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Homem morre após usar super cola como preservativo na Índia; polícia diz que produto ‘piorou’ seu estado


Jovem de 25 anos estava em um hotel com a namorada. Segundo investigadores, os dois faziam uso de drogas e substância também teria sido inalada em uma mistura tóxica. Imagem de arquivo mostra viatura da polícia de Ahmedabad em frente a hospital na Índia
Reprodução/Twitter/Prefeitura de Ahmedabad
Um homem morreu após usar super cola no lugar de preservativo na Índia, informou a polícia local na terça-feira (24). Segundo as autoridades, o produto “piorou” seu estado de saúde.
O jovem Salman Mirza, de 25 anos, teria feito uso de drogas antes de manter relações sexuais com a namorada em um hotel da cidade de Ahmedabad, no oeste do país.
Um porta-voz da polícia local disse ao jornal “The Times of India” que após se drogarem, o casal teria decidido usar a cola epóxi nas genitálias, uma vez que não tinham camisinhas.
Segundo a polícia, a substância também teria sido inalada em uma mistura tóxica. O agente disse ao “Times” que o contato com o produto piorou a situação e levou o jovem a ter um choque.
O rapaz foi encontrado desacordado na manhã seguinte e encaminhado para um hospital, mas não resistiu. A polícia indiana investiga o caso como morte acidental, segundo o jornal.

Fonte: G1 Mundo

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Skatista de 73 anos impressiona com manobras em ruas de São Petersburgo; veja VÍDEO


Max Timukhin postou vídeo após conhecer Igor nas ruas da segunda maior cidade russa e publicação foi assistida milhões de vezes após ser divulgada em site. Também praticante de ski, idoso anda de skate há 40 anos. Skatista de 73 anos faz sucesso nas redes sociais
As manobras de um skatista russo de 73 anos já impressionaram tanta gente que um vídeo dele andando por ruas de São Petersburgo em seu skate já foi visto mais de 3,5 milhões de vezes desde sua publicação, no início de agosto, em uma rede social. O sucesso foi ainda maior depois da divulgação em um grande site de compartilhamento de links.
Max Timukhin e Igor com seus skates
Reprodução/Instagram/Max Timukhin
O autor do vídeo, o surfista Max Timukhin, não publicou muitas informações sobre Igor, a não ser o fato de que ele começou a andar de skate há 40 anos na segunda maior cidade da Rússia e que também pratica ski.
VÍDEO: Jovem com autismo ensina idoso de 101 anos a dançar ‘street dance’ no Reino Unido
Ele disse que o conheceu ao praticar skate pelas ruas de São Petersburgo e, além do vídeo, postou uma foto em que ambos aparecem com seus skates. O surfista ainda comentou que é impossível conseguir um equipamento igual ao de Igor hoje em dia.

Fonte: G1 Mundo

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Ataque com ácido no metrô de Tóquio deixa dois feridos


Homem atirou ácido sulfúrico contra o rosto de um jovem de 22 anos que entrava no elevador da estação Shirokane Takanawa; rapaz teve boa parte da face queimada e uma mulher que passava pelo local no momento escorregou no líquido e sofreu queimaduras leves nas pernas. Agressor está foragido. Passageiros em metrô de Tóquio, em foto do dia 23 de abril
Philip Fong / AFP
Duas pessoas ficaram feridas em um ataque com ácido sulfúrico no metrô de Tóquio na terça-feira (25), mesmo dia da abertura dos Jogos Paralímpicos. Segundo a imprensa japonesa, o agressor segue foragido. 
A polícia japonesa investiga o caso e realiza buscas para tentar encontrar o autor do ataque. Ele atirou ácido sulfúrico contra o rosto de um jovem de 22 anos que entrava no elevador da estação Shirokane Takanawa, no centro de Tóquio. O rapaz teve boa parte da face queimada pela substância.
Uma mulher que passava pelo local no momento do incidente escorregou no líquido e sofreu queimaduras leves nas pernas. 
As duas vítimas foram rapidamente levadas para o hospital e estão conscientes, segundo a imprensa japonesa. A polícia bloqueou o acesso à estação durante algumas horas, mas não conseguiu deter o suspeito até o momento. 
Jogos Paralímpicos
O ataque ocorreu no mesmo dia da abertura dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, em uma estação de metrô do centro da capital japonesa. Segundo a imprensa local, as autoridades temem que novos incidentes violentos possam ser registrados durante a realização do evento.
No início de agosto, durante os Jogos Olímpicos, um ataque com faca em um trem no subúrbio de Tóquio deixou dez feridos. O autor da agressão, um japonês na faixa dos 30 anos, foi detido. 
Atos deste tipo são atualmente raros no país, que tem uma rígida legislação contra a violência. No entanto, o Japão tem um histórico de ataques de massa com substâncias venenosas.
O mais grave deles ocorreu no metrô de Tóquio, em 1995, quando membros do culto apocalíptico Aum Shinrykio liberaram gás sarin em várias estações, causando a morte de 13 pessoas e ferindo mais de 5.500.
Shoko Asahara, guru da seita, foi condenado à pena de morte e executado por enforcamento em 2018.
Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Fonte: G1 Mundo

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Vacina para viagem internacional: como comprovar proteção completa contra Covid-19?


Com a reabertura gradual das fronteiras para turistas, alguns países já recebem, sem restrições, viajantes brasileiros completamente vacinados. Veja perguntas e respostas sobre como comprovar a imunização. Pessoa mostra o código QR do passaporte sanitário antes do início da partida de futebol na França, em 8 de agosto de 2021
JEAN-FRANCOIS MONIER/AFP
A Espanha autorizou, na terça-feira (24), que turistas brasileiros voltem a frequentar o país contanto que estejam completamente vacinados contra a Covid-19.
Com a decisão, o país europeu se une a outros que vêm afrouxando as restrições em suas fronteiras e liberando gradualmente a entrada de viajantes imunizados.
No entanto, cada país pode decidir quais são as vacinas autorizadas e de que forma os turistas poderão comprovar a imunização contra o coronavírus.
Veja a seguir perguntas e respostas sobre como comprovar a vacinação para viagens:
O Certificado Internacional de Vacinação é válido para a Covid-19?
Quais países autorizam a entrada de brasileiros vacinados contra o coronavírus?
Todas as vacinas estão autorizadas?
Como comprovar a vacinação?
Como emitir um comprovante em inglês ou espanhol?
1. O Certificado Internacional de Vacinação é válido para a Covid-19?
Não. O Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia, concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é emitido principalmente para a vacina contra a febre amarela.
Segundo a agência, não há, no momento, determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde para emissão do Certificado Internacional de Vacina para a vacina da Covid-19.
Além da febre amarela, o certificado pode ser emitido para outras vacinas, como meningite e poliomielite, diz a Anvisa.
2. Quais países autorizam a entrada de brasileiros vacinados contra o coronavírus?
Com a Espanha, que autorizou a entrada de brasileiros vacinados sem restrições ou quarentena, ao menos 20 países já liberaram a passagem de turistas imunizados. Veja alguns deles na lista abaixo:
Alemanha
Anguilla
Bahamas
Canadá
Catar
Costa do Marfim
Costa Rica
Egito
Equador
Espanha
Finlândia
França
Irlanda
Islândia
Jordânia
Mali
República Dominicana
Suíça
Tailândia
Ucrânia
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil mantém uma lista atualizada com as restrições de viagens para brasileiros no exterior, que incluem também informações sobre a vacinação.
No entanto, o Itamaraty recomenda que antes de qualquer viagem, se confirmem as informações diretamente com os consulados e embaixadas dos países estrangeiros.
A Anvisa reforça o cuidado e afirma, em nota, que cada país ou bloco regional determina as exigências para a entrada em seus respectivos territórios.
3. Todas as vacinas estão autorizadas?
Não. Cada país tem autonomia para definir suas regras. A Espanha, por exemplo, autorizou a entrada de viajantes brasileiros com todas as vacinas disponíveis no SUS.
Já a Alemanha, que também começou a aceitar brasileiros vacinados, não liberou a entrada para viajantes que receberam vacinas não aprovadas na Europa – como a CoronaVac.
Vacinas autorizadas
4. Como comprovar a vacinação?
Todos os brasileiros vacinados podem imprimir o Certificado Nacional de Vacinação para a Covid-19. O documento, disponível pelo aplicativo Conecte SUS, é gratuito.
Para emitir o certificado, é preciso baixar o app ou acessar a versão web do sistema:
No Conecte SUS, clique no ícone da vacina
Aperte em cima das doses administradas
Siga para o detalhamento das doses administradas
E clique em ‘Certificado de Vacinação’
O certificado (veja na imagem abaixo) tem todos os dados do vacinado, as doses das vacinas com seus respectivos lotes e um QR Code para confirmar a autenticidade do documento.
Certificado de vacinação para a Covid-19 emitido pelo Ministério da Saúde
Reprodução/Ministério da Saúde
O Ministério da Saúde afirma que, ainda que não exista uma “normativa internacional publicada”, alguns países aceitam este documento como comprovante de vacinação.
No caso da Espanha, o passageiro deve apresentar um certificado de vacinação em espanhol (veja adiante como conseguir) e preencher um formulário no site do governo espanhol.
Já para entrar na França, além do comprovante nacional de vacinação (que pode ser emitido também em inglês), o viajante precisa apresentar uma “declaração solene” dizendo que não está doente. O documento está disponível no site do Ministério das Relações Exteriores francês.
5. Como emitir um comprovante em inglês ou espanhol?
Certificado de vacinação pode ser disponibilizado em português, inglês e espanhol
Reprodução/Ministério da Saúde
Para emitir uma versão em inglês ou espanhol do certificado, é preciso – após ter recebido as duas doses da vacina – baixar o app do sistema Conecte Sus:
No Conecte SUS, clique no ícone da vacina
Aperte em cima das doses administradas
Siga para o detalhamento das doses administradas
Clique em ‘Certificado de Vacinação’
Na parte superior, clique na bandeira do Brasil
Escolha a bandeira dos EUA para inglês ou a bandeira da Espanha para espanhol

Fonte: G1 Mundo

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Mulher da Índia que acusava parlamentar de estupro morre uma semana depois de atear fogo a si mesma


O parlamentar está preso há dois anos. Recentemente, a mulher foi denunciada por falsificação. Ela dizia que aliados do político estavam por trás da acusação. Cerimônia para lembrar de uma vítima de estupro em Nova Delhi, em 8 de agosto de 2021
Anushree Fadnavis/Reuters
Uma mulher de 24 anos da Índia morreu na terça-feira (24) depois de se imolar com fogo na semana passada —segundo a BBC, ela denunciava que estava sendo perseguida pela polícia por ter acusado um parlamentar de estupro.
Ela e um amigo espalharam gasolina pelo corpo e iniciaram um fogo. Os dois foram levados ao hospital. Ele morreu no sábado, e ela, na terça-feira à noite.
Veja abaixo uma reportagem de 2018 sobre uma onda de estupros na Índia.
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Os dois eram do estado de Uttar Pradesh, mas viajaram até a capital Nova Delhi, para a imolação em frente à Suprema Corte do país.
A mulher acusava o parlamentar Atul Rai, do partido Bahujan Samaj, de estupro na casa dele, na cidade de Varanasi. Ela tinha registrado uma ocorrência contra ele em maio de 2019. Rai nega a acusação. Ele foi preso em 2019 e está na cadeia nos últimos dois anos.
Em novembro do ano passado, o irmão de Rai acusou a mulher de falsificação. Ela disse que a acusação era mentira. A Justiça, no entanto, decretou a prisão dela.
Em um vídeo que ela gravou antes de atear fogo a si mesma, a mulher acusa o parlamentar de usar sua influência para persegui-la e então listou uma série de nomes de pessoas que, segundo ela, agiram em conjunto com o parlamentar.
“Nós chegamos ao destino que eles queriam. Eles fizeram esforços no último ano e meio para nos empurrar a esse ponto”, ela afirma.
Depois disso, dois policiais foram suspensos da corporação.
Violência sexual na Índia
A violência sexual é discutida intensamente na Índia desde 2012, quando uma mulher foi estuprada por seis homens em um ônibus em Nova Delhi. Ela morreu alguns dias depois, em decorrência dos ferimentos.
A repercussão desse incidente fez com que a Índia aprovasse novas leis para os crimes de natureza sexual.
No estado de Uttar Pradesh, que tem uma população do tamanho da brasileira, ainda há uma altíssima incidência de crimes dessa natureza.
Em 2018, uma mulher tentou colocar fogo nela mesma —ela acusava um outro parlamentar de tê-la estuprado. No ano seguinte, a Justiça condenou o parlamentar à prisão perpétua.
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Fonte: G1 Mundo

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China vai incluir ‘Pensamento de Xi Jinping’ no currículo escolar


Homem segura garota no colo e posa para foto em frente a um grande mural que retrata o presidente da China, Xi Jinping (no centro), e outros líderes chineses em uma praça pública em Lhasa, na Região Autônoma do Tibete, em 1º de junho de 2021
Mark Schiefelbein/AP
O Ministério da Educação da China vai acrescentar o “Pensamento de Xi Jinping” ao currículo nacional escolar, segundo novas diretrizes publicadas na terça-feira (24), com o intuito de “estabelecer a crença marxista” na juventude do país.
O ministério disse que o “pensamento sobre o socialismo com características chinesas na nova era” do presidente Xi Jinping será ensinado da escola primária até a universidade.
A medida visa fortalecer “a determinação de ouvir e seguir o partido”, segundo as novas diretrizes, e os materiais de ensino agora precisarão “cultivar sentimentos patrióticos”.
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Desde que assumiu o poder, em 2012, o presidente chinês procura aumentar o papel do Partido Comunista em todas as áreas da sociedade, incluindo seus negócios, suas escolas e suas instituições culturais.
“O Pensamento de Xi Jinping Sobre o Socialismo com Características Chinesas na Nova Era” foi entronizado formalmente na Constituição do país em 2018. Seu poder pessoal também cresce desde a abolição dos limites de mandatos presidenciais.
Em um discurso para marcar o centenário do Partido Comunista, comemorado em julho, Xi prometeu “aprimorar” a liderança partidária, preservar sua liderança “central” e fortalecer a unidade do povo chinês.

Fonte: G1 Mundo

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Crise no Afeganistão: saiba como ajudar


Lista traz instituições que ajudam refugiados em geral ou grupos mais específicos que sofrem com a tomada do poder pelos talibãs, como as mulheres. Avião militar dos EUA decola com cerca de 640 afegãos do aeroporto de Cabul, no Afeganistão. Foto do dia 15 de agosto de 2021
Defense One/Handout via Reuters
Com a retirada dos Estados Unidos e a volta do Talibã ao poder no Afeganistão, o país asiático vive uma convulsão social. Milhares de pessoas tentam emigrar ou obter refúgio no exterior, e outros milhões permanecerão sob o regime do grupo extremista, com consequências de dimensão ainda difícil de mensurar, em especial para mulheres e famílias de pessoas que colaboraram com a ocupação americana.
Em meio a este cenário, diversas organizações internacionais tentam aliviar os problemas dos afegãos. Veja abaixo uma lista com algumas instituições com as quais vocês pode colaborar:
ACNUR, agência da ONU para refugiados: atua no Afeganistão para ajudar em necessidades básicas das pessoas que se veem obrigadas a fugir.
International Rescue Commitee (IRC): trabalha no Afeganistão há três décadas, fornecendo abrigo, educação, água potável, assistência médica e outras ajudas a milhares de pessoas.
Women for Women International: está arrecadando fundos para criar um telefone de assistência para as mulheres afegãs.
Women for Afghan Women: organização com sedes nos EUA e no Afeganistão que oferece “abrigo seguro, recursos e ajuda para milhares de mulheres, crianças e famílias.
AfghanAid: ONG britânica que trabalha no Afeganistão há quase quatro décadas, com projetos humanitários voltados para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, como fornecer itens de cozinha, lâmpadas a energia solar e outras utilidades.

Afeganistão: entenda o histórico de invasões ao país

Fonte: G1 Mundo

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ONGs que cuidam de animais de rua no Afeganistão tentam tirar cães e gatos do país antes do prazo de 31 de agosto


Grupos que cuidam de animais no Afeganistão tentam tirar tanto os próprios funcionários como os cães e gatos que estão sob seus cuidados antes do dia 31 de agosto. Imagem sem data de um perfil em uma rede social da organização Kabul Small Animal Rescue
Reprodução/Facebook
Duas organizações não-governamentais de Cabul, no Afeganistão, tentam levantar dinheiro e encontrar uma maneira de retirar centenas de gatos e cachorros do país até o dia 31 de agosto, data limite estabelecida pelo Talibã para a retirada dos soldados dos Estados Unidos e outros países que formaram uma coalizão militar que esteve no país durante 20 anos.
A ONG, a Kabul Small Animal Rescue, tenta juntar US$ 1,5 milhão para tirar seus funcionários e cerca de 200 cães e gatos do Afeganistão, de acordo com um texto da National Public Radio, dos Estados Unidos.
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A entidade tem uma diretora nos EUA, Charlotte Maxwell-Jones, que afirma que não sabe se será possível sair do país depois do dia 31 de agosto.
Imagem sem data de alguns dos animais do Kabul Small Animal Rescue publicada em um perfil de rede social do grupo
Reprodução/Facebook
Eles ainda precisam de caixas para levar 120 cachorros e 100 gatos e, além disso, os vistos e autorizações para conseguir levar os animais a um outro país.
Maxwell-Jones afirmou que eles já haviam levantado US$ 700 mil (R$ 3,7 milhões, na cotação atual) até terça-feira (24).
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Os preços para viajar, no entanto, estão cada vez mais altos. Ela afirmou que um voo em um avião de carga para a Jordânia custava US$ 300 mil (R$ 1,6 milhão) há alguns dias, mas hoje é cotado em US$ 800 mil (R$ 4,2 milhões).
Operação Arca de Noé
Uma outra organização, o Abrigo Nowzad, também corre para retirar seus funcionários e os animais que estão sob seus cuidados no Afeganistão.
A organização é de um ex-soldado do exército britânico, Paul Farthing.
Farthing chegou a reclamar do ministro da Defesa do Reino Unido, Ben Wallace. O ministro afirmou que o ex-soldado e os funcionários estão liberados para entrar no aeroporto e embarcar em um avião da Força Aérea britânica, mas sem os animais. São 68 funcionários.
Na terça-feira, os apoiadores da Nowzad afirmaram que conseguiram dinheiro suficiente para fretar um voo.
O problema, de acordo com Wallace, é levar as pessoas com segurança até o aeroporto, e que há milhares de pessoas em Cabul que são a prioridade para serem levadas pelos aviões.
Farthing havia dito que os animais iriam no compartimento de bagagem, e que os assentos livres poderiam ser preenchidos por outras pessoas que também tivessem autorização para a viagem.
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Fonte: G1 Mundo

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‘Crueldade não teve limites’, diz Presidência da Bolívia após acusar ex-mandatária de genocídio


Relatório da OEA revela casos de tortura, violência sexual e assassinatos durante governo interino de Jeanine Áñez em 2019. Jeanine Áñez está presa desde março por ‘terrorismo, sedição e conspiração’ nos atos que levaram à renúncia de Evo Morales
Reuters/Via BBC
Após oito meses de investigações e de reunir depoimentos de vítimas da violência no último trimestre de 2019, na Bolívia, os especialistas independentes convocados pela Organização de Estados Americanos (OEA) detalharam num longo relatório casos de tortura, violência sexual e assassinatos, naquele período, no país.
O documento aponta que foram constatadas, em diferentes circunstâncias, “pelo menos 37 mortes” em diversos lugares do território boliviano e centenas de vítimas com “ferimentos tanto físicos como psicológicos”.
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No relatório, o Grupo Interdisciplinar de Especialistas Independentes (GIEI-Bolívia), da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, detalhou o que ficou conhecido como “Massacre de Sacaba”, perto da cidade de Cochabamba, quando uma operação envolvendo policiais e militares, com tanques, helicópteros e um avião, deixou nove mortos e cem feridos identificados, no dia 15 de novembro daquele ano.
‘As execuções sumárias no país angustiaram o presidente (Luis Arce, na foto). Elas representam o maior grau de desprezo pela vida das pessoas e indicam que o objetivo era eliminar o adversário’, informou o porta-voz da Presidência
Getty Images/Via BBC
Os especialistas afirmam ter confirmado ainda “pelo menos nove casos de tortura” e que “muitos” outros dos 223 detidos naquele episódio que reunia apoiadores do ex-presidente Evo Morales, teriam sofrido “maus tratos”, após serem detidos e levados para as instalações da Força Especial de Luta contra o Narcotráfico (FELCC).
Para porta-voz do governo atual, antecessora teve respaldo das Forças Armadas e da Polícia Nacional para realizar ‘massacres’
AFP/Via BBC
“Observa-se nos registros de autópsia das vítimas fatais que elas foram feridas (a bala) na parte superior do tórax ou da cabeça”, diz o texto do documento divulgado na semana passada.
No documento, o GIEI enfatiza a importância de que esses casos sejam “exaustivamente investigados” para que as circunstâncias das mortes sejam esclarecidas.
“A Polícia e as Forças Armadas, separadamente ou em operações conjuntas, usaram força de modo excessivo e desproporcional”, afirma o documento que não tem função penal, mas de recomendações para a melhor convivência entre opositores, divisão dos poderes, o fortalecimento das instituições na Bolívia e ressarcimento às vítimas daqueles episódios.
‘A polícia fez uso desproporcional da força, utilizou arma letal, estabeleceu um plano com a intenção de matar nas manifestações e realizou execuções sumárias’, afirmou Ramírez
Arquivo Pessoal/Via BBC
Em entrevista exclusiva à BBC News Brasil, o porta-voz da Presidência da Bolívia, Jorge Richter Ramírez, disse que a “crueldade” não teve limites na gestão de Áñez.
“As execuções sumárias no país angustiaram o presidente (Luis Arce, aliado de Evo Morales). Elas representam o maior grau de desprezo pela vida das pessoas e indicam que o objetivo era eliminar o adversário”, disse Ramírez.
“A polícia fez uso desproporcional da força, utilizou arma letal, estabeleceu um plano com a intenção de matar nas manifestações e realizou execuções sumárias. Isto significa disparos pelas costas contra pessoas que estavam tentando escapar do conflito. E foram mais de mil prisões e, como diz o relatório, sem os processos, sem as devidas acusações”, disse.
Ele afirmou que o governo acatará as recomendações feitas pelos especialistas e que, na sua visão, a Bolívia tem “a obrigação de refletir sobre a crueldade a que as lutas políticas chegaram no país e que expõem também a debilidade institucional” boliviana.
Ouvido pela BBC News Brasil, o advogado de Jeanine disse que o relatório foi “imparcial” e “incompleto”.
‘Massacres’
O “Massacre de Sacaba” mencionado no relatório ocorreu três dias após a instauração do governo interino da ex-presidente Jeanine Áñez e cinco dias depois da renúncia de Evo Morales em meio ao caos social e questionamentos sobre a eleição para seu quarto mandato, realizada em outubro.
Segundo o documento da OEA, os casos de violência, incluindo mortes, em Sacaba tinham começado antes mesmo do momento em que se chamou de “massacre”.
O texto observa que os protestos em La Paz cresceram após a chegada de Áñez ao palácio presidencial Quemado e que a repressão policial foi intensificada.
Além de Sacaba, o documento também faz referências ao caso de Senkata, ocorrido no dia 19 de novembro, no governo de Áñez.
As Forças Armadas reprimiram manifestações sob argumento de que uma refirnaria da estatal YPFB corria risco de explosão, o GIEI “não identificou evidências concretas de que a refinaria estivesse exposta a risco de explosão”.
“Nos casos mais graves, foi identificada uma atuação abusiva, ilegal e arbitrária, com o uso de armas de fogo que provocaram a morte de transeuntes e manifestantes, no ‘massacre de Senkata’, além da ação violenta para impedir o protesto pacifico, como claramente ocorre no ‘massacre de Sacaba'”, dizem os especialistas no documento.
No relatório, estão os nomes das dez vítimas que morreram no “enfrentamento” em Senkata.
O “Relatório sobre os casos de violência e vulnerabilidade dos direitos humanos ocorridos entre 1 de setembro e 31 de dezembro de 2019”, com quase 500 páginas, aponta que no dia onze de novembro, quando o país vivia uma espécie de limbo político, 28 pessoas, incluindo uma mulher e três adolescentes, “foram detidas e brutalmente torturadas” em uma dependência policial de La Paz.
“Elas foram apresentadas à imprensa como terroristas responsáveis por ataques e saques ocorridos na região de El Alto (em La Paz), sem que antes tenha sido confirmada a participação delas nos incidentes”.
Segundo o relatório, os detidos sofreram novas sessões de torturas em uma segunda dependência policial e além disso, adolescentes, também torturados, teriam sido mantidos com os adultos, e entre eles “havia um jovem com deficiência intelectual”.
Na ampla relação de casos contra os direitos humanos, o relatório menciona a prisão de uma ex-assessora direta de Evo Morales, de quando ele era presidente.
Ela teria sido detida na rua, por pessoal à paisana, e que, grávida e sem assistência médica, ela teria perdido o bebê na cadeia.
E cita ainda o caso ocorrido com uma suposta namorada de um dos ex-ministros de Evo Morales que teria sido amarrada à uma cama, além das prisões dos que integravam o Tribunal Eleitoral do país à época da eleição presidencial, em outubro de 2019.
Violência sexual
Os especialistas do GIEI disseram ter registrado dois casos de violência sexual por parte de agentes policiais contra mulheres detidas.
“Estas ocorrências não foram investigadas. E apesar desses dois casos poderem ser comprovados pelo GIEI, não significa que outros similares não tenham ocorrido mesmo que ainda não tenham sido denunciados”, relata o documento.
“Em certos casos documentados os atos de violência sexual podem ser considerados como torturas, devido ao enorme sofrimento imputado às vítimas”, complementa o relatório.
Para a equipe convocada pela OEA para investigar aquele fim de ano turbulento na Bolívia, o Ministério Público tem “a obrigação” de levar adiante a apuração de “tortura e violência de gênero diante da gravidade dos casos”.
Após concluídas as investigações, a equipe da OEA ressaltou que “a maioria das violações contra os direitos humanos documentadas no relatório continua impune”, apesar do tempo decorrido desde o final de 2019.
O relatório ressalta também a polarização extrema vivida entre opositores na Bolívia. O documento indica que isso se manifesta na forma de “violência racista contra povos indígenas, incluindo mulheres indígenas, que foram especialmente atacadas naquela época”, e o texto pede ainda “punição aos responsáveis”.
No documento, os especialistas enfatizam fatos que contribuíram para a divisão dos bolivianos e cita a substituição de símbolos indígenas – como a bandeira indígena wiphala – por símbolos do cristianismo evangélico.
O relatório acrescenta que “a promoção do cristianismo evangélico foi uma norma de orientação do Estado e os discursos racistas serviram para rejeitar a identidade, a cultura e a história indígenas”.
‘Genocídio’
Na sexta-feira passada, o Ministério Público acusou Jeanine Áñez de “genocídio” pela morte de cerca de vinte manifestantes durante repressão policial nas localidades de Sacaba e em uma refinaria de gás em Senkata, na cidade de El Alto.
Ela está presa desde março sob acusação de “terrorismo, sedição e conspiração” pelos acontecimentos de novembro de 2019.
Na entrevista à BBC News Brasil, o advogado da ex-presidente, Jorge Valda Daza, disse que ela é uma “presa política”, sugeriu que o Poder Judiciário está “comprometido” e que no governo Arce “farão tudo para que ela não seja solta”.
Jeanine Áñez está presa numa prisão de mulheres desde março passado e, no fim de semana, seus aliados informaram que ela teria tentado o suicídio na cadeia.
OEA
O governo do presidente Arce informou, por sua vez, que “ela tem pequenos arranhões em um dos braços”.
Valda Daza criticou o relatório da OEA. “Tínhamos a maior expectativa em relação ao relatório. Mas ele é incompleto e questionamos sua imparcialidade”, disse.
Ele citou, por exemplo, a morte de duas pessoas contrárias ao Movimento ao Socialismo (MAS), de Evo e Arce, que foram baleadas e mortas, em outubro, na localidade de Montero, região de Santa Cruz de la Sierra, fronteira com o Brasil. O caso também é abordado no relatório.
Nesta semana, em uma carta pública, ex-presidentes da região, entre eles Álvaro Uribe, da Colômbia, e Mauricio Macri, da Argentina, pediram “tratamento humanitário” para Áñez e disseram que o governo Arce é “responsável pela vida e integridade da ex-presidente” que exerceu governo de transição, aceito pela OEA, afirma o documento.
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Fonte: G1 Mundo

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Ministro da Nova Zelândia recomenda que população ‘abra as pernas’ durante lockdown


Responsável pelo combate à Covid-19 no país queria dizer ‘esticar as penas’, mas falou ‘spread the legs’ em vez de ‘stretch the legs’. Governo decretou lockdown após 1 caso da variante delta. VÍDEO: Ministro da Nova Zelândia pede que população ‘abra as pernas para a Covid’
O responsável pelo combate à Covid-19 na Nova Zelândia cometeu uma “pequena” gafe ao falar sobre as dificuldades causadas pelo lockdown no país (veja no vídeo acima).
Ao falar sobre a pandemia, Chris Hipkins, que é ministro da Educação e ministro da Função Pública (além de comandar o combate à Covid-19 no país), confundiu as expressões “stretch the legs” (“esticar as penas”) com “spread the legs” (abrir as pernas).
Hipkins falava sobre a pandemia ao vivo na televisão, no domingo (22), e comentou a dificuldade que neozelandeses que vivem em áreas mais povoadas podem enfrentar ao sair para espairecer:
“É um desafio em áreas com alta densidade [populacional] que as pessoas saiam e abram suas pernas quando estão cercadas por outras pessoas”, afirmou o ministro.
O diretor-geral de Saúde do país, Dr. Ashley Bloomfield, que estava ao lado de Hipkins, percebeu a gafe e tentou disfarçar a surpresa com a declaração, mas levantou a sobrancelha e abriu um leve sorriso.
O ministro percebeu o deslize mais tarde e brincou que iria “esticar as pernas” (desta vez usando a expressão correta), mas sabia que todos iriam se divertir com a declaração.
A gafe obviamente não passou despercebida aos neozelandeses, que criaram a hashtag #spreadyourlegs nas redes sociais e apelaram à população para “abrir as pernas e salvar vidas”.
Referência no combate à Covid-19
O governo da Nova Zelândia voltou a decretar o fechamento de todas as atividades essenciais há uma semana, após o registro de um caso da variante delta no país.
Referência mundial no combate à Covid-19, a Nova Zelândia teve 63 novos casos na terça-feira (24), o maior número desde 6 de abril (67). O recorde de infectados da pandemia foi registrado no dia anterior (89).
A última morte por Covid-19 na Nova Zelândia foi registrado em 15 de fevereiro. Desde o início da pandemia, o país tem 3.160 casos confirmados e 26 óbitos causados pelo vírus.
Lambton Quay ficou praticamente deserto no 1º dia de lockdown em Wellington, na Nova Zelândia, em 18 de agosto de 2021
Praveen Menon/Reuters
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Fonte: G1 Mundo