devem apresentar um resultado negativo de teste PCR realizado menos de 72 horas antes da chegada ao país e fazer quarentena. O viajante ficará livre do isolamento se apresentar um teste PCR negativo realizado no quinto dia de isolamento.
A Irlanda aceita as vacinas aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos: Pfizer-Biontech, Moderna, AstraZeneca e Janssen (Johnson&Johnson). A imunização é considerada completa após os seguintes prazos: 15 dias após a segunda dose da AstraZeneca; sete dias após a segunda dose da Pfizer-Biontech; e 14 dias após a segunda dose da Moderna ou da dose única da Janssen.
O passageiro que não foi totalmente vacinado deve apresentar um teste PCR negativo realizado menos de 72 horas antes da chegada ao país. Além disso, deverá reservar e pagar para fazer 14 dias de quarentena em um dos hotéis autorizados pelo governo irlandês. Se o viajante apresentar um teste PCR negativo no décimo dia de isolamento, a quarentena pode ser encerrada.
Mais detalhes sobre as regras de entrada na Irlanda podem ser encontrados em inglês no site do governo da Irlanda.
Itália
A Itália proibiu a entrada e o trânsito de pessoas que tenham permanecido ou transitado no Brasil nos 14 dias anteriores à viagem. A Embaixada da Itália no Brasil afirma que a entrada e o tráfego aéreo somente são permitidos desde que o passageiro não tenha nenhum sintoma da covid-19 e para as seguintes categorias: pessoas com residência oficialmente fixada e registrada na Itália anterior a 13 de fevereiro de 2021 (com autodeclaração); pessoas que devem alcançar domicílio, residência ou habitação de filhos menores, cônjuge ou parte de união civil (com autodeclaração); e pessoas em condições de absoluta necessidade autorizados pelo Ministério da Saúde.
Esses passageiros têm a obrigação de mostrar um certificado de teste PCR ou antígeno negativo realizado nas 72 horas anteriores à viagem; e de realizar um teste molecular ou de antígeno na chegada ao aeroporto ou, no caso de chegada em portos ou locais de fronteira, no prazo de 48 horas, junto à autoridade sanitária local competente.
Independentemente do resultado do teste de covid-19, os viajantes deverão cumprir uma quarentena de dez dias. Após esse período, eles deverão realizar mais um teste de covid-19. As atuais restrições estão válidas até 30 de agosto.
Mais detalhes sobre as regras de entrada na Itália podem ser encontrados no site da Embaixada da Itália no Brasil.
Portugal
A partir desta quarta-feira (1°/09), o governo português liberou a entrada de turistas brasileiros no país europeu. A decisão tem validade até 16 de setembro e poderá ser revista de acordo com a situação epidemiológica em Portugal.
Com a flexibilização, passageiros oriundos do Brasil não precisam fazer quarentena ao desembarcarem em Portugal.
O despacho do governo português não faz referência a uma eventual obrigatoriedade de vacinação para os viajantes, que devem apresentar um teste negativo de PCR realizado nas 72 horas antes do embarque ou um teste rápido de antígeno feito nas 24 horas anteriores à viagem, à exceção das crianças que não tenham completado 12 anos de idade.
Quem foi vacinado na União Europeia e possui o certificado digital aceito pelos países do bloco não precisa realizar nenhum teste para embarcar.
Mais detalhes sobre as regras de entrada em Portugal podem ser encontrados nosite da Embaixada de Portugal no Brasil.
Reino Unido
O passageiro que esteve nos últimos dez dias em algum país ou território da chamada “lista vermelha” – como o Brasil – só pode entrar no Reino Unido se for cidadão britânico ou irlandês, ou se tiver direito de residência no Reino Unido.
Antes de viajar para o Reino Unido, o viajante (a partir de 11 anos de idade) deve fazer um teste de covid-19 nas 72 horas anteriores ao embarque; reservar um dos hotéis autorizados pelo governo britânico para ficar dez dias em quarentena; e preencher o formulário “Passenger Locator”. O passageiro deverá realizar ainda mais dois testes de covid-19: até o segundo dia de isolamento; e no oitavo dia ou após a quarentena.
A pessoa que quebrar as regras de quarentena poderá pagar uma multa de até 10 mil libras (cerca de 71 mil reais).
Mais detalhes sobre as regras de entrada no Reino Unido podem ser encontrados em inglês no site do governo britânico.
Suíça
A entrada na Suíça é possível para cidadãos suíços, da União Europeia/Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA, em inglês), assim como para pessoas que têm autorização de residência suíça válida e viajantes totalmente vacinados de países terceiros, como os cidadãos brasileiros.
Os imunizantes aceitos atualmente são aqueles aprovados pela Organização Mundial da Saúde (OMS): Pfizer-Biontech, Moderna, Janssen (Johnson&Johnson), AstraZeneca, Sinovac (Coronavac), Sinopharm e do Serum Institute of India.
A entrada é permitida 11 dias após a aplicação da segunda dose das vacinas aceitas. Já os imunizados com o imunizante de dose única da Janssen devem aguardar 22 dias após a data de vacinação para embarcar. Os viajantes podem apresentar o comprovante de vacinação em papel que foi fornecido pelo posto de vacinação brasileiro.
Os passageiros (exceto os que estão em trânsito) devem preencher um formulário eletrônico antes de entrar na Suíça. O viajante que tem a intenção de seguir da Suíça para outros países, como da União Europeia, devem observar as regras do país de destino.
De acordo com o site da Embaixada da Suíça no Brasil, as restrições de entrada permanecem em vigor para estrangeiros não vacinados que não têm direito à livre circulação e que desejam entrar em estados e regiões de risco e não pertencem a uma categoria de exceção.
O governo suíço criou ainda uma ferramenta online que indica por meio de perguntas e respostas se o viajante tem a permissão ou não de entrar na Suíça.
Mais detalhes sobre as regras de entrada na Suíça podem ser encontrados em português e inglês no site da embaixada suíça no Brasil.

Fonte: G1 Mundo