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‘É chocante termos que pagar para não usar biquíni’


A goleira da seleção norueguesa de handebol de praia expressou seu repúdio à multa imposta à equipe por usar shorts em campeonato, escândalo que chamou a atenção da cantora Pink. A jogadora norueguesa Tonje Lerstad confessou que apoio da cantora Pink foi uma surpresa
Tonje Lerstad/BBC
Dos problemas por se recusarem a usar biquíni ao apoio de uma das cantoras mais famosas e premiadas do mundo: assim foi a última semana, totalmente incomum, da seleção feminina de handebol de praia da Noruega.
A equipe havia decidido usar shorts no Campeonato Europeu de Handebol de Praia, o que lhes custou uma multa de US$ 1.764 (cerca de R$ 9 mil ) imposta pela Federação Europeia de Handebol (EHF, na sigla em inglês).
“É chocante termos que pagar para não jogar de biquíni”, disse a goleira Tonje Lerstad à BBC.
Multa por não usar biquíni: veja outros exemplos de sexismo relacionados às roupas das mulheres
Denúncias de sexismo dentro e fora do esporte
Em meio a essa confusão, a jogadora de 24 anos e as suas companheiras de equipe foram surpreendidas por uma atitude inesperada de Pink.
Em seu perfil no Twitter, a artista manifestou apoio à equipe e se ofereceu para pagar a multa.
“Tudo foi muito louco. Nos impactou, mas é uma mensagem muito importante e agradecemos”, escreveu a goleira em relação ao gesto da cantora.
‘Uniforme inapropriado’
A EHF alegou que a multa foi imposta à equipe por “uniforme inapropriado”.
Multa foi aplicada sob o argumento de violação às regras de vestimentas da competição
Getty Images/BBC
Embora a equipe não tenha se surpreendido com a multa, porque foi informada que isso aconteceria, a goleira norueguesa classificou a punição como “inacreditável”. “É estúpido, temos que lutar contra isso”, disse.
Em resposta à medida, Pink disse que a EHF deveria ser multada “por sexismo”.
“Estou muito orgulhosa da equipe norueguesa de handebol de praia por se opor às regras sexistas relacionadas ao uniforme”, tuitou a artista.
Como o sexismo se reflete no controle dos uniformes das atletas
Pink não precisará pagar a multa, porque a Federação de Handebol da Noruega (NHF, por suas siglas em inglês) disse que arcará com isso.
“Você não precisa pagar, mas pode nos dar alguns ingressos para que possamos nos encontrar em um dos seus shows com os nosso shorts”, brincou a goleira.
Apoio
Ela também comentou sobre o fato de muitas pessoas terem se oferecido para custear a multa. “Talvez a gente devesse abrir uma conta de banco”, brincou.
A federação norueguesa prometeu continuar apoiando suas atletas. “Juntos, continuaremos tentando que mudem as regras das vestimentas, assim as jogadoras poderão usar o uniforme com o qual se sintam mais confortáveis”.
“Recebemos tanto apoio de outras equipes que não consigo imaginar outra possibilidade que não seja uma mudança (nas regras) no ano que vem”, declarou Lerstad.
O próximo evento esportivo da seleção norueguesa será o Campeonato Mundial da categoria.
Para encerrar a entrevista, perguntamos à goleira se ela continuará usando os shorts. “Sim, claro”, enfatizou.

Fonte: G1 Mundo

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Cidade de Nova York vai pagar US$ 100 para quem se vacinar contra a Covid-19

Medida foi pensada para incentivar os americanos a buscarem pela vacinação. País vem encontrando dificuldade em atingir a imunidade de rebanho e tem experimentado uma ‘pandemia de não vacinados’. Prefeitura de Nova York oferecerá US$ 100 para quem se vacinar
O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou nesta quarta-feira (28) que a cidade vai pagar US$ 100 (cerca de R$ 500) para quem for se vacinar contra a Covid-19 no município.
A medida passa a valer a partir de sexta-feira (30), quando qualquer pessoa que for a um centro de vacinação receber sua dose receberá um cartão de débito pré-pago com a quantia.
“Os incentivos ajudam imensamente a aumentar as taxas de vacinação”, disse de Blasio em um pronunciamento.
A oferta de benefícios tenta atingir os cerca de 2 milhões de nova-iorquinos que ainda não se vacinaram contra a Covid-19, e é aumentada pela preocupação com a variante delta.
Mais transmissível, essa cepa do vírus já se tornou dominante nos Estados Unidos, e o país enfrenta o que vem chamando de uma “pandemia de não vacinados” com aumento nos casos e mortes dentro desse grupo.
Segundo as estatísticas oficiais, cerca de 70% dos moradores da região cidade já receberam a primeira dose da vacina, mas cerca de 60% estão protegidos com as duas doses necessárias.
A cidade já vinha oferecendo benefícios aos vacinados, como bilhetes ilimitados de metrô, ingressos para partidas de beisebol, comida e até mesmo cerveja algumas pessoas já ganharam se vacinando.
VÍDEO: Restaurantes dos EUA oferecem donut de graça para quem se vacinou
Servidores públicos
A prefeitura da cidade americana também anunciou que passará a exigir que servidores públicos que ainda não se vacinaram serão obrigados a fazer teste semanais para diagnosticar a Covid-19.
A medida acompanha a recomendação do governo estadual, chefiado por Andrew Cuomo, que reforçou a importância da vacinação para este grupo.
No caso dos profissionais de saúde a tolerância será menor: quem trabalha em hospitais e clínicas, diretamente com pacientes, deverão se vacinar ou precisarão abandonar as funções.
Cuomo também pediu que empresas de todo o estado, como restaurantes, deem preferência a clientes vacinados e trabalhem para garantir ambientes seguros para todos.

Fonte: G1 Mundo

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Macron não pede desculpas, mas reconhece ‘dívida’ da França com a Polinésia por testes nucleares


Até hoje, nenhum governo pediu oficialmente desculpas pelos mais de 200 testes nucleares realizados durante 30 anos no local. O presidente francês, Emmanuel Macron, usa colares de flores e conchas ao chegar ao Atol Manihi, na Polinésia Francesa, na segunda-feira (26)
AP Photo/Esther Cuneo
A questão dos testes nucleares foi um dos principais motivos da viagem do presidente Emmanuel Macron à Polinésia Francesa, onde reconheceu a existência de uma “dívida” com esse território no oceano Pacífico. Até hoje, nenhum governo pediu oficialmente desculpas pelos mais de 200 testes realizados durante 30 anos no local. 
Foi preciso esperar até os 42 minutos do último discurso na viagem de quatro dias que Macron realiza à Polinésia Francesa. Na sede da presidência do governo local, diante de centenas de pessoas, com o pescoço adornado por colares de flores tradicionais da localidade, o presidente francês finalmente mencionou a delicada questão.
“Eu queria lhes dizer que a nação tem uma dívida em relação à Polinésia Francesa. Durante muito tempo, o Estado preferiu manter o silêncio sobre esse passado. São 30 anos de explosões sucessivas. O que eu quero quebrar hoje é esse silêncio. Eu assumo e quero a verdade e a transparência com vocês”, afirmou. 
O cumprimento das promessas deve começar com a abertura de arquivos militares sobre os polêmicos testes nucleares realizados no território de 1966 até 1996. A iniciativa permitirá aos polinésios conhecer a localização e a intensidade precisa desses exercícios que deixaram milhares de vítimas – muitas delas sofrem até hoje de câncer. 
Por isso, o presidente francês prometeu também uma melhor indenização aos atingidos. Segundo ele, os serviços do Estado estarão encarregados de encontrar potenciais vítimas em arquipélagos longínquos do território. 
“Confiem em mim como eu confio em vocês. É preciso tempo. Eu lhes digo tudo o que eu sei: diante de vocês, eu assumo e reconheço. Gostaria que, juntos, possamos afastar essas nuvens e essa sombra, porque temos juntos uma nova página a escrever, feita de ambição e futuro”, reiterou.
No entanto, uma palavra, tão esperada pelos polinésios não foi pronunciada: desculpa. Macron descartou o pedido porque, segundo ele, como o general de Gaulle na época, ele não sabe se caso estivesse na mesma posição também poderia ter ordenado os testes nucleares.
“Eu poderia me livrar deste assunto pedindo desculpas, como fazemos quando esbarramos em alguém para poder continuar nosso trajeto, mas isso é muito fácil. E é muito fácil para um presidente da República da minha geração dizer que, de alguma forma, meus antecessores erraram, que o pior foi feito”, argumentou.
Para ele, a escolha dos testes foi feita na época para que a França pudesse contar com armas nucleares, “especialmente para defender a Polinésia Francesa”.
Testes nucleares durante 30 anos
Em 1966, sob o comando do general Charles de Gaulle, a França transferiu seu campo de testes no deserto do Saara aos atóis de Mururoa et Fangataufa, onde realizou 193 exercícios nucleares atmosféricos até 1974, e subterrâneos até 1996. 
Macron reconheceu que o mesmo tipo de teste não teria sido feito “em Creuse ou na Bretanha”, regiões da França continental. “Foram feitos aqui porque era mais longe, porque era um local perdido no meio do Pacífico”, assumiu. 
Os anúncios ocorrem cinco anos depois do reconhecimento, pelo então presidente francês, François Hollande, durante uma visita em 2016, sobre “o impacto ao meio ambiente e à saúde” dos testes nucleares na Polinésia. Na época, o chefe de Estado fez uma série de promessas, mas muitas delas ainda não foram cumpridas, como a abertura de um memorial dedicado à questão. 
O presidente da Polinésia Francesa, Edouard Fritch, comemorou o discurso de Macron. Segundo ele, “após 25 anos de silêncio, a verdade será finalmente colocada sobre a mesa”. 
No entanto, para as vítimas, os anúncios são insuficientes. “Não teve nenhum avanço, apenas demagogia. As mentiras do Estado continuam”, criticou Auguste Uebe-Carlson, presidente da associação 193.
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Fonte: G1 Mundo

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Elefantes nunca esquecem: animal volta a invadir cozinha em busca de comida na Tailândia; veja vídeo


No mês passado, fotos tiradas pela dona do imóvel fizeram sucesso mostrando o visitante inesperado. Dessa vez, o animal enfiou a cabeça pela parede da cozinha que havia sido recentemente reformada. VÍDEO: Elefante volta a invadir cozinha em busca de alimentos na Tailândia
Um elefante quebrou – de novo – a parede de uma casa em Pa La-U, na Tailândia, na semana passada. Segundo a dona do imóvel, Radchadawan Peungprasopporn, o animal procurava por comida.
Nas imagens, é possível ver que o paquiderme quebrou a parede da cozinha na mesma parte que havia sido reformada após a visita de quem acreditam ser o mesmo elefante, no mês passado.
Vídeos feitos por Puengprasoppon e publicados em uma rede social mostram o animal vasculhando com sua tromba armários e gavetas. Ele derruba pratos, panelas e pedaços de concreto (veja no vídeo acima).
Elefante procura comida na cozinha de casa em Pa La-U, Hua Hin, na Tailândia. A foto foi tirada pela dona do imóvel, Radchadawan Peungprasopporn, em 23 de julho de 2021
Facebook/Radchadawan Peungprasopporn
A primeira visita
Em 20 de julho, os donos da casa registraram o momento exato em que o animal invadiu a cozinha e vasculhou a louça em busca de alimentos.
Eles contaram, à época, que a parede já estava com um buraco porque outro elefante, um mês antes, havia se chocado contra os fundos da casa.
Elefante procura comida na cozinha de casa em Pa La-U, Hua Hin, na Tailândia. A foto foi tirada pela dona do imóvel, Radchadawan Peungprasopporn, em 20 de junho de 2021.
Radchadawan Peungprasopporn/Facebook/AFP
“Estávamos dormindo e acordamos com um som dentro de nossa cozinha”, contou Puengprasoppon à rede americana CNN. “Então corremos escada abaixo e vimos um elefante enfiar a cabeça na nossa cozinha, onde a parede estava quebrada”.
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Pa La-U fica no distrito de Hua Hin, a cerca de 200 km da capital Bangcoc.
A Tailândia tem quase 70 milhões de habitantes e é o 20º país mais populoso do mundo, logo à frente de Reino Unido e França, que têm cerca de 67 milhões cada um, segundo o “Our World in Data”.
O país fica no sudeste asiático e faz fronteira com Mianmar, Laos, Camboja e Malásia.

Fonte: G1 Mundo

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VÍDEO: Tempestade de areia cobre subúrbio de Phoenix, nos EUA


Serviço meteorológico americano emitiu alerta de poeira para a cidade do Arizona e sobre a baixa visibilidade e rajadas causadas pela tempestade. Ventos chegaram a 80 km/h. VÍDEO: Drone mostra parede de poeira sobre Phoenix, nos Estados Unidos
Uma enorme tempestade de areia tomou o céu no subúrbio de Phoenix, no estado do Arizona, nos Estados Unidos.
Imagens feitas com um drone na terça-feira (27) mostram uma parede de poeira sobre a capital do Arizona, no sudoeste do país (veja no vídeo acima).
O Serviço Meteorológico Nacional em Phoenix emitiu um alerta de poeira para a cidade e sobre a baixa visibilidade e rajadas de vento causadas pela tempestade.
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Tempestade de areia avança pelos subúrbios de Phoenix, no Arizona, em 27 de julho de 2021 nos Estados Unidos
Instagram/Joegrana via Reuters
Rajadas de vento de até 80 km/h foram registradas no condados de Chandler, Queen Creek e Mesa, a sudeste de Phoenix, e tempestades isoladas atingiram a parte central do Arizona na noite de terça.
A visibilidade ficou abaixo de 1 milha (1,6 km) em algumas áreas, incluindo importantes rodovias da região, segundo o departamento estadual de transporte.
Monções e habub
A “temporada de monções” do Arizona levam ao surgimento de “perigosas paredes de poeira sobre o estado, turvando a visão dos motoristas e cobrindo carros e casas”, segundo a imprensa local.
Joe Grana, autor das imagens, afirmou à agência de notícias Reuters que, embora este não seja o pior “habub” que já presenciou em Phoenix, o fenômeno foi “bastante significativo”.
Habub é um tipo de tempestade de areia intensa que é levada por uma corrente atmosférica e geralmente ocorre em regiões áridas.
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Fonte: G1 Mundo

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Inglaterra isenta de quarentena viajantes vacinados de União Europeia e Estados Unidos


A medida era uma demanda do setor de turismo, e entrará em vigor a partir da madrugada de segunda-feira. Passageiros no aeroporto de Heathrow, em Londres.
REUTERS/Toby Melville
Os viajantes plenamente vacinados que chegarem à Inglaterra procedentes dos Estados Unidos e da União Europeia não precisarão cumprir quarentena, anunciou o governo britânico nesta quarta-feira (28).
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Há uma exceção: os viajantes que chegarem da França ainda precisam ficar de quarentena, porque no país a variante beta do coronavírus é a prevalecente.
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A medida era uma demanda do setor de turismo, e entrará em vigor a partir da madrugada de segunda-feira (2), afirmou o ministro dos Transportes, Grant Shapps.
Os viajantes vacinados pelo serviço de saúde britânico já havia sido liberados da quarentena, mas não os imunizados no exterior. A distinção causou mal-estar entre os britânicos expatriados diante das complicações criadas para que voltassem para casa.
Os viajantes vacinados em território americano deverão provar que são residentes nos Estados Unidos.
Um teste de PCR será obrigatório dois dias após a chegada.
Essas medidas também não se aplicam a países e regiões classificados como “vermelhos” por Londres (como Índia, Emirados Árabes Unidos e América do Sul). Destes, apenas residentes do Reino Unido estão autorizados a retornar, desde que cumpram quarentena em hotéis reservados para isso. As despesas de hospedagem ficam por conta de cada um.
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Fonte: G1 Mundo

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Covid: britânico antivacina morre após foto com respirador para se mostrar arrependido


Depois de ficar gravemente doente com o vírus, Matthew Keenan, de 34 anos, autorizou que sua foto fosse divulgada para estimular as pessoas a tomarem a vacina contra covid. Reino Unido aprova quarta vacina a ser usada no país
Um homem cético em relação às vacinas contra Covid morreu num hospital do Reino Unido duas semanas depois de um médico publicar uma foto dele sentado em um leito de hospital.
Depois de ficar gravemente doente com o vírus, Matthew Keenan, de 34 anos, autorizou que sua foto fosse divulgada para estimular as pessoas a tomarem a vacina contra covid
Leanne Cheyene/Twitter
Matthew Keenan, da cidade de Bradford, permitiu que Leanne Cheyne postasse a imagem dele com máscara de oxigênio, para que servisse de apelo para as pessoas se vacinarem. Cheyne, que é pneumologista, disse que o homem de 34 anos contou a ela que “queria voltar no tempo”.
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“Matthew concordou com que eu compartilhasse a história dele. [Ele tinha] 34 anos, [era] treinador de futebol e pai. Cético confesso da vacina até pegar Covid, ele queria poder voltar no tempo. Nossos pacientes mais graves não tomaram a vacina e têm menos de 40 anos. Matthew está lutando pela vida… Salvem as suas”, publicou Cheyne no Twitter, no dia 11 de julho, junto com a foto do paciente.
A médica explicou que Keenan estava usando uma máquina de oxigênio CPAP. Poucos dias antes, em 2 de julho, ele publicou no próprio Facebook que havia testado positivo para covid.
Segundo Cheyne, que trabalha no Bradford Teaching Hospitals Foundation Trust, Keenan estava em ventilação não invasiva, a um passo de tratamento na UTI.
Ele disse à BBC que o homem de 34 anos esperava que compartilhar sua história encorajaria as pessoas a se vacinarem. Na cidade de Bradford, 72% dos adultos tomaram a primeira dose da vacina e 57% tomaram a segunda até 25 de julho.
O Reino Unido tem uma das maiores taxas de vacinação por 100 habitantes. Mas há pessoas que se recusam a tomar a vacina.
Homenagens
Várias homenagens foram feitas a Keenan, que era um técnico de futebol conhecido na cidade. Um porta-voz da liga de futebol Bradford Sunday Alliance disse: “Matthew foi um grande cara, um cavalheiro, uma verdadeira lenda, sempre tinha tempo para todo mundo, mesmo que não conhecesse a pessoa, e sempre fazia todos sorrirem. Ele amava o seu futebol.”
Colega da liga de futebol em que atuava Keenan, Akif Khan disse que ele sempre “dava o seu melhor para todos”. No Facebook, o grupo de apoio à saúde mental Speak In Club, escreveu: “Absolutamente devastado em saber da morte do meu colega Matthew Keenan. Sinceramente uma das melhores pessoas que você poderia conhecer. Ele iluminava todo o lugar por onde passava. Voa, meu irmão. Você nunca vai caminhar sozinho.”
Já o grupo de rap Bad Boy Chiller Crew, de quem Keenan era fã, escreveu: “Bradford perdeu uma verdadeira lenda. RIP, você sempre será lembrado nos nossos corações até nos encontrarmos novamente.”
Uma vaquinha online foi iniciada para ajudar a família de Keenan.
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Fonte: G1 Mundo

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Pedro Castillo assume presidência do Peru; Bolsonaro é único presidente de país vizinho ausente à posse


O Brasil será representado pelo vice-presidente, Hamilton Mourão, que também foi à posse de Alberto Fernández, da Argentina. Pedro Castillo é confirmado como novo presidente do Peru
Pedro Castillo assumirá a presidência do Peru nesta quarta-feira sem tempo para respirar, diante do surto mais mortal de Covid-19 do mundo, tensões no seu partido socialista e um fraco apoio no Congresso em uma nação dividida.
Pedro Castillo, presidente eleito do Peru, em foto de 15 de junho, enquanto ainda aguardava a decisão da Justiça
Martin Mejia/Arquivo/AP Photo
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Estarão presentes nas cerimônias os seguintes líderes:
Alberto Fernández, presidente da Argentina;
Luis Arce, presidente da Bolívia;
Sebastián Piñera, presidente do Chile;
Iván Duque, presidente da Colômbia;
Guillermo Lasso, presidente do Equador;
Felipe VI, rei da Espanha
Jair Bolsonaro é o único presidente de um país vizinho do Peru que não estará em Lima para a posse —o Brasil será representado pelo vice-presidente, Hamilton Mourão.
Mourão já tinha representado o Brasil na posse de Alberto Fernández, na Argentina. Bolsonaro foi às cerimônias de posse dos presidentes Luis Lacalle Pou, do Uruguai, e de Lasso, do Equador.
Além de ser o dia em que o novo presidente assume o comando do país, é o aniversário de 200 anos da independência do Peru.
Mensagem do novo presidente
Castilho, filho de agricultores, tomará posse no Congresso e discursará à nação, que ficou rachada na eleição de 6 de junho vencida por uma margem de apenas 44 mil votos.
A ascensão repentina de Castillo, ex-professor, abalou as estruturas da elite política tradicional do Peru e deixou produtores de cobre com medo de seus planos de aumentar impostos à mineração para financiar reformas de Saúde e Educação, e reformular a Constituição do país andino.
Toda a atenção estará voltada à sua primeira mensagem como presidente e à formulação do seu ministério, ainda sob sigilo em meio a negociações entre a ala mais radical do seu partido Peru Livre e seus assessores e aliados mais moderados.
“A mensagem de Castillo definirá as diretrizes para o começo do seu governo, mas o ministério e equipe que ele anunciar nos dirá ainda mais sobre a direção que estamos tomando”, afirmou Jeffrey Radzinsky, um especialista em administração pública de Lima.
Um sinal-chave será o portfólio econômico, com fontes próximas a Castillo indicando que ele recorrerá a Pedro Francke, um economista de esquerda moderado, que ajudou a suavizar a imagem de outsider do candidato e tem acalmado um mercado instável nos últimos meses.
Vitória contestada
A posse acontecerá depois de Castillo, 51 anos, vencer a adversária de direita Keiko Fujimori, embora sua vitória não tenha sido confirmada até semana passada. Fujimori afirmou, sem evidências, que houve fraude e contestou o resultado, o que gerou comparações com as táticas do ex-presidente norte-americano Donald Trump após a derrota na eleição presidencial de 2020 nos Estados Unidos.
Castillo terá que lidar com um Congresso fragmentado, no qual ele não tem apoio para promessas-chave que fez, incluindo planos de reformar a constituição, e também com tensões com a ala linha-dura da esquerda do seu partido, liderada pelo médico marxista Vladimir Cerrón.
Ele também terá que equilibrar o poderoso setor de mineração no segundo maior produtor de cobre e a necessidade de aumentar impostos para aliviar a pobreza cada vez maior e cumprir promessas à base rural que impulsionou a sua improvável ascensão à Presidência.
“Castillo precisa unir a linha-dura do seu partido, mas ele tem que fazê-lo sem destruir a imagem que o povo tem dele, de que ele é contra o radicalismo”, acrescentou Radzinsky.
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Fonte: G1 Mundo

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EUA estão preocupados com aumento de armas nucleares da China


Um relatório da Federação Americana de Cientistas aponta que o governo chinês está construindo mais 110 silos de mísseis. Imagem da parada militar de 2009 em Pequim, na China
David Gray/Reuters
As Forças Armadas dos Estados Unidos e parlamentares do Partido Republicano do país expressaram novas preocupações nesta terça-feira sobre o aumento de armas nucleares da China, após um novo relatório dizer que o governo chinês estava construindo mais 110 silos de mísseis.
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Um relatório da Federação Americana de Cientistas (AFS) disse na segunda-feira que imagens de satélite mostram que a China estava construindo um novo campo de silos perto de Hami, na parte oriental da região de Xinjiang.
O relatório chegou semanas depois de outro sobre a construção de cerca de 120 silos de mísseis em Yumen, uma área deserta cerca de 380 quilômetros ao sudeste.
“Esta é a segunda vez em dois meses que o público descobriu que o que temos dito desde o início sobre a crescente ameaça pela qual o mundo passa e o véu de sigilo que a cerca”, afirmou o Comando Estratégico dos EUA em um tuíte relacionado a um artigo do “New York Times” sobre o relatório da Federação Americana de Cientistas.
O parlamentar republicano Mike Turner, membro do Sub-comitê de Serviços Armados sobre Forças Estratégicas da Câmara, disse que a intensificação nuclear da China era “sem precedentes” e deixava claro que “estava empregando armas nucleares para ameaçar os Estados Unidos e nossos aliados”.
Ele afirmou que a recusa da China em negociar controle de armas “deveria ser uma causa de preocupação e condenada por todas as nações responsáveis”.
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Fonte: G1 Mundo

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Judoca alemã defende técnico após ser ‘estapeada’ na Olimpíada; veja vídeo


Técnico da seleção alemã foi advertindo formalmente pela Federação Internacional de Judô (FIJ): o judô ‘é um esporte educacional e, como tal, não pode tolerar esse tipo de comportamento’. VÍDEO: Judoca alemã recebe tapas no rosto de técnico antes de luta nas Olimpíadas
A judoca Martyna Trajdos, da Alemanha, defendeu seu técnico, Claudiu Pusa, que foi criticado e recebeu uma advertência formal após “estapeá-la” antes de uma luta nos Jogos Olímpicos de Tóquio.
No vídeo, é possível ver Pusa puxar Trajdos pelo quimono e na sequência dar dois tapas no rosto da atleta (veja acima).
Trajdos afirmou que a agressão é um “ritual que escolhi antes da competição”. “Meu treinador está apenas fazendo o que eu quero para me animar!”, escreveu a atleta alemã em uma rede social.
Mas a explicação não satisfez a Federação Internacional de Judô (FIJ), que disse ter emitido “um sério aviso oficial” para o técnico da seleção alemã pelo “mau comportamento”.
Segundo o FIJ, o judô “é um esporte educacional e, como tal, não pode tolerar esse tipo de comportamento”.
Trajdos, que perdeu a luta, também escreveu no Instagram que “parece que não foi duro o suficiente” (em referência aos tapas).
A atleta alemã tem 32 anos e compete na categoria até 63 kg. Ela conseguiu um bronze no Mundial de 2019, em Tóquio, e foi derrotada pela judoca brasileira Mariana Silva na Rio 2016.
Martyna Trajdos, judoca da Alemanha, luta contra Szofi Ozbas, da Hungria, nos Jogos Olímpicos de Tóquio, na categoria até 63 kg feminino, em 27 de julho de 2021
Annegret Hilse/Reuters
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Fonte: G1 Mundo