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Homem tenta navegar em ‘bolha flutuante’ da Flórida até Nova Iorque


A embarcação acabou parando na costa do Condado de Flagler, também na Flórida. À bordo, estava o corredor Reza Baluchi, que já tentou cruzar as águas do Atlântico em sua engenhoca em 2014. Homem tenta navegar em ‘bolha flutuante’ da Flórida até Nova Iorque
Reprodução Twitter/@FlaglerSheriff
Um homem tentou navegar do condado de St. Augustine, na Flórida, até Nova Iorque em uma “bolha flutuante” no sábado (24), mas a embarcação foi arrastada para o mesmo estado.
A engenhoca de forma cilíndrica acabou parando na costa do Condado de Flagler, também na Flórida, segundo a guarda local, que foi acionada por moradores.
“Nesta manhã, nós respondemos a um chamado sobre uma embarcação que foi levada à costa da área de Hammock. Obrigado aos cidadãos preocupados que relataram isso. Temos o prazer de anunciar que o ocupante da embarcação está seguro e sem ferimentos!”, disse o Departamento do Xerife do condado de Flagler.
Homem tenta navegar em ‘bolha flutuante’ da Flórida até Nova Iorque
Reprodução Twitter/@FlaglerSheriff
O homem que tentou navegar até Nova Iorque é o atleta Reza Baluchi e não é a primeira vez que ele tenta cruzar as águas do Atlântico em uma embarcação flutuante.
Em 2014, a Guarda Costeira dos EUA o resgatou enquanto ele tentava chegar à ilha Bermudas. Ele afirma que faz isso para tentar arrecadar dinheiro para caridade.
Em seu perfil no Twitter, ele se descreve como um “corredor de maratona, atleta radical, tomador de risco, inventor e filantropo” e que “nasceu para correr ao redor do mundo” em sua “bolha promovendo a paz”.
“Meu objetivo é não só arrecadar dinheiro para moradores de rua, arrecadar dinheiro para a Guarda Costeira, arrecadar dinheiro para o departamento de polícia, arrecadar dinheiro para o corpo de bombeiros. Eles estão no serviço público, fazem isso por segurança e ajudam outras pessoas ”, disse Reza Baluchi”, disse à WOFL-TV, em Orlando.
Homem tenta navegar em ‘bolha flutuante’ da Flórida até Nova Iorque
Reprodução Twitter/@FlaglerSheriff

Fonte: G1 Mundo

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Especialista da Casa Branca fala em ‘direção errada’ dos EUA na pandemia e diz considerar volta do uso de máscara por vacinados


Anthony Fauci atribuiu aumento de casos de Covid entre americanos a não vacinados e à variante delta. Regiões do país onde casos cresceram voltaram a cobrar uso de máscara. Principal especialista em saúde dos EUA,Anthony Fauci
Reuters
O principal especialista em doenças infecciosas dos Estados Unidos, o assessor médico da Casa Branca Anthony Fauci, afirmou neste domingo (25) que o país está indo na “direção errada” na pandemia do novo coronavírus e em uma “situação desnecessária” de aumento de casos de Covid-19. As informações são da agência de notícias AP.
Os EUA ocupam o primeiro lugar no triste ranking de mortes provocadas pelo coronavírus no mundo. São mais de 600 mil óbitos. Os números despencaram após uma campanha bem-sucedida de vacinação em massa, que já atingiu com as duas doses da vacina cerca de 49% da população adulta do país. No entanto, os americanos estão em alerta com a circulação da variante delta.
Fauci atribuiu o recente crescimento de casos de Covid-19 à parcela da população não vacinada e à variante do vírus.
De acordo com a AP, o especialista disse estar “muito frustrado” e afirmou que a recomendação para que pessoas vacinadas usem máscara está “sob constante consideração” pelas autoridades oficiais de saúde pública do governo.
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Conversas sobre uso da máscara
O assessor médico da Casa Branca também afirmou à rede de televisão CNN ter participado de conversas sobre a alteração das diretrizes de uso da máscara.
Ele destacou que locais com aumento de casos atualmente, como o Condado de Los Angeles, já estão solicitando para pessoas usarem máscara em público independentemente de terem sido vacinadas ou não.
Quase 163 milhões de pessoas, ou 49% da população americana apta a vacinar, já foram imunizadas nos Estados Unidos, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).
“Este é um problema predominantemente entre os não vacinados, e é por isso que estamos lá, praticamente implorando aos não vacinados que saiam e se vacinem”, disse Fauci.
Fauci afirmou ainda que especialistas do governo estão revisando dados enquanto avaliam recomendação para que os indivíduos vacinados tomem doses de reforço. Ele sugeriu que alguns dos mais vulneráveis, como quem passou por transplante de órgãos e pacientes com câncer, “provavelmente” serão recomendados para doses de reforço.

Fonte: G1 Mundo

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Dez pessoas morrem e ao menos 40 ficam feridas em acidente de ônibus na Croácia


Pelo menos 8 pessoas ficaram gravemente feridas. Ônibus ia de Frankfurt, na Alemanha, para Pristina, capital de Kosovo. Segundo agência, o motorista dormiu ao volante. Croácia acidente de ônibus
AP Photo/Luka Safundzic
Dez pessoas morreram e ao menos 40 ficaram feridas em um acidente de ônibus neste domingo (25) no leste da Croácia, informaram agências de notícia internacionais. A agência Reuters fala em 45 feridos, com 15 em estado grave; já Associated Press fala em 44 feridos, 8 deles em estado grave.
O acidente foi próximo à cidade de Slavonski Brod, perto da fronteira croata com a Bósnia-Herzegovina. O ônibus ia de Frankfurt, na Alemanha, para Pristina, capital de Kosovo, a cerca de 1.900 km de distância.
Segundo a Associated Press, o motorista dormiu ao volante. O acidente foi por volta das 6h da manhã no horário local da Croácia (cerca de 1h da manhã no horário de Brasília).
Autoridades disseram que o ônibus transportava 67 passageiros, incluindo crianças, e dois motoristas, um dos quais morreu no acidente. Os 44 feridos, segundo a AP, foram transferidos para hospitais locais. O chefe do hospital de Slavonski Brod, Josip Samardzic, disse que 8 pessoas ficaram gravemente feridas.
Já a Reuters credita a informação de 15 pessoas gravemente feridas a uma TV croata, a “TV Nova”. O embaixador de Kosovo na Alemanha disse à TV, segundo a agência, que os passageiros eram em sua maioria kosovares trabalhando na Alemanha e voltando para casa para passar as férias de verão com suas famílias.
A presidente de Kosovo, Vjosa Osmani, interrompeu sua viagem a Tóquio para os Jogos Olímpicos por causa do acidente. Osmani expressou sua tristeza em uma mensagem na rede social Facebook e declarou a segunda-feira (26) um dia nacional de luto em Kosovo.
A presidente falou em dez mortos, mas disse apenas que “muitas” haviam ficado feridas, sem precisar um número.
Veja VÍDEOS de notícias internacionais:

Fonte: G1 Mundo

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Olimpíadas de Tóquio podem ter programação afetada por tempestade na capital japonesa

Até agora, a tempestade tropical Nepartak não parece trazer ameaça de devastação para a capital do país. Na verdade, prevê-se que ela irá enfraquecer no momento em que alcançar Tóquio, por volta de terça-feira. Surf brasileiro começa bem nas disputas em Tóquio
A cidade de Tóquio, que recebe a Olimpíada, está se preparando para enfrentar uma tempestade que já começa a atrapalhar a programação das competições nesta semana, embora os surfistas estejam esperando que a mudança de tempo seja favorável.
TEMPO REAL: Acompanhe a cobertura das olimpíadas no GE
FOTOS: Veja imagens da abertura da Olimpíada de Tóquio
Os padrões climáticos do verão quente, úmido e instável do Japão têm sido uma preocupação persistente desde antes dos Jogos, que já estão sendo realizados sob estado de emergência da Covid-19 um ano depois de a pandemia ter adiado o grande evento do calendário esportivo.
Até agora, a tempestade tropical Nepartak não parece trazer ameaça de devastação para a capital do país. Na verdade, prevê-se que ela irá enfraquecer no momento em que alcançar Tóquio, por volta de terça-feira.
Mas chuva e vento devem chegar após o calor intenso, que já causou o colapso de um arqueiro olímpico e fez os skatistas reclamarem de condições insuportáveis ​​às 9h da manhã.
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O calor sufocante de Tóquio em julho, quando altas temperaturas em torno de 35 graus Cº combinam com umidade semelhante à de uma sauna, levou os organizadores a moverem a maratona para o norte, em Hokkaido.
A tempestade que se dirige para a costa leste do Japão pode aumentar os níveis de esgoto na baía de Tóquio nos esportes aquáticos — caso as fortes chuvas sobrecarreguem o sistema de drenagem centenário da cidade Tóquio. Níveis perigosos da bactéria E.coli forçaram o cancelamento, há dois anos, de um triatlo paralímpico nas águas da baía.
A programação do remo na próxima terça-feira foi suspensa, com regatas remarcadas para o final da semana. Os eventos de remo da segunda-feira já haviam sido transferidos para o domingo, se antecipando à chegada da tempestade.

Fonte: G1 Mundo

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Papa Francisco diz esperar que Olimpíadas de Tóquio sejam ‘sinal de esperança’ em meio à pandemia

Pontífice deu declaração neste domingo, no final da oração do Angelus. Jogos Olimpícos começaram oficialmente na última sexta-feira. O Papa Francisco manifestou neste domingo (25) seu desejo de que os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, iniciados na sexta-feira, sejam um sinal de esperança e de “fraternidade universal” em meio à pandemia de Covid-19 que assola o mundo.
TEMPO REAL: Acompanhe a cobertura das olimpíadas no GE
FOTOS: Veja imagens da abertura da Olimpíada de Tóquio
“Neste período de pandemia, que os Jogos Olímpicos sejam um sinal de esperança, um sinal de fraternidade universal e de um saudável espírito competitivo”, declarou o pontífice no final da oração do Angelus.
“Que Deus abençoe os organizadores, os atletas e todos aqueles que estão colaborando nesta grande celebração do esporte”, disse ele ao público reunido na Praça de São Pedro.
Os Jogos Olímpicos foram oficialmente abertos na sexta-feira com uma cerimônia com apenas algumas centenas de personalidades como público, após terem sido adiados por um ano pela pandemia.

Fonte: G1 Mundo

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Jogos Olímpicos e pandemia: veja como países campeões de medalhas se saíram no combate à Covid; China e Austrália deram melhores respostas


Com diferentes realidades, países divergiram na forma comoresponderam à emergência sanitária. Veja erros e acertos dos medalhas de ouro. Foto de 12 de abril de 2021 mostra os anéis olímpicos flutuando nas águas de Tóquio
Eugene Hoshiko/AP
Velocidade, precisão e muito treino. Os países sabem bem qual é a fórmula para garantir um lugar no pódio durante as Olimpíadas de Tóquio, que começaram oficialmente nesta sexta-feira (23).
Mas no último ano, além da preparação para os jogos, todos eles encararam um desafio que nunca tinham enfrentado antes: a pandemia da Covid-19.
Esta reportagem mostra como as dez maiores potências olímpicas conseguiram, ou não, lidar com essa crise sanitária mundial.
FOTOS: Veja imagens da abertura da Olimpíada de Tóquio
QUIZ: Relembre a cerimônia de abertura e teste seus conhecimentos
Cada país à sua maneira, eles precisaram se adaptar à nova realidade em tempo recorde e responder – em tempo real – a um vírus mortal e desconhecido de todos.
Alguns países acertaram na mosca, outros, derraparam na pista. Entre as dez maiores potências olímpicas, China e Austrália foram as que tiveram a melhor resposta a esta emergência sanitária.
Os dois países conseguiram controlar, de maneira efetiva, o avanço da doença e, com isso, reduziram fortemente o número de novas infecções e mortes pelo coronavírus.
Para isso, as autoridades locais tomaram medidas drásticas: fechamento de fronteiras, lockdown e uma política intensa de testagens e rastreio de contatos (leia mais adiante nesta reportagem).
TEMPO REAL: Acompanhe a cobertura das olimpíadas no GE
JOGOS NA PANDEMIA: Como medidas contra Covid vão mudar rotina dos atletas
Em números absolutos, os Estados Unidos se mantêm à frente em quase todos os rankings: em número de medalhas, de vacinas aplicadas e mortes (veja na tabela acima).
Proporcionalmente, o país de 326 milhões de habitantes ocupa a 4ª posição no ranking de mortes por complicações do coronavírus (veja no gráfico a seguir).
Nesta comparação – a cada 100 mil habitantes – é a Hungria quem desponta, seguida por Itália e Reino Unido, segundo dados do levantamento da universidade americana Johns Hopkins.
Austrália, modelo de combate
A Austrália, país com uma população de 25 milhões de habitantes, conseguiu ser um dos que menos registrou mortes por coronavírus em todo o mundo. O primeiro óbito por contaminação local da Covid-19 neste ano foi registrado em julho, como mostra o vídeo abaixo.
VÍDEO: Austrália registra 1ª morte no ano por contaminação local de Covid-19
Assim como a vizinha Nova Zelândia, o país criou estratégias rígidas de lockdown e controle com testes e rastreio de contatos, o que a deixa com um baixo número de mortes (916) em mais de um ano de pandemia.
Por conta da baixa taxa de infecções e mortes por Covid-19, a Austrália demorou para iniciar uma campanha de vacinação em massa – que começou oficialmente no final de fevereiro deste ano, enquanto outros países desenvolvidos haviam iniciado em dezembro do ano anterior.
Pela demora, o país vacinou até este sábado (24) cerca de 18% da sua população apenas com a 1ª dose da vacina, e outros 13% receberam a imunização completa, segundo o levantamento da plataforma Our World in Data, ligada à Universidade de Oxford.
A vacinação lenta se transformou em uma preocupação com a chegada da variante delta, mais transmissível, mas não resistente às duas doses da vacina.
Diversas cidades do país já anunciaram a volta ao confinamento em ao menos duas regiões por conta da identificação de casos desta variante já em circulação, é o caso de Melbourne e Sydney. A medida afeta cerca de 12 milhões de pessoas, quase a metade da população do país.
China: 1º epicentro, 1º país a controlar
O novo coronavírus foi registrado pela primeira vez na cidade de Wuhan, na China, ainda no final de 2019. O local rapidamente se transformou no epicentro da doença, identificada então como uma “pneumonia misteriosa”.
Tão logo nos primeiros dias de janeiro, o governo chinês decretou o isolamento de metrópoles inteiras e interrompeu viagens de trem e avião nas regiões afetadas.
Impulsionado pelas medidas rígidas de controle, o país de mais de 1,3 bilhão de habitantes apresenta números impressionantes: 4 mil mortes pela doença e cerca de 91 mil casos de infecção.
Por lá a vacinação também avança rapidamente, e ao menos 1,5 bilhão de doses já foram aplicadas. No mês passado, a mesma Wuhan que se fechou em 2020 fez uma festa de formatura gigante, com 11 mil estudantes reunidos. Em maio, um festival de música reuniu milhares de pessoas na cidade, como mostra o vídeo abaixo.
Milhares de pessoas vão a festival de música em Wuhan, na China
Os dez mais
Entre as potências olímpicas, não houve consenso. Cada país decidiu a melhor forma de responder à crise. Veja os erros e acertos dos maiores medalhistas:
Estados Unidos

Principal potência olímpica, os EUA se destacaram na pandemia mais por erros que acertos. O país ocupa o 1º lugar no triste ranking de mortes – são mais de 600 mil. No entanto, os números despencaram após uma campanha bem-sucedida de vacinação em massa que já atinge cerca de 48% da população adulta do país de 328 milhões de habitantes com as duas doses, e 7% apenas com a primeira dose.
Itália

Em um primeiro momento, a Itália foi considerada epicentro da pandemia – logo após a China controlar o avanço da doença. O país chegou a registrar, ainda em abril do ano passado, quase 1 mil mortes por Covid-19 a cada 24 horas. Com o avanço da vacinação (46% da população completamente imunizada), a Itália vem reduzindo fortemente o número de mortes desde o fim de abril deste ano.
Reino Unido
O país enfrentou duas ondas muito claras da epidemia no meio de 2020 e começo de 2021, o que impôs um rigoroso lockdown nacional. Além disso, com o investimento em uma rápida campanha de vacinação – a primeira do ocidente – quase 70% da população adulta já garantiu ao menos 1 dose da vacina. E por lá, o número de mortes despencou das mais de 1,2 mil a cada dia em janeiro deste ano para menos de 100.
França
Após uma primeira onda agressiva, mas rapidamente controlada, a França viu as mortes voltarem a subir no fim do ano passado, o que forçou o governo do país a impor mais restrições e toque de recolher. Com o avanço da vacinação – 44% da população com as duas doses e 14% com a primeira dose – o país tem registrado uma queda significativa nas mortes diárias desde o fim de abril (foi de 300 para menos de 20).
Alemanha

O país teve dois momentos claros durante a pandemia. Inicialmente, quando seguiu com isolamento, conseguiu manter os números baixos enquanto países vizinhos enfrentavam graves problemas. No entanto, uma segunda onda da pandemia atingiu a Alemanha com força, principalmente após as festas de fim de ano, que acompanharam um relaxamento nas medidas sanitárias. Como reflexo da abertura antecipada, a contagem de mortes se manteve alta, chegando ao pico de 888 em apenas 24 horas ainda em janeiro deste ano. O número só baixou com o avanço da vacinação (48% dos alemães com as duas doses da vacina e 12% com apenas uma dose).
Hungria

Considerado o país da União Europeia com maior proporção de população completamente vacinada – são 55% com as duas doses e 2% com apenas a 1ª –, é também um dos que está entre o piores do mundo em número de mortes por Covid-19 a cada 100 mil habitantes. São mais de 300 por 100 mil. Nessa comparação, a Hungria fica à frente de países como EUA, Brasil e Índia, por exemplo. Mas já é possível ver os efeitos da vacinação no país, com a queda brusca no número de mortes registradas desde abril de 2021.
Suécia
A forma como a Suécia lidou com a pandemia foi alvo de polêmicas. O país decidiu não decretar isolamento nem tornar obrigatório o uso de máscaras – medidas tomadas em todos os países da Escandinávia. A medida, reconhecida como um erro posteriormente pelo governo, fez com que o país de pouco mais de 10 milhões de habitantes, tivesse, proporcionalmente, mais que o dobro de mortes da Alemanha durante a 1ª onda europeia (entre março e abril de 2020).
Rússia
Por causa de um escândalo envolvendo o uso de doping, os atletas da Rússia competirão sem a bandeira nacional em Tóquio. Seja como for, o país aparece no ranking como um dos maiores medalhistas da história – mas sua resposta à pandemia deixou a desejar. Tendo controlado aparentemente as transmissões em um primeiro momento, a Rússia vem enfrentando recordes diários de mortes e infecções por conta da alta transmissão da variante delta. O país foi um dos primeiros a começar uma campanha nacional de vacinação, ainda em dezembro do ano passado, mas tem enfrentado dificuldades em convencer a população a se proteger – apenas 8% com a 1ª dose e 16% com as duas necessárias da vacina.
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Fonte: G1 Mundo

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Vaticano começa a julgar na terça-feira cardeal por escândalo financeiro na compra de prédio de luxo em Londres


Cardeal italiano que será julgado ocupou cargo importante na Cúria Romana de 2011 a 2018, sendo muito próximo ao Papa Francisco. Vaticano divulgou neste sábado possuir mais de 5 mil imóveis. Cardeal italiano Angelo Becciu, que irá a julgamento, em imagem de arquivo
Reprodução/TV Globo
O Vaticano abre, na próxima terça-feira (27), um julgamento sobre a compra de um luxuoso edifício em Londres e a rede de empresas e fundos que deixou um rombo nas finanças da Santa Sé, um escândalo que afeta a imagem da Igreja.
A aquisição do prédio custou ao Vaticano mais de 220 milhões de libras (R$ 1,5 bilhão), valor considerado acima do praticado no mercado.
No banco dos réus estará o destituído cardeal italiano Angelo Becciu, que foi suplente na Secretaria de Estado do Vaticano entre 2011 e 2018, um dos cargos mais poderosos da Cúria Romana e um conselheiro muito próximo do papa Francisco. O cardeal se diz vítima de conspiração e diz ter “inocência absoluta”.
O julgamento deve determinar se a Santa Sé foi defraudada por um grupo de empresários inescrupulosos ou se houve um sistema de corrupção interna envolvendo importantes líderes da Igreja.
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O vídeo abaixo, de 3 de julho, mostra o prédio luxuoso que virou alvo das investigações e dá detalhes sobre as acusações contra o cardeal Anegelo Becciu.
Vaticano anuncia julgamento de 10 pessoas acusadas de crimes financeiros
Julgamento durará meses
O julgamento, que durará vários meses, será realizado em uma sala especialmente preparada nos Museus do Vaticano, com a presença de um grupo limitado de jornalistas.
A primeira audiência, marcada para terça, será dedicada a questões técnicas, com base na complexa acusação de 500 páginas, resultado de dois anos de investigação.
Entre os 10 réus, metade estava a serviço do papa Francisco durante a controvertida compra, realizada em duas fases, de um luxuoso edifício de 17.000 metros quadrados no bairro londrino de Chelsea, do qual o papa pediu para se livrar rapidamente.
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A aquisição deste edifício, por um preço superior ao seu valor real, foi efetuada através de pacotes financeiros altamente especulativos, através de dois empresários italianos residentes em Londres, segundo informações da agência de notícias France Presse.
Essa compra “gerou perdas substanciais para as finanças do Vaticano e até mesmo recursos destinados às instituições de caridade pessoais do Santo Padre foram usados”, reconheceu a Santa Sé antes da abertura do julgamento.
O caso representa um grande desafio para Francisco, um crítico ferrenho da corrupção, que denuncia incessantemente a especulação financeira global desde sua eleição, há 8 anos.
No sábado, o Vaticano divulgou pela primeira vez o orçamento anual de um de seus principais departamentos encarregados da gestão de propriedades e investimentos.
O documento mostrou, segundo a agência Reuters, que a Administração, espécie de escritório geral de contabilidade do Vaticano, é dona de 4.051 propriedades na Itália e cerca de 1.120 no exterior, sem incluir embaixadas ao redor do mundo.
“Viemos de uma cultura de sigilo, mas aprendemos que, em matéria econômica, a transparência nos protege mais do que o sigilo”, declarou o secretário de Economia do Vaticano, Juan Antonio Guerrero.
Empresários e fundos
Entre 2013 e 2014, a Secretaria de Estado do Vaticano tomou emprestado US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão), grande parte dele do banco Credit Suisse, para investir no fundo do empresário italiano Raffaele Mincione.
Metade do valor foi destinado à aquisição de parte do prédio londrino e a outra parte destinada a investimentos em ações.
Raffaele Mincione usou o dinheiro da Igreja para “operações especulativas”, incluindo a compra de bancos italianos em dificuldades financeiras.
A Santa Sé, que acabou por registrar perdas na bolsa, não tinha capacidade para controlar esses investimentos, pelo que decidiu quatro anos mais tarde, no final de 2018, encerrar a aliança.
Para isso, a Santa Sé escolheu Gianluigi Torzi como o novo intermediário, que negociou a saída de Raffaele Mincione, indenizando-o com 40 milhões de libras esterlinas (R$ 284 milhões) e modificando o acordo financeiro para que o Vaticano finalmente se tornasse o único proprietário do edifício.
Torzi, por sua vez, assumiu o controle da propriedade do Vaticano (por meio de ações com direito a voto) e, em seguida, extorquiu dinheiro da Secretaria de Estado para obter 15 milhões de euros (R$ 91 milhões) para sua saída, segundo a acusação.
Os magistrados também identificaram duas figuras-chave que ajudaram Mincione e Torzi a entrar nas redes do Vaticano em troca de dinheiro.
O primeiro é Enrico Crasso, conhecido empresário suíço e ex-Credit Suisse, que administrou os fundos da Secretaria de Estado durante décadas.
O outro é Fabrizio Tirabassi, importante funcionário leigo da Secretaria de Estado, encarregado dos investimentos, que também recebia comissões dos bancos por suas intervenções e era considerado braço direito do cardeal Becciu.
Como em qualquer escândalo, as revelações de uma misteriosa personagem feminina, apelidada de “Dama do cardeal”, alheia à compra de Londres, contribuíram para aumentar as suspeitas em torno do cardeal Becciu, afastado em 24 de setembro de 2020 pelo papa Francisco por suspeitas de peculato.
A mulher, de 40 anos, que disse que realizava atividades de inteligência em nome da Santa Sé para libertar religiosos sequestrados pelo mundo, recebeu uma alta remuneração.
A grande questão agora é se o caso vai atingir para outras personalidades na hierarquia da Igreja.
O secretário de Estado e número dois do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, anunciou que a entidade mais próxima do pontífice aparecerá como parte civil no julgamento, já que se sente vítima dessa rede que deixou “perdas consideráveis” nas finanças do Vaticano.

Fonte: G1 Mundo

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Olímpiadas de Tóquio têm mais atletas LGBTQIA+ do que as últimas duas edições juntas, diz levantamento

São, pelo menos, 160 atletas assumidamente da comunidade LGBTQIA+. Pela primeira vez, uma atleta trans compete. Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 entraram para a história como as Olimpíadas da pandemia, mas também como da diversidade e de defesa de igualdade de gênero. E esta edição já é mais diversa do que as últimas duas juntas (2012, em Londres, e 2016, no Rio de Janeiro).
O site OutSports fez um levantamento que indica que, neste ano, são, pelo menos, 160 atletas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer e não binários assumidos. Os dois últimos Jogos juntos somavam 79.
Um desses atletas é o jogador de vôlei Douglas Souza, que se tornou um fenômeno nas redes sociais. Em postagens bem-humoradas, o atleta de 25 anos mostra bastidores dos Jogos que estão sendo realizados em meio à pandemia.
Douglas Souza, sem medo de ser feliz: “Eu levanto bandeira, sim”
Veja fotos da cerimônia de abertura
Mais que uma letra: entenda a sigla LGBTQIA+
Você viu a abertura das Olimpíadas de Tóquio? Responda o quiz
Outra atleta que representa a sigla LGBTQIA+ é Laurel Hubbard, do levantamento de peso. Ela é da Nova Zelândia e tem 43 anos. Essa é a primeira vez na história que os jogos têm uma atleta trans.
O Brasil está entre os cinco países com mais atletas LGBTQIA+. Ao todo, são, pelo menos, 15 atletas: Marta da Silva (futebol), Andressa Alves (futebol), Bárbara Barbosa (futebol), Formiga (futebol), Letícia Izidoro (futebol), Aline Reis (futebol), Debinha (futebol), Izabela da Silva (atletismo/disco), Babi Arenhart (handebol), Isadora Cerullo (rúgbi), Silvana Lima (surfe), Ana Marcela Cunha (natação), Ana Carolina (vôlei), Carol Gattaz (vôlei) e Douglas Souza (vôlei).
Declaração de amor nas redes sociais
Atletas de diferentes nacionalidades usam o Instagram para mostrar ao mundo seus companheiros. Veja abaixo:
A nadadora Ana Marcela Cunha usou o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ para se declarar à namorada.
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Sensação nas redes sociais, o jogador de vôlei Douglas Souza levanta a bandeira da causa.
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A jogadora Marta, em foto com a namorada e colega de profissão Toni Pressley.
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A jogadora de rugby brasileira Isadora Cerullo celebra o aniversário de casamento.
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A irlandesa Michaela Walsh, atleta do boxe, também usa as redes com frequência para se declarar para a companheira.
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A irlandesa Michaela Walsh, atleta do boxe, também usa as redes com frequênciapara a companheira.
Ídolo da Grã-Bretanha, Tom Daley, do salto ornamental, se assumiu gay em 2013.
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Sensação nas redes sociais, o jogador de vôle
A ciclista canadense Georgia Simmerling em um momento feliz com a namorada.
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Sensação
A ginasta mexicana Rut Castillo tem várias fotos com a companheira Paulina Matesanz.
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A jogadora de rugby brasileira Isadora Cerullo celebra o aniversári
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VÍDEO: Douglas Souza, atleta do vôlei, conquista web mostrando bastidores da Olimpíada

Fonte: G1 Mundo

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Exército da República Democrática do Congo liberta mais de 150 reféns de grupo ligado ao Estado Islâmico

Mulheres, idosos e crianças foram sequestrados pelo grupo armado das Forças Democráticas Aliadas, que atua no país há mais de 30 anos. O Exército da República Democrática do Congo anunciou, neste domingo (25), que libertou mais de 150 reféns sequestrados pelo grupo armado das Forças Democráticas Aliadas (ADF), considerado o braço do Estado Islâmico na África Central.
“Após as ofensivas contra as ADF de 18 a 20 de julho nas localidades de Boga e Tchabi, no território de Irumu, o Exército conseguiu libertar mais de 150 civis: mulheres, idosos, crianças e jovens”, anunciou o tenente Jules Ngongo, porta-voz militar em Ituri.
De acordo com o comunicado oficial, “não se trata de combatentes terroristas que se renderam. As Forças Democráticas Aliadas usavam esses civis feitos reféns como escudos humanos. Neste atual momento, eles atuam livremente na região”.
Os vilarejos de Boga e Tchabi estão localizados a cerca de 120 km ao sul de Bunia, capital da província de Ituri, onde os rebeldes da ADF estão presentes.
16 são mortos em emboscada na República Democrática do Congo
Um líder local, Rubingo Kabimba, confirmou à AFP que cerca de 20 pessoas de Boga foram libertadas, mas indicou que “outras 16 ainda estão desaparecidas”.
No final de maio, as autoridades locais acusaram os rebeldes da ADF de terem matado, pelo menos, 50 civis nas aldeias de Boga e Tchabi, onde também atacaram um campo de refugiados.
Grupo perigoso e letal
As Forças Democráticas Aliadas eram originalmente rebeldes muçulmanos de Uganda, mas que estão presentes no leste da República Democrática do Congo há quase 30 anos.
É o grupo mais perigoso e letal entre os cerca de 100 ativos no leste do país. É acusado de massacres de civis que causaram, pelo menos, 6 mil mortes desde 2013, de acordo com um relatório do episcopado congolês.
Desde abril de 2019, a organização terrorista Estado Islâmico assumiu a responsabilidade por alguns dos ataques cometidos pelas ADF por meio de seus canais nas redes sociais. O Estado Islâmico considera esse grupo como parte integrante da sua “Província da África Central” (Iscap, na sigla em inglês).
Em março, os Estados Unidos incluíram as Forças Democráticas Aliadas em sua lista de “organizações terroristas” afiliadas ao Estado Islâmico. Além disso, em várias mensagens, os rebeldes deste grupo afirmam pertencer à organização extremista, mas ainda restam dúvidas sobre essas supostas ligações.

Fonte: G1 Mundo

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Emmanuel Macron e Jill Biden se encontram em jogo de basquete 3×3 nas Olimpíadas de Tóquio


Presidente da França foi um dos poucos chefes de Estado a comparecer aos Jogos Olímpicos, enquanto a Casa Branca enviou a primeira-dama. Arenas não recebem público, mas permitem a entrada de autoridades credenciadas. Emmanuel Macron, presidente da França, e Jill Biden, primeira-dama dos EUA, se cumprimentam durante partida de basquete 3×3 nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no sábado (24)
Andrew Boyers/Reuters
O presidente da França, Emmanuel Macron, e a primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, assistiram juntos a um jogo no sábado (24) entre os times femininos dos dois países de basquete 3×3 — modalidade que estreia nestas Olimpíadas de Tóquio.
Os Jogos Olímpicos deste ano, que deveriam ter ocorrido em 2020 mas acabaram adiados por causa da pandemia, têm a maioria das competições em portões fechados ao público devido à alta do coronavírus no Japão. No entanto, algumas modalidades recebem convidados credenciados.
Macron inclusive foi um dos poucos chefes de estado a comparecer à Cerimônia de Abertura, também esvaziada por causa da Covid-19.
Emmanuel Macron, presidente da França, e Jill Biden, primeira-dama dos EUA, aplaudem aos times dos dois países de basquete feminino 3×3 nas Olimpíadas de Tóquio, no sábado (24)
Andrew Boyers/Reuters
O presidente francês estava sentado na terceira fileira ao lado da quadra, usando gravata, mas sem paletó, em uma noite úmida. Macron e Jill Biden usavam máscaras e, após uma breve saudação, a primeira-dama sentou-se uma fileira atrás dele, de acordo com as normas de distanciamento social.
Jill Biden ficou de pé e bateu palmas quando o tempo se esgotou, com a equipe dos EUA vencendo por 17 a 10 contra a França, que é a equipe número 1 do ranking. As disputas de medalha acontecerão na quarta-feira, depois de um torneio classificatório de oito times masculinos e femininos.
Após um ano de adiamento, a abertura das Olimpíadas de Tóquio traz mensagem de igualdade e de esperança

Fonte: G1 Mundo