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Anitta, Pavarotti, Paul McCartney, Spice Girls: relembre famosos em aberturas de Jogos Olímpicos


G1 recorda cerimônias recentes que abriram as Olimpíadas com presença de cantores conhecidos. Abertura das Olimpíadas de Tóquio é nesta sexta (23), às 8h (horário de Brasília). Spice Girls durante cerimônia dos Jogos Olímpicos em 2012
REUTERS/Stefan Wermuth/Arquivo
A rapper e ex-BBB Karol Conká e o tenor italiano Luciano Pavarotti têm ao menos uma coisa em comum: os dois se apresentaram em cerimônias de aberturas de Jogos Olímpicos.
Por enquanto, os segredos da abertura das Olimpíadas de Tóquio desta sexta-feira (23) continuam bem guardados. E há poucas pistas de como será a festa e quais celebridades foram escaladas para apresentar números musicais da cerimônia.
Se a tradição se mantiver, porém, podemos esperar o seguinte da parte musical da abertura:
Presença de ao menos um cantor ou cantora celebridade no Japão;
Apresentações musicais curtas e integradas aos segmentos simbólicos da cerimônia;
Podem aparecer canções conhecidas no país ou músicas novas relacionadas aos temas abordados na festa.
Festa de abertura da Olimpíada oferece espetáculo de cores, dança e atrações musicais
Relembre abaixo outros destaques musicais de cerimônias de aberturas olímpicas.
O poder de Céline Dion em Atlanta
Ela nasceu no Canadá, mas era sucesso nos Estados Unidos — e no mundo inteiro — em 1996, quando foi convidada para cantar a música que marcou os Jogos Olímpicos de Atlanta: “The Power of Dream”.
Na cerimônia, Céline apresentou a canção — na verdade, um playback — logo depois do acendimento da pira olímpica por Muhammad Ali, uma das mais marcantes cenas daquela abertura.
Webdoc relembra como foi a Olimpíada de Atlanta (1996)
A festa não foi um primor do ponto de vista artístico, mas a música é até hoje lembrada quando se fala em Atlanta 1996. Aliás, “The Power of Dream” até ganhou uma versão brasileira interpretada pela Xuxa: “O Poder dos Sonhos”.
Outro destaque musical da abertura das Olimpíadas de Atlanta foi a Imperatriz do Soul, Gladys Knight, entoando “Georgia On My Mind” — hino não oficial do estado americano muito tocado em 2020, quando Joe Biden venceu naquele eleitorado encerrando uma série de vitórias republicanas por lá.
Boy band e teen pop em Sydney
A abertura dos Jogos Olímpicos de 2000 quebrou com a tradição dos hinos nacionais entoados por corais. Os primeiros versos de “Advance Australia Fair” saíram na voz solene da boyband Human Nature, quarteto em atividade até hoje que faz algum sucesso no país. A segunda parte do hino veio na voz da soprano Julie Anthony, acompanhada por uma orquestra.
A parte artística da cerimônia em Sydney era contada pela perspectiva de uma garota, interpretada pela atriz e cantora teen Nikki Webster, com 13 anos à época, que apresentou a música “Under The Southern Skies” para mostrar a união dos continentes debaixo dos céus australianos.
Nikki bombou na Austrália depois da apresentação na abertura. Gravou um álbum meses depois da cerimônia e fez sucesso com a música “Strawberry Kisses”. Tanto sucesso que o hit chiclete chegou aqui em terras brasileiras com a versão “Beijo Molhado”, interpretada pela girlband Rouge.
A menina ainda voltou para o encerramento dos Jogos de Sydney — esses, sim, um show de pop, com Men At Work (de “Down Under”) e, claro, Kylie Minogue.
A despedida de Pavarotti em Turim
Diante da pira recém-acesa dos Jogos Olímpicos de Inverno em Turim, em 2006, abriu-se a cortina do palco montado no estádio e lá estava o tenor Luciano Pavarotti.
Já com a saúde debilitada — ele descobriria um câncer no pâncreas apenas meses depois — o artista apresentou a ária “Nessun Dorma” (“Ninguém durma”), de Giacomo Puccini, uma das marcas de Pavarotti.
Os milhares de espectadores e atletas que ovacionaram o tenor não sabiam que aquela seria a última apresentação dele. Pavarotti morreria em 2007, após complicações do câncer. Soube-se, depois, que aquele show monumental tinha sido pré-gravado até para evitar que qualquer problema ofuscasse o fim triunfante da cerimônia que abriu as Olimpíadas em 2006.
62 mil nananananás em Londres
Olimpíadas de Londres em 2012 foram planejadas pensando no legado
A abertura em 2012 foi outra que não tinha como deixar de ser pop: a sede era o Reino Unido. Além da presença de atores como Daniel Craig e Rowan Atkinson, o Estádio Olímpico de Londres ouviu clássicos da música pop e do rock britânico no segmento que homenageou David Bowie, Freddie Mercury e muito mais.
Mas tinha que ter Beatles, ou pelo menos uma homenagem. E veio a banda Arctic Monkeys, que deu um verniz indie a “Come Together” quando a cerimônia pediu paz logo antes de a rainha Elizabeth II declarar os Jogos abertos.
O ponto alto, porém, ficou com a apresentação do ex-Beatle Paul McCartney. “Hey Jude” foi a escolha. Considerando que 62 mil espectadores assistiam à cerimônia no estádio — sem contar os atletas no centro do campo —, foi um dos maiores coros de “na na na nanananaaa” já vistos.
Porém, assim como em Sydney, foi o encerramento que serviu pop, pop e pop sem parar em Londres: teve a reunião das Spice Girls, Brian May em um improvável conjunto com Jessie J e os meninos do One Direction.
Show dos famosos no Rio
Caetano Veloso, Anitta e Gilberto Gil participam da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 no Maracanã
Issei Kato/Reuters
Anitta, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho, Marcelo D2, Ludmilla, Jorge Ben Jor, Elza Soares, MC Sofia, Daniel Jobim. E até Karol Conká, quatro anos e meio antes de sair do BBB 21 com 99,17% dos votos.
Poderia ser o elenco de um especial de televisão para o fim do ano. Mas o line-up da abertura da Rio 2016 escolheu nomes novos e consolidados da música brasileira, mesmo que não fossem muito conhecidos fora do país.
Zeca e D2 fizeram uma “batalha” de “Deixa a Vida me Levar”. Ludmilla foi de “Rap da Felicidade”. Elza cantou o “Canto de Ossanha”. MC Sofia e Conká mandaram tocar os tambores e pediram empoderamento. E Jorge Ben Jor encerrou o segmento artístico da cerimônia com “País Tropical”.
Todas ótimas apresentações. Mas os destaques mesmo foram o Hino Nacional com um concerto de cordas por Paulinho da Viola. Daniel Jobim cantou “Garota de Ipanema” para Gisele Bündchen desfilar. E, finalmente, Anitta, Caetano e Gil mesclaram “Aquarela do Brasil” com “Sandália de Prata” no momento que antecedeu a chegada da tocha olímpica.
Faltou a música tema dos Jogos Olímpicos do Rio: “Alma e Coração”, que não apareceu na cerimônia de abertura. Os intérpretes eram Thiaguinho e Projota — sim, mais um futuro-ex-BBB envolvido na trilha sonora das Olimpíadas de 2016.
A grande ausência de Barcelona
Webdoc relembra a Olimpíada de Barcelona (1992)
Por último, uma ausência: a transmissão oficial da cerimônia que abriu os Jogos Olímpicos de 1992, começou com a voz de Freddie Mercury em plenos pulmões: “Barcelona!”, da clássica apresentação com Montserrat Caballé na cidade catalã quatro anos antes daquela edição do evento.
O líder do Queen morreu em 1991, por complicações decorrentes da aids. Barcelona perdeu a oportunidade de ter a voz de Mercury e Caballé comemorando a cidade na cerimônia de abertura daquelas Olimpíadas.
Mas o tema da abertura de 1992 é lembrado até hoje: “Amigos Para Siempre”, por Sarah Brightman e José Carreras, continua um dos maiores símbolos da primeira edição dos Jogos Olímpicos depois do fim da Guerra Fria.

Fonte: G1 Mundo

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Raro peixe-lua é encontrado morto em praia do Oregon, nos EUA


Especialistas do aquário da cidade de Seaside, próxima à fronteira com o Canadá, recolheram o animal e o colocaram em uma câmara fria para ser estudado. Espécie costuma viver em mar aberto, longe do litoral. Peixe-lua encontrado na praia de Seaside, no estado americano do Oregon, em 14 de julho de 2021
Seaside Aquarium
Um raro espécime de peixe-lua foi encontrado morto em uma praia do Oregon, nos Estados Unidos, na semana passada, informaram os pesquisadores do aquário da cidade de Seaside.
O animal, também chamado de peixe-opah, chama a atenção pela sua coloração avermelhada e tamanho: ele pode alcançar os 2 metros de comprimento e pesar até 270 kg.
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Pesquisador do aquário de Seaside, em Oregon, nos EUA, segura peixe-lua encontrado morto em praia. Foto de 14 de julho de 2021
Seaside Aquarium
Os especialistas do aquário da cidade que fica próxima à fronteira com o Canadá recolheram o animal e o colocaram em uma câmara fria para que ele possa ser estudado posteriormente.
Os cientistas informaram em um comunicado que peixes desta espécie costumam viver em mar aberto, profundo e longe do litoral – e que eles são bastante raros nesta região.
Eles se alimentam principalmente de krills, semelhantes a pequenos camarões, e seu aparecimento em águas mais rasas poderia estar relacionado às mudanças climáticas.
Sangue quente
Um estudo de 2015, publicado pela revista “Science”, apontou que o opah é o primeiro peixe de sangue quente conhecido pela ciência.
A característica incomum lhe confere uma vantagem competitiva nas profundezas frias do oceano. Com barbatanas que batem constantemente, o animal se mantém aquecido e com um reflexo rápido.
Peixe-lua encalha em praia do Oregon, nos EUA, em 14 de julho de 2021
Seaside Aquarium
Alguns outros peixes, como o atum e certos tubarões, podem aquecer partes de seus corpos e músculos para melhorar o desempenho nas profundezas frias, mas seus órgãos internos rapidamente ficam frios, forçando-os a subir para águas pouco profundas, a fim de se aquecer.
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Fonte: G1 Mundo

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Ginasta pula em cama de papelão na Vila Olímpica em Tóquio para provar que o móvel resiste ao sexo


Sites e jornais divulgaram que as camas eram feitas desse material para evitar relações sexuais na pandemia, o que os organizadores negam. Na verdade, a ideia de camas de papelão recicláveis é anterior à crise de saúde. VÍDEO: Ginasta pula em cama de papelão na Vila Olímpica e prova que elas ‘aguentam’ sexo
O ginasta Rhys McClenaghan, da Irlanda, usou as redes sociais para provar que uma das histórias que viralizaram às vésperas da abertura das Olimpíadas de Tóquio era falsa: o atleta pulou em uma das camas de papelão reciclado na Vila Olímpica para provar que elas aguentam, sim, o impacto de uma relação sexual. Veja o VÍDEO acima.
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“É fake news!”, brincou o ginasta, em um vídeo publicado nas redes.
Em tom de brincadeira, o próprio perfil oficial do Comitê Olímpico Internacional (COI) compartilhou o vídeo de McClenaghan para atestar que as camas são sim feitas de papelão, mas são resistentes.
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Camas de papelão
Camas de papelão reciclado em um dos quartos da Vila Olímpica em Tóquio, no Japão, em foto de 20 de junho
Akio Kon/Pool via Reuters
A “polêmica” começou depois que alguns sites e jornais disseram que as camas eram feitas de papelão para evitar que atletas mantivessem relações sexuais em plena pandemia. Esses veículos acreditaram em outro atleta, que apenas disse que suspeitava dessa motivação para usar o material leve para fabricar os móveis.
Embora seja verdade que os organizadores tentem minimizar o contato entre os participantes dos Jogos Olímpicos — tanto que há protocolos de quarentena e isolamento muito rígidos —, a ideia da cama feita com material reciclável é bem anterior à pandemia e não tem nada a ver com sexo.
Na verdade, desde 2019 o comitê organizador planejava usar papelão, como forma de passar uma mensagem de “Jogos sustentáveis”.

Fonte: G1 Mundo

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Pedro Castillo: saiba mais sobre o presidente eleito do Peru


Professor e líder sindical, novo presidente peruano surpreendeu ao sair na frente no primeiro turno das eleições. O candidato do Partido Perú Libre à presidência do Peru, Pedro Castillo, durante o último debate antes das eleições, em 30 de maio
Reuters/Sebastian Castañeda/Pool
O professor e sindicalista Pedro Castillo, de 51 anos, se elegeu novo presidente do Peru pelo partido de esquerda Peru Livre após causar grande surpresa no primeiro turno da votação — em um momento de forte descrença dos eleitores com os políticos tradicionais do país.
Castillo foi proclamado o novo presidente do Peru na noite desta segunda-feira (19), após mais de 40 dias das eleições. Isso porque Keiko Fujimori, candidata adversária, apresentou recursos. Até a avaliação de todos esses pedidos, concluídos sem que fraudes fossem apontadas, a Justiça peruana não podia oficializar a vitória do candidato de esquerda. A posse deve ocorrer em 28 de julho.
O novo presidente peruano nasceu na pequena cidade andina de Puña, na província de Chota, onde os moradores costumam usar chapéu de aba larga, como Castillo usava em suas viagens e até mesmo no único debate presidencial realizado nesta campanha. Ele foi votar a cavalo no domingo na região andina de Cajamarca, onde reside.
O presidente eleito ficou conhecido no cenário nacional em 2017, após liderar uma greve de professores de quase três meses exigindo aumento de salários dos professores. Na campanha, ele prometeu um aumento para professores públicos — tanto que seu símbolo era um lápis.
Posições controversas
Pedro Castillo, presidente eleito do Peru, em foto de 15 de junho, enquanto ainda aguardava a decisão da Justiça
Martin Mejia/Arquivo/AP Photo
Ao longo da corrida eleitoral, Castillo chegou a prometer desativar o Tribunal Constitucional, a mais alta corte do país, porque afirma que ela defende a “grande corrupção”.
Além disso, ele disse que caso se tornasse presidente fecharia também o Congresso se os parlamentares não aceitassem seus planos. No entanto, com a vaga no segundo turno encaminhada, Castillo voltou atrás e disse que só faria isso caso a população aprovasse.
Castillo é muito conservador socialmente: se recusa a legalizar o aborto, é contra o “enfoque de gênero” na educação e tem relutado em reconhecer os direitos das minorias sexuais. Depois das eleições, ele declarou que não é comunista — em resposta a uma das alegações feitas pelos fujimoristas.

Fonte: G1 Mundo

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Pedro Castillo é declarado presidente eleito do Peru mais de 1 mês após eleição presidencial


Justiça peruana oficializou vitória do candidato da esquerda após rejeitar os questionamentos feitos pela candidatura de Keiko Fujimori, derrotada pela terceira vez consecutiva. O candidato à presidência do Peru pelo partido Peru Livre, Pedro Castillo, saúda eleitores da sede de seu partido, em Lima, em 9 de junho
Reuters/Sebastian Castaneda
O esquerdista Pedro Castillo foi enfim declarado nesta segunda-feira (19) vencedor das eleições presidenciais peruanas e é, portanto, presidente eleito do Peru.
O Jurado Nacional de Eleições, órgão responsável pelo processo eleitoral do país, oficializou a vitória do candidato do partido Peru Livre sobre a direitista Keiko Fujimori mais de um mês depois do segundo turno. A posse está prevista para 28 de julho.
Saiba mais no fim da reportagem quem é Pedro Castillo, o novo presidente do Peru
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Por que a definição do novo presidente do Peru demorou dias
Castillo surpreendeu logo no primeiro turno, ao superar figuras tradicionais da política peruana em uma eleição bastante embolada. No segundo turno, ele enfrentaria Keiko Fujimori — herdeira do fujimorismo, corrente política de linha dura que dominou o Peru na década de 1990. A adversária disputaria a presidência pela terceira vez consecutiva.
Em 6 de junho, dia da votação, foi impossível declarar um vencedor. A apuração mostrava margens minúsculas de diferença entre os dois candidatos. Ao fim, Castillo terminou na frente com uma diferença de 44 mil votos, mas Keiko se recusou a aceitar o resultado, acusou o adversário de fraude e entrou com processos na justiça eleitoral.
O esquerdista Pedro Castillo e a direitista Keiko Fujimori disputaram o segundo turno da eleição presidencial no Peru
Ernesto Benevides/AFP e Gian Masko/AFP
Nenhum desses questionamentos, porém, foi bem sucedido. Houve até um pedido de demissão por parte de um dos componentes do Júri Eleitoral para tentar atrasar o processo, mas a vaga logo foi preenchida e a manobra, criticada. Manifestantes dos dois lados foram às ruas em Lima e outras partes do país para pedir respeito ao voto.
Finalmente, na tarde de 12 de julho, o Júri Nacional terminou a análise de todos os questionamentos feitos por Keiko e seus partidários, abrindo caminho para a oficialização da vitória de Castillo.
Quem é Pedro Castillo
O candidato presidencial do Peru, Pedro Castillo, durante coletiva de imprensa antes de votar, em Chugur, Peru.
REUTERS / Alessandro Cinque
Castillo, de 51 anos, foi uma grande surpresa no primeiro turno das eleições presidenciais no Peru, um país com eleitores profundamente decepcionados com seus políticos tradicionais.
O presidente eleito ficou conhecido no cenário nacional em 2017, após liderar uma greve de professores de quase três meses exigindo aumento de salários dos professores. Na campanha, ele prometeu um aumento para professores públicos.
Também ao longo da corrida eleitoral, o esquerdista chegou a prometer desativar o Tribunal Constitucional, a mais alta corte do país, porque afirma que ela defende a “grande corrupção”. Além disso, ele argumentou que caso se torne presidente fecharia também o Congresso se este não aceitar seus planos. No entanto, com a vaga no segundo turno encaminhada, Castillo voltou atrás e disse que só faria isso caso a população aprovasse.
Manifestantes favoráveis a Pedro Castillo criticam em protesto em Lima neste sábado (26) a tentativa de Keiko Fujimori em anular parte dos votos nas eleições presidenciais do Peru
Sebastian Castaneda/Reuters
Castillo é muito conservador socialmente: se recusa a legalizar o aborto, é contra o “enfoque de gênero” na educação e tem relutado em reconhecer os direitos das minorias sexuais. Depois das eleições, ele declarou que não é comunista — em resposta a uma das alegações feitas pelos fujimoristas.
O novo presidente peruano nasceu na pequena cidade andina de Puña, na província de Chota, onde os moradores costumam usar chapéu de aba larga, como Castillo usava em suas viagens e até mesmo no único debate presidencial realizado nesta campanha. Também dirigente sindical, ele foi votar a cavalo no domingo na região andina de Cajamarca, onde reside.

Fonte: G1 Mundo

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Quem é Mia Khalifa, ex-atriz pornô citada na CPI que ‘se ofereceu’ para ajudar o Brasil


A libanesa respondeu a um tuíte do senador Randolfe Rodrigues, que disse que o governo Bolsonaro negociou vacinas com uma empresa de produtos eróticos: ‘Estou a caminho’. ‘Vocês estão em crise… Estou a caminho’, disse Khalifa em resposta a senador brasileiro
BBC
A ex-atriz pornô libanesa Mia Khalifa, de 28 anos, foi um dos assuntos que dominaram as redes sociais no Brasil nos últimos dias.
Com quase 25 milhões de seguidores no Instagram, ela causou um furor ao responder o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) dizendo que está “a caminho” para depor na CPI da Covid.
Ex-atriz pornô Mia Khalifa responde Randolfe após referência na CPI da Covid: ‘Estou a caminho’
Randolfe tinha dito que, em vez de negociar com o Butantan, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello negociou vacinas da CoronaVac com uma empresa de produtos eróticos.
Num tuíte, ele disse: “Corre aqui @miakhalifa! Acho que estavam te usando de cortina de fumaça!”
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A atriz respondeu com a seguinte mensagem: “Vocês estão em crise… Estou a caminho”. A mensagem já tinha recebido mais de 53 mil curtidas até a tarde desta segunda-feira (19).
Mas, afinal, quem é Mia Khalifa?
Mia Khalifa: quem é a ex-atriz pornô citada em brincadeiras sobre a CPI da Covid
Ameaças do Estado Islâmico
A atriz atuou em filmes pornô até o fim de 2014 e ganhou fama mundial após aparecer em um vídeo usando um hijab (véu usado por algumas mulheres muçulmanas para cobrir a cabeça).
A cena pornográfica causou polêmica, mas Mia chegou a receber ameaças do grupo extremista Estado Islâmico (IS).
Mia contou em 2019 à BBC como entrou para a indústria da pornografia.
“Foi algo como: “Você é linda, gostaria de fazer uns trabalhos como modelo? Bem, é que você tem um corpo lindo. Mais tarde, quando fui ao estúdio, encontrei um lugar muito respeitável, magnífico, em Miami, na Flórida. Era limpo. Todo mundo que trabalhava lá era simpático. Todos os quartos eram decorados com fotos de família. Como se não fosse nada duvidoso ou que me deixasse desconfortável”, disse.
Apesar de sentir medo, Mia conta com humor como reagiu à ameaça do grupo extremista Estado Islâmico.
“Foi assustador. Mas usei o humor como mecanismo de defesa. A minha resposta foi: ‘Tudo bem, desde que você não corte meus peitos… Eles custaram muito dinheiro'”, afirmou a atriz.
Mia Khalifa gerou polêmica entre muçulmanos por vídeo pornográfico em que aparecia com véu islâmico
Getty Images/BBC
Mia contou que o passado como atriz pornô deixou marcas em sua imagem e diz que se sente desconfortável ao sair na rua.
“Sinto como se as pessoas pudessem ver através da minha roupa e me sinto profundamente envergonhada. Tenho a sensação de que perdi direito a toda a minha privacidade. E perdi, porque estou a um clique de distância no Google.”

Fonte: G1 Mundo

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Keiko Fujimori diz que vai reconhecer vitória ‘ilegítima’ de Pedro Castillo em eleição presidencial do Peru


Em pronunciamento, ela afirmou que irá cumprir ‘o que mandam a lei e a Constituição que jurei defender’; anúncio foi feito no mesmo dia em que a Justiça Eleitoral informou que rejeitou seus últimos recursos e irá declarar Castillo presidente eleito esta semana. Posse está prevista para o dia 28 de julho. A ex-candidata Keiko Fujimori, durante declaração à imprensa na qual anunciou que irá reconhecer o resultado das eleições presidenciais do Peru, em Lima, na segunda-feira (19)
Reuters/Sebastian Castaneda
A ex-candidata Keiko Fujimori admitiu nesta segunda-feira (19) que irá reconhecer a vitória de seu adversário Pedro Castillo nas eleições presidenciais do Peru, disputadas em junho, apesar de continuar chamando o resultado de “ilegítimo”.
“Anuncio que cumprindo os meus compromissos assumidos com todo o poco peruano, com Mario Vargas Llosa, com a comunidade internacional, reconhecerei os resultados porque é o que mandam a lei e a Constituição que jurei defender”, declarou, durante um pronunciamento transmitido ao vivo pela TV.
“Nossa defesa da democracia não termina com a proclamação ilegítima de Castillo”, acrescentou.
O anúncio foi feito no mesmo dia em que a Justiça Eleitoral peruana informou que rejeitou os últimos recursos de Fujjimori para evitar sua derrota eleitoral e que vai proclamar nesta semana Castillo como vencedor.
A posse do novo presidente está prevista para o dia 28 de julho.
O Júri Nacional de Eleições (JNE) afirmou no Twitter que declarou por unanimidade a improcedência dos cinco recursos apresentados na semana passada pelo partido Força Popular, de Fujimori.
O candidato à presidência do Peru pelo partido Peru Livre, Pedro Castillo, saúda eleitores da sede de seu partido, em Lima, em 9 de junho
Reuters/Sebastian Castaneda
De acordo com a contagem dos votos da eleição de 6 de junho, Castillo, um professor de 51 anos, obteve 50,12% dos votos, ante 49,88% obtidos pela filha do ex-presidente Alberto Fujimori, que está preso.
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Em 6 de junho, dia da votação, foi impossível declarar um vencedor. A apuração mostrava margens minúsculas de diferença entre os dois candidatos. Ao fim, Castillo terminou na frente com uma diferença de 44 mil votos, mas Keiko se recusou a aceitar o resultado, acusou o adversário de fraude e entrou com processos na justiça eleitoral.
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Ernesto Benevides/AFP e Gian Masko/AFP
Nenhum desses questionamentos, porém, foi bem sucedido. Houve até um pedido de demissão por parte de um dos componentes do Júri Eleitoral para tentar atrasar o processo, mas a vaga logo foi preenchida e a manobra, criticada. Manifestantes dos dois lados foram às ruas em Lima e outras partes do país para pedir respeito ao voto.
Finalmente, na tarde de 12 de julho, o Júri Nacional terminou a análise de todos os questionamentos feitos por Keiko e seus partidários, abrindo caminho para a oficialização da vitória de Castillo.
Quem é Pedro Castillo
O candidato presidencial do Peru, Pedro Castillo, durante coletiva de imprensa antes de votar, em Chugur, Peru.
REUTERS / Alessandro Cinque
Castillo, de 51 anos, foi uma grande surpresa no primeiro turno das eleições presidenciais no Peru, um país com eleitores profundamente decepcionados com seus políticos tradicionais.
O presidente eleito ficou conhecido no cenário nacional em 2017, após liderar uma greve de professores de quase três meses exigindo aumento de salários dos professores. Na campanha, ele prometeu um aumento para professores públicos.
Também ao longo da corrida eleitoral, o esquerdista chegou a prometer desativar o Tribunal Constitucional, a mais alta corte do país, porque afirma que ela defende a “grande corrupção”. Além disso, ele argumentou que caso se torne presidente fecharia também o Congresso se este não aceitar seus planos. No entanto, com a vaga no segundo turno encaminhada, Castillo voltou atrás e disse que só faria isso caso a população aprovasse.
Manifestantes favoráveis a Pedro Castillo criticam em protesto em Lima neste sábado (26) a tentativa de Keiko Fujimori em anular parte dos votos nas eleições presidenciais do Peru
Sebastian Castaneda/Reuters
Castillo é muito conservador socialmente: se recusa a legalizar o aborto, é contra o “enfoque de gênero” na educação e tem relutado em reconhecer os direitos das minorias sexuais. Depois das eleições, ele declarou que não é comunista — em resposta a uma das alegações feitas pelos fujimoristas.
O novo presidente peruano nasceu na pequena cidade andina de Puña, na província de Chota, onde os moradores costumam usar chapéu de aba larga, como Castillo usava em suas viagens e até mesmo no único debate presidencial realizado nesta campanha. Também dirigente sindical, ele foi votar a cavalo no domingo na região andina de Cajamarca, onde reside.
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Fonte: G1 Mundo

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Príncipe Harry publicará livro de memórias no final de 2022


Obra fornecerá um ‘relato definitivo das experiências, aventuras, perdas e lições de vida que ajudaram a moldá-lo’. Príncipe Harry em Londres, em foto de 5 de março de 2020
Paul Edwards/Pool via REUTERS
O príncipe Harry está escrevendo um livro de memórias sobre sua vida que será publicado no final de 2022, informou a editora Penguin Random House em um comunicado nesta segunda-feira (19).
O livro fornecerá um “relato definitivo das experiências, aventuras, perdas e lições de vida que ajudaram a moldá-lo”, disse a editora.
Harry e sua esposa, Meghan, formalmente conhecidos como duque e duquesa de Sussex, deixaram os deveres reais no início de 2020 e estão morando na Califórnia com seus dois filhos.
O casal abalou a monarquia britânica em março ao dar uma entrevista à apresentadora norte-americana Oprah Winfrey, em que Meghan acusou um membro da família real de levantar preocupações sobre o quão escura a pele de seu filho poderia ser e de levá-la à beira do suicídio.
Harry disse que estava escrevendo suas memórias “não como o príncipe que nasci, mas como o homem que me tornei”.
“Tenho assumido muitos papéis ao longo dos anos, tanto literal quanto figurativamente, e minha esperança é que, ao contar minha história –os altos e baixos, os erros, as lições aprendidas– eu possa ajudar a mostrar que não importa de onde viemos, temos mais em comum do que imaginamos”, disse ele em comunicado.

Fonte: G1 Mundo

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Ben & Jerry’s anuncia que não irá mais vender sorvetes em assentamentos israelenses na Cisjordania e Jerusalém Oriental


Marca afirmou que vendas em territórios buscados por palestinos são ‘inconsistentes’ com seus valores. Ação enfureceu autoridades israelenses: primeiro-ministro Naftali Bennett disse se tratar de ‘decisão imoral’. Sorvete sendo produzido em fábrica da Ben & Jerry’s em Waterbury, Vermont, em foto de 23 de março de 2010
AP Photo/Toby Talbot
A marca de sorvetes Ben & Jerry’s anunciou nesta segunda-feira (19) que irá parar de vender seus produtos na Cisjordânia ocupada por Israel e em Jerusalém Oriental, dizendo que as vendas nos territórios buscados pelos palestinos são “inconsistentes com nossos valores”.
O anúncio foi uma das críticas mais fortes feitas por uma empresa famosa em relação à política de Israel de estabelecer seus cidadãos em terras obtidas em uma guerra (leia mais abaixo). Os assentamentos são amplamente vistos pela comunidade internacional como ilegais e como obstáculos à paz.
A ação da empresa de sorvetes com sede em Vermont, nos EUA, atraiu reprovação rápida do primeiro-ministro israelense Naftali Bennett, um ex-líder do movimento de assentamento na Cisjordânia, que a chamou de “uma decisão imoral e que acredito acabará sendo um erro comercial, também”.
A empresa informou ao seu licenciado de longa data – responsável pela fabricação e distribuição do sorvete em Israel – que não renovará o contrato quando ele expirar no final do ano que vem, de acordo com um comunicado publicado em seu site.
A declaração da Ben & Jerry’s citou “as preocupações compartilhadas conosco por nossos fãs e parceiros de confiança”.
A empresa não identificou explicitamente essas preocupações mas, no mês passado, um grupo chamado Vermonters for Justice in Palestine pediu à Ben & Jerry’s que “acabasse com a cumplicidade na ocupação de Israel e com os abusos dos direitos humanos palestinos”.
“Por quanto tempo mais a Ben & Jerry’s permitirá que seu sorvete fabricado em Israel seja vendido em assentamentos apenas para judeus enquanto terras palestinas estão sendo confiscadas, casas palestinas estão sendo destruídas e famílias palestinas em bairros como Sheik Jarrah estão enfrentando despejo para abrir caminho para colonos judeus?”, questionou Ian Stokes, da organização, em um comunicado à imprensa em 10 de junho.
Em um comunicado na segunda-feira, a mesma organização disse que as ações de Ben & Jerry não foram longe o suficiente.
“Ao manter uma presença em Israel, a Ben & Jerry’s continua a ser cúmplice da matança, prisão e expropriação do povo palestino e da ostentação do direito internacional”, disse Kathy Shapiro do grupo de Vermont.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel chamou a decisão da Ben & Jerry’s de “uma rendição à pressão contínua e agressiva de grupos extremistas anti-Israel” e disse que a empresa estava cooperando com o “terrorismo econômico”.
“A decisão é imoral e discriminatória, pois destaca Israel, prejudica israelenses e palestinos e encoraja grupos extremistas que usam táticas de intimidação”, disse o ministério em um comunicado, que também apelou à Ben & Jerry’s para retirar a sua decisão.
Embora os produtos da Ben & Jerry não sejam vendidos nos assentamentos, a empresa disse que ficará em Israel por meio de um acordo diferente. Mas será difícil fazer isso. As principais redes de supermercados israelenses, o principal canal de distribuição da sorveteira, operam nos assentamentos.
Causas sociais
Fundada em Vermont em 1978, mas atualmente de propriedade do conglomerado de bens de consumo Unilever, a Ben & Jerry’s não se esquivou das causas sociais. Enquanto muitas empresas agem levemente na política por medo de alienar os clientes, a fabricante de sorvetes adotou a abordagem oposta, muitas vezes defendendo causas progressistas.
A Ben & Jerry’s se posicionou contra o que chamou de políticas regressivas do governo Trump, renomeando um de seus sabores Pecan Resist em 2018, antes das eleições de meio de mandato.
A empresa disse que Pecan Resist homenageava os ativistas que resistiam à opressão, práticas ambientais nocivas e injustiça. Como parte da campanha, a Ben & Jerry’s anunciou que doaria US$ 25 mil para cada uma de quatro entidades ativistas.
Dois territórios
A Cisjordânia e Jerusalém oriental foram capturadas por Israel na guerra de 1967 no Oriente Médio. Cerca de 700 mil colonos israelenses vivem agora nos dois territórios – cerca de 500 mil na Cisjordânia ocupada e 200 mil em Jerusalém Oriental.
Israel trata as duas áreas separadamente, considerando Jerusalém Oriental como parte de sua capital. Enquanto isso, Israel considera a Cisjordânia como um território disputado cujo destino deve ser resolvido nas negociações. No entanto, a comunidade internacional considera ambas as áreas como territórios ocupados. Os palestinos buscam a Cisjordânia como parte de um futuro estado independente, com Jerusalém Oriental como sua capital.
O Conselho Yesha, um grupo que representa os cerca de 500 mil israelenses que vivem em assentamentos na Cisjordânia, disse que “não há necessidade de comprar produtos de empresas que boicotam centenas de milhares de cidadãos israelenses por causa do lugar que escolheram para morar”. Ele disse que a decisão da Ben & Jerry “trouxe um mau espírito a uma indústria tão doce” e convocou os israelenses a comprar sorvete produzido localmente neste verão.
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Fonte: G1 Mundo

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Explosão de bomba deixa mortos em mercado no Iraque

Atentado, que as autoridades consideram como terrorismo, ocorreu em mercado em bairro de maioria xiita na véspera de um feriado religioso. Nenhum grupo assumiu a autoria do ataque. Uma bomba explodiu em um mercado nos subúrbios de Bagdá, no Iraque, e deixou 18 mortos nesta segunda-feira (19), confirmaram autoridades de segurança do país.
De acordo com uma fonte ouvida pela agência France Presse, o governo trata o ato como um caso de terrorista. Nenhum grupo extremista reivindicou o ataque até o momento. O mercado Al Howeilat estava cheio por ser véspera do feriado religioso islâmico Eid al-Adha.
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Uma fonte do Ministério do Interior informou que quatro menores estão entre os mortos. Muitos membros das forças de segurança foram enviados ao local da explosão e os feridos, pelo menos 15, foram levados para um hospital.
Região de maioria xiita
A explosão ocorreu na cidade de Sadr, de maioria xiita — que é a corrente do islamismo minoritária no Iraque. Lá é o reduto dos partidários do líder xiita Muqtada al Sadr, cuja influência costuma ser decisiva na política nacional.
Este é o primeiro ataque na região da capital iraquiana desde janeiro, quando 32 pessoas morreram quando dois homens-bomba atacaram um mercado no centro da cidade. O grupo extremista Estado Islâmico (EI) assumiu a responsabilidade por esse ataque.
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Fonte: G1 Mundo